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gen-ocidio · Transgênicos

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#164 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Seg, 15 de Mai de 2000 4:10 am
Assunto: transgenicos
luizmeira@...
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--
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Luiz Roberto Salvatori Meira
     Medicina de família
     Equilibrio Alimentar
   http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>
Dr Luiz Meira escreveu :
"
Com relação a subprodutos de soja vale lembrar que se oriundos dos EUA ou
Argentina provavelmente trará componentes transgênicos.
Minha principal preocupação é direcionada a possíveis alterações imunes, que
demoram anos para se manifestar."

Prezado Dr Meira,

Escreví recentemente um artigo sobre alimentos transgênicos que é um pouco
longo.
Caso tenham interesse poderei colocar na lista ou envia-lo pessoalmente.
O seu alerta é válido e é sempre bom lembrar. Existe, de fato, um perigo
potencial
de soja argentina e americana terem componentes transgênicos. No Brasil já é
mais
dificil mas sim é valido alertar-se para esse problema mesmo aqui. Qual a
origem da soja
que vai na sua lecitina, no seu leite de soja e mesmo no seu tofu ?
Telefonem para as
industrias ! Perguntem ! Pelo menos eles vão ficar sabendo que existem
pessoas que se
preocupam e não querem consumir soja transgênica. Infelismente com a chamada
"evolução"
nós perdemos o poder de detectar , com os nossos sentidos, o que nos faz bem
e o que nos faz mal.
O mesmo já não aconteçe com os animais. Quando se dá as vacas a chance de
escolher entre
ração feita com grãos transgênicos e grãos comuns elas repetidamente
preferem a ração que não
contem elementos transgênicos. Nós perdemos essa sabedoria original.
Já nos Estados Unidos, embora a cultura transgênica esteja altamente
disseminada
não creio que as industrias de suplementos alimentares já não estejam
prestando atenção
a esse problema e tomando as devidas providencias. Isso é facilitado porque
um kit
para detecção de soja transgênica custa hoje apenas US$ 10.00 o que torna
extremamente
facil para as industrias detectarem qualquer material transgênico.
Concordo tambem que esses elementos transgênicos deverão causar problemas a
longo prazo.
É porisso que tenho me dedicado, agora mais doque antes, a Agricultura
Orgânica como
uma das formas para escapar dessa ecatombe mundial.

Jose :>)





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#166 De: "Isvara Instituto de Yoga" <isvara@...>
Data: Ter, 16 de Mai de 2000 5:33 pm
Assunto: Notícias - Ciências e Meio Ambiente - Portal Estadão.htm
isvara@...
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Terça-feira, 16 de maio de 2000

notícias :::

Brasil já usa sementes de soja transgênica

O jornal The New York Times publicou reportagem hoje dizendo que, apesar de proibidas, sementes são contrabandeadas da Argentina

São Paulo - O Brasil já está usando sementes geneticamente modificadas nos plantios de soja, o que ainda é oficialmente proibido. As sementes estariam sendo contrabandeadas da Argentina, segundo longa reportagem publicada hoje pelo jornal The New York Times. Sob o título "Supersementes tomam os principais mercados e o Brasil pode ser o próximo", o New York Times traz as estimativas do presidente para assuntos internacionais da Associação Americana de Soja, Dwain L. Ford, segundo o qual até 30% da soja no Brasil pode ser transgênica.

O jornal afirma que o tema é tão delicado que o ministro da Agricultura, Marcus Vinicius Pratini de Moraes, só consentiu com uma entrevista por escrito. "A plantação comercial de soja geneticamente modificada não é permitida no Brasil", respondeu o ministro, acrescentando que os frequentes testes do governo confirmam que as plantações não têm organismos geneticamente modificados.

O agricultor Horald H. Dyer, de Iowa (EUA), que recentemente visitou o Brasil e a Argentina, disse, no entanto, ao jornal que viu no Brasil plantações de soja completamente livres de ervas daninhas, exatamente como as de suas fazendas no Iowa e Missouri, onde usa as supersementes. Outros especialistas em agricultura, tanto norte-americanos quanto brasileiros, suspeitam que as sementes modificadas estejam sendo contrabandeadas da Argentina, onde o uso de transgênicos é permitida e, no caso da soja, com cerca de 90% da safra sendo geneticamente alterada, a maior porcentagem do mundo. Neste caso, afirma o jornal, os agricultores sul-americanos estariam usando a nova tecnologia sem pagar por ela e sem necessariamente saber como controlá-la.

Falta controle

"Não há controles rígidos nas estradas ou nos armazens, portanto, ninguém sabe de fato quantas sementes foram contrabandeadas", diz ao jornal David Brew, parceiro da Brasoja Corretora de Cereais, de Porto Alegre. Dyer, de seu lado, afirma que, na Argentina, é permitido reaproveitar as sementes para a safra seguinte. Nos EUA, os agricultores têm de pagar a chamada tarifa tecnológica pelas sementes, que custam US$ 6,50 a mais por saca.

Segundo o New York Times, o Brasil, segundo maior produtor de soja , depois dos EUA, pode determinar o rumo dos transgênicos no mundo quando concluir o processo, em andamento, para decidir se legaliza a nova tecnologia. Se o Brasil rejeitar a biotecnologia, as companhias norte-americanas, já atingidas financeiramente pela rejeição na Europa, sofrerão um duro golpe. Em contrapartida, se o Brasil aderir, poderá ficar difícil para o consumidor encontrar no mundo alimento livre de organismo geneticamente modificado. Isso porque, diz o jornal, os EUA, o Brasil e a Argentina produzem 80% das 157 milhões de toneladas de soja - "safra versátil que é transformada em óleo, processada e adicionada a inúmeros alimentos". João Carlos Carvalho, presidente da Agropecuária Basso, companhia brasileira com licença para vender as sementes quando elas foram aprovadas, afirma que quando o Brasil começar a cultivar a soja transgênica "não haverá caminho de volta".

O governo brasileiro havia aprovado o uso de sementes modificadas desenvolvidas pela Monsanto em 1998, mas a decisão foi suspensa por um tribunal federal após pedido de um grupo de defesa do consumidor. O porta-voz da Monsanto no Brasil, Delmiro Silva, disse ao New York Times que espera uma decisão a respeito este ano. Porém, Linda Thrane, porta-voz da Cargill, a maior trading de commodities dos EUA, disse que a empresa não assegura que 100% dos embarques de soja brasileira sejam de produto não-transgênico.

Regina Cardeal

 

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#168 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 17 de Mai de 2000 7:48 am
Assunto: indexacao de mensagens - soja integra
luizmeira@...
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Salve Andrês!

	 Belo retorno à lista Trangênicos (palmas)

	 Pelo jeito, a experiência zem entre os indianos se refletiu também na agilidade
intelectual e operacional.

Isvara Instituto de Yoga wrote:
>
>             Brasil já usa sementes de soja transgênica
>


	 Eu simplificaria o assunto assim:) soja contrabandeada

		 ou simplismente "soja"


	 Aproveito esta mensagem para lembrar que a intenção é constituir-se num banco
de
dados sobre um assunto que está se contruindo e inevitavelmente compromete nossa
interação ambiental e cultural.

	 Uma vez que "rever as mensagens" ou utilizar ferramentas de busca por palavras
seja a inserção de muitos, seria bom que o campo [assunto] fosse o mais
explícito e
sintético possível.


> apesar de proibidas, sementes são contrabandeadas da Argentina


	 Aqui gostaria de lembrar que soja orgânica é cultivada por alguns. Em SP a
fazenda antroposófica em Botucatu é uma das referências.

	 Gostaria de saber que outros lugares cultivam soja orgânica, e se possível, que
variedade.

> o New York Times traz as estimativas do presidente para assuntos
> internacionais da Associação Americana de Soja, Dwain L. Ford, segundo o
> qual até 30% da soja no Brasil pode ser transgênica.


	 30% plantada
	 óleo importado
	 gordura vegetal importada
	 Alimentos importados

	 Quanto de soja transgênica estamos usando???

	 faço uma coletânea sobre o assunto em:)
http://luizmeira.cjb.net//soja.htm


> os EUA, o Brasil e a
> Argentina produzem 80% das 157 milhões de toneladas de soja - "safra
> versátil que é transformada em óleo, processada e adicionada a inúmeros
> alimentos".


>             Falta controle
>             "Não há controles rígidos nas estradas ou nos armazens,
> portanto, ninguém sabe de fato quantas sementes foram contrabandeadas", diz
> ao jornal David Brew, parceiro da Brasoja Corretora de Cereais, de Porto
> Alegre.


> Linda Thrane, porta-voz da
> Cargill, a maior trading de commodities dos EUA, disse que a empresa não
> assegura que 100% dos embarques de soja brasileira sejam de produto
> não-transgênico.
>
>             Regina Cardeal
>


	 Bom, aproveitando ainda o assunto, lembro que uma dieta baseada em sementes e
frutas integrais seria um dos caminhos mais eficazes para nos esquivar desta e
de tantas
outras contaminações por vir...

	 Para complicar mais um pouco, gostaria também de aplaudir a contribuição do
José
Luiz, dizendo em primeiras palavras do potencial alergênico dos OGMs. Sob este
prisma, o
esquivar-se seria dose-independente... mesmo traços de um transgênico poderia
desencadear reações alérgicas.

	 Aqui chamo a atenção para as enzimas trangênicas, usadas desde há muitos anos
(fermento biológico industrial)   http://luizmeira.cjb.net//enzimas.htm  e que
deixam
traços muito tênues, pois o "fermento" é usado em pequiníssima proporção...
Assintindo
agora um noticiário vejo uma novidade prá mim:) 30% das alergias em crianças
inglesas é
devido a ... fermentos! Mesmo que este dado não seja quantitativamente correto,
posso
interpretar: "alguma alergia a fermentos está sendo comprovada"


	 Assim, insisto na solução das sementes integrais, não processadas, simplismente
cozidas com temperos.

   http://luizmeira.cjb.net//1.htm



	 Um Abraço agradecido pelas contribuições à lista
http://www.egrous.com/group/gen-ocidio


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Luiz Roberto Salvatori Meira
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#169 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 17 de Mai de 2000 9:12 am
Assunto: Milho
luizmeira@...
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Maroc wrote:
>
> NEW ON THE FOOD SAFETY NETWORK WEB SITE
> May 15, 2000
> A recent addition to the Food Safety Network web site:
> T25 GM maize: the kernel of UK biopolitics. by Shane Morris B.Sc.,
> University of Limerick, Ireland.

> Available from: http://www.plant.uoguelph.ca/riskcomm/gmo/T25-gm-maize.htm


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#170 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 18 de Mai de 2000 7:59 am
Assunto: _em_Baixa_-_Parte_I
luizmeira@...
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Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar
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><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>
BIOTECH IN TROUBLE--PART 1

The agricultural biotechnology industry's situation is desperate
and deteriorating. To be sure, genetically engineered (GE) food
is still selling briskly on grocery shelves in the U.S. but
probably only because GE products are not labeled, so consumers
have no idea what they're buying.

At present, an estimated 2/3rds of all products for sale in U.S.
grocery stores contain genetically engineered (GE) crops, none of
which are labeled as such.[1] However, polls show that U.S.
consumers overwhelmingly want GE foods labeled. In a TIME
magazine poll in January, 1999, 81 percent of respondents said
genetically engineered foods should be labeled.[2] A month
earlier, a poll of U.S. consumers by the Swiss drug firm Novartis
had found that more than 90% of the public wants labeling.[3] The
NEW YORK TIMES reported late last year that a "biotech industry
poll" showed that 93% of Americans want genetically engineered
foods labeled.[4] Legislation requiring labels on GE foods was
introduced into Congress last November by a bi-partisan group of
20 legislators.[5]

For five years the GE food industry has been saying GE foods
couldn't be labeled because it would require segregating GE from
non-GE crops -- a practical impossibility, they said. However, in
December, 1999, Monsanto announced that it had developed a new
strain of rapeseed (a crop used to make canola cooking oil) that
might raise the levels of vitamin A in humans.[6] How could
consumers identify (and pay a premium price for) such a product
if it weren't labeled? Obviously labeling will become possible --
indeed, essential -- when it serves the interests of the biotech
corporations.

Many food suppliers seem to have figured out for themselves how
to segregate GE crops from non-GE. According to the NEW YORK
TIMES, Kellogg's, Kraft Foods, McDonald's, Nestle USA, and Quaker
Oats all sell gene-altered foods in the U.S. but not overseas.[7]
Gerber and H.J. Heinz announced some time ago that they have
managed to exclude genetically modified crops from their baby
foods.

For its part, the U.S. government has steadfastly maintained that
labeling of GE foods is not necessary -- and might even be
misleading -- because traditional crops and GE crops are
"substantially equivalent." For example, the government has
maintained that Monsanto's "New Leaf" potato -- which has been
genetically engineered to incorporate a pesticide into every cell
in the potato, to kill potato beetles -- is substantially
equivalent to normal potatoes, even though the New Leaf potato
is, itself, required to be registered as a pesticide with U.S.
Environmental Protection Agency (EPA). (See REHW #622.)

Now the government's position has become untenable. In February
of this year, the government signed the international BioSafety
Protocol, a treaty with 130 other nations, in which all
signatories agree that genetically modified crops are
significantly different from traditional crops. Thus with the
swipe of a pen, the U.S. government has now formally acknowledged
that GE crops are not "substantially equivalent" to traditional
crops.

Meanwhile, a groundswell of consumer protest reached a crescendo
last year in England and Europe, then spread to Japan and the
U.S. where it has severely eroded investor confidence in the
industry. Major U.S. firms that had invested heavily in the
technology are now being forced to pull back. As we reported
earlier (REHW #685), Monsanto, Novartis, and AstraZeneca all
announced in early January that they are turning away from -- or
abandoning entirely -- the concept of "life sciences" -- a
business model that combines pharmaceuticals and agricultural
products. The NEW YORK TIMES reported in January that American
Home Products -- a pharmaceutical giant -- "has been looking for
a way to unload its agricultural operations." At that time the
TIMES also said, "Analysts have speculated that Monsanto will
eventually shed its entire agricultural operation."[8] In late
February, DuPont announced that it was returning to its
traditional industrial chemical business to generate profits. The
WALL STREET JOURNAL said February 23, "But the big plans DuPont
announced for its pharmaceuticals and biotech divisions fizzled
as consolidation changed the landscape, and investor enthusiasm
cooled in the face of controversy over genetically engineered
crops."[9]

Investors are not the only ones turning away from genetically
engineered foods. The WALL STREET JOURNAL announced in late April
that "fast-food chains such as McDonald's Corp. are quietly
telling their french-fry suppliers to stop using" Monsanto's
pesticidal New Leaf potato. "Virtually all the [fast food] chains
have told us they prefer to take nongenetically modified
potatoes," said a spokesperson for the J.M. Simplot Company of
Boise, Idaho, a major potato supplier.[10] The JOURNAL also
reported that Procter and Gamble, maker of Pringles potato chips,
is phasing out Monsanto's pesticidal potato. And Frito-Lay --
which markets Lay's and Ruffles brands of potato chips -- has
reportedly asked its farmers not to plant Monsanto's GE potatoes.
A spokesperson for Burger King told the WALL STREET JOURNAL that
it is already using only traditional potato varieties. A
spokesperson for Hardees, the restaurant chain, told the WALL
STREET JOURNAL that Hardees is presently using Monsanto's
pesticidal potato but is considering whether to abandon it.

Earlier this year, Frito Lay also told its corn farmers to
abandon genetically-modified varieties of corn for use in
Doritos, Tostitos, and Fritos.[7]

According to the NEW YORK TIMES, U.S. farmers have sustained a
serious financial blow because they adopted genetically
engineered crops so rapidly. In 1996, the U.S. sold $3 billion
worth of corn and soybeans to Europe. Last year, those exports
had shrunk to $1 billion -- a $2 billion loss. The seed sellers
like Monsanto and DuPont got their money from the farmers, so it
is the farmers who have taken the hit, not the ag biotech firms.
[11]

The WALL STREET JOURNAL reported April 28 that, "American
farmers, worried by the controversy, are retreating from the
genetically modified seed they raced to embrace in the 1990s...
government and industry surveys show that U.S. farmers plan to
grow millions fewer acres of genetically modified corn, soybeans
and cotton than they did last year."[10]

The ag biotech firms dispute this assessment. They say demand for
genetically modified crops has never been better. Less than a
year ago Robert Shapiro, the chief executive officer of Monsanto,
said bravely, "This is the single most successful introduction of
technology in the history of agriculture, including the
plow."[12] This year a spokesperson for Monsanto says, "We're
seeing a very stable market. There's no major step backward; it's
now a matter of how much we'll grow." [11] But Gary Goldberg,
president of the American Corn Growers Association, told the NEW
YORK TIMES recently that he believes that genetically modified
(GM) corn plantings will be down about 16% this year, compared to
last. He indicated that the ag biotech firms are resorting to
deception to maintain sales: "The [ag biotech] companies are
deceiving farmers into thinking their neighbors are planting
G.M.," he told the NEW YORK TIMES.[11]

In coming days, genetically engineered (GE) food is likely to get
more attention from the public. Last month the National Academy
of Sciences issued a report confirming what critics have been
saying about GE crops: they have the potential to produce
unexpected allergens and toxicants in food, and the potential to
create far-reaching environmental effects, including harm to
beneficial insects, the creation of super-weeds, and possibly
adverse effects on soil organisms. The Academy said there was no
firm evidence that GE foods on the market now have harmful
effects on humans or the environment, but the Academy also
indicated that testing procedures to date have been woefully
deficient.[13] Indeed, the present regulatory system is
voluntary, not mandatory, so it is possible that the government
may not even know about all of the genetically engineered foods
being sold in the U.S. today.

The Academy pointed out that roughly 40 GE food products have, so
far, been approved for sale in the U.S. but approvals have also
been given for an additional 6,700 field trials of genetically
modified plants.[13,pg.35] And a NEW YORK TIMES story May 3 about
super-fast-growing GE salmon noted that "a menagerie of other
genetically modified animals is in the works.... Borrowing genes
from various creatures and implanting them in others, scientists
are creating fast-growing trout and catfish, oysters that can
withstand viruses and an 'enviropig,' whose feces are less
harmful to the environment because they contain less
phosphorus."[14] The TIMES went on to say that, "...[C]ritics and
even some Clinton administration officials say genetically
engineered creatures are threatening to slip through a net of
federal regulations that has surprisingly large holes.... United
States regulators interviewed could not point to any federal laws
specifically governing the use or release of genetically
engineered animals."

The Clinton/Gore administration announced last week that it will
"strengthen" the regulatory system for genetically engineered
foods but said the new regulations will definitely not require GE
products to carry a label, despite overwhelming public demand for
labels. Thus the government's latest regulatory initiative makes
one thing crystal clear: what the Clinton/Gore administration and
the biotech companies fear most is an informed public.

It will take years before anyone knows what the new regulations
entail, or how effective they prove to be. By that time, there
may have been hundreds of genetically modified plants and animals
introduced into the environment with little or no regulatory
oversight. The public is legitimately concerned about this.

In response to these legitimate concerns, the biotech
corporations have begun to spend tens of millions of dollars on a
public relations campaign because "the public has the right to
know more about the benefits of biotechnology." Details next
week.

============

[1] Carey Goldberg, "1,500 March in Boston to Protest Biotech
Food," NEW YORK TIMES March 27, 2000, pg. A14.

[2] Marian Burros, "Eating Well; Different Genes, Same Old
Label," NEW YORK TIMES September 8, 1999, pg. F5.

[3] Marian Burros, "Eating Well; Chefs Join Effort to Label
Engineered Food," NEW YORK TIMES December 9, 1998, pg. F14.

[4] Marian Burros, "U.S. Plans Long-term Studies on Safety of
Genetically Altered Foods," NEW YORK TIMES July 14, 1999, pg.
A18.

[5] David Barboza, "Biotech Companies Take On Critics of
Gene-Altered Food," NEW YORK TIMES November 12, 1999, pg. A1.

[6] Bloomberg News, "New Crop is Said to Aid Nutrition," NEW
YORK TIMES December 10, 1999, pg. C20.

[7] "Eating Well; What Labels Don't Tell You (Yet)," NEW YORK
TIMES February 9, 2000, pg. F5.

[8] David J. Morrow, "Rise and Fall of 'Life Sciences';
Drugmakers Scramble to Unload Agricultural Units," NEW YORK
TIMES January 20, 2000, pg. C1.

[9] Susan Warren, "DuPont Returns to More-Reliable Chemical
Business -- Plans for Biotech, Drug Divisions Fizzle as Mergers
Change Landscape," WALL STREET JOURNAL February 23, 1000, pg.
B4.

[10] Scott Kilman, "McDonald's, Other fast-Food Chains Pull
Monsanto's Bio-Engineered Potato," WALL STREET JOURNAL April 28,
2000, pg. B4.

[11] David Barboza, "In the Heartland, Genetic Promises," NEW
YORK TIMES March 17, 2000, pg. C1.

[12] David Barboza, "Monsanto Faces Growing Skepticism On Two
Fronts," NEW YORK TIMES August 5, 1999, pg. C1.

[13] National Research Council, GENETICALLY MODIFIED
PEST-PROTECTED PLANTS: SCIENCE AND REGULATION (Washington, D.C.:
National Academy Press, 2000). ISBN 0309069300. Pre-publication
copy available at http://www.nap.edu/html/gmpp/.

[14] Carol Kaesuk Yoon, "Altered Salmon Leading Way to Dinner
Plates, But Rules Lag," NEW YORK TIMES May 1, 2000, pg. A1.

#171 De: "Luiz Roberto Salvatori Meira" <luizmeira@...>
Data: Dom, 21 de Mai de 2000 3:38 pm
Assunto: Algodon trangenico en Argentina
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
--- In noticias-bt-discusion@egroups.com, Acción por la
Biodiversidad
<info@b...> wrote:
  Amigos: una vez más observamos la soberbia con la que las
multinacionales avanzan con su tecnología y sus productos
químicos con
la absoluta complicidad de las autoridades del Gobierno Argentino.

Carlos A. Vicente
Acción por la Biodiversidad
www.biodiversidadla.org
info@b...
Diario Clarín, Argentina, Suplemento Rural
Sábado 13 de mayo de 2000

BIOTECNOLOGIA: EL ALGODON QUE SE VIENE
El Chaco da en el blanco

Jornada de Biotecnología en la FeriChaco. Allí se mostró
ensayos con
los algodones transgénicos. Las últimas novedades.

D.D. Avia Terai, Chaco. Enviado especial

Esta reunión marca el relanzamiento del algodón en la
región. Para la
próxima campaña estimamos que el área de siembra en la
Argentina
llegará a las 450.000 hectáreas", se entusiasmó Juan
Landívar,
director para Latinoamérica de Delta & Pine Land una de las tres
empresas (junto con Ciagro y Monsanto) que forman Genética
Mandiyú.

Durante su disertación, que tuvo como marco la FeriChaco - Fiesta
Nacional del Algodón, también señaló cuál será la
próxima ola con los
transgénicos.

"Después de los Bt (como el Biogodon, resistente a insectos)
llegarán,
en poco tiempo más, los RR (Roundup Ready, resistentes a este
herbicida) y una generación que combinará ambas
características. Luego
llegarán aquellos con resistencia al picudo y a determinadas
enfermedades." Además de los discursos, también hubo un tiempo
para
recorrer la planta de última generación de la compañía y los
diversos
ensayos con diferentes estrategias de manejo de los algodones Bt.
Algunos de los cuales son variedades del INTA que, mediante un
convenio, incorporaron gen con resistencia a lepidópteros.

Para Landívar es una tecnología que podrá ser aprovechada
por aquellos
"productores que estén dispuestos a apostar a rendimientos por
encima
de los 1.600 kilos/ha, que es el promedio nacional".

Aráoz explicó que el uso de estos algodones implica cambiar la
tradicional forma de producción. "Hay que incorporar fertilizante,
que
es la gran limitante del Chaco, y reguladores de crecimiento" para
que
los materiales puedan expresar todo su potencial.

Al solo efecto orientador ("cada lote es diferente"), agregó que
para
la fertilización hay que partir de una base de "por ejemplo, 50
kilos/ha de fosfato diamónico a la siembra y luego dos
aplicaciones de
Nitrofert (0,5 lt/ha) dos meses después".

En cuanto a los reguladores, "una materia pendiente" según
Aráoz, lo
importante es evitar que la planta se vaya en vicio. "Una opción
sería
una pulverización a los 13 nudos con Pix (0,5 lts/ha) y otra igual
a
los 15 nudos", ejemplificó Landívar.

Para los especialistas, con estos algodones se bajan los costos. "Los
únicos países de América que pueden producir algodón por
debajo del
precio de venta son: Brasil y la Argentina. Y de los dos, ustedes
tienen más potencial de crecimiento", dijo.

Los números parecen darle la razón. Desde que se liberaron al
mercado,
en el 99, el área con estos materiales pasó de 4.000
hectáreas a más
de 11.000 hectáreas "abarcando el este de Santiago del Estero,
noroeste de Santa Fe y el Chaco", según aseguró Rodrigo
Aráoz, de
Genética Mandiyú.

En cuanto a los rindes, el primer lote cosechado de Biogodon de la
actual campaña tuvo un rinde de unos 2.700 kilos/ha "mientras que
un
lote pegado con convencional dio 2.000 kilos", comentó Aráoz.

Por su parte, Luis Pellegrino, en representación de la
Secretaría de
Agricultura, anunció la pronta liberación al medio de los
algodones
RR.

En cuanto a los mercados, ayer se conoció la noticia de que el
gobierno de la India autorizó, por primera vez, la liberación
al
mercado de un algodón transgénico perteneciente a Monsanto.

La noticia, difundida por la Asociación Semilleros Argentinos
(ASA),
es clave ya que la India es el tercer mayor consumidor de algodón
del
mundo, detrás de China y Estados Unidos.
--- End forwarded message ---

#172 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 23 de Mai de 2000 1:16 am
Assunto: Re: transgenicos
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Luiz Meira wrote:

> ----------------------------------------------------------------------
>     Gente,
>
>     Lembrem-se dos transgênicos argentinos que estão invadindo nossas
> prateleiras.
>
>     ---------------------------------------------------------------

Este é um epílogo que configurei para a lista Transgênicos, quando alguém quiser
propor
outro será um prazer modificar.

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar
   http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>



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#173 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 23 de Mai de 2000 1:27 am
Assunto: Re: transgenicos
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
> Date: Sat, 13 May 2000 18:25:04 -0300
> From: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjoe@...>
> Reply-To: unidosvenceremos@egroups.com
>     ---------------------------------------------------------------
>
> Dr Luiz Meira escreveu :
> "
> Com relação a subprodutos de soja vale lembrar que se oriundos dos EUA ou
> Argentina provavelmente trará componentes transgênicos.
> Minha principal preocupação é direcionada a possíveis alterações imunes, que
> demoram anos para se manifestar."
>
> Prezado Dr Meira,
>
> Escreví recentemente um artigo sobre alimentos transgênicos que é um pouco
> longo.
> Caso tenham interesse poderei colocar na lista ou envia-lo pessoalmente.


	 É um prazer poder ler, envie para:) gen-ocidio@egroups.com


> O mesmo já não aconteçe com os animais. Quando se dá as vacas a chance de
> escolher entre
> ração feita com grãos transgênicos e grãos comuns elas repetidamente
> preferem a ração que não
> contem elementos transgênicos. Nós perdemos essa sabedoria original.

	 Quando processamaos menos os alimentos, utilizando grãos íntegros, podemos
aumentar a sensibilidade desta percepção.


	 Últimas estimativas chegam a propor 30% de contaminação com soja transgênica


> Já nos Estados Unidos, embora a cultura transgênica esteja altamente
> disseminada
>  não creio que as industrias de suplementos alimentares já não estejam
> prestando atenção
> a esse problema e tomando as devidas providencias. Isso é facilitado porque
> um kit
> para detecção de soja transgênica custa hoje apenas US$ 10.00 o que torna
> extremamente
> facil para as industrias detectarem qualquer material transgênico.

	 poderia ser utilizado para milho ou algodão?

> Concordo tambem que esses elementos transgênicos deverão causar problemas a
> longo prazo.

> É porisso que tenho me dedicado, agora mais doque antes, a Agricultura
> Orgânica como
> uma das formas para escapar dessa ecatombe mundial.
>
> Jose :>)
>

[]s

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar
   http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>



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#174 De: Assessoria e Servicos a Projetos em Agricultura Alternativa <aspta@...>
Data: Qui, 15 de Jun de 2000 1:27 pm
Assunto: BOLETIM 22 "Por um Brasil livre de transgênicos"
aspta@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
###########################

POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS

###########################

Car@s Amig@s
O número 22 do boletim traz notícias preocupantes sobre contaminação
genética, como o reconhecimento do porta-voz da Pioneer Hi-Breed, maior
fornecedor de sementes do mundo, de que o polém de milho transgênico pode
fertilizar plantações normais e o caso extremamente grave, ocorrido por
engano na Europa, de venda de sementes de colza geneticamente modificadas.
Um pesquisador alemão levanta, também, a possibilidade de transferência de
genes de plantas transgênicas para outras espécies.
Apesar destas notícias, a ofensiva das multinacionais para impor seus
produtos continua de forma agressiva.
É preciso ficar alerta!

**********************
1. Mais denúncias de propagação de transgênicos alarmam especialistas
2. França quer destruição de colza geneticamente modificada
3. Gene de uma planta transgênica provoca mutação em outra espécie
4. IDEC abandona Grupo de Trabalho do Codex
5. 10 mil protestam na Itália contra manipulação de alimentos
6. Aumenta a procura pela soja convencional 

****************
1. Mais denúncias de propagação de transgênicos alarmam especialistas

O maior fornecedor de sementes do mundo, a americana Pioneer Hi-Breed,
disse que pode ser verdadeira a estimativa de que até 15% do milho
produzido na Europa considerado normal seja geneticamente modificado.
Especialistas em biossegurança, porém, alertam que as sucessivas denúncias
de contaminação por transgênicos podem ser mais uma tentativa da indústria
para induzir a idéia de que a entrada das culturas transgênicas é fato
consumado e não dá alternativas a governos e consumidores, a não ser
aceitar os alimentos geneticamente modificados.
Um porta-voz da Pioneer disse à rede BBC que é plausível que pólen de
milho transgênico tenha fertilizado plantações normais. No início do mês, o
diretor de assuntos internacionais da Associação Americana da Soja, Dwain
L. Ford, disse ao jornal The New York Times que quase um terço da soja
brasileira pode ser transgênica. Ford, porém, não apresentou um só dado que
respaldasse sua afirmação.
O coordenador dos cursos de biossegurança da Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), Sílvio Valle, disse que o caso da soja brasileira é exemplar.
O Brasil é o segundo maior produtor do mundo e o primeiro de grão não
transgênico, uma vez que nos EUA, os maiores produtores têm cerca de 60% de
suas plantações alteradas geneticamente.Com isso, caso não plante soja
transgênica, o
Brasil pode se tornar o principal fornecedor do mercado europeu e japonês,
que rejeitam alimentos transgênicos.
Valle lembrou que as denúncias de que as plantações do Rio Grande do Sul
estariam gravemente contaminadas se mostraram infundadas após exames
genéticos.
Outra denúncia de contaminação na Europa foi feita há poucos dias, quando
a empresa Advanta disse ter vendido inadvertidamente sementes de colza
transgênicas para Grã-Bretanha, França, Alemanha e Suécia.
Valle disse que ficou claro que não há segurança nas plantações de
transgênicos da Europa, onde todos os cultivos são experimentais.
- É espantosa a falta de controle das plantações experimentais na
Europa. Isso jamais poderia acontecer em testes, onde o controle deve ser
sempre maior, disse.
A indústria de transgênicos tem insistido que suas plantas são inofensivas
para o meio ambiente porque não haveria risco de polinização.
- Estamos vendo que o discurso sobre o controle era falacioso,
observou  Valle.
No dia 26 de maio, ambientalistas fizeram protestos em França e
Grã-Bretanha contra a falta de controle de transgênicos.
O Globo,27/05/00

2. França quer destruição de colza geneticamente modificada
 
O governo da França divulgou nota em 25/05 exigindo a destruição das
plantações de colza em que foram usadas sementes geneticamente modificadas.
Os agricultores franceses compraram as sementes, sem saber que eram
transgênicas, da multinacional Advanta Seeds.
As sementes, segundo a própria empresa admitiu, teriam sido contaminadas
pelo pólen de uma plantação transgênica, em 1998, no Canadá, e foram
comercializadas como produto natural.
Segundo o comunicado, depois de atenta análise dos fatos e dos meios que
temos para remediá-los, o governo decidiu recorrer aos organismos
responsáveis para que estes possam executar a ordem de destruição das
plantações de colza .
As autoridades francesas enfatizaram na nota que não haviam autorizado
nenhuma variedade de colza geneticamente modificada devido aos riscos de
contaminação entre plantas da mesma família.
Foi aberta uma investigação para apurar as responsabilidades e prevenir a
repetição deste tipo de incidente , conclui a nota.
A decisão do governo francês seguiu-se a uma onda de protestos promovidos
por ecologistas e organizações agrícolas, que denunciaram o perigo das
sementes transgênicas à saúde humana e exigiram que o governo se manifestasse.
As sementes transgênicas de colza são resistentes a um tipo específico de
herbicida e também foram compradas por engano pela Alemanha, Grã-Bretanha e
Suécia. A colza é a matéria prima para a fabricação de óleo de canola,
usado na produção de chocolates e sorvetes.
Jornal do Brasil, 26/05/00
 
3. Gene de uma planta transgênica provoca mutação em outra espécie
 
Um estudo alemão aumentou ainda mais a polêmica sobre a segurança de
culturas e alimentos geneticamente modificados (transgênicos). Um
importante pesquisador alemão disse ter provas de que genes de plantas
transgênicas podem ser transferidos para outras espécies, diferentemente do
que havia afirmado a indústria de biotecnologia.
Hans-Hindrich Kaatz, da Universidade de Jena, descobriu que um gene de
bactéria usado para dar resistência à canola foi encontrado em micróbios que
infectam abelhas que haviam colhido o pólen da planta. A descoberta
aumentou o receio sobre riscos das plantações transgênicas para a saúde e o
meio ambiente.
Segundo Kaatz, genes de organismos geneticamente modificados podem romper
a barreira entre espécies e levar micróbios, no caso bactérias, a sofrer
mutações. Ele frisou, todavia, que os potenciais riscos para a saúde humana
são muito pequenos.(N.R. Será que ele pesquisou isto também?)
óleo comestível) pode contaminar bactérias que vivem no sistema
digestivo de abelhas que consomem pólen de plantas transgênicas. Kaatz
disse, no entanto, que a propagação do chamado DNA estrangeiro ocorreu
poucas vezes.
- afirmou o pesquisador, que admitiu, porém, que não está
descartada a possibilidade de o mesmo gene ser transferido para bactérias
que vivem no organismo humano.
Em 29/05, ambientalistas voltaram a protestar contra o cultivo de
transgênicos. Integrantes do Greenpeace e agricultores destruíram campos de
canola transgênica no Sudoeste da Alemanha.
Há duas semanas, a empresa Advanta admitiu o erro e reconheceu que havia
vendido
sementes alteradas para França, Alemanha, Grã-Bretanha e Suécia. A Advanta
não deu, porém, explicações sobre como teria acontecido a contaminação.
O Globo,30/05/00
 
4. IDEC abandona Grupo de Trabalho do Codex
 
Apesar de ainda possuir representação no Comitê do Codex Alimentarius do
Brasil (CCAB), por meio de seu consultor técnico Sezifredo Paulo Paz, o
IDEC optou pelo seu afastamento do Grupo de Trabalho (GT) do órgão,
subdivisão que discute e estuda as propostas a serem aceitas pelo Codex.
Isto aconteceu porque o GT é coordenado por Marília Nutti, representante da
Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Mesmo sendo
subordinada ao Ministério da Agricultura, a Embrapa trabalha como parceira
comercial no desenvolvimento de tecnologia para a Monsanto, empresa
multinacional que produz a semente da soja transgênica Roundup Ready, o que
compromete a coordenação do grupo. Entretanto, o IDEC continua a exercer
seu poder de defesa do consumidor, apresentando suas considerações por
escrito ao GT, como no caso em que foi definida a posição do Brasil em
relação à rotulagem dos alimentos geneticamente modificados.
Consumidor S.A., maio/00
 
5. 10 mil protestam na Itália contra manipulação de alimentos
 
Vários policiais, cerca de 10 manifestantes e um fotógrafo da imprensa
ficaram feridos em 25/05 em Gênova, nordeste da Itália, durante uma
manifestação em protesto contra a manipulação genética de  alimentos.
A manifestação, que reuniu 10.000 pessoas segundo os organizadores e 3.000 de
acordo com a polícia, aconteceu em frente ao Salão Internacional da
Biotecnologia, que começou em 24/05.
Várias vitrines e automóveis foram destruídos durante os choques com a
força policial. A feira foi organizada por 62 empresas e conta com a
participação de muitos cientistas e executivos de empresas multinacionais
especializadas em biotecnologia.
Os organizadores acharam melhor fechar as portas durante a manifestação,
convocada por 400 associações ambientalistas e de defesa dos consumidores.
O secretário do Partido da Refundação Comunista, Fausto Bertinotti, e a
presidente dos Verdes, Grazia Francescato, participaram da manifestação,
que tinha o lema: Quando o mundo está a venda, rebelar-se é natural .
A feira provocou críticas até da prefeitura da cidade. Com o apoio da
oposição,Gênova foi declarada capital antitransgênica .
Agência France Presse, 25/05/00
 
6. Aumenta a procura pela soja convencional 
 
Entre 1996 e1998, a exportação brasileira de soja em grão para a Europa
aumentou 126%, passando das 3,02 milhões para 6,8 milhões de toneladas. No
mesmo período, as vendas norte-americanas para os europeus recuaram 30,6%,
ficando em 5,41 milhões de toneladas, diz Marco Antonio de Carvalho,
analista de
soja da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Esse fato está relacionado ao aparecimento do produto transgênico, que
valorizou o produto tradicional brasileiro , diz.
Carvalho destaca que há preocupações dos demais países produtores com a
possibilidade do crescimento da produção brasileira. O Brasil cultivou
13,32 milhões de hectares na safra passada. Existem 42,5 milhões de hectares
apropriados para o cultivo da soja nas regiões Centro-Oeste, Norte e
Nordeste.
Nos EUA, onde se cultiva 30,4 milhões de hectares de soja, a possibilidade
de expansão não chega a um milhão de hectares. Os argentinos se quiserem
plantar além dos 8,5 hectares com a oleaginosa terão de reduzir a área de
outras atividades.
Carvalho diz que, nos EUA, gasta-se US$25 a mais para produzir um hectare
de soja transgênica, em relação ao grão tradicional. Para o técnico da
Conab, a melhor alternativa para brasileiros é continuar com o plantio de
material genético convencional para manter o mercado.
Gazeta Mercantil, 31/05/00
 

***********************************************************

=> Acesse a Cartilha "POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS" via Internet

http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosagricultura/apostilatransgenicos

=> Para acessar os números anteriores Boletim clique em :

http://www.dataterra.org.br/Boletins/boletim_aspta.htm

ou

http://www.uol.com.br/idec/campanhas/boletim.htm

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Se você por alguma razão, não desejar receber este boletim, envie uma mensagem para o nosso endereço <asptatransg@...> solicitando a exclusão do seu nome de nossa lista.

"Continuamos a contar com a participação de todos, tanto no envio de notícias, como de sugestões de pessoas e instituições interessadas em se cadastrar para receber o Boletim".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#176 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 22 de Jun de 2000 3:39 pm
Assunto: endemia alimentar
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Saiu no Jornal Nacional de 20/06/2000

	 40 produtos em supermercados brasileiros identificados como transgênicos.

	 ... está se alastrando...

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar                     ><> http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>



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#177 De: Cristina Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Qui, 22 de Jun de 2000 1:09 pm
Assunto: [Fwd: <constrgn> Produtos transgênicos no mercado brasileiro]
cristinacarneiro@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
 
 
 CUIDADO COM ESTES PRODUTOS!

Trans.gif
Foto: Greenpeace

Produtos com resultado positivo no teste de transgenia

O IDEC Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e o Greenpeace realizaram uma pesquisa onde foram analisados, em laboratório suíço, 31 produtos presentes no mercado brasileiro.

Em 10 destes produtos foram encontrados materiais transgênicos em diferentes níveis de ocorrência. São eles:


 Produto - BAC´OS cobertura salada sabor bacon Lote/FAB/VAL - validade 12/Oct/00, 116 g % de soja RoundupReady - 8,7% Empresa Responsável - Gourmand alimentos Ltda.

Produto - CEREAL SHAKE DIET - alimento para dietas de ingestão controlada de açúcares, cereais, fibras e frutas sabor morango Lote/FAB/VAL - 300 g F 03/12/99 % de soja RoundupReady - 1,5% Empresa Responsável - Olvebra Industrial SA

Produto - CUP NODDLES - Macarrão instantâneo sabor galinha Lote/FAB/VAL - Validade 10/08/00, 64 g % de soja RoundupReady - 4,5% Empresa Responsável - Nissin Ajinomoto al. Ltda

Produto - KNORR - Mistura para o preparo de sopa sabor Creme de Milho Verde Lote/FAB/VAL - validade 14/01/2001 H21, 86 g % de soja RoundupReady - 4,7% Empresa Responsável - Refinações de Milho Brasil Ltda.

Produto - PROSOBEE - Fórmula não láctea, à base de proteína isolada de soja, isenta de lactose e sacarose Lote/FAB/VAL - validade DEZ2001/14:02/ lote 55480, 400 g % de soja RoundupReady - 1,9% Empresa Responsável - Bristol-Myers Squibb Brasil S.A.

Produto - SALSICHAS VIENA SWIFT Lote/FAB/VAL - fabricação 14/02/00 C, 180 g % de soja RoundupReady - 3,9% Empresa Responsável - Swift Armour S.A. Ind. E Com.

Produto - SUPRA SOY INTEGRAL - Alimento à base de soro de leite e proteína isolada de soja com ferro Lote/FAB/VAL - fabricação 24/09/99 10:08, 350 g % de soja RoundupReady - 0,7% Empresa Responsável - Josapar-Joaquim Oliveira S.A Participações

Produto - NESTOGENO COM SOJA - Fórmula infantil de seguimento à base de leite e soja, com ferro, para a lactentes, a partir 6º mês Lote/FAB/VAL - FAB: 16/02/2000-10:27H, 454 g, S2PF11 VAL: 15/05/2001 % de soja RoundupReady - menos de 0,1 % Empresa Responsável - Nestlé do Brasil LTDA

Produto - SOY MILKE - alimentos à base de soja Lote/FAB/VAL...........- fabricação 30/01/00,300 g % de soja RoundupReady - menos de 0,1 % Empresa Responsável - Olvebra Industrial SA

Produto - PRINGLES - Batata frita "Original" Lote/FAB/VAL - Val: 10/00 lote 9203EAO Resultado - Milho Bt 176, Novartis Empresa Responsável - Procter And Gamble Interamericas Inc.
 

A Comercialização de produtos com insumos geneticamente modificados é ILEGAL!
  • Não atende às exigências previstas na Lei de Biossegurança nº 8974 de 1995.

  •  
  • Viola o Código de Defesa do Consumidor por omitir informação sobre a composição do produto no rótulo da embalagem.
RISCOS DOS TRANSGÊNICOS PARA A SAÚDE DO CONSUMIDOR:

MAUMENTO DE ALERGIAS
MDESENVOLVIMENTO DE RESISTÊNCIA BACTERIANA À ANTIBIÓTICOS
MPOTENCIALIZAÇÃO DOS EFEITOS DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS NATURAIS DAS PLANTAS
MAUMENTO DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS NOS ALIMENTOS, NOS RIOS E NO SOLO


#178 De: Cristina Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Qui, 22 de Jun de 2000 1:10 pm
Assunto: [Fwd: <constrgn> FSP: Transgênicos já são consumidos no Brasil]
cristinacarneiro@...
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> Folha de São Paulo, quarta-feira, 21 de junho de 2000
>
> BIOTECNOLOGIA
>
> Análise encomendada pelas ONGs Greenpeace e Idec identificou 11 produtos
> geneticamente modificados
>
> Transgênicos já são consumidos no Brasil
>
> SALVADOR NOGUEIRA, FREE-LANCE PARA A FOLHA
>
> Os transgênicos já fazem parte da alimentação dos brasileiros. A conclusão
> é do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e do Greenpeace.
>
> Testes realizados com a técnica PCR por laboratórios europeus, a pedido das
> ONGs, mostram que 11 alimentos à venda têm ingredientes geneticamente
> modificados.
>
> "Pela primeira vez, a questão aparece na mesa dos consumidores", afirmou
> Roberto Kishinami, diretor-executivo do Greenpeace Brasil, na entrevista
> coletiva em que foram anunciados os resultados dos testes, na sede do Idec.
>
> As avaliações foram encomendadas separadamente pelas duas organizações para
> dois laboratórios europeus. Os produtos analisados foram escolhidos pela
> presença de soja e milho, duas das culturas que mais apresentam variedades
> transgênicas, pela origem do produto e pelo grau de exposição ao consumidor.
>
> O efeito de alimentos transgênicos sobre a saúde humana e o ambiente ainda
> é objeto de debate. Variedades geneticamente modificadas de soja e milho
> são plantadas e consumidas em larga escala nos Estados Unidos, há pelo
> menos cinco anos, sem que se tenha notícia de problemas de saúde.
>
> Não há nos EUA obrigatoriedade de rotular produtos de consumo alimentar
> contendo transgênicos. Na Europa, vários países exigem esse tipo de rótulo.
>
> O teste do Greenpeace envolveu 11 produtos. Desses, 3 apresentaram
> ingredientes transgênicos. Já o exame feito pelo Idec foi mais amplo,
> avaliando 31 produtos, dos quais 9 apresentaram composição geneticamente
> modificada. Um produto aparece nas duas amostras.
>
> Produtos conhecidos, como a sopa Knorr, o macarrão Cup Noodles e a batata
> Pringles, apresentaram traços de transgênicos. Dos 11 produtos apontados, 6
> são importados, provenientes dos EUA, México e Bélgica.
>
> "Desrespeito"
>
> "A comercialização de produtos transgênicos é um flagrante desrespeito à
> legislação ambiental", disse Marilena Lazzarini, presidente do Idec.
> Segundo ela, "para que um produto geneticamente modificado seja colocado no
> mercado, é necessário fazer um estudo prévio de impacto ambiental".
>
> Além de não atender à Lei de Biossegurança, que exige a avaliação e
> aprovação do produto pelo Ministério da Agricultura antes da
> comercialização, segundo o Idec a venda infringiria o Código de Defesa do
> Consumidor, que determina a presença da composição do produto no rótulo.
>
> A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), responsável pela
> avaliação dos organismos geneticamente modificados antes de sua liberação
> no ambiente, se isenta de responsabilidade. "O órgão cumpre com suas
> obrigações ao apresentar as avaliações. A regulamentação nunca esteve em
> seu mbito de atuação", disse Simone Scholze, representante do Ministério da
> Ciência e Tecnologia na CTNBio.
>
> O órgão havia emitido parecer favorável à liberação da soja transgênica
> Roundup Ready em setembro de 98. A Justiça Federal concedeu depois uma
> liminar ao Greenpeace e ao Idec impedindo o plantio do produto, com base no
> chamado princípio de precaução, e determinando que se realizasse um estudo
> de impacto ambiental.
>
> A presença de transgênicos só está ocorrendo, segundo Lazzarini, pela
> "omissão grave das autoridades brasileiras". O Idec pretende com os testes
> chamar a atenção das autoridades para a irregularidade. "Estamos apenas
> pressionando para que o Estado cumpra seu papel", disse.
>
> Outro lado
>
> A Associação Brasileira das Indústria de Alimentação (Abia) questiona os
> resultados obtidos pelos laboratórios contratados pelo Greenpeace e pelo
> Idec. "Os procedimentos não foram feitos de maneira clara", afirma Edmundo
> Klotz, presidente da Abia.
>
> Na mesma linha, a Nestlé, fabricante do Nestogeno com Soja, divulgou
> comunicado afirmando que a empresa possui "atestado de laboratórios de
> reputação internacional garantindo que a soja utilizada é isenta de
> organismos geneticamente modificados".
>
> Já Letícia Beltrão, gerente de produtos da linha Supra Soy, da Jotapar,
> disse que o produto importado pela empresa tem de fato componentes
> transgênicos. "A empresa segue as regras européias de controle de
> transgênicos, já que o Brasil ainda não tem regulamentação definida", afirmou.
>
> A Olvebra, que teve dois produtos apontados (Soy Milke e Cereal Shake
> Diet), afirma que todos os lotes produzidos a partir de junho de 2000
> estarão livres da soja transgênica.
>
> Recomendações das ONGs
>
> A sugestão do Greenpeace para a população é o que Kishinami definiu como
> "ativismo de consumidor consciente". Ele defende que o consumidor deve
> entrar em contato com os fabricantes e supermercados, para reclamar, e
> evitar a compra dos produtos com conteúdo transgênico.
>
> Para a indústria, a recomendação das ONGs é utilizar apenas materiais
> certificados, garantindo sua origem não-transgênica.
>
> =========
>
> Teste é mais confiável quando positivo
>
> DA REPORTAGEM LOCAL
>
> A identificação por PCR (Reação de Polimerase em Cadeia) da soja ou do
> milho transgênicos nos alimentos industrializados é mais confiável quando o
> resultado do teste é positivo. Ou seja, a ausência de detecção não
> significa que o produto não contenha, de fato, ingredientes transgênicos.
>
> A PCR produz muitas cópias de uma sequência de DNA. A técnica é usada para
> detectar genes de qualquer origem (bactérias, vírus, plantas ou animais).
>
> No entanto, para amplificar a sequência, é preciso que o DNA esteja
> minimamente preservado. O que muitas vezes acontece, no processo de
> industrialização, é que na manipulação dos ingredientes o DNA pode ser
> degradado (por exemplo, por calor) e, com isso, não ser mais detectável.
>
> A invenção da PCR deu a Kary Mullis o Nobel de Química de 93.
>
> ===========
>
> Questão legal ainda está indefinida
>
> MARCELO LEITE, EDITOR DE CIÊNCIA
>
> O Brasil vive uma situação paradoxal, no que respeita à regulamentação dos
> alimentos transgênicos: plantar (ainda) não pode, mas importar e vender pode.
>
> O órgão responsável pela autorização para plantar é a CTNBio, ou Comissão
> Técnica Nacional de Biossegurança. Ela foi criada para dar pareceres
> técnicos conclusivos sobre a segurança de organismos geneticamente
> modificados (OGMs).
>
> Centenas de autorizações para plantio de OGMs fora de estufa já foram
> dadas, mas apenas em caráter experimental, para empresas e institutos
> interessadas em fazer testes de campo com variedades transgênicas.
>
> Houve só uma exceção: em setembro de 98, a CTNBio autorizou o plantio em
> escala comercial da soja Roundup Ready, da Monsanto, modificada para
> resistir ao herbicida glifosato.
>
> A licença foi contestada na Justiça pelo Idec e pelo Greenpeace. Em 10 de
> agosto de 99 o juiz federal Antônio Souza Prudente determinou a suspensão
> do plantio até que se realizasse estudo de impacto ambiental.
>
> Resumindo: até o presente, inexiste plantação legal em larga escala
> (não-experimental) de OGM no Brasil. Isso não quer dizer que OGMs não
> estejam sendo consumidos, como comprovou o teste das ONGs.
>
> Ocorre que importar OGMs não é proibido. Segundo a instrução normativa
> número 17 da CTNBio, de dezembro de 1998, a importação e comercialização de
> produtos derivados de OGM não é de sua competência. Regulamentá-la e
> fiscalizá-la caberia aos ministérios da Saúde, da Agricultura e do Meio
> Ambiente.
>
> A Lei de Biossegurança (número 8.974/95), porém, não deixa muita dúvida:
> "Os produtos contendo OGM, destinados à comercialização ou
> industrialização, provenientes de outros países, só poderão ser
> introduzidos no Brasil após o parecer prévio conclusivo da CTNBio e a
> autorização do órgão de fiscalização competente".
>
> _________________________________________________
> Endereco da lista: constrgn@...
> Administrador:       owner-constrgn@...
> HomePage:           http://www.ufrj.br/consumo/
> Promoção:            Lab de Consumo&Saude -  FacFarm-UFRJ
> Apoio:                    NCE-UFRJ
> _________________________________________________
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> com esse texto no corpo da mensagem:
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#179 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 23 de Jun de 2000 8:27 am
Assunto: Milho
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
robin@... wrote:
>
>
> Brazil Turns Away GM Argentine Corn
>
> BUENOS AIRES, June 9 (Reuters) - Brazilian port authorities have turned
> away two shipments of genetically altered Argentine corn, officials said
> on Friday, underscoring the two neighbours' starkly different approaches
> to the crop technology. Brazil officially bans genetically modified crops
> while Argentina is the world's second largest producer of them. Two ships
> carrying 26,000 metric tons each of Argentine corn were held in the
> southern Brazilian port of Sao Francisco on Monday and left without
> unloading Friday, port authorities in Brazil said. A third ship
> transferred its 18,000 metric tons of Argentine corn to three river barges
> in the Brazilian port of Rio Grande and the cargo was held in silos
> pending lab tests to determine whether it was genetically modified.
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
>
> Mothers for Natural Law
> http://www.safe-food.org
> http://www.natural-law.org
> ====================================================
> Help the campaign for mandatory labeling of GE foods
> Sign the petition:
>  http://www.safe-food.org/-campaign/petition.html
> Add this message to your email signature
> ====================================================
> webmaster@...



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#180 De: AS-PTA <asptatransg@...>
Data: Sex, 7 de Jul de 2000 8:13 pm
Assunto: Boletim 24
asptatransg@...
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POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
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OFENSIVA DO GOVERNO E DA MONSANTO BARRADA NA JUSTIÇA

O governo FHC montou um rolo compressor que devia resultar na liberação dos transgênicos na semana passada. Pressões vindas dos “mais altos níveis” sobre a juíza relatora do recurso impetrado pelo poder executivo e a multinacional Monsanto contra a liminar concedida pelo juiz de primeira instância, Antônio Prudente, na ação cautelar impetrada por IDEC e Greenpeace deram, entretanto, com os burros n’água.

Na segunda feira, dia 26, o juiz deu sentença favorável à ação das duas ONGs.
No dia 28, o Tribunal Regional Federal decidiu que a liminar devia ser julgada apesar da sentença do juiz.
Isto é um bom sintoma da inclinação desta corte, confirmada inicialmente pelo voto da juíza relatora contra o recurso. O voto dos dois outros juizes foi adiado para o reinicio dos trabalhos do judiciário em agosto, pois um dele pediu vistas do processo, mantendo em vigência, até lá, a sentença do juiz Antônio Prudente.

A convicção do governo e da Monsanto de que ganhariam o recurso era tal que a CTNBio convocou uma reunião nos dias subseqüentes para liberar a importação de milho transgênico. Apesar da deliberação do juiz a CTNBio liberou a importação, argumentando que não recebeu nenhuma decisão oficial da justiça. O argumento é ridículo pois a presidente da CTNBio estava presente na seção do TRF em que foi lida a sentença do juiz. O que a CTNBio fez foi criar um fato político pois sabe que sua posição não tem respaldo legal. O juiz Antonio Prudente reagiu indignado ameaçando a CTNBio de prisão por descumprir as medidas judiciais.

O juiz Antonio Prudente, na sua sentença, exige que a CTNBio elabore critérios de avaliação de impacto ambiental dos transgênicos em 90 dias. Neste ponto ele incorre em um equívoco que deve ser sanado pois a CTNBio não pode ter poder para liberar os transgênicos mas sim de opinar sobre sua liberação. Quem libera produtos que podem afetar a saúde do consumidor é o Ministério da Saúde e quem libera produtos que podem afetar o Meio ambiente é o IBAMA. O conflito de autoridade deriva do decreto de criação da CTNBio e devemos orientar a campanha para que o governo o reveja. O IBAMA, através de uma Câmara Técnica, está tratando de elaborar estes critérios com a participação da sociedade civil mas o tema é complexo e não pode ser resolvido em prazos curtos.  

**********************
Neste número:

1.Soja transgênica proibida
2.Julgamentos paralelos
3.Milho importado da Argentina é transgênico
4.Austrália propõe lei que regula biotecnologia
5.CTNBio transgride decisão da Justiça
6.Idec vai a justiça contra a liberação de transgênicos
7.Eventos- Textos do debate sobre transgênicos promovido pela Fundação Böll estão na internet
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1.Soja transgênica proibida
A empresa Monsanto do Brasil terá que apresentar estudos de impacto ambiental ao Governo se quiser que a plantação de soja transgênica ou de qualquer outro alimento geneticamente modificado seja autorizada. Uma decisão da 6ª Vara Federal em Brasília divulgada ontem (28/06) estabelece que o Governo Federal tem que exigir a realização do estudo e declara inconstitucionais o decreto e as instruções normativas da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) que permitiam o plantio de transgênicos sem estudos prévios.
A ação foi proposta pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O juiz Antônio Souza Prudente, titular da 6ª Vara, ordenou também que, em no máximo 90 dias, a CTNBio elabore normas sobre a segurança alimentar, o comércio e o consumo de transgênicos. A CTNBio está impedida de emitir qualquer parecer técnico conclusivo sobre o tema antes de apresentar as normas.
O procurador-regional da União na 1ª Região, José Diogo Cyrillo da Silva, disse que não tinha sido informado oficialmente da decisão do juiz. Mesmo assim, Silva anunciou que deverá entrar com recurso no Tribunal Regional Federal da 1ª Região contra a sentença.
Para o Idec, a atitude do Governo está errada. Em vez de tentar derrubar decisões judiciais, a CTNBio deveria, na opinião da coordenadora do instituto, Marilena Lazzarini, estabelecer normas de rotulagem e avaliação da segurança dos alimentos transgênicos.
-       Ninguém está fazendo nada para regulamentar o consumo dos transgênicos no Brasil. Os ministérios da Saúde, da Agricultura e da Ciência e Tecnologia nada fizeram até agora  disse Marilena.
A decisão judicial manteve o efeito da medida cautelar que proíbe o plantio e a comercialização de transgênicos até que estudos sejam feitos. (...)
A Agência Nacional de Vigilância do Ministério da Saúde solicitou a retirada do mercado de 13 produtos suspeitos de conter ingredientes transgênicos. A comercialização desses produtos deverá permanecer suspensa até que a Justiça decida sobre a permissão ou não da venda desse tipo de alimento.
O Globo, 29/06/00

2.Julgamentos paralelos
O julgamento do pedido de cassação do senador Luiz Estevão domina as atenções, mas também hoje um outro julgamento estará tomando decisão com grandes reflexos sobre a população e sobre oportunidades extraordinárias para exportações brasileiras.
Este será o julgamento, no Tribunal Regional Federal em Brasília, de um recurso da multinacional Monsanto contra a sentença que confirmou a proibição de cultivo e comércio, no Brasil, da sua soja com alterações genéticas  a soja transgênica Roundup Ready.
A multinacional pressiona pela liberação por motivos comerciais, mas os Estados Unidos a desejam para impedir  uma reviravolta no comércio de soja com a Europa. A maioria dos países europeus, inclusive não integrantes da União Européia, recusam-se a liberar o consumo de soja transgênica por suas respectivas populações.
Grande produtor de soja natural, sem alteração físico-química,(*) o Brasil se tornará o grande fornecedor da Europa caso não adote o cultivo da planta transgênica. Mas, se o fizer, os europeus não encontrarão outro grande fornecedor  da soja pura e, portanto, reabrem-se como mercado para a enorme produção da soja transgênica americana.
O lobby da Monsanto e o jogo do governo americano são tão fortes que obtêm espaço até na primeira página do “The New York Times” para uma notícia que, sobre ser duvidosa, não teria relevância para o jornalismo americano. A notícia: sementes transgênicas argentinas foram misturadas (embora em pequena porção) na importação feita por agricultores brasileiros.
O governo americano e a Monsanto já contam com a concordância do Ministério da Agricultura e com um parecer antigo da CTNBio, Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, cuja biossegurança não era de inspirar muita segurança técnica, quanto mais política.
O Ministério do Meio Ambiente, até onde se soube da sua posição, não havia cedido às pressões. Desde que o embaixador Ronaldo Sardemberg substituiu Bresser Pereira, o Ministério da Ciência e Tecnologia sobrepôs a sensatez aos interesses da Monsanto e da economia americana, aguardando estudos confiavelmente conclusivos, sobre os efeitos da soja transgênica nos organismos vivos, para definir sua posição.
Até agora, os estudos europeus são desfavoráveis à soja transgênica e mesmo nos Estados Unidos foram constatados efeitos negativos, como o envenenamento de borboletas monarcas que comeram pólen da soja alternada.
Jânio de Freitas  Folha de São Paulo, 28/06/00

(*) NR: Apesar de excelente artigo, o autor confunde "soja natural" com "soja convencional"  não alterada geneticamente. O conceito de "soja natural" (orgânica ou agroecológica) é usado  para definir alimentos e produtos, que foram produzidos e processados sem uso de fertilizantes químicos, agrotóxicos e aditivos industriais. Enquanto o conceito de "soja convencional" está associado aos sistemas agroquímicos de produção.

