O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas. Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada. Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei. São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas". Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos. Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição. A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra! Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Sabemos bem que durante a Semana Santa, a Igreja celebra os mistérios da reconciliação, realizados pelo Senhor Jesus nos últimos dias da sua vida, começando por sua entrada mesiânica em Jerusalém. O tempo da Quaresma se prolonga até a Quinta-feira da Semana Santa. A Missa Vespertina da Ceia do Senhor é a grande introdução ao santo Tríduo Pascoal. O Tríduo Pascual tem início na Sexta-feira da Paixão, prossegue com o Sábado de Aleluia, e chega ao ápice na Vigília Pascual terminando com as Vésperas do Domingo da Ressurreição. É importante recordar que "as ferias da Semana Santa, desde a Segunda até inclusive a Quinta-feira, têm preferência sobre qualquer outra celebração" e por tanto nestes dias não se deve administrar os sacramentos do Batismo e da Confirmação. É importante que nestes dias se ofereçam em todas as paróquias, capelas, colegios, hospitais e centros de evangelização, horários amplos para facilitar aos fiéis o acesso ao Sacramento da Reconciliação como preparação espiritual para acompanhar ao Senhor Jesus na entrega de Si mesmo por nós. É muito conveniente que o tempo da Quaresma termine com alguma celebração penitencial que sirva de preparação para uma participação mais plena no misterio pascoal.
A Quinta-feira Santa
A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos da um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igrea que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos. Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcanzável. São Paulo completa a representação recordando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía. A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, "enquanto ceiava com seus discípulos tomou pão..." (Mt 26, 26). Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos nos reuníssemos e nos recordássemos d'Ele abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19). Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão y bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26). Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e "Senhor da Morte", isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: "Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis" (Jo 16, 16). Como diz o prefácio deste dia: "Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração". Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Cia do Senhor". Nesta Missa, de maneira distinta a todas as demais Eucaristias, não celebramos "diretamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa. Hoje celebramos a alegría de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c). Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa "sublinhar" neste momento, é que "o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa. Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o "glória": é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós. Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega con amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria. Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss). Hoje inicia a festa da "crise pascoal", isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.
Sexta-feira Santa
A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.
São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar. A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho. Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.
A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.
O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.
Sábado Santo
O sábado é o segundo dia do Tríduo: no chão junto à ele, durante sete dias e e sete noites com Cristo no sepulcro.
"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73). No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio. A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüênte. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz". O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús. É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13). Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado: "...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Patriarcha
De: Tiago Augusto Melloni <tiago_melloni@...> Para: chandon@...; izabella_rm@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 10:25:44 Assunto: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
DISTRICTO ECLESIÁSTICO DE IZABELLA
GOVERNADORIA GERAL
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas. Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada. Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei. São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas". Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos. Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição. A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
De: Tiago Augusto Melloni <tiago_melloni@...> Para: izabella_rm@...; chandon@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 7:42:19 Assunto: - Izabella - Concurso do Hino de Izabella
Apresento a S.E.R. Dom Alexandro Tarquino Murta Ribeiro da Santa Cruz, o Patriarcha de Izabella, a minha letra do Hino de Izabella, para ir a juri.
IZABELLA
Composição: S.A.R. & I. Dom Tiago I Saxe Coburgo Gota Von Hildburghausen
Izabella, grande é seu passado de cultura e história
Abundante são suas matas, seus rios, suas montanhas
Uno-me ao Patriarcha nas felicitações a Vossa Excelência.
- Georgius
2009/4/3 Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz <domalexandro@...>
Mui respeitoso Governador,
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Patriarcha
De: Tiago Augusto Melloni <tiago_melloni@...> Para:chandon@...; izabella_rm@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 10:25:44 Assunto: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
DISTRICTO ECLESIÁSTICO DE IZABELLA
GOVERNADORIA GERAL
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas.
Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.
Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas".
Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos.
Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição.
A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Povo Izabellano apresento aos estimados amigos e colaboradores a nossa primeira bandeira de Izabella confeccionada pelo estimado amigo d. Flávio Miranda. Entretanto, mandei confeccionar mais uma para colocarmos em votação qual iremos usar oficialmente.
Que alegria vê-lo voltando a ativa meu estimado amigo de longa data. Gostaria de vê-lo em breve pra debatermos um assunto. Espero seu contato.
