Ir direto para busca.
gen-ocidio · Transgênicos

Informações sobre o grupo

  • Associados: 25
  • Criado em: Mar 4, 1999
  • Idioma: Português
? Você já é um associado? Entre no Yahoo!

Dicas

Você sabia...
Você pode adicionar links relacionados ao seu grupo em uma seção especial.

Mensagens

  Ajuda
Avançado
mensagens 378 - 409 de 415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 378 - 409 de 415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens: Exibir resumo de mensagens Classificar por data ^  
#378 De: "Luiz Meira" <falecom@...>
Data: Ter, 19 de Fev de 2008 4:11 am
Assunto: aumento de cultivo de transgênicos
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
From: Cláudio Lima
Sent: Friday, February 15, 2008 2:49 PM


Brasil teve 2º maior aumento de cultivo de transgênicos

O cultivo de alimentos transgênicos aumentou em 30% no Brasil entre 2006 e 2007,
um índice superado apenas pela Índia (63%), segundo um relatório do Serviço
Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agro-biotecnologia (ISAAA, na
sigla em inglês) divulgado nesta semana.

A área cultivada aumentou em 3,5 milhões de hectares, o maior aumento absoluto
em todo o mundo.
Apesar do aumento no cultivo e na área de lavouras, o Brasil manteve a posição
de terceiro maior produtor mundial de culturas transgênicas - com 15 milhões de
hectares de soja e algodão modificados geneticamente - ficando atrás apenas dos
Estados Unidos (com 57,7 milhões de hectares plantados) e da Argentina (com 19,1
milhões de hectares).
Segundo a ISAAA, a área de cultivo de sementes transgênicas cresceu 12% em 2007,
chegando a 114,3 milhões de hectares em todo o mundo, o segundo maior
crescimento em termos de área nos últimos cinco anos (12,3 milhões de hectares).
O relatório do ISAAA, financiado pela indústria de sementes, ainda afirma que o
cultivo de transgênicos está ajudando a aliviar a pobreza de fazendeiros em todo
o mundo - informação contestada por grupos ambientalistas.
Em um relatório divulgado na quarta-feira, a organização não-governamental
Amigos da Terra afirma que as culturas transgênicas levaram a um aumento maciço
no uso de pesticidas e não trouxeram o aumento na colheita de alimentos para
populações pobres prometido pela indústria dos transgênicos.
Polêmica
Segundo a ISAAA, 2 milhões a mais de agricultores plantaram sementes
transgênicas no ano passado, totalizando 12 milhões em todo o mundo.
Segundo o relatório, 9 em cada 10, ou 11 milhões desses agricultores, são
pobres. Ainda segundo o relatório, esta é a primeira vez em que os países em
desenvolvimento (12) ultrapassam, em número, os países ricos (11), na cultura de
transgênicos.
A taxa de crescimento nos países em desenvolvimento também foi três vezes maior
do que nos países industrializados (21%, em comparação com 6%).
O presidente da ISAAA e autor do relatório, Clive James, afirma que "com o
aumento global do preço dos alimentos, os benefícios das culturas
biotecnológicas nunca foram tão importantes".
"Os fazendeiros que começaram a adotar essas culturas alguns anos atrás já estão
começando a sentir vantagens sócio-econômicas em comparação aos agricultores que
não as adotaram. Se formos atingir as Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU
de cortar a fome e a pobreza pela metade até 2015, os cultivos biotecnológicos
vão ter um papel ainda maior na próxima década."
Mas para a Amigos da Terra, as supostas vantagens da cultura transgênica não
foram necessariamente comprovadas.
Segundo a ONG, várias sementes são modificadas para se tornar resistentes a
pragas e pesticidas, mas essa modificação acabou provocando um aumento no uso de
herbicidas em outras culturas.
Como exemplo, a Amigos da Terra cita a soja transgênica, modificada para não ser
afetada por um herbicida que ataca uma praga comum na cultura.
Isso teria causado um aumento no uso do herbicida nos Estados Unidos e no
Brasil, o que fez com que a praga se tornasse mais resistente aos pesticidas,
criando novos riscos para a agricultura.
Segundo a Ong, o uso de herbicida nesse caso aumentou em quase 80% no Brasil.
A Amigos da Terra também ressalta em seu relatório que a grande maioria das
culturas transgênicas comercializadas é destinada à alimentação de animais e não
para alimentar os pobres.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#379 De: "Luiz Roberto Salvatori Meira" <falecom@...>
Data: Seg, 31 de Mar de 2008 2:15 pm
Assunto: Sementes do poder!
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
From: Cláudio Lima claudio_limaterapeuta@...

SEMENTES DO PODER<http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=9&i=475>

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no
mercado de sementes. Tal hegemonia coloca a multinacional norte-americana no
centro do debate sobre os benefícios e os riscos do uso de grãos
geneticamente modificados. Para os defensores da manipulação dos genes, a
Monsanto representa o futuro promissor da "revolução verde". Para
ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa
é a encarnação do mal.

Esse último grupo acaba de ganhar um reforço a seus argumentos. Resultados
de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa
Marie-Monique Robin, o livro *Le Monde Selon Monsanto* (*O Mundo Segundo a
Monsanto*) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o
lobby da multinacional.

O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos
duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por
muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa
com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo
produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que
permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos. Em
2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes
geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes
como a Argentina, a China e o Brasil.

Marie-Monique Robin, renomada jornalista investigativa com 25 anos de
experiência, traz depoimentos inéditos de cientistas, políticos e advogados.
A obra esmiúça as relações políticas da multinacional com o governo
democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier
britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug
Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e
medicamentos nos EUA.

A repórter, filha de agricultores, viajou à Grã-Bretanha, Índia, México,
Paraguai, Vietnã, Noruega e Itália para fazer as entrevistas. Antes, fez um
profundo levantamento na internet e baseou sua investigação em documentos
on-line para evitar possíveis processos movidos pela Monsanto. A empresa não
deu entrevista à jornalista, mas, há poucas semanas, durante uma
apresentação em Paris de outro documentário de Robin, uma funcionária da
multinacional apareceu e avisou que a companhia seguia seus passos. Detalhe:
a sede da Monsanto fica em Lyon, distante 465 quilômetros da capital
francesa

Procurada por *CartaCapital*, a Monsanto recusou-se a comentar as acusações
no livro. Uma assessora sugeriu uma visita ao site da Associação Francesa de
Informação Científica, onde há artigos de cientistas com críticas ao livro
de Robin. A revista, devidamente autorizada pelo autor, reproduz na página
11 trechos do artigo de um desses cientistas, Marcel Kuntz, diretor do
Centro Nacional de Pesquisa Científica de Grenoble.

Não é de hoje, mostra o livro, que herbicidas da Monsanto causam problemas
ambientais e sociais. Robin narra a história de um processo movido por
moradores da pequena Anniston, no Sul dos EUA, contra a multinacional, dona
de uma fábrica de PCB fechada em 1971. Conhecida no Brasil como Ascarel, a
substância tóxica era usada na fabricação de transformadores e entrava na
composição da tinta usada na pintura dos cascos das embarcações. Aqui foi
proibida em 1981.

A Monsanto, relata a repórter, sabia dos efeitos perversos do produto desde
1937. Mas manteve a fábrica em funcionamento por mais 34 anos. Em 2002, após
sete anos de briga, os moradores de Anniston ganharam uma indenização de 700
milhões de dólares. Na cidade, com menos de 20 mil habitantes, foram
registrados 450 casos de crianças com uma doença motora cerebral, além de
dezenas de mortes provocadas pela contaminação com o PCB. Há 42 anos, a
própria Monsanto realizou um estudo com a água de Anniston: os peixes
morreram em três minutos cuspindo sangue.

Robin alerta que os tentáculos da Monsanto atingem até a Casa Branca. A
influência remonta aos tempos da Segunda Guerra Mundial e ao período da
chamada Guerra Fria. Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa do governo
Bush júnior, dirigiu a divisão farmacêutica da companhia. A multinacional
manteve ainda uma parceria com os militares. Em 1942, o diretor Charles
Thomas e a empresa ingressaram no Projeto Manhattan, que resultou na
produção da bomba atômica. O executivo encerrou a carreira na presidência da
Monsanto (1951-1960).

Na Guerra do Vietnã (1959-1975), a empresa fornecia o agente laranja, cujos
efeitos duram até hoje. A jornalista visitou o Museu dos Horrores da
Dioxina, em Ho Chi Minh (antiga Saigon), onde se podem ver os efeitos do
produto sobre fetos e recém-nascidos.

Alan Gibson, vice-presidente da associação dos veteranos norte-americanos da
Guerra do Vietnã, falou à autora dos efeitos do agente laranja: "Um dia,
estava lavando os pés e um pedaço de osso ficou na minha mão".

Boa parte do trabalho de Robin é dedicada a narrar as pressões sofridas por
pesquisadores e funcionários de órgãos públicos que decidiram denunciar os
efeitos dos produtos da empresa. É o exemplo de Cate Jenkis, química da EPA,
a agência ambiental dos Estados Unidos.

Em 1990, Jenkis fez um relatório sobre os efeitos da dioxina, o que lhe
valeu a transferência para um posto burocrático. Graças à denúncia da
pesquisadora, a lei americana mudou e passou a conceder auxílio a
ex-combatentes do Vietnã. Após longa batalha judicial, Jenkis foi
reintegrada ao antigo posto.

Há também o relato de Richard Burroughs, funcionário da FDA encarregado de
avaliar o hormônio de crescimento bovino da Monsanto. Burroughs diz ter
comprovado os efeitos nocivos do hormônio para a saúde de homens e animais e
constatou que, com o gado debilitado, os pecuaristas usavam altas doses de
antibióticos. Resultado: o leite acabava contaminado. Burroughs, conta a
jornalista, foi demitido. Mas um estudo recente revela que a taxa de câncer
no seio entre as norte-americanas com mais de 50 anos cresceu 55,3% entre
1994, ano do lançamento do hormônio nos Estados Unidos, e 2002.

Segundo Robin, a liberação das sementes transgênicas nos Estados Unidos foi
resultado do forte lobby da empresa na Casa Branca, principalmente durante o
governo Clinton. Uma das "coincidências": quem elaborou, na FDA, a
regulamentação dos grãos geneticamente modificados foi Michael Taylor, que
nos anos 90 fora um dos vice-presidentes da Monsanto.

A repórter se detém sobre o "princípio da equivalência em substância",
conceito fundamental para regulamentação dos transgênicos em todo o mundo. A
fórmula estabelece que os componentes dos alimentos de uma planta
transgênica serão os mesmos ou similares aos encontrados nos alimentos
"convencionais".

Robin encontrou-se com Dan Glickman, que foi secretário de Estado da
Agricultura do governo Clinton, responsável pela autorização dos
transgênicos nos EUA. Glickman confessou, em 2006, ter mudado de posição e
admitiu ter sido pressionado após sugerir que as companhias realizassem
testes suplementares sobre os transgênicos. As críticas vieram dos colegas
da área de comércio exterior.

Houve pressões, segundo o livro, também no Reino Unido. O cientista Arpad
Pusztai, funcionário do Instituto Rowett, um dos mais renomados da
Grã-Bretanha, teria sido punido após divulgar resultados controversos sobre
alimentos transgênicos. Em 1998, Pusztai deu uma entrevista à rede de tevê
BBC. Perguntado se comeria batatas transgênicas, disparou: "Não. Como um
cientista que trabalha ativamente neste setor, considero que não é justo
tomar os cidadãos britânicos por cobaias". Após a entrevista, o contrato de
Pusztai foi suspenso, sua equipe dissolvida, os documentos e computadores
confiscados. Pusztai também foi proibido de falar com a imprensa. No artigo
reproduzido à página 11, Kuntz afirma que o cientista perdeu o emprego por
não apresentar resultados consistentes que embasassem as declarações à
imprensa.

Pusztai afirma que só compreendeu a situação, em 1999, ao saber que
assessores do governo britânico haviam ligado para a direção do instituto no
dia da sua demissão. Em 2003, Robert Orsko, ex-integrante do Instituto
Rowett, teria confirmado que a "Monsanto tinha ligado para Bill Clinton,
que, em seguida, ligou para Tony Blair". E assim o cientista perdeu o
emprego.

Nas viagens por países emergentes, Robin colheu histórias de falta de
controle no plantio de transgênicos e prejuízos a pequenos agricultores. No
México, na Argentina e no Brasil, plantações de soja e milho convencionais
acabaram contaminadas por transgênicos, o que forçou, como no caso
brasileiro, a liberação do uso das sementes da Monsanto (que fatura com os
royalties).

De acordo com a jornalista, o uso da soja Roundup Ready (RR), muito
utilizada no Brasil e na Argentina, acrescenta outro ganho à Monsanto, ao
provocar o aumento do uso do herbicida Roundup. Na era pré-RR, a Argentina
consumia 1 milhão de litros de glifosato, volume que saltou para 150 milhões
em 2005. De lá para cá, a empresa suprimiu os descontos na comercialização
do pesticida, aumentando seus lucros.

Um dos ícones do drama social dos transgênicos, diz o livro, é a Índia.
Entre junho de 2005 (data da introdução do algodão transgênico Bt no estado
indiano de Maharashtra) e dezembro de 2006, 1.280 agricultores se mataram.
Um suicídio a cada oito horas. A maioria por não conseguir bancar os custos
com o plantio de grãos geneticamente modificados.

Robin relata a tragédia desses agricultores, que, durante séculos, semearam
seus campos e agora se vêm às voltas com a compra de sementes, adubos e
pesticidas, num círculo vicioso que termina em muitos casos na ingestão de
um frasco de Roundup.

A jornalista descreve ainda o que diz ser o poder da Monsanto sobre a mídia
internacional. Cita, entre outros, os casos dos jornalistas norte-americanos
Jane Akre e Steve Wilson, duramente sancionados por terem realizado, em
1996, um documentário sobre o hormônio do crescimento. No país da
democracia, a dupla se transformou em símbolo da censura.

Os cientistas, conta o livro, são frequentemente "cooptados" pela gigante
norte-americana. Entre os "vendidos" está o renomado cancerologista Richard
Doll, reconhecido por trabalhos que auxiliaram no combate à indústria do
tabaco. Doll faleceu em 2005. No ano seguinte, o jornal britânico *The
Guardian* revelou que durante 20 anos o pesquisador trabalhou para a
Monsanto. Sua tarefa, com remuneração diária de 1,5 mil dólares, era a de
redigir artigos provando que o meio ambiente tem uma função limitada na
progressão das doenças. Foi um intenso arquiteto do "mundo mágico" da
Monsanto.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#380 De: "Luiz Roberto Salvatori Meira" <falecom@...>
Data: Dom, 5 de Out de 2008 9:13 am
Assunto: Debate empobrecido
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Debate
empobrecido<http://www.agencia.fapesp.br/materia/9480/especiais/debate-empobreci\
do.htm>


Por Alex Sander Alcântara

*Agência FAPESP –* Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São
Carlos (UFSCar) avaliou a percepção pública sobre os riscos potenciais dos
produtos transgênicos na cadeia alimentar. A conclusão é que o debate está
demasiadamente restrito à discussão sobre a rotulagem dos produtos
geneticamente modificados, polarizando-se entre os que são "contra" ou a
"favor".

Além da polêmica, a falta de discussão a respeito das incertezas científicas
sobre o assunto também contribui para aumentar a desconfiança e a
desinformação. De acordo com a autora principal do estudo, Ariadne Chloë
Furnival, professora adjunta do Departamento de Ciências da Informação da
UFSCar, a predominância de uma contínua justaposição de opiniões "a favor" e
"contra" a rotulagem pouco ajuda para o esclarecimento do público. O estudo
foi publicado na revista *História, Ciências, Saúde – Manguinhos*.

"Há muita informação disponível sobre os organismos geneticamente
modificados, sobretudo nos artigos acadêmicos e na mídia. Mas, como não
existe consenso, inclusive na própria comunidade científica, sobre os
possíveis riscos que essa tecnologia possa desencadear na cadeia alimentar,
muitas informações existentes sobre o assunto são conflitantes,
comprometendo a compreensão pelo público", disse Ariadne à *Agência FAPESP*.

Uma compreensão consolidada, segundo a pesquisadora, não poderá ser
conseguida a curto e médio prazo, pois haveria ainda muitas incertezas em
torno dos transgênicos e de seus possíveis efeitos. Para ela, a polarização
em torno do assunto dificulta que essas incertezas sejam abertamente
discutidas na mídia brasileira.

"O paradigma predominante de divulgação científica não gosta de conjugar
incerteza com ciência. Mas, quando consideramos que a difusão dos organismos
transgênicos já é extremamente ampla na cadeia alimentar que atinge a todos
nós, a abertura da discussão em torno das incertezas e possíveis riscos se
torna uma questão de direitos da cidadania", afirmou.

O trabalho utilizou o método de grupos focais em cidades do interior de São
Paulo. Os participantes foram divididos em oito grupos, formados por
estudantes de escolas técnicas, estudantes de engenharia, idosos, catadores
de coleta seletiva e trabalhadores no setor de avicultura, entre outros.

Os participantes identificaram a falta de informação compreensível, tanto na
mídia como nos rótulos de produtos, como principal fonte de desconfiança em
relação aos transgênicos.

Do material reunido junto aos grupos focais, os pesquisadores selecionaram
três temas para discussão: alimentos e meio ambiente; percepção de riscos
nos transgênicos; e informações sobre organismos geneticamente modificados.

Segundo Ariadne, o estudo parte de uma concepção construtivista. O método
que utiliza grupos focais permite a menor intervenção possível dos
pesquisadores e do moderador. "A força do método reside no pressuposto de
que o indivíduo é um ser social cujas opiniões, atitudes e percepções são
formuladas, em grande medida, por meio da interação com outras pessoas e não
em isolamento."

"Como as enquetes consistem de perguntas fechadas, é questionável até que
ponto conseguem captar as formas complexas e às vezes ambivalentes com que
as pessoas pensam sobre os assuntos polêmicos ainda sob construção na
sociedade, como o dos transgênicos na cadeia alimentar", afirmou.

Dentre as categorias analíticas, o assunto do meio ambiente surgiu
espontaneamente, levantado pelos participantes. "Em geral, eles evocaram um
passado mais natural, saudável, com mais tempo para cozinhar alimentos
frescos, ou mais tempo para até cultivar suas próprias verduras", disse.

*Rótulos e informações*

De acordo com a professora da UFSCar, a maioria dos participantes relacionou
os alimentos atuais com um meio ambiente danificado e com o uso de
agrotóxicos nocivos. "Os participantes de todos os grupos viram esse cenário
como inevitável. Pare eles, o passado bucólico e mais saudável não é mais
atingível", disse.

Para Ariadne, foi interessante notar que, mesmo não havendo um debate
transparente e aberto na sociedade brasileira sobre os possíveis riscos dos
transgênicos na cadeia alimentar, vários participantes apontaram para o fato
de que a falta de consenso nas informações divulgadas atesta as incertezas
sobre o assunto.

"Os participantes demonstraram uma postura de cautela e mostraram que
percebem o risco como algo de longo prazo. Mencionaram efeitos e doenças em
gerações futuras ou os efeitos imprevisíveis de, por exemplo, comer muito
soja por conta de efeitos supostamente benéficos para a menopausa, exemplo
apontado por um grupo de senhoras", explicou.

A questão da rotulagem dos produtos foi uma das principais discutidas pelo
público. Segundo o estudo, essa é apenas uma das dimensões multifacetadas de
um debate mais amplo que deveria ocorrer em fóruns públicos. A questão,
segundo Ariadne, é se de fato o público lê os rótulos, compreende e consegue
assimilar as informações contidas neles.

"Realizamos uma pesquisa subseqüente sobre a leitura dos rótulos e
constatamos que eles são lidos por uma minoria, com a exceção da data de
validade. E, entre esses, poucos entendem as informações, sobretudo os
símbolos como um "T" inserido em um triângulo, que sinaliza a presença de
transgênicos", disse.

Os participantes, segundo ela, acham que a rotulagem é importante, pois pode
teoricamente fornecer informações que subsidiem a decisão de compra.

"No entanto, os grupos discutiram o que vem a ser realmente informativo em
um rótulo. Ele pode meramente sinalizar a presença dos transgênicos num dado
alimento, mas sem uma informação mais aberta e substantiva sobre o que tal
presença pode implicar, seja ela positiva ou negativa. A informação torna-se
vazia", afirmou.

--
Um grande abraço,

Cláudio Lima  - Terapeuta Naturalista
+15 9137-9908
www.reformadesaude.org
MSN: joshua_lima@...


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#381 De: "Luiz Roberto Salvatori Meira" <falecom@...>
Data: Seg, 6 de Out de 2008 10:01 pm
Assunto: milho
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A Áustria desafiou mais uma vez a Comissão Européia ao proibir a importação
de uma variedade de milho geneticamente modificado produzido pela Monsanto.
O país deve informar na semana que vem à Comissão Européia sobre sua
decisão.

Outros países-membros da Comissão Européia já indicaram que também pretendem
proibir o milho MON863, que é importado como ração animal e também para uso
em na alimentação humana. Testes feitos em laboratórios independentes
revelaram que ratos alimentados com o milho inseticida MON863 apresentaram
toxicidade nos rins e fígado.

"Apesar de testes mostrarem que esse milho é tóxico para animais, a Comissão
Européia se diz confortável em permitir a entrada do produto na cadeia
alimentar. É extremamente preocupante que o sistema de autorização de
transgênicos da União Européia tenha falhado em reconhecer esses riscos e
evidencia a necessidade de uma reforma em seus procedimentos", afirma Marta
Vetier, da campanha de Transgênicos do Greenpeace Europa.

Áustria, França, Hungria e Grécia já desafiaram a aprovação da União
Européia para outro milho transgênico da Monsanto, conhecido como MON810 -
único plantio geneticamente modificado autorizado na Europa - devido a
evidências de seu impacto negativo ao meio ambiente. A autorização para o
cultivo dessa variedade na Europa está para ser reavaliada. O Brasil
autorizou recentemente o plantio comercial do milho MON810.

O milho MON863 - que não tem autorização para ser plantado ou comercializado
no Brasil - vem causando controvérsias desde 2004, quando o jornal francês
Le Monde revelou que ratos alimentados com a variedade apresentaram mudanças
na composição de seu sangue e possíveis danos em órgãos internos. No
entanto, apesar de toda controvérsia científica, a Comissão Européia
permitiu em janeiro de 2006 que o milho transgênico fosse comercializado no
mercado europeu. A decisão foi tomada mesmo com a oposição da maioria dos
estados-membros da União Européia: em setembro de 2004, 14 países votaram
contra a aprovação do milho da Monsanto e apenas cinco apoiaram.

Uma investigação do Greenpeace e estudos independentes posteriores
publicados em março de 2007 mostraram que o fígado e os rins dos ratos
alimentados com o milho MON863 estavam realmente danificados. Os estudos
também revelaram que a Monsanto forneceu dados questionáveis às autoridades
européias em relação ao seu produto.

"É inaceitável que a União Européia coloque os interesses comerciais de
empresas como a Monsanto acima da segurança dos cidadãos europeus. A decisão
austríaca contra a importação desse milho é um sinal forte à Comissão
Européia para que abandone seu apoio cego à transgenia", afirma Vetier.




--
Rosa Petrus
telefax: 21 2285.4292
cel: 21 8665.3637
skype: rosa_petrus



--
luizmeira.com
msn: falecom@...
skype: luizmeiramedico
cel: 19   9612 6029


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#382 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Sáb, 24 de Jan de 2009 7:30 pm
Assunto: Milho
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
janeiro 22, 2009

  Glufosinato de amônio, agrotóxico usado em arroz transgênico da Bayer, tem
os seus dias contados na
Europa<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico-u\
sado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>

[image: Apesar das muitas dúvidas - e algumas certezas - contra o milho
transgênico, a maioria dos ministros do Conselho Nacional de Biossegurança
autorizou o plantio e comercialização no país de variedades geneticamente
modificadas da Monsanto e Bayer. Foto: Greenpeace / Martin Langer]
*Apesar das muitas dúvidas - e algumas certezas - contra o milho
transgênico, a maioria dos ministros do Conselho Nacional de Biossegurança
autorizou o plantio e comercialização no país de variedades geneticamente
modificadas da Monsanto e Bayer. Foto: Greenpeace / Martin Langer*

*O glufosinato de amônio, desenvolvido pela Bayer, já foi contestado pela
ANVISA em 2007*

A Comissão Européia anunciou, na última semana, a nova lei de pesticidas,
que impede a renovação da licença de mercado do agrotóxico glufosinato de
amônio - usado em lavouras de algodão, milho e arroz transgênicos, dentre
outras culturas - em seus países membros. Outros 21 pesticidas também
entraram na lista.

Apesar da boa notícia, a lei só vale para as futuras licenças de uso e suas
renovações. Com isso, algumas substâncias perigosas permanecerão sendo
utilizadas até 2020, colocando em risco populações e o meio ambiente.

A conclusão do corpo de cientistas consultados pela Comissão é de que o
glufosinato apresenta alto nível de toxicidade, considerado impróprio para
uso em lavouras e para consumo humano, mesmo em quantidades mínimas.

O glufosinato é produzido pela Bayer, que também desenvolve transgênicos
resistentes a este tóxico. Um exemplo de transgênico resistente a
glufosinato é o arroz Liberty Link 62, que, no Brasil, aguarda audiência
pública antes de ser votado na CTNBio.

"A CTNBio deve avaliar o arroz transgênico resistente a glufosinato com a
mesma seriedade que levou a Comissão Européia a banir este tóxico. Se for
séria, a CTNBio não aprovará nenhum transgênico resistente a glufosinato de
amônio nos próximos anos", comentou Rafael Cruz, coordenador da campanha de
transgênicos do Greenpeace.

A autoridade de segurança alimentar européia – EFSA lançou, em 2005,
relatório sobre os riscos do glufosinato de amônio ao meio ambiente e à
saúde humana. Dentre as conclusões, há "risco agudo para crianças", "alto
risco para mamíferos" e "alto risco" para a biodiversidade.

Após escândalo de contaminação genética de campos de arroz nos Estados
Unidos, ocorrido em 2006, muitos países fecharam as portas para o arroz
americano. Os prejuízos calculados chegam a mais de um bilhão de dólares.

"O arroz transgênico da Bayer e o glufosinato de amônio são irmãos
inseparáveis – quem gostaria de consumir um arroz modificado geneticamente e
tradado com um produto altamente tóxico?", questionou Jan Van Aken,
coordenador da campanha de agricultura sustentável do Greenpeace.

Atualmente há dois tipos de milho transgênicos desenvolvidos para resistir
ao glufosinato de amônio aprovados no Brasil. Em 2007, a ANVISA recomendou
ao Conselho Nacional de Biossegurança, formado por onze ministros, que mais
estudos sobre os efeitos negativos do glufosinato fossem feitos, antes da
liberação do milho T25 da Bayer. O CNBS não considerou este posicionamento
grave o suficiente para reprovar o milho da Bayer.

Em 2008, o Brasil assumiu a liderança no consumo mundial de agroquímicos,
posição antes ocupada pelos Estados Unidos, segundo estudo da Kleffmann
Group. Das nove variedades agrícolas transgênicas aprovadas pela CTNBio,
seis são resistentes a agrotóxicos.

Nota<http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/agrot-xico-usado-em-\
arroz-tran>do
Greenpeace, envidada por Edinilson Takara, leitor e colaborador do
EcoDebate

[EcoDebate<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxi\
co-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>,
22/01/2009]

*Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate*
Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim
diário, basta que envie um e-mail para *
newsletter_ecodebate-subscribe@googlegroups.com* . O seu e-mail será
incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.
  Sobre o mesmo tema leiam, também:

    - Revista alemã identifica contaminação do mel por transgênicos e
    agrotóxicos, por Henrique
Cortez<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/19/revista-alema-identifica-contamina\
cao-do-mel-por-transgenicos-e-agrotoxicos-por-henrique-cortez/>
    - Novo estudo afirma que resíduos de Roundup em alimentos geneticamente
    modificados podem causar lesões celulares, por Henrique
Cortez<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/12/novo-estudo-afirma-que-residuos-de\
-roundup-em-alimentos-geneticamente-modificados-podem-causar-lesoes-celulares-po\
r-henrique-cortez/>
    - Soja transgênica e agrotóxico causam embargo de 18 propriedades rurais
    em
Goiás<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/12/soja-transgenica-e-agrotoxico-caus\
am-embargo-de-18-propriedades-rurais-em-goias/>
    - Ibama: Fazenda no Piauí é multada em R$ 1 milhão por depósito de
    embalagens de
agrotóxicos<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/24/ibama-fazenda-no-piaui-e-mul\
tada-em-r-1-milhao-por-deposito-de-embalagens-de-agrotoxicos/>
    - Livro compara regulação de transgênicos no Brasil e na União Européia.
    Entrevista com Gilles Ferment,
biólogo<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/24/livro-compara-regulacao-de-trans\
genicos-no-brasil-e-na-uniao-europeia-entrevista-com-gilles-ferment-biologo/>
    - Estudo conclui que pesticidas podem afetar a fertilidade feminina, por
    Henrique
Cortez<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/20/estudo-conclui-que-pesticidas-pode\
m-afetar-a-fertilidade-feminina-por-henrique-cortez/>
    - Pesquisadores confirmam a contaminação transgênica do milho no
México<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/20/pesquisadores-confirmam-a-contami\
nacao-transgenica-do-milho-no-mexico/>
    - O mundo segundo a Monsanto, artigo de Ivo
Lesbaupin<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/19/o-mundo-segundo-a-monsanto-arti\
go-de-ivo-lesbaupin/>
    - México, o berço do milho contaminado por
OGMs<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/17/mexico-o-berco-do-milho-contaminado-\
por-ogms/>
    - Justiça obriga Shell e Basf a pagar plano de saúde vitalício para
    trabalhadores expostos à contaminação por agrotóxicos em
Paulínia<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/16/justica-obriga-shell-e-basf-a-p\
agar-plano-de-saude-vitalicio-para-trabalhadores-expostos-a-contaminacao-por-agr\
otoxicos-em-paulinia/>

  From: Rosa Petrus <rosapetrus@...>
Date: 2009/1/24
Subject: Glufosinato de amônio, agrotóxico usado em arroz transgênico da
Bayer, tem os seus dias contados na Europa | Portal EcoDebate – Enviado
usando a Barra de Ferramentas Google
To: Luiz <luizmeiramedico@...>, Rosa Petrus <rosapetrus@...>


Outro site legal...

Glufosinato de amônio, agrotóxico usado em arroz transgênico da Bayer, tem
os seus dias contados na Europa | Portal
EcoDebate<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxic\
o-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>


    - Home <http://www.ecodebate.com.br/>
    - Boletim Diário <http://www.ecodebate.com.br/boletim-diario/>
    - EcoDebate <http://www.ecodebate.com.br/sobre/>
    - Equipe <http://www.ecodebate.com.br/equipe/>
    - Estatísticas <http://www.ecodebate.com.br/estat/>
    - Projetos <http://www.ecodebate.com.br/projetos/>
    - Regras <http://www.ecodebate.com.br/regras/>
    - Revista Cidadania e Meio
Ambiente<http://www.ecodebate.com.br/revista-cidadania-e-meio-ambiente/>

   Portal EcoDebate <http://www.ecodebate.com.br/> Cidadania e Meio Ambiente
      Copyleft
    <http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt>
    Translator
   [image: Português
flag]<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico-us\
ado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>
[image:
English
flag]<http://www.ecodebate.com.br/en/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico\
-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>
[image:
Alemâo
flag]<http://www.ecodebate.com.br/de/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico\
-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>
[image:
Francês
flag]<http://www.ecodebate.com.br/fr/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico\
-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>
[image:
Espanhol
flag]<http://www.ecodebate.com.br/es/2009/01/22/glufosinato-de-amonio-agrotoxico\
-usado-em-arroz-transgenico-da-bayer-tem-os-seus-dias-contados-na-europa/>
By
N2H <http://www.nothing2hide.net/>
    Meta

    - Login <http://www.ecodebate.com.br/wp-login.php>
    - Posts RSS <http://www.ecodebate.com.br/feed/>
    - RSS dos comentários <http://www.ecodebate.com.br/comments/feed/>
    - WordPress.org <http://wordpress.org/>

    Páginas

    - Boletim Diário <http://www.ecodebate.com.br/boletim-diario/>
    - EcoDebate <http://www.ecodebate.com.br/sobre/>
    - Equipe <http://www.ecodebate.com.br/equipe/>
    - Estatísticas <http://www.ecodebate.com.br/estat/>
    - Projetos <http://www.ecodebate.com.br/projetos/>
    - Regras <http://www.ecodebate.com.br/regras/>
    - Revista Cidadania e Meio
Ambiente<http://www.ecodebate.com.br/revista-cidadania-e-meio-ambiente/>

    Categorias

    - Artigo <http://www.ecodebate.com.br/categoria/art/>
    - Editorial <http://www.ecodebate.com.br/categoria/edt/>
    - Notícia <http://www.ecodebate.com.br/categoria/not/>

    Arquivos
   Selecionar o mês janeiro 2009  dezembro 2008  novembro 2008  outubro
2008 setembro 2008 agosto 2008 julho 2008 junho 2008 maio 2008 abril
2008 março 2008 fevereiro 2008 janeiro 2008 dezembro 2007 novembro
2007 outubro 2007 setembro 2007 agosto 2007 julho 2007 junho 2007 maio
2007 abril 2007 março 2007 fevereiro 2007 janeiro 2007 dezembro 2006
novembro 2006 outubro 2006 setembro 2006 agosto 2006 julho 2006 junho
2006 maio 2006 abril 2006 março 2006 fevereiro 2006 janeiro 2006
dezembro 2005 novembro 2005 outubro 2005 setembro 2005 agosto 2005
julho 2005
   Calendário
   janeiro 2009  S T Q Q S S D   « dez <http://www.ecodebate.com.br/2008/12/>
        123 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/03/> 4
5<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/05/>
6 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/06/>
7<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/07/>
8 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/08/>
9<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/09/>
10 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/10/> 11
12<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/12/>
13 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/13/>
14<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/14/>
15 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/15/>
16<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/16/>
17 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/17/> 18
19<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/19/>
20 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/20/>
21<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/21/>
22 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/22/>
23<http://www.ecodebate.com.br/2009/01/23/>
24 <http://www.ecodebate.com.br/2009/01/24/> 25  262728293031
    Lista de Links

    - ABRAMPA Associação Brasileira do Ministério Público de Meio
Ambiente<http://www.abrampa.org.br/default.asp>
    - Adital Agência de Informação Frei Tito para a América
Latina<http://www.adital.com.br/>
    - Agência Brasil <http://www.agenciabrasil.gov.br/>
    - Ambiente Acreano <http://ambienteacreano.blogspot.com/>
    - Blog do Baixo SF <http://baixosaofrancisco.blogspot.com/>
    - Blog do Nelson Tembra <http://nelsontembra.blogspot.com/>
    - Blog do Sakamoto <http://blogdosakamoto.blig.ig.com.br/>
    - Blog EcoDebate <http://blog.ecodebate.com.br/>
    - Blog Furo, de Rogério Almeida <http://rogerioalmeidafuro.blogspot.com/>
    - Blog Telma Monteiro <http://telmadmonteiro.blogspot.com/>
    - Câmara de Cultura <http://www.camaradecultura.org/>
    - CPT - Comissão Pastoral da Terra <http://www.cptnac.com.br/>
    - Eco-Cidadania Ativa <http://eco-cidadania.blogspot.com/>
    - Environmental Research Foundation <http://rachel.org/>
    - Henrique Cortez Weblog <http://henriquecortez.wordpress.com/>
    - MAB - Movimento dos Atingidos por
Barragens<http://www.mabnacional.org.br/>
    - MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem
Terra<http://www.mst.org.br/mst/home.php>
    - Natura Terra <http://www.naturaterra.com.br/>
    - Ondas3, Portugal <http://ondas3.blogs.sapo.pt/>
    - Panorama Ecologia <http://panoramaecologia.blogspot.com/>
    - Velho Chico VIVO <http://velhochicovivo.blogspot.com/>


luizmeira.com
msn: falecom@...
   skype: luizmeiramedico
021  2285 4292   -  021  8729 3038
019  3342 9616   -  019  8821 4523


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#385 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Sex, 20 de Mar de 2009 10:55 am
Assunto: Milho
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
milho transgénico em circulação causa dano à saúde  Quarta, 2007-03-14 13:17
— Gualter Baptista

Foi apresentada pela primeira vez prova científica irrefutável do impacto na
saúde de milho transgénico. Trata-se da variedade MON 863(1), produzida pela
Monsanto (a maior multinacional de sementes transgénicas do mundo) e que foi
objecto de estudo toxicológico pela própria empresa. Num artigo(2) publicado
ontem numa revista científica prestigiada são apresentados os resultados,
dramáticos, da análise detalhada desse estudo: há alterações de crescimento
e grave prejuízo para a função hepática e renal (fígado e rim) dos animais
de laboratório que consumiram tal milho(3).

Ainda mais grave é o facto de que o milho MON 863 está actualmente em
circulação na União Europeia(4), e que o estudo original da Monsanto (com
mais de mil páginas) foi divulgado antes daaprovação europeia ter sido
atribuída. Mas a Autoridade Europeia deSegurança Alimentar (AESA) não fez
uma avaliação detalhada do trabalho, assumindo que as conclusões
apresentadas pela empresa (deque o milho era inócuo) eram coerentes com os
dados obtidos.

Face aos resultados agora publicados o governo português, através da
autoridade competente sediada no Ministério do Ambiente, tem
obrigatoriamente de assumir as suas responsabilidades na área da protecção
da saúde pública e tomar as seguintes medidas:

- proibir desde já a circulação de milho MON 863 em todo o território
nacional, mesmo aquele que já esteja processado, embalado ou pronto a
vender;

- notificar a Comissão Europeia para que estas medidas de emergência sejam
tomadas a nível de toda a União Europeia;

- solicitar com carácter de urgência a reavaliação imediata das restantes
variedades de transgénicos já autorizadas para a União Europeia.

Gualter Baptista, da Plataforma Transgénicos Fora do Prato, lembra: "Isto é
o golpe final na credibilidade do sistema europeu de autorizações. Se uma
empresa pode dizer que está tudo bem com o seu transgénico e ninguém na AESA
se dá ao trabalho de ir verificar, que outras variedades já aprovadas não
terão
idênticos impactos na saúde ou no ambiente? Agora todos os transgénicos têm
de ser considerados culpados até haver provas independentes de que são
realmente inocentes."

---
(1) O milho MON 863 produz um insecticida nos seus tecidos (o Cry3Bb1
modificado) que mata insectos coleópteros. Nos Estados Unidos este milho
transgénico está classificado como planta pesticida visto
que todas as suas células são tóxicas para os insectos - um hectare deste
milho contém cerca de um quilo de substâncias venenosas.

(2) O artigo intitula-se "New analysis of a rat feeding study with a
genetically modified corn reveals signs of hepatorenal toxicity", é da
autoria dos cientistas franceses Séralini, Cellier e Vendemois e está
publicado na revista científica americana Archives of Environmental
Contamination and Toxicology. O professor Séralini, da
universidade francesa de Caen, pertence ao comité de biossegurança do
governo francês.

(3) A análise dos dados da Monsanto apresentada neste estudo revela um
aumento de até 40% dos triglicerídeos do sangue em ratos fêmea e uma redução
de até 30% do fósforo e sódio na urina
de ratos macho. Também se detectaram alterações no peso dos animais: os
machos cresceram menos que os animais de controle, e as fêmeas cresceram
mais. Estes valores são estatisticamente significativos e estão directamente
relacionados com o consumo do milho transgénico. O estudo durou apenas 90
dias - não existem
dados sobre efeitos de longo prazo - e não permite saber porque é que o
facto de o milho ser transgénico induziu estes danos nos animais de
laboratório.

(4) O milho MON 863 foi aprovado (para toda a União Europeia) a 8 de Agosto
de 2005 e ao abrigo da Directiva 2001/18 para importação e utilização em
rações, e a 13 de Janeiro de 2006 e ao abrigo do Regulamento 1829/2003 para
alimentação humana.


*Para mais informações:
Gualter Baptista (91 909 0807) ou Margarida Silva (91 730 1025)

A Plataforma Transgénicos Fora é uma estrutura integrada por onze entidades
não-governamentais da área do ambiente e agricultura (ARP, Aliança para a
Defesa do Mundo Rural Português; ATTAC, Associação para a Taxação das
Transacções Financeiras para a Ajuda ao Cidadão; CNA, Confederação Nacional
da Agricultura; Colher para Semear, Rede Portuguesa de Variedades
Tradicionais; FAPAS, Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens; GAIA,
Grupo de Acção e Intervenção Ambiental; GEOTA, Grupo de Estudos de
Ordenamento do Território e Ambiente; LPN, Liga para a Protecção da
Natureza; MPI, Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente;
QUERCUS, Associação Nacional de Conservação da Natureza; e SALVA, Associação
de Produtores em Agricultura Biológica do Sul) e apoiada por dezenas de
outras. Para mais informações contactar info@... ou www.stopogm.net

Mais de 10 mil cidadãos portugueses reiteraram já por escrito a sua oposição
aos transgénicos.*

    - Transgénicos <http://www.gaia.org.pt/taxonomy/term/38>
    - Notícias do GAIA <http://www.gaia.org.pt/taxonomy/term/68>
    - Transgénicos <http://www.gaia.org.pt/taxonomy/term/6>
    - Nacional <http://www.gaia.org.pt/taxonomy/term/61>

   Comentários Quarta, 2007-04-18 18:38 — Gualter Baptista Resposta da
Monsanto? <http://www.gaia.org.pt/node/1476#comment-441> A Monsanto não deu
grande resposta, nem mesmo a nível internacional. O que deixo a seguir é a
resposta do lobby pró-transgénico do CiB, financiado pela Monsanto e que
acaba por ser, de facto, a voz da indústria. Uma nota também para o
parágrafo da Monsanto espanhola, que diz tratar-se de um estudo antigo. É
mentira e revela uma falta de informação desta fonte. Este estudo foi
recentemente aprovado para publicação através do processo normal de
aprovação em revistas científicas com revisão - o que não só rebate o
argumento de tratar-se de informação antiga, como também deita por terra a
afirmação do Pedro Fevereiro de que se trata de laboratórios obscuros ou de
estudo sem validade. Transgénicos: Dados são «mentira requentada», diz
perito (Fonte: Diário Digital) O especialista em biotecnologia Pedro
Fevereiro classificou as «provas científicas irrefutáveis» sobre o impacto
negativo do milho transgénico MON 863 hoje divulgadas como uma «mentira
requentada» destinada a assustar a opinião pública. A multinacional
Monsanto, que produz esta variedade de organismo geneticamente modificado
(OGM), refutou também as conclusões do estudo, frisando que o MON 863 foi
considerado seguro para a saúde humana e para o ambiente pelas autoridades
europeias e submetido a vários testes de toxicidade. A Plataforma
Transgénicos Fora do Prato alertou hoje para «provas científicas
irrefutáveis» sobre o impacto negativo milho transgénico MON 863 baseando-se
num estudo de especialistas franceses que será publicado na revista
científica Archives of Environmental Contamination and Toxicology. «O estudo
prova que há alterações de crescimento e grave prejuízo para a função
hepática e renal (fígado e rim) dos animais de laboratório que consumiram
tal milho», afirmou à agência Lusa Gualter Baptista, daquela Plataforma. Mas
para Pedro Fevereiro, Director do Laboratório de Biotecnologia de Células
Vegetais e Presidente do Centro de Informação de Biotecnologia, a notícia
«não passa de uma farsa». O especialista considerou que o autor, Gilles
Eric-Séralini, pertence a um laboratório «obscuro», manifestando dúvidas em
«estabelecer a credibilidade» dos artigos que assina. O responsável do CIB,
que é também membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida,
acrescenta que não foram produzidos quaisquer dados novos sobre este assunto
e que não foram encontradas quaisquer evidências de que esta variedade tenha
tido qualquer efeito tóxico. «A questão reporta-se a um processo de
avaliação elaborado pela Monsanto em 2002, tendo Gilles-Eric Séralini,
activista francês anti-transgénicos, mantido uma controvérsia relativamente
aos métodos de análise estatística utilizados para avaliar os resultados dos
ensaios (que não repudia) efectuados com alimentação em ratos durante 90
dias». «Esta não-notícia é apenas mais uma mentira requentada para assustar
a opinião pública relativamente ao uso da agro-biotecnologia», criticou o
investigador. Fonte da Monsanto Espanha contactada pela Agência Lusa
confirmou que a questão é relativa a uma notícia antiga sobre a qual a
empresa já tinha expresso a sua opinião. Na altura, a Monsanto afirmou ter
fornecido todas as informações exigidas pela Autoridade Europeia de
Segurança Alimentar (EFSA) antes de receber um parecer científico favorável
para o MON 863 Yeldgard. A mesma fonte acrescentou que esta variedade de OGM
está a ser comercializada nos Estados Unidos e Canadá desde 2003 e que já
foi aprovada para importação e uso alimentar noutros países como Japão,
Coreia, Filipinas, Austrália, China, Rússia e União Europeia. A Monsanto
encomendou um estudo independente sobre os problemas relacionados com
anomalias verificadas em ratos alimentados com milho transgénico. «Todos os
especialistas concluíram que a diminuição verificada no peso dos rins dos
ratos não é significativa do ponto de vista biológico e que os peso está
dentro dos parâmetros normais de rins dos ratos», adiantou a fonte da
Monsanto. Segundo o mesmo responsável, dois especialistas em patologia
animal, um dos quais perito em patologias de rins de ratos, concluíram não
haver evidências de que o MON 863 induziria alterações nestes órgãos e que
descobertas semelhantes aconteceram em ratos alimentados com milho
convencional. Gualter Barbas Baptista























































luizmeira.com
msn: falecom@...
   skype: luizmeiramedico
021  2285 4292   -  021  8729 3038
019  3342 9616   -  019  9612 6029


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#386 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 9 de Abr de 2009 11:21 am
Assunto: Alerta do Google - transgênico
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados participantes,

Lembro a possibilidade de utilizar o serviço de alerta do Google sobre algum
tema.
Aqui avisou sobre notícias com transgênicos:



Alerta do Google de notícias sobre: *transgênico*
  Agricultores americanos tentam voltar para a soja
convencional<http://www.biodiversidadla.org/content/view/full/48421>
Biodiversidad en América Latina - Marcos Paz,Buenos Aires,Argentina
Os motivos do recente interesse pela soja convencional incluem o preço baixo
da commodity, prêmios atrativos pelo produto não *transgênico* e preços da *
...*
  Veja todos os artigos sobre este
tópico<http://news.google.com/news?hl=pt-BR&ncl=http://www.biodiversidadla.org/c\
ontent/view/full/48421>
Cepea/USP analisa impacto do milho
*transgênico* no
país<http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1698625-1935,00.htm\
l>
Globo Rural - São Paulo,SP,Brazil
Os pesquisadores ressaltam que, em nível mundial, ainda está em discussão a
obrigatoriedade de os países segregarem e identificarem as cargas *
transgênicas* *...*
  Veja todos os artigos sobre este
tópico<http://news.google.com/news?hl=pt-BR&ncl=http://revistagloborural.globo.c\
om/GloboRural/0,6993,EEC1698625-1935,00.html>

------------------------------

Remover<http://www.google.com.br/alerts/remove?s=EAAAAPmVLDxKChV8ZGzYhJ0ThWc&hl=\
pt-BR&gl=br>este
alerta.
Criar <http://www.google.com.br/alerts?hl=pt-BR&gl=br> outro alerta.
Gerenciar <http://www.google.com.br/alerts/manage?hl=pt-BR&gl=br> seus
alertas.
luizmeira.com


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#387 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 30 de Abr de 2009 7:49 am
Assunto: contaminação de soja convencional
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Aí pessoal,

O que estava previsto agora é documentado:

*Transgênico* contamina soja e causa prejuízo no
Paraná<http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=83461>
Fatima News - Fatima do Sul,Brazil
Os indícios de transgenia em lavouras de soja convencional estão trazendo
prejuízos aos produtores em algumas regiões do Brasil. *...

*luizmeira.com
021  2285 4292  -  021  8729 3038
   msn: falecom@...
019  3342 9616  -  019  9612 6029


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#388 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Dom, 10 de Mai de 2009 5:43 am
Assunto: Re: Milho - contaminação
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
>
> Agora está acontecendo com o Milho o mesmo que aconteceu com a soja e o
> algodão.
>
> luizmeira
>
>


> Brasil não tem controle de safras transgênicas Clique aqui para
ler<http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/09/sinopse+de+imprensa+brasi\
l+nao+tem+controle+de+safras+transgenicas+6035024.html>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#389 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Dom, 10 de Mai de 2009 3:55 pm
Assunto: Milho - contaminação
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Repetindo ... dada a importância

deu na folha de s.paulo País perde controle dos
transgênicos<http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/05/10/pais-perde-con\
trole-dos-transgenicos-184695.asp>

De *Agnaldo Brito*:

A primeira safra de milho geneticamente modificado no Brasil ampliará o
descontrole do país em relação ao controverso uso desse tipo de produto na
indústria de alimentos.

Além de já representar uma ameaça de contaminação a produtores de variedades
não transgênicas, o milho transgênico deverá contaminar milhões de toneladas
do grão convencional devido à decisão dos produtores de não separar os dois
tipos de cultivo.

A reportagem da Folha visitou regiões produtoras no interior do Paraná e
ouviu de produtores e cooperativas que não existe estrutura suficiente para
colheita, transporte e armazenagem da produção transgênica separada da
convencional.

A Lei de Biossegurança não exige a separação da produção, mas é clara ao
exigir a fiscalização de todos esses processos, o que não ocorre.

Responsável por esse controle, o Ministério da Agricultura diz que ele é
realizado, embora os produtores neguem.

Edmundo Klotz, presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da
Alimentação), afirma que a indústria está sendo obrigada a controles de
matéria-prima que não são de responsabilidade dela.
A falta de controle confronta o direito dos consumidores de saber o que
consomem e pode dificultar as exportações de produtos agrícolas e pecuários.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#390 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Seg, 18 de Mai de 2009 7:36 pm
Assunto: 7 pecados
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Os 7 pecados capitais dos
*transgênicos*<http://www.guiadigital.info/index.php?not=1&pesq_not=1&mostra=820\
8>
Guia Digital - Panambi,RS,Brazil
  Os 7 pecados capitais dos transgênicos Data:18/05/2009 - 09:11
Cidade:Regional
**

  Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a
biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial
e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU.

*1. Contaminação genética*
Agricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já
sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação
é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde
tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação,
agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como
convencionais e/ou orgânicas.

*2. Ameaça à biodiversidade
*A contaminação genética pode ter também um efeito devastador na
biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados
na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo
cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem
afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações,
conforme indicam estudos científicos - como no caso das borboletas monarcas,
que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também
atingidas.

*3. Dependência dos agricultores*
A empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do
mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores
fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito
usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com
essa venda casada - semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é
resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente
dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas.

Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos
- principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade
intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O
agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo
sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser
processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação
genética de uma outra transgênica - e ele não tiver como provar isso.

*4. Baixa produtividade*
Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise
alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já
se mostraram pouco competitivos economicamente e recentes estudos promovidos
por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até
15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados
das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não
foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos
agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas.

Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que
os cultivos convencionais ou orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo
prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento
significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida
usado em plantações transgênicas.

*5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)*
O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os
fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1%
ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de
óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto - e mesmo assim só
depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há
milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que
chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias
geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito
ao consumidor.

O caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a
serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que
passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo,
atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os
transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor
usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo,
no entanto, esse uso excessivo provoca problemas no solo, nos trabalhadores
e promove o surgimento de pragas resistentes ao herbicida, exigindo mais e
mais aplicações.

*7. Ameaça à saúde humana*
Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos
para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as
empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse
sentido - e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns
estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos
internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863
da Monsanto.

E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da
variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como
no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como
esses levaram alguns países, como a Áustria, a proibírem a importação e
comercialização desses produtos.

No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica
Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de
transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam
grande resistência em outros países, como no caso do milho MON810, da
Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil.

Fonte: Greenpeace Brasil


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#391 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 9 de Jul de 2009 2:18 am
Assunto: Ministério da Agricultura pode recolher cartilha sobre orgânicos
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
estou divulgando em comunidades do orkut e em blogs, aliás, a cartilha é
muito boa!

Vera F.
Date: 08/07/2009 15:23
Subject: Ministério da Agricultura pode recolher cartilha sobre orgânicos
To:

A cartilha dos organicos, está por ser recolhida pois a Monsanto moveu uma
ação contra o Ministério alegando sobre o texto da pagina 07. Estamos
pedindo que as entidades solicitem as mesmas pois assim distribuiremos
  antes da possível modificação da pagina 7, que se refere aos trangênicos.
BRASÍLIA – TRANSGÊNICOS
Ministério da Agricultura pode recolher cartilha sobre orgânicos


Depois de publicar uma cartilha explicando o que são os produtos agrícolas
orgânicos e suas vantagens, o Ministério da Agricultura poderá mandar
recolher o material. Contudo, não há incorreção nos 620 mil exemplares da
primeira edição.


Produtor diante de transgênico (mapa)
A razão, de acordo com a interpretação de entidades que acompanham a
questão, é que os setores do Ministério mais ligados ao agronegócio não
ficaram contentes com informações na cartilha.
Ilustrada pelo famoso cartunista Ziraldo, o texto diz claramente que os
agrotóxicos são perigosos à saúde e que os transgênicos colocam em risco a
agrobiodiversidade.

Os rumores são de que a Câmara Temática de Insumos Agropecuários do
Ministério não aceitou a publicação, poderá mandar recolher a fim de
suprimir estas informações.

A cartilha ainda está online no site do Ministério, conforme informou o
boletim da Campanha por um Brasil Livre de Transgênicos. Pode ser lida no
endereçohttp: //www.agricultura. gov.br/images/ MAPA/arquivos_ portal/ACS/
cartilha_
ziraldo.pdf<http://www.agricultura.gov.br/images/MAPA/arquivos_portal/ACS/cartil\
ha_ziraldo.pdf>
e
se chama “Produtos orgânicos – O Olho do Consumidor”. (pulsar)

Abraços
joao rockett
Permacultor - Pdc
Consultor em designer em sistemas sustentáveis
rockett@...<http://br.mc508.mail.yahoo.com/mc/compose?to=rockett@ipep.or\
g.br>

53 - 99539921
51- 99149906










>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#392 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Sáb, 21 de Nov de 2009 12:16 am
Assunto: Milho
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Assim como a Soja estocada em silos, o Milho convencional é misturado com o
transgênico durante a distribuição.

Lembrar dos subprodutos:
Maizena, fubá, flocos, óleo.
Amido de milho adicionado a alimentos diversos e a medicamentos
(comprimidos)

Rastreabilidade dos orgânicos poderia indicar possibilidade de contaminação
dos polens em culturas vizinhas ou carreadas por insetos.

Abrange
(citados no final da  matéria) Associação de produtores não-transgênicos
Oxalá promovam o bem-estar de muitos!
Luiz Meira




---------- Forwarded message ----------
From: Cláudio Lima <claudiolimaterapeuta@...>

Metade do milho brasileiro pode ser transgênico em 2010

Consultoria Céleres estima que uso de sementes geneticamente modificadas
ultrapassará 50% já no próximo ano

Herton Escobar, de O Estado de S. Paulo

*SÃO PAULO *- O milho que vai brotar no Brasil em 2010 terá algo de
diferente. Especialmente para as lagartas. A expectativa é que mais da
metade das plantas já serão geneticamente modificadas, com um gene embutido
em seu DNA que as tornará resistentes ao ataque desses insetos. A safra de
verão, que está sendo plantada agora, deverá ser 30% transgênica e a
próxima, de inverno, 53%, segundo estimativas da consultoria Céleres.

Na safra anterior – primeira em que o milho transgênico pôde ser plantado
legalmente no Brasil – a taxa de adoção foi de 19%. "A velocidade com que
essa tecnologia está sendo adotada é surpreendente", avalia o economista
José Maria da Silveira, professor da Universidade Estadual de Campinas e
membro do Conselho de Informações sobre Biotecnologia, ONG ligada ao
agronegócio.

"Quem plantou uma vez vai plantar de novo", diz o agricultor João Carlos
Werlang, presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de
Milho (Abramilho). Ele mesmo conta que plantou 40 hectares com transgênicos
na safra passada, "só para experimentar". Este ano, vai plantar 250 hectares
– a fazenda inteira. "O rendimento foi muito melhor do que com o milho
convencional", afirma Werlang. "E o manejo é muito mais simples. Dá uma
tranquilidade danada."

Onze tipos de milho transgênico já foram aprovados pela Comissão Técnica
Nacional de Biossegurança (CTNBio) desde 2007, mas só um tinha sementes
disponíveis no mercado para a safra passada: o MON 810, da empresa Monsanto.
Ele traz em seu DNA um gene da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt),
responsável pela síntese de uma proteína que é tóxica para certos tipos de
lagarta que atacam a lavoura – porém inofensiva para o homem e outros
animais. Assim, a planta produz seu próprio inseticida orgânico. Quando a
larva tenta se alimentar do milho, ela morre, reduzindo a necessidade de
pesticidas químicos.

"A semente transgênica é mais cara, mas acaba compensando porque você usa
menos inseticida", diz Werlang, cuja fazenda fica nos arredores de Brasília.
A média na região, segundo ele, é de seis a oito aplicações de inseticida
por plantio. Com o milho transgênico, ele acha que pode chegar a zero. "No
ano passado eu fiz uma aplicação só por desencargo de consciência, mas nem
precisava. O transgênico daria conta sozinho."

Outros dois milhos transgênicos estão disponíveis para esta safra: o Bt 11,
da Syngenta, e o Herculex, da DuPont/Dow. Também foi aprovado recentemente o
milho Bt11xGA21, da Syngenta, o primeiro que combina dois genes em uma mesma
planta: um de resistência a lagartas e outro, de tolerância ao herbicida
glifosato. Isso permite que o produto seja aplicado sobre toda a lavoura
para o controle de ervas daninhas, sem prejudicar o milho.

Nos Estados Unidos, 85% do milho plantado já é transgênico, com várias
combinações de genes. Na Argentina, 60%.

No caso da soja, a previsão da Céleres é de que a porção de transgênicos na
produção brasileira aumente de 65% na safra passada para 71%, na safra
2009-10. A soja transgênica é plantada legalmente no País desde 2003 e
ilegalmente, desde o fim da década de 90, com sementes inicialmente
contrabandeadas da Argentina.

A única tecnologia disponível é a Roundup Ready (RR), da Monsanto, cuja
liberação comercial no País foi bloqueada durante cinco anos – entre 1998 e
2003 –, por causa de ações judiciais movidas por organizações ambientalistas
e de defesa do consumidor. Outras quatro variedades estão sendo avaliadas
pela CTNBio, incluindo uma desenvolvida em parceria pela Embrapa e a Basf.

A soja RR tem o gene de uma bactéria que a torna resistente ao glifosato. No
Rio Grande do Sul, onde o problema com ervas daninhas é mais grave, a adesão
aos transgênicos é de quase 100%. Já em Mato Grosso, a soja convencional
ainda é a mais plantada. A parcela de transgênicos no Estado foi de 42% na
safra passada e poderá chegar a 48% neste ano, segundo o Instituto
Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A preferência deve-se a dois fatores, segundo o diretor executivo da
Associação dos Produtores de Soja do Estado de Mato Grosso (Aprosoja),
Marcelo Monteiro. Um é a falta de variedades transgênicas bem adaptadas ao
clima do Estado, onde a soja convencional é extremamente produtiva. Outro é
a estratégia comercial de algumas empresas de produzir soja convencional
para suprir nichos de mercado na Europa.

É o caso do Grupo André Maggi, que "reservou" uma rota de escoamento e uma
região inteira no oeste do Estado só para a produção de soja convencional. A
empresa faz parte da recém-criada Associação Brasileira dos Produtores de
Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange). "Não somos contra a
tecnologia de forma alguma, desde que se respeite o direito do produtor de
plantar o que quiser e o do consumidor, de comprar o que quiser", diz o
engenheiro agrônomo Ivan Paghi, diretor técnico da Abrange.

--
Um grande abraço,

Cláudio Lima  - Terapeuta Naturalista
+15 9137-9908
www.reformadesaude.org


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#393 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qua, 16 de Dez de 2009 11:42 am
Assunto: Precaução com os transgênicos (diretora do Sindicato dos Nutricionistas do Estado de SP-Madalenea Vallinoti)
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
O link abaixo dá acesso ao artigo da diretora do Sindicato dos
Nutricionistas do Estado de São Paulo, Madalanea Vallinoti, publicado no
Jornal da Tarde (do grupo Estado), alertando para os riscos dos alimentos
transgênicos.


Atalho para:
http://www.mkt2.tecnologia.ws/sistema/diary_EditE.asp?mode=editcliente&retornoma\
il=yes&view_date=14/12/2009&id=58255&artista=109&categoria=2&descart=ABRANGE

Abs,

Alex Branco

Comunicação - Abrange


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#394 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Sex, 18 de Dez de 2009 1:06 pm
Assunto: Danos à saúde por 3 milhos OGMs da Monsanto
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
*Pesquisa mostra danos à saúde por 3 milhos OGMs da Monsanto*

Reportagem do jornal Le Monde de 14 de
dezembro<http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/12/11/une-etude-prouve-la-no\
civite-pour-l-organisme-de-trois-mais-monsanto_1279552_3244.html>
:
  Um estudo publicado na revista International *Journal of Biological
Sciences* mostra a toxicidade de 3 milhos transgênicos da Monsanto,
anunciado em 11 de dezembro pelo Comitê de pesquisa e informação
independente sobre engenharia genética (Criigen, em Caen, na França).

"Nós provamos pela 1ª vez ao mundo que estes OGM não são saudáveis, nem
suficientemente corretos para serem comercializados. […] Os rins e o fígado
são os principais órgãos que reagiram de uma intoxicação alimentar química,
que apresentaram problemas causados pelo 3 OGM, declarou Gilles-Eric
Séralini, membro especialista da Comissão para a Reavaliação das
Biotecnologias, criada em 2008 pela União Européia.
Universitários de Caen e Rouen e pesquisadores do Criigen se basearam em
relatórios fornecidos pela Monsanto às autoridades sanitárias para obter o
"sinal verde" para a comercialização, mas eles obtiveram conclusões
diferentes depois de novos cálculos estatísticos. De acordo com Séralini, as
autoridades sanitárias se basearam na leitura das conclusões apresentadas
pela Monsanto e não no conjunto dos números. Os pesquisadores puderam
conseguir os documentos na íntegra após uma ação judicial.
"Os testes da Monsanto, realizados em 90 dias, não são longos o bastante
para poder afirmar se provocam ou não doenças crônicas. É por isso que nós
precisamos de teste com no mínimo 2 anos", disse um pesquisador. Os
cientistas pedem, em consequência, a "forte proibição" da importação e do
plantio desses OGM.
Estes 3 OGM, o MON810, MON863 e o NK603, "são aprovados para consumo animal
ehumano na União Européia e nos Estados Unidos principalmente. Na União
Européia, somente o MON810 é cultivado em alguns países (sobretudo na
Espanha), os outros são importadores", esclarece. Uma reunião dos ministros
  da União Européia está prevista para avaliar o MON810 e NK603.
<http://4.bp.blogspot.com/_ebjuuK-wOrc/SygnZnyi0SI/AAAAAAAAAtM/R5atahEdG10/s1600\
-h/europa.png>

Fonte: Le
Monde<http://www.lemonde.fr/planete/article/2009/12/11/une-etude-prouve-la-nociv\
ite-pour-l-organisme-de-trois-mais-monsanto_1279552_3244.html>


--
Um grande abraço,

Cláudio Lima  - Terapeuta Naturalista
+15 9137 9908
www.reformadesaude.org

Shalom!


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#395 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Seg, 5 de Abr de 2010 2:49 pm
Assunto: Re: Comunicado jeffrey smith no Roda Viva
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Oi Viviane,

Obrigado pela lembrança.

Grande abraço
luizmeira.com
21  2285 4292
19  9612 6029


Em 5 de abril de 2010 10:23, vivianemalves <vivianemalves@...>escreveu:

>
>
>
> *Mensagem original*
> *De:* Sítio A Boa Terra < aboaterra@... >
> *Para:* Viviane Moraes Alves < vivianemalves@... >
> *Assunto:* Comunicado
> *Enviada:* 05/04/2010 07:34
>
>
>
> Prezado(a) Viviane Moraes Alves
>
> **
>     segunda-feira, 5 de abril de 2010
>
> Comunicamos que Jeffrey M. Smith, autor do livro "Roleta Genética - riscos
> documentados dos alimentos transgênicos" será entrevistado na Roda Viva,
> hoje, 5 de abril, às 22:30 hs na Tv Cultura e TVE Brasil.
>
> *Joop Stoltenborg*
>    Para tirar o seu nome da lista CLIQUE
AQUI<http://www.aboaterra.com.br/newsletter/remove.asp?id=4188&pass=d4rove>
> !
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#396 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qua, 9 de Jun de 2010 11:54 am
Assunto: Eucalipto
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Empresa papeleira quer plantar floresta de eucaliptos transgênicos

DA ASSOCIATED PRESS

Uma empresa papeleira americana planeja plantar florestas de
eucaliptos geneticamente modificados em sete Estados do Sul do país.

ArborGen, uma empresa de biotecnologia associada a três grandes
produtoras de papel, obteve mês passado aprovação do Departamento de
Agricultura dos EUA para testes de campo envolvendo o plantio de 250
mil árvores em 29 locais nos próximos anos.

Teste de campo com árvores transgênicas já haviam sido realizados em
alguns Estados americanos, mas em escala muito menor.

Eucaliptos australianos crescem mais rápido que árvores nativa
norte-americanas e produzem polpa de alta qualidade adequada para a
produção de papel. Mas até agora esses eucaliptos foram capazes de se
desenvolver assim somente em climas quentes.

Agora a ArborGen alterou geneticamente as árvores para resistirem
baixas temperaturas. A ideia é testar em quais temperaturas essas
árvores e florestas podem prosperar.

Os locais de teste devem cobrir uma área total de 121 hectares nos
Estados da Flórida, Carolina do Sul, Texas, Alabama, Mississippi,
Geórgia e Louisiana.

Embora plantações de milho e soja transgênicos tenham se tornado
comuns, o experimento da ArborGen é o primeiro utilizando árvores em
tão grande escala nos EUA.

A empresa afirma que florestas de eucaliptos vigorosos e com baixo
tempo de crescimento poderia resultar em maior produção em menor área,
permitindo a conservação de florestas naturais em outras áreas.

Mas críticos dizem que, apesar da aprovação do Departamento de
Agricultura, ainda não se sabe o suficiente sobre o impacto dessas
florestas no ambiente em seu entorno.

Uma dos pontos levantados é o de que eucaliptos são espécies invasivas
que requerem grandes quantidades de água, o que poderia reduzir níveis
de água subterrâneos e aumentar o risco de incêndios devido a sua alta
flamabilidade.

Segundo a ArborGen, porém, o eucalipto não se mostrou invasivo em
diversos países tropicais onde a espécie foi plantada. Além disso, a
empresa afirma ter modificado geneticamente a espécie para reduzir sua
habilidade de dispersão.

--
Um grande abraço,

Cláudio Lima  - Terapeuta Naturalista
www.reformadesaude.org

#397 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qua, 30 de Jun de 2010 12:13 pm
Assunto: peixes
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Salmão *transgênico* pode ser aprovado para consumo por comissão
*...*<http://www.google.com/url?sa=X&q=http://revistagloborural.globo.com/GloboR\
ural/0,6993,EEC1711455-1485,00.html&ct=ga&cad=:s7:f1:v0:i0:lt:e0:p0:t1277885554:\
&cd=Z2YrXnVLEXY&usg=AFQjCNFh-OCAAHtOHAH2iv8TA7KU3rB2nQ>
Globo Rural
O próprio FDA ainda tem dúvidas, como definir se o salmão deve ser rotulado
como geneticamente modificado ou não, uma vez que os grãos *transgênicos*não o
*...*
Veja todos os artigos sobre este tópico
»<http://www.google.com/url?sa=X&q=http://news.google.com/news/story%3Fncl%3Dhtt\
p://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1711455-1485,00.html%26hl%3\
Dpt-BR&ct=ga&cad=:s7:f1:v0:i0:lr:e0:p0:t1277885554:&cd=Z2YrXnVLEXY&usg=AFQjCNG2y\
S5DVahEsKYwC5z9ht_J8kkFkg>Peixe
*transgênico* brilha no
escuro<http://www.google.com/url?sa=X&q=http://tnonline.com.br/noticias/ciencia%\
2520e%2520tecnologia/36,29748,28,06,peixe-transgenico-brilha-no-escuro.shtml&ct=\
ga&cad=:s7:f1:v0:i0:lt:e1:p1:t1277885554:&cd=Z2YrXnVLEXY&usg=AFQjCNE7qzmBpbh6VXj\
3eHJNhoacU-2jNw>
TNonline
O Conselho de Agricultura de Taiwan apresentou nesta sexta-feira (15) uma
espécie de peixe geneticamente modificada que brilha no escuro. *...*
Veja todos os artigos sobre este tópico
»<http://www.google.com/url?sa=X&q=http://news.google.com/news/story%3Fncl%3Dhtt\
p://tnonline.com.br/noticias/ciencia%252520e%252520tecnologia/36,29748,28,06,pei\
xe-transgenico-brilha-no-escuro.shtml%26hl%3Dpt-BR&ct=ga&cad=:s7:f1:v0:i0:lr:e1:\
p1:t1277885554:&cd=Z2YrXnVLEXY&usg=AFQjCNGCR3bFJAGnImIiqjPKJQuXCnKWVQ>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#398 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Dom, 25 de Jul de 2010 8:04 pm
Assunto: 75% do milho brasileiro já é transgênico
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
veg-brasil : Mensagem: 75% do milho brasileiro já é
transgênico<http://br.groups.yahoo.com/group/veg-brasil/message/143110?o=0&var=1\
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#399 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 19 de Ago de 2010 11:11 pm
Assunto: feijão
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Seu comentário em *Primeiro feijão transgênico do mundo é brasileiro* está
publicado.
Confira no link abaixo:
http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&action=not\
icias&id=3004644§ion=Capa


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#400 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 14 de Out de 2010 12:17 am
Assunto: Procura-se soja convencional
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
http://pratoslimpos.org.br/?p=1805


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#401 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Dom, 17 de Out de 2010 9:39 am
Assunto: Amaranto e a Monsanto
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Valew Roger!
luizmeira.com
19  9612 6029


Em 17 de outubro de 2010 01:26, Rogério - Cooperativa Brasil <
rogerio@...> escreveu:

>
>
> -------- Mensagem original --------  Assunto: Amaranto e a Monsanto  Data:
> Wed, 08 Jul 2009 12:02:44 -0300  De: Paulo E. Diaz Rocha
<pdiaz@...><pdiaz@...>
> *
> *
>
> Amaranto "dá o troco" na Monsanto
> Efeito bumerangue na Monsanto
>   por *Sylvie Simons**, no site do MST
> Nos EUA, agricultores precisaram abandonar cultivos de 5 mil
> hectares de soja trasngênica e outros 50 mil estão gravemente ameaçados.
Esse
> pânico deve-se a uma erva "daninha" que decidiu se opor à gigante
> Monsanto, conhecida por ser a maior predadora do planeta. Insolente, essa
> planta mutante prolifera e desafia o Roundup, o herbicida total à base de
> glifosato, ao qual "nenhuma erva daninha resiste".
>   _*Quando a natureza se recupera*_
>   Em 2004, um
> agricultor de Macon, situada a 130 km de Atlanta, no  estado da
> Geórgia, EUA, notou que alguns
> brotos de amaranto resistiam ao Roundup que ele utilizava em suas
> lavouras de soja.
> As lavouras vítimas dessa erva daninha invasora tinham sido semeadas com
> grãos Roundup Ready, que receberam um gene resistente ao Roundup ao "qual
> não resiste nenhuma erva daninha".
> Desde então, a situação tem piorado e o fenômeno se estendeu
> a outros estados, como Carolina do Sul e do Norte, Arkansas, Tennessee e
> Missouri. Segundo um grupo de cientistas do Centro para A Ecologia e
> Hidrologia,
> organização britânica situada em Winfrith, Dorset, produziu-se uma
> transferência de genes entre a planta modificada geneticamente e algumas
ervas
> indesejáveis como o amaranto. Essa constatação contradiz as afirmações
> peremptórias e otimistas dos que defendem os organismos modificados
> geneticamente (OGM), que afirmam que uma hibridização entre uma planta
> modificada
> geneticamente e uma não modificada é simplesmente "impossível".
> Para o geneticista britânico Brian Johnson, especializado em
> problemas relacionados com a agricultura "basta que aconteça somente um
> cruzamento, que pode ocorrer entre várias milhões de possibilidades. Uma vez
> criada, a nova planta possui uma enorme vantagem seletiva e se multiplica
> rapidamente. O potente herbicida aqui utilizado, Ã  base de glifosato e
amônia,
> tem exercido uma pressão enorme sobre as plantas, que por sua vez aumentaram
> ainda mais a velocidade de adaptação". Assim, ao que parece, um gene de
> resistência aos herbicidas deu origem a uma planta híbrida surgida de
repente
> entre o grão que se supõe que ele protegeria e o amaranto, que por sua vez
se
> torna impossível eliminar. A única solução é arrancar à mão as ervas
daninhas,
> como se fazia antigamente, mas isso já não é possível dadas as dimensões
das
> áreas de cultivo. Além disso, por terem raízes profundas, essas ervas são
> extremamente difíceis de arrancar, razão pela qual simplesmente
> se abandonaram 5 mil hectares de soja.
>   Muitos agricultores
> pretendem renunciar aos OGM e voltar para a agricultura tradicional,
> ainda mais
> por que os cultivos OGM estão cada vez mais caros, e a rentabilidade é
> primordial para esse tipo de  lavoura.
> Assim, Alan Rowland, produtor e vendedor de sementes de soja em Dudley,
> Missouri, afirma que já ninguém pede sementes do tipo Roundup Ready, da
> Monsanto, que ultimamente representavam o 80% do volume de seus negócios.
Hoje
> as sementes OGM estão desaparecendo de seu catálogo  e a demanda por
> sementes tradicionais não deixa de aumentar.
> Já em 25 de julho de 2005, o jornal The Guardian publicava
> um artigo de Paul Brown que revelava que os genes modificados de
> cereais tinham
> passado para as plantas selvagens e criado uma "super semente",
> resistente aos herbicidas, algo "inconcebível" para os cientistas do
> Ministério do Meio Ambiente. Desde 2008 os meios de comunicação ligados Ã
> agricultura dos EUA informam cada vez mais casos de resistência, ao
> mesmo tempo
> em que o governo daquele país tem realizado cortes importantes no orçamento
da
> Secretaria da Agricultura, que o obrigaram a reduzir e depois interromper
> algumas de suas pesquisas nessa área.
>   _*Planta diabólica ou sagrada?*_
>   Resulta divertido
> constatar que o amaranto, essa planta "diabólica" para a agricultura
> genética, é sagrada para os incas. Pertence aos alimentos mais antigos do
> mundo. Cada planta produz uma média de 12 mil sementes por ano e as folhas,
> mais ricas em proteínas que as da soja, contém sais minerais e
> vitaminas A e C.
>   Assim, esse
> bumarangue, devolvido pela natureza à Monsanto, não neutraliza somente essa
> empresa predadora, mas instala em seus domínios uma planta que poderia
> alimentar a humanidade em caso de fome. Ela suporta a maioria dos
> climas, tanto
> as regiões secas, como as de monção e as terras altas tropicais, além de
não
> ter problemas nem com os insetos nem com doenças, com o que nunca precisará
de
> aplicação de agrotóxicos. Assim, o amaranto enfrenta a muito poderosa
Monsanto
> como David se opôs a Golias, e todo mundo sabe como acabou o combate,
> mesmo que
> muito desigual! Se esses "problemas" ocorrerem em quantidade
> suficiente, que é o que parece que vai acontecer, em seguida não restará
opção
> à Monsanto do que fechar as portas. Além de seus empregados, quem realmente
se
> compadecerá com essa fúnebre empresa?
>   *Tradução: Renzo
> Bassanetti*
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#402 De: Luiz Meira <falecom@...>
Data: Dom, 17 de Out de 2010 8:43 am
Assunto: [Diário de Cuiabá]
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Mensagem enviada a pedido de: Luiz Meira (falecom@...)
>






-----------------------------------------------------------
http://www.diariodecuiaba.com.br

#403 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Seg, 18 de Out de 2010 4:48 pm
Assunto: Regulamentação de transgênicos na EUROPA
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
#404 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Seg, 18 de Out de 2010 4:43 pm
Assunto: Programa vai mapear produção de não-transgênico no Brasil
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
#405 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@...>
Data: Qui, 28 de Out de 2010 1:52 am
Assunto: SEMINÁRIO DE SEGURANÇA ALIMENTAR - AGROTÓXICOS E TRANSGÊNICOS - 04 DE NOV DE 2010
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros amigos,



Na sequência de eventos deste ano de 2010 , em direção a disponibilizar
alimentos livres de agrotóxicos e transgênicos para todos os brasileiros a
preço adequado, os convidamos para o evento da próxima 5.a feira . 4 de
novembro , na BioFach America Latina, das 8:30  as 12:30 h.

(convite abaixo)




Gostaríamos de ter a presença de formadores de opinião na área de alimentos,
da industria e comercio, das universidades e também de todas as áreas.


Às 14:00 hs haverá a mesa de Sementes, para a qual os convidamos também .



Por favor confirmem presença no email : carolina@... , para que
possamos reservar os convites. Temos vagas limitadas e buscamos uma
discussão frutífera.


É muito importante que repassem este convite para interessados.



Grata e até lá !



Josiana Arippol







*A Ética da Terra / Instituto Ita Wegman do Brasil *convidam para o



*Seminário de Segurança Alimentar*

*Agrotóxicos e Transgênicos - Para onde vai a Sustentabilidade?*

a ser realizado na BioFach, em São Paulo–SP, Quinta-feira, *04 de Novembro *de
2010 - 08h30 às 12h30



08h30 *Mesa de Abertura*

* *

*Josiana Arippol *Diretora Executiva Ética da Terra / Instituto Ita Wegman
do Brasil

*O fluir saudável do dinheiro na sociedade - O que podemos fazer?*

* *

*Prof. Mohamed Habib *Pró-reitor da Unicamp

*Evolução na produção de alimentos: do inseguro para o seguro - abordagem
agroecológica*

* *

*Alexandre Harkaly *Diretor do IBD Certificações

*Panorama global da sustentabilidade - Ecologia planetária e saúde –
Atividades práticas*

* *

*Richard Charity *Gerente Geral da Nutribotânica - Ubajara, CE

*O que faz uma empresa de 4 bilhões de dólares optar pela agricultura
orgânica?*

* *

*Dr. Mauro Lins *Médico Especialista em Agrotóxicos

*Meio ambiente, agrotóxicos e a medicina*

* *

*Daniela Macedo Jorge *Depto. de Toxicologia da Anvisa

*Regulação do uso de Agrotóxicos e Saúde*

* *

*Debate com a mesa de abertura e palestrantes*

* *

*Expo Transamérica *Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 Santo Amaro





[image: cid:image001.jpg@...]              [image:
cid:image002.jpg@...]                [image:
cid:image003.jpg@...]             [image:
cid:image004.jpg@...]


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#406 De: falecom@...
Data: Sex, 10 de Dez de 2010 5:23 am
Assunto: Imcopa financia cultivo de sementes não transgênicas de soja
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Registro de empresa que maneja soja convencional

http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=31636&op=notas

---
This message was sent by falecom@... via http://addthis.com.  Please
note that AddThis does not verify email addresses.

Make sharing easier with the AddThis Toolbar: 
http://www.addthis.com/go/toolbar-em

#407 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <LuizMeiraMedico@...>
Data: Ter, 4 de Jan de 2011 3:15 am
Assunto: Transgênicos : Iniciando
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Luiz Roberto Salvatori Meira enviou o link de um blog para você:

Prezados participantes do grupo "Transgênicos". Procurando um ambiente
mais amigável e interativo estou iniciando um blog com a mesma índole
deste grupo. Agradeço feed-back sobre a possibilidade de privilegiarmos
o ambiente Google, reproduzindo as postagens no egroup do Yahoo.

Blog: Transgênicos
Postagem: Iniciando
Link: http://geneintegro.blogspot.com/2011/01/iniciando.html

--
Powered by Blogger
http://www.blogger.com/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#408 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <LuizMeiraMedico@...>
Data: Ter, 4 de Jan de 2011 1:32 pm
Assunto: Transgênicos : WikiLeaks revela 'guerra dos transgênicos'
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Luiz Roberto Salvatori Meira enviou o link de um blog para você:

null

Blog: Transgênicos
Postagem: WikiLeaks revela 'guerra dos transgênicos'
Link:
http://geneintegro.blogspot.com/2011/01/wikileaks-revela-guerra-dos.html

--
Powered by Blogger
http://www.blogger.com/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#409 De: Luiz Roberto Salvatori Meira <LuizMeiraMedico@...>
Data: Ter, 4 de Jan de 2011 2:00 pm
Assunto: Transgênicos : 78% do milho plantado em MT é transgênico
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Luiz Roberto Salvatori Meira enviou o link de um blog para você:

null

Blog: Transgênicos
Postagem: 78% do milho plantado em MT é transgênico
Link:
http://geneintegro.blogspot.com/2011/01/78-do-milho-plantado-em-mt-e.html

--
Powered by Blogger
http://www.blogger.com/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

mensagens 378 - 409 de 415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 378 - 409 de 415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
Avançado

Copyright © 2010 Yahoo! do Brasil Internet Ltda. Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade - Termos do Serviço - Diretrizes - Ajuda