3.Milho importado da Argentina é transgênico
As 38 mil toneladas de milho importadas da Argentina por 30 grandes avicultores de Pernambuco terão que ser devolvidas porque o produto é geneticamente modificado. A comprovação resulta de análise feita pelo Centro Nacional de Milho e Sorgo da Embrapa, em Sete Lagoas, Minas Gerais.
Conforme divulgado pelo Ministério da Agricultura, os testes foram feitos em 30 quilos de amostras do navio Norsul Vitória que está ao largo do porto de Recife desde o dia 20 último. O produto foi importado pela empresa americana Cargill Agrícola.
Foi detectada a presença da proteína CrylAb produzida por um gene derivado do Bacillus Thuringiensis em grãos de todos os 30 quilos das amostras coletadas da carga.
A devolução da mercadoria foi determinada pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.
A denúncia de que o milho importado seria transgênico foi feita pela ONG inglesa Greenpeace de pelos procuradores federais Marcos Costa e Paulo Fontes. O juiz federal Hélio Sílvio Ourem Campos concedeu a liminar e proibiu o desembarque da mercadoria.
O milho argentino foi comprado por 30 avicultores pernambucanos para ser consumido como ração de aves e suínos. A avicultura é uma das principais atividades daquele Estado e os produtores estão com dificuldades de adquirir milho em função da quebra da safra brasileira e da alta dos preços nos mercado interno.
Jornal do Commercio,24/06/00

4.Austrália propõe lei que regula biotecnologia
O governo da Austrália enviou ao parlamento uma lei que regula o uso de organismos geneticamente modificados no país. O projeto prevê a criação d um escritório regulador para acompanhar o uso d organismos geneticamente modificados no país. O projeto foi enviado ao parlamento pelo ministro da Saúde australiano, Michel Wooldrige. “O objetivo da lei é garantir a saúde e a segurança dos australianos, o que transcende as expectativas de lucros e benefícios econômicos com a biotecnologia”. “(...) este novo mecanismo regulatório pretende avaliar todos os riscos que essa nova tecnologia eventualmente possa apresentar para a população”, disse o ministro.
http://www.agrocast.com.br 23/06/00

5. CTNBio transgride decisão da Justiça
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança aprovou em 01/07/00 um parecer favorável à importação de milho transgênico.
A decisão da comissão provocou forte reação do Instituto de Defesa do Consumidor - Idec. Os dirigentes da instituição vão ingressar na Justiça com uma representação contra os integrantes da comissão por desobediência civil.
Segundo a coordenadora-executiva do Idec, Marilena Lazzarini, a CTNBio, ao emitir o parecer, desrespeitou a decisão da Justiça Federal sobre o assunto. A comissão alega que produziu o parecer, de caráter científico, com base em relatórios fornecidos pelos governos da Argentina, EUA, Canadá e alguns países da Europa.
Ao deliberar sobre a importação de um lote de soja transgênica, o juiz Antônio Souza Prudente, da 6ª Vara da Justiça Federal, de Brasília, proibiu a CTNBio de emitir parecer sobre transgênicos antes da realização de testes sobre os riscos à saúde humana e o impacto ambiental que podem ser provocados por produtos desta natureza.
-       Não fomos informados oficialmente  disse a presidente da CTNBio, Leila Oda.
-       Essa comissão está mais preocupada com os interesses comerciais das empresas que com a saúde  rebateu Marilena.
A CTNBio, que tem 32 integrantes, não fez os testes laboratoriais próprios. Segundo Leila Oda, a comissão confia na isenção dos testes realizados no exterior. Também não foi realizado teste de impacto ambiental do milho transgênico. (grifo nosso)
O Globo, 01/07/00

NR: Conforme comentário do início desse boletim, a Sra. Leila Oda, presidente da CTNBio, esteve presente na seção do TRF em que foi lida a sentença do juiz Antônio Prudente.

6.Idec vai à justiça contra a liberação de transgênicos
O Instituto de Defesa do Consumidor -IDEC entrou ontem (03/07/00) na Sexta Vara da Justiça Federal com
uma petição solicitando a anulação do parecer da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio
que, na sexta-feira passada, autorizou a importação de milho transgênico. Na ação, a advogada Andréa
Salazar acusou  a comissão de improbidade administrativa e pediu a prisão de seus integrantes por
desobediência civil
. O Idec é contra a importação e a comercialização de alimentos transgênicos pela falta de
garantias sobre os riscos que esses produtos podem trazer.
A CTNBio autorizou a importação de milho transgênico para uso em ração animal na sexta-feira. Com a
decisão, os Ministérios da Agricultura e da Saúde ficarm livres para autorizar a entrada no país de 38 mil
toneladas de milho argentino, possivelmente transgênico. A comissão tinha sido proíbida de emitir pareceres
sem a realização de estudos sobre os riscos de transgênicos no Brasil.
NR: Grifo nosso

7. Eventos- Textos do debate sobre transgênicos promovido pela Fundação Böll estão na
internet

Se você deseja obter a síntese das palestras de David Hathaway, Flávio Gandra, Saulo Pedrosa, Sveder
Ulmer, Renske van Staveren e Wolfgang Kriessl-Dörfler apresetnadas durante o debate "Alimentos
Transgênicos - Aliança Internacional pela Moratória" acesse o endereço:

httP://www.ibase.org.br/transgenicos

E bom proveito!
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=> Acesse a Cartilha "POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS" via Internet

http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosagricultura/apostilatransgenicos

=> Para acessar os números anteriores Boletim clique em :

http://www.dataterra.org.br/Boletins/boletim_aspta.htm

ou

http://www.uol.com.br/idec/campanhas/boletim.htm

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Se você por alguma razão, não desejar receber este boletim, envie uma mensagem para o nosso endereço <asptatransg@...> solicitando a exclusão do seu nome de nossa lista.

"Continuamos a contar com a participação de todos, tanto no envio de notícias, como de sugestões de pessoas e instituições interessadas em se cadastrar para receber o Boletim".
  

AS-PTA - Assessoria e Servicos a Projetos em Agricultura Alternativa
Rua da Candelaria, 9/6 andar
20091-020  Rio de Janeiro   RJ
Tel.: 55 21 253-8317
Fax: 55 21 233-8363
E-mail: asptatransg@...

#181 De: AS-PTA <asptatransg@...>
Data: Sex, 7 de Jul de 2000 9:30 pm
Assunto: Comunicado urgente!
asptatransg@...
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Car@s Amig@s,

Urgente, urgentíssimo!

Enviar mensagem para:

E-mail
<pr@...>
 
Presidência da República
Praça dos Três Poderes
Palácio do Planalto - 4o. andar
Brasília - DF        Brasil
CEP: 70.150-900

Com o seguinte texto:

Ex.mo. Sr. Presidente da República:, Dr. Fernando Henrique Cardoso
Ex.mo. Sr. Ministro da Casa Civil, Pedro Parente
Ex.mo. Sr. Ministro de Ciência e Tecnologia, Ronaldo Sardenberg
Ex.mo. Sr. Ministro de Meio Ambiente, José Sarney Filho
Ex.mo. Sr. Ministro da Agricultura, Pratini de Moraes
Ex.mo. Sr. Ministro da Justiça, José Gregori
Ex.mo Sr. Ministro da Saúde,  Barjas Negri       


Foi com profunda estranheza que as entidades abaixo assinadas, representantes de diversos setores da sociedade brasileira tomaram conhecimento da nota divulgada por V.S.as., no dia de ontem, em que o poder Executivo Federal  vem expressar, ainda que, de forma velada, o seu apoio político à liberação imediata de plantas transgênicas  no meio ambiente e para a alimentação humana.

De fato, as manifestações de confiança nos benefícios que a moderna biotecnologia possa trazer ao país e na competência técnica da CTN-Bio para zelar pela nossa biosegurança, constantes da nota emitida por V.S.as., não podem encobrir aquilo que é hoje reclamado por grande parte da opinião pública brasileira: adiar a liberação no meio ambiente e para o consumo humano das plantas transgênicas até que se possa ter certeza de que eles não trarão impactos negativos, graves e irreversíveis ao meio ambiente e à saúde humana. Além do mais, o país só tem a ganhar do ponto de vista econômico.

Hoje, os mercados europeu e japonês, sinalizam claramente sua preferência por produtos livres de transgênicos.

É incompreensível, portanto, que V.S.a., encarregadas de zelar pela preservação ambiental, a saúde pública e a economia do país venham defender  uma liberação apressada e irresponsável dos transgênicos, liberação essa que só poderia interessar às multinacionais da biotecnologia, como a Monsanto e Novartis, bem como aqueles países  que pretendem dominar nossos mercados de sementes e desbancar nossa concorrência agrícola, como é o caso dos Estados Unidos.

Felizmente o Ministério Público e a Justiça  têm assumido o dever de defender os direitos constitucionais dos brasileiros, ameaçados pelo próprio Executivo. A sentença do juiz Antônio Souza Prudente, obtida pelo IDEC e GREENPEACE, apenas exige que a CTN-Bio cumpra a obrigação constitucional de realizar Estudo de Impacto Ambiental para aquelas atividades que potencialmente possam trazer dano significativo ao meio ambiente, assim como elabore normas para avaliar a segurança de alimentos transgênicos, antes de emitir qualquer parecer conclusivo a seu respeito. Em vez de receber críticas de V.S.as., o Judiciário deveria ser ouvido e respeitado, pois cumpre o seu papel, justamente onde V.S.as., têm falhado

Solicitamos à V.S.as., portanto, que reconsiderem a postura assumida, em prol de uma conduta de prudência para com os interesses públicos e de abertura para o debate democrático com a sociedade.

ABONG  Associação Brasileira de ONGs - 270  ONGs associadas
CONTAG  Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura
Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional  134 entidades associadas
Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento  417 entidades associadas
Rede Mata Atlântica  192 entidades associadas
GTA  Grupo de Trabalho Amazônico  430 entidades associadas
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais  56 entidades associadas
Rede PTA para o Devenvolvimento Agroecológico  28 ONGs associadas
Actionaid Brasil
ÁGORA
AS-PTA
FASE
Gambá  Grupo Ambientalista da Bahia
GREENPEACE
IBASE
IDEC
SOS Mata Atlântica
VITAE CIVILIS





 
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#182 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 8 de Jul de 2000 9:13 pm
Assunto: Milho
luizmeira@...
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Aí gente...

	 Estão descarregando o navio de milho transgênico oriundo da
Argentina. Será utilizado para ração de frangos... a carne branca dos que
buscam se preservar da carne vermelha.

:(

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar                     ><> http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>


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#183 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Dom, 9 de Jul de 2000 5:38 am
Assunto: Paz Bioquimica
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados Amigos,

	 Alcalinização..., esta é a direção da paz.

	 Ácido é a direção da inflamação e da irritação.

	 Para diminuir a acidez de nossos corpos, diminuir a ingestão de produtos
animais.

	 Abraços Alcalinos

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar                     ><> http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>


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#184 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 11 de Jul de 2000 9:34 am
Assunto: Re:Milho
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Jose Luiz Moreira Garcia wrote:
>
> Exatamente. A carne de frango de agora em diante está na minha lista
> negra.
> Eu quero que todos voces saibam de como funciona esse país.
> Simplesmente seis ministros do desgoverno FHC assinaram
> a liberação. Não foi nem um nem dois , mas seis. Entre
> eles a abrerração do Meio Ambiente Sarney Filho, MInistro
> Tapias, Ministro da Agricultura, Interino da Saude, Casa Civil, etc...
> Eu as vezes fico pensando que o MST é que tem razão. Não se
> pode tratar essa gente de outra maneira que não seja na base da
> violencia.
> Eu considero essa liberação uma violencia maior que 1,000 invasões
> de propriedade.
>
> Jose Luiz
>
> -----Mensagem Original-----
> De: Luiz Meira <luizmeira@...>
> Para: <gen-ocidio@egroups.com>
> Cc: <unidosvenceremos@egroups.com>; <ALT_HEP_C@egroups.com>
> Enviada em: Sábado, 8 de Julho de 2000 18:13
> Assunto: [ALT_HEP_C] Milho
>
> > Aí gente...
> >
> > Estão descarregando o navio de milho transgênico oriundo da
> > Argentina. Será utilizado para ração de frangos... a carne branca dos que
> > buscam se preservar da carne vermelha.
> >
> > :(
> >
> > <><  <><  <><  <><  <><  <><
> > Luiz Roberto Salvatori Meira



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#187 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 19 de Jul de 2000 7:21 pm
Assunto: Re: allergies & industrial enzymes
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Rene Kleijn
kleijn@...
http://www.leidenuniv.nl/interfac/cml/ssp/

tel +31 71 5277480
secr. +31 71 5277477
fax +31 71 5277434

Section Substances & Products
Centre of Environmental Science, Leiden University
PO Box 9518
2300 RA  Leiden
The Netherlands


wrote:
>
> Dear Mr. Meira,
>
> On your website you refer to an ETH PhD research project on the relation
> between asthma and industrial enzymes. Could you give me the exact
> reference to this PhD study ?
> http://www.gene.ch:80/info4action/1999/Oct/msg00081.html

See too:)
http://www.edf.org/pubs/EDF-Letter/1996/May/h_biotec.html
http://www.egroups.com/message/gen-ocidio/124?
http://www.egroups.com/message/gen-ocidio/123?
http://www.egroups.com/message/gen-ocidio/170?
http://www.egroups.com/message/gen-ocidio/167?

>
> Kind regards,
> <><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
     Equilibrio Alimentar                     ><> http://luizmeira.cjb.net
><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>
info4action archive

[Index][Thread]

GE -humans, animals and allergies


  • To: <genetics@...>
  • Subject: GE -humans, animals and allergies
  • From: GEN lists <genetics@...>
  • Date: Thu, 28 Oct 1999 20:09:50 +0100
  • Content-Type: text/plain; charset="us-ascii"
  • Resent-From: snowball@...

1.A US biotechnology company is seeking to patent ..................
2.Dolly company in difficulties 3..[Human]GENE RESEARCHER DRAWS FIRE
4. from robert in NZ part human sheep
5.from robert in NZ - part human cows
6. Frankenword !!!
7.Industrial enzymes are top triggers of allergies and asthma
8.Human gene patents defended
9. Pirates are seizing the genome ========================================
>1. The Guardian (London) October 25, 1999 SECTION: Guardian > Home Pages; Pg. 1 BODY: Julian Borger in > Washington A US biotechnology company is seeking to patent > segments of the human genetic code in an attempt to cash in > on its research before British-led moves are implemented to > prevent the "human blueprint" becoming the private property > of a few corporations. Celera Genomics has stunned the > scientific world with its claim to have decoded about a > third of the entire blueprint, the human genome, in little > more than a month, and its prediction that it could > complete the job by next year, simultaneously or even ahead > of a parallel, publicly-funded, project underway in British > and US laboratories. The unravelling of the billions of > coded sequences in human DNA (the chemical base of all > genes) is expected to revolutionise medicine, and pave the > way to a new generation of genetically -based cures. It > could also open up limitless opportunities to influence > human evolution by manipulating genetic codes. Celera > claims to have isolated 1.2 billion of the estimated 3 > billion building blocks that determine the design of the > human body. It has caused consternation by seeking to > exploit its sudden lead in the human genome race for profit. > Contrary to its earlier assurances that its research would > be made publicly available, the Maryland-based company > announced last week that it was applying for patents on > 6,500 of its discoveries. "Celera's mission is to become > the definitive source of genomic and related agricultural > and medical information," the company said in a statement, > adding that the use of its data would be available "on a > subscription basis" to universities and other companies. > > Celera's mass patent application represents a gauntlet > thrown down in the face of efforts led by the British > government to negotiate an Anglo- American accord to ban > patents on the human genome and to ensure that the fruits > of the research are available worldwide to help combat and > prevent disease. The deal under discussion by Tony Blair > and President Clinton, reported in The Guardian last month, > would oblige all laboratories working in the field to waive > their patent rights. The British-owned Wellcome Trust and > the US National Institute of Health, which are leading the > publicly-funded research, would publish the code for each > gene within 24 hours of its discovery. In Congress, the > House Science Committee said it might hold special hearings > on the proposal by Celera, whose president, Craig Venter > told Congress last year that the company's research would > be freely available. The US patent office says it has > issued three patents so far for decoded segments of human > DNA and is considering up to 10,000 other applications. > > However, Jeremy Rifkin, the president of the > Washington-based watchdog the Foundation on Economic Trends > and the author of The Biotech Century, described the > patents as illegal. "Nothing in our patent laws allows > this. Under US law discoveries in nature are not > inventions. The US patent office has been violating its > statute," Mr Rifkin said yesterday. He said the Foundation > on Economic Trends planned to sue the patent office and a > number of biotech firms, possibly including Celera. Celera, > alongside other biotech firms, insist that so much effort > is put into isolating and decoding genes that they should > be subject to intellectual property rights. Otherwise, the > industry argues, there would be little incentive for further > research. Mr Venter, a former surfer with a penchant for pet > poodles, aged 52, insisted that the company policy remained > unchanged. "There are no losers in this system. Every > researcher in the world will have the human genome ahead of > time," he said. He worked on the British end of the Human > Genome Project until last year when he quit to start > Celera. The company uses super- computers to identify the > molecular structures which serve as the building blocks of > DNA. Such is the speed of the equipment that Celera has > effectively leapfrogged the publicly -funded Anglo-American > effort. However, its methods are less meticulous and > provide thinner information about what function each gene > segment serves - the crucial link to combatting disease. > > Francis Collins, the head of the National Human Genome > Research Institute, said mapping out the human genome was > only "the beginning of the road of discovery". "To make it > useful requires lots of additional steps that will be > inhibited if you put up a lot of tollbooths early on that > road and make people less interested in traveling at all.' > Mr Rifkin predicted that if companies like Celera were > permitted to patent genes, the costs of modern medicine > would rise exponentially. "Every patient in Britain and the > US is going to want to be diagnosed for certain genes, to > help prevent disease," he said. Doctors would be forced to > either provide the tests or face being sued. Mr Rifkin > warned: "The costs are going to break the healthcare system. > This will not hold." He predicted that as more and more > commodities are manufactured from genes, the contest over > ownership rights could become the one of the most important > economic battles of the next century.
=============================.
2.
Dolly company in difficulties (unknown source)
The company which helped clone Dolly the sheep, PPL Therapeutics, today announced 80 job cuts as part of a major shake-up. PPL said the cuts would mostly hit its production, research and administration divisions.
===================================
3.
Subject: W.POST 10/26 MD.[Human]GENE RESEARCHER DRAWS FIRE
<http://www.washingtonpost.com/wp-srv/WPlate/1999-10/26/145l-102699-idx.htm
l>http://www.washingtonpost.com/wp-srv/WPlate/1999-10/26/145l-102699-idx.html
Md. Gene Researcher Draws Fire On Filings
Venter Defends Patent Requests
By Justin Gillis Washington Post Staff Writer
Tuesday, October 26, 1999; Page E01 A maverick gene researcher who told Congress last year that he expected to receive patents on "100 to 300" bits of human genetic material has filed preliminary applications on about 6,500 such gene sequences in the space of a month.
J. Craig Venter, the Rockville scientist who has been a lightning rod for criticism since he announced plans to unravel all human genes as a commercial venture, is drawing fresh controversy with the announcement. But he said his plans have not really changed and his critics don't understand U.S. patent law.
Celera Genomics Corp., Venter's Rockville company, says it has unraveled about a third of the human body's genetic instructions in one month and expects to publish a full gene map next year, five years before the original deadline set by the federal government. Mapping the genetic code promises to open up new possibilities for understanding and treating such ailments as cancer, AIDS and Alzheimer's disease. The potential profit and glory have set off intensive jockeying among researchers.
To Celera's many critics, including academic researchers locked in a race with Venter to be first to publish a gene map, the disclosure that the company has already filed 6,500 patent applications comes as proof of their longstanding argument that Venter is out to profiteer at the expense of public welfare.
"I think it's going to inhibit work on these genes," said Robert Waterston, director of a gene-sequencing center at Washington University. "I worry that both companies and people will not invest their time and effort into something if they think that things are tied up."
In sworn testimony before Congress last year, Venter said he expected to obtain no more than 100 to 300 genetic patents, and then only after careful study of their potential usefulness as treatments. He said he would put most of his data in the public domain for free, making it difficult for any researcher to stake out big patent claims on the human genetic code. "Our actions will make the human genome unpatentable," Venter said then.
The issue of gene patents has long been controversial. A clear body of law has developed in the United States and other Western countries that genes can be patented, but many academic researchers feel nonetheless that a sort of gold rush is underway to stake out excessively broad claims based on thin research. These critics fear that such broad, sloppy patents will slow medical progress.
"It puts us in a situation where there is such a tangled meshwork of patents and licenses that downstream research is actually inhibited," said Francis Collins, director of the National Human Genome Research Institute, which is competing with Venter. "A situation where somebody with a good idea is actually prohibited from pursuing it is not the way the public will benefit."
Some academic researchers have been excoriating Venter over the past two days after his patent statistics were reported in the Los Angeles Times and several British newspapers. They are accusing him of promising Congress one thing and doing another. But Venter said yesterday that his critics were misreading his intentions. The patent applications filed to date are "provisional" applications that establish the date of a discovery, Venter said. Such applications, permitted by U.S. law since 1995, can be filed cheaply and give a company one year to file a full patent application, which is more detailed and more expensive. The company's commercial interests are protected during that year.
Many companies--particularly in fast-moving, competitive industries such as biotechnology--file provisional patents as soon as they believe they've found something useful, then spend the next year deciding whether the application is really worth pursuing. Many of these applications are subsequently abandoned, though few companies will disclose exact numbers on how many they abandon. Executives of these companies see the provisional applications as an essential competitive strategy--if they don't file first, they reason, somebody else will.
"Everybody all over the world is working on the same thing," said Kenneth J. Burchfiel, a top patent lawyer in Washington who has no involvement with Celera or Venter. "Whoever plants that stake first potentially is going to get a patent on that [gene] sequence."
Celera expects to keep filing provisional patent applications, possibly totaling 20,000 or 30,000 by the time all genes are mapped. But Venter said a great many of those applications will be abandoned as it becomes clear the gene sequences specified in them are not medically useful. When he's through, Venter said, he expects Celera to have roughly the number of patents he told Congress he would have--a few hundred, not several thousand.
"There's a lot of people out there that want to make hay about anything we're doing," Venter said. "It's scare-mongering, and it's doing harm to the American public's ability to understand this complex field."
One thing is clear: As fast as Celera may be moving, other companies are far ahead of it in filing patents on genetic information. One of them is Human Genome Sciences Inc. of Rockville, with which Venter was once associated. That company, using a different research method than Celera's, has filed patent applications far more detailed than Venter's on about 6,750 human genes that it believes to be medically useful.
Venter said he had no ultimate control over how many gene patents will spring from Celera's research because big drug companies can subscribe to the company's database, use it to make their own discoveries and then file their own patent applications.
Venter added, however, that he remained committed to handing out the complete human genetic sequence without charge by sometime next year. He said the gene map would be put on a high-capacity computer disk, known as a DVD, and given to any researcher who wants it. (c) Copyright 1999 The Washington Post Company
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Date: 26 Oct 1999 22:46:41 -0500 From: Robert Mann <robt_m@...> Subject: part-human sheep
STATEMENT TO THE ENVIRONMENTAL RISKS MANAGEMENT AUTHORITY hearing 10-12-98 on an application to create & manage an expanded herd of part-human sheep in New Zealand
As we said in our prior submission, our association recently formed as the New Zealand branch of the international organisation Physicians & Scientists Against Genetically Engineered Food. Our members are interested and concerned about issues related to genetic engineering in general and have found it impossible to restrict our analyses to food only, so we recently decided to broaden our scope of activity. The professionals I represent align themselves with prominent scientists around the world who have come to see genetic engineering (GE) as the most menacing of all modern technologies. We are aware of how easily we may be seen as exaggerating, so we assure you that we have taken care to understate our concerns. My qualifications to advise you are appended in a brief c.v. Also appended is a talk on the general subject closely based on an article in press with The Ecologist, which happens to be the journal that has published the most fearlessly accurate criticisms of GE. I pass around for you a copy of the 'phoenix from the pulp' - the latest number of The Ecologist which was, when first printed at the end of September, pulped by the printer. I commend most highly to the ERMA this journal, especially articles by Professor Ho whose book on GE is the best you can get.
Science Having been thinking about GE for a quarter-century, and having recently discussed the broad topic with my most successful biochemistry students, I offer the ERMA some brief suggestions intended to guide, especially, those whose qualifications are less apparent. Here for example is a rough suggestion for how, on general biological grounds, you might rank your priorities for prima facie hazard.
A DRAFT ORDER OF INHERENT BIOLOGICAL HAZARD IN TRANSGENIC EXPERIMENTS
(from least to most hazardous)
within one species - the only type of transgenics we would normally approve, and then only after very careful detailed scrutiny
from one species to a related species e.g. potato to tomato
from a non-food related species to a food species e.g. _Arabidopsis_to mustard
from an unrelated food species e.g. salmon to a food species e.g. tomato
from an unrelated non-food eukaryote e.g. African clawed toad to a food species e.g. potato
from a non-food prokaryote to a food species e.g. TB bacillus to banana
and finally, the most perversely stimulating for the gambler-experimenter, from a non-food prokaryote to a non-food eukaryote - NuFood(r).
I doubt that you can make an informed assessment of a GE proposal without putting it through a series of logical sieves of which that is but one sketchy example. Have you created or adopted any such? If so, I suggest they should be published for the guidance of applicants and discussants. If you have not, people may wonder how you can discharge your statutory duties.
One neglected aspect of most if not all these experiments is the concept of 'genetic crippling'. In the mid-70s when GE first became a topic for ethical discussion, it was widely advocated that laboratory microbes used in even contained GE experiments should be handicapped (by special genetic modifications) from transferring genes to close relatives in the unlikely event of escape. Today transfer of genes to wild organisms is a rather common concern, but little mention is made of 'genetic crippling' to inhibit transfer of genes from escaped individuals or through transient visitors such as mosquitoes.
Regarding the present case, I bring forward here the section on it from my appended article because the applicant's previous history in this country is cogent. . . . the current attempt to genetically engineer human proteins in N.Z. sheep. A small Scottish company ("Pharmaceutical" Proteins Ltd - the 'Dolly' procreators & impresarios - financed by a large German multi-national) wanted to field-test in New Zealand ewes GE'd to make in their milk a human protein called by the unhelpful name alpha-1 antitrypsin (abbreviated AAT). The only reason stated for doing such experiments in N.Z. was this country's scrapie-free status. The Ministry for the Environment's Interim Assessment Group (IAG), although devoid of experts on prions (scrapie, BSE, etc.) and dominated by GE enthusiasts who appear to think that fears of GE are absurd, advised their Minister to refuse, which he did. Reasons, when reluctantly disclosed, turned out to be mere econobabble; prions were not mentioned. The IAG had previously approved a broadly similar proposal for making in goats' milk at Lincoln University another human protein with no therapeutic use (which had however been termed "pharmaceutical" by the experimenting company). Prevalent misinformation tending to favour the project, due partly to an anonymous 'news' report, requires correction in at least the following respects. (a) AAT-deficiency is equated with congenital emphysema, an unjustified jump beyond the evidence. Most of those born AAT-deficient do not develop lung disorders. Reports on N.Z. TV and in newspapers . . . have credited AAT as a treatment for emphysema; the public would take this to mean the common smoking-induced illness, greatly exaggerating the claim of usefulness. The congenital version is very much rarer - if a proper diagnostic category at all. (b) AAT is asserted to be in use now to treat congenital emphysema, whereas such crude preliminary trials as have been done prove very little. In fact there exists no use, let alone a market, for genuine human AAT which is routinely purified as a by-product and discarded in standard blood-bank fractionations. (c) AAT is implied to be very valuable, which factoid is then used to justify attempted production by genetic engineering ("U$100,000/y per ewe"). All this "future earnings" stimulates a stock-market ramp before anything saleable has actually been produced.
These are the essential facts as published by the Bay of Plenty Times in 1995 without evoking any purported correction. Anyone who agrees that they are indeed facts will immediately conclude that PPL are an unreliable party unfit to be entrusted with the conduct in our jurisdiction of any dangerous process. It is therefore particularly important to prove the facts of this matter. We are proud to bring - to help you discerning the facts - - Professor R B Elliott, one of the country's leading medical researchers. He will show that genuine human AAT is still far from medical use, and genetically-engineered AAT even further from use. PPL have persistently misrepresented these facts and have thus disqualified themselves from continuing their part-human sheep experiments.
It falls to me to add to whatever Dr Wills may say of himself that he has been a world leader in the select company of scientists working on prions. He is a founding member of PSAGEF and his recent article in the Herald exemplifies a rare gift for popular explanation of science. You can have confidence in his science. Furthermore, his speculations - all they are claimed to be - on AAT's possibly becoming a 'new prion' are as well informed as you could get. To point out known hazards is relatively easy - not that they have often been heeded - but the most menacing aspect of hi-tech has been the unpredicted disasters, so when an experienced critic of hi-tech looks a bit further ahead than most scientists can, his speculation is not to be lightly dismissed. The science of this case entails significant unresolved suggestions of not only new prions but also old-fashioned scrapie prions and the awful menace exemplified by BSE (mad cow disease) and its apparent human derivative. These concerns alone would suffice to wipe the PPL caper, even if it were put forward by trustworthy people. This should be a simple, brief case, liberating the ERMA for more complex cases which cannot be decided on such peremptory grounds.
It may be helpful to discuss overtly the fact that only a small minority of scientists have expressed misgivings about GE. (1) It is the merit of their reasoning that should prevail in your consideration, not the current sparsity of their ranks. (2) Considerable numbers of highly reputable scientists have in fact declared grave reservations about GE. The current impression within the Liberia of genetic engineering is misleading. Two decades ago the NZ Association of Scientists, whose membership totalled one-tenth of the nation's scientists, advocated a moratorium on GE in NZ pending a full public inquiry. But, since then, many scientists have been paid to perform GE in one form or another, and the NZAS has been taken over by their representatives. (3) My accompanying article points out that the ranks were vanishingly small in the decade 1955-65 of scientists speaking out against nuclear power which had an image of 'safe, clean and economical'. Today we are being told that GE is similarly OK, indeed beneficial. But in reality the benefits are being outrageously exaggerated, and the hazards shockingly understated, and the media have conveyed to the people almost pure hype and very little science. We have seen it all before. It is a form of social sleepwalking. Let the ERMA lead the nation out of this recent sleepwalk!
Ethics As a former medical-school lecturer still involved in a variety of ways with medicine and research, I condemn strongly the unethical raising of false hopes by PPL claims. Parents with the light of hope kindled in their eyes by PR hype confront the clinical experts who must then accept the unpleasant duty of breaking to them the news that PPL has not delivered any treatment for cystic fibrosis. A 'support group' has been organised, and publicised in the media, by one who claims to suffer from congenital emphysema (though she admits she formerly smoked) and has acted as if a volunteer PR agent for PPL, saying 'it's too late for me but others low in AAT need the PPL sheep' and laundering PPL's exaggerated claims. It is cruel to raise false hopes of treatment which is at best distant, certainly nowhere near proven utility, and may never become reality. And the ready availability of genuine human AAT, should it ever emerge from research as a pharmaceutical protein, makes the part-human sheep unnecessary. Lack of need is a very powerful argument. It would seem that the ERMA has to weigh benefits against risks. In the absence of any proven benefit to almost all of those who are exposed - - most of them involuntarily, many unwittingly - to whatever risks are entailed, the PPL project cannot be justified. This is the same logic which prevailed for us against the French government at the World Court. It is simple, intelligible and compelling. In that case, it was successfully argued by our government that the hazard entailed in the radioactive fallout to which all New Zealanders were involuntarily exposed need not be exactly quantified; indeed the task of quantifying it was a trans-scientific matter; but nonetheless there was no burden of proof on us to show how much harm was entailed, because there was precisely zero benefit to those thus exposed (all involuntarily, and some unwittingly especially in future generations). It was therefore unjust for the French nuclear explosions to force on New Zealanders any extra radioactivity, in the absence of any concomitant benefit. I must urge that if the ERMA rejects this logic you should say why.
Law Perhaps some explanation will be in order for my presuming to discourse on this sordid theme. I served a dozen years as a director of the Environmental Defence Society (patron Sir Guy Powles). EDS initiated many leading cases for conservation. I was thus been involved in numerous legal actions in the category Resource Management, while I was a main teacher in the field. Also I served for its first 11 years on the statutory board advising successive Ministers of Health on poisons, including lengthy consideration of draft legal regulations and later questions of enforcement. I have therefore dealt with more lawyers than might otherwise seem respectable, and have become what might be called a bush lawyer. I will not take up so much of your time as the real thing tends to; for one reason, no commercial clock is running in my favour as I speak. But I do wish briefly to attempt to give you a perspective on legal regulation of GE. It is commonly observed during the decay of a high culture that more and more disputes are handled through lawyers. Our country is no exception - the founding only a decade ago of yet another law school is among the abundant evidence. The presence of too many of the lawyer ilk in the Parliament which passed the HaSNO Act does not oblige us to steer these proceedings into channels calculated to bring more revenue into their trade. I remind you that, in my opinion, the present case need not take long at all. But, regarding many other applications, the scrutinising sieves and implied working rules which I have hinted at will require a lot of work - with which our physicians & scientists would like to help. The least unfair way to conduct that process of developing rules may be to declare a moratorium on new applications.
A party so incompetent and unreliable as PPL have shown themselves to be ought not to be entrusted with management of dangerous activities in our jurisdiction. It will not have escaped your notice that this conclusion means that not only should the present application be summarily dismissed but also PPL's current provisional permission, procured before our nation had any statutory regulation of genetic engineering, should be promptly withdrawn. The spirit of the old maxim "a perjurer must lose his case" is only the start of what PPL deserve, and we ask the ERMA to recommend accordingly.
The ERMA has set up a special committee for the purpose of advising on any proposal to, for example, insert a modified version of the gene encoding katipo toxin into kumara, then to be grown in experimental plots with a view to testing the vegetables as possum bait. I wish to warn against any dominant role for this group. Full commitment to conservation, to minimising violence, and to the rule of law, as argued recently by law lecturer D J Round in his book 'Truth or Treaty?', will allow very limited importance to the treaty of 1840. Instead of the main reasons for rejecting PPL's first declared version (near Tauranga) of their part-human sheep caper, the first effective barrier turned out to be the neighbouring Maoris whose objections counted more than the reasoned reservations of scientists. We do not want this hearing to result in a right decision but for what are only minor reasons. The major scientific and ethical drawbacks of the PPL caper should be declared as the grounds for rejecting PPL's application.
The Nuclear Analogy My appended article compares GE with another technology, at first sight very different: nuclear fission for the generation of electricity. There turn out to be many instructive parallels, as well as some interesting differences. Our nation disposed of the thrust to nuclear power by conducting a public inquiry into the whole question of how we should generate electricity. Public opinion, including some very prominent engineers, rejected nuclear power. I request the ERMA to examine the wisdom of a general public inquiry into GE. The need today for a Royal Commission on Genetic Engineering is evident and is enormous. While those who have some record of warning against dangerous technologies are saying that GE is on the whole dangerous and unnecessary, whereas the Royal Society of NZ parades Dr Richard Bellamy and Professor Sir John Scott around the country promoting GE, how can democracy grapple with this issue? The fabled "market forces" show no potential to assist and are indeed a main cause of the problem of ill-examined GE being conducted in various parts of this, the Liberia of genetic engineering. We believe the ERMA would be helping all legitimate interests, including its own development of operating rules, if it recommended creation of a neutral full public inquiry such as the ERMA itself is not able to conduct.
Closing We are grateful for the attention of the Authority, and we look forward to assisting it in future.
aaaaaaaaaaaa
- - Robt Mann CEO House Tuners Ltd National champion Kiwi Quiz P O Box 28878, Remuera, Auckland 1005, New Zealand (9) 524 2949
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5.
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Date: 26 Oct 1999 22:47:55 -0500 From: Robert Mann <robt_m@...> Subject: fw: part-human cows
This project is based on a scientifically dubious notion of producing human-type myelin basic protein (MBP) in the milk of GE cows. The most likely real motive is development of technology for GE in mammals (which is less developed than plant GE just now).
I send separately the evidence to ERMA of Physicians & Scientists For Responsible Genetics, 10-12-98, which led to the ERMA's approving expansion to 10,000 of the flock of part-human sheep belonging to PPL (the 'Dolly' impresarios). The jeers of fanatics notwithstanding, very serious objections have been carefully set forth to the relevant legal authority on these two GE capers (and others). A main point of these documents is to show that what is claimed to be very advanced legislation for regulating GE exerts little if any regulatory effect in practice.
TO: ERMA New Zealand 27 October 1999 fax: 04 - 473 8433
GMF98009 Genetically Modified Cattle
I am grateful for this further opportunity to comment on the material supplied by the applicant pertaining to putative benefits potentially arising from the proposed experiments.
I wish to draw attention to the discrepancy that appears to exist in the criteria used in weighing up the benefits and risks of proposals that come before ERMA.
The applicant claims diverse potential benefits. They are all speculative to varying degrees and neither of the major benefits derives directly from the proposed experiments.
In assessing risks and deciding what weight should be given to low probability events which may have adverse effects, ERMA has exhorted submitters to be specific and focussed. We have been asked to pay attention to the activities and events entailed in the proposal and not to produce general arguments or considerations of effects (like possible horizontal gene transfer) that would be more relevant in the case of an application for general release of an organism.
If the same criteria are applied to AgResearch's submission of 18 September (now released, with excisions, under the Official Information Act), then little or no weight can be given to the benefits whose assessed magnitude is "high", because these are benefits claimed to accrue to producers, processors and consumers (from enhanced milk casein and reduced b-lactoglobulin) and sufferers of multiple sclerosis (from MBP in milk), but not arising from the proposed experiments per se. The proposed experiments, if successful, will merely produce a situation in which those potential benefits can be explored. Consideration of these benefits would be relevant in the case of an application to maintain a "production herd" of the hypothetical cattle, in the same way (as we have been told) consideration of the risk of widespread pollen dispersal may be relevant to an application for commercial release of a crop, but it not considered relevant (by ERMA) to applications for "contained field trials". The claimed major benefits do not pertain to the proposed experiments and cannot, by ERMA's criteria, be given any significant weight.
What remains (in terms of direct benefits arising from creation of as-yet hypothetical cattle) are AgResearch's potential opportunities, (i) to use genetic modification to alter cow's milk and (ii) eventually to make money in the biotech-pharmaceutical industry. Those will be the direct outcomes of the proposed experiments. (Any of the supposed major benefits to producers, processors, consumers and sufferers of multiple sclerosis can only arise much later in the proposed enterprise.) However, consumer reaction to the genetic modification of food (especially if our country follows growing international trends) is likely to turn genetically-modified milk into an economic nightmare and advances in filamentous fungal expression systems are likely to render transgenic mammals obsolete for the production of putative pharmaceutical proteins like MBP. The major benefits claimed by AgResearch are not only highly speculative, they are also very uncertain and they will not ensue from the experiments themselves.
We are left with the claimed benefits of "new knowledge and scientific capability" and "development and employment opportunities". In both cases, what is claimed as a benefit is found by construing some positive consequence from the proposed experiments without considering negative consequences of a similar character. The fact that the scientific community gets together with government and decides on what it calls "high level goals for public good science and technology" and a new capabilities in manipulating the processes of life are found to be "innovative" and "exciting" does not in itself define any benefit >from the proposed experiments. Any such perceived benefit must be placed in the same category and weighed in relation to the perceived detriment that many submitters have referred to, whether they be those individuals, like myself, concerned with "the maintenance and enhancement of the capacity of people and communities to provide for their own economic, social, and cultural well-being and for the reasonably foreseeable needs of future generations", or others, like Ngati Wairere, concerned with mauri, wairua and whakapapa. It is up to ERMA to weigh claims of good and bad which are put to it by different members of the public, irrespective of government policy or hyped-up enthusiasm for the so-called "knowledge economy" and our "Bright Future" in what is now termed "the immediate Foresighting era".
In my opinion, ERMA has a moral responsibility to transcend the intellectually corrupt perspective which is used by government to legitimate its political decisions concerning science funding. ERMA is bound to uphold the requirements of the HSNO Act, independent of the policies and actions of today's Ministers.
The claimed benefit of "development and employment opportunities" does not derive from the proposed project. It derives from the budgets of the organisations which fund the project. If they did not fund this project they would fund some other and virtually identical benefits would ensue elsewhere. It is merely a question of the availability of funds to a particular sector of the community. As a national quasi-judicial body ERMA cannot give weight to benefits accruing to one sector of the community as opposed to another, whether the sector under consideration be the scientific sector of the labour market or the Waikato sector of the economy. ______________________________
Presuming ERMA takes the view that there are no environmental risks that cannot be mitigated, it is now abundantly clear that ERMA's decision on this application comes down to nothing more than the wishes of AgResearch to pursue this line of biotechnological development against the wishes of those who do not want transgenic animals to be created for the purposes of producing food or putative pharmaceuticals. No technical considerations enlighten ERMA's judgment on what weight is to be placed on the wishes of these different groups of the community. It is a question of the different values that the different groups adhere to.
The major direct outcome of the proposed experiments, so we are now see, is experience in transgenics and AgResearch's exclusive ownership of knowledge (intellectual property), rather than any communal benefit. AgResearch has made no perceivable effort, except to try and persuade Nagti Wairere and others to their point of view, to mitigate the offence caused to some members of the public as a result of the proposed creation of transgenic cattle. Under such circumstances, public perceptions which are not represented by tangible effects, such as those that various submitters have referred to, deserve such weight as to prevail (cf the Mahuta and Northland cases) and the application must fail.
ERMA must distinguish the principles involved in consideration of this application very carefully from those involved in consideration of the PPL application. In that other case the applicant had every right to request consideration of the potential benefits of the availability of the a human protein as a putative pharmaceutical, because that was the purpose of breeding a "production flock". That is absolutely not the case in respect of the current application from AgResearch. The purpose of the current application is for AgResearch to manoeuvre itself into a (more) favourable position in the milk and pharmaceutical markets. The principle involved here is the public's right to have an opinion about whether or not this is an appropriate direction, from the standpoint of morals, values and personal beliefs, for progress in science and technology. The deep feelings of members of the public opposed to the intrusion of genetic engineering into agriculture deserve greater weight than the commercial ambitions of AgResearch.
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6.
> The Ottawa Citizen Monday, October 25, 1999 Final News A14 > Frankenword An editorial on Oct. 4 (and a correction on > Oct. 6) on the question of patenting life in Canada should > have said that it has been legally permissible to patent > single-celled, genetically engineered organisms (but not > higher life forms) since a successful appeal by the Abitibi > Company of Toronto to the Patent Appeal Board, decided in > 1982. We're sorry for the mutations that occurred in our > previous writing. ============================================
7.
Industrial enzymes are top triggers of allergies and asthma
(Summary of an article in the Swiss health magazine "PulsTip")
Industrial enzymes are top triggers of allergies and asthma, according to a new dissertation from the Swiss Federal Institute of Technology (ETH). A study with 110 participants showed that for 90% of asthma patients and 80% of neurodermitis patients, the symptoms either disappeared or were strongly reduced by eleminating industrial enzymes from their diet and from laundry detergents. Neurodermititis and food allergies have boomed since the 1960ies when the industry started to artificially add enzymes to foods and laundry detergents.
Industrial enzymes are used in a wide range of foods, to improve gains, processability, shelf-life, taste and other properties in flour, starches, pop drinks, fruit juices, oils, beer, whine, cheese and meat. These artificially-added enzymes don't have to be declared on the labels, and it is hard to avoid them. Many of these enzymes are produced by genetically modified organisms (GMOs), usually molds and bacteria. Since the produced enzymes are subsequently separated from the GMOs, the use of GMOs doesn't have to be declared. However, the separation is often incomplete, and residuals of the molds and bacteria are the main culprits of allergies.
Industrial enzymes are a vast business. Novo Nordisk, the Danish market leader, makes about $500 million per year with industrial enzymes. The gains in the food industry by using these enzymes and the market of anti-allergy drugs are even bigger (billion$). It's not surprising that the industry and allergy research establishment refused to comment or cooperate on the new ETH research.
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Wednesday, October 27, 1999 Published at 10:53 GMT 11:53 UK Sci/Tech
Human gene patents defended Celera says it will patent no more than 300 genes Celera Genomics Group has filed preliminary patents on 6,500 whole or partial
human genes, but will take only a few of them through the full patent process,
its president, Craig Venter, has said. Professor Venter said Celera would hold to a promise made at hearings before
the US Congress last year that it would seek to patent no more than 100 to 300
genes. He was responding to criticism that the patents will thwart promising genetic
research by academics, as well as competitors. Place in the queue The US Patent Office describes the preliminary patent applications made as
being 'place-holders' and one of several factors considered in granting a
patent. Dr Venter said the concerns were based on a misunderstanding of how patent
applications work. "It's just a step in the process. We have not filed a
patent
application yet on any genes." But it has emerged that Celera may in fact be running behind its competitors.
Human Genome Sciences, Maryland and Incyte, California, have each filed at
least 6,300 full patent applications. Incyte have been granted 173. Code for life Celera is one of several companies competing to map, or sequence, the human
genome - the entire collection of genes which holds the code for human life. Publicly-funded researchers, under the auspices of the international Human
Genome Project, are doing the same and have expressed outrage at the
patenting.
Many are doing it painstakingly. But Celera is using a "shotgun" approach,
sequencing random bits of genes in the belief they will all fit together when
they are done. Finished in six months Last week, Celera announced it had delivered 1.2 billion base pairs of the
humane genome sequence to its subscribers. Dr Venter believes this represents
about a third of the human genome, and hopes to be finished by April 2000 at
the latest. Some of the sequences have started to make sense, he said. "We found something
that could be very, very important in terms of viral disease -- a new
alpha-interferon." Alpha-interferons are natural immune system chemicals, some of which have been
developed as hepatitis drugs. Dr Venter said Celera had filed a preliminary patent application on this
particular whole gene. An anonymous pharmaceutical company on Celera's
subscriber list is now working to see if the gene will produce an alpha
interferon protein that might be used as a drug. Dr Venter said he thinks Celera's tentative approach to patent filings makes
sense. "We are not going to spend our company's money on a bunch of patent
filings. We are not going to try and get a portfolio of 10,000 gene patents on
speculative basis." The US patent office routinely grants patents on genes, the only country in
the
world to do so. This allows the holder to charge fees if anyone uses them
for a
commercial purpose. Professor Venter said it is the only way drug companies
are
going to use genetic information to make medicines - to invest in the research
they need the patent protection to ensure they recoup their money. Legal battle Scientists at the UK base of the Human Genome Project told the BBC that they
are "distressed" by Celera's decision to patent. Dr Mike Dexter said the Wellcome Trust, one of the project's major backers,
would launch a legal battle in the US courts to challenge the legitimacy of
patenting human genes. He added that more than a third of the human genome is already available on
the
Internet, with up to 90% of it due to be published by March next year. BBC online
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9. Guardian Pirates are seizing the genome Britain and America have given big business an inhuman bonus George Monbiot Thursday October 28, 1999 If today's intellectual property laws had been in force during the 15th
century, British researchers have pointed out, Columbus could have patented
America. The explorers racing to discover the 21st century's new continent of
knowledge, the uncharted inner kingdom of the human genome, have their eyes on
riches which the old pirate navigators could only have dreamt of: they can
obtain a legal monopoly on everything they encounter. In 1995, MEPs defied the European Commission by rejecting its directive on the
legal protection of biotechnological inventions. Doctors, researchers and
patient groups had argued that patenting genes would make the diagnosis and
treatment of disease more expensive, laboratories more secretive and
scientists
less adventurous - disinclined to look for new cures if someone else owned the
genes on which they were based. Labour members of the UK parliament signed an early day motion supporting the
European parliament's decision and urging "the European Commission to reassess
its policy on biotechnology and genetic engineering to ensure proper respect
for human life". Thirteen of these MPs have since become ministers. In 1997, the commission re-submitted its directive. The new draft proposed
that
"An element isolated from the human body . . . including the sequence or
partial sequence of a gene, may constitute a patentable invention, even if the
structure of that element is identical to that of a natural element." The directive was supported by a massive corporate lobby and several European
governments. Britain's was by far the most aggressive. It argued that
companies
would be able to use the new law to patent the technologies surrounding
genetic
engineering, but not the genes themselves. Without "a favourable climate for
investment, based on the security of a firm legal framework", British-based
companies, it warned, would flee Europe for the United States and Japan. The directive would insure that EU patent provisions were "harmonised" with
those of the United States, as a step towards the global regime for which the
big biotech companies had been lobbying. None of the ministers who opposed the
bill in opposition raised a squeak of protest. One of them, Kim Howells, became responsible for insuring that British law was
compatible with the directive. The bill's critics, the government maintained,
were "scare-mongering" and "hysterical". At length, the European parliament succumbed to the multi-million pound
assault
on its intellect, and passed the re-drafted directive. On September 1 this
year, the bill became European law. The rest of the story hardly needs
relating. An American company, Celera Genetics, has done precisely what the
bill's opponents predicted, and staked a claim to a great chunk of the human
genome. Tony Blair and Bill Clinton have begged Celera to re-consider its
application, and Celera has chosen to ignore them. The blueprints of human
life
will become its private property. It will, if the British and American governments have their way, be able to
pursue its claims throughout the world. By January 1 2000, the signatories to
the general agreement on tariffs and trade must implement its "Trade-Related
Intellectual Property Rights" (Trips) provisions. Trips came about, according
to James Enyart, a senior employee at Monsanto, after "industry identified a
major problem for international trade. It crafted a solution, reduced it to a
concrete proposal, and sold it to our own and other governments". Both India and the Organisation of African Unity have decided to oppose the
Trips provisions granting patents on life, on the basis that they legalise the
theft of their biological resources. They are demanding that the
legislation is
re-negotiated. They will fight corporate attempts to force the rest of the world into line
with Europe and America by extending global property rights to the human
genome
during the world trade talks starting in Seattle next month. India and the OAU will be opposed at every turn by the two countries, Britain
and America, which claim to be contesting corporate attempts to monopolise
humanity. In the past, governments sought to protect their fleets from piracy. Today
they
arm the pirates and offer them legal protection, arguing that if they
failed to
do so the buccaneers would sail away and the native cut-throats would lose
their jobs. None of this, in the age of corporate government, should be surprising. What
does astonish me is that Blair and Clinton should profess themselves
nonplussed
when the pirates use the weapons they have been given, to open fire. signature:
Genetic Engineering Network Requests for information as well as general enquiries should be sent to the GEN office - <info@...> To subscribe or send information for submission to the GEN - INFO 4 ACTION - email lists only- contact:
<genetics@...>
email archived as info4action -
<<http://www.gene.ch/info4action.html>http://www.gene.ch/info4action.html>



#188 De: Campanha Transgenicos <campanhatransg@...>
Data: Qui, 20 de Jul de 2000 10:13 pm
Assunto: BOLETIM 25 - POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
campanhatransg@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
###########################
POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
###########################

Car@s Amig@s,

Nas últimas três semanas, o Governo FHC lançou uma ofensiva para destruir as barreiras que impedem a entrada de produtos transgênicos e/ou o cultivo de plantas transgênicas no país. A pressão “desde o mais alto nível” sobre a juíza relatora do TRF de Brasília não deu certo e a proibição foi mantida até que os outros dois juízes daquele tribunal se manifestem, o que deve ocorrer na primeira semana de agosto.
Frustrado pela posição da juíza, o governo, através da CTNBio, forçou a barra na interpretação da decisão judicial e permitiu o desembarque de milho transgênico em Pernambuco. Uma queda de braço entre diferentes foros acabou fazendo prevalecer a posição do governo criando uma incoerência legal.
No plano político, o governo lançou nota assinada por seis ministros, inclusive os responsáveis pela saúde e meio ambiente, apoiando a postura ilegal da CTNBio. Para completar, o Ministro Pratini acusou as ONGs de “defensoras das empresas de agrotóxicos”!!
Ao que parece a visita de Sr. Shapiro, presidente da Monsanto, a FHC há um mês atrás teve o efeito de uma chicotada do dono na sua matilha, lançando-a contra a sua presa com toda a fúria.
Precisamos reagir com energia. Enviem mensagens aos juízes do TRF antes do dia 1 de agosto. Manifestem sua indignação contra as pressões sobre o Judiciário e o repúdio à liberação dos transgênicos. Enviem também cartas aos jornais e mobilizem parentes e amigos a se manifestarem.

A mensagem aos juízes pode ser do seguinte teor:

“Repudiamos pressões do governo e empresas sobre o Judiciário e confiamos que os transgênicos não serão liberados no Brasil sem estudos sérios de riscos de impacto ambiental e na saúde da população.”

Endereços dos Juízes:

Juíz Jirair Aran Menguerian
TEL: 0XX-61-3145174
FAX: 0XX-61-3145381
E-MAIL: <jirair.menguerian@...>

Gabinete do Juiz ARAN MENGUERIAN
Praça dos Tribunais Superiores
Bloco - Edifício Sede - 2 andar /Gabinete 13
CEP: 70095-900
Brasília-DF

Juíz Carlos Fernando Matias de Souza
TEL: 0XX-61-3145119
FAX: 0XX-61-3145387
E-MAIL: <carlosmatias@...>

Gabinete do Juiz ARAN MENGUERIAN
Praça dos Tribunais Superiores
Bloco - Edifício Sede - 3 andar /Gabinete 03
CEP: 70095-900
Brasília-DF
*********************************
Neste número:

1. Absurdos do ministro da Agricultura
2. ONG's reagem a apoio
3. Aprovada comercialização de milho alterado
4. MP diz que é irresponsável liberação de transgênicos
5. Rotulagem I - Boa notícia
6. Rotulagem II - Má notícia
7. Governo transgênico
****************************
1. Absurdos do ministro da Agricultura
O ministro da Agricultura, Marcus Vinicius Pratini de Moraes, considera que a discussão em torno da introdução de produtos transgênicos no país não passa de mais um capítulo de uma guerra comercial por um mercado que movimenta US$ 40 bilhões ao ano em todo o mundo. Ele acusa as organizações não-governamentais que se opões aos trangênicos de serem patrocinadas por multinacionais que perderão terreno com a redução do uso de herbicidas nas lavouras ou de servirem aos interesses de países que disputam com os produtores brasileiros uma fatia importante do mercado agrícola global. O ministro calcula que, só no Brasil, os negócios com defensivos cairão de US$ 2,5 bilhões para US$ 1,25 bilhão a partir da disseminação do uso de transgênicos.
Afirmou o ministro:
-“O brasil não pode ser um país babaca. Temos que ir a fundo nas questões e ver qual é o interesse nacional”.
-“Porque essa celeuma toda? Porque os caras que fabricam e vendem esses herbicidas que vão deixar de ser usados estão patrocinando esse troço. Isso é uma guerra comercial”.
-“Esse Idec é capaz de ser lobista de algum concorrente brasileiro de frango no mercado internacional”.
Jornal do Brasil,17/07/00

N.R
. : Informamos que a variedade de soja transgênica Roundup Ready é preparada para o uso do herbicida Roundup, produzido também pela Monsanto. Esta multinacional está instalando uma enorme fábrica para produzir este herbicida em Camaçari, na Bahia com recursos provenientes do Finor  Fundo de Investimento do Nordeste, do Governo brasileiro.

2. ONGs reagem a apoio
Um grupo de 12 Organizações Não-Governamentais criticou a posição assumida pelo governo brasileiro em defesa de organismos geneticamente modificados (transgênicos), expressa em nota divulgada em 06/07/00. “Foi com profunda estranheza que tomamos conhecimento da nota divulgada pelo governo, na qual o Executivo expressou seu apoio político à liberação imediata de plantas transgênicas no meio ambiente e para a alimentação humana”, diz a nota  enviada às autoridades.
A nota da ONGs considera o apoio do governo “incompreensível e apressado”, salientando que a liberação só interessa às multinacionais de biotecnologia, como a Monsanto e a Novartis, e “aos países que pretendem dominar nossos mercados de sementes e desbancar nossa concorrência agrícola, como é o caso dos Estados Unidos”, As ONGs pedem aos ministros “que reavaliem a postura assumida”.
“Além do mais, a não introdução desses produtos só trará benefícios do ponto de vista econômico. Hoje, os mercados europeus e japonês declaram sua preferência por produtos livres de transgênicos”, conclui a nota encabeçada pela ABONG  Associação Brasileira de ONGs  que congrega 270 associadas.
Jornal do Brasil, 08/07/00

N.R
. A nota divulgada refere-se às 12 redes de ONG’s e algumas entidades, somando mais de 1000 ONG’s, que subscrevem o documento de repúdio à atitude do governo em relação aos transgênicos.

3. Aprovada comercialização de milho alterado
 
A Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu derrubar, no início da noite de 11/07/00, a liminar que proibia a comercialização das 38 mil toneladas de milho transgênico que estavam  retidas no porto do Recife. No início do dia, o juiz da 4ª Vara, Antonio Bruno de Azevedo Moreira, havia acatado requerimento do Ministério Público Federal que determinava que a carga só saísse do porto após o cumprimento do parecer técnico conclusivo da CTNBio.
“O STJ determinou que deve prevalecer a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que estabeleceu, entre outras coisas, que seja levado em consideração o parecer conclusivo da CTNBio”, afirmou o procurador da República Marcos Costa.
Jornal Valor, 11/07/00

N.R.: A CTNBio determinou a liberação do milho transgênico em nota divulgada no seguinte endereço:
http://www.mct.gov.br/sobre/noticias/2000/30_06b.htm
http://www.mct.gov.br/sobre/noticias/2000/30_07.htm
(nota do governo)

4. MP diz que é irresponsável liberação de transgênicos
O procurador do Ministério Público Federal, Marcos Costa, disse em 11/07/00, que o governo federal está agindo de forma irresponsável ao defender a liberação, sem fiscalização, das 38 mil toneladas de milho transgênico (geneticamente modificado) provenientes da Argentina e que estão sendo descarregadas no Porto do Recife. “O governo federal não tem estrutura para receber sequer um quilo de qualquer produto transgênico, quanto mais 38 mil toneladas”, acusou.
“O governo criou a Lei de Biossegurança e a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), mas não tem estrutura administrativa nem funcionários treinados para lidar com a questão e fiscalizar e acompanhar a entrada e destinação desses artigos”.
Costa fez estas declarações depois da decisão do Tribunal Regional Federal (TRF-5ª região), que suspendeu  atendendo pedido da Advocacia Geral da União  AGU) liminar concedida algumas horas antes pelo juiz da 4ª Vara Federal, Antonio Bruno de Azevedo Moreira, proibindo a saída do milho das dependências do Porto do Recife.
Moreira acatou solicitação do Ministério Público Federal e condicionou a liberação do produto à observância das regras ditadas pela CTNBio relativas à autorização formal dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente e procedimentos técnicas quanto ao descarregamento, estocagem e transporte do produto transgênico.
Na sua sentença, o presidente do TRF-5ª Região, José Maria de Lucena, determinou que essas regras fossem deixadas de lado, exigindo apenas que o milho fosse transportado por graneleiros para evitar dispersão de grãos durante o trajeto. Lucena justificou a decisão alegando os graves danos que a retenção do milho causariam à economia pernambucana, promovendo desemprego, aumento do preço do frango, redução do consumo e da carga tributária.
Para Costa, é inadmissível que a AGU tenha entrado com recurso que na prática significa a renúncia da União à sua tarefa de fiscalizar. “A Cargil (que intermediou a importação do milho adquirido por avicultores pernambucanos) poderia ter feito este papel em defesa dos seus interesses”, observou o procurador. “Nunca a AGU, que é a voz da União em juízo”, disse. “Os advogados públicos estão sendo pagos para defender que interesses? São esses os interesses da União?”, indagou, indignado. “É como a União entrar com recurso num caso de contrabando dizendo que não quer fiscalizar”.
Ele disse ainda que de nada adianta o estabelecimento de regras de biossegurança se elas não são cumpridas. “O governo federal está como cego em meio a um tiroteio, não sabe como se comportar em relação aos transgênicos, uma atividade controlada que pressupõe estrutura e pessoal  treinado”, disse.
E destacou que a delegacia regional do Ministério da Fazenda em Pernambuco não tem conhecimento sobre biossegurança, nem sabe qual o órgão que expede a autorização para a entrada de transgênicos. “Além disso, nem o Ministério do Meio Ambiente nem da Saúde se pronunciaram”, observou. “Se eles tivessem gente capacitada para acompanhar a operação, teriam enviado para o Recife”.
Agência Estado, 11/07/00

5. Rotulagem I - Boa notícia
O Governo federal decide hoje, em reunião interministerial no Ministério da Justiça, os termos da portaria que obrigará as empresas a identificar no rótulo os produtos que contenham organismos geneticamente modificados. A proposta do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, é que a obrigatoriedade da rotulagem seja ampla e sem exceções, mesmo que a origem dos produtos seja o Mercosul ou parceiros comerciais privilegiados, como os Estados Unidos ou a União Européia.
O artigo primeiro da proposta de portaria elaborada por técnicos do Governo diz que todo tipo de produto geneticamente modificado, para ser vendido, transportado ou importado pelo país, deve trazer obrigatoriamente a expressão “produto transgênico”. As palavras devem ser escritas em vermelho.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), uma das organizações que têm liderado a resistência à entrada dos transgênicos no país, defende a obrigatoriedade da rotulagem de produtos com ingredientes transgênicos, a despeito da quantidade presente.
“Estamos confiantes em que, finalmente, o Ministério da Justiça conseguirá deliberar isso. A rotulagem dará ao consumidor liberdade de escolha e permitirá a fiscalização dos produtos  afirmou o consultor técnico do Idec, Sezifredo Paz.
O Globo,13/07/00

6. Rotulagem II - Má notícia
Adiada decisão sobre rotulagem de culturas geneticamente alteradas
O governo adiou por 15 dias a decisão sobre a obrigatoriedade da rotulagem de produtos fabricados com ingredientes geneticamente alterados (transgênicos). Em reunião ontem (13/07/00) no Ministério da Justiça, a comissão interministerial encarregada de estudar o assunto decidiu aprofundar os estudos técnicos relativos ao tema.

7. Governo transgênico
A insistência de certos setores do governo em introduzir no Brasil os produtos agricolas alterados em sua natureza, os chamados transgênicos, só encontra uma explicação: esses setores integram o governo transgênico, que tem sua natureza constitucional alterada por influência, seja lá de que tipo for, de multinacionais  no caso, a gigante Monsanto, cujo nome não deve iludir ninguém.
O que mais caracteriza o confronto entre os aliados da Monsanto e os que defendem estudos convincentes sobre os efeitos dos transgênicos, no organismo e o meio ambiente, é a total ausência de justificativa para defender o consumo já, ou para dispensar os estudos conclusivos. O consumidor brasileiro não terá vantagem alguma com os grãos transgênicos. O comércio internacional do Brasil só tem a perder, com aumento das importações e perda de mercados como a União Européia, que quer comprar grãos brasileiros inalterados porque não aprova os transgênicos americanos e argentinos.
Apesar disso, a Advocacia Geral da União vai recorrer das duas decisões judiciais que proibiram a importação de transgênicos até que, em 90 dias, o governo apresente dados consistentes sobre a confiabilidade da soja e do milho alterados pelos laboratórios da Monsanto. Só quem tem a ganhar com esse recurso é a Monsanto: o governo briga por ela e, se vitorioso, a Monsanto é que leva o ganho  o que não quer dizer que não haja, por aí, outros ganhos.
Aliado da Monsanto, o ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, faz previsões catastróficas, se a Justiça mantiver a proibição, mesmo que só até o estudo definitivo. A base da sua defesa do milho transgênico é patética: vai faltar milho para a criação de frangos no nordeste. Assim sendo, em vez de defender o transgênico e a importação, Pratini de Moraes devia ter pedido demissão. É indecente que um país como o Brasil precise importar milho,  o que só se explica por incúria do governo e, nele, particularmente do ministro da Agricultura.
Mas não é esse o motivo  que leva a CTNBio, a discutível Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, e a Advocacia Geral da União a batalharem pelos produtos gerados nos laboratórios da Monsanto.
Jânio de Freitas
Folha de São Paulo, 11/07/00 
***********************************************************
=> Acesse a Cartilha "POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS" via Internet

http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosagricultura/apostilatransgenicos

=> Para acessar os números anteriores Boletim clique em :

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ou

http://www.uol.com.br/idec/campanhas/boletim.htm
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Se você por alguma razão, não desejar receber este boletim, envie uma mensagem para o nosso endereço <asptatransg@...> solicitando a exclusão do seu nome de nossa lista.

"Continuamos a contar com a participação de todos, tanto no envio de notícias, como de sugestões de pessoas e instituições interessadas em se cadastrar para receber o Boletim"

#189 De: Campanha Transgenicos <campanhatransg@...>
Data: Sex, 21 de Jul de 2000 3:07 pm
Assunto: Confirmação dos endereços dos juízes
campanhatransg@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros Amigos,
Estamos comunicando a confirmação dos e-mails dos juízes, para divulgarmos o seguinte repúdio:
"Repudiamos pressões do governo e empresas sobre o Judiciário e confiamos que os transgênicos não serão liberados no Brasil sem estudos sérios de riscos de impacto ambiental e na saúde da população."
Os endereços são :
<jirair.meguerian@...>
<carlosmatias@...>

#191 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 22 de Jul de 2000 6:43 pm
Assunto: Inscricao Transgenicos
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Carmem Marinho wrote:
>
> Gostaria de me inscrever na Lista sobre transgênicos. Obrigada, Carmem


Olá Carmem,

	 Para inscrever-se no grupo é necessário identificar-se com o eGroups. Com esta
ID e password você passa a usufruir das configurações estabelecidas para os
membros do
eGroup nas diversas listas que participe.

	 No final do arquivo que faço a abordagem geral sobre os transgênicos deixo uma
caixa de inscrição no eGroup "Transgênicos". Por aí será levada sequencialmente
pelos
passos de identificação e configuração da forma de recebimentop de e-mails. ....
http://luizmeira.cjb.net//transgen.htm

	 Vou tentar novamente te inscrever (já tentei e não encontrei o link para isso).

	 Oxalá você e os seus possam aproveitar os conteúdos veiculados por aqui, e,
compartilhando minha ansiedade no momento, que possa ajudar a difundir o horror
que é a
mistura de espécies e que se abate subliminarmente sobre nós.

Abraços

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Luiz Roberto Salvatori Meira
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#192 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 19 de Ago de 2000 11:54 pm
Assunto: Re: porque evitar a soja?
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
> > > http://www.mercola.com/article/soy/avoid_soy.htm

	 José Luiz,

	 Sempre tive muita dó dos funcionários do Mac Donald, por observar justamente o
que você referiu. Imagine com o passar dos anos, como esta pessoas estarão com
suas
doenças auto-imunes? sabe que distrofias musculares e neuropatias tem chamado a
atenção
pelo aumento de frequência?

	 Quanto à soja em particular, tenho observado alergias em lactentes que
desaparecem após exclusão dos subprodutos de soja (tofu, shoyo, missô, proteína
texturizada, lecitina, e ourtos sobprodutos terapêuticos e dietéticos
industrializados)
	 Para que as cólicas no lactente, resultantes das reações imunes desapareçam,
tem
sido necessário a exclusão destes produtos da dieta materna. Tenho observado
isto desde
há dois anos, justamente quando começamos a contrabandear soja transgênica
argentina e
paraguaia.


	 Grande Abraço
Luiz Meira


   Date:  Sat, 19 Aug 2000 19:34:01 -0300
   From:  "Adailton Salvatore Meira" <adailton@...>
     To:  "Luiz Meira" <luizmeira@...>


Legal

mes passado , no dia internacional da alergia, pasme
USA  1 de cada 2 americanos sao alergicos
brasil 35% de alergicos

ada



-Jose Luiz Moreira Garcia wrote:
>
> Achei muito bom o artigo especialmente porque já conhecia
> uma das autoras a Mary Enig, PhD que foi quem primeiro
> trouxe a publico o real valôr do Oleo de Côco. Como voces sabem
> a ideia geral é a de que a gordura de côco faz mal a saúde
> quando , na verdade, isso é uma grande mentira. O que faz
> mal de fato, é todo e qualquer oleo vegetal extraido a quente
> pois irá formar acidos graxos "trans". Ou seja não vamos confundir
> a gordura de côco usada para cozinhar ( lembram-se da "gordura de Côco
> Carioca"  que vinha em latas de metal grandes ?) com os acidos
> graxos essencias que estão contidos no côco in natura e que fazem
> muito bem à saúde.
> Outro aspecto interessante e lembrado é de que hoje em dia grande
> parte da soja cultivada é do tipo "Round-Up ReadY" da Monsanto. Ou
> seja é resistente ao herbicida Round-Up. Por isso aplicam-se doses pesadas
> desse herbicida na lavoura vez que a soja é resistente ao mesmo. A
> consequencia
> é que o residuo de Round-Up hoje em dia e de 10 a 100 vezes maior
> doque anteriormente.
> Aí vem acido fítico, fator anti-nutricional ........ etc... o que a torna
> uma péssima escolha.
> Eles se esqueçeram de dizer que Hamburger tambem tem soja e isso nos leva a
> que ....
> Mac Donald´s ou Maku Donardu para os japoneses. Ou seja , de norte a sul
> de leste a oeste está todo mundo ferrado. Vai bem de acôrdo com a recente
> propaganda do McDonalds onde apareçem uns japoneses dizendo Bigu Maku,
> Bigu Maku.  Isso mesmo. Continuem comendo Bigu Maku e depois me contem a
> história
> daqui há alguns anos.
> É por isso que digo. O verdadeiro significado de "Fast Food" é porque
> é a maneira mais rapida de se ir parar no cemitério.
> Os moto-boys comem.......... daí tanta violencia no transito.
> Os juizes comem ........... daí tantas sentenças descabidas e corrupção
> entre os magistrados.
> As enfermeiras comem ........ daí tantos erros médicos.
> Os executivos comem .............. capitalismo selvagem.
>
> Se por acaso entrarem em algum McDonalds, o que eu não recomendo
> a ninguem, experimente olhar os rostos dos atendentes. Tente verificar atraz
> daqueles falsos sorrisos o que realmente existe. Voces irão reparar o que
> uma
> junk food pode realmente fazer com um ser humano. Espinhas, cravos, erupções
> de
> toda a natureza, obesidade infanto-juvenil ( sim porque são crianças que
> trabalham
> lá - e sabem porque ? porque somente um organismo jovem poderia aguentar
> tamanha agressão). Tente verificar os sinais vitais dessas pessoas. Olheiras
> sob os olhos ,
> enfim toda e qualquer manifestação de falta de vitalidade e saúde. Porisso é
> que
> o grande médico veterinário, Dr Carey Reams, dizia a seus discipulos :
> "See what you look at!" Precisamos começar a enxergar aquilo que olhamos
> todos
> os dias.
>
> Jose Luiz
>
> > Olá Ada,
> >
> > Realmente muito legal a abordagem que eles fazem, eu sempre desconfiei
> destes
> > aspectos desde 1973 quando comprava soja em lojas de ração para cozinhar e
> comer.
> >
> > Pena que eles não abordam a catástrofe ambiental que a soja transgênica
> está
> > promovendo, pois compondo a lecitina e o óleo utilizados em mais de 90%
> dos produtos
> > alimentícios industrialiazdos, assume uma distribuição planetária desde há
> dois anos.
> >
> > Você tem observado aumento significativo das doenças auto-imunes? já está
> no
> > tempo delas comecarem a brotar...
> >
> > Abraços
> >
> > Luiz
> >
> >
> > Adailton Salvatore Meira wrote:
> > >
> > > Ola Luka
> > >
> > > achei este site, que eh muito legal,
> > > Tem varios artigos la, entre eles este de evitar soja
> > > http://www.mercola.com/article/soy/avoid_soy.htm
> > >
> > > abracos
> > >
> > > Ada


> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C


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#193 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 25 de Ago de 2000 1:42 am
Assunto: Milho
luizmeira@...
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Jose Luiz Moreira Garcia wrote:
>
> Eu já sabia há algum tempo que a Vitamina C
> era feita de milho e que estava gerando bastante
> reações alergicas porem o que eu não sabia é que
> a mesma era feita com milho transgênico.
> É isso aí. A inocente e insuspeita Vitamina C que voçe
> toma para ajudar a sua saúde pode estar trabalhando contra
> voce via gerando reações imunológicas ( alergicas ).
> Por essa razão já existe no mercado americano e europeu
> uma Vit C feita de beterrabas. É a chamada Vit C anti-alergica
> que já vem tamponada para contrabalançar a acidez do acido
> ascorbico.
> Redoxon e Cebion provavelmente são feitos de milho transgênico
> assim como SunDown, etc....
>
> Jose Luiz
>       Imaginem os outros componentes destes complementos alimentares que andam
por
aí...

         Caso queiram ver a descrição das áreas de plantio de milho
transgênico no Brasil
desde há 2 anos: http://luizmeira.cjb.net//milho.htm

Abraços

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Luiz Roberto Salvatori Meira
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#194 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Seg, 4 de Set de 2000 7:15 pm
Assunto: Coco
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados Amigos,

	 É com grande pesar que comunico a necessidade de exclusão de mais uma alimento
de nossa dieta: Coco

	 Há alguns meses atrás vi que estavam experimentando o coco transgênico. Pensei,
eles não vão conseguir interefrir nesta cultura... neguei, pois gosto demais
desta
fruta, especialmente em situações de trânsito, caminhadas em montanhas ou
simplismente
para refrescar num fim de tarde ensolarada... misturado com rum bacardi carta
d'oro é
minha bebida preferida.

	 Pois é... neste domingo de manhã o globo-rural apresentou centenas de acres no
Piauí com coco transgênico, resistente a toneladas de veneno que estão
infundindo.

	 Estou desacorsoado, pois agora terei que esperar até encontrar coco orgânico
para desfrutar o prazer de tomar minha bebida preferida, daquela fruta que meu
pai
(bahiano) plantou em todas as casas que moramos...

	 E a arcada dentária das crianças? ... vão ter que se contentar com as nozes
para
estímulo mais consistente... E a gordura saudável que o José Luís nos lembrou? E
os
minerais bio-disponíveis?...

Fica o lamento ao invés dos abraços...
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Luiz Roberto Salvatori Meira
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#197 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Seg, 4 de Set de 2000 7:21 pm
Assunto: Armadilhas do Destino
luizmeira@...
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Luiz Roberto Salvatori Meira
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O destino costuma nos preparar diversas armadilhas.
Cabe a nós escapar das mesmas de forma eficiente
para que consigamos continuar sobrevivendo.
Eu percebi no tom da pergunta do Fábio o mesmo sentimento que
hoje em dia os mega laboratórios estão tentando incutir
na população. Ou seja "o transgênico não faz mal e mesmo
que faça já está tão disseminado no ambiente que não adianta
mais querer fugir". Alem do mais tentam tambem passar a idéia
de " que mal pode fazer uma gota no oceano " caso os transgênicos sejam
considerados, como de fato o são, nocivos a saúde humana.
Comprar a opinião de "cientistas" não é tudo o que eles sabem fazer.
Com relação a " uma gota no oceano" eu volto a frizar que reações
alergicas ( imunológicas) conseguem detectar de fato uma gota no oceano.
Alem do mais para alguns tipos de contaminantes o limite é zero
e então uma gota no oceano já seria alguma coisa acima de zero.
Mercurio e Cadmio são um exemplo marcante. Não existe simplesmente
limite de tolerancia para esses dois poluentes. Então não existe o " é tão
pouquinho
que não faz mal". Faz mal sim. A Pseudo-Ciência que dirigiu, e dirige, as
ciências
biológicas são os responsaveis por esse estado de coisas que nos encontramos
atualmente. E o pior é que eu não vejo nenhum politico levantando essa
lebre, já que estamos em tempo de eleições. Só se vê "soluções" para
a violencia. Mas o que é a violência senão apenas um reflexo desse atual
estado de
desnutrição misturado com intoxicação generalizada. Se não acredita leia
"Empty Harvest" de Dr. Bernard Jensen & Mark Anderson e " Managing Your Mind
and Mood through Food" de Judith J. Wurtman, Ph.D.
Pergunte ao seu corpo. A opinião do seu próprio corpo vale mais doque a
opinião
de um pseudo-cientista vendido ao capital estrangeiro. Ainda bem que não se
pode
subornar uma celula do seu corpo.

Jose Luiz



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#198 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Seg, 4 de Set de 2000 8:43 pm
Assunto: enzimas
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
> Micky wrote:
> >
> > Sua página sobre os trangênicos é muito bem explicada,
> > parabéns! Que belo trabalho!!
> >       Obrigado Micky.
>         A maior parte deste conteúdo foi publicada em 1995, e até hoje
continuo com a
> questão mais subliminar do assunto: as enzimas
http://luizmeira.cjb.net//enzimas.htm
>         Mesmo insistindo neste tema em diversas listas (alergias,
trangênicos), pouco
> tenho conseguido avançar. A maior resposta que recebi foi através de
noticiário na TV
> há uns 3 meses dizendo que 30% das alergias nos ingleses é devido a fermentos
(a maioria
> transgênicos)
>
>         Em minha lista http://www.egroups.com/messages/luizmeira deixo
mensagens do José
> Luiz que expõem uma perspectiva mais atual, inclusive priorizando os aspectos
imunes que
> não eram enfatizados anteriormente nas mais diversas publicações, e que realço
> veementemente sua importância.
>
>
> > "A gente não tem controle sobre a duração de nossa vida, mas pode controlar
sua amplitude, sua profundidade e sua altura."
>
> Grande Abraço
> <><  <><  <><  <><  <><  <><
> Luiz Roberto Salvatori Meira
>     Equilibrio Alimentar                     ><> http://luizmeira.cjb.net
> ><>  ><>  ><>  ><>  ><>  ><>


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#199 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 7 de Set de 2000 8:27 pm
Assunto: Re: Coco
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Gente,

	 Aqui evidencia-se a importância de nos restringir aos grãos integrais, de
perferência oriundos de cultivo natural (mais limpos biologicamente que os
orgânicos)

Ronaldo Santos wrote:
>
> É, Micky, confesso que eu tb me pergunto muito sobre como pesar todas essas
> informações e seguir em frente. A sensação é de estar num labirinto repleto
> de espelhos q deformam.
> abs
>
> Ronaldo
>
> Micky gravada:
>
> >...fico pensando aqui com meus botões: com tudo que se fala sobre
> > este
> > alimento, aquele outro, a água que bebemos, enfim tudo que
> > consumimos
> > em suma, está ou contaminado ou é transgênico.
> > Eu acho que existe muito terrorismo por todas as partes, tanto das
> > culturas "alopáticas" quanto das "naturopatas". Não pode ser
> > ser
> > assim, eu não posso acreditar que tudo que comemos esteja
> > contaminado
> > com doses de veneno que possam nos matar. Senão teríamos
> > populações
> > inteiras mortas agora.

	 Como médico, é isso que estou constatando, pois na hora que uma pessoa com 30
anos fica paralítica de forma irreversível e progressiva por alergia (esclerose
múltipla), é só a gente que fica sabendo, não sai na mídia, e o que posso fazer
é
alertar aqueles que ainda restam de pé por enquanto.

> > Como se pode fazer côco transgênico? É uma fruta natural, do
> > país,
> > que não requer nada prá nascer, porque fazer côco
> > transgênico?

	 pela mesma razão que fazem o feijão soja, a abóbora, o mamão, o tabaco, o
tomate, a batata, o algodão, o milho... para aumentar o domínio do mercado de
sementes e
insumos agrícolas.

>Que
> > tipos de doença ele pode ter? Não entendo.

	 Conter doenças é falácia, se tiver dúvidas vejam os argumentos na minha página
http://luizmeira.cjb.net//transgen.htm

> >
> > O transgênico, ninguém sabe no que vai dar. É muito novo.
> > Por um lado eu penso: é bom pois vai resolver o problema da fome
> > de
> > muitos milhões de pessoas de países menos favorecidos. Ou se
> > mata de
> > fome ou de comida?

	 Micky,

	 Cuidado com o que você fala, pois você é referência conceitual para muita
gente.
Os transgênicos somente visam dominação de mercado, de forma nenhuma aumentam a
produção, isto está exaustivamente eclarecido nos diversos links que indico, e
especialmente em inglês.


> > Nós que somos mais esclarecidos e temos maior poder de
> > comunicação,
> > portanto temos maior acesso às informações, podemos optar, mas
> > e
> > aqueles pobres miseráveis que não tem onde cair morto? O que
> > eles
> > podem fazer? Deixar de comer porque os alimentos tem pesticidas? ou
> > porque são transgênicos? Será que eles sabem o que é isso?
> > Qual seria a solução?
> > Alguem ensinar como fazer culturas naturais e orgânicas. Mas quem
> > vai
> > lá fazer isso?

	 Muita gente, inclusive nós. Tenho empenhado-me desde há 5 anos nesta direção.
Na
época que eu falava sobre transgênicos e ninguém prestava atenção. Imagino que
dentro de
uns 30 anos será consenso o quão catastrófico é isso. Atualmente temos 40
variedades de
alimentos íntegros geneticamente, disponíveis para replicação por produtores bem
intencionados.

> >
> > eu me sinto num mato sem cachorro. Daqui a pouco não vamos poder
> > comer ou beber nada se continuar assim.
> >
> > Desculpe o desabafo, mas eu não consigo ver luz no fim do
> > túnel, se
> > as coisas continuam assim.
> >
> > um abraço e bom descanso para todos
> > Micky
> >
> > --- In ALT_HEP_C@egroups.com, Luiz Meira <luizmeira@y...> wrote:
> > > Prezados Amigos,
> > >
> > >       É com grande pesar que comunico a necessidade de exclusão de
> > mais uma alimento
> > > de nossa dieta: Coco
> > >
> > >       Há alguns meses atrás vi que estavam experimentando o coco
> > transgênico. Pensei,
> > > eles não vão conseguir interefrir nesta cultura... neguei,
> > pois
> > gosto demais desta
> > > fruta, especialmente em situações de trânsito, caminhadas em
> > montanhas ou simplismente
> > > para refrescar num fim de tarde ensolarada... misturado com rum
> > bacardi carta d'oro é
> > > minha bebida preferida.
> > >
> > >       Pois é... neste domingo de manhã o globo-rural apresentou
> > centenas de acres no
> > > Piauí com coco transgênico, resistente a toneladas de veneno
> > que
> > estão infundindo.
> > >
> > >       Estou desacorsoado, pois agora terei que esperar até
> > encontrar coco orgânico
> > > para desfrutar o prazer de tomar minha bebida preferida, daquela
> > fruta que meu pai
> > > (bahiano) plantou em todas as casas que moramos...
> > >
> > >       E a arcada dentária das crianças? ... vão ter que se
> > contentar com as nozes para
> > > estímulo mais consistente... E a gordura saudável que o
> > José Luís
> > nos lembrou? E os
> > > minerais bio-disponíveis?...
> > >
> > > Fica o lamento ao invés dos abraços...
> > > <><  <><  <><  <><  <><  <><
> > > Luiz Roberto Salvatori Meira
> > >     Equilibrio Alimentar                     ><>
> > http://luizmeira.cjb.net//transgen.htm


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Luiz Roberto Salvatori Meira
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#200 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 8 de Set de 2000 12:01 am
Assunto: Receitas de alimentacao integral
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados amigos,

           É com grande satisfação que apresento a vocês a primeira edição
do livro de receitas de minha assitente culinária Mathilde Lisboa
Azoubel.

           É resultado do trabalho que temos deenvolvido em conjunto na
assistência aos enfermos mais graves e no ensino de alimentação integral
em diversos ambientes.

           Está editado no mesmo padrão que minha brochura, em html,
disponível na web integralmente, deixando de lado o papel das editoras,
disponibilizando o conhecimento a todos de forma irrestrita para ser
replicado e impresso quantas vezes desejarem.

>>>>    http://luizmeira.cjb.net//Mathilde

           Estaremos atualizando constantemente com novas receitas
(agradecemos feedback e sugestões) na esperança de contribuir para o
prazer e saúde de todos.

           Atenciosamente

<><  <><  <><  <><  <><  <><
Luiz Roberto Salvatori Meira
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#201 De: Campanha Transgenicos <campanhatransg@...>
Data: Qua, 13 de Set de 2000 1:29 pm
Assunto: BOLETIM 31 - POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS / SEMINÁRIO
campanhatransg@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
###########################
POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
###########################

Car@s Amig@s,

        “Pressionado com a ameaça de volta da inflação puxada pelo desabastecimento de milho nas principais agroindústrias do país, o governo decidiu editar uma Medida Provisória para autorizar a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) a decidir sobre as importações de produtos agrícolas geneticamente modificados.
        A Casa Civil da Presidência tem quase pronta uma MP para esclarecer os pontos da Lei de Biossegurança considerados obscuros. Entre esses pontos, está quem pode autorizar a importação. Hoje, não existe uma definição clara sobre qual órgão do governo tem poder sobre isso.” Valor, 06/09/00.
        A Coordenação da Campanha “Por um Brasil livre de transgênicos” já está se articulando e avaliando as formas legais de derrubar essa MP.
        Nosso governo não está brincando com essa questão. Esta é uma postura autoritária, que impede o diálogo e agride a democracia. Governar através de Medidas Provisórias, que é o que FHC vem fazendo desde seu primeiro mandato, demonstra uma política extremamente anti-democrática.

*********************************
Neste número:

1. O representante da Monsanto deixa a CTNBio
2. Colômbia já iniciou pesquisas com fungos transgênicos
3. Monsanto amplia suas bases e estruturas para a produção de transgênicos no Brasil
4. Embrapa infringe contrato e nega co-propriedade de sementes
5. Americanos se organizam contra os transgênicos nos Estados Unidos
6.
China tem milho convencional para exportar ao Brasil
7. Soja apreendida no Paraná é transgênica
8. Sistema de produção ecológico de arroz surpreende pela produtividade
9. Referências: publicação e site interessante

*********************************

1. O representante da Monsanto deixa a CTNBio
O representante da multinacional americana Monsanto na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Geraldo Ubirajara Berger, pediu desligamento do cargo na semana passada. A solicitação causou surpresa no setor de biotecnologia. Os comentários no mercado eram de que o afastamento de Berger fazia parte da estratégia de “recolhimento” da multinacional. O objetivo seria tirar a empresa da polêmica em torno de sua “influência na comissão e excessiva exposição na mídia”, segundo fontes do setor. (...)
Berger é o autor da polêmica proposta de permitir o plantio experimental de transgênicos em áreas sem o Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB)  que é a garantia de que as empresas seguem as normas estabelecidas na Lei de Biossegurança do país de 1995.
No mês de julho do ano passado, Berger apresentou a proposta que poderia permitir às empresas de biotecnologia realizar experimentos em larga escala e ter estoques suficientes para colocar as sementes no mercado brasileiro assim que for decidida a briga judicial em torno da liberação comercial da soja geneticamente modificada “Roundup Ready, produzida pela Monsanto.
Valor, 06/09/00.

2. Colômbia já iniciou pesquisas com fungos transgênicos
A guerra biológica na Amazônia é real. Está bem ali do nosso lado, na Colômbia, ainda restrita a laboratórios, mas perto, muito perto, de mudar de cenário. Para cumprir o prazo de cinco anos estabelecido pela ajuda militar americana para erradicar metade das plantações de coca e papoula nas suas florestas, o país terá que usar mais do que as toneladas de herbicidas químicos que vem despejando de aviões desde 1976. A ameaça não dimensionada à biodiversidade está no compromisso para o uso de fungos e outros vetores sobre a floresta, confirmado finalmente pelo governo no fim do mês passado depois de muitas negativas. (...)
“Foi iniciada uma investigação sobre possíveis controles biológicos a partir da fauna e da flora nativas, com a qual se assegura não existir risco para o meio ambiente e a saúde”, afirma o Ministério do Meio Ambiente colombiano em nota oficial. O comunicado responde às críticas à proposta de se usar na floresta um herbicida que teria sido desenvolvido com DNA de um tipo importado do fungo Fusarium oxysporum. A resposta esconde mais do que explica. Isso porque, entre as possibilidades  de controle biológico nativo  e é preciso que se encontre um rapidamente  fungos como este têm a preferência pelo ataque interno às plantas, que morrem, em média, tem três semanas. (...)
Ligado à ONG Acción Andina, Ricardo Vargas está certo de que o projeto, que custará US$ 3 milhões, já começou, longe dos olhos da opinião pública e vai além da simples pesquisa, como vinha dizendo o Ministro do Meio Ambiente, Juan Mayr. “Não se faz pesquisa sem objetivo prático. É parte essencial do plano assinado com os Estados Unidos e não haverá ajuda se não for cumprido. E o tempo é muito curto”, analisa, (...). (...)
O Programa das Nações Unidas para Fiscalização Internacional de Drogas (UNDCP) está tão preocupada que o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, designou um alto funcionário da instituição para acompanhar o caso. O emissário, o norueguês Jan Egeland, já está trabalhando em Bogotá. Procurados pelo Jornal do Brasil, os representantes do governo negam tudo, até o teor da nota que emitiram. “Não vamos usar nada biológico. A erradicação deverá ser obtida através da fumigação com herbicidas e do corte manual”, declarou o porta-voz do ministério, Carlos Rangel.
Jornal do Brasil, 10/09/00.

3. Monsanto amplia suas bases e estruturas para a produção de transgênicos no Brasil
A Trikem, indústria de cloro e soda cáustica em Camaçari (BA) e Maceió (AL), terá que ampliar sua produção para atender à nova demanda da Monsanto, que produzirá no Brasil o glifosato  princípio ativo do herbicida Roundup, para as lavouras de transgênicos. (...) A diretoria da Trikem não revela quanto terá que investir e em quanto a capacidade terá que ser ampliada, e a Monsanto não informa qual a quantidade de glifosato a ser produzido. Mas sabe-se que a expansão da Trikem deverá ser realizada ainda neste ano, já que a Monsanto entrará em funcionamento em 2001.
http://www.agrocast.com.br - 04/09/00.
NT. É chocante notarmos como os defensores dos transgênicos insistem em argumentar que os cultivos GM usarão menos agrotóxicos e serão, portanto, mais ecológicos e saudáveis.

4. Embrapa infringe contrato e nega co-propriedade de sementes
O lançamento de seis novas variedades (cultivares) de soja, previsto para o dia 31/08, no encerramento do Congresso Internacional de Soja, em Cuiabá, foi suspenso pela Fundação Mato Grosso por causa do recolhimento do material genético por parte da Embrapa.
“A Fundação MT foi pega de surpresa com o seqüestro de todo seu material genético pela Embrapa, desenvolvido durante vários anos e com grandes investimentos de nossa parte”. Foi o que afirmou há pouco o presidente da Fundação MT, Blairo Maggi, durante bate-papo com internautas em MidiaNews.com. (...)
Blairo disse que a Fundação MT ainda não teve tempo de avaliar o pano de fundo e os interesses que podem estar em jogo nesse processo todo. “O que existe de concreto é um acordo da Embrapa com a Monsanto em que a segunda exige da primeira que todos os materiais a serem disponibilizados para a agregação de genes da biotecnologia sejam de propriedade exclusiva da Embrapa”  acrescentou. (...)
Matéria divulgada pela Midianews em 01/09/00
Agrolink, 30/08/00.
(...) A Embrapa alega que é proprietária do banco de germoplasma e que a Fundação Mato Grosso poderia repassar a tecnologia para multinacionais, diz Maggi. A Fundação perdeu a parada nos tribunais, mas já recorreu.
Valor, 08/09/00.

5. Americanos se organizam contra os transgênicos nos Estados Unidos
Uma coalizão de sete grupos ambientais e de segurança alimentar americanos anunciaram no dia 19 de julho o lançamento de uma campanha nacional, o Alerta aos Alimentos Geneticamente Engenheirados (Genetically Engineered Food Alert  GEFA). O GEFA tem como objetivo a remoção dos ingredientes geneticamente modificados dos alimentos até que testes e rotulagem de OGMs sejam plenamente implementados. O GEFA pede que as corporações removam os ingredientes GM dos alimentos e que o Food and Drug Administration (FDA) remova os produtos GM do mercado. O GEFA também sugere que a responsabilidade no caso de prejuízos deve ficar por conta das corporações de biotecnologia.
A Campbell’s Soup Company e a Kellogg’s são os primeiros alvos do GEFA. Andrew Kimbrell, diretor executivo do Centro de Segurança Alimentar, membro do GEFA, disse: “Como já foi feito na Europa, Campbell’s deve retirar os ingredientes geneticamente modificados de seus alimentos aqui. Como um símbolo americano associado à confiança e à salubridade, Campbell’s tem uma responsabilidade com o público americano.” Tanto a Kellogg’s quanto a Campbell’s pararam de usar ingredientes geneticamente modificados na Europa.
Labels  Linking Consumers and Producers. labels@...
www.gefoodalert.org

6. China tem milho convencional para exportar ao Brasil
O governo da China disponibilizou  para o Brasil 400 mil toneladas de milho nos próximos meses e a oferta pode aumentar se houver necessidade, afirmou a coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpece, Mariana Paoli. (...)
Em boletim, o Greenpeace informou que o governo da China está interessado em vender milho convencional em grande quantidade para o Brasil. “Fizemos os testes para provar que é possível comprar grande quantidade de milho não transgênico. O governo diz que não há outras alternativas sem ser os grãos modificados, mas isso não é verdadeiro”, disse. (...)
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos ( USDA) prevê  que as exportações de milho da China devem pular de 3,34 milhões de toneladas para 9 milhões de toneladas na safra 99/2000. (...)
Para corretores, o milho importado da China vai chegar aos armazéns dos compradores a R$ 15,66/saca, levando em conta o dólar de R$ 1,80. O milho importado da Argentina, sem certificado de não-transgênico, chegaria aos compradores a R$ 13,93/saca. O milho argentino certificado também chegaria a R$ 15,66/saca. As contas consideram compradores localizados a 300 km dos portos de desembarque. (...)
Francisco Roxo, corretor de São Paulo, diz que o Brasil não pode correr o risco de importar grãos possivelmente transgênicos e acabar com a produção de grãos não alterados. “Em 2001, a produção de milho será maior. O problema de abastecimento acontecerá só neste ano. Pagar o prêmio não é questão de mercado, mas sim da biossegurança nacional”, finalizou.
Tribuna da Imprensa, 07/09/00.

7. Soja apreendida no Paraná é transgênica
O Ministério da Agricultura confirmou que a soja apreendida no Paraná há uma semana é mesmo transgênica. A apreensão de 6 toneladas do grão ocorreu em Vera Cruz do Oeste, a 600 km de Curitiba, motivada por denúncias feitas à Secretaria de Estado da Agricultura. Exames feitos pelo Serviço de Sanidade Vegetal da Delegacia Federal da Agricultura comprovaram a origem transgênica dos grãos.
As sementes estavam em um armazém do produtor e agrônomo Décio Tomazinho Filho, que responderá a processo administrativo instaurado pela Delegacia do Ministério da Agricultura. A multa pode chegar a R$ 15 mil. A Polícia Federal deve abrir processo criminal para investigar a origem do produto. Se for contrabandeada, a pena para o proprietário pode ser de três a seis anos de prisão. As sementes, do tipo Roundup Ready, seriam usadas no plantio da safra 2000/2001. O Ministério da Agricultura está isolando o produto no local da apreensão. Todos os equipamentos usados foram submetidos a limpeza com jatos de gás carbônico. Essa é a primeira apreensão de produto transgênico feita no Paraná.

8. Sistema de produção ecológico de arroz surpreende pela produtividade
Os sistemas agroecológicos não estão limitados a alcançar baixas produções, como alguns críticos têm assegurado. O aumento de produção de 50 a 100 por cento é bastante comum na maior parte dos métodos de produção alternativos (Altieri, 1999).
Um bom exemplo disso é o caso do Sistema de Intensificação de Arroz (SRI) desenvolvido em Madagascar nos anos 80 e popularizado nos anos 90 através do trabalho da Associação Tefy Saina e outras ONGs.
Esse sistema proporcionou um alto incremento dos rendimentos de arroz em solos pobres mudando as práticas de manejo do complexo planta-solo-água-nutrientes. As plântulas são transplantadas jovens, individualmente e com grande espaçamento. Durante a etapa de crescimento vegetativo a irrigação é feita de maneira intermitente (rega-se e deixa-se secar). Não há a necessidade de se fazer nova semeadura e nem aplicação de fertilizantes químicos.
Os resultados desse sistema alternativo de cultivo são assombrosos. Em Madagascar, nos lugares onde o arroz irrigado produzia 2 toneladas por hectare, os rendimentos com o SRI variaram de 4 a 10 toneladas, dentro de uma ampla variedade de níveis de altitude e precipitação.
“Alternativas à Agricultura Moderna Convencional para Enfrentar as Necessidades de Alimentos no Próximo Século”. Conferência de Bellagio  Itália, 26-30/04/99. Nova York: CIIFAD, 1999. 39 p.
Uphoof, Norman. Universidade de Cornell, julho de 2000.

Referências:
Publicação:
Avaliando a Segurança e a Qualidade Nutricional dos Alimentos Transgênicos”, tradução do texto original e em inglês escrito pelo Dr. John Fagan, biólogo molecular dos EUA, para uma das reuniões do protocolo de Biossegurança. O Dr. Fagan atualizou o texto especialmente para esta publicação.
Os interessados podem contatar o CAPA EREXIM  Centro de Apoio ao Pequeno Produtor, Erexim, RS, pelo endereço: capa@...
O preço é de R$ 5,00 por unidade, ou R$ 4,00 para pedidos superiores a 50 unidades.

Site interessante:
Há um excelente trabalho sobre “Os impactos econômicos dos cultivos geneticamente modificados no setor agro-alimentar” disponível no seguinte site da União Européia (em inglês):
http://europa.eu.int/comm/dg06/publi/gmo/summary.htm
Vale a pena conferir.

***********************************************************
=> Acesse a Cartilha "POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS" via Internet

http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosagricultura/apostilatransgenicos

=> Para acessar os números anteriores Boletim clique em :

http://www.dataterra.org.br/Boletins/boletim_aspta.htm

ou

http://www.uol.com.br/idec/campanhas/boletim.htm
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Se você por alguma razão, não desejar receber este boletim, envie uma mensagem para o nosso endereço <asptatransg@...> solicitando a exclusão do seu nome de nossa lista.

"Continuamos a contar com a participação de todos, tanto no envio de notícias, como de sugestões de pessoas e instituições interessadas em se cadastrar para receber o Boletim"


SEMINÁRIO: TRANGÊNICOS SEGURANÇA ALIMENTAR E RISCOS À SAÚDE

Dia: 14/09/00 9 às 18 horas

Local: Câmara dos Deputados, Plenário 6, Anexo II - Praça dos Três Poderes, BRASÍLIA/DF

Apoio: Comissão de Agricultura/Sub-Comissão de Qualidade de Alimentos e IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

O seminário é gratuíto, e aberto ao público em geral.


09:00 - Abertura
· Dep. GERSON PERES , Presidente da Comissão da Agricultura e Política Rural
· Dep. JOÃO GRANDÃO, Presidente da SubComissão da Qualidade de Alimentos
· Dep. HUGO BIEHL, Relator da Subcomissão da Qualidade de Alimentos

09:30 10:45 TEMA: A necessidade de um programa de biovigilância para os alimentos transgênicos

Expositores:
· Profº. Dr. Silvio Valle - Coordenador dos cursos de Biossegurança da Fundação Oswaldo Cruz
· Dra. Marília Nutti - Coordenadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos -Embrapa

Coordenador:
· Deputado Adão Preto

10:45 12:00 TEMA: Avaliação de riscos dos Alimentos Transgênicos

Expositores:
· Dra. Marilena Lazzarini - Coordenadora do IDEC e Presidente do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor
· Leila Macedo Oda - Presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança

Coordenador:
· Deputado Silas Brasileiro

12:00 13:00 - Debates

13:00 14:00 - Almoço

14:00 15:15 - TEMA: O questionamento sobre a aprovação dos transgênicos no FDA

Expositor:
· Dr. Steven Drucker - Diretor Executivo da Alliance for Biointegrity/Iowa - USA

Coordenador:
· Deputado João Grandão

15:15 16:30 - TEMA: Papel da avaliação de risco na tomada de decisão em situação de incertezas

Expositores:
· Profº Dr. Carlos Machado - Coordenador do Curso de Atualização e Avaliação e Gerenciamento de Risco Fundação Oswaldo Cruz
· Luis Antonio Barreto de Castro Chefe da Embrapa Rec. Genéticos e Biotecnologia

Coordenador:
· Deputado Dilceu Sperafico

16:30 16:45 - Intervalo

16:45 18:00 - Debate

18:00 - Encerramento


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