O Patriarcha
De: Dom Georgius <pegeorgius@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 14:27:59 Assunto: Re: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
Excelentíssimo Governador,
Uno-me ao Patriarcha nas felicitações a Vossa Excelência.
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas. Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada. Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei. São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas". Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos. Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição. A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Sexta-feira da 5ª semana da Quaresma : Jo 10,31-42
Comentário ao Evangelho do dia feito por
São Pedro Crisólogo (c. 406-450), Bispo de Ravena, Doutor da Igreja
Por que obra boa Me quereis apedrejar?
«Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus» (Rom 12, 1): Paulo faz um pedido, ou antes, através de Paulo, Deus faz um pedido, Ele que mais do que ser temido quer ser amado. Deus faz um pedido porque quer ser menos Senhor que Pai. [...] Ouve o Senhor pedir [através do Seu Filho]: «Dizia: Estendia constantemente as mãos» (Is 65,2). Não é estendendo as mãos que habitualmente se pede? «Estendia as mãos.» Para quem? «Para o povo.» Para que povo? Um povo não apenas indócil, mas «rebelde». «Estendia as mãos»: abre os Seus braços, dilata o Seu coração, apresenta o Seu peito, oferece o Seu seio, faz de todo o Seu corpo um refúgio para demonstrar por meio desta súplica a que ponto é Pai. Escuta Deus perguntar ainda: «Meu povo, que te fiz, ou em que te contristei?» (Mi 6,3) Não diz Ele: «Se a Minha divindade vos for desconhecida, não reconhecereis a Minha carne? Vede, vede em
Mim o vosso corpo, os vossos membros, as vossas entranhas, os vossos ossos, o vosso sangue! E, se temeis o que é de Deus, porque não amais o que é vosso? Se fugis do Senhor, porque não correis para o Pai?»
Mas a grandeza da Paixão, de que sois a causa, talvez vos encha de confusão. Não temais! Esta cruz não é o Meu cadafalso, mas o da morte. Estes pregos não fixam a dor em Mim, mas cravam mais profundamente em Mim o amor que tenho por vós. Estas feridas não Me arrancam gritos, elas introduzem-vos ainda mais no Meu coração. O esquartejamento do meu corpo dá-vos um lugar ainda maior no Meu seio, não aumenta o Meu suplício. Não perco o Meu sangue, antes o verto para pagar o vosso.
Vinde então, tornai a vir, reconhecei em Mim um Pai que vedes pagar o mal com bem, a injustiça com o amor, grandes ferimentos com uma tão grande ternura.
2009/4/3 Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz <domalexandro@...>
Que alegria vê-lo voltando a ativa meu estimado amigo de longa data. Gostaria de vê-lo em breve pra debatermos um assunto. Espero seu contato.
O Patriarcha
De: Dom Georgius <pegeorgius@...> Para:izabella_rm@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 14:27:59 Assunto: Re: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
Excelentíssimo Governador,
Uno-me ao Patriarcha nas felicitações a Vossa Excelência.
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas.
Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.
Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas".
Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos.
Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição.
A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Temos que conversar sobre a sua atuação no Jornal São Basílio Magno estamos querendo um artigo vosso para nosso jornal.
Tarqs
De: Dom Georgius <pegeorgius@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 15:26:18 Assunto: Re: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
Que alegria vê-lo voltando a ativa meu estimado amigo de longa data. Gostaria de vê-lo em breve pra debatermos um assunto. Espero seu contato.
O Patriarcha
De: Dom Georgius <pegeorgius@gmail. com> Para:izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 14:27:59 Assunto: Re: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
Excelentíssimo Governador,
Uno-me ao Patriarcha nas felicitações a Vossa Excelência.
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas. Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada. Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei. São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas". Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos. Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição. A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Que alegria vê-lo voltando a ativa meu estimado amigo de longa data. Gostaria de vê-lo em breve pra debatermos um assunto. Espero seu contato.
O Patriarcha
De: Dom Georgius <pegeorgius@gmail. com> Para:izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Enviadas: Sexta-feira, 3 de Abril de 2009 14:27:59 Assunto: Re: - Izabella - Domingo de Ramos - "Bendito o que vem em nome do Senhor"
Excelentíssimo Governador,
Uno-me ao Patriarcha nas felicitações a Vossa Excelência.
Nós estamos em plena alegria por ver tal iniciativa pastoral de vossa excelência. Esse é o diferencial de nosso Districto ser um fomentador da religiosodade popular, da democracia e patriotismo.
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas.
Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.
Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que
entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias. Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas".
Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou
tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa. Com a litiurgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos.
Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo. "Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas
da paixão de Jesus. Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição.
A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.
Quer saber qual produto Windows Live combina melhor com o seu perfil? Clique aqui e descubra!
Imagem de exibição animada? Só com o novo Messenger. Baixe agora!
Nossa essas homilias dos santos padres da igreja é cada uma melhor que a outra.
Glóra vós Senhor!
O Patriarcha
--- Em izabella_rm@..., Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da
Santa Cruz <domalexandro@...> escreveu
>
> Sexta-feira da 5ª semana da Quaresma : Jo 10,31-42
> Comentário ao Evangelho do dia feito por
>
> São Pedro Crisólogo (c. 406-450), Bispo de Ravena, Doutor da Igreja
>
> Por que obra boa Me quereis apedrejar?
>
>
> «Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus» (Rom 12, 1): Paulo faz um
pedido, ou antes, através de Paulo, Deus faz um pedido, Ele que mais do que ser
temido quer ser amado. Deus faz um pedido porque quer ser menos Senhor que Pai.
[...] Ouve o Senhor pedir [através do Seu Filho]: «Dizia: Estendia
constantemente as mãos» (Is 65,2). Não é estendendo as mãos que habitualmente se
pede? «Estendia as mãos.» Para quem? «Para o povo.» Para que povo? Um povo não
apenas indócil, mas «rebelde». «Estendia as mãos»: abre os Seus braços, dilata o
Seu coração, apresenta o Seu peito, oferece o Seu seio, faz de todo o Seu corpo
um refúgio para demonstrar por meio desta súplica a que ponto é Pai. Escuta Deus
perguntar ainda: «Meu povo, que te fiz, ou em que te contristei?» (Mi 6,3) Não
diz Ele: «Se a Minha divindade vos for desconhecida, não reconhecereis a Minha
carne? Vede, vede em Mim o vosso corpo, os vossos membros, as vossas
> entranhas, os vossos ossos, o vosso sangue! E, se temeis o que é de Deus,
porque não amais o que é vosso? Se fugis do Senhor, porque não correis para o
Pai?»
>
> Mas a grandeza da Paixão, de que sois a causa, talvez vos encha de confusão.
Não temais! Esta cruz não é o Meu cadafalso, mas o da morte. Estes pregos não
fixam a dor em Mim, mas cravam mais profundamente em Mim o amor que tenho por
vós. Estas feridas não Me arrancam gritos, elas introduzem-vos ainda mais no Meu
coração. O esquartejamento do meu corpo dá-vos um lugar ainda maior no Meu seio,
não aumenta o Meu suplício. Não perco o Meu sangue, antes o verto para pagar o
vosso.
>
> Vinde então, tornai a vir, reconhecei em Mim um Pai que vedes pagar o mal com
bem, a injustiça com o amor, grandes ferimentos com uma tão grande ternura.
>
>
>
> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
> http://br.maisbuscados.yahoo.com
>
peço que os que estão aguardando as microordenações façam por escrito o pedido dirigido-se ao Patriarcha de Izabella, assim formalizando oficialmente por livre intenção de coração a ordenação micronacional no 1ª grau da ordem microsacerdotal.
Prazo máximo de 5 dias a ser entregue no gabinete do Cardeal Patriarcha de Izabella.
Povo Izabellano apresento aos estimados amigos e colaboradores a nossa primeira bandeira de Izabella confeccionada pelo estimado amigo d. Flávio Miranda. Entretanto, mandei confeccionar mais uma para colocarmos em votação qual iremos usar oficialmente.
O partido que mais cresce em Reunião, conclama os cidadãos a escolherem o time certo para para mudar a cara da APQ.
Mais do que propostas, a ARENA tem ação. Trabalhamos pensando no bem-estar do povo e trouxemos melhoras significativas para o Império em todas as esferas em que atuamos.
De:
Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz <domalexandro@...> Data:
Sáb, 4 de Abr de 2009 10:40 pm Assunto:Res: - Izabella - Bandeira de Izabella
Que bom que gostou meu amigo, mas podemos providenciar os símbolos,pois pedi ao nosso secretário de tecnologia e dados que elabora-se uma assim colocaremos em votação.
Tarqs
De: Bruno Queiroz <bruno.queiroz01@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 15:52:48 Assunto: Re: - Izabella - Bandeira de Izabella
Está bonita!
A composição das cores e formas é muito bonita, mas na minha opinião ficou faltando um símbolo eclesiástico, como uma Cruz ou um Lábaro.
Povo Izabellano apresento aos estimados amigos e colaboradores a nossa primeira bandeira de Izabella confeccionada pelo estimado amigo d. Flávio Miranda. Entretanto, mandei confeccionar mais uma para colocarmos em votação qual iremos usar oficialmente.
De:
Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz <domalexandro@...> Data:
Dom, 5 de Abr de 2009 1:17 am Assunto:[PROP] Pasqüela é na Colombo, venham!
De: Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz <domalexandro@...> Para: chandon@...; izabella_rm@...; beatriz@... Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 22:17:02 Assunto: - Izabella - [PROP] Pasqüela é na Colombo, venham!
GRANDE ENCONTRÃO DE PÁSCOA NA COLOMBO - DIA 13 DE ABRIL DE 2009 ÀS 12:OO.
TRADICIONAL PASQÜELA NA CONFEITARIA COLOMBO NA RUA: GONÇALVES DIAS, 32 - CENTRO DO RIO DE JANEIRO.
Nós te recebemos tão mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região queira ir venha ficar alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint Michael.
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@...> Para: chandon@... Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 23:29:23 Assunto: [Chandon] Mudança
Estou mudando para Izabella,acabei cometendo um erro de grafia (Izabella para Mauritius é Dose!!!)
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
"Honra é a Força que nos impele a prestigiar nossa personalidade. É o sentimento avançado do nosso patrimônio Moral, um misto de Brio e de Valor. Ela exige a posse da perfeita comporeensão do que é justo, Nobre e Respeitável, para elevação da nossa Dignidade; a Bravura para desafrontar perigos de toda ordem, na Defesa da Verdade, do direito e da Justiça".
Com Gosto eu faço questão de me mudar para Saint Michael.
Atenciosamente,
Marcelo
Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De:
izabella_rm@... [mailto:izabella_rm@...] Em
nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: sábado, 4 de abril de 2009 23:42 Para: chandon@... Cc: izabella_rm@... Assunto: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Nós te recebemos tão
mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região queira ir venha ficar
alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint Michael.
Será uma honra tê-lo conosco caríssimo. Saint Michael é o centro político de Izabella e economico também por isso acho que será a sua praia, não é?
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 23:52:44 Assunto: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Caríssimo Patriarcha,
Com Gosto eu faço questão de me mudar para Saint Michael.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: sábado, 4 de abril de 2009 23:42 Para: chandon@yahoogrupos .com.br Cc: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Nós te recebemos tão mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região queira ir venha ficar alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint Michael.
Aliás,estou prestes a mudar a Sede da Brunella Corp. para
Izabella.
Só preciso falar com os acionistas.
Estou a disposição de izabella no que eu poder ajudar.
Atenciosamente,
Marcelo
Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De:
izabella_rm@... [mailto:izabella_rm@...] Em
nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: domingo, 5 de abril de 2009 00:01 Para: izabella_rm@... Assunto: Res: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Será uma honra tê-lo
conosco caríssimo. Saint Michael é o centro político de Izabella e economico
também por isso acho que será a sua praia, não é?
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 23:52:44 Assunto: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Caríssimo Patriarcha,
Com Gosto eu faço questão de me mudar para
Saint Michael.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De:
izabella_rm@ yahoogrupos. com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em
nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: sábado, 4 de abril de 2009 23:42 Para: chandon@yahoogrupos .com.br Cc: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Nós
te recebemos tão mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região
queira ir venha ficar alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint
Michael.
Aguarde que em breve terá trabalhos bons trabalhos.
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Domingo, 5 de Abril de 2009 0:13:54 Assunto: RES: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Sim Realmente.
Aliás,estou prestes a mudar a Sede da Brunella Corp. para Izabella.
Só preciso falar com os acionistas.
Estou a disposição de izabella no que eu poder ajudar.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: domingo, 5 de abril de 2009 00:01 Para: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: Res: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Será uma honra tê-lo conosco caríssimo. Saint Michael é o centro político de Izabella e economico também por isso acho que será a sua praia, não é?
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@reuniao. org> Para: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 23:52:44 Assunto: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Caríssimo Patriarcha,
Com Gosto eu faço questão de me mudar para Saint Michael.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: sábado, 4 de abril de 2009 23:42 Para: chandon@yahoogrupos .com.br Cc: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Nós te recebemos tão mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região queira ir venha ficar alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint Michael.
De:
izabella_rm@... [mailto:izabella_rm@...] Em
nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: domingo, 5 de abril de 2009 00:25 Para: izabella_rm@... Assunto: Res: RES: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Aguarde que em breve
terá trabalhos bons trabalhos.
O Patriarcha
De: Mr.Marcelo Brunella <brunella@...> Para: izabella_rm@... Enviadas: Domingo, 5 de Abril de 2009 0:13:54 Assunto: RES: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Sim Realmente.
Aliás,estou prestes a mudar a Sede da
Brunella Corp. para Izabella.
Só preciso falar com os acionistas.
Estou a disposição de izabella no que eu
poder ajudar.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De: izabella_rm@ yahoogrupos.
com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em nome de Alexandro
Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: domingo, 5 de abril de 2009 00:01 Para: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: Res: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Será
uma honra tê-lo conosco caríssimo. Saint Michael é o centro político de
Izabella e economico também por isso acho que será a sua praia, não é?
O
Patriarcha
De:
Mr.Marcelo Brunella <brunella@reuniao. org> Para: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Enviadas: Sábado, 4 de Abril de 2009 23:52:44 Assunto: RES: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Caríssimo Patriarcha,
Com Gosto eu faço questão de me mudar para
Saint Michael.
Atenciosamente,
Marcelo Brunella Aziz Jorge
Barão de Marques Lisboa
De:
izabella_rm@ yahoogrupos. com.br [mailto:izabella_ rm@yahoogrupos. com.br] Em
nome de Alexandro Tarquino de Murta-Ribeiro da Santa Cruz Enviada em: sábado, 4 de abril de 2009 23:42 Para: chandon@yahoogrupos .com.br Cc: izabella_rm@ yahoogrupos. com.br Assunto: - Izabella - Res: [Chandon] Mudança
Nós
te recebemos tão mui colaborador nosso. Enquanto escolhe para qual região
queira ir venha ficar alguns dias em nosso Palácio Arquiepiscopal de Saint
Michael.
INFORMATIVO DO EGRÉGIO CONSELHO IMPERIAL DE ESTADO
SACRO IMPÉRIO DE REUNIÃO 01/2009
EDITORIAL
É uma nova era no Egrégio. Uma situação que beirou o insustentável, resultando em inatividade profunda no ECIE, fez com que o Poder Moderador tomasse a iniciativa de provocar reformulações profundas na casa. Assume uma nova presidência com a tarefa de estabelecer novas diretrizes e, sobretudo, resgatar o passado de glórias, que a casa havia perdido. Pouco se poderia esperar.
Porém, contra fatos – dizem – não há argumentos. Em março, mês da mudança, o floor do ECIE bateu o seu recorde de mensagens no ano, 342, ao todo. Isso prova que a “mexidaâ€, mobilizou os conselheiros para a importância de seu trabalho legislativo. Agora tudo indica que a atividade veio para ficar.
O resurgimento deste informativo é uma forma de evidenciar essa mudança e também símbolo do compromisso desta nova gestão. Nas próximas edições, contamos coma participação de todos os conselheiros, mandando suas opiniões, escrevendo artigos ou até mesmo criticando. Pois o objetivo final é sempre mehorar.
Boa Leitura!
RELATÓRIO QUINZENAL DIVULGADO
Ao assumir a Presidência da casa, o conselheiro imperial Rafael Ithzaak(ARENA/SD) divulgou as novas diretrizes para a gestão da casa. Um dos primeiros feitos do arenista foi divulgar o relatório quinzenal de atividade da casa, que já estava atrasado. O resultado apontou, um desnível muito grande entre as quantidades de mensagem. Havia conselheiros com grande regularidade, enquanto outros não chegaram a cumprir o mínimo de cinco mensagens a cada 15 dias. Destaque positivo para os honoráveis Alexandro Tarquino(ARENA/IZA), Renan Saifal(PSD/SD), Raphael Garcia(MICROSOC/MT) e Alberto Fioravanti(PIGD/FE).
DANÇA DAS CADEIRAS
A última Ordenação Gloriosa enviada pelo Poder Moderador determinou a configuração final da casa. Octavio Azambuja(PIGD/SD) lugar de Gustavo Ramos(PIGD/SD)exonerado por pouca atividade, cabendo ao mesmo exercer a liderança do PIGD no ECIE. O que parecia certo, porém, não aconteceu. A Volta de Flávio Miranda(PSD/SD)teve vida curta, já que Jorge Adamatti(PIGD/SS) a quem estava substituindo voltou com força total para a atividade no Egrégio. Outra definição é quem será o Primeiro Secretário Interino, já que Ruy Hallack(PACSO/SD), encontra-se licenciado.
CASA MILITAR POLARIZA DEBATE
Após o lançamento de plano para conciliar os interesses dos cidadãos com a existência das instituições militares do microestado, um profundo debate em relação ao assunto se instalou no Egrégio. Isso porque o conselheiro Raphael Garcia (MICROSOC/MT) apresentou um projeto de AMN tornando facultativo o serviço militar em Reunião, além de peojeto versando sobre a Casa Militar. Essa medida teve logo apoio dos conselheiros Alexandro Tarquino(ARENA/IZA) e Alberto Fioravanti(PIGD/FE).
Em contrapartida, o Líder do Moderador no ECIE, Glauco Freitas, sugeriu que tal proposta fosse colocada em “offâ€, pois segundo o mesmo, o poder máximo de Reunião apresentaria uma proposta à respeito, para ser apreciada no floor. Porém, da tribuna o conselheiro rectrucou, afirmando que “esse assunto não será posto em off. É um assunto atual pertinente e que deve ser debatidoâ€.
Nesta altura, tomou lugar na tribuna o líder do PIGD no ECIE, Octavio Azambuja, que discordou das colocações de Garcia: “nosso dever é conselhar o moderador e não impor conselhos ao moderadorâ€. A afirmação gerou intenso debate entre os dois conselheiros, até que Azambuja pronunciou-se pela obstrução tanto da votação, quanto da discussão das medidas. Seguiram-se debates acalorados entre os dois, porém até o fechamento desta edição a votação não foi realizada. O Poder Moderador ainda não se manifstou através do seu Líder sobre a porposta a ser apresentada.
RI E CCC NÃO FORAM ESQUECIDOS
Apesar dos debates em torno do serviço militar e da Casa Militar terem sido bastante frutíferos, o Egrégio não se esqueceu da votação do Código de Conduta em CHANDON, porposta apresentada pelo conselheiro Renan Saifal(PSD/SD). A proposta, de caráter bicameral, antes de ser enviada para a APQ, precisa ser votada pelos honoráveis.
O Presidente do ECIE, cobrou das lideranças partidárias uma posição, para que o processo possa ser agilizado. A ARENA foi a primeira a responder de forma favorável, através de seu líder Aexandro Tarquino. Ao que tudo indica, as lideranças de PIGD e MICROSOC, ainda estão avaliando o projeto, para só aí estabelecer uma posição.
Outra questão levantada foi a da reformulação do Regimento Interno da Casa, que também anda junto com a proposta apresentada por D.Tarquino, no que diz respeito à uma Comissão de Ética para cuidar do decoro parlamentar. O conselheiro informou à mesa que em breve dará uma prévia de seu projeto.
ALTO-NÍVEL RESGATADO
Além do índice de atividade, o Egrégio volta a demonstrar o porquê de sua reputação como grande casa parlamentar do micronacionalismo lusófono. Com discussões de alto-nível, e boas propostas, os partidos agora organizam-se em lideranças de bancada de partido e blocos, como o Conservador e o Libertário. Os confrontos, só têm trazido benefícios a msi do que crescente democracia Reuniã. Hoje, cinco partidos têm representantes mo ECIE. ARENA, MICROSOC, PACSO, PIGD e PDS.
GAZETA IMPERIAL
EDITOR RAFAEL ITHZAAK
TODOS OS CONSELHEIROS SÃO BEM-VINDOS A PARTICIPAR
CIDADÃOS E JORNALISTAS MICRONACIONAIS CONHEÇAM O ECIE