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gen-ocidio · Transgênicos

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#124 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 27 de Out de 1999 3:01 pm
Assunto: alergia
luizmeira@...
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>
> Mothers for Natural Law of the Natural Law Party
> Biweekly News 99/10/16
>
>
> ------------------
>
> Science News Online
>
> The Weekly Newsmagazine of Science
>
> Volume 156, Number 1 (July 3, 1999)
>
> Bt-treated Crops May Induce Allergies
>
> By J. Raloff
>
> Bacillus thuringiensis (Bt), a moth-killing bacterium that farmers
> use as an insecticide, has been considered nontoxic to all but a
> few types of insect larvae. It may pose some health risk for
> people, however. A new study of Ohio crop pickers and handlers
> finds that Bt can provoke immunological changes indicative of a
> developing allergy.
>
> With long-term exposure, affected individuals might develop asthma
> or other serious allergic reactions, notes study leader I. Leonard
> Bernstein of the University of Cincinnati College of Medicine.
>
> Copyright © 1999, Science Service.
>
> ------------------


<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira

#125 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 4 de Nov de 1999 5:46 am
Assunto: Acordos Comerciais
luizmeira@...
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COMÉRCIO SEGURO: GREENPEACE PEDE QUE SE INTERROMPA “PRÁTICA DE
COMÉRCIO PERIGOSO” DA OMC

GREENPEACE LANÇA RELATÓRIO SOBRE “COMÉRCIO SEGURO” DURANTE REUNIÃO A
PORTAS FECHADAS DA OMC

Genebra, 4 de novembro de 1999- Desde que a Organização Mundial do
Comércio (OMC) começou a funcionar, em 1995, ela vem tentando
debilitar os acordos internacionais criados para a proteção do meio
ambiente e da diversidade biológica mundial, deliberadamente ignorando
o Princípio Precautório, afirma um relatório da Greenpeace divulgado
hoje, em Genebra, enquanto os membros da OMC realizavam um encontro a
portas fechadas para negociar  previamente suas posições durante a
próxima reunião em Seattle, no fim desse mês.(1) Ao privilegiar a
expansão do comércio em detrimento da precaução ambiental, a OMC pode
causar prejuízos irreversíveis para o fornecimento de alimentos do
planeta e desrespeitar o direito do público de saber o que está
comendo.(2)

Ao chegar hoje ao escritório da OMC em Genebra, os representantes dos
países na OMC foram saudados por ativistas da Greenpeace vestidos com
“Camisinhas Comércio Seguro”:

  “Nossos governos precisam se proteger e proteger o meio ambiente do
comércio perigoso da OMC, que ameaça o meio ambiente.”, disse Remi
Parmentier do Greenpeace Internacional.  O representante do Greenpeace
explicou que a entidade não questiona o direito dos países de
comerciarem produtos e serviços, mas eles precisam fazê-lo respeitando
o Princípio da Precaução. Esse princípio estabelece que “a falta de
total certeza científica não deve ser desculpa para se adiar medidas
de prevenção contra a degradação ambiental, sempre que haja
possibilidade de se ter danos sérios ou irreversíveis ao meio
ambiente”. (3)

A Greenpeace considera  urgente chamar a atenção da opinião pública
internacional para a tentativa da OMC de sabotar a Convenção
Internacional da Biodiversidad, assinada durante a Eco-92, no Rio de
Janeiro, em 1992.  Segundo a Greenpeace, as empresas que estão
promovendo a proliferação de transgênicos na alimentação e na
agricultura “estão mexendo os pauzinhos para dar à OMC um mandato para
restringir ou eliminar os acordos ambientais nessas áreas” (4) e as
empresas interessadas em expandir o corte de florestas virgens, como a
Amazônia, estão defendendo a supressão global de tarifas para madeira
de florestas, sem considerar as consequências ambientais, sociais e
econômicas dessas medidas (5).
O Greenpeace quer que antes que as negociações seguintes venham a
liberalizar o mercado para novas áreas, se  implementem regras de
“Comércio Seguro”e que a OMC reconheça a importância da ONU em áreas
nas quais estão em jogo a problemática ambiental.
Segundo Marijane Lisboa, da Greenpeace Brasil, os pedidos do Canadá,
Japão e EUA para incluir a questão dos transgênicos dentro da próxima
rodada da OMC, em Seattle, não passa de uma tentativa de sabotar as
negociações do Protocolo de Biossegurança, cuja próxima reunião se
dará depois de Seattle, em janeiro do ano 2000, em Montreal. O ponto
mais polêmico  desse protocolo é o direito dos países de recusarem a
importação de alimentos e ração animal de transgênicos, por motivos
ambientais, de saúde ou socio-econômicos. “Introduzir o assunto de
transgênicos na Rodada do Milênio, em Seattle, é considerar que a
questão de transgênicos é um puro assunto comercial  e esvaziar as
negociações do Protocolo de Biossegurança” disse Marijane Lisboa. A
Greenpeace Brasil quer que o governo brasileiro se manifeste
claramente contra a proposta canadense.

Para maiores informações, por favor chamar:
Remi Parmentier  0031-20-523 62 28
Sabina Voigt  0031-20-523 65 62
Marijane Lisboa  0055-11-30661184

Notas:

O relatório “Comércio Seguro no Século XXI”  foi lançado hoje,
enquanto os representantes dos países membros da OMC se reuniam em
Genebra, a portas fechadas e foi escrito conjuntamente pela Greenpeace
Internacional e o Centre for International Law (CIEL).
  Ao mencionar as disputas comerciais sobre carne com hormônios,
transgênicos e a eliminação de lixo eletrônico entre outros casos, a
Greenpeace adverte que, “na prática, a OMC sabota o Princípio
Precautório,  porque ela coloca o ônus da prova sobre aqueles que
querem proteger o meio ambiente e a saúde, em vez de exigi-lo da
indústria”. O relatório “Comércio Seguro” apresenta vários exemplos
nos quais a OMC falhou ,  não levando em consideração, devidamente, os
aspectos ambientais e de saúde e  colocando o ônus da prova sobre os
defensores do meio ambiente, como foi o caso da decisão da OMC
contrária à proibição adotada pela União Européia, que não queria
importar carne de boi alimentado com hormônios de crescimento.  O
relatório também descreve como certos  países estão usando as
regulamentações da OMC para questionar legislações ambientais
nacionais ou regionais, como a oposição da indústria de computadores
dos EUA  a uma proposta de resolução da União Européia, que visa
reduzir o uso de materiais tóxicos nos computadores e aumentar a
reciclagem de seus  componentes usados. Nesse e em outros casos, como
tem sido a pressão dos grandes países exportadores de transgênicos
(EUA, Canadá, Argentina, Austrália, Chile e Uruguai) a simples ameaça
de uma interferência da OMC pode ser suficiente  para impedir a adoção
de um Protocolo de Biossegurança,  que regule o uso de transgênicos na
alimentação e na agricultura dentro do marco da Convenção de
Biodiversidade.
O relatório “Comércio Seguro”, da Greenpeace quer que a OMC:
Reconheça e respeite os demais acordos ambientais multilaterais;
Garanta padrões de produção e consumo sustentáveis;
Endosse e implemente o Princípio Precautório, incluindo a inversão da
prova em favor do meio ambiente;
Aceite medidas nacionais relativas ao comércio que visem a proteção do
meio ambiente;
Aceite distinções de produtos baseadas nos Métodos de Processo e
Produção e em esquemas ecológicos e outros esquemas de rotulagem;
Funcione de forma transparente e aberta, convidando ONGs a participar
das negociações da WTO;
Elimine subsídios ambientalmente destrutivos (por exemplo, subsídios
nos setores de floresta, agricultura, pesca e energia); e
Detenha a expansão da OMC até que o “Comércio Seguro” tenha se tornado
prática corrente.

Os EUA (WT/GC/W/288)  e o Canadá (WT/GC/W/359) propuseram à OMC a
criação de um grupo de trabalho para harmonizar as políticas
referentes aos transgênicos e o Japão (WT/GC/W/365) que anunciou um
modelo de rotulagem, propôs outro grupo para tratar do tema. O
Greenpeace e outras entidades alertam para que se suspendam essas
iniciativas, pois elas vão impedir, restringir ou atrasar a adoção de
um sistema de biossegurança que está sendo negociado pela Convenção de
Biodiversidade das Nações Unidas.
  Os países membros da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC)  estão
propondo à OMC “reduzir drasticamente as tarifas de produtos
florestais”, como parte de uma iniciativa para Liberalização Acelerada
de Tarifas (ATL) .  Essa proposta aparece no momento em que as maiores
empresas multinacionais de madeira estão se preparando para  uma
grande expansão, sem precedentes, de suas atividades na Amazônia.



--


<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira

#126 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 12 de Nov de 1999 8:18 pm
Assunto: [Fwd: En: novo email do greenpeace]
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
--


<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira
-----Mensagem original-----
De: Marijane Lisboa <mlisboa@...>
Para: David Hathaway <hathaway@...>
Data: Quinta-feira, 11 de Novembro de 1999 12:05
Assunto: novo email do greenpeace


>Caros Amigos,
>
>A campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil está
>com um novo endereço eletrônico. É o email:
>gmobrazil@...
> Por favor, não esqueça de inclui-lo na sua lista de emails!
>O email de Marijane Lisboa continua sendo o mesmo.
>
>Um abraço a todos,
>
>Mariana e Karen
>

#127 De: Maria Cristina Amaro Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Sáb, 20 de Nov de 1999 7:25 am
Assunto: OPEN LETTER OF PSRAST
cristinacarneiro@...
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We are now launching an open letter to governments worldwide. We invite
you who are a physician or scientist to sign it.

OPEN LETTER TO THE GOVERNMENT

We, the undersigned scientists and physicans, demand that all
genetically engineered (GE) foods be withdrawn from the market unless
they have undergone rigorous safety assesment including long term
testing on animals and humans. This includes all GE foods that have been
approved on the basis of the principle of "substantial equivalence".

In practice, all GE foods on the market have been insufficiently tested
andshould thus be withdrawn.

The reasons are as follows: The principle of "Substantial equivalence"
is based on the assumption that if a GE food and its natural counterpart
are
compared for a limited number of chosen traits, and are found to be
similar, then
there is no reason to submit the GE food to careful testing.

This assumption has no basis in science. It does not take into account
the
possibility that in each separate case, insertion of
genes into DNA may cause metabolic disturbances, or unpredictably
generate
potentially harmful substances. This has been predicted on molecular
biological
grounds [1] and also demonstrated in experimental cases [2]. Such
substances
(toxins, allergenes) may be very difficult to detect. Thus there is a
considerable risk they will be overlooked if the superficial tests used
for
"establishing subtantial equivalence" are applied.

The insufficiency of the principle of substantial equivalence is briefly

summarized in a web document [3] and is explained in more detail in a
recent
article in the science journal "Nature" [4]. Only by applying rigorous
food
safety testing, including long term testing on animals (preferably
lifetime)
and humans (at least 3-5 years), is it possible to minimize the risk of
missing
unpredicted harmful substances [5].


CONCLUSION

The principle of substantial equivalence has no scientific basis. Since
this is
the standard which has been used for approving GE
foods, it follows that none of the GE foods on the market today can be
considered safe. In the worst case exposure of the population may have
disastrous consequences. Therefore, GE foods at present on sale should
be
withdrawn from the market immediately. No new GE foods should be
introduced
until proper methods of assessment have been applied.


References:

1. Fagan J, "Assessing the safety and nutritional quality of genetically

engineered foods" at http://www.psrast.org/jfassess.htm
For an introduction, see for example the web document: "Is there enough
knowledge about effects of GE foods to make it possible to estimate
their
safety?" at http://www.psrast.org/defknfood.htm

2. a) Violand BN et al. Protein Science. 3:1089-97, 1994.
b) Reddy SA, Thomas TL.Nature Biotechnology, vol 14, sid 639-642, May
1996.
c) Inose, T. Murata, K. Int. J. Food Science Tech 30: 141-146, 1995.
d) Nordlee, J.A. et al. The New England Journal of Medicine 14: 688-728;

1996.

3. "Substantial equivalence versus scientific food safetyassessment" at
http://www.psrast.org/subeqow.htm

4. Millstone E, Brunner E and Mayer S, "Beyond Substantial Equivalence",

Nature
401: 525-526, 7 Oct 1999.

5. Fagan, John, "Testing the safety of genetically engineered foods" at
http://www.psrast.org/jfreqtst.htm



Go to the signature registration form at:
http://www.flashbase.com/forms/letrsign


Best regards,

Jaan Suurkula, MD
Chairman of  Physicians and Scientists for Responsible Application of
Science
and Technology (PSRAST)

#128 De: Maria Cristina Amaro Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Sáb, 20 de Nov de 1999 7:27 am
Assunto: Open letter of SIS
cristinacarneiro@...
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Open Letter from World Scientists to All Governments

Summary

We, the undersigned scientists call for the immediate suspension of all
environmental releases of GM crops, both commercially and in open field
trials,
for at least five years; and for patents on organisms, seeds, cell lines
and
genes to  be revoked and banned.

Patents on life-forms are allowing corporations to pirate intellectual
and
genetic resources from Third World nations and increasing corporate
monopoly on
food production and distribution. GM crops are not necessary to feed the
world.
There is already more than enough food for everyone. What we need is an
end to
food monopoly and a more equitable distribution.

The public have been promised miracle GM crops that will fix nitrogen,
resist
drought and improve yield. Instead, the only crops on offer are
engineered to
be tolerant to wide-spectrum herbicides manufactured by the same
corporations,
or are engineered with bt-toxins to kill insect pests. The latest
largescale
survey of GM crops showed they offered no benefits.
On the contrary, they yield significantly less and require the use of
more
herbicides.

The hazards of GM crops are now becoming apparent, and some of them are
acknowledged by sources with the UK and US Governments. The herbicides
used
with herbicide-tolerant crops destroy biodiversity and are toxic to many
animals including human beings. Herbicide-tolerant GM crops have become
weeds
and created further weeds by cross-pollination.  The bt-toxins harm
beneficial
insect-pollinators, and have also led to widespread evolution of
resistance
among insect pests.

The horizontal spread of antibiotic resistance marker genes from GM
crops has
already been recognised as a serious hazard that will compromise the
treatment
of life-threatening infectious diseases which have come back worldwide.
New
findings show that the horizontal spread of marker genes and other
transgenic
DNA can occur, not only by ingestion but via breathing in
pollen and dust. The cauliflower mosaic viral promoter, widely used in
GM
crops, may enhance horizontal gene transfer and has the potential to
generate
new viruses that cause diseases.

All commercial plantings and open field trials should be halted. They
are
hazardous as the spread of transgenic pollen cannot be controlled. At
the same
time, the field-trials will produce no useful results because the
protocols are
inadequate. No attempts are being made to monitor for horizontal gene
transfer
or for impacts on public health.

There is an urgent need for research into sustainable agricultural
methods that
do not require GM crops. Many of these systems have already resulted in
increased yields and diminished environmental impacts around the world.
* * *

We, the undersigned scientists, call for the immediate suspension of all
environmental releases of GM crops, both commercially and in open field
trials,
for at least 5 years; and for patents on organisms, seeds, cell lines
and genes
to  be revoked and banned [1].

1. Patents on life-forms are allowing corporations to plagiarise
indigenous
knowledge and plunder genetic resources from Third World communities,
and at
the same time, increasing corporate monopoly on food which is destroying
livelihoods of family farmers all over the world.

2. It is becoming increasingly clear that the current GM crops are
neither
needed nor beneficial. They are a dangerous diversion from the real task
of
providing food and health around the world.

3. The promises to genetic engineer crops to fix nitrogen, resist
drought,
improve yield and to 'feed the world' have been around for at least 30
years.
Such promises have built up a multibillion-dollar industry now
controlled by a
mere handful of corporate giants.

4. The miracle crops have not materialised. Instead, two simple
characteristics
account for all the GM crops in the world [2]. More than 70% are
tolerant to
broad-spectrum herbicides, with companies engineering plants to be
tolerant to
their own brand of herbicide, while the rest are engineered with
bt-toxins to
kill insect pests. A total of 65 million acres were planted in 1998
within the
US, Argentina and Canada. The latest surveys on GM crops in the US, the
largest
grower by far, showed no
significant benefit. On the contrary, the most widely grown GM crops
-herbicide-tolerant soya beans - yielded on average 6.7% less and
required two
to five times more herbicides than non-GM varieties [3].

5. According to the UN food programme, there is enough food to feed the
world
one and a half times over. World cereal yields have consistently
outstripped
population growth since 1980, but one billion are hungry [4]. It is on
account
of corporate monopoly operating under the globalised economy that the
poor are
getting poorer and hungrier. Family farmers all over the world have been
driven
to destitution and suicide, and for the same reasons. Between 1993 and
1997 the
number of mid-sized farms in the US dropped by 74,440 [5], and farmers
are now
receiving below the average cost of production for their produce [6].
Four
corporations currently control 85% of the world trade in cereals [7].

6. The new patents on seeds will intensify corporate monopoly by
preventing
farmers from saving and replanting seeds, which is what  most farmers
still do
in the Third World.  Christian Aid, a major charity working with the
Third
World, concludes that GM crops will cause unemployment, exacerbate Third
World
debt, threaten sustainable farming systems and damage the
environment. It predicts famine for the poorest countries [8]. The
picture is
just as grim for the developed world. A coalition of family farming
groups in
the US have declared their opposition to GM crops and corporate
ownership of
life-forms through patenting. They are demanding a moratorium on all
corporate
mergers and acquisitions, a moratorium on farm closures, and an end to
policies
that serve  big agribusiness interests at the expense of family farmers,
taxpayers and the environment [9].

7. The hazards of GM crops are now becoming apparent,  and some of them
are
acknowledged by sources within the UK and US Governments. For example,
the UK
Ministry of Agriculture, Fisheries and Food (MAFF) has admitted that the
transfer of GM crops and pollen beyond the planted fields is unavoidable
[10],
and this has already resulted in herbicide-tolerant weeds [11].
Bt-resistant
insect pests have evolved in response to the continuous presence of the
toxins
in transgenic plants throughout the growing season, and the US
Environment
Protection Agency is recommending farmers to plant
up to 40% non-GM crops in order to create refugia for non-resistant
insect
pests [12]. The broad-spectrum herbicides used with herbicide-tolerant
GM crops
not only decimate wild species indiscriminately, but are toxic to
animals.  One
of them, glufosinate, causes birth defects in mammals [13], A Swedish
study now
links the top-selling herbicide, glyphosate, to
non-Hodgkin lymphoma [14].  GM crops with bt-toxins kill beneficial
insects
such as bees [15] and lacewings [16], and pollen from bt-maize is lethal
to
monarch butterflies [17].

8. A potential source of health hazards from GM crops is from the
secondary
horizontal transfer of transgenic DNA to unrelated species; in
principle, to
all species interacting with the transgenic plants [18]. The spread of
antibiotic resistance marker genes to pathogens is the most immediate
danger as
this will further compromise treatment of life-threatening drug and
antibiotic
resistance diseases which have come back worldwide. However, the random
insertion of foreign DNA into genomes associated with horizontal
transfer of
transgenic DNA can also result in many harmful effects, including cancer
in
mammalian cells [19]. The potential for horizontal gene transfer is now
also
acknowledged by sources within the US and UK Governments.

9. The possibility for naked or free DNA to be taken up by mammalian
cells is
explicitly mentioned in the US Food and Drug Administration (FDA) draft
guidance to industry on antibiotic resistance marker genes [20]. In
commenting
on the FDA's document, the UK MAFF pointed out that transgenic DNA may
be
transferred not just by ingestion, but by contact with plant
dust and air-borne pollen during farm work and food processing [21],
and cited
several significant new findings bearing on the issue.

10. Thus, plant DNA is not readily degraded during most commercial food
processing [22]. Procedures such as grinding and milling left grain DNA
largely
intact, as did heat-treatment at 90oC.  The DNA of plants placed in
silage
showed little degradation of DNA, and the special MAFF report advises
against
using ensilaged transgenic plants in animal feed.

11. The letter from UK MAFF to US FDA also mentions new findings that
the human
mouth contains bacteria capable of taking up and expressing naked DNA
containing antibiotic resistance marker genes and similar transformable
bacteria are also present in the respiratory tracts [23].

12. What both regulatory authorities have failed to consider is that
transgenic
pollens, which may have increased allergenicity and toxicity besides,
will
almost certainly spread far afield to the general public. Similarly, the
current unregulated practice of feeding farm animals transgenic grain
and plant
remains, and transgenic wastes, both ensilaged and otherwise, is
endangering
the health of farm animals and of human beings in spreading  antibiotic
resistance marker genes and other transgenic DNA.

13. Serious health concerns are also raised by the cauliflower mosaic
viral
(CaMV) promoter in transgenic DNA. The CaMV promoter, widely used in
expression
cassettes of transgenes,  is known to contain a 'recombination hotspot'.
One
usual mechanism of recombination involves the double-stranded DNA
breaking and
joining with other double-stranded DNA. This has been identified as the
mechanism generating many different lines of transgenic rice during a
routine
transformation experiment. Extensive recombination at the hotspot has
taken
place in the absence of the viral recombinase, indicating that the host
plant
cell can catalyse such recombinations [24]. Thus, the CaMV promoter has
an
enhanced capability to transfer
horizontally, with potentially dangerous consequences.

14. CaMV is closely related to human hepatitis B virus, and also has a
reverse
transcriptase gene related to that in retroviruses such as the
AIDS-associated
HIV [25]. Thus, the CaMV promoter not only enhances horizontal gene
transfer,
but has the potential to reactivate dormant viruses (which are in all
genomes)
and to generate new viruses by recombination.

15. The British Medical Association, in their interim report (published
May,
1999),  called for an indefinite moratorium on the releases of GMOs
pending
further research on new allergies, the spread of antibiotic resistance
genes
and the effects of transgenic DNA. This position is fully in accord with
the
precautionary principle.

16. Contrary to the claims of the UK Government, no useful results can
be
obtained in the current massive 'farm-scale' trials  of transgenic
herbicide-tolerant oil-seed rape and maize where the spread of
transgenic
pollens cannot be controlled, and which make no attempts to monitor for
horizontal gene transfer or for impacts on health [26].

17. Research into sustainable, non-corporate agricultural systems which
do not
involve GM crops should be widely supported. Many of these systems have
already
resulted in increased yield and income for family farmers, diminished
environmental impacts, and improvements in nutrition and health for all
[27].

1. See World Scientists Statement <www.i-sis.dircon.co.uk>
2. James, C. (1998). Global Status of Transgenic Crops in 1998, ISAAA
Briefs,
New York.
3. Benbrook, C. (1999). Evidence of the Magnitude and Consequences of
the
Roundup Ready Soybean Yield Drag from University-Based Varietal Trials
in 1998,
Ag BioTech InfoNet Technical Paper No. 1, Idaho.
4. See Watkins, K. (1999). Free trade and farm fallacies. Third World
Resurgence 100/101, 33-37.
5. Farm and Land in Farms, Final Estimates 1993-1997, USDA National
Agricultural Statistics Service.
6. See Griffin, D. (1999). Agricultural globalization. A threat to food
security? Third World Resurgence 100/101, 38-40.
7. Farm Aid fact sheet: The Farm Crisis Deepens, Cambridge, Mass, 1999.
8. Simms, A. (1999). Selling Suicide, farming, false promises and
genetic
Bengineering in developing countries, Christian Aid, London.
9. Farmer's rally on Capitol Hill, September 12, 1999.
10. MAFF Fact Sheet: Genetic modification of crops and food, June, 1999.
11. See Ho, M.W. and Tappeser, B. (1997). Potential contributions of
horizontal
gene transfer to the transboundary movement of living modified organisms
resulting from modern biotechnology. Proceedings of Workshop on
Transboundary
Movement of Living Modified Organisms resulting from Modern
biotechnology :
Issues and Opportunities for Policy-makers (K.J. Mulongoy, ed.), pp.
171-193,
International Academy of the Environment, Geneva.
12. Mellon, M. and Rissler, J. (1998). Now or Never. Serious New Plans
to Save
a Natural Pest Control, Union of Conerned Scientists, Cambridge, Mass.
13. Garcia,A.,Benavides,F.,Fletcher,T. and Orts,E. (1998). Paternal
exposure to
pesticides and congenital malformations. Scand J Work Environ Health 24,
473-80.
14. Hardell, H. & Eriksson, M. (1999).   A Case-Control Study of
Non-Hodgkin
Lymphoma and Exposure to Pesticides. Cancer85, 1353-1360.
15. "Cotton used in medicine poses threat: genetically-altered cotton
may not
be safe" Bangkok Post, November 17, 1997.
16. Hilbeck, A., Baumgartner, M., Fried, P.M. and Bigler, F. (1998).
Effects of
transgenic Bacillus thuringiensis-corn-fed prey on mortality and
development
time of immature Chrysoperla carnea (Neuroptera: Chrysopidae).
Environmental
Entomology  27, 480-96.
17. Losey, J.E., Rayor, L.D. and Carter, M.E. (1999). Transgenic pollen
harms
monarch larvae. Nature 399, 214.
18. Reviewed in Ho, M.W. (1998,1999). Genetic Engineering Dream or
Nightmare?
The Brave New World of Bad Science and Big Business, Gateway Books,
Bath; Ho,
M.W., Traavik, T., Olsvik, R., Tappeser, B., Howard, V., von Weizsacker,
C. and
McGavin, G. (1998b). Gene Technology and Gene Ecology of Infectious
Diseases.
Microbial Ecology in Health and Disease 10, 33-59; Traavik, T. (1999a).
Too
early may be too late, Ecological risks associated with the use of naked
DNA as
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for
Directorate for Nature Management, Norway.
19. Reviewed by Doerfler, W., Schubbert, R., Heller, H., Kämmer, C.,
Hilger-Eversheim, D., Knoblauch, M. and Remus, R. (1997). Integration of
foreign DNA and its consequences in mammalian systems. Tibtech 15,
297-301;
see also note 18.
20. Draft Guidance for Industry: Use of Antibiotic Resistance Marker
Genes in
Transgenic Plants, US FDA, September 4, 1998.
21. See Letter from N. Tomlinson, Joint Food Safety and Standards Group,
MAFF,
to US FDA, 4 December, 1998.
22. Forbes, J.M., Blair, D.E., Chiter, A., and Perks, S. (1998). Effect
of Feed
Processing Conditions on DNA Fragmentation Section 5 - Scientific
Report, MAFF.

23. Mercer, D.K., Scott, K.P., Bruce-Johnson, W.A. Glover, L.A. and
Flint, H.J.
(1999). Fate of free DNA and transformation of the oral bacterium
Streptococcus
gordonii DL1 by plasmid DNA in human saliva. Applied and Environmental
Microbiology 65, 6-10.
24. Kohli, A., Griffiths, S., Palacios, N., Twyman, R.M., Vain, P.,
Laurie,
D.A. and Christou, P. (1999). Molecular characterization of transforming
plasmid rearrangements in transgenic rice reveals a recombination
hotspot in
the CaMV 35S promoter and confirms the predominance of microhomology
mediated
recombination. The Plant Journal 17, 591-601.
25. Xiong, Y. and Eickbush, T.H. (1990). Origin and evolution of
retroelements
based upon their reverse transcriptase sequences. EMBO J. 9, 3353-3362.
26. Firbank, L.G. Dewar, A.M., Hill, M.O., May, M.J., Perry, J.N.,
Rothery,
O.P., Squire, G.R. and Woiwod, I.P. (1999). Farm-scale evaluation of GM
crops
explained. Nature 399, 727-8.
27. See Pretty, J. (1995). Sustainable Agriculture, Earthscan, London;
also
Pretty, J. (1998). The Living Land - Agriculture, Food and Community
Regeneration in Rural Europe, Earthscan, London.

World Scientists' Statement

World Scientists' Statement launched in Cartegena, Columbia, (Feb. 1999)
during
the UN Convention of Biological Diversity Conference on the
International
Biosafety Protocol, calling on all governments to:

* Impose an immediate moratorium on further environmental releases of
transgenic crops, food and animal-feed products for at least 5 years.
* Ban patents on living organisms, cell lines and genes.
* Support a comprehensive, independent public enquiry into the future of
agriculture and food security for all, taking account of the full range
of
scientific findings as well as socioeconomic and ethical implications.

Signed (126 scientists from 24 countries):
Angela Fehringer, Anthropology Student, Sydney, Australia
Dr. Ted Steele, Molecular Immunologist, U.  Wollengong, Australia
Stephen Glanville PDC, ECOS Design, Australia
Margaret Jackson, BSc. Genetics, National Genetics Awareness Alliance,
Australia
Dr Farhad Mazhar, Ecologist, New Agricultural Movement, Bangladesh
Renata Menasche, Agronomist, Anthropology Undergrad. Federal Un. of Rio
Grand
du Sul, Brazil
Paulo Roberto Martins, Research Institute of Technology, Brazil
Dr Thomas R. Preston, Un. of Tropical Agriculture, Cambodia
Prof. David Suzuki, Geneticist, U.B.C., Canada
Prof. Joe Cummins, Geneticist, University of Western Ontario, Canada
Dr Warren Bell, MD, Canad. Assoc. of Physicians for the Environ., Canada
Prof. Abby Lippman, Epidemologist & Geneticist, McGill Un. Canada
Prof. Ronald Labonte, Population Health Research Director, Ontario,
Canada
Prof. Marijan Jost, Plant Geneticist, Agricultural College, Krizevci,
Croatia
Prof Anton Svajger, Uni. Zagreb Medical School, Croatia
Vesna Samobor, M.Sc. Agricultural College, Krizevci, Croatia
Damir Magdic, M.Sc.  Food Scientist, Osijek Uni., Croatia
Damjan Bogdanovic, PhD candidate, Uni Zagreb, Croatia
Dr. Tewolde Egziabher, Agronomist, Min. of the Environment, Ethiopia
Dr. Herve Le Meur, Biomathematician, Uni. Paris, France
Dr. Christine von Weisaeker, Ecoropa, Germany
Dr Christiane Boecker, MCommH, Community Health, Haiti
Prof. Ervin Laszlo, President, The Club of Buddapest, Hungary
Dr. Vandana Shiva, Research Institute for Science and Ecology, India
Dr. Muhua Achary, Environmentalist, St. Joseph's College, Bangalore,
India
Dr. Bruno D'Udine, Behaviour Ecologist,  University of Udine, Italy
Dr Giorgio Cingolani, Agricultural Economist, Italy
Prof. Atuhiro Sibatani, Molecular Biologist, Osaka, Japan
Dr Shiron Sugita, Plant Geneticist, Nagoya Uni. Japan
Dr Noeoru Tagishita, Plant Geneticist, Jap. Assoc. Agro-Nature, Tokyo,
Japan
Dr. Shingo Shibata, Biosafety and Environmental Sociologist, Japan
Dr Machiko Yasukohchi, PLAN - International Japan Public Relations
Team,Japan
Jaroen Compeerapap, Environmental Law and Development Center, The
Netherlands
Dr Robert Mann, Ecologist, Auckland, New Zealand
Dr Peter R Wills, Theoretical Biology, Uni. Auckland, New Zealand
Prof. Terje Traavik, Virologist, University of Tromso, Norway
Dr Ingrid Olesen, Senior Research Scientist, Institute of Aquaculture
Res. Ltd,
Norway
Prof. Oscar B. Zamora, Agronomist, Uni. Phillipines, Los Banos,
Phillipines
Dr. Pamela G. Fernadez, Agronomist, Uni. Phllipines, Los Banos,
Phillipines
Dr Gregorio Alvar, Biotechnologist,.  Computense Uni. Madrid, Spain
Dr. Javier Blasco, Aragonese Ctr  Rural European Information, Spain
Dr. Katarina Leppanen, History of Ideas,  Gothenburg Uni, Sweden
Florianne Koechlin, Biologist, World Wildlife Fund, Switzerland
Verena Soldati, Biotechnologist, Basler Appell, Switzerland.
Dr. Daniel Amman, Cell Biologist,  Tech. Switzerland
Dr. Ruth Goseth, Dermatologist, ISDE, Switzerland
Yves Schatzle, Agronomist and Economist, Switzerland
Prof. Omboom Luanratana, Pharmacologist, Univ. of Mahedol, Bangkok,
Thailand.
Brian Hursey, ex. FAO Senior Officer for Vector Borne Diseases, Neath,
UK.
Prof. Arpad Pusztai, Biochemist, Formerly from Rowett Institute, UK
Dr. Susan Bardocz, Geneticist, Aberdeen,  UK
Dr. Colin L.A. Leakey, Plant Geneticist, Cambridge, UK
Dr. Harash Narang, Pathologist, BSE expert, UK
Prof. Richard Lacey, Microbiologist, Leeds, UK
Dr. Michael Antoniou, Molecular Geneticist, Guy's Hospital, UK
Dr. Mae-Wan Ho, Geneticist and Biophysicist, Open University, UK
Dr J. M. Kerr, Bioethics, Winchester College: Oxford U. UK
Fatima Pelica, Biochemist, PhD Candidate, JII, UK
Dr Tom Wakeford, Biologist, Uni. of East London, UK
Peter Preston Jones, MSc,  Environomental Campaigner, UK
Prof. Brian Goodwin, Biologist, Schumacher College, UK
Patrick Holden, Director, Soil Association, UK
Dr. Eva Novotny, Biologist, Uni. Cambridge (retired), UK
Prof. Ian Stewart, Biomathematics, Uni. Warwick, UK
Dr. Vyvyan Howard, Toxipathologist, Uni. Liverpool, UK
Lynda Birke , Biologist, Liverpool Uni. Veterinary School, UK
Prof. Peter Saunders, Biomathematician, Uni. London, UK
Prof. Tim Ingold, Anthropologist, Uni. Manchester, UK
Dr. Robert C. Poller, Organic Chemist, Uni. London, UK
Gordon Daly P.hD student, Gene Therapist, Kennedy Inst. London, UK
Stuart Daly P.hD student, Transgenic group, Charing Cross Hosp. UK
Dr. John E. Hammond, Engineer, Highfeild, UK
Dr. Philip Kilner, Cardiologist,  Royal Brompton & Harefield, UK
Dani Kaye M.Sc. Scientists for Global Responsibility London, UK
David Kaye M.Sc. Scientists for Global Responsibility, London, UK
Angela Ryan, Molecular biologist, Open Uni. UK
Prof. David Packham, Material Scientist, Uni. Bath, UK
Dr. David J Heaf, Biochemist,   Wales, UK
Dr. Alan Currier, Taxonomist, IRBV, UK
Dr. Gesa Staats de Yanes, Veterinarian Toxicologists, Uni. Liverpool, UK
Barbara Wood-Kaczmar, M.Sc., Science writer, UK
Dr. Gene S. Thomas, Agriculturist, UK
Dr. David A.H. Birley, General Medical Practitioner, Swindon, UK
Prof. Martha Crouch, Biologist, Indiana University, USA
Prof. Ruth Hubbard, Biologist, Harvard University, USA
Prof. Phil Bereano, Council for Responsible Genetics, Uni. Washington
USA
Prof. Martha Herbert , Pediatric Neurologist, Mass. Gen. Hosp. USA
Prof. David Schwartzman, Geochemist, Howard Uni. Washington DC USA
Prof. John Garderineer, Biologist, Uni. Michigan USA
Dr John Fagan, Genetics ID, Washington, USA
Dr. Britt Bailey, Senior Researcher, CETOS, Ca, USA
Dr. Marc Lappe, Geneticist and Director CETOS, Ca, USA
Dr Michael W Fox, Veterinarian & Bioethicist, Washington DC, USA
Dr Walter Bortz, Physician, Palo Alto, USA
Dr. Mahua Acharya, Biologist, USA
Anne-Marie Mayer, Ph. D. candidate, Nutrition, Cornell Univ., USA
Dr. Catherine Badley, Biologist,  University of Michigan USA
Dr. Gerald Smith, Zoologist, Uni. Michigan, USA
Vuejuin McKersen M.Sc, Natural Resource Manager, Uni. Michigan, USA
Dr. John Soluri, Historian of Science, Carnegie Mellon Uni, USA
Juiet S Erazo, PhD student, Uni. of Michigan USA
Dr. Juette Peufecto, Biologist, Uni. of Michigan USA
U.V. Kutzli, Ph.D. Candidate, Uni. of Michigan USA
Kristin Cobelius, M.Sc. Student, Uni. Michigan USA
Lena S Nicolai, PhD Student, Uni. of Michigan, USA
Marial Peelle, Biol./Anthropologist Undergrad. Swarthmors College USA
Dr. Ty Fitzmorris, Ecologist, Hampshire College USA
Dr. Caros R Ramirez, Biologist, St Lawrance University USA
Rosa Vazquez, Student in Biology, Ohio State University USA
Sean Lyman, Student, Gettysbury College, USA
Ryan White, Student, St Lawrence University, USA
Dr Jack Kloppenburg, Un. Wisconsin, Rural Sociologist, USA
Dr. Nancy A Schult, Entomologist, Uni. of Wisconsin-Madison USA
Dr. Brian Schultz, Ecologist, Hampshire College USA
Dr. Douglas H Boucher, Ecologist, Hood College USA
Dr. Timothy Mann, Geographer, Hampshire College
Chris Picone M.Sc. Soil Microbiologist, Uni. Michigan USA
Dr. Peter M. Rosset, Ins. for Food and Development Policy, USA
Dr. Ignacio Chapela, Microbiologist & Ecologist, U.C. Berkeley, USA
Dr. Ingrid C. Northwood, Biochemist, Simon Fraser University, USA
Prof. Ed Daniel, Health Sciences Centre, McMaster University, Ca, USA
Dr Linda Jean Sheperd,  Biochemist, Gaia Blessings, USA
Dr Herve Grenier, Atmospheric Sciences and Climate Change, Univ.
Washington,USA
U.V. Kutzli, Ph.D. Candidate, Uni. of Michigan USA
Alex Jack, Planetary Medicine, Jushi Institute, Becket, Mass, USA
Philip H Howard, Ph.D candidate, Rural Sociology, Uni. of Missouri, USA


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http://www.flashbase.com/forms/letrsign

#129 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 24 de Nov de 1999 1:25 pm
Assunto: em português.
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Cristina,


	 Que parabeniza-la entusiasticamente pelo belo trabalho exposto em sua
home page!

	 Eh o site mais completo que conheco em língua portuguesa, visita
imprensidivel para os interessados no assunto;) colocarei como link em
evidência na próxima revisão que fizer em meus textos. Já está
disponível nos favoritos que deixo para navegação em minha hp.

	 http://members.xoom.com/_XOOM/que_merda/transgenicos.htm


	 Seguramente será uma referência importante para a construção deste
conhecimento que tanta falta faz em nossa cultura.


	 Mais uma vez meus parabéns, e continue embelezando a vida assim!


<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira

#130 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 24 de Nov de 1999 8:13 pm
Assunto: El Boletín Transgénico
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Reenvio esta mensagem do Adrian Valls convidando-os a conhecerem  o
trabalho que ele realiza na divulgação de conceitos antagonizando
transgênicos.


	 Esta mensagem serve também como uma descrição pormenorizada do
funcionamento do 'egroups". Estou utilizando este serviço na
manutençaò de duas listas que servem como arquivo público sobre
transgênicos <http://www.egroups.com/list/gen-ocidio> e sobre clínica
doméstica <http://www.egroups.com/list/luizmeira>, e tenho estado
satisfeito com a performance do "egroups".


					 Abraços

								 Luiz Meira

<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira/transgen.htm



avalls@... escreveu:
>
> Estimados suscriptores,
> Después de unos meses, Noticias BT brota de nuevo. Las novedades que puedo
anunciar
> es que todos los números anteriores están disponibles en linea en
http://ww2.grn.es/avalls/indice_articulos_NBT.htm
> y para que os podáis mantener más y mejor informados, he añadido tres
boletines
> que se editan en castellano: (http://ww2.grn.es/avalls/bt.htm) - TransXénia y
> el Boletín OMG tratan exclusivamente de lo transgénico y Rachel's es un
boletín
> sobre temas medio ambientales - ecología, legislación,
> comercio y también asuntos relacionados con organismos modificados
genéticamente.
>  Es muy completo. Si sabéis de algún otro boletín sobre alimentos transgénicos
> que se edite en castellano, hacedmelo saber por favor.
>
> ATENCIÓN: ESTE ES EL ÚLTIMO ENVIÓ CON LA LISTA DE SUSCRIPCIÓN ACTUAL.
> SI QUIEREIS SEGUIR RECIBIENDO "NOTICIAS BT", SEGUID LEYENDO POR FAVOR.
>
> -------------------
> MUY IMPORTANTE (1):
> -------------------
> Para facilitar el manejo de la lista de email que tengo para Noticias BT, - he
> creado un grupo de noticias en eGroups para recibir Noticias BT. Este grupo
SOLO
> se usara para recibir Noticias BT, nada más.
>
> Ventajas:
>
> - Una persona puede suscribirse y borrarse de la lista automáticamente, y
tener
> acceso inmediato a los artículos que se han almacenado anteriormente.
>
> - Los emails rebotados se procesaran de forma automática. Muchas veces se me
> devuelven un promedio del 10% de las ediciones de Noticias BT que envío. Puede
> ser porque los estudiantes ya se han licenciado, los servidores están
temporalmente
> colapsados o reparandose, la persona ha cancelado su correo, etc., hay muchas
> razones. Todo esto me hace perder mucho tiempo reenviando Noticias BT hasta
que
> quede definitivamente claro que la dirección esta caducada. Si tenéis dudas de
> que la lista ha rechazado su dirección de correo porque no estaba disponible
> durante una serie de envíos, podréis visitar la web del grupo, leer lo ultimo,
> y volver a suscribirse si es necesario.
>
> - Solo tengo que mandar *un* email al grupo, que se distribuye automáticamente
> entre vosotros. Antes tenia que estar vigilando el ordenador durante el envío
> a todos en la lista, cosa que duraba bastante tiempo y costaba dinero. En
España
> estar conectado a internet es muy caro si lo utilizas para trabajar. (¡Y si no
> también!)
>
> - Hay 20 MB de espacio para almacenar documentos, artículos etc., accesible a
> todos los suscriptores de Noticias BT.
>
> - Existe un calendario en linea para que individuos u organizaciones puedan
dar
> a conocer el lugar y fecha de sus actividades. (Solo para el grupo de noticias
> "Alimentos Transgénicos" de Noticias BT. Ver más abajo)
>
> Desventajas:
> Solo hay una pequeña desventaja. Siendo un servicio gratuito, eGroups se gana
> la vida insertando un anuncio discreto en los emails que se envíen. Estos
anuncios
> se pueden evitar pagando $4.95 al mes o $59 al año. Si alguien se anima a
contribuir
> esta suma, por favor que se ponga en contacto conmigo.
>
> Para suscribiros, lo único que tenéis que hacer es (desde aquí mismo):
> Mandar un email a: noticiasbt-subscribe@eGroups.com y automáticamente estaréis
> suscritos.
> Web del grupo: http://www.egroups.com/list/noticiasbt/
>
> -------------------
> MUY IMPORTANTE (2):
> -------------------
>
> He creado otro grupo: "Alimentos Transgénicos", que aparte de incluir los
envíos
> de Noticias BT,
> con diferencia del anterior, está abierto para discusión general de temas
relacionados
> con la
> biotecnología, y a todos los que quieren pueden mandar artículos, opiniones,
> o hacer preguntas etc. Estos documentos también se archivaran en linea para
referencia
> futura.
>
> Incluye chat, y hasta se puede hablar por internet si dispones del plugin
adecuado
> (suministrado por eGroups gratuitamente)
>
> Para suscribirse a este grupo, envía un email a:
> noticias-bt-discusion-subscribe@eGroups.com
> Web del grupo: http://www.egroups.com/list/noticias-bt-discusion/
>
> Con ambas suscripciones recibiréis un email de eGroups pidiendo una
confirmación
> de la suscripción. Para confirmarlo, simplemente reenviáis el email de
confirmación
> que les mandan.
>
> Para ambos grupos, se puede recibir los mensajes de tres formas:
>
> 1. (Full digest) De forma completa: se envía una vez al día, con todos los
mensajes
> completos enviados al grupo en un periodo de 24 horas.
>
> 2. (Summary digest) Resumen: si escogéis este formato solo recibiríais el
asunto
> del mensaje y el nombre del autor. Para leer el mensaje haz clic en el enlace
> incluido en el resumen.
>
> 3. (Read it on the Web Only) Leerlo solamente en linea: esto significa que no
> recibiréis ningún mensaje, pero seguiréis siendo un suscriptor y podréis
acceder
> la pagina web del grupo para leer los mensajes.
>
> ------------
>
> Algunos me mandáis emails que no llego a contestar por falta de tiempo. Soy
una
> sola persona que de vez en cuando algún alma caritativa me echa una mano
traduciendo
> algún articulo! :-) Pero quiero remediar esto y tengo una proposición para
haceros.
> Es la siguiente:
>
> LA UNIÓN HACE LA FUERZA
>
> Ahora tenemos unos 700 suscriptores de todo el mundo. Hay de todo -
ecologistas,
> activistas, catedráticos, profesores de universidad, ministerios de gobiernos,
> partidos políticos, estudiantes
> de agricultura y biotecnología, etc.
>
> Pienso que seria interesante que los que están en un país, se conozcan y
formen
> un grupo, tipo plataforma o comisión sobre transgénicos, (o sencillamente un
> grupo de información), con el fin de recaudar información local, acerca de la
> importación, cultivación, legislación - todo sobre temas relacionados con
transgénicos.
> Esta información lo podría poner en el boletín y así cada uno tendría más
conciencia
> de lo que esta pasando en su propio país. Para esto necesito los nombres
> y emails de aquellos que quieran formar parte de los grupos y si también
quieren
> ser coordinadores para su área, encargados de mandarme la información. Habría
> un coordinador por país.
>
> Cuando ya tenga la lista de los interesados, os pondré en mutuo contacto.
Hasta
> se podría crear vuestros propios eGroups.
>
> Esto es por una parte.
>
> Por otra, para celebrar el año 2000, no estaría mal tener 2000 suscriptores.
> ¡O más! La difusión de esta información es muy importante. Propongo invitar a
> todos vuestros amigos - todos que tengáis en vuestras listas de correo, a
visitar
> la pagina web y apuntarse a Noticias BT. Es
> bastante probable que entre todos, tengamos mas de 10,000 direcciones (una
estimación
> conservadora). También les podríamos sugerir que a su vez también inviten los
> de su lista y así pronto llegaríamos a 2000 o 3000 suscriptores, concienzando
> a una muy amplia sección de la población acerca de los riesgos. Es francamente
> fácil, y se hace en uno o dos minutos. A continuación os pongo un mensaje
corto
> que podéis copiar y pegar.
>
> -----------
>
> Estimados Amigos y Amigas,
> Me gustaría traer a tu atención la pagina web sobre alimentos transgénicos que
> he encontrado. Como estos alimentos se están comercializando sin una
comprensión
> profunda de lo que nos puede ocurrir
> si los comemos, y como tampoco existe etiquetación en la mayoría de los casos,
> es bueno que nos enteremos un poco de sus posibles riesgos. Por lo tanto os
invito
> a visitar: http://ww2.grn.es/avalls - La Ingeniería Genética: Los Riesgos.
Envía
> este mensaje también a las personas de tu lista de correos, para que se
enteren,
> y puedan ejercer su derecho a escoger y discriminar en algo que es fundamental
> e intimo en la vida: la salud.
>
> -------------
>
> Este mensaje se puede personalizar, adecuar de una forma u otra según el grupo
> o personas a quien se manda.
>
> Bueno, este es el ultimo envío que haré utilizando el sistema antiguo. O sea
> que suscribiros al grupo que os interesa mas porque si no, os quedareis sin
noticias.
> Esperare un par de días antes de enviar el próximo Noticias BT para que
tengáis
> tiempo de suscribir y confirmar la suscripción.
>
> saludos a todos y gracias por vuestra paciencia,
> Adrian Valls

#131 De: Maria Cristina Amaro Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Sáb, 27 de Nov de 1999 2:33 am
Assunto: Transgênicos - moratória ganha força
cristinacarneiro@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Sexta-feira, 26 de novembro de 1999 - O Estado de S. Paulo

  Transgênicos - moratória ganha força

       WASHINGTON NOVAES

       Parece ser um "turning point" a notícia publicada na segunda-feira por
este jornal dando conta de que pesquisas
  feitas na Universidade da Geórgia (EUA) demonstraram que soja geneticamente
modificada para resistir a um herbicida
  não é indicada para climas quentes. Com calor intenso (45 a 50 graus Celsius
no solo), os talos se abrem e pode-se
  prejudicar 40% do plantio - as perdas são na altura, no peso e na resistência
das plantas. Já que grande parte da safra
  brasileira de soja provém dos Estados do Centro-Oeste e do Norte, que
costumam registrar altíssimas temperaturas,
  essas conclusões parecem reforçar a conduta de cautela, que exige estudos de
impacto ambiental rigorosos em cada
  ecossistema, antes de autorizar o plantio.

       Esse plantio está suspenso por decisão da Justiça Federal. E um de seus
fundamentos é exatamente a ausência
  de estudos específicos de impacto ambiental no Brasil. Todos os estudos que
fundamentaram a aprovação do plantio
  pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) foram realizados em
outros países, principalmente nos
  EUA, onde os ecossistemas, o clima, os solos, a microfauna do solo e outros
fatores são bastante diferentes. Foi essa
  também - a inexistência desses estudos no País - uma das razões que levaram a
Sociedade Brasileira para o Progresso
  da Ciência a pedir moratória, um prazo mínimo para que se possa avaliar
melhor os riscos do plantio.

       Outros pesquisadores - entre eles Avílio Franco, da Embrapa - haviam
alertado ainda para o fato de a soja no
  Brasil ser cultivada sem adubação nitrogenada, graças à simbiose com
bactérias que usam nitrogênio do ar - processo
  que permite ao País economizar US$ 1,8 bilhão/ano em fertilizantes. Seria
preciso estudar as variedades transgênicas
  quanto à capacidade de nodulação e fixação do nitrogênio atmosférico.

       Com todos esses fatores em jogo, será muito difícil continuar
sustentando a possibilidade e conveniência de
  autorizar o plantio de variedades transgênicas de soja ou de outras espécies
sem que se façam os estudos de impacto
  ambiental e outros. A própria CTNBio, aliás, ainda em outubro não liberou o
plantio de variedades transgênicas de
  arroz e milho, por insuficiência de informações.

       Se a reunião da Organização Mundial de Comércio (OMC), de fato, se
realizar nos próximos dias, é bastante
  provável que se torne cenário de uma batalha envolvendo defensores e
adversários dos transgênicos - entre estes
  últimos, organizações ambientalistas que têm obtido vitórias importantes
nesse tema em outros países, como
  Greenpeace e Friends of Earth.

       Uma das mais recentes é a decisão dos governos da União Européia (UE) de
exigir a rotulagem de qualquer
  produto que contenha mais de 1% de transgênicos. Embora os ambientalistas
ainda considerem insatisfatório esse
  índice, o valor simbólico e político da exigência é relevante. E ela se segue
à divulgação de relatório científico da
  própria UE apontando o risco de variedades geneticamente modificadas para
resistir ao glifosato eliminarem insetos
  benéficos às plantações - além do risco de linfomas para seres humanos (este
último contestado pelos produtores das
  sementes, com base em dados da Organização Mundial de Saúde).

       Tudo isso ocorre num momento em que a resistência européia e em outros
países às sementes geneticamente
  modificadas está levando o Departamento de Agricultura e a Food and Drugs
Administration dos EUA a rever seus
  padrões de exigência para liberação desses produtos. Assim como está levando
empresas produtoras a desacelerar
  seus projetos de expansão dos plantios de alimentos transgênicos, tendo em
vista várias manifestações de grandes
  produtoras de carnes de não utilizar os transgênicos ou pagar mais pelos
não-transgênicos. A nova postura dessas
  empresas, por sua vez, é motivada pelos questionamentos que os consumidores
norte-americanos - até há pouco
  quase indiferentes ao tema - passaram a levantar. E também pelo temor de
perder mercados na Europa e no Oriente,
  onde se acirra a resistência.

       Esse panorama tem gerado ainda forte pressão de acionistas de uma das
principais produtoras de sementes
  transgênicas, a Monsanto, para que esta desmembre ou venda sua divisão de
agronegócios - se não a empresa toda,
  como algumas notícias dizem que já está sendo negociado. A razão principal é
que a resistência crescente aos
  transgênicos levou as ações da empresa (e de outras do setor) a ter seu valor
em bolsas reduzido em cerca de 20%
  nos dez primeiros meses do ano, com uma perda na casa dos bilhões de dólares.
Os acionistas temem também que
  prospere a ação organizada de escritórios de advocacia nos EUA, na Europa e
no Japão de processar a companhia
  por danos ao meio ambiente e aos consumidores.

       Tal quadro levou o jornal britânico The Observer a escrever, há poucos
dias, que "o primeiro round dessa
  batalha, contra todas as expectativas, foi vencido pelos ambientalistas". E a
grande arma destes, segundo o jornal, foi a
  Internet: a difusão de informações habilitou grupos e pessoas em todo o mundo
a discutir em profundidade uma
  questão científica complexa. No Brasil, não foi muito diferente.

       Resta ver como serão os próximos lances. E como se comportarão, diante
do novo cenário - que sugere
  prudência até mesmo em termos de estratégia comercial -, os órgãos
governamentais brasileiros, até há pouco
  francamente favoráveis (com exceção do Ministério do Meio Ambiente) aos
transgênicos.

       Washington Novaes é jornalista. E-mail: novaes@...

#132 De: SDC <duas-cachoeiras@...>
Data: Sáb, 27 de Nov de 1999 3:21 am
Assunto: [Fwd: En: SOS Florestas]
duas-cachoeiras@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

>From: "Mauricio Bergerman" <mbergerman@...>
>To: "Lista Biologia" <ecosteiros-L@...>,        "Poli Jr."
><polijr@...>,        "Dentista"
><caprospero@...>,        "Edu" <bojart@...>,
>   "Eliomar Vilela" <eliomarvilela@...>,        "Eugenio Carlos
>de Oliveira" <ecomk@...>,        "Frida Bergerman"
><fbergerman@...>,        "Lilia Toledo Diniz"
><t.diniz@...>,        "Marcel Bergerman" <marcel@...>,
>     "Oscar Bergerman" <obergerm@...>,        "Regina Bojart"
><regina.bojart@...>, <alexm@...>,
><angela2207@...>, <arturmascote@...>,
><samos@...>, <miag@...>, <buzetinha@...>,
><carlam3@...>, <CCOSTA@...>, <celsors@...>,
><clauho@...>, <emikawakami@...>,
><casabonpoli@...>, <dkamakura@...>, <difer@...>,
>    <verme69@...>, <fabio.a.r@...>,
><fefittipaldi@...>, <felippen@...>,
><henrique.andre@...>, <guilhermem@...>,
><ivan_habe@...>, <ivan_habe@...>,
><jefersonfujita@...>, <jujugrizzi@...>,
><kellyharaguchi@...>, <liabp@...>,
><liliana__scholz@...>, <4luiz@...>,
><marcel@...>, <mfoliv@...>, <mcueva@...>,
><mcoraca@...>, <mbergerman@...>,
><melissans@...>, <mfeio@...>, <goncalves_n@...>,
>    <pedrometal@...>, <renata_gregorio@...>,
><matroniani@...>, <ricardoagbastos@...>,
><rnagumo@...>, <viese@...>,
><jeffersonlbution@...>, <cavianna@...>,
><iamacita@...>, <persusd@...>, <daniel_map@...>,
>    <poli-minas@egroups.com>
>Subject: En: SOS Florestas
>Date: Thu, 25 Nov 1999 23:13:45 -0200
>
>Dem uma olhada e passem para frente!!!
>
>Não é corrente nem nada...
>
>Abraços,
>
>Maurício
>
>______________________________________________
>
>
>Caros Amigos,
>
>
>O governo federal decidiu entregar de vez o Código Florestal aos
>ruralistas. Numa estratégia maquiavélica, a bancada ruralista do Congresso
>Nacional enviou no dia 23 de novembro, para votação no Senado Federal, um
>Projeto de Conversão da Medida Provisória nº 1.885/99 (que reformula o
>Código Florestal) em lei que, se aprovado, promoverá o maior retrocesso de
>que se tem notícia na legislação ambiental do país. O texto só não foi
>aprovado dia 23 de novembro por causa da intervenção emergencial de
>ambientalistas (Instituto Socioambiental - ISA, Inesc, Conservation
>International e Rede de ONGs da Mata Atlântica)  com o apoio da senadora
>Marina Silva (PT-AC).
>
>Clique abaixo e participe da campanha contra a aprovação desta medida que
>estimulará a devastação das florestas brasileiras.
>
>  http://www.socioambiental.org/noticias/brasil/campanha.html
>
>Sua mensagem será enviada ao Presidente da República, ao Ministro do Meio
>Ambiente e Presidentes e Líderes no Congresso Nacional.
>
>Divulgue esta campanha para o maior número de pessoas possível.
>
>André Lima
>ISA -DF
>
>

______________________________________________________
Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com
Attachment: vcard [not shown]

#133 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 27 de Nov de 1999 6:07 am
Assunto: Argentina sem barreiras...
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira
Queridos amigos:
 
    Quiero unirme a ustedes en la lucha contra los alimentos transgénicos  producidos en gran escala, les informo que en la Argentina MONSANTO, ya pisa muy fuerte, el 60% de la soja argentina es transgénica, y gran aparte del maíz también, pero además esto tiene un agravante que es la utilización indiscriminada de ROUND UP ( glifosato) ya que la soja es RR y este significa que se siembran mas de 5,000,000 de hectáreas ( hectárea= 2 acres) en las que se utilizan 15 a 20 millones de litros del herbicida,
Quisiera, si es posible alguna información sobre el uso de este herbicida.
 
SALUDA A USTEDES
Fabián Magariños

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#134 De: "isvara" <isvara@...>
Data: Qua, 1 de Dez de 1999 1:48 am
Assunto: ENC: FLORESTAS
isvara@...
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-----Mensagem original-----
De: isvara [mailto:isvara@...]
Enviada em: Terça-feira, 30 de Novembro de 1999 13:56
Assunto: ENC: FLORESTAS

 

Prezados Amigos:

 

Encaminho esta mensagem, pois talvez possamos fazer muito com apenas um clique de mouse.

Andrês

 

>Caros Amigos,>
>O governo federal decidiu entregar de vez o Código Florestal aosruralistas.
>Numa estratégia maquiavélica, a bancada ruralista do Congresso Nacional
>enviou no dia 23 de novembro, para votação no Senado Federal, um Projeto de
>Conversão da Medida Provisória nº 1.885/99 (que reformula o Código
>Florestal) em lei que, se aprovado, promoverá o maior retrocesso de que se
>tem notícia na legislação ambiental do país. O texto só não foi aprovadodia
>23 de novembro por causa da intervenção emergencial de ambientalistas
>(Instituto Socioambiental - ISA, Inesc, Conservation International e Redede
>ONGs da Mata Atlântica)  com o apoio da senadora Marina Silva (PT-AC).>
>Clique abaixo e participe da campanha contra a aprovação desta medida que
>estimulará a devastação das florestas brasileiras.>
>http://www.socioambiental.org/noticias/brasil/campanha.html>
>Sua mensagem será enviada ao Presidente da República, ao Ministro do Meio
>Ambiente e Presidentes e Líderes no Congresso Nacional.>
>Divulgue esta campanha para o maior número de pessoas possível.>>André Lima
>ISA -DF>>>>

 


#135 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 11 de Dez de 1999 12:33 am
Assunto: Re: Beer? (cer veja soh, ateh na ceva)
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Christian & Marija Zlatnar Moe wrote:
>
> Searching the archives, I was intrigued by references to two Japanese
breweries, Kirin and Sapporo(to?), that reject GE ingredients. I also found a
reference to German controversy over the potential use of GE yeast in brewing.
>
> Does anybody know of other breweries with an explicit non-GE strategy?
>
> Is there any GE barley in commercial use? If not, what GE ingredients might be
involved in beer-making?
>

	 http://www.geocities.com/luizmeira/enzimas.htm
"LIST OF COMMERCIAL ENZYMES FROM GENETICALLY MODIFIED MICROORGANISMS
TO BE USED IN FOOD"
	 and

Biotechnology Enzyme Products on the Market (By Company)


	 Regards

<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira

#136 De: Maria Cristina Amaro Carneiro <cristinacarneiro@...>
Data: Sáb, 11 de Dez de 1999 3:54 pm
Assunto: Re: [Fwd: En: novo email do greenpeace]
cristinacarneiro@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
PARTIDO DOS TRABALHADORES - PT
LIDERANÇA DA BANCADA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
NÚCLEO AGRÁRIO

A Consulta Pública para a Rotulagem dos Alimentos Transgênicos

Responsável: Gerson Teixeira
Brasília, em 03.12.99

O Diário Oficial da União, de 02.12.99, publicou a CONSULTA PÚBLICA (CP) Nº
2, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria de
Direito Econômico do Ministério da Justiça, por meio da qual submete à
apreciação do público, em geral, proposta de regulamento técnico para
rotulagem de alimentos e ingredientes geneticamente modificados.

O prazo para que as pessoas ou entidades, devidamente identificadas,
manifestem eventuais críticas ou sugestões sobre o texto proposto
prolonga-se por 90 dias contados a partir do dia 02.12.99, sendo que tais
pronunciamentos devem ser feitos, preferencialmente, através do e-mail
dpdc@....

De acordo com o conteúdo da CP, a elaboração de normas para a rotulagem dos
alimentos transgênicos, pelo órgão de defesa do consumidor do Ministério da
Justiça, encontra abrigo na Lei nº 8.078/90 e na Portaria MJ nº 268, de
10.06.99, com os prazos alterados pelas Portarias MJ nºs 393, de 05.08.99,
e 520, de 23.09.99.

Após "anos" com a CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança,
contestando a pertinência e a obrigatoriedade legal da rotulagem dos
transgênicos, essa iniciativa revela que o governo vinha adotando postura
casuísta na interpretação da Lei, ou simplesmente que a ignorava
deliberadamente.

Casuísmos ou ilegalismos à parte, a formalização do início de processo
prevendo a rotulagem dos alimentos transgênicos, como decisão de governo,
ou mesmo como gesto específico do órgão oficial de defesa do consumidor,
não deixa de representar uma evolução da posição governamental sobre essa
questão. Afinal, não podemos esquecer que há apenas alguns meses, o então
Ministro da Ciência e Tecnologia, Bresser Pereira, e o Sr. Luis Carlos
Barreto, ex-presidente da CTNBio, do alto da arrogância, comum a ambos,
tratavam esse debate a partir de um prisma maniqueísta, onde os críticos
dos transgênicos e defensores da moratória e da rotulagem desses produtos
eram tidos como 'gente do atraso'; segmentos sociais anacrônicos que
reagiam ao progresso científico. Chegavam a ponto de ridicularizar esses
setores qualificando-os como metafísicos e pessoal do vodu. Como bem
observou o Deputado Fernando Ferro (PT/PE), com essa mudança da postura do
governo, passando a admitir a rotulagem dos transgênicos, "a ala metafísica
do governo começa a se impor sobre os seus iluminados cientistas".

No entanto, como no governo FHC, qualquer medida que expresse algum avanço
político aparente deve ser recebida com muita cautela, esta, também, não
foge à regra. Na verdade, a iniciativa em consideração pode representar
ardil político visando a legitimação, pela sociedade civil, à liberação dos
transgênicos, ainda proibida no Brasil por força de decisão judicial. Por
que normatizar algo sob embargo judicial?

Uma eventual manifestação significativa da sociedade civil sobre os termos
do texto de regulamento da rotulagem dos transgênicos poderá ser usada como
‘prova do respaldo popular’ desses produtos e, portanto, como fator de
pressão das multinacionais interessadas e do governo, pela revogação da
citada decisão judicial, já que sugeriria o isolamento político do judiciário.

Além disso, a participação massiva da sociedade na orientação desse texto
também tenderia a deslegitimar, ou fragilizar, pelo menos, a luta política
pela moratória dos transgênicos que, progressivamente, ganha força em
várias partes do mundo. Inclusive, no Brasil, projetos de lei que tramitam
na Câmara dos Deputados, propondo a moratória, contam com parecer favorável
no âmbito de Comissões Técnicas dessa Casa.

Assim, sob as circunstâncias acima, a propositura deve ser interpretada com
bastante reticência.

Entendemos que, em nome do princípio de precaução consagrado para esses
produtos, antes de respaldar-se processo relativo à rotulagem dos produtos
e ingredientes derivados de plantas geneticamente modificadas, a melhor
conduta seria, em primeiro lugar, aguardar o desenlace do contencioso
judicial e insistir nas pressões políticas pela moratória dos tranagênicos.

Somente diante de um cenário estabelecido de liberação desses produtos, aí
sim, caberia a mobilização dos setores políticos e das entidades da
sociedade civil nos debates para a adequação dos termos da rotulagem dos
transgênicos, a partir, de fato, dos interesses dos consumidores.

Neste cenário, até por tratar-se de tema novo, sem maiores referências
mundiais de consulta, entendemos que o simples mecanismo de consulta
pública, na forma adotada, é absolutamente insuficiente e politicamente
restritivo. Nega o necessário debate e coloca as entidades em posição de
passividade, ficando o governo inteiramente livre para acatar as sugestões
que julgar conveniente, com o trunfo, no entanto, de um discurso político
que o “referenda democraticamente”, já que, para todos os efeitos, o texto
teria resultado de uma “ampla consulta popular”.

Um processo de consulta pública para a instrução da rotulagem deve ser
pautado pelo debate direto e exaustivo  entre as forças políticas e sociais
interessadas, através dos fóruns adequados de representação da sociedade,
como as instâncias dos Poderes Legislativos.

Ademais das ponderações acima, essa proposta de regulamento, em referência,
não explicita um ponto absolutamente essencial para a rotulagem: a questão
da equivalência entre produto tradicional e geneticamente modificado.

Assim, a proposição não deixa claro se, para efeitos da rotulagem,
prevalecerão aspectos extrínsecos ou intrínsecos na definição da
equivalência, o que permite a aposta na prevalência dos primeiros. Esse
fato é crucial para a qualidade das normas de rotulagem e, portanto para a
sua própria eficácia.

Para tentar esclarecer o assunto, reproduzimos parte do texto de Alberto
Momma[1], referenciado no caso da soja RR:

"Como a soja RR não difere de uma soja tradicional nos aspectos de cor,
textura, teor de óleo, composição e teor de aminoácidos essenciais e de
nenhuma outra qualidade bioquímica, há uma equivalência total entre os
produtos, dispensando-se qualquer identificação. Segundo esse conceito, uma
soja BR 16 convencional em nada, agronomicamente, difere de uma BR 16
engenheirada, o mesmo ocorrendo com outras variedades de soja que venham a
sofrer semelhantes transformações....Segundo essa corrente de pensamento,
admitindo-se equivalência entre cultivares convencionais e modificadas, não
haveria necessidade de segregação com identificação específica..

"No entanto, o conceito de equivalência entre plantas naturais e
engenheiradas envolve dificuldades práticas de um entendimento objetivo do
próprio termo "equivalência". Equivalência significa dispor de igual valor,
peso, força ou atributo específico, e normalmente expressa, para ser
preciso, em unidades ou parâmetros concretos: um dólar equivale a um real e
setenta centavos, o rendimento de um litro de álcool combustível equivale a
80% do rendimento da gasolina comum....Equivalência se refere sempre a
quantidade ou algo mensurável a que corresponda um sentido tecnicamente
comparável. Esse valor pode assumir conotações amplas, difusas e díspares:
valor real, valor absoluto, valor relativo, valor primário, valor nominal,
valor positivo, etc. Mas, do ponto de vista do genoma, da análise do DNA,
uma planta natural e outra modificada são intrinsecamente distintas pelo
fato de uma conter o gene de resistência ao herbicida, além do marcador
molecular que o "identifica" como planta transgênica de propriedade, por
exemplo, da Monsanto. A rigor, genomicamente, elas não são iguais nem
equivalentes. Teriam equivalência total se fossem obtidas por multiplicação
vegetativa, tipo enxertia ou clonagem ou cultura de tecidos de células
adultas. Ainda segundo a lógica da equivalência, um homem e um macaco
seriam equivalentes enquanto seres vivos superiores, já que 98.4% dos seus
genes, conforme alguns cientistas, e 99.9%, conforme outros, são iguais
nessas espécies. A diferença entre uma e outra espécie decorre do número,
posição, seqüência, forma de encadeamento e funções estruturantes dos genes
codificadores, entre outros fatores, na unidade genômica. E é isto que
confere as especificidades de "ser" humano ou símio, apesar da vasta
identidade dos constituintes genéticos..."


Assim, a proposta submetida à consulta pelo governo, sem a explicitação
dessas nuances técnicas, além das implicações políticas antes comentadas,
poderá resultar em normas para a rotulagem dos transgênicos totalmente
distanciadas dos interesses dos consumidores e, muito mais sintonizado aos
interesses das empresas.

Ante o exposto, sugerimos que as preocupações acima sejam levadas em
consideração na forma de manifestação das entidades sobre a proposta
oficial de regulamento técnico para a rotulagem dos transgênicos, cuja
íntegra, anexamos na sequência.

==========
Anexo - Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos e Ingredientes
Geneticamente Modificados

1 – Âmbito de Aplicação

Este regulamento se aplica aos alimentos e ingredientes geneticamente
modificados, embalados, definidos

  neste instrumento, destinados ao consumidor final, sem prejuízo da
legislação em vigor.

·       Os alimentos não embalados e aqueles que por sua natureza ou forma
de oferta e apresentação não possam ser rotulados serão regulados por norma
específica.

·       Este Regulamento Técnico não se aplica aos aditivos alimentares e
aos coadjuvantes de tecnologia utilizados na produção de gêneros
alimentícios, que podem ser tratados em norma específica.

·       Ficam excluídos das exigências deste Regulamento Técnico os
alimentos e ingredientes em que tanto as proteínas como o ADN(DNA)
resultantes da modificação genética tiverem sido destruídos pelas
diferentes fases da elaboração ou processamento.



2- Definições para os efeitos desta Portaria

2.1- Rótulo: É toda inscrição, legenda, imagem ou matéria descritiva ou
gráfica que esteja escrita, impressa, estampada, gravada em relevo,
litografada ou colada sobre embalagem do alimento.

2.2- Embalagem: É o recipiente, o pacote ou envoltório destinado a garantir
a conservação e facilitar o transporte e manuseio dos alimentos.

2.2.1- Embalagem primária ou envoltório primário: É a embalagem destinada a
conter a(s) embalagem(s) primária(s).

2.2.2- Embalagem secundária: É a embalagem destinada a conter a(s)
embalagem(s) primárias.

2.2.3- Embalagem terciária: É a embalagem destinada a conter uma ou mais
embalagens secundárias.

2.3- Alimento Embalado: É todo o alimento que está contido em uma embalagem
pronta para ser oferecido ao consumidor.

2.4- OGM – Organismo Geneticamente Modificado: Organismo cujo material
genético (ADN-DNA) tenha sido modificado por qualquer técnica de engenharia
genética.

2.5- Alimento geneticamente modificado, assim doravante denominado, é todo
alimento que:

a)       contenha ou consista de organismo geneticamente modificado, ou

b)       contenha ingrediente que, por sua vez, contenha ou consista de
organismo geneticamente modificado, ou

c)       contenha proteína produzida por organismo geneticamente
modificado, ou

d)        ingrediente que , por sua vez, contenha proteína produzida por
organismo geneticamente modificado.

2.6- Ingrediente geneticamente modificado, assim doravante denominado, é
todo ingrediente que:

a)       contenha ou consista de organismo geneticamente modificado, ou

b)       contenha ingrediente que, por sua vez, contenha ou consista de
organismo geneticamente modificado, ou

c)       contenha proteína produzida por organismo geneticamente
modificado, ou ingrediente que, por sua vez, contenha proteína produzida
por organismo geneticamente modificado.

2.7- Engenharia Genética: Atividade de manipulação de moléculas ADN(DNA)
Recombinante

2.8- Moléculas de ADN(DNA) Recombinante: São aquelas manipuladas fora das
células vivas , mediante a modificação de segmentos de ADN(DNA)  natural ou
sintético que possam multiplicar-se em uma célula viva, ou ainda, as
moléculas de ADN(DNA) resultantes dessa multiplicação. Consideram-se,
ainda, os segmentos de ADN(DNA) natural.

2.9- Consumidor: É toda pessoa física ou jurídica ou coletividade de
pessoas que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.

2.10-Ingrediente: É toda substância ou mistura de substâncias , incluindo
os aditivos alimentares, que se emprega na fabricação ou preparo de
alimentos e que está presente no produto final, em sua forma original ou
modificada.

2.11- Matéria Prima: É toda substância que para ser utilizada como
alimento, necessita sofrer tratamento e ou transformação de natureza
física, química ou biológica.

2.12- Alimento: É toda substância ou mistura de substâncias no estado
sólido, líquido ou pastoso ou qualquer outra forma adequada , destinado a
oferecer ao organismo humano os elementos normais a sua formação,
manutenção e desenvolvimento.

2.13- Fracionamento de Alimento: É a operação pela qual o alimento é
dividido e acondicionado, para atender a sua distribuição, comercialização
e disponibilização ao consumidor.

2.14- Aditivo Alimentício: É o ingrediente adicionado intencionalmente aos
alimentos, sem o propósito de nutrir, como o propósito de impedir
alterações, manter, conferir ou intensificar suas características
sensoriais, modificar ou manter o seu estado físico, ou exercer qualquer
ação exigida para uma boa tecnologia de fabricação do alimento.

2.15- Denominação de venda: É o nome específico e não genérico que indica a
verdadeira natureza e as características do alimento, de acordo com o
Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade especificado para cada
produto, quando houver. Na sua falta, deverá estar de acordo a sua
documentação de registro nos órgãos competentes do Ministério da
Agricultura e do Abastecimento e no Ministério da Saúde.

2.16- Marca: É o elemento de comunicação na forma de texto ou símbolo, que
identifica um ou vários produtos do mesmo fabricante e que os distingue de
outros fabricantes, segundo a legislação de propriedade industrial.

2.17- Lote: É o conjunto de produtos de um mesmo tipo, processados pelo
mesmo fabricante ou fracionado, em um espaço de tempo determinado, sob
condições essencialmente iguais.

2.17.1- Lote de produção ou lote de fabricação: É o conjunto de produtos de
um mesmo tipo, processados pelo mesmo fabricante ou fracionador, em um
espaço de tempo determinado, sob condições controladas.

2.17.2- Lote de inspeção: É o conjunto de unidades do produto a ser
amostrado para verificar a conformidade com as exigências de aceitação e
que pode diferir de um conjunto de unidades designado como um lote para
outras finalidades, por exemplo produção, embarque, etc.

2.18- País de origem: É aquele onde o alimento foi produzido ou, quando
tenha sido elaborado em mais de um país, onde o alimento sofreu o último
processo substancial de transformação.

2.19- Painel principal: É a parte do rótulo onde se apresenta, de forma
mais relevante, a denominação de venda  e a marca ou desenhos informativos,
caso existam.

2.20- Informação: É o conteúdo de toda comunicação feita ao consumidor,
devendo ser verdadeira, comprovada por dados científicos, não induzir o
consumidor a erro e orientá-lo de forma adequada sobre o preparo, a
utilização e as condições de armazenamento do produto, que possibilite
conservar as suas características distintivas e a utilização adequada do
produto.


3- Princípios Gerais

3.1- Nos casos em que a modificação genética possibilitar a introdução de
gene e/ou ingredientes que possam causar reações as populações com
hipersensibilidade, os rótulos devem apresentar informação relativa a essa
condição e a sua utilização está condicionada à aprovação pelo Ministério
da Saúde, previamente à sua utilização.

3.2- É proibida a utilização de rótulos, panfletos, cartazes, cardápios,
imagens fixas ou em movimento, bem como outros meios de informação ao
consumidor, em todo o território nacional que:

a. utilizar vocábulos, sinais, denominações, símbolos, emblemas,
ilustrações ou outras representações gráficas que possam tornar a
informação falsa, incorreta, insuficiente ou que possa induzir o consumidor
a equívoco, erro, confusão ou engano, em relação à verdadeira natureza,
composição, procedência, tipo, qualidade, quantidade, validade, rendimento
ou forma de uso do alimento;

b. atribuir efeitos ou propriedades que não tenham ou não possam ser
demonstradas

3.3- A rotulagem de alimentos de que trata o artigo 1 deste Regulamento
Técnico, será feita nos estabelecimentos que os produzem, processem ou
fracionem.

3.3.1- O processamento e/ou fracionamento de alimentos, realizados por
terceiros, está condicionado à autorização prévia da empresa detentora da
marca do produto e dos organismos oficiais competentes.

3.4- As informações obrigatórias da rotulagem devem constar da embalagem na
qual o alimento é adequadamente apresentado para o consumidor.


4- Idioma:

4.1- As informações obrigatórias e facultativas de que trata este
Regulamento Técnico devem estar em língua portuguesa com caracteres de
tamanho adequado, com realce e visibilidade, sem prejuízos da existência de
textos em outros idiomas.

3.2- Quando a rotulagem for em mais de um idioma, nenhuma informação
obrigatória de significado equivalente pode figurar em caracteres de
tamanho, realce ou visibilidade diferentes.


5- Informação Obrigatória:

5.1- Os alimentos e ingredientes geneticamente modificados, devem
apresentar no rótulo expressão informando esta condição com a utilização de
caracteres de tamanho, formato e cores que sejam ostensivas e permitam a
sua fácil visualização.

5.2- No caso do alimento ofertado ser geneticamente modificado, o rótulo
deverá apresentar, próximo à designação de venda, a seguinte expressão:

         “ XXX geneticamente modificado”, ou

         “ ... de XXX geneticamente modificado”,

         (preenchendo o espaço em branco com a identificação do alimento.

        Ex.: Soja geneticamente modificada. Farelo de soja geneticamente
modificada).

5.3- Para produtos com um ou mais ingredientes derivados de OGMs, um
asterisco (*) deverá ser indicado imediatamente após o ingrediente, sendo
que em seguida à lista de ingredientes, deverá ser colocada a seguinte
frase: “ * produzidos a partir de organismos geneticamente modificados” ou
“ * contém derivados de organismos geneticamente modificados”.

5.4- No caso de alimentos e ingredientes que não possa ser confirmado se
sofreram ou não modificação genética, mas que cultivares modificados
geneticamente são misturadas ao produto convencional, esses produtos devem
ser rotulados de acordo com os itens 5.1 a 5.3.


6- Informação Facultativa:

6.1- Os rótulos dos alimentos, objeto deste Regulamento Técnico, poderão
apresentar informações facultativas de caráter complementar, desde que
verdadeiras, e com o propósito de esclarecer melhor o consumidor sobre a
origem do produto e a sua forma de obtenção, valor nutricional, forma de
preparo ou outros dados relevantes que auxiliem o consumidor sobre a
escolha e o consumo do alimento. A informação facultativa não deve
prejudicar a identificação visual e a compreensão da informação obrigatória.

6.2- A rotulagem de alimentos e ingredientes obtidos sem o uso de
engenharia genética ou que não contenham ingredientes geneticamente
modificados, inclusive de lotes específicos, pode ser suplementada por
informações de que se trata de alimento que não foi geneticamente
modificado ou que não contém ingrediente geneticamente modificado, sendo
proibido o uso de qualquer expressão que induza a erro, equívoco, confusão,
engano ou que contrarie as informações obrigatórias.

6.3- Nos casos em que houver a introdução de genes que possam afetar os
hábitos ou tradições de determinados grupos, a garantia de origem, deve ser
efetuada pelas entidades interessadas, dentro dos critérios definidos pelos
grupos específicos, respeitadas as normas legais vigentes;

6.4- Os interessados poderão incluir voluntariamente, nos rótulos de seus
produtos, menções referentes à ausência de alimento e ingredientes
geneticamente modificados desde que sejam passíveis de comprovação por
meios aceitos pelas autoridades competentes, como segregação da linha de
produção ou certificação da cadeia.


7- Disposições Finais:

7.1- As situações relativas a rotulagem de alimentos de que trata este
Regulamento Técnico e por ele não contempladas, serão tratadas pelo
Departamento  de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria de Direito
Econômico do Ministério da Justiça, de acordo com o princípio dos direitos
à informação e à escolha dos consumidores, ouvidos os demais Ministérios,
quando envolver aspectos relativos às suas áreas de competência.

7.2- Os alimentos e ingredientes expostos a venda no mercado, fabricados
até o prazo estabelecido no item 7.3, poderão ser comercializados até o
final dos estoques, observando-se os respectivos prazos de validade.

7.3- Este Regulamento Técnico entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias
após a sua publicação.


----------------------------------------------------------------------------
----

[1] Rotulagem de Plantas Transgênicas e o Agronegócio, 1999.

#137 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 14 de Dez de 1999 7:08 am
Assunto: [Fwd: Beer?]
luizmeira@...
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>Does anybody know of other breweries with an explicit non-GE strategy?
  >Christian Moe

           -- Carlsberg to Brew Beer only from Malt to Avoid GM
      Substances: Carlsberg AS said it will henceforth brew its beer
      only from malt and no longer use corn to reassure consumers that
      the product will not contain any genetically modified substances,
      spokesman Henrik Moelstroem said. (See: AFP, 12 Nov 1999)


Roberto Verzola

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               GENTECH-REQUEST@...

The searchable WWW list archive is available at

               http://www.gene.ch/archives.html

#138 De: "Andres" <isvara@...>
Data: Sáb, 8 de Jan de 2000 1:41 pm
Assunto: RS mantém fiscalização de transgênico
isvara@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
 
 

07/jan/2000 - 20h47

RS mantém fiscalização de transