Você pode ordenar suas mensagens por data? Basta clicar no link da coluna data. Suas preferências serão lembradas para que você não precise fazer isso novamente sempre que retornar.
Aí pessoal,
O que estava previsto agora é documentado:
*Transgênico* contamina soja e causa prejuízo no
Paraná<http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=83461>
Fatima News - Fatima do Sul,Brazil
Os indícios de transgenia em lavouras de soja convencional estão trazendo
prejuízos aos produtores em algumas regiões do Brasil. *...
*luizmeira.com
021 2285 4292 - 021 8729 3038
msn: falecom@...
019 3342 9616 - 019 9612 6029
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Repetindo ... dada a importância
deu na folha de s.paulo País perde controle dos
transgênicos<http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/05/10/pais-perde-con\
trole-dos-transgenicos-184695.asp>
De *Agnaldo Brito*:
A primeira safra de milho geneticamente modificado no Brasil ampliará o
descontrole do país em relação ao controverso uso desse tipo de produto na
indústria de alimentos.
Além de já representar uma ameaça de contaminação a produtores de variedades
não transgênicas, o milho transgênico deverá contaminar milhões de toneladas
do grão convencional devido à decisão dos produtores de não separar os dois
tipos de cultivo.
A reportagem da Folha visitou regiões produtoras no interior do Paraná e
ouviu de produtores e cooperativas que não existe estrutura suficiente para
colheita, transporte e armazenagem da produção transgênica separada da
convencional.
A Lei de Biossegurança não exige a separação da produção, mas é clara ao
exigir a fiscalização de todos esses processos, o que não ocorre.
Responsável por esse controle, o Ministério da Agricultura diz que ele é
realizado, embora os produtores neguem.
Edmundo Klotz, presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da
Alimentação), afirma que a indústria está sendo obrigada a controles de
matéria-prima que não são de responsabilidade dela.
A falta de controle confronta o direito dos consumidores de saber o que
consomem e pode dificultar as exportações de produtos agrícolas e pecuários.
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Os 7 pecados capitais dos
*transgênicos*<http://www.guiadigital.info/index.php?not=1&pesq_not=1&mostra=820\
8>
Guia Digital - Panambi,RS,Brazil
Os 7 pecados capitais dos transgênicos Data:18/05/2009 - 09:11
Cidade:Regional
**
Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a
biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial
e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU.
*1. Contaminação genética*
Agricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já
sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação
é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde
tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação,
agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como
convencionais e/ou orgânicas.
*2. Ameaça à biodiversidade
*A contaminação genética pode ter também um efeito devastador na
biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados
na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo
cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem
afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações,
conforme indicam estudos científicos - como no caso das borboletas monarcas,
que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também
atingidas.
*3. Dependência dos agricultores*
A empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do
mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores
fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito
usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com
essa venda casada - semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é
resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente
dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas.
Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos
- principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade
intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O
agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo
sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser
processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação
genética de uma outra transgênica - e ele não tiver como provar isso.
*4. Baixa produtividade*
Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise
alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já
se mostraram pouco competitivos economicamente e recentes estudos promovidos
por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até
15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados
das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não
foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos
agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas.
Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que
os cultivos convencionais ou orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo
prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento
significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida
usado em plantações transgênicas.
*5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)*
O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os
fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1%
ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de
óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto - e mesmo assim só
depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há
milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que
chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias
geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito
ao consumidor.
O caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a
serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que
passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo,
atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os
transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor
usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo,
no entanto, esse uso excessivo provoca problemas no solo, nos trabalhadores
e promove o surgimento de pragas resistentes ao herbicida, exigindo mais e
mais aplicações.
*7. Ameaça à saúde humana*
Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos
para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as
empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse
sentido - e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns
estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos
internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863
da Monsanto.
E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da
variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como
no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como
esses levaram alguns países, como a Áustria, a proibírem a importação e
comercialização desses produtos.
No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica
Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de
transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam
grande resistência em outros países, como no caso do milho MON810, da
Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil.
Fonte: Greenpeace Brasil
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
estou divulgando em comunidades do orkut e em blogs, aliás, a cartilha é
muito boa!
Vera F.
Date: 08/07/2009 15:23
Subject: Ministério da Agricultura pode recolher cartilha sobre orgânicos
To:
A cartilha dos organicos, está por ser recolhida pois a Monsanto moveu uma
ação contra o Ministério alegando sobre o texto da pagina 07. Estamos
pedindo que as entidades solicitem as mesmas pois assim distribuiremos
antes da possível modificação da pagina 7, que se refere aos trangênicos.
BRASÍLIA – TRANSGÊNICOS
Ministério da Agricultura pode recolher cartilha sobre orgânicos
Depois de publicar uma cartilha explicando o que são os produtos agrícolas
orgânicos e suas vantagens, o Ministério da Agricultura poderá mandar
recolher o material. Contudo, não há incorreção nos 620 mil exemplares da
primeira edição.
Produtor diante de transgênico (mapa)
A razão, de acordo com a interpretação de entidades que acompanham a
questão, é que os setores do Ministério mais ligados ao agronegócio não
ficaram contentes com informações na cartilha.
Ilustrada pelo famoso cartunista Ziraldo, o texto diz claramente que os
agrotóxicos são perigosos à saúde e que os transgênicos colocam em risco a
agrobiodiversidade.
Os rumores são de que a Câmara Temática de Insumos Agropecuários do
Ministério não aceitou a publicação, poderá mandar recolher a fim de
suprimir estas informações.
A cartilha ainda está online no site do Ministério, conforme informou o
boletim da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos. Pode ser lida no
endereçohttp: //www.agricultura. gov.br/images/ MAPA/arquivos_ portal/ACS/
cartilha_
ziraldo.pdf<http://www.agricultura.gov.br/images/MAPA/arquivos_portal/ACS/cartil\
ha_ziraldo.pdf>
e
se chama “Produtos orgânicos – O Olho do Consumidor”. (pulsar)
Abraços
joao rockett
Permacultor - Pdc
Consultor em designer em sistemas sustentáveis
rockett@...<http://br.mc508.mail.yahoo.com/mc/compose?to=rockett@ipep.or\
g.br>
53 - 99539921
51- 99149906
>
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Assim como a Soja estocada em silos, o Milho convencional é misturado com o
transgênico durante a distribuição.
Lembrar dos subprodutos:
Maizena, fubá, flocos, óleo.
Amido de milho adicionado a alimentos diversos e a medicamentos
(comprimidos)
Rastreabilidade dos orgânicos poderia indicar possibilidade de contaminação
dos polens em culturas vizinhas ou carreadas por insetos.
Abrange
(citados no final da matéria) Associação de produtores não-transgênicos
Oxalá promovam o bem-estar de muitos!
Luiz Meira
---------- Forwarded message ----------
From: Cláudio Lima <claudiolimaterapeuta@...>
Metade do milho brasileiro pode ser transgênico em 2010
Consultoria Céleres estima que uso de sementes geneticamente modificadas
ultrapassará 50% já no próximo ano
Herton Escobar, de O Estado de S. Paulo
*SÃO PAULO *- O milho que vai brotar no Brasil em 2010 terá algo de
diferente. Especialmente para as lagartas. A expectativa é que mais da
metade das plantas já serão geneticamente modificadas, com um gene embutido
em seu DNA que as tornará resistentes ao ataque desses insetos. A safra de
verão, que está sendo plantada agora, deverá ser 30% transgênica e a
próxima, de inverno, 53%, segundo estimativas da consultoria Céleres.
Na safra anterior – primeira em que o milho transgênico pôde ser plantado
legalmente no Brasil – a taxa de adoção foi de 19%. "A velocidade com que
essa tecnologia está sendo adotada é surpreendente", avalia o economista
José Maria da Silveira, professor da Universidade Estadual de Campinas e
membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia, ONG ligada ao
agronegócio.
"Quem plantou uma vez vai plantar de novo", diz o agricultor João Carlos
Werlang, presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de
Milho (Abramilho). Ele mesmo conta que plantou 40 hectares com transgênicos
na safra passada, "só para experimentar". Este ano, vai plantar 250 hectares
– a fazenda inteira. "O rendimento foi muito melhor do que com o milho
convencional", afirma Werlang. "E o manejo é muito mais simples. Dá uma
tranquilidade danada."
Onze tipos de milho transgênico já foram aprovados pela Comissão Técnica
Nacional de Biossegurança (CTNBio) desde 2007, mas só um tinha sementes
disponíveis no mercado para a safra passada: o MON 810, da empresa Monsanto.
Ele traz em seu DNA um gene da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt),
responsável pela síntese de uma proteína que é tóxica para certos tipos de
lagarta que atacam a lavoura – porém inofensiva para o homem e outros
animais. Assim, a planta produz seu próprio inseticida orgânico. Quando a
larva tenta se alimentar do milho, ela morre, reduzindo a necessidade de
pesticidas químicos.
"A semente transgênica é mais cara, mas acaba compensando porque você usa
menos inseticida", diz Werlang, cuja fazenda fica nos arredores de Brasília.
A média na região, segundo ele, é de seis a oito aplicações de inseticida
por plantio. Com o milho transgênico, ele acha que pode chegar a zero. "No
ano passado eu fiz uma aplicação só por desencargo de consciência, mas nem
precisava. O transgênico daria conta sozinho."
Outros dois milhos transgênicos estão disponíveis para esta safra: o Bt 11,
da Syngenta, e o Herculex, da DuPont/Dow. Também foi aprovado recentemente o
milho Bt11xGA21, da Syngenta, o primeiro que combina dois genes em uma mesma
planta: um de resistência a lagartas e outro, de tolerância ao herbicida
glifosato. Isso permite que o produto seja aplicado sobre toda a lavoura
para o controle de ervas daninhas, sem prejudicar o milho.
Nos Estados Unidos, 85% do milho plantado já é transgênico, com várias
combinações de genes. Na Argentina, 60%.
No caso da soja, a previsão da Céleres é de que a porção de transgênicos na
produção brasileira aumente de 65% na safra passada para 71%, na safra
2009-10. A soja transgênica é plantada legalmente no País desde 2003 e
ilegalmente, desde o fim da década de 90, com sementes inicialmente
contrabandeadas da Argentina.
A única tecnologia disponível é a Roundup Ready (RR), da Monsanto, cuja
liberação comercial no País foi bloqueada durante cinco anos – entre 1998 e
2003 –, por causa de ações judiciais movidas por organizações ambientalistas
e de defesa do consumidor. Outras quatro variedades estão sendo avaliadas
pela CTNBio, incluindo uma desenvolvida em parceria pela Embrapa e a Basf.
A soja RR tem o gene de uma bactéria que a torna resistente ao glifosato. No
Rio Grande do Sul, onde o problema com ervas daninhas é mais grave, a adesão
aos transgênicos é de quase 100%. Já em Mato Grosso, a soja convencional
ainda é a mais plantada. A parcela de transgênicos no Estado foi de 42% na
safra passada e poderá chegar a 48% neste ano, segundo o Instituto
Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
A preferência deve-se a dois fatores, segundo o diretor executivo da
Associação dos Produtores de Soja do Estado de Mato Grosso (Aprosoja),
Marcelo Monteiro. Um é a falta de variedades transgênicas bem adaptadas ao
clima do Estado, onde a soja convencional é extremamente produtiva. Outro é
a estratégia comercial de algumas empresas de produzir soja convencional
para suprir nichos de mercado na Europa.
É o caso do Grupo André Maggi, que "reservou" uma rota de escoamento e uma
região inteira no oeste do Estado só para a produção de soja convencional. A
empresa faz parte da recém-criada Associação Brasileira dos Produtores de
Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange). "Não somos contra a
tecnologia de forma alguma, desde que se respeite o direito do produtor de
plantar o que quiser e o do consumidor, de comprar o que quiser", diz o
engenheiro agrônomo Ivan Paghi, diretor técnico da Abrange.
--
Um grande abraço,
Cláudio Lima - Terapeuta Naturalista
+15 9137-9908
www.reformadesaude.org
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
*Pesquisa mostra danos à saúde por 3 milhos OGMs da Monsanto*
Reportagem do jornal Le Monde de 14 de
dezembro<http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/12/11/une-etude-prouve-la-no\
civite-pour-l-organisme-de-trois-mais-monsanto_1279552_3244.html>
:
Um estudo publicado na revista International *Journal of Biological
Sciences* mostra a toxicidade de 3 milhos transgênicos da Monsanto,
anunciado em 11 de dezembro pelo Comitê de pesquisa e informação
independente sobre engenharia genética (Criigen, em Caen, na França).
"Nós provamos pela 1ª vez ao mundo que estes OGM não são saudáveis, nem
suficientemente corretos para serem comercializados. […] Os rins e o fígado
são os principais órgãos que reagiram de uma intoxicação alimentar química,
que apresentaram problemas causados pelo 3 OGM, declarou Gilles-Eric
Séralini, membro especialista da Comissão para a Reavaliação das
Biotecnologias, criada em 2008 pela União Européia.
Universitários de Caen e Rouen e pesquisadores do Criigen se basearam em
relatórios fornecidos pela Monsanto às autoridades sanitárias para obter o
"sinal verde" para a comercialização, mas eles obtiveram conclusões
diferentes depois de novos cálculos estatísticos. De acordo com Séralini, as
autoridades sanitárias se basearam na leitura das conclusões apresentadas
pela Monsanto e não no conjunto dos números. Os pesquisadores puderam
conseguir os documentos na íntegra após uma ação judicial.
"Os testes da Monsanto, realizados em 90 dias, não são longos o bastante
para poder afirmar se provocam ou não doenças crônicas. É por isso que nós
precisamos de teste com no mínimo 2 anos", disse um pesquisador. Os
cientistas pedem, em consequência, a "forte proibição" da importação e do
plantio desses OGM.
Estes 3 OGM, o MON810, MON863 e o NK603, "são aprovados para consumo animal
ehumano na União Européia e nos Estados Unidos principalmente. Na União
Européia, somente o MON810 é cultivado em alguns países (sobretudo na
Espanha), os outros são importadores", esclarece. Uma reunião dos ministros
da União Européia está prevista para avaliar o MON810 e NK603.
<http://4.bp.blogspot.com/_ebjuuK-wOrc/SygnZnyi0SI/AAAAAAAAAtM/R5atahEdG10/s1600\
-h/europa.png>
Fonte: Le
Monde<http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/12/11/une-etude-prouve-la-nociv\
ite-pour-l-organisme-de-trois-mais-monsanto_1279552_3244.html>
--
Um grande abraço,
Cláudio Lima - Terapeuta Naturalista
+15 9137 9908
www.reformadesaude.org
Shalom!
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Oi Viviane,
Obrigado pela lembrança.
Grande abraço
luizmeira.com
21 2285 4292
19 9612 6029
Em 5 de abril de 2010 10:23, vivianemalves <vivianemalves@...>escreveu:
>
>
>
> *Mensagem original*
> *De:* Sítio A Boa Terra < aboaterra@... >
> *Para:* Viviane Moraes Alves < vivianemalves@... >
> *Assunto:* Comunicado
> *Enviada:* 05/04/2010 07:34
>
>
>
> Prezado(a) Viviane Moraes Alves
>
> **
> segunda-feira, 5 de abril de 2010
>
> Comunicamos que Jeffrey M. Smith, autor do livro "Roleta Genética - riscos
> documentados dos alimentos transgênicos" será entrevistado na Roda Viva,
> hoje, 5 de abril, às 22:30 hs na Tv Cultura e TVE Brasil.
>
> *Joop Stoltenborg*
> Para tirar o seu nome da lista CLIQUE
AQUI<http://www.aboaterra.com.br/newsletter/remove.asp?id=4188&pass=d4rove>
> !
>
>
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Empresa papeleira quer plantar floresta de eucaliptos transgênicos
DA ASSOCIATED PRESS
Uma empresa papeleira americana planeja plantar florestas de
eucaliptos geneticamente modificados em sete Estados do Sul do país.
ArborGen, uma empresa de biotecnologia associada a três grandes
produtoras de papel, obteve mês passado aprovação do Departamento de
Agricultura dos EUA para testes de campo envolvendo o plantio de 250
mil árvores em 29 locais nos próximos anos.
Teste de campo com árvores transgênicas já haviam sido realizados em
alguns Estados americanos, mas em escala muito menor.
Eucaliptos australianos crescem mais rápido que árvores nativa
norte-americanas e produzem polpa de alta qualidade adequada para a
produção de papel. Mas até agora esses eucaliptos foram capazes de se
desenvolver assim somente em climas quentes.
Agora a ArborGen alterou geneticamente as árvores para resistirem
baixas temperaturas. A ideia é testar em quais temperaturas essas
árvores e florestas podem prosperar.
Os locais de teste devem cobrir uma área total de 121 hectares nos
Estados da Flórida, Carolina do Sul, Texas, Alabama, Mississippi,
Geórgia e Louisiana.
Embora plantações de milho e soja transgênicos tenham se tornado
comuns, o experimento da ArborGen é o primeiro utilizando árvores em
tão grande escala nos EUA.
A empresa afirma que florestas de eucaliptos vigorosos e com baixo
tempo de crescimento poderia resultar em maior produção em menor área,
permitindo a conservação de florestas naturais em outras áreas.
Mas críticos dizem que, apesar da aprovação do Departamento de
Agricultura, ainda não se sabe o suficiente sobre o impacto dessas
florestas no ambiente em seu entorno.
Uma dos pontos levantados é o de que eucaliptos são espécies invasivas
que requerem grandes quantidades de água, o que poderia reduzir níveis
de água subterrâneos e aumentar o risco de incêndios devido a sua alta
flamabilidade.
Segundo a ArborGen, porém, o eucalipto não se mostrou invasivo em
diversos países tropicais onde a espécie foi plantada. Além disso, a
empresa afirma ter modificado geneticamente a espécie para reduzir sua
habilidade de dispersão.
--
Um grande abraço,
Cláudio Lima - Terapeuta Naturalista
www.reformadesaude.org
Caros amigos,
Na sequência de eventos deste ano de 2010 , em direção a disponibilizar
alimentos livres de agrotóxicos e transgênicos para todos os brasileiros a
preço adequado, os convidamos para o evento da próxima 5.a feira . 4 de
novembro , na BioFach America Latina, das 8:30 as 12:30 h.
(convite abaixo)
Gostaríamos de ter a presença de formadores de opinião na área de alimentos,
da industria e comercio, das universidades e também de todas as áreas.
Às 14:00 hs haverá a mesa de Sementes, para a qual os convidamos também .
Por favor confirmem presença no email : carolina@... , para que
possamos reservar os convites. Temos vagas limitadas e buscamos uma
discussão frutífera.
É muito importante que repassem este convite para interessados.
Grata e até lá !
Josiana Arippol
*A Ética da Terra / Instituto Ita Wegman do Brasil *convidam para o
*Seminário de Segurança Alimentar*
*Agrotóxicos e Transgênicos - Para onde vai a Sustentabilidade?*
a ser realizado na BioFach, em São Paulo–SP, Quinta-feira, *04 de Novembro *de
2010 - 08h30 às 12h30
08h30 *Mesa de Abertura*
* *
*Josiana Arippol *Diretora Executiva Ética da Terra / Instituto Ita Wegman
do Brasil
*O fluir saudável do dinheiro na sociedade - O que podemos fazer?*
* *
*Prof. Mohamed Habib *Pró-reitor da Unicamp
*Evolução na produção de alimentos: do inseguro para o seguro - abordagem
agroecológica*
* *
*Alexandre Harkaly *Diretor do IBD Certificações
*Panorama global da sustentabilidade - Ecologia planetária e saúde –
Atividades práticas*
* *
*Richard Charity *Gerente Geral da Nutribotânica - Ubajara, CE
*O que faz uma empresa de 4 bilhões de dólares optar pela agricultura
orgânica?*
* *
*Dr. Mauro Lins *Médico Especialista em Agrotóxicos
*Meio ambiente, agrotóxicos e a medicina*
* *
*Daniela Macedo Jorge *Depto. de Toxicologia da Anvisa
*Regulação do uso de Agrotóxicos e Saúde*
* *
*Debate com a mesa de abertura e palestrantes*
* *
*Expo Transamérica *Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 Santo Amaro
[image: cid:image001.jpg@...] [image:
cid:image002.jpg@...] [image:
cid:image003.jpg@...] [image:
cid:image004.jpg@...]
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Luiz Roberto Salvatori Meira enviou o link de um blog para você:
Prezados participantes do grupo "Transgênicos". Procurando um ambiente
mais amigável e interativo estou iniciando um blog com a mesma índole
deste grupo. Agradeço feed-back sobre a possibilidade de privilegiarmos
o ambiente Google, reproduzindo as postagens no egroup do Yahoo.
Blog: Transgênicos
Postagem: Iniciando
Link: http://geneintegro.blogspot.com/2011/01/iniciando.html
--
Powered by Blogger
http://www.blogger.com/
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
###########################
POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS
#######################################
Número 547 - 22 de julho de
2011<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C27\
0865%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Faspta.org.br%2Fcampanha%2Fboletim-547-22-d\
e-julho-de-2011%2F>
Car@s Amig@s,
Imaginem um órgão regulador que afirma não ter autoridade para tomar
decisões na sua área de atuação. Foi isso que aconteceu algumas semanas
atrás com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) diante de
uma nova variedade de grama transgênica resistente ao herbicida glifosato.
A empresa Scotts Miracle-Gro, responsável pela grama, recebeu carta do
chefe do USDA Tom Vilsack informando-a que a nova planta não está sujeita às
regras que se aplicam às demais sementes transgênicas. Sendo assim, caberia
à empresa se autorregulamentar.
Tido em vários cantos como modelo a ser seguido, o sistema americano de
(des)regulação toma como parâmetro a forma como a planta foi desenvolvida, e
não o produto final. As variações de plantas inseticidas ou resistentes a
herbicidas hoje no mercado passaram pela “malha larga” do USDA porque
carregam genes de pragas de plantas, sejam de vírus ou de bactéria. Com isso
são enquadradas na legislação sobre pragas agrícolas, que visa controlar a
entrada de novos patógenos no país. A grama transgênica *Kentucky bluegrass*(
*Poa pratensis*)foi desenvolvida a partir do gene de resistência ao
herbicida extraído de uma planta (*Arabidopsis thaliana*) e de promotores
presentes no milho e no arroz.
Vilsack ainda reconheceu em sua carta que a contaminação é um problema e
que o pólen da variedade modificada acabará atingindo as plantas comuns. E
como a espécie é usada em pastagens, inclusive de pecuária orgânica, os
produtores podem ser prejudicados e perder certificação, contratos e
mercados.
A defasagem do modelo americano não poderia estar mais exposta. Resta saber
se ficará tudo por isso mesmo ou se os procedimentos serão atualizados de
acordo com as tendências tecnológicas apontadas pelas empresas, dado que
outras seguem a mesma trilha percorrida pela Scotts Miracle-Gro. A
permanecerem as coisas como estão, corremos o risco de em breve o “exemplo”
da grama nos Estados Unidos ser adotado por aqui. Cairia como uma luva para
os que acreditam que avaliações prévias de risco só servem para burocratizar
as coisas e prejudicar a ciência.
*Com informações de:*
*Growing Pains.
**Nature<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C270866%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Fnature%2Fjournal%2Fv4\
75%2Fn7356%2Ffull%2F475265b.html>
**, Vol. 475: 265–266, Editorial, 21/11/2011*
*Transgenic grass skirts regulators. **Nature
News<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C27\
0867%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Fnews%2F2011%2F110720%2Ffu\
ll%2F475274a.html>
**, Vol. 475: 274-275, by Heidi Hedford, 21/07/2011*
*Welcome to the age of GMO industry self-regulation, by Tom Philpott. **Mother
Jones<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C2\
70868%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fmotherjones.com%2Ftom-philpott%2F2011%2F0\
7%2Fwelcome-age-gmo-industry-self-regulation>
**, 14/07/2011*
(Via genet-info.org)
[image:
Facebook]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C270869%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fapi.addthis.com%2Foexchange%2F0.8%2Ff\
orward%2Ffacebook%2Foffer%3Fpco%3Dtbxnj-1.0%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.org\
.br%252Fcampanha%252Fboletim-547-22-de-julho-de-2011%252F%26pubid%3Dbiefernandes\
>
[image:
Twitter]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C270870%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fapi.addthis.com%2Foexchange%2F0.8%2Ffo\
rward%2Ftwitter%2Foffer%3Fpco%3Dtbxnj-1.0%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.org.b\
r%252Fcampanha%252Fboletim-547-22-de-julho-de-2011%252F%26pubid%3Dbiefernandes>
[image:
More...]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C270871%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.addthis.com%2Fbookmark.php%3Fsourc\
e%3Dtbxnj-1.0%26%3D250%26pubid%3Dbiefernandes%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.o\
rg.br%252Fcampanha%252Fboletim-547-22-de-julho-de-2011%252F+>
*******************************************************************
*Neste número: *
*1. Ervas resistentes levam agricultores ao ‘desespero’ nos EUA*
*2. Fabricantes descumprem lei de rotulagem*
*3. Estudo indica anomalia em ratos que consumiram transgênicos*
*4. Novo herbicida é suspeito de matar milhares de árvores nos EUA*
*A alternativa agroecológica*
*Feira de produtos orgânicos reúne produtores da grande Teresina*
*******************************************************************
*1. Ervas resistentes levam agricultores ao ‘desespero’ nos EUA*
A resistência de ervas daninhas ao herbicida Roundup, da Monsanto, está
levando agricultores do Estado norte-americano de Missouri a recorrer à
antiga prática da capina em plantações de algodão. Em casos mais graves, os
agricultores estão fazendo “coquetéis” de agrotóxicos ainda mais
prejudiciais à saúde e ao meio-ambiente.
A informação é do jornal *Saint Louis
Today<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C2\
70872%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.stltoday.com%2Fbusiness%2Flocal%2Fart\
icle_f01139be-ace0-502b-944a-0c534b70511c.html>
*, em reportagem publicada no domingo (17). Na matéria “Ervas daninhas
resistentes deixam agricultores desesperados”, o jornal informa que cada vez
mais ervas daninhas estão se tornando resistentes ao Roundup, vendido
genericamente como glifosato, forçando os agricultores a usar outros
herbicidas em suas lavouras de algodão, milho e soja.
“Eles estão ficando sem opções? A resposta simples é: sim”, diz ao jornal o
cientista da Universidade de Illinois, Aaron Hager. “É irônico que o
glifosato tenha sido vendido como alternativa para esses pesticidas mais
velhos, e agora os agricultores os estão usando novamente “, afirma o
analista do grupo Environmental Working Group, Brett Lorenzen.
O problema da resistência das ervas daninhas ao glifosato é antigo. Em
2006, um estudo da Universidade de Passo Fundo (UPF), na região norte do Rio
Grande do Sul, mostrou que pelo menos quatro plantas daninhas se mostravam
resistentes ao glifosato da Monsanto. A própria Monsanto confirmou
parcialmente a informação no ano seguinte. Na época, noticiou-se que os
agricultores da região estavam recorrendo a agrotóxicos proibidos pela
legislação brasileira.
*Fonte:
**Sul21<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7\
C270873%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fsul21.com.br%2Fjornal%2F2011%2F07%2Ferv\
as-resistentes-ao-glifosato-levam-agricultores-ao-desespero-nos-eua%2F>
** , 20/07/2011 (Via site do MST).*
*2. Fabricantes descumprem lei de rotulagem*
Fiscalização do Departamento Nacional de Defesa do Consumidor (DPDC), em
várias regiões do país, identificou o descumprimento das regras de rotulagem
em pelo menos dez produtos que continham OGMs. Os testes revelaram
substâncias transgênicas no milho e na soja usados como ingredientes. Os
rótulos não continham o símbolo T dos transgênicos.
Em nota, a assessoria do DPDC informou que foram instaurados dez processos
administrativos contra os fabricantes. Foi dado um prazo para a apresentação
de defesa, mas nenhuma empresa foi multada porque os processos ainda estão
em análise na área técnica do DPDC. Mas os consumidores ficam sabendo quais
os produtos. São eles: biscoito recheado Tortinha de chocolate com cereja
(Adria Alimentos do Brasil), farinha de milho Fubá Mimoso (Alimentos Zaeli),
biscoito de morango Tortini (Bangley do Brasil Alimentos), bolinho Ana Maria
Tradicional sabor chocolate (Bimbo do Brasil), mistura para bolo sabor coco
Dona Benta (J. Macedo), biscoito recheado Trakinas (Kraft Foods), biscoito
Bono de morango (Nestlé), barras de cereais Nutry (Nutrimetal), mistura para
panquecas Salgatta (Oetker) e Baconzitos Elma Chips (pepsico do Brasil).
Rosana Grinberg, presidente do Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa
do Consumidor, acompanha os processos. “O consumidor tem que ser informado
sobre produtos e serviços colocados no mercado de forma clara e ostensiva.
Quando o consumidor não é informado, o fornecedor é obrigado indenizar por
todo e qualquer tipo de dano.” Ela acrescenta que o DPDC deve atuar
administrativamente punindo com multas elevadas o descumprimento da
legislação.
*Extraído de “Consumidores ainda não sabem avaliar alimentos transgênicos”,
**DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/regist\
ra_clique.php?id=H%7C270874%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.diariodepernamb\
uco.com.br%2Feconomia%2Fnota.asp%3Fmateria%3D20110717122847>
*, 17/07/2011.
*3. Estudo indica anomalia em ratos que consumiram transgênicos*
Uma equipe de pesquisadores, liderada pelo francês Gilles-Eric Séralini,
acabou de publicar um estudo sobre os transgênicos que mostra que ratos que
consumiram alimentos geneticamente modificados apresentaram anomalias nos
rins e fígado. Além dos problemas, o estudo indica que o lobby
pró-transgênico teria tentado dissimular os resultados das análises. O Dr.
Gilles-Eric Séralini realiza, há anos, pesquisas sobre transgênicos. Ele é o
presidente do Conselho Científico do Griigen, o Comitê para Pesquisa e
Informação Independente sobre Engenharia Genética, e professor de Biologia
Molecular na Universidade de Caen, na França.
*Fonte*: *rfi
Português<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C270875%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.portugues.rfi.fr%2Ffranca%2F20110\
721-estudo-indica-anomalias-em-ratos-que-consumiram-transgenicos>
*, 21/07/2011
*N.E.: A pesquisa realizada pela equipe do doutor Gilles-Eric Seralini foi
publicada no **Environmental Sciences Europe **(2011, 23, 10-20) e está
disponível na íntegra na página:*
*http://www.enveurope.com/content/23/1/10<http://boletimtransgenicos.campanhasde\
mkt.net/registra_clique.php?id=H%7C270876%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.e\
nveurope.com%2Fcontent%2F23%2F1%2F10>
*
*4. Novo herbicida é suspeito de matar milhares de árvores nos EUA*
*Supostamente ‘eco-friendly’, teria matado milhares de álamos, salgueiros,
pinheiros brancos, espruces-da-Noruega e outras coníferas*
Um herbicida recentemente aprovado nos Estados Unidos, amplamente usado por
paisagistas por ser supostamente eco-friendly, é o principal suspeito das
mortes de milhares de árvores em todo o país, divulgou o New York Times
nesta sexta-feira. O Imprelis, fabricado pela DuPont, é vendido desde
outubro apenas para profissionais de jardinagem. No começo de maio,
começaram a surgir relatos de mortes de álamos, salgueiros, pinheiros
brancos, espruces-da-Noruega e outras coníferas em diversos jardins, campos
de golfe e cemitérios dos EUA - exceto na Califórnia e em Nova York, onde o
uso do herbicida não foi liberado pelas autoridades locais.
Uma porta-voz da DuPont ouvida pelo jornal diz que a empresa está
“investigando estes sintomas”, mas que é difícil identificar “quais
variáveis contribuíram”. O produto continua a ser vendido, e a empresa
afirma que houve “muitos lugares” nos quais ele foi usado sem danificar as
árvores.
Numa carta de 17 de junho, um outro representante da empresa, Michael
McDermott, afirmou que os usuários do Imprelis podem não ter misturado o
herbicida corretamente, ou tê-lo combinado com outros produtos. A mesma
carta, porém, pede aos clientes que não apliquem o Imprelis perto de
espruces-da-Noruega ou pinheiros brancos, nem de suas raízes.
A empresa de jardinagem Underwood Nursery, com sede no Michigan, alega que,
de 1.000 aplicações do produto, já recebeu 350 reclamações de árvores
mortas. Afirma ainda ter gasto US$ 150 mil (R$ 236 mil) em franquias à
companhia de seguros para substitui-las. Alguns paisagistas, diz o New York
Times, descobriram que seus seguros não cobrem mortes de árvores. (…)
*O Estado de São
Paulo<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C2\
70877%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.estadao.com.br%2Fnoticias%2Fvidae%2Cn\
ovo-herbicida-e-suspeito-de-matar-milhares-de-arvores-nos-eua%2C745545%2C0.htm>
**, 15/07/2011*
*N.E. Problema semelhante, ou ainda pior, está ocorrendo na Inglaterra. O
esterco de animais que se alimentaram de feno que receberam aplicações
de **aminopyralid
**carrega doses do veneno suficientes para impedir ou condenar o crescimento
de hortaliças quando viram adubo. O veneno é fabricado pela **DOW
Agrochemicals**. Em 2008, após uma séria de reclamações de horticultores, o
governos suspendeu a liberação do herbicida e criou um plano de contingência
que incluía a proibição do uso do esterco e a assinatura de um termo de
compromisso no qual o produtor afirmaria estar devidamente treinado para
fazer uso do produto.*
*A denúncia foi feita no jornal britânico The Guardian por George
Monbiot<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7\
C270878%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.guardian.co.uk%2Fenvironment%2Fgeor\
gemonbiot%2F2011%2Fjul%2F15%2Fvegetables-disease-aminopyralid-pesticide>
*
*A alternativa agroecológica*
*Feira de produtos orgânicos reúne produtores da grande Teresina*
*Produtores expuseram e comercializaram produtos hortifrutigranjeiros, bem
como peças artesanais*
Desde os 14 anos, a artesã Francisca Meire viu na profissão uma forma de
melhorar as condições de vida de sua família. Contudo, os produtos feitos
por ela só eram comercializados entre os vizinhos e pessoas mais próximas.
Com a associação da artesã ao Programa Economia Solidária no Piauí,
Francisca e outras 80 famílias vêm sendo beneficiadas com equipamentos e
assistência técnica, possibilitando uma melhoria na condição de vida destes
produtores.
Na manhã desta quarta-feira (20), a Secretaria da Assistência Social e
Cidadania (Sasc) promoveu uma feira de produtos orgânicos da agricultura
familiar. Na oportunidade, produtoras pertencentes aos assentamentos da
Grande Teresina expuseram e comercializaram produtos hortifrutigranjeiros,
bem como peças artesanais.
Para Francisco Guedes, secretário da Assistência Social e Cidadania, a
realização das feiras, que ocorrerá todas as quartas-feiras no pátio da
Sasc, é uma forma de incentivar a agricultura familiar, além de ser uma
oportunidade de gerar emprego e renda. “Abrimos espaço para a
comercialização dos produtos, contribuindo ainda com a qualidade deles, já
que no decorrer do processo de produção não são utilizados agrotóxicos”,
ressalta.
Dentre os produtos comercializados, o tomate vem ganhando destaque. Isto
porque, além de ser produzido sem a necessidade de pulverizações, o produto
ainda é repassado a um preço compatível. “Quando é produzido
convencionalmente, o tomate é pulverizado pelo menos 16 vezes, diminuindo a
qualidade nutricional do alimento”, argumenta Francisco Guedes.
Apesar de ter iniciado às 8h, em menos de duas horas, a agricultora Pedrina
Maria já havia vendido quase todos os produtos trazidos pelas mulheres do
Assentamento Nossa Vitória. Segundo ela, a melhor oportunidade para as
vendas são as feiras. “Antes, quase tudo que produzíamos era distribuído
entre os vizinhos. Tinha gente que saia com a sacola cheia. Mas após o
convite da Sasc, nossa renda aumentou muito”, relata.
*Fonte*:
*18graus.com<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?i\
d=H%7C270879%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2F180graus.com%2Fgeral%2Ffeira-de-pr\
odutos-organicos-reune-produtores-da-grande-teresina-442338.html>
*, 20/07/2011.
*********************************************************
*Campanha Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos e Agrotóxicos*
Este Boletim é produzido pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e
é de livre reprodução e circulação, desde que citada a AS-PTA como fonte.
Para os números anteriores do Boletim, clique em:
*http://aspta.org.br<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_cliq\
ue.php?id=H%7C270880%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Faspta.org.br%2F>
*
Participe! Indique este Boletim para um amigo e nos envie suas sugestões de
notícias, eventos e fontes de informação.
Para receber semanalmente o Boletim, escreva para *boletim@...*
Acompanhe nosso blog:
*http://pratoslimpos.org.br<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/regist\
ra_clique.php?id=H%7C270881%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fpratoslimpos.org.br\
%2F>
*
AS-PTA: Tel.: (21) 2253-8317 :: Fax (21) 2233 8363
*********************************************************
Caso queira sair da lista, cancele neste link sua
inscrição<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C270882%7C71029%7C10229&url=http%3A%2F%2Fboletimtransgenicos.campanhasdemkt.ne\
t%2Fadmin%2Fsair.php%3Fid%3D71029%7C774%7C0%26uid%3D110130023605523328808>
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
###########################
POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS
###########################
Número 542 - 17 de junho de
2011<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C25\
4652%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Faspta.org.br%2Fcampanha%2Fboletim-542-17-d\
e-junho-de-2011%2F>
Car@s Amig@s,
A primeira aparição do ministro da Ciência e Tecnologia Aloizio Mercadante
na plenária da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) teve como
mote explicar sua decisão de não aceitar a alteração no regimento interno do
órgão, que reduzia de 90 para 30 dias o prazo mínimo de análise dos pedidos
de liberação comercial de transgênicos.
Pelas regras que haviam sido aprovadas na reunião plenária de maio,
mediante solicitação fundamentada do relator do processo, o pedido por mais
30 dias poderia ou não ser aceito pelo coordenador da subcomissão.
Excepcionalmente, mais 30 dias poderiam ser concedidos na superveniência de
novos documentos julgados pertinentes, audiência pública ou motivos de força
maior. Até hoje não se tem notícia de novo documento ou aporte feito em
audiência pública que a CTNBio tenha julgado pertinente. Em suma, o novo
prazo máximo, consideradas todas essas hipotéticas exceções, seria igual ao
mínimo que até hoje funcionou.
A discussão sobre alterações no regimento da Comissão entrou em pauta para
que fossem feitos os ajustes exigidos por força da decisão judicial que
mandou a CTNBio definir seus procedimentos para concessão de sigilo aos
processos que analisa.
Não fosse o gesto do ministro, as empresas passariam a se sentir no direito
de exigir da Comissão o julgamento de seus pedidos um mês após o
protocolado. Não são raros os dossiês de liberação comercial com mais de mil
páginas. Além disso, todos os integrantes da Comissão têm dedicação integral
a suas atividades profissionais e voluntariamente doam parte de seu tempo ao
trabalho na CTNBio. Ou seja, a intervenção do ministro foi certeira.
Mas nem todos pensam assim. Edilson Paiva, presidente da Comissão, ao
anunciar ao plenário que esperava a visita do ministro, subiu o tom para
dizer que Mercadante fora mal orientado por seus assessores, que se basearam
em inverdades publicadas na imprensa e não na ciência e assim o induziram ao
erro.
Ao contrário, mostrando estar muito bem informado, Mercadante resgatou sua
trajetória de parlamentar de oposição para defender os mecanismos que a
minoria tem para fazer valer suas posições em espaços onde diferentes visões
estão em disputa, como o Congresso Nacional ou a própria CTNBio. Segundo
ele, é o regimento interno desses espaços que resguarda esses direitos das
minorias e que viabiliza a necessária “pluralidade de visões”. E sendo
assim, o ideal seria que o regimento só fosse modificado por consenso e após
aprovação do departamento jurídico. Acrescentou ainda que a “CTNBio é espaço
de disputa e deve agir com transparência”, para manifestar apoio à proposta
de que suas reuniões sejam transmitidas via internet ao vivo. A estrutura
necessária está pronta e toda disponível, basta só a CTNBio sinalizar que
quer.
Tivesse assistido parte da plenária, o ministro teria visto vários
integrantes da Comissão defendendo o direito de as empresas decidirem quais
dos estudos exigidos na lei devem ser apresentados e descobriria que, na
opinião desses e do presidente do órgão, se a empresa assim decidir não cabe
à CTNBio exigir tais estudos. Teria visto também o representante do
Itamaraty dizer que a resolução normativa que define esses estudos já
caducou e é contra a ciência. A chamada RN5 foi aprovada em 2008 com seu
voto e ativa participação na definição do conteúdo.
Dispensando estudos como os que avaliam os impactos à segunda geração de
animais de laboratórios alimentados com organismos transgênicos, foram
liberadas ontem mais duas variedades de milho e uma de algodão (TC1507 x
MON810 x NK603, da DuPont e MON88913, da Monsanto, respectivamente).
Mercadante era senador à época da elaboração da atual lei de biossegurança
e foi ativo na sua definição. Segundo ele, sua aprovação derrotou a ideia de
moratória e implementou no país um modelo no qual as liberações são feitas
de modo regulado. A primeira parte é verdade, basta ver que o país é hoje o
segundo maior plantador de transgênicos no mundo e o maior usuário de
venenos agrícolas. Se ele se aproximar mais da CTNBio verá quão longe
estamos de um uso controlado da tecnologia.
[image:
Facebook]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254653%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fapi.addthis.com%2Foexchange%2F0.8%2Ff\
orward%2Ffacebook%2Foffer%3Fpco%3Dtbxnj-1.0%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.org\
.br%252Fcampanha%252Fboletim-542-17-de-junho-de-2011%252F%26pubid%3Dbiefernandes\
>
[image:
Twitter]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C254654%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fapi.addthis.com%2Foexchange%2F0.8%2Ffo\
rward%2Ftwitter%2Foffer%3Fpco%3Dtbxnj-1.0%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.org.b\
r%252Fcampanha%252Fboletim-542-17-de-junho-de-2011%252F%26pubid%3Dbiefernandes>
[image:
More...]<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C254655%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.addthis.com%2Fbookmark.php%3Fsourc\
e%3Dtbxnj-1.0%26%3D250%26pubid%3Dbiefernandes%26url%3Dhttp%253A%252F%252Faspta.o\
rg.br%252Fcampanha%252Fboletim-542-17-de-junho-de-2011%252F+>
*******************************************************************
*Neste número: *
*1. Relatório acusa UE e Monsanto de sonegarem informações sobre risco de
câncer em herbicida*
*2. Grupo Maggi inicia venda de soja com “selo verde”. Verde mesmo??*
*3. CNI move ação de inconstitucionalidade contra lei paulista de rotulagem
*
*4. Argentina: vaca clonada vai produzir leite materno*
*5. Campanha contra os Agrotóxicos promove primeiro debate no Rio*
*A alternativa agroecológica*
*Lei da merenda escolar alavanca crescimento da agricultura familiar em
Minas Gerais*
*Dicas de fonte de informação:*
1 - *Produção e preservação de sementes
crioulas<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C254656%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Ftvbrasil.org.br%2Fnovidades%2F%3Fp%3D2\
4727>
*
A União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu (Unaic), no Rio
Grande do Sul, decidiu apostar na agricultura familiar e na conservação das
sementes crioulas como a melhor forma de proteger os recursos genéticos
vegetais brasileiros.
*Uma reportagem sobre experiência será exibida no programa Mobilização, da
**TV Brasil, neste sábado (18), às 9h**.*
2 *-* “*Controle de agrotóxicos no
Brasil<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C\
254657%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.mundosustentavel.com.br%2F2011%2F06%\
2Fcontrole-de-agrotoxicos-no-brasil%2F>
*”, artigo de Letícia Rodrigues da Silva, Especialista em Regulação e
Vigilância Sanitária, Gerente de Normatização e Reavaliação da ANVISA e
responsável pelas reavaliações toxicológicas dos agrotóxicos.
*Sobram artifícios usados pelas empresas para que questões eminentemente
técnicas sejam decididas em esferas políticas ou judiciais*
3 - *Transgênicos: da polêmica à falta de
controle<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%\
7C254658%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fblogs%2Fecoverde%2F\
posts%2F2011%2F06%2F09%2Ftransgenicos-da-polemica-falta-de-controle-385509.asp>
* e *Verifique qualquer produto antes de
comprar<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7\
C254659%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Fblogs%2Fecoverde%2Fp\
osts%2F2011%2F06%2F09%2Fverifique-qualquer-produto-antes-de-comprar-385560.asp>
*, matérias de Agostinho Vieira publicadas no Globo em 09/06/2011.
*Eventos:*
*Rio em bloco contra o novo código
florestal<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254660%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fpratoslimpos.org.br%2F%3Fp%3D2666>
*
Participe do protesto carnavalesco contra o Código Florestal aprovado pela
Câmara: 19 de junho, domingo, às 10 h - Concentração no Posto 6 de
Copacabana - Rio de Janeiro.
*******************************************************************
*1. Relatório acusa UE e Monsanto de sonegarem informações sobre risco de
câncer em herbicida*
Relatório de pesquisa divulgado nesta semana acusa a multinacional de
agroindústria e biotecnologia Monsanto de saber, desde 1980, que o herbicida
Round-Up - cujo princípio ativo é o glifosato - provocaria anomalias
congênitas. Ainda de acordo com o estudo, a Comissão Europeia - órgão
responsável pela regulamentação e aplicação legislativa nos países da União
Europeia - também estaria sistematicamente ignorando as evidências de risco
do produto pelo menos desde 2002.
O estudo de 52 páginas foi desenvolvido pela *Earth Open Search*, grupo de
pesquisa científica colaborativa pró-segurança alimentar. O
*texto<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C\
254661%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fpt.scribd.com%2Fdoc%2F57277946%2FRoundup\
andBirthDefectsv5>
* do relatório, em inglês, intitulado “Round-up e anomalias congênitas: será
que o público deve continuar às escuras?” (em tradução livre), pode ser lido
na internet.
O glifosato é um herbicida sistêmico de amplo espectro e ação cumulativa.
Vários estudos apontam sua relação com o aumento da incidência de abortos em
animais, desenvolvimento de pragas resistentes devido ao uso contínuo e
anomalias congênitas. As conclusões são reiteradas no relatório.
Entre as propostas apresentadas pelos pesquisadores está a criação de um
fundo de pesquisas independente em substituição ao atual sistema atual de
regulação, baseado em estudos pagos pelas empresas. Os autores defendem
ainda a exclusão das indústrias do processo de regulação, a divulgação
obrigatória de todas as minutas dos estudos da Comissão Europeia e a
garantia de transparência no processo decisório sobre a liberação de
pesticidas.
O trabalho é assinado por Claire Robinson, pesquisadora da Earth Open
Source; John Fagan, PhD em bioquímica pela Universidade de Cornell (EUA);
Michael Antoniou, chefe do grupo de biologia nuclear do King’s College
School (Reino Unido); Vyvyan Howard, da Universidade do Ulster (Irlanda do
Norte); Richard Jennings, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), Carlo
Leifert, da Universidade de Newcastle (Reino Unido); e dois pesquisadores
brasileiros: Mohamed Ezz El Din Mostafa Habib, biólogo e pró-reitor da
Unicamp, e Rubens Onofre Nodari, da Universidade Federal de Santa Catarina e
integrante do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico), do Ministério da Ciência e Tecnologia. (...)
*Fonte: **Opera
Mundi<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C2\
54662%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Foperamundi.uol.com.br%2Fconteudo%2Fnotici\
a%2FRELATORIO%2BACUSA%2BUE%2BE%2BMONSANTO%2BDE%2BSONEGAREM%2BINFORMACOES%2BSOBRE\
%2BRISCO%2BDE%2BCANCER%2BEM%2BHERBICIDA_12628.shtml>
**, 11/06/2011 - Com informações do **Huffington
Post<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C25\
4663%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.bananalink.org.uk%2Fcontent%2Fview%2F5\
61%2F1%2Flang%2Cen%2F>
**.*
*2. Grupo Maggi inicia venda de soja com "selo verde". Verde mesmo??*
O Grupo André Maggi, da família do ex-governador de Mato Grosso e atual
senador Blairo Maggi (PR), anunciou ontem a primeira venda de soja produzida
no Brasil de acordo com os princípios da Mesa Redonda da Soja Responsável
(RTRS, na sigla em inglês). O lote de 85 mil toneladas de soja foi adquirido
- ainda sem prêmio, apesar desse reconhecimento - pela Associação Holandesa
da Indústria da Alimentação, para a produção de ração animal.
A empresa faz parte do grupo de produtores de soja que obteve o "selo
verde" da RTRS na safra 2010/11, a primeira colheita já atendendo os
preceitos responsáveis desde que a organização foi criada há seis anos. Além
do Maggi foram certificadas a Associação dos Produtores dos Cerrados (com 60
mil toneladas estimadas para esta safra), a paraguaia Sytasa (7,5 mil
toneladas), a argentina Viluco (20 mil) e grupos de pequenos produtores da
Índia (20 mil toneladas). O Grupo Maggi, no entanto, colocará o maior volume
de soja certificada no mercado - 218 mil toneladas até o fim do ano. (...)
Para receber a certificação de soja responsável, essas empresas tiveram de
ser submetidas a auditorias independentes que avaliaram os 98 indicadores de
cinco normas e critérios definidos em assembleia pela RTRS, que reúne em
proporções iguais produtores, indústria e organizações ambientalistas. Além
disso, os signatários se comprometeram a não derrubar matas nativas a partir
de maio de 2009.
Segundo Christopher Wells, ex-presidente do conselho e tesoureiro da RTRS,
a maior parte dos produtores de Estados onde a cultura já está consolidada,
como o Mato Grosso, estaria apta a ter a certificação. Isso porque a
oleaginosa já avançou sobre a floresta de forma significativa antes da data
de corte determinada. O desafio, agora, será evitar derrubadas nas áreas
para onde a produção caminha: Maranhão, Piauí e Tocantins, nova fronteira
agrícola do país.
A data de corte para o fim do desmatamento foi o ponto mais polêmico das
discussões da RTRS que culminaram com os critérios atuais de avaliação de
propriedades rurais. Aprovada só no ano passado, a medida provocou rupturas
no Brasil. A Associação de produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja)
retirou-se do grupo internacional por não concordar com a proibição de
desmate sem contrapartida financeira aos produtores. Pouco depois, a
Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) optou por
igual caminho e criou um selo próprio de certificação, o "Soja Plus".
Atualmente, fazem parte da RTRS pesos-pesados mundiais como Unilever, Bayer
CropScience, Bunge, Carrefour, IFC e WWF.
*Fonte: **Valor
Econômico<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254664%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.linearclipping.com.br%2Fconab%2Fm\
_stca_detalhe_noticia.asp%3Fcd_sistema%3D26%26cd_noticia%3D1726675>
**, 16/06/2011.*
*N.E.:** A Mesa Redonda da Soja Responsável foi polêmica desde os seus
primórdios, criticada por ONGs e movimentos do campo por considerar
“responsáveis” sistemas de produção altamente impactantes ao meio ambiente.
Por exemplo, os critérios para que a soja seja considerada responsável não
incluem a exigência de que as sementes não sejam transgênicas. A visão do
grupo, ao contrário, considera que “Qualquer modelo [de produção] tem a
possibilidade de ser aprimorado -- empregue ele sementes geneticamente
modificadas, convencionais, orgânicas ou outras”
(**RTRS<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7\
C254665%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.responsiblesoy.org%2Findex.php%3Fop\
tion%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D64%253Aicual-es-la-posicion-de-la-rtr\
s-acerca-de-la-soja-geneticamente-modificada-%26catid%3D15%253Apreguntas-frecuen\
tes%26Itemid%3D26%26lang%3Dpt>
**).*
*A campanha internacional “Toxic soy” (Soja tóxica) que acusa a RTRS de
promover a “lavagem verde” (greenwashing) da soja transgênica nos mercados
internacionais, iniciou recentemente uma campanha de envio de mensagens a
supermercados e indústrias de alimentos europeias dizendo “Não compre a
mentira da ‘soja responsável’ e não venda isso para nós”. A
**petição<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254666%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.toxicsoy.org%2Ftoxicsoy%2Fgreenwa\
sh.html>
** pode ser assinada pela internet.*
*3. CNI move ação de inconstitucionalidade contra lei paulista de rotulagem
*
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) ajuizou, no Supremo Tribunal
Federal (STF), a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4619, na qual
pede a suspensão liminar da Lei nº 12.274/2010, do Estado de São Paulo, que
dispõe sobre a rotulagem de produtos transgênicos. A ADI pede a declaração
de inconstitucionalidade da lei paulista.
No Brasil, a rotulagem dos alimentos contendo ingredientes transgênicos é
regulada pelo *Decreto
4.680/2003<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=\
H%7C254667%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil_03%2Fde\
creto%2F2003%2Fd4680.htm>
*.
Em seu Art. 2o., o Decreto federal determina que *“Na comercialização de
alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal
que contenham ou sejam produzidos a partir de organismos geneticamente
modificados, com presença **acima do limite de um por cento do produto**, o
consumidor deverá ser informado da natureza transgênica desse produto.”*
O parágrafo 1o. desse artigo dispõe que *“Tanto nos produtos embalados como
nos vendidos a granel ou in natura, o rótulo da embalagem ou do recipiente
em que estão contidos deverá constar, em destaque, no painel principal e em
conjunto com o símbolo a ser definido mediante ato do Ministério da Justiça,
uma das seguintes expressões, dependendo do caso: ‘(nome do produto)
transgênico’, ‘contém (nome do ingrediente ou ingredientes) transgênico(s)’
ou ‘produto produzido a partir de (nome do produto) transgênico’.” *O
símbolo posteriormente definido para identificar os alimentos transgênicos é
um T preto dentro de um triângulo amarelo (que pode ser encontrado, em
tamanho minúsculo, em diversos produtos ofertados no mercado).
A CNI alega que a lei estadual de SP viola a Constituição Federal ao “ao
instaurar regulamentação paralela e explicitamente contrária à legislação
federal vigente”, pois em seu artigo 1º, torna obrigatória a inscrição
“transgênico”, no rótulo dos produtos que contenham teor “*igual ou superior
ao limite de 1%*”, e não apenas daqueles com teor “*acima” de 1%*”, como
está definido no Decreto federal.
*Liminar*
Ao pleitear a concessão de liminar, a Confederação alega *periculum in mora
* (perigo na demora da decisão), uma vez que a lei paulista impugnada
entrará em vigor no próximo dia 15 de junho. Publicada no Diário Oficial do
Estado de São Paulo de 17 de dezembro passado, ela deu prazo de 180 dias
para produtores e fornecedores por ela abrangidos se ajustarem a seus
dispositivos.
A confederação chama atenção para o fato de que a lei prevê a aplicação de
multas de até 10 mil Unidades Fiscais Estaduais, apreensão de produtos que
não estejam rotulados, apreensão de produtos não embalados ou acondicionados
na forma prescrita pela lei, suspensão da atividade econômica e, até, o
cancelamento da autorização para funcionamento.
E isso, segundo a entidade, pode causar “turbulências graves e lesões de
difícil reparação para a atividade industrial, bem como refrear a oferta,
gerar crises de abastecimento do mercado consumidor, afetar preços e
prejudicar, sensivelmente, a circulação e competitividade de produtos de
importância alimentar”.
A relatora da ADI é a ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal
(STF), que entendeu que a Ação Direta de Inconstitucionalidade deverá ser
julgada definitivamente, sem análise anterior do pedido de liminar. No
despacho, a relatora adotou o rito abreviado, previsto no artigo 12 da Lei
das ADIs (Lei 9.868/99), ao considerar a relevância da matéria tratada na
ação.
*Com informações de:*
*- **ADI sobre rotulagem de produtos transgênicos terá rito
abreviado<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254668%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.stf.jus.br%2Fportal%2Fcms%2FverNo\
ticiaDetalhe.asp%3FidConteudo%3D181862>
**, 13/06/2011.*
*- **CNI questiona lei paulista que dispõe sobre a rotulagem de produtos
transgênicos<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?i\
d=H%7C254669%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.stf.jus.br%2Fportal%2Fcms%2Fve\
rNoticiaDetalhe.asp%3FidConteudo%3D181772%26caixaBusca%3DN>
**, 10/06/2011.*
*4. Argentina: vaca clonada vai produzir leite materno*
Buenos Aires - O leite produzido pela vaca argentina Rosita ISA - o
primeiro bovino a obter genes humanos incorporados ao seu código genético -
se assemelhará em grande parte ao leite materno humano, com propriedades
antibacterianas e antivirais de grande impacto no sistema imunológico dos
bebês, dizem os pesquisadores. Segundo os cientistas, quando Rosita chegar à
idade adulta, seus genes serão capazes de codificar as mesmas proteínas
presentes no leite materno. "Trata-se de uma descoberta de grande
importância para as mães e seus bebês", disse nesta sexta-feira Adrián
Mutto, um dos cientistas que participam do projeto.
A vaca foi apresentada em teleconferência com a Casa Rosada, sede do
governo argentino, onde a presidente Cristina Kirchner disse ter rejeitado a
"homenagem" de ver a vaca batizada com seu nome. "Vieram me dizer que o nome
seria Cristina, mas que mulher gostaria de ter seu nome numa vaca? Por isso
me pareceu mais apropriado que a batizassem de Rosita", disse a presidente.
Rosita ISA nasceu no dia 6 de abril "por cesariana, devido ao seu peso
excessivo (45 kg), sendo que geralmente os bovinos da sua raça (Jersey) não
passam de 22 kg", disse o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária
(INTA) através de um comunicado.
"O objetivo é elevar o valor nutritivo do leite bovino através da produção
da proteína lactoferrina - que é antibacteriana e antiviral - e da lisozima
- também antibacteriana", disse Mutto em coletiva de imprensa.
O INTA obteve a clonagem através de um trabalho conjunto com a Universidade
Nacional de San Martín.
*Fonte*: *Jornal do
Commercio<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254670%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fjconline.ne10.uol.com.br%2Fcanal%2Fmu\
ndo%2Finternacional%2Fnoticia%2F2011%2F06%2F10%2Fleite-de-vaca-clonada-argentina\
-que-produz-leite-semelhante-ao-materno-tera-grande-impacto-7036.php>
* (AFP), 10/06/2011.
*5. Campanha contra os Agrotóxicos promove primeiro debate no Rio*
A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida organizou, em
06/06/2011, o primeiro debate no Rio de Janeiro. O evento aconteceu na UERJ,
e teve como expositores Nivia Regina, do MST, Marcelo Firpo, da Fiocruz, e
Gabriel Fernandes, da AS-PTA. Apesar da Campanha já ter participado de
outros eventos no estado do Rio, este foi o primeiro organizado pelo comitê
fluminense.
O tom do debate foi de formação da militância. Reconhecendo a complexidade
do tema, os integrantes da mesa se esforçaram em fornecer dados e argumentos
concretos que mostrassem o avanço do agronegócio sobre a agricultura
familiar, o lucro estratosférico das empresas produtoras de agrotóxicos e a
viabilidade da produção agroecológica como alternativa no fornecimento de
alimentos.
A primeira fala foi de Nivia Regina (MST), que se deteve na análise do
dados do Censo Agropecuário de 2006. Através da riqueza dos números, mostrou
porque os agrotóxicos são a base do agronegócio, e deixou clara a correlação
entre agronegócio, trabalho escravo, violência no campo, desmatamento e uso
de agrotóxicos. Por fim, defendeu a agricultura familiar, que ao contrário
do agronegócio, tem o foco na produção de alimentos, usa pouco ou nenhum
agrotóxico, gera mais empregos e defende as florestas.
Em seguida, Marcelo Firpo centrou-se na discussão sobre os conflitos e
injustiças ambientais, citando os grandes empreendimentos (agronegócio,
mineração, hidrelétricas) que infernizam a vida de comunidades camponesas,
ribeirinhas, quilombolas e indígenas. Sua pesquisa resultou no Mapa da
Injustiça Ambiental. Firpo remontou ainda à história da indústria dos
agrotóxicos, que teve início nos experimentos com armas químicas na primeira
guerra mundial. Segundo ele, “o Brasil representa hoje 16% do consumo
mundial de agrotóxicos, e o mercado cresceu aqui 4 vezes mais do que no
resto do mundo, nos últimos 9 anos.” (...)
Depois de listados os inúmeros problemas causados pelos agrotóxicos e pelo
modelo de desenvolvimento que o cerca, Gabriel Fernandes (AS-PTA) tinha a
gloriosa tarefa de apresentar as alternativas a este modelo de destruição da
vida.
E logo no começo, impressionou a plateia ao mostrar um gráfico onde se via
uma altíssima correlação entre o preço do petróleo e o preço dos alimentos.
E dado que a matéria-prima dos agrotóxicos e fertilizantes é o petróleo, e
que seu preço só tende a aumentar com a proximidade do fim das reservas
mundiais… a alternativa é urgente!
Os dados que comparavam a composição de renda de produção agroecológica e
de monocultivo mostraram claramente benefícios ao produtor. A diversidade
dos produtos faz com que o agricultor não fique dependente de um único
cultivo, que pode ter baixa no preço ou quebra de safra. E o mais
impactante: o custo de insumos em uma roça agroecológica beira zero! Mesmo
com uma renda bruta menor que a do monocultivo, o produtor agroecológico sai
ganhando pois os insumos vêm justamente dos seus resíduos, num ciclo
virtuoso que recupera o solo e a água, e é quase autossuficiente. (...)
*Fonte:
**MST-Rio<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254671%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.soltec.ufrj.br%2Fmstrio%2Fcampanh\
a-contra-os-agrotoxicos-promove-primeiro-debate-no-rio%2F>
**.*
*A alternativa agroecológica*
*Lei da merenda escolar alavanca crescimento da agricultura familiar em
Minas Gerais*
*Programa Nacional de Alimentação Escolar ajuda produtores do Triângulo
Mineiro a aumentarem os lucros*
Conceição das Alagoas (MG) - A merenda escolar está ajudando no
desenvolvimento da agricultura familiar no Triângulo Mineiro, em Minas
Gerais. Lá, os produtores montaram uma associação, diversificaram,
organizaram a produção e já conseguem atender sete municípios.
A cidade de Conceição das Alagoas tem na agricultura familiar a força
produtiva e econômica. Em 2009, nasceu a Associação dos Produtores
Familiares da região da Boa Vista. Nela, mais de 90% dos participantes são
da família Sene Souza, numerosa na região.
A associação tem 53 produtores, que somados tem mil hectares. O
desenvolvimento e a organização da entidade facilitaram a entrada de
produtos na merenda escolar, dentro da lei que obriga os municípios a
comprarem pelo menos 30% nas pequenas propriedades.
Os irmãos Luciano e Renato Sene Souza, com suas 40 vacas, produzem mais de
450 litros de leite por dia, que vão para as escolas da região. Eles recebem
20% a mais pelo litro que o preço pago pelo mercado. Com esse aumento nos
lucros, os produtores querem dobrar a produção e diversificar.
- A gente vai aumentar a produção de leite. Deu um pouco de tranquilidade
e, por isso, vamos chegar a mil litros dia. Vamos diversificar, estamos com
leite e ovos, e temos uma área de mandioca que queremos aumentar a produção
- disse Luciano Sene Souza, produtor rural.
Em outra propriedade, a produção é de hortaliças. O produtor Sebastião
Campos Sene vende 400 pés de alface por dia. Desse total, metade vai para a
merenda escolar. Com essa garantia de mercado, ele está plantando e colhendo
cinco vezes mais do que no ano passado.
- É uma garantia de mercado certo todo mês. Eu mando para as escolas
alface, cará, nhame, mandioca e cheiro verde - falou Sebastião.
O orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar para 2011 é de R$
3,1 bilhões para beneficiar mais de 45 milhões de estudantes. Isso significa
que desses recursos, R$ 930 milhões devem ser investidos na compra de
alimentos da agricultura familiar.
Minas Gerais está incentivando os municípios para que adotem a regra
básica. Na hora de ir às compras, primeiro a busca é por produtos locais,
depois da região, Estado e, por último, do Brasil.
- Temos municípios em Minas Gerais que investem até 50% dos recursos com
produtos da agricultura familiar. Isso gera receita no local. Em vez de
comprar em São Paulo, por exemplo, e gerar receita por lá, o município
valoriza a região - frisou Edmar Gadelha, subsecretário de Agricultura
Familiar de Minas Gerais.
Uma creche da região atende 110 crianças e tudo o que é consumido nela vem
da região. As crianças consomem 35 litros de leite por dia. No lanche da
tarde, as crianças consomem iogurte, que tem a marca Boa Vista e pertence à
associação, e pão de queijo que, além de ser alimentação típica mineira, tem
na receita os ovos e o queijo da agricultura familiar.
- O programa repassa para o município R$ 22 mil por mês e a gente compra da
agricultura familiar 34% desse valor - disse Helenice de Paula, secretaria
de Educação de Conceição das Alagoas.
Para o presidente da Associação Boa Vista, Wellington Sene Souza, com esse
projeto os produtores podem produzir muito mais. Segundo ele, hoje a
associação esta bem focada e o produtor está trabalhando e comercializando.
- Bastou organizar, ter força de vontade e muito trabalho - conclui
Wellington.
*Fonte: **Canal
Rural<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C2\
54672%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.canalrural.com.br%2Fcanalrural%2Fjsp%\
2Fdefault.jsp%3Fuf%3D1%26local%3D1%26action%3Dnoticias%26id%3D3352853%26section%\
3Dnoticias>
**, 15/06/2011.*
*********************************************************
*Campanha Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos e Agrotóxicos*
Este Boletim é produzido pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e
é de livre reprodução e circulação, desde que citada a AS-PTA como fonte.
Para os números anteriores do Boletim, clique em:
*http://aspta.org.br<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_cliq\
ue.php?id=H%7C254673%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fwww.aspta.org.br%2Fpor-um-\
brasil-livre-de-transgenicos%2Fboletim%2F>
*
Participe! Indique este Boletim para um amigo e nos envie suas sugestões de
notícias, eventos e fontes de informação.
Para receber semanalmente o Boletim, escreva para *boletim@...*
Acompanhe nosso blog:
*http://pratoslimpos.org.br<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/regist\
ra_clique.php?id=H%7C254674%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fpratoslimpos.org.br\
%2F>
*
AS-PTA: Tel.: (21) 2253-8317 :: Fax (21) 2233 8363
*********************************************************
Caso queira sair da lista, cancele neste link sua
inscrição<http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H\
%7C254675%7C66933%7C10229&url=http%3A%2F%2Fboletimtransgenicos.campanhasdemkt.ne\
t%2Fadmin%2Fsair.php%3Fid%3D66933%7C774%7C0%26uid%3D110130023605523328808>
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Em 21 de dezembro de 2011 22:08, Ismael escreveu:
> Boa noite amigo
> recentimente fui informado que na tradicional massa de milho tb se
> encontra sangue suino comom fonte de ferro.
vc poderia pesquisa se isso e verdade? desde ja muito obrigado.
> Date/Time: 2011-12-21 16:08:39
> Referrer: http://luizmeira.com/suinos.htm
>
Olá Ismael,
Gostei do "tb", pois um agravante atual do milho é a transgenia induzindo
autoimunidade (alergias), mais comum na forma de óleo, maizena, fubá e
farinha, no entanto, os grãos na espiga ou não tb são transgênicos.
A contaminação com sangue é assunto antigo, insumo tradicional para ração
animal, entrando como fonte de ferro, proteínas, minerais... na forma de
farinha de sangue.
http://luizmeira.com/dados/medical/clinica_domestica/475.html
Quanto ao uso para humanos nunca consegui verificar pois a anvisa mede a
quantidade de ferro na farinha mas a procedência é ignorada.
Agora, um setênio após a introdução de possíveis elementos imunes nas
farinhas temos uma efusão de colites diversificadas muitas evoluindo para
degenerações disfuncionais ou neoplásicas.
Abordei esta questão somente com o Trigo na época pois esperava que o PT
não deixaria o milho transgênico se alastrar... muito menos esperaria que o
feijão transgênico poderia ser construindo e disponibilizado por uma
empresa estatal brasileira durante o mandato do PT...
A situação atual está muuuuito pior do que vc está tentando ver... o
alastramento das incapacidades está mostrando isso.
mesmo alguns produtos orgânicos modificados geneticamente estão induzindo
alergias.
A partir de 2011 considero o Trigo extinto, dentre uns 4 anos aqui no
Brasil talvez o Milho orgânico íntegro geneticamente será inviável.
Ainda quanto a contaminação de farinhas é importante lembrar que outros
tipos de farinhas tb podem conter contaminações.... melhor seria fazer como
os alemães e alguns vizinhos que utilizam moinho de pedra doméstico,
comprando o grão íntegro no mercado e fugindo das contaminações industriais.
Luiz Meira
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]