O que fizeram com nosso meio rural, acreditar nos politicos, na chefias de Incra, nos partidos politicos com seus testas de ferro, como os de sempre, idiotas Arrudas, Guinés e Absintos?
A midia brasileira, a midia que ajuda a expulsar o trabalhador rural do campo, a fazendona cheia de gado, o cowboi como simbolo, a zona sul do Rio, como morada luxuosa, e o povo vai vindo para cidade, é farto êxodo rural nas favelas
Então surge o MST, me parece que é um grito de coragem, sem muito conhecimento, condições financeiras, insumos, mas passar fome,
ser escravos novamente, esta gente parece que não quer mais
Com todos erros, jogos politicos, o que está na tona é a função social e espiritual de nossas terras, o lance dos monocultivos apenas dinheiristas de cana, eucalipto, pinus e gado, num mundo que está derretendo, pelo fedor da grana acumulada que apodresce nos bancos, e fede, fede muito, e causa, um suínico e cínico efeito estufa, no corpo e na atmosfera. Orua
A fazenda Agrocentro, que dá lugar ao acampamento, foi declarada improdutiva pelo Incra e aguarda a conclusão do processo de desapropriação. Para chegar lá, depois de três horas pelas modernas estradas do estado, o progresso do agronegócio se faz mais tímido e grandes buracos no asfalto dificultam a circulação dos veículos. Em seguida, o carro segue derrapando na areia grossa, ao longo de 32 quilômetros de estrada de terra cercada de plantações de eucalipto e cana.
Os vencidos não se entregam 27/11/2009 15:16:03
Luana Lila, de Iaras
No acampamento Rosa Luxemburgo, como em tantos outros ligados ao MST, as condições de vida são precárias. As lonas esquentam em demasia durante o dia, falta água e energia elétrica. Mas o que mais incomoda as 180 famílias acampadas nos arredores de Iaras, no sudoeste de São Paulo, são as tempestades. "Você nunca sabe se vai deitar e amanhecer em pé ou não. Tudo sai voando, eu tenho um medo terrível. Se cai granizo é pior ainda, porque você vê que a lona não vai resistir. Depois que passa, a gente sai para ver o que sobrou, todo mundo tem de se ajudar para reconstruir", afirma Rosalina Beatriz de Oliveira, acampada há cerca de um ano.
A fazenda Agrocentro, que dá lugar ao acampamento, foi declarada improdutiva pelo Incra e aguarda a conclusão do processo de desapropriação. Para chegar lá, depois de três horas pelas modernas estradas do estado, o progresso do agronegócio se faz mais tímido e grandes buracos no asfalto dificultam a circulação dos veículos. Em seguida, o carro segue derrapando na areia grossa, ao longo de 32 quilômetros de estrada de terra cercada de plantações de eucalipto e cana.
Na fazenda o pasto deu lugar aos barracos de lona que surgem no horizonte. Com o sol forte na cabeça e a terra fervendo sob os pés, o olhar insiste na busca por um abrigo, mas são poucas as árvores que sobraram. No interior dos barracos a temperatura é insuportável.
Na varanda improvisada com um puxadinho de lona está Marta Pereira da Silva, que mora há oito meses no acampamento. Marta parece ter bem menos idade do que os 40 anos que sua certidão de nascimento aponta, mas está doente. Tem pressão alta e diabetes e toma mais de vinte comprimidos por dia. Quando vai ao pronto-socorro, em Bauru, sempre ouve que a primeira coisa a fazer, se quiser continuar viva, é deixar o acampamento o mais rápido possível. Os médicos sabem que, da próxima vez que passar mal, ela pode não chegar a tempo ao hospital. Dependerá da boa vontade de um companheiro de carro ou da polícia, que já foi acionada em momentos de emergência e não apareceu. Marta prefere correr o risco: "Os médicos falam para eu sair daqui, mas e a minha terra, e a minha luta? "
O acampamento Rosa Luxemburgo não está ali por acaso. Na região existem 50 mil hectares de terras públicas indevidamente ocupados por particulares. A história começou em 1920, quando a União adquiriu a área, que abrange os municípios de Águas de Santa Bárbara, Iaras, Borebi, Lençóis Paulista e Agudos, para a colonização de famílias de imigrantes. O problema é que as terras não foram discriminadas regularmente e, com o passar do tempo, particulares começaram a tomar conta e registrar as áreas em cartório.
Foi só a partir de 1994 que o Incra começou a fazer um levantamento da área pública total, conhecida como Núcleo Colonial Monção. Em 2002, o Instituto passou a identificar os ocupantes irregulares, concluindo que os atuais proprietários não são os mesmos que tomaram as terras originalmente, pois, ao longo dos anos, elas foram vendidas diversas vezes. Isso acaba dando bases para longas disputas judiciais, enquanto o Incra solicita a devolução das terras à União, mediante indenização. Ele se baseia em artigo da Constituição que determina que as terras públicas devem ser prioritariamente direcionadas à reforma agrária.
Para complicar ainda mais, além das terras públicas, existem na região onze fazendas, cerca de 15 mil hectares, que já foram vistoriadas e consideradas improdutivas pelo Incra, mas aguardam uma certidão de uso e ocupação do solo da prefeitura de Agudos para que o processo de desapropriação tenha início. Mas o prefeito Everton Octaviani, que por enquanto concedeu o documento apenas para a fazenda Agrocentro, afirma que, dos onze imóveis, ao menos quatro proprietários entraram com ações na Justiça contra o laudo de improdutividade. Quanto aos outros, o prefeito explica a demora na emissão do documento: "Eu ainda não emiti porque não quero que venham para o município essas famílias de outras localidades, que são do MST. Eu tenho negociado com o Incra e exijo que sejam colocadas ali famílias da minha cidade, famílias de trabalhadores que vão fazer um bom uso da terra, que vão produzir. Eu não posso dizer que só quero agudenses, mas preferencialmente de Agudos, e que não sejam do MST".
No meio desse entroncamento de interesses estão centenas de pessoas que, após uma história de despejos violentos e promessas não cumpridas, aguardam um lote para se estabelecer. Rosalina é uma delas. Aposentada, ela trabalhou em Bauru durante muitos anos como atendente de enfermagem. Sua experiência é útil ao acampamento, assim como os ensinamentos familiares sobre o uso de ervas medicinais. "O tradicional do hospital não serve para nada aqui."
Enquanto as famílias vivem no acampamento, as pequenas hortas pipocam lá e cá, fartas. São plantações de mandioca, abóbora, chuchu, almeirão e alface. Mesmo com a situação indefinida, eles já podem se alimentar do que plantaram, mas não expandem o cultivo por medo de ser expulsos a qualquer momento, como aconteceu diversas vezes com Francisca Ângela dos Santos: "Quando acontece o despejo, a gente tem de levar a casa inteira nas costas. A minha casa está toda aqui, você já pensou se for para sair dentro de 24 horas, o que vou fazer com isso? Eu tenho de levar os animais, o que não puder ir fica".
As primeiras ocupações do MST na região datam de 1995, quando o movimento percebeu a complexidade agrária do local e vislumbrou uma possibilidade para o assentamento de suas famílias. Desde então, a disputa judicial entre o Incra e os fazendeiros rendeu alguns frutos aos trabalhadores. Segundo o superintendente do Incra em São Paulo, Raimundo Pires Silva, entre Iaras e Bauru existem cerca de mil famílias assentadas. Algumas empresas preferiram fazer acordos de permuta nos quais cedem à União uma área equivalente à que ocupam, mas em outro local, para não perder as benfeitorias já instaladas. O mesmo tipo de acordo foi discutido durante seis meses com a Cutrale, mas ela decidiu continuar o processo judicial.
Para Paulo Beraldo, dirigente regional do MST, isso explica a ação do movimento na fazenda Santo Henrique, no início de outubro: "Ocupamos em 2008 em busca de um acordo para passar uma área equivalente para que a Cutrale não tivesse de mexer nas laranjas. Tendo o acordo, a gente respeitava aquela área como deles, só queríamos saber onde seria a nossa".
O MST alega ainda que as acusações de depredação das benfeitorias da empresa e o roubo de funcionários não foram ações efetuadas por eles, e, sim, nas palavras de Paulo, por "alguém que se aproveitou da situação e, como estava lá, saiu na conta do movimento". Segundo ele, alguns tratores destruídos estavam danificados na própria oficina da fazenda.
Enquanto as investigações sobre o caso não são concluídas, o superintendente do Incra critica a ação do MST na fazenda da Cutrale: "A reforma agrária não é um processo de revolução para fazer o socialismo. A reforma agrária implica um debate sobre a nossa dívida social. Estamos empregando uma família, dando condições de vida, de cidadania".
Mauro Schorr (Orua) Coordenação Geral Instituto Anima de Desenvolvimento e Cultura Sustentável Sitio Cristal Dourado e Espaço Terapêutico Pulsar Prêmio Fritz Müller 2009 - Governo do Estado de SC Rua Jaborandi 900 - Bairro Campeche - Florianópolis - SC Brasil - 88.065-035 Fones 48 3338 2267
- 8442 7424 Sites: www.institutoanima.org e www.permaculturabr.ning.com Produtos: http://www.mercadolivre.com.br/jm/myML?as_section=ACT_ITMS Portal de Informações: http://site.pop.com.br/institutoanima Entre em Nossa Rede "Instituto Anima Teia da Vida": Copie e cole no navegador... http://br.groups.yahoo.com/group/institutoanimateiadavida Tenha o DVD Completo do Instituto Anima, nossa universidade para a sustentabilidade e uma nova cultura para a paz e uma vida mais saudável em um único cd com 3.5 gigas e 2.500 arquivos, 35 cds musicais, 15.000 e-mails, 1.000 fotos sobre bioconstrução, e centenas de arquivos sobre permacultura, ervas medicinais, educação ambiental, naturologia, entre outros Visite e faça estágio no Sitio Cristal Dourado, nossa sede, com ampla agroecologia e permacultura, e um
belo camping em Floripa, ilha da magia Estamos nas Ecofeiras da UFSC nas quartas entre 08-15 hs, na Lagoa da Conceição aos sabados e aos domingos, venha conhecer nosso belo stand de artesanato indígena, biojóias, ervas medicinais, florais, cds musicais e alimentos integrais Seja sócio de nossa organização, que é pioneira em unir pontes e hemisférios: Agroecologia, Permacultura, Bioconstrução, Reciclagem de Resíduos e de Energia, Nutrição Vital e Integral e a Medicina Natural na Educação Socio-ambiental e em uma melhor qualidade de vida
Apresentação: Esta edição apresenta
uma entrevista muito especial, com uma pessoa que faz a diferença por onde
passa, e que não se cala diante dos absurdos que encontra pelo caminho. Tive a
alegria de conhecê-lo pessoalmente no VI Fórum Brasileiro de Educação
Ambiental, no Rio de Janeiro, ocorrido em julho deste ano (2009). Ele tem uma
voz diferente, imponente, que nem sempre encontra respostas no eco de suas
perguntas. Trata-se de Mauro Schorr,
o Orua como prefere ser
chamado. Orua é o coordenador geral doInstituto Anima de
Desenvolvimento e Cultura Sustentável, ong bem conhecida e que recebeu o maior
prêmio ambiental de SVC este ano, o Prêmio Fritz Müller 2009, ele é
"Engenheiro Agrônomo, educador ambiental, naturopata e terapeuta, atua
como produtor de alimentos, ervas medicinais e de sementes agroecológicas, na
formação de projetos de agroecologia e permacultura, no paisagismo e na
proteção e vitalização de residências, e na ampliação da educação ambiental em
escolas, orgãos de governo e feiras livres de alimentos e de artesanato. Sua
grande contribuição está em unificar a agroecologia, com a biodinâmica e
permacultura, unindo ainda estas tecnologias ambientais com uma filosofia de
vida que valoriza uma nutrição saudável e uma medicina preventiva, restaurando
uma totalidade, um novo ritmo de vida que eleva profundamente a qualidade de
vida e sua sustentabilidade". Pois é, depois de toda essa apresentação, é
claro que a curiosidade dos nossos leitores, que ainda não conhecem o
Orua, ficou aguçada, então, vamos lá, conhecê-lo um pouco mais:
Revista Educação Ambiental Em Ação (REAEA) - Olá, Orua, antes de
mais nada e matando uma curiosidade pessoal minha, fale-me do por que de
você usar o nome Orua, tem algum sentido especial?
MS - Orua
(MS) - Tem relação com uma mutação, uma metamorfose minha,
pessoal, muito relacionada ao padrão religioso de minha família, onde a
religião praticada na real possuía muita limitação e o que surgia
visivelmente era um intenso materialismo, muito desconectado do respeito
a natureza, às questões sociais, então como tenho uma ligação muito intima com o
meio ambiente, a sustentabilidade do planeta, me deram este toque, este nome
mais indígena, xamânico, que combina mais com minha realidade cultural e
espiritual, e ele é forte, dizem que significa: 'aquele que faz tudo
brilhar", e isto tem uma relação mágica com o meu trabalho e meu despertar
espiritual de minha visão, ação e consciência, onde sempre vou curando e
organizando novamente tudo que posso por onde ando. Trazendo muita luz a tudo.
Em Curitiba me conhecem por Ghao, por que eu nascí em Porto Alegre, sou ou
fui um gaúcho arteiro. Em Brasília, Surya. Por que hoje em dia me sinto um cidadão da galáxia, por
enquanto!
REAEA
- A sua caminhada pela melhor qualidade de vida para o Planeta já vem de longa
data, e muitas das suas pegadas deixam marcas incentivando novos caminhantes
pela trilha da sensibilização ambiental. Conta pra gente, como foi o início
dessa caminhada?
MS - Comecei minha caminhada enterrando lixo
com minha vó, em Porto
Alegre, ela dizia: isto é o adubo de casa, que dá saúde às
plantas, faça agronomia, que é a profissão do futuro do mundo! Assim
entrei na faculdade de Agronomia da UFPR, com aquele pessoal na maioria vindo
do interior, muitos filhos de latifundiários e fazendeiros mais abastados, numa
escola mais conservadora e bastante elitizada, também com um montão daqueles
gênios físicos e matemáticos japoneses. Mas em uma semana a turma me escolheu
como seu representante, e no 2o. semestre como o representante geral de todas
as turmas, e aí tínhamos que participar das reuniões do centro acadêmico Lycio
Vellozo. E comecei a buscar dentro da universidade as soluções para os
problemas brasileiros, onde os principais eram o uso de agrotóxicos, sobretudo
clorados, muita concentração fundiária, falta de reforma agrária e qualidade de
vida e de cultura no interior do Brasil, ausência de interdisciplinaridade,
muito problemas com a destruição ambiental, erosão, e a multicionalização e
transacionalização da agricultura brasileira, sobretudo do grande produtor. Uma
das primeiras iniciativas foi conhecer o grupo de estudos de agricultura
ecológica, o GEAE, que tinha os caras mais criativos da universidade, E eram
assuntos mundialmente muito sérios naqueles anos de 1983, 84. Fomos ao Rio em
Petrópolis participar de um Encontro Nacional de Agricultura Ecológica, o IV
EBAA, e lá a gente explodiu com todo aquele conhecimento menos utópico e viável
de possibilitar resultados reais e financeiramente viáveis para todo o nosso futuro
sustentável, e foi interessante encontrar Lutzemberguer mais borracho dançando
conosco, ou a Ana Maria Primavesi como uma grande guerrilheira verde, e outras
feras como o Sebastião Pinheiro e o Adilson Pascoal. Então voltamos deste
encontro e começamos a montar um projeto no campus da universidade, a formação
de uma pequena fazenda piloto experimental em agricultura ecológica. Batalhamos
mesmo é juntando esterco de caprinos e aves, espalhando em 2 hectares, juntando a
palhada em linhas, fazendo assim compostos enormes e plantando de tudo um
pouco, depois conseguimos recursos com o governo estadual, e montamos desde
pomar, pasto, cerca viva de bracatinga com acácia, pesquisas com adubos verdes,
homeopatia veterinária, economia familiar. O GEAE nos trouxe a coordenação
nacional dos estudantes de agronomia por duas gestões, e pudemos viajar por
todo o Brasil visitando as escolas, conhecendo os melhores caras, estudando as
melhores coisas, se envolvendo politicamente com todo o tipo de projetos de
pesquisa ecológicos e lutas sociais. Então dentro desta realidade começava a
impulsionar a parte prática deste assunto e que é a transformação
social no Brasil, que percebia que eram muito teóricas as opções de
mudança, e que com a introdução de uma agricultura orgânica, alimentação vital,
cuidado com o corpo, educação ambiental, terapêutica, a qualidade de vida e
sustentabilidade harmoniosa e transpessoal como acontece na China e na Índia há
muito tempo e que poderia ser ampliada em nossa nação. Assim me dediquei à política
estudantil até o III ano da escola, e dali comecei a navegar em estradas mais
profissionais, pois tinham novos clientes em hortas, chácaras, fazendas. Mas em
resumo, foi interessante o começo do meu estudo com o naturismo, em uma viagem
com os colegas do GEAE, levei arroz branco, miojo, feijão, caldo knorr, e fiz
tudo certinho para cozinhar, e os colegas zombaram e zombaram e aí me
convidaram para uma sopa e tanto, cheia de milho verde, verduras, legumes, toda
pura e natural, me disseram que isto forma um novo homem, uma nova humanidade,
e meu ego ainda resistia ... o ser ignorante ainda queria comer aquela porcaria
até que meu coração de anjo despertou para este mundo novo, e aí percebi que
era possível a salvação deste planeta, com a terra viva, o alimento saudável,
um homem puro, e percebi que isto era a prática dos ensinamentos de Jesus, São
Francisco, Gandhi, Aurobindo, Krsnamurti, Lazaeta, e de todos os grandes
exmplos de pessoa sábias e iluminadas.
REAEA - Durante esse percurso, quais são as
dificuldades que você e encontrou que mais lhe proporcionaram aprendizados? MS - Se
fala muito em meio ambiente, mas quase sempre falta apoio real, recursos, onde
a aprovação de projetos emergenciais não é priorizada. Há muita burocracia e
burrocracia neste meio ambiental, se bem que para os politicos que dominam o
setor, não há burocracia nenhuma. Há lacunas simples como a falta de tecnologia
de sementes, pois as coisas simples os técnicos de governo esqueceram ou nunca
praticaram ou dão importância, e são eles que detêm o poder e as decisões. Este
papel é cumprido pelas ongs. Há falta de equipes capacitadas e comprometidas,
falta de visão holística e interdisciplinar: pois a gente precisa é de uma
filosofia de vida mais verdadeira e sustentável e não apenas de
trecos-nologia, e existe muita ausência de capacidade de articulações:
cada um defende o seu, e não sabe ainda trabalhar junto. A gente aqui foca
muito no "elixir da esperança", que é buscar abrir mais espaço
para o surgimento de novas lideranças, sobretudo jovens, e difundir melhor as
informações nas redes e nossas ecofeiras. Queremos é transcender a excessiva
burocracia; a pouca articulação com a sociedade e diferentes organizações, onde
praticamente não temos fóruns de discussão e de união, sobretudo que esteja
preparado para enfrentar situações de grave crise ambiental por exemplo. E
mesmo que tenhamos isso, nossas gerações agem de forma muito acomodada e pouco
profissional, viajam demais, em coisas não reais. Precisam acordar para uma
cidadania do III milênio. Há pouca modernidade em se lidar com temas tão
importantes que formam a base de um verdadeiro desenvolvimento sustentável,
sobretudo a relação e teia da vida com a agroecologia + permacultura + nutrição
saudável, e a colheita: medicina integral e preventiva + educação ambiental.
Isto quer dizer: milhões sendo economizados, um mundo lindo e livre é possível.
A política centralizada urbana e consumista, demagógica, empobreceu demais a
conscientização popular, pois precisamos despertar uma nova cidadania no meio
rural e semi-urbano sobretudo, de caráter muito mais socioambiental. Para isso
propomos a organização conjunta de seminários e reuniões com os agentes
governamentaise de ongs,articulação
em 40 redes da net, sobretudo em nosso grupo próprio: institutoanimateiadavida@...
ena rede social: http://permaculturabr.ning.com/ e em nosso
belo site: www.institutoanima.org
Maiores
Aprendizados:
Que estamos colaborando
diretamente em uma política mundial sensata contra o aquecimento global e a
perda de nossa biodiversidade natural e tradicional, com o impulso à uma agricultura saudável,
limpa, sustentável, ética, que combata o problema do aquecimento global, a
poluição de rios e do aqüífero guarani, a destruição da mata atlântica e dos
recursos marinhos, em aplicar recursos em iniciativas populares
ambientalistas e ecologistas práticas e não apenas teóricas que podem realmente
atingir as populações mais excluídas de baixa renda, que aproveita o rol de
conhecimentos adquiridos para serem utilizados potencialmente com acesso livre
e na própria qualidade das empresas e organizações, como a venda e doação de
nosso DVD completo (http://permaculturabr.ning.com/group/InstitutoAnima/forum/topics/dvd-do-anima-em-nova-edicao).
Outro ponto importante é que a gente aqui sempre busca atualizar-se e participar diretamente na difusão de uma educação
ambiental e agroecológica fundamental para a segurança alimentar de nosso país
e planeta. Mas é um visão de um todo que praticamos, onde temos a terra para
cuidar, o banco de sementes, a produção de alimentos, de paes, granola, ervas,
remédios, pizzas integrais, alimentos orgânicos em atacado, CDs, artesanato,
tudo um trabalhão, ainda com a secretaria, projetos de consultoria, ecofeiras,
mas dá um stress gostoso, de sermos mais livres, prósperos e donos de nosso
tempo e destino. Portanto, nosso instituto é pioneiro no
Brasil em unir a agroecologia, com alguns princípios da agricultura
biodinâmica, goetheanismo e da permacultura primeiramente, que formam uma
abordagem prática e potencial na maior sustentabilidade dos recursos naturais.
Porem agroecologia não pode servir apenas como um fator importante na geração
de renda, o chamado "capitalismo verde", porem pode ser fundamental na melhoria
da qualidade de vida, e isto significa, que é necessário estudar-se novos
valores e hábitos que possam ser utilizados em uma alimentação mais saudável e
nutritiva. Os alimentos agroecológicos chegam a ter 10.000 vezes mais
vitaminas, sais minerais, oligoelementos, enzimas e coenzimas que os convencionais
ou produzidos apenas agroquimicamente. Então temos este caráter inter e
transdisciplinar importante, na relação entre um solo vivo, agricultura
biológica viva, alimento vivo, que gera uma nutrição vital e integral viva e,
portanto, como conseqüência surge uma medicina preventiva mais integra e
viável, de menor custo. Isto é fundamental para as classes sociais mais
desfavorecidas e para a melhoria da consciência da base de nossa sociedade. Na
moderna educação ambiental, valoriza-se muito a integração da agroecologia, com
a nutrição integral e vital e a medicina natural. Outra questão é no âmbito do
aproveitamento das sementes e produtos agrícolas, onde destacamos a importância
do artesanato, da arte popular, e de sua geração de renda, onde tudo pode ser
fator decisivo na fixação do agricultor familiar no campo, refletindo em
alternativas de renda melhores para sua família, gênero feminino e jovem. A
mesma linha de pensamento é importante nas favelas e bairros de maior pobreza
urbana. Os resultados deste olhar e forma de atuação se refletem
positivamente no sentido de que não apenas o ator mais ativo das famílias
atendidas através de nossos projetos é diretamente beneficiado por nossas
metas, que correspondem aos pais e os trabalhadores, mas toda a sua família
assimila gradativamente as novidades, reaprendizados e resgates dos
conhecimentos tradicionais que costumamos apresentar e destacar. Assim o papel
da mulher também é valorizado e adquire uma grande importância quando enfocamos
a alimentação saudável, que combate à fome, a miséria e a subnutrição, ou as
atividades artísticas, novas sementes, usam de instrumentos da arte-educacão e
artesanato que são muito observadas pelas crianças. Por isso que há uma
atmosfera de alegria e de entusiasmo nas nossas atividades práticas, na busca
conjunta de soluções para as comunidades, onde irradiamos a força e qualidade
de nossos projetos e iniciativas. Contudo, há na realidade o destaque a
educação de crianças e jovens, que estão mais abertos, críticos e exigentes na absorção
de novos conteúdos, sobretudo ecológicos. Toda esta gama de ações poderá ser
articulada com associações de produtores rurais, com as federações
representativas como a Fetaesc, Fetraf-Sul, Rede Ecovida, sindicatos rurais,
empresários, certificadoras, UFSC, UDESC, UNISUL, Univalle, Unioeste, para que
surjam alternativas para a melhoria da qualidade de vida e preservação da agricultura
familiar em nosso estado, país e planeta.
REAEA
- E quais foram os momentos mais significativos, aqueles que se tornam
inesquecíveis, que fazem valer a pensa continuar?
MS - Quando
busquei me encontrar aos 22 anos, e tive um processo forte com a bionergética,
onde pratiquei uma maratona de 42 dias, obtendo um tremendo despertar e salto
quântico, percebendo que não somos a mente, os pensamentos, mas um ser, que
possui unidade com o criador, com a natureza e a energia. Somos na verdade uma
unidade aprisionada olhando para sua parte, uma célula aparente da criação. Tive
outros saltos importantes com pesquisas e jornadas xamãnicas com aoasca, e perseverando
na harmonia e na firmeza, na dedicação ao ser verdadeiro, obtive outras formas
sublimes de despertar. Estudando a formação holística naUnipaz na granja do Ipê, agradecendo pela vida toda a
vivência com o mestre Pierre Weil, que nos mostrou que é possível e muito
importante uma educação voltada a paz. Quem busca a paz não destrói. Outro
momento bonito foi quando estudante de agronomia, na coordenação geral do CONEA
de 1986, o Congresso Nacional dos Estudantes de Agronomia, onde pude ser um
instrumento de meus ideais de democracia e de valorização de talentos e de
potenciais da equipe que participou de sua organização, que foi um tremendo
sucesso. Na minha vivência em ecovila durante 4 anos em Pirinópolis - GO, na
fraterunidade, comnidade Vale Dourado, com os cânticos, o yoga, o trabalho com
a fartura da terra, os banhos de cachoeira, de 30 metros de altura com
um poço de 4 ms de profundidade, água limpinha e azul do lindo Rio das Almas.
Na formação do Sitio Cristal Dourado, aqui em Floripa, plantando pedaço por
pedaço, com sol e com chuva, com trovão e ventania, sempre perseverando,
afiando a vontade e o foco interior. São inúmeros bons momentos, e sinto que
colhemos vitórias aqui todos os dias.
REAEA
- Como você percebe a Permacultura? Você acha que as pessoas estão abertas para
essa prática?
MS - Acredito que seja o
último salto e capacidade que a humanidade possui de reciclar e economizar a
energia das coisas. Ela pode ser muito libertadora da influência capitalista das
grandes empresas, empreiteiras, do jogo sujo do capitalismo e seu poder na
mídia e na política, no aprisionamento espiritual da nossa civilização, neste
final de ciclo. A questão é que estão fazendo dela outro grande e lucrativo
negócio, impondo PDCs, cursos formais de capacitação, e esquecendo que muitos
de nós já são permacultores muito antes do Bill Mollison faturar bastante com o
assunto. Por que esta coisa, infelizmente, de luta de classes, hoje ela é um
pouco mais amena que no início do século, mas há muitos pequenos burgueses
querendo curtir a permacultura, ter altas rendas com este tema, e não socializar,
popularizar, influenciar políticas públicas, em eleger nossos candidatos, isto
não é valorizado em suas ações. Nosso movimento com a permacultura é bastante
ativo, político, queremos praticar, unir institutos e organizações de forma
livre e saudável, oferecer cursos e informações gratuitas e de baixo custo,
populalizar, e salvar o que pudermos salvar. Isto não é fácil, as portas não
estão muito abertas para quem não está praticando neo-liberalismo ecológico de
fachada, marketeirismo ambiental, por isso que partimos para a venda e produção
de nossos produtos mais sustentáveis. Nós é que vamos financiar nosso sonho de
um mundo melhor, não está dando para esperar muito de nossa sociedade, está
muito manipulada. E se somosfracos, nos
esmagam ou desprezam mais ainda.
REAEA
- Como você entende a Educação Ambiental e como você a integra em seu dia-a-dia
e em seu trabalho?
MS - Uma forma de ver a vida com mais respeito. Fazermos ter o
nosso respeito a singeleza da vida, a evitar que estragamos nosso planeta.
Educação não só com o ambiente, mas com o homem também, o ser humano. Ele
também é parte do nosso planeta. Temos que ter uma educação voltada ao sagrado,
a paz, a humildade, ao esforço, isso pode tornar a necessidade de uma educação
especializada em meio ambiente, ser somente de caráter científico, por que um
ser humano atento, educado, sábio, desperto, ama muito a vida e a natureza,
pratica EA naturalmente. Nós aqui reciclamos nosso lixo, residuos, boa parte de
nossa comida a gente planta, as sementes a maioria a gente colhe, faz
artesanato de sementes, fazemos muito paes, pizzas integrais com nossas
verduras e legumes, vendemos muitos chás, meditamos e oramos, enaltecemos a
vida, vamos ainda em escolas dar palestras e executar obras de regeneração e
revitalização praticamente completa. Nossas músicas são bastante curativas.
Muitos jovens vem nos visitar e fazer estágios. A gente escreveu um manual nosso
de EA: Programa de Educação Ambiental do III Milênio do Anima, um livro muito
bonito e completo com a EA formal e não formal, que está em nosso DVD e que podemos
fornecer a parte, por e-mail.
REAEA
- Sabemos que é muito importante ter tolerância, principalmente diante daqueles
que ainda não se sensibilizaram pelas questões ambientais. Como você age diante
das pessoas ditas como insensíveis e o que você ache que poderia ser feito para
que pudéssemos sensibilizar os "insensíveis"?
MS - Seja um exemplo da
mudança que queremos. Irradie pelos seus olhos a sua ou nossa verdade comum. Eduque
com calma, compaixão, peça um espaço para explicar as coisas verdadeiras, as
pessoas tem muitas resistências, mas podem abrir brechas importantes. Ninguém
vai ser igual a você, cada um tem sua forma de pensar, de refletir, e de
exercer a vida. É preciso respeitar cada um, saber somar, unir, valorizar
talentos, aptidões. Potencializar uma meta é melhor quando ninguém se coloca
como chefe, líder, mestre, mas como igual e de mesmo valor com todo mundo. A
gente tem que buscar ser mestre e discípulo da vida ao mesmo tempo. Os
insensíveis, precisam antes de mais nada ser ouvidos. E se somos realistas,
eles curtem mais do que ouvir nossos sonhos. Por isso que quando começamos a
produzir nossos produtos, o sonho fica mais real e palpável, e desta forma tem
maior visibilidade e é mais aceito.
REAEA
- Quais são as pessoas que você tem como referência, que lhe dão suporte
teórico e prático em suas ações?
MS - Dos mestres mais conhecidos,
Osho pela energia libertadora mais do que a sua postura materialista,
Krishnamurti pela educação voltada ao respeito pela liberdade, Pierre Weil pela
sua inteligência acadêmica que busca os valores nobres e sua educação para a
paz mundial. Jesus, pela sua perfeição divina e imensa sabedoria. Mikael
Aivanhov, outro ser muito coerente. Educadores, gostei muito do Capra, do Maturana,
de Paulo Freire e do Darci Ribeiro. A Obra de Rudlf Steiner ampliou muito minha
visão linear passada do mundo. Os fundadores da Permacultura, Donald Holmgren e
Bill Mollison, também foram importantes em determinado momento. Mas é um
conjunto de coisas, de assuntos, que me fazem acordar mais para a vida. Se
relacionam com agricultura, nutrição, fitoterapia, medicina, psicologia,
psiquiatria, metafísica, bioarquitetura, onde observo que a gente vai passar
por aqui sabendo mesmo muito pouco, mas a essência deste saber, deste aprender
a aprender sempre, é o que podemos realmente levar e é o caberá dentro, da
bagagem de nosso coração.
REAEA
- Diante das tantas calamidades ambientais que se acentuam, ano após ano, o que
você pensa sobre um trabalho educacional para preparar as pessoas para
enfrentarem situações como as das enchentes, por exemplo, que tem inundado
a vida de muitas pessoas, em todo país e no mundo?
MS - Justamente é isso que nós
estamos levando muito a sério, pode haver graves problemas ambientais e a mídia
corporativa continua vendendo milhões de unidades de automóveis ano a ano, os
celulares explodem o planeta de radiação, o agronegócio transforma tudo em
deserto verde, e isso tudo atrás de um stress diário de 8 hs por dia no mínimo,
6 dia por semana. É muito difícil, este sistema de frear seu ritmo de
desenvolvimento insustentável. Mas temos que nos esforçar para amenizar, propor
soluções, evitar os efeitos danosos e excessivamente capitalistas de nosso
progresso. A conscientização aumenta ano-a-ano, mas o povo ainda está distante
de valorizar realmente a EA e outros processos mais ambientais. Propomos muitas
soluções no texto:http://permaculturabr.ning.com/group/revoluosilenciosa/forum/topics/com-pes-muito-velozes-de-barro-2.
REAEA
- Fale um pouco do Instituto Ânima, de como é e o que você oferece lá. É
possível efetivar cursos em parceria com outras ONG's? O que você pensa sobre
estes intercâmbios entre organizações?
MS - Recebemos um prêmio
estadual de meio ambiente por que propomos a formação de um Fórum Permanente de
Agroecologia e de Permacultura para o nosso estado e que interaja com o Brasil
e planeta. Os cursos acontecem por afinidade, e isto é bem possível. Os
intercâmbios ocorrem hoje naturalmente e são fundamentais. Todos nós, o povo do
bem, precisa se fortalecer, não se vender, mas aprofundar em sua prática de
seus bons princípios, seremos o espelho para as novas gerações, que vão ter que
cair mais na real, sobre o risco de termos um perigoso futuro.
REAEA
- Deixa-nos uma frase especial, uma que não sai da cabeça e que serve de
energia para recarregar nossas esperanças por um mundo melhor:
MS - Vamos aceitar que podemos
ousar nos libertar, nossa saúde espiritual depende muito da energia natural, a
educação ambiental pode harmonizar o nosso desenvolvimento, sem nos stressar e
nem destruir, podemos continuar a refletir sobre um mundo novo, começando com a
nossa prática de uma vida mais saudável, colocando nossas teorias e sonhos, em
ações harmonizadas com o ritmo e o pulsar vital de nosso divino planeta.
REARA
- Orua, nós da revista Educação Ambiental em Ação ficamos muito agradecidos
pela sua participação nesta edição, e desejamos que sua caminhada continue a
transformar nossas ideias e nossos corações, por um mundo mais sadio e
pacífico, muito obrigada, Bere Adams e Equipe da revista eletrônica educação
Ambiental em Ação.
Vamos nessa:
Mauro Schorr (Orua):
Engenheiro Agrônomo, educador ambiental, naturopata e terapeuta, atua como
produtor de alimentos, ervas medicinais e de sementes agroecológicas, na
formação de projetos de agroecologia e permacultura, no paisagismo e na
proteção e vitalização de residências, e na ampliação da educação ambiental em
escolas, orgãos de governo e feiras livres de alimentos e de artesanato. Sua
grande contribuição está em unificar a agroecologia, com a biodinâmica e
permacultura, unindo ainda estas tecnologias ambientais com uma filosofia de
vida que valoriza uma nutrição saudável e uma medicina preventiva, restaurando
uma totalidade, um novo ritmo de vida que eleva profundamente a qualidade de
vida e sua sustentabilidade.
Instituto Anima de Desenvolvimento e Cultura Sustentável
Sitio Cristal Dourado e Espaço Terapêutico Pulsar
Prêmio Fritz Müller 2009 - Governo do Estado de SC
Rua Jaborandi 900 - Bairro Campeche - Florianópolis - SC Brasil - 88.065-035
Fones 48 3338 2267 - 8442 7424
Sites: www.institutoanima.org e www.permaculturabr.ning.com
Produtos: http://www.mercadolivre.com.br/jm/myML?as_section=ACT_ITMS
Portal de Informações: http://site.pop.com.br/institutoanima
Entre em Nossa Rede
"Instituto Anima Teia da Vida": Copie e cole no navegador... http://br.groups.yahoo.com/group/institutoanimateiadavida
Tenha o DVD Completo do Instituto Anima, nossa universidade para a
sustentabilidade e uma nova cultura para a paz e uma vida mais saudável em um
único cd com 3.5 gigas e 2.500 arquivos, 35 cds musicais, 15.000 e-mails, 1.000
fotos sobre bioconstrução, e centenas de arquivos sobre permacultura, ervas
medicinais, educação ambiental, naturologia, entre outros
Visite e faça estágio no Sitio Cristal Dourado, nossa sede, com ampla
agroecologia e permacultura, e um belo camping em Floripa, ilha da magia
Estamos nas Ecofeiras da UFSC nas quartas entre 08-15 hs, na Lagoa da Conceição
aos sabados e aos domingos, venha conhecer nosso belo stand de artesanato
indígena, biojóias, ervas medicinais, florais, cds musicais e alimentos
integrais
Seja sócio de nossa organização, que é pioneira em unir pontes e hemisférios:
Agroecologia, Permacultura, Bioconstrução, Reciclagem de Resíduos e de Energia,
Nutrição Vital e Integral e a Medicina Natural na Educação Socio-ambiental e em
uma melhor qualidade de vida
Rumar para a Paz e a Comunhão das Diferenças é a nossa meta no mundo!
Embratel lança a primeira linha fixa livre de assinatura:
A Embratel está lançando o primeiro produto em parceria com a Vésper, após a aquisição da empresa há cerca de um mês.
Trata-se do Livre, uma linha fixa residencial sem assinatura básica, que custa ao consumidor somente valor das ligações.
O objetivo é livrar os clientes residenciais do custo da assinatura mensal, além de ser uma alternativa competitiva às concessionárias de telefonia
local.
O Livre estará disponível a partir dos 17 estados cobertos pela Vésper (SP,RJ,ES, MG,RS e todo o Nordeste e Norte).
O novo produto da Embratel inclui serviços especiais como secretária eletrônica, identificador de chamadas, chamada em espera e instalação rápida, sem custos extras.
Caso o usuário opte pelo pagamento em débito automático, ganha também 'conferência a três' e 'siga-me'.
Inicialmente, serão comercializados aparelhos das marcas LG (modelos SP110, LEI 1000 e LP 1000) e Nokia, que já podem ser encontrados em redes de varejo (Extra, Eletro, Casas Bahia, Casa & Vídeo, Ponto Frio, Magazine Luiza, Lojas Maia e Yamada, por exemplo).
Com o Livre , a Embratel entra definitivamente na telefonia fixa
residencial, através de uma alternativa simples e barata, uma vez que a economia com o novo produto pode chegar a 60% em relação aos planos tradicionais de telefonia fixa , nos quais o cliente é obrigado a pagar a assinatura mensal.
A tecnologia utilizada é a CDMA (Code Division Multiple Access), que permite o uso de aparelhos sem fio com recursos de última geração e com alcance restrito à área da residência onde estão instalados.
E agora Telemar?
Custo da ligação:
Fixo: R$ 0,07 p/ minuto
Celular: R$ 0,67 p/ minuto
Os interessados terão à sua disposição um call center com atendimento para o Livre pelo telefone 0800-721-2165 ou 4004-4021 (ligação gratuita).
Ou o Site.
SE ACHAR OPORTUNO, FAVOR PASSAR PARA O MÁXIMO DE PESSOAS POSSÍVEL E PEÇA
>PARA LEVAR A CORRENTE ADIANTE, POIS NÃO AGÜENTAMOS MAIS A SOBERBA DA
TELEFÔNICA.
O adeus à Telemar... (REPASSEM SEM DÓ!!!)
CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08
(comercial)
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.
Ligue 0800-619619.
Digite 1 (um) para falar com a atendente. Diga que é para votar a favor do
cancelamento da taxa de telefone fixo.
O Projeto de Lei é o de n.º 5476, do ano de 2001.
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm
interesse e não estão preocupados com isso. Então nós é que temos de correr
atrás, afinal quem paga somos nós! Telefone a ser discado (0800-619619, de
segunda à sexta-feira das 08 às 20h00) é da Câmara dos Deputados Federal.
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível.
LIGUE: 0800-619619. Vamos divulgar.
Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações efetuadas,
acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está
tramitando na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR', na Câmara.
Quantos mais ligarem, maior a chance.
O BRASIL AGRADECE !
Não adianta a gente ficar só reclamando.
Quando podemos, devemos tomar alguma atitude....
de cidadãos e cidadãs pelo desenvolvimento sustentável no Brasil
Uma mensagem a todos os membros de MOVIMENTO MARINA SILVA
Atenção participantes do movimento,
Estamos criando uma nova categoria de grupos: os Grupos de Convergência, que têm por objetivo promover convergências entre pessoas, organizações e redes em torno de temas estratégicos.
Pesquisa britânica diz que custo seria um quinto do estimado para transição rumo a energias verdes.
Da BBC
O controle de natalidade seria a forma mais barata de se reduzir emissões de carbono no futuro - exigindo quase um quinto dos custos de uma transição para tecnologias "verdes" -, segundo o relatório Fewer Emitters, Lower Emissions, Less Cost ("Menos Emissores, emissões mais baixas, custo menor", em tradução livre), da London School of Economics.
O estudo foi encomendado pela organização não-governamental britânica Optimum Population Trust (OPT), que defende a estabilização e redução gradual da população mundial e deve ser distribuído às delegações que participarão da reunião das Nações Unidas (ONU) sobre o clima de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague.
'Há 10 mil novos emissores de carbono por hora, 1,5 milhão por dia, 80 milhões por ano'
O presidente da OPT, Roger Martin, disse à BBC Brasil que as conclusões do estudo justificam a inclusão do assunto controle de natalidade nas discussões da ONU sobre mudança climática. Atualmente, o assunto nem sequer entra na agenda de negociações.
"A questão da população está circulando há tempos. Todos (os negociadores) estão conscientes, na hora do café, nos bastidores, de que é impossível ter uma redução radical nas emissões de carbono acompanhada de um aumento radical no número de emissores", afirmou.
'Tabu irracional'
Para o ex-diplomata britânico, um dos fundadores da ONG que reúne ainda personalidades como o naturalista Richard Attenborough e o cientista James Lovelock, entre outros, o assunto só não é discutido oficialmente porque é "tabu".
Segundo a ONU, cerca de 40% dos casos de gravidez no mundo são indesejados
"Por motivos de um tabu totalmente irracional, isso nunca é mencionado, nunca é abordado e, por isso, há 10 mil novos emissores de carbono por hora, 1,5 milhão por dia, 80 milhões por ano."
Martin reconhece que os maiores emissores são os moradores de países ricos, que "têm de reduzir o seu consumo per capita", mas afirma que tanto ricos quanto pobres precisam atacar de frente o problema populacional.
O documento é uma análise da relação custo/benefício entre investimentos em métodos contraceptivos para incentivar o planejamento familiar. De acordo com a ONU, cerca de 40% dos casos de gravidez no mundo são indesejados.
Partindo dessa premissa, o estudo da OPT calcula que até 2050, 34 gigatoneladas (bilhões de toneladas) de emissões de dióxido de carbono (CO2) deixariam de ser emitidas no planeta, o equivalente a quase seis anos de emissões atuais dos Estados Unidos e 60 anos das emissões britânicas.
Preço por tonelada
Na análise de custos, chegou-se à conclusão de que cada US$ 7 investidos em controle de natalidade nos próximos 40 anos, reduziriam as emissões globais de CO2 em mais de uma tonelada.
Cada US$ 7 investidos em controle de natalidade nos próximos 40 anos reduziriam as emissões globais de CO2 em mais de uma tonelada
A pesquisa compara a esse valor o preço calculado por um estudo recente da consultoria McKinsey sobre o custo da transição para uma chamada economia de baixo carbono, ou seja, baseada em fontes de energia de baixas emissões, estimado em US$ 32 por tonelada (em 2020).
Neste cálculo entram todos custos de implantação de fontes sustentáveis como turbinas eólicas, painéis solares, energia geotérmica, carros elétricos e híbridos, instalação de equipamentos para seqüestro e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) em usinas termoelétricas a carvão e biocombustíveis.
Já o cálculo do estudo da OPT considera apenas o investimento necessário para atender a demanda não atendida de cerca de 200 milhões de mulheres que engravidam indesejadamente todo o ano.
O relatório cita um levantamento da ONU, que afirma que se essas mulheres tivessem acesso a métodos de contracepção, o número de partos no mundo cairia 72%, o que reduziria as expectativas de população mundial em 2050 em meio bilhão de pessoas.
Com isso, destaca a OPT, seriam vividos 12 bilhões de "anos-pessoa" (consumo de uma pessoa durante um ano) a menos, reduzindo a estimativa das projeções atuais de 338 bilhões para 326 bilhões de anos-pessoa.
Segue bom material que nos faz pensar sobre a genuína prevenção. Certamente pesquisas humanizadas, que não tivessem a frieza dos laboratórios desumanos, chegariam a estas percepções. Mas as pesquisas científicas provam o que é interessante para os poderosos e não o que é salutar para a população!
Atenção: Se você não mais deseja receber nossas mensagens, apenas responda este mail com a expressão "gratidões, mas desejo sair". Se você, entretanto, está há um tempão conosco, gostaríamos de saber o porquê de sua saída! Você também pode migrar para um grupo que envia somente mensagens culturais e nenhum tipo de propaganda, bastando clicar AQUI!
--- Em sáb, 21/11/09, Alexandre Pimentel <pimentel.verde@...> escreveu:
De: Alexandre Pimentel <pimentel.verde@...> Assunto: Enc: O LEITE QUE MATA AS MULHERES! Para: "Alexandre Pimentel" <alexpimt@...> Data: Sábado, 21 de Novembro de 2009, 17:13
Atenção: Se você não mais deseja receber nossas mensagens, apenas responda este mail com a expressão "gratidões, mas desejo sair". Se você, entretanto, está há um tempão conosco, gostaríamos de saber o porquê de sua saída! Você também pode migrar para um grupo que envia somente mensagens culturais e nenhum tipo de propaganda, bastando clicar AQUI!
--- Em sex, 20/11/09, Fernando Hugo Tavares de Castro <fhugocastro@...> escreveu:
De: Fernando Hugo Tavares de Castro <fhugocastro@...> Assunto: O LEITE QUE MATA AS MULHERES! Para: Data: Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009, 1:41
Mauro Schorr (Orua) Coordenação Geral Instituto Anima de Desenvolvimento e Cultura Sustentável Sitio Cristal Dourado e Espaço Terapêutico Pulsar Prêmio Fritz Müller 2009 - Governo do Estado de SC Rua Jaborandi 900 - Bairro Campeche - Florianópolis - SC Brasil - 88.065-035 Fones 48 3338 2267 - 8442 7424 Sites: www.institutoanima.org e www.permaculturabr.ning.com Produtos: http://www.mercadolivre.com.br/jm/myML?as_section=ACT_ITMS Portal de Informações: http://site.pop.com.br/institutoanima Entre em Nossa Rede "Instituto Anima Teia da Vida": Copie e
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organização, que é pioneira em unir pontes e hemisférios: Agroecologia, Permacultura, Bioconstrução, Reciclagem de Resíduos e de Energia, Nutrição Vital e Integral e a Medicina Natural na Educação Socio-ambiental e em uma melhor qualidade de vida Rumar para a Paz e a Comunhão das Diferenças é a nossa meta no mundo!
Era uma noite fria de 2004, um pouco antes de chegar o frio brabo, no
planalto catarinense, lugar onde até neve cai, e era uma noite de
grandes acontecimentos, onde 500 famílias ocupavam e tomavam posse da
terra do maior latifúndio deste meu estado, que um dia fora uma fazenda
dedicada ao reflorestamento, mas que agora, em tempos de
neoliberalismo, não passava de terra arrasada. O lugar ficara tão
abandonado depois que seus indefinidos proprietários internacionais o
esqueceram, que a pequena cidade de São Cristóvão do Sul praticamente
falira: as pessoas tinham ido embora, a escola tinha fechado, A IGREJA
TINHA FECHADO, e era a primeira vez na minha vida que eu ouvia que uma
igreja fechara, daí o meu espanto! Daí, também, a grande receptividade
no escuro da madrugada , com as autoridades regionais de braços
abertos, esperando aquela ocupação que vinha trazer gente para salvar
aquele lugar do mundo que até o Capital esquecera - e eu tinha
o privilégio de estar lá, apoiando aquela gente, e penso que nem em
toda a vida irei lembrar do tanto que há para contar sobre aquela noite!
Pelas três, quatro da madrugada, deu-se a grande ocupação - era
inverno, amanhecia tarde, faltava muito, ainda, para o dia chegar, e
aquela gente que tinha como rumo único a solidariedade e o sonho de uma
terra para plantar, acostumada que era a viver sem coisas como luz
elétrica tratava de se organizar, e por todos os lados surgiam
lanternas que começaram a iluminar o imenso campo devastado. Como os
demais, eu vagava por ali, esperando a chegada do dia e vendo os vultos
escuros. As lanternas que estavam com as pessoas tinham os mais
diversos modelos e formatos: iam desde as mais sofisticadas, aquelas
que se usam em luxuosas barracas de grandes famílias, no verão dos
campings, alimentadas não-sei-a-que, até... bem, até aquela como nunca
vira na minha vida, a não ser parecidas, existentes em desenhos
ilustrativos de histórias infantis que se passavam antigamente em
países cheios de neve. É melhor explicar logo: alguém pegara uma lata
dessas de conserva de pepinos ou de pêssegos, cortara um quadradinho na
parede da lata, fizera uma alça de arame, e lá dentro da lata acendera
uma vela. Era um homem que a segurava - as paredes de lata impediam que
a vela fosse apagada pelo vento, e aquele pequeno quadrado era uma
janelinha de luz que liberava sua luminosidade quase que em forma de
cone, ampliando-a - e o dono da lanterna sabia manejá-la muito bem,
direcionando a luz para onde bem lhe aprouvesse.
Fazia um frio danado e a manhã tardava a chegar. Zanzando por ali tudo,
acabei me aproximando do homem da rusticíssima lanterna, curiosa com o
funcionamento dela. Na pouca luminosidade daquela madrugada, o homem me
mostrou a praticidade dela, falou do baixo custo para mantê-la, essas
coisas que costumam ser faladas por quem está acostumado a viver com
quase nada.
A mulher do homem se juntara a nós, e eram ambos seres muito
maltratados pela vida, envelhecidos - imaginei que tivessem já seus
quarenta anos.
- Quer ver nossas crianças? - o homem perguntou, direcionando sua luz
precária para um colchãozinho infantil que descansava na grama,
escondido sob um cobertor de lã. Com muito cuidado, ele e a mulher
levantaram parte da lã... e sob ela dormiam SEIS criancinhas, uma
escadinha que ia de zero a sete anos.
- Perdemos uma... - o homem se emocionava, iluminando seus tesouros com aquela lanterna mágica que me atraíra.
- Que aconteceu?
- Ficou doente. A gente não tinha como tratar. Morreu - e tanto ele
quanto a mulher ficaram ali, inclinados e tristes, chorando um no ombro
do outro. Tinham seis anjinhos ali dormindo naquele colchãozinho, mas
sentiam falta daquele outro que partira - já não eram completos; uma
parte deles lhes fora tirada pela pobreza, ficara no meio do caminho,
quebrara-se a sua cadeia da vida. Estavam tão tristes assim chorando
naquela iluminação precária, que procurei desconversar.
- Vocês são de onde?
- Vim do interior de São Paulo, dona. A mulher eu roubei no Paraná, faz
sete anos! Ela tinha 14 anos! - a alegria lhes voltara com aquelas
lembranças quase que de capa-e- espada, provavelmente a única grande
aventura das suas vidas. Agora riam seus risos desdentados e feios de
quem só conhecera a dura pobreza extrema, e então fiz a conta,
considerando a criança mais velha:
- Mas então tu tens 21 anos...
Sim, aquela mulher maltratada, envelhecida prematuramente, só tinha 21
anos, um marido decerto um pouquinho mais velho, e o colar incompleto
de seis crianças que eram as suas pérolas. E juntos, os dois tinham
aquele colchãozinho infantil, um cobertor, aquela lanterna - e um
sentimento enorme que os unia.
Fiquei ali, parva, pensando como poderiam sobreviver aquelas oito
criaturas se não tivessem se amparando uns aos outros dentro daquele
movimento que clamava pela justiça do fim das capitanias hereditárias.
Nunca me esqueci daquela família com sua lanterna mágica, seu amor tão
grande até por aquele anjinho que voara embora, aquele anjinho que
fazia falta no colchãozinho onde dormiam outros seis.
Penso que se passaram uns três ou quatro anos até encontrar aquele
homem de novo. Era de dia, mas o reconheci. Desta vez, como eu, ele
estava de apoiador para um povo inteiro em risco de vida por conta de
um fazendeiro pestilencialmente mau. Rimos um para o outro, e perguntei
por sua mulher, pelas crianças. Todos estavam bem, e agora TINHAM A SUA
TERRA! Ele me disse o nome do assentamento onde moravam, e eu sabia que
aquele era um lugar bom, onde as pessoas estavam conseguindo viver
felizes.
- Dona, lá dá de tudo! Tem feijão, tem milho, tem melancia... e as
vacas, dona, eu estou criando vacas! É a coisa mais linda! Já tem leite
para vender, e nunca mais que as crianças ficaram sem leite!
Foi a maior alegria encontrar de novo aquele homem que possuía uma
lanterna mágica, agora seguro e bem alimentado! Decerto sua mulher
rejuvenescera também, no novo regime de leite, manteiga e tantas
melancias, "olha dona, precisava ver cada melancia!".
De vez em quando eu fico lembrando do homem que tinha aquela lanterna
única. E então penso também no punhado de bobões que acredita na
imprensa que se curva diante do Capital e se posiciona ao lado dela,
falando as maiores barbaridades contra quem procura seu direito à
terra, sem ter nenhum conhecimento sobre o que seja verdade ou não. Daí
eu sei que sempre vou poder contar com aquele homem e a sua família. Há
uma lanterna mágica a nos unir para sempre.
Blumenau, 09 de Novembro de 2009.
Urda Alice Klueger, escritora e historiadora, colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz
É muito importante para mim que todos participem da Comunidade Alexandre Pimentel no Orkut, criada por meus filhos em 2005 e recentemente atualizada. O espaço promete em termos de bons materiais sobre promoção da saúde, vida saudável, ambiente inteiro, filosofia, reflexões etc.
Convido, também, todos os queridos amigos, a lerem minha entrevista no site WhoHub, uma jóia rara da rede, onde respondo sobre escrever, vida, saúde, ciência, tecnologia, política e outros temas vitais. É uma oportunidade de nos conhecermos muito melhor e ampliarmos nossa parceria por um mundo mais harmônico!
Atenção: Se você não mais deseja receber nossas mensagens, apenas responda este mail com a expressão "gratidões, mas desejo sair". Se você, entretanto, está há um tempão conosco, gostaríamos de saber o porquê de sua saída! Você também pode migrar para um grupo que envia somente mensagens culturais e nenhum tipo de propaganda, bastando clicar AQUI!
Neste sentido, por mais que tenhamos nossa individualidade, somos partes da criação e do corpo do criador, e podemos assim optar na jornada da vida, por adoecer, se tornar doentes de desânimo, e fracos e vulneráveis, ou fortes e astutos, irriquietos, ideologistas, motivados por uma paixão, são os caminhos que se abrem normalmente.
Em outras palavras, os desvios nos podem tornar carrapatos e piolhos, ou cristais e gemas preciosas do grande corpo.
O problema está em que cristais e gemas, será que perdem sua liberdade e naturalidade, por terem que sempre representar papéis, até que ponto o grande corpo não é uma
onipotência autoritária, exercendo o controle sobre suas células doentes e preciosas?
Há liberdade real ou imaginária, ou controlada, como é a nossa democracia, talvez, hoje, em todo mundo?
Por que para a mônadas ou células que sabem comungar a pulsação harmônica dos ritmos naturais, não é necessário conceitos, ou corpos, sua natureza é fervilhar a energia e o amor puro, a sua iridescência como a do arco iris, que não tem fim e nem começo, nem se permite apanhar, mas cujos ventos sopram e intuem a verdadeira liberdade, sempre ascendente, regenerativa e vital
Por isso que estuda-se muito a obra dos mestres taoistas, que preferem a vivência direta do grande corpo ao ponto de se libertarem dele e de suas proprias limitações, esta é a grande revelação, revolução, e visão de cura integral para muitos de
nós.
Jesus falava coisas belas: sobre a trave do olho x julgamentos, de se dar a sabedoria às vezes como pedras aos porcos, ou oferecer a outra face, esta parte é incrível, por que tem haver com esta onda do espelho, onde estamos agredindo o outro, mas na verdade agredimos a nós mesmos! O sentido do In Lakesh. Então, In Lakesh, Orua, www.institutoanima.org
"A TODO momento. O outro nunca é o outro. Essa é a palavra dentro dos
relacionamentos, que nos livra da responsabilidade consciente. Achar
que existe um Outro, que não a si mesmo. Como os Maias dizem, In
Lake´ch, Eu sou o outro você, em uma tentativa de traduzir a lingua."
Sábias são suas palavras aqui neste texto. Faz juz ao seu nome de medicina.
Quero aqui comentar e acrescentar algumas mais sobre o tema.
Reconhecer que somos criadores da nossa própria realidade, já é o primeiro passo em direção à ser responsável por si mesmo, o primeiro passo na cura. Quando somos colocados de frente ao espelho, vemos as diversas facetas que criamos.
E quando esse espelho se faz presente ?
A TODO momento. O outro nunca é o outro. Essa é a palavra dentro dos
relacionamentos, que nos livra da responsabilidade consciente. Achar
que existe um Outro, que não a si mesmo. Como os Maias dizem, In
Lake´ch, Eu sou o outro você, em uma tentativa de traduzir a lingua.
A maneira com que nos relacionamos com esse "outro" é a maneira que nos
relacionamos conosco !
Sim ! Verdade. Se cada um do planeta começar a
olhar a vida desta maneira, então não existirão mais guerras e tantos
acontecimentos irresponsáveis. Pois quem vai querer jogar lixo no outro, se saber que está jogando em si mesmo ? Quero ver quem ! rsrs
Somos uma UNIDADE, que em conjunto somos chamados de Deus, Criador,
Grande Espírito, Alá, etc.. Logo, tudo que está ao meu redor representa
o que eu acredito, o que vibra dentro de mim.
A questão é: Até quando vou alimentar o que não quero ? Até quando vou prostituir minha felicidade ? E me colocar em situação de esperar tanto desse OUTRO, seja ele ou ela, seja da situação
financeira, ou qualquer outra situação como bem disse minha amiga.
Então cabe a nós tomar consciência do que se quer e agir em direção ao Amor, dissipando as cortinas de fumaça que só servem para serem cortinas de fumaça.
Gratidão por compartilhar com cada um,algo que já existe dentro, só aguardando para ser reconhecido.
viver de joelhos , como um robo programado , um soldadinho de chumbo
esperando as recompensas afetivas , financeiras , sociais,escalando o
monte das ilusoes , ou , finalmente , perceber que voce é a montanha?
o que voce cria , todos os dias , a todo o momento , com os seus pensamentos ?
o espelho pode vir a nos mostrar todos os enroscos que fazemos ao viver
rafirmando a nossa historia pessoal , ao entrar na historia dos outros
, ao enviar as flechas negras da comparaçao, da competitividade, do
julgamento, de todas as limitaçoes as quais nos atemos como " meio de
sobrevivencia" .
nos resta aprender a viver.
esvaziar a mente de tantos pensamentos inuteis , criar a nossa
metaprogramaçao ao inves de aceitarmos os espelhos esfumaçados do que
aprendemos a ver como "realidade" , e reinventarmos as crenças que
temos acerca de nos mesmos.
para alem de qualquer parametro.
abrindo as portas do infinito.
dentro de nossa propria consciencia.
nao ha momento a ser esperado , posto que presente, passado e futuro
sao apenas invençoes de nossa mente , ensinada a se programar para
viver a linearidade do matrix , para produzir , para consumir , em um
sistema autofagico que esta destruindo a vida e a beleza em todos os
niveis , todos os lugares , todas as culturas.
viver de joelhos , como um robo programado , um soldadinho de chumbo
esperando as recompensas afetivas , financeiras , sociais ,.escalando o
monte das ilusoes , ou , finalmente , perceber que voce é a montanha?
ousar.
ousar.
ousar.
somos espelhos da infinita Consciencia criativa , basta...tomar consciencia oras !
good surfing
Wise Buffalo Woman
Amigos, podemos nos ajudar neste edição dos ODMs, mandando e-mail de apoio para os caras lá em Brasília. Somos finalistas em escala nacional.
Alem do mais estamos numa luta brava para imprimir alguns livros, adquirir um conjunto de frezzers para nosso banco de sementes, e até estamos buscando comprar uma terra para nosso instituto parar de curar ambientes alugados, que depois nos mandam embora e querem ficar com todo o resultado de nosso trabalho árduo e muito suado, e estamos tentando
fugir dos empréstimos bancários.
Parabéns!
A prática [0177/2009 - Construindo um Fórum Permanente de Agroecologia e
Permacultura para uma maior Sustentabilidade de Santa Catarina - Instituto Anima de
Cultura e Desenvolvimento Sustentável] inscrita no Prêmio ODM Brasil 3ªedição é uma das
finalistas.
Entre
em contato conosco o mais rapidamente possível.
Em caso de dúvidas, consulte o regulamento do Prêmio em nosso site
ou entre em contato.
viver de joelhos , como um robo programado , um soldadinho de chumbo
esperando as recompensas afetivas , financeiras , sociais ,.escalando o
monte das ilusoes , ou , finalmente , perceber que voce é a montanha?
o que voce cria , todos os dias ,. a todo o momento , com os seus pensamentos ?
o espelho pode vir a nos mostrar todos os enroscos que fazemos ao viver
rafirmando a nossa historia pessoal , ao entrar na historia dos outros
, ao enviar as flechas negras da comparaçao, da competitividade, do
julgamento, de todas as limitaçoes as quais nos atemos como " meio de
sobrevivencia" .
nos resta aprender a viver.
esvaziar a mente de tantos pensamentos inuteis , criar a nossa
metaprogramaçao ao inves de aceitarmos os espelhos esfumaçados do que
aprendemos a ver como "realidade" , e reinventarmos as crenças que
temos acerca de nos mesmos.
para alem de qualquer parametro.
abrindo as portas do infinito.
dentro de nossa propria consciencia.
nao ha momento a ser esperado , posto que presente, passado e futuro
sao apenas invençoes de nossa mente , ensinada a se programar para
viver a linearidade do matrix , para produzir , para consumir , em um
sistema autofagico que esta destruindo a vida e a beleza em todos os
niveis , todos os lugares , todas as culturas.
viver de joelhos , como um robo programado , um soldadinho de chumbo
esperando as recompensas afetivas , financeiras , sociais ,.escalando o
monte das ilusoes , ou , finalmente , perceber que voce é a montanha?
ousar.
ousar.
ousar.
somos espelhos da infinita Consciencia criativa , basta...tomar consciencia oras !
good surfing
Wise Buffalo Woman
A presidente nacional do PSOL, Heloísa Helena, disse nesta terça-feira em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que a pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, é o único nome capaz de promover o debate do desenvolvimento sustentável com inclusão social. Heloísa também se retirou da disputa ao Planalto em 2010 e deixou claro que seu objetivo é voltar ao Senado, onde ocupou uma cadeira entre 1999 e 2007.
"Quem, como eu, move os passos políticos independentemente da dinâmica e contas eleitorais se sente na feliz obrigação de apoiar Marina", afirmou. "Marina é o nome que tem condições de fazer esse debate do desenvolvimento sustentável com inclusão social. Qualquer outro nome que o faça é de um artificialismo eleitoreiro que beira ao cinismo".
A ex-senadora e atual vereadora de Maceió criticou colegas de partido contrários à coligação com o PV. Mas apesar disso, disse que não vai passar por cima das discussões do partido, que segundo o jornal, deve decidir sobre a sucessão presidencial numa conferência em março.
Se decidir concorrer ao Senado, Heloísa deve disputar a vaga com o atual líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, e com o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT).
Psol fará consultas sobre união com Marina para 2010
Psol está mais perto de apoiar a candidatura à Presidência da senadora Marina Silva (PV-AC). O partido decidiu nesta quinta-feira promover consultas em busca desta adesão. "Marina é uma hipótese que vai ser testada", disse Afrânio Boppré, secretário-geral do Psol, após reunião da Executiva em Brasília que definiu a estratégia da legenda para as eleições presidenciais de 2010.
As consultas serão feitas à própria Marina, a setores da sociedade civil, movimentos sociais e aos partidos PSTU e PCB. As duas siglas apoiaram em 2006 a candidatura derrotada da ex-senadora Heloisa Helena, hoje vereadora em Maceió e presidente do Psol.
As duas siglas têm similaridades no discurso. Ambas pregam que a polarização entre dois projetos (PT e PSDB) não interessa ao País e que é preciso oferecer uma alternativa nas eleições. Existem, no entanto, princípios a serem afinados.
"A questão ambiental é importante, mas não podemos ter uma candidatura monotemática. É preciso incluir a política econômica neste debate", afirmou Boppré.
Ex-ministra do Meio Ambiente de 2003 a 2008, Marina é identificada com as bandeiras ambientalistas.
Sirkis é contra
Entre os verdes, há ceticismo em torno da aliança. O vice-presidente da legenda, Alfredo Sirkis, que já concorreu à Presidência da República pelo partido e hoje é vereador no Rio de Janeiro, não acredita em união com o Psol.
Para ele, os dois partidos têm visões diferentes em relação a quase tudo, com exceção da ampliação da ética na política. Princípios considerados por ele essenciais como concentração de poder e posição em relação às empresas, colocam as duas legendas em campos opostos.
"Não acho viável. O Psol tem simpatia pelo chavismo e pelo populismo", disse Sirkis à Reuters. O vereador, que presidiu o PV entre 1991 e 1999, coloca o Psol na extrema-esquerda, enquanto o PV ficaria na centro-esquerda. Mesmo o tempo no horário eleitoral de TV "não agrega nada", segundo Sirkis. "Uns 4 ou 5 segundos a mais" ao 1 minuto e meio do PV.
Ele disse que os verdes ainda não discutiram as alianças. O presidente nacional do PV, José Luiz Penna, foi procurado, mas não respondeu às ligações. Se ocorrer, a coligação das duas legendas deve inviabilizar a união das esquerdas, como nas últimas eleições. O PSTU anunciou que não estará junto a Marina, que considera "falsa terceira via", e que seu pré-candidato é José Maria de Almeida.
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"Na semana passada,
Lula disse que o mensalão foi uma tentativa de golpe contra o seu
governo. Durante um comício de três horas, o governo sustentou que a
queda do desmatamento se deve à ministra Dilma Rousseff."
É isso, deve ter bebido muito, e esqueceu que os presidentes do PT estavam até o pescoço recebendo a grana toda, e teve o caso da cueca atolada de $$$, e o ex-cabra Dirceu, da Casa Civil, local que faz este papel inteligente, de saber muito bem a divisão dos espolhos... saiba mais então, o que não é sério, que não vai dar certo, e que vai manter tudo como sempre foi, na mão das mega empresas que pagam muito bem por fora, no caixa dois!
E o que a plastificada Dilma tem haver com meio ambiente mesmo, o PAC-to é extremamente insustentável, alto custo de materiais, e energia
Apagão se combate é com a descentralização do armazenamento e da produção de energia, com minicentrais elétricas, energia solar, rodas dágua, permacultura, bioconstrução, etcs, o BB, MDA, tem grana e subsídios para
isso???
Quando este governo picareta vai falar e abraçar a causa verdadeira, menos burguesa e de tão alto custo financeiro? Orua
Todos
os governos criam versões convenientes e o fenômeno se acentua nas
eleições. Na semana passada, no entanto, o governo Lula excedeu todo o
nível tolerável de distanciamento dos fatos: ventos de Itaberá
provocaram o apagão; o mensalão foi uma tentativa de golpe contra Lula;
Dilma Rousseff é defensora da floresta. Tudo ficção. Mas o corte das
emissões pode virar verdade.
Acredito que, nas democracias, a
sociedade empurra os governos e os grupos políticos na direção que
talvez eles não escolhessem voluntariamente. Isso me faz esperar que
algum dia sejam verdadeiros os compromissos anunciados na sexta-feira
pelos ministros Carlos Minc e Dilma Rousseff. Hoje ainda não são
sólidos o suficiente. Mas poderão ser no futuro.
O redator da
Carta aos Brasileiros divulgada pelo então candidato Lula em 2002
estava querendo apenas garantir a vitória do PT, depois de três
derrotas. Lula comprometeu-se na Carta a não mudar a política
econômica. Quem poderia imaginar que ele estivesse dizendo a verdade?
Talvez nem ele. O medo de desmontar um modelo que garantia a inflação
baixa fez o governo Lula manter escolhas opostas às que sempre
defendera.
Diante da grosseira distorção dos fatos apresentada no
palanque do anúncio da queda do desmatamento, o consolo é saber que a
sociedade brasileira está cada vez mais convencida de que precisa mudar
o modelo de ocupação da Amazônia. Isso explica porque o marketing
político oficial procura o sabão que lava mais verde.
Não é
simples como parece. Para que a versão do governo para a ministra Dilma
Rousseff encontre a verdade é preciso mais do que apenas reescrever
convicções. Será preciso mudar aliados, alterar rotas, reescrever
programas e abandonar políticas de governo. As grandes hidrelétricas
como as do Rio Madeira e de Belo Monte, a BR-163, a BR-319 e outros
projetos que a ministra Dilma chama de vetores do desenvolvimento
produzem desmatamento. Algumas dessas obras não são conciliáveis com
qualquer ideia de desenvolvimento sustentável. Outras poderiam ser, se
saíssem do papel os projetos de conter o impacto ambiental que
normalmente têm. Os ruralistas querem recuar a reserva legal para 50%,
anistiar quem desmatou ilegalmente, recompor reservas usando espécies
exóticas. Isso e as obras amazônicas pressionam no sentido exatamente
inverso ao prometido semana passada pelo governo. Ele terá que fazer
escolhas e contrariar aliados.
O ministro Carlos Minc chamou o
ministro Guilherme Cassel de príncipe verde, mas o próprio Minc acusou
os assentamentos de estarem entre os maiores desmatadores da Amazônia.
Chamou o ministro da Ciência e Tecnologia de "meu querido Sérgio
Rezende", mas os dois tiveram uma queda de braço recente em que os dois
perderam. Rezende bateu pé e não divulgou uma atualização das emissões
brasileiras que ainda são de 1994. Minc fez então uma estimativa das
emissões de 2007. O resultado foi ruim para ambos. O Ministério da
Ciência não fez seu trabalho científico; o Ministério do Meio Ambiente
divulgou dados que não são mais do que um bom chute. Esse desencontro
compromete a credibilidade do que o governo fez na sexta-feira no
anúncio das metas de emissão.
Sem saber quanto emite hoje, o
governo anunciou que cortará em relação ao que estiver emitindo em
2020. A estreia da ministra Dilma Rousseff em assuntos nos quais não
tem intimidade produziu um constrangimento público. Ela disse que em
apenas um dos itens dos cortes brasileiros de emissão o Brasil vai
cortar mais do que toda a redução a ser feita pelos Estados Unidos se
eles aprovarem sua lei.
Diante das dimensões inteiramente
diferentes das duas economias, e do volume de gases de efeito estufa
que os dois países emitem, é impossível que apenas um dos itens do
nosso programa seja maior do que todo o esforço americano. Além disso,
o Brasil está falando em cortar emissões projetadas no futuro. E os
Estados Unidos estão projetando um corte em relação ao nível das suas
emissões em 1990.
Mesmo com todas essas contradições, o Brasil
pela primeira vez mudou o discurso. Antes, dizia que não poderia ter
metas porque não era país desenvolvido. Agora, diz que não são metas,
mas tem números. Antes, argumentava que a responsabilidade de cortar as
emissões era apenas dos países desenvolvidos. Hoje, promete fazer
mudanças na agricultura, na indústria, na energia e conter o
desmatamento para reduzir as emissões.
Os números brasileiros não
são sólidos, não estão baseados em boa ciência, não foram detalhados de
forma convincente, e foram criados de forma improvisada. Mas a partir
desse momento o Brasil terá que caminhar inevitavelmente na direção de
conter suas emissões.
Escrevi aqui inúmeras vezes que o Brasil só
tinha a ganhar se assumisse metas nas negociações climáticas. As
políticas adotadas para se chegar a esse objetivo são boas primeiro
para o Brasil. Conter o desmatamento irracional da Amazônia, tornar a
agricultura mais produtiva, trocar combustível fóssil por energia com
baixa emissão, mudar o transporte nas grandes cidades, tudo isso fará
do Brasil um país mais moderno e desenvolvido.
Na semana passada,
Lula disse que o mensalão foi uma tentativa de golpe contra o seu
governo. Durante um comício de três horas, o governo sustentou que a
queda do desmatamento se deve à ministra Dilma Rousseff.
O ministro da
Energia deu explicações toscas para o apagão. Tudo isso continuará
sendo ficção. Mas o corte de emissão se tornará inevitável. Porque esse
é o caminho do século XXI. O governo apenas se rendeu aos fatos.
Se é roubalheira pura Pura desonestidade Se a antena maior do país que é o presidente Apronta e fala que não faz corrupção igual a de sempre Mas faz muito mais do que antes
Então todo o país começa a olhar embaixo da saia E bancar o sem vergonha
Me lembro Um amigo estudante de agronomia Pegava avião do PR para ir fazer a horta do Lulla Torraram R$ - 23.000 com ele O galinheiro torraram R$ - 25.000 Foram 160 jogos americanos, muitos importados
No anexo, tem otrocentas barbaridades
Ainda junta com cartão corporativo de 1 milhão Parece que compraram uma fazenda de 49 milhões Filhos e netos estudam na Suiça Relógio nos USA de 16 mil dor-lares Avião mais caro que os produzidos aqui
Hummmmm
Puro papo furado
E o pior, podia ser pior e
muito mais pior, com os outros urubus na fila da concorrência da incompetência
Mas sejam felizes, com as migalhas, os farelos O resto do fermentado que cai e fica dentro das latas de lixo
Confirmo que hoje às 19, teremos reunião aberta com o Dr. Marcio Bontempo no Restaurante Boa Saúde que fica na 702 norte, edifício Rádio Center. Segue abaixo uma reflexão do mesmo sobre a visão verde de mundo!
Os interessados em participar deverão confirmar presença respondendo esta mensagem...
Abraços,
Alexandre Pimentel
Ressignificando o Sentimento "Verde"
A Nova Ideologia
Por Marcio Bontempo
O Partido Verde brasileiro, em seu manifesto, mostra claramente que sua ideologia e princípios apresentam um conteúdo muito além de uma simples visão ambientalista. Seguindo a tendência mundial dos chamados greens, mas ampliando o seu sentido, o Partido Verde do Brasil entende e ensina que ser "verde" é muito mais do que somente atuar em defesa da natureza pelo modo trivial. Ser "verde" significa não só entender, mas redimensionar o fato de que os seres vivos são elementos interdependentes e partes da complexa trama que forma a Unidade da Vida. Significa uma percepção que tem como base a consciência e a cidadania planetárias, buscando um sentido existencial objetivo, o cultivo de valores humanistas, o crescimento espiritual e a maturidade cívica
planetária.
Ser "verde" significa trabalhar para a construção de uma nova sociedade através do cultivo do senso de solidariedade, com atitudes concretas de fraternidade, ética, sensibilidade, simpatia egentileza. O sentimento "verde" nos mostra que essas atitudes dependem da transformação de cada um e da expressão de nossas potencialidades internas. Somente com a o cultivo da solidariedade, da fraternidade, da amorosidade, é possível criar um novo mundo, livre do sentimento fraticida, belicista e de domínio que vigora, por enquanto, na Terra.
O novo significado do sentimento "verde" aponta que é essencial uma nova ótica, uma nova visão filosófica que começa com o respeito e a valorização da diversidade, amplia-se na percepção da unidade da vida e contempla uma nova atitude, que tem como fulcro a redução do egocentrismo, substituído pelo altruismo, como resultado de uma profunda revisão de nossos valores. Com isso, as nossas diferenças devem ser respeitadas, não nos afastar, mas nos unir, em puro espírito solidário e pacífico. Não adianta falarmos de paz se não a cultivarmos em nossos corações e atitudes. Fora disto, falar em paz é hipocrisia.
A nova ideologia "verde" está repensando a Economia, colocando-a a serviço da sustentabilidade e da justiça social, convocando todas as instituições a repensar também seus papéis na formação de uma civilização solidária que expresse suas inspirações maiores: paz, respeito mútuo, felicidade, coerência, harmonia e cooperação. O sentimento "verde" mostra que o futuro depende de se alcançar a genuína sabedoria espiritual, pela integração das diferentes visões, sejam religiosas, científicas, filosóficas, ideológicas, etc.
Aplicado aos vários setores da atividade humana, o sentimento verde mostra que na Educação deve-se privilegiar os valores éticos; a Economia e a tecnologia devem estar dirigidas prioritariamente para o bem-estar e as necessidades humanas; a política e o serviço público devem ter como base primordial a ética, o servir e não o "se servir"; as religiões devem estar direcionadas para a espiritualidade, a religiosidade, a tolerância, o respeito mútuo e essencialmente para a irmandade universal.
O sentimento verde é fruto do surgimento no planeta de um novo paradigma existencial, lastreado na fraternidade e na ampla proteção da vida, a partir de uma mudança individual de comportamento, com base no novo senso de coletividade e participação.
O sentimento verde é aquele que cria a consciência coletiva da responsabilidade individual, e a consciência cívica planetária, capaz de eliminar todas as fronteiras, quando preponderará o sentimento libertário e se implantará a verdadeira fraternidade entre os homens, escudada no amor universal. O sentimento "verde"é Nova Ideologia. O sentimento verde é um estado de espírito.
Saudações fraternas!
Alexandre Pimentel
naturopata , palestrante e consultor
Alexandre Pimentel com Jô Soares em outubro/2002: Assistir
Para filiar-se ao Partido Verde e apoiar Marina Silva, clique AQUI.
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O Instituto Anima estará lá com um forte stand cheio de riquezas infinitas... de número 29, venham nos ver
Apresentação
O VI Congresso Brasileiro e o II Congresso Latinoamericano de Agroecologia acontecerão no período de 9 a 12 de novembro de 2009, em Curitiba/Paraná - Brasil. Estes eventos, promovidos pela Associação Brasileira de Agroecologia-ABA e pela Sociedade Latinoamericana de Agroecologia-SOCLA, serão organizados e realizados pelo Governo do Estado do Paraná com apoio de diversas entidades da sociedade civil.
O objetivo de tal realização está focado na promoção dos princípios da Agroecologia a partir do intercâmbio dos saberes técnico, científico e popular dos atores e entidades participantes, com vistas a construir e consolidar uma ampla rede de articulação na América Latina em torno de questões fundamentais do desenvolvimento rural, notadamente aquelas que mais afligem a agricultura familiar. Com base nessa premissa e adotando-se uma perspectiva histórica, o tema central dos congressos será: " Agricultura Familiar e Camponesa: experiências passadas e presentes construindo um futuro sustentável".
Espera-se receber em torno de 2.500 pessoas provenientes do Brasil e dos demais países da América Latina. Para tanto, a partir de diversas discussões com representantes de entidades, tanto públicas quanto não-governamentais, encontra-se em processo de construção coletiva uma programação abrangente que certamente atenderá as expectativas de todas e todos que se envolvem com a causa agroecológica.
Esperamos sua presença !
Ivo Barreto Melão Presidente da Comissão Central Organizadora
Inscrições
As inscrições serão realizadas preferencialmente via INTERNET.
Apresentadores de trabalhos devem fazer inscrição e o pagamento até 15/setembro/2009.(PRORROGADO ATÉ 25 DE SETEMBRO)
ATENÇÃO : É obrigatório que o primeiro autor faça inscriçao e pague o boleto em seu nome/CPF, para que o trabalho seja publicado nos Anais. Se outro co-autor for fazer a apresentação, este deverá pagar uma segunda inscriçao, gerando um segundo boleto.
A validação da inscrição será feita somente após a efetivação do pagamento . Só serão aceitos os pagamentos realizados em caixas bancários de atendimento personalizado, utilizando o boleto gerado neste site. Pagamentos via depósito bancário não serão considerados.
Inscrições pelo site podem ser feitas até o dia 30 de outubro de 2009.
Após essa data somente poderão ser feitas no local do Congresso, caso tenha vaga disponível.
Categorias Sócios (ABA/ SOCLA) Não Sócios
Até
15/set/09 Após 15/set/09 Até 15/set/09 Após 15/set/09
*Estudantes devem enviar cópia do comprovante de matrícula para o Fax: (41) 3250-2342 ou 3250-2344 ou pelo Email secretaria.agroecologia2009@... .
*A Taxa de inscrição compreende o Material (Pastas com material de apoio; CD com programação e resumos expandidos dos trabalhos; Certificado), coquetel de boas vindas, apresentações culturais e cafés de intervalo. *No caso de cancelamento da inscrição não haverá ressarcimento.
**Visitas Técnicas - Adicional de R$ 40,00/pessoa. Para participação nas Visitas Técnicas é obrigatório estar inscrito no Congresso.
Os estrangeiros devem efetuar o pagamento da inscrição no local do evento. Neste caso a vaga fica assegurada sem o pagamento antecipado, inclusive para os apresentadores de trabalhos. Os estrangeiros devem colocar, na ficha de inscrição, o nome de sua cidade junto com o pais (Exemplo: Argentina/Buenos Aires)
Dúvidas entrar em contato com a comissão organizadora do evento pelos telefones 55 41 3544-8141 / 3544-8142 ou pelo e-mail secretaria.agroecologia2009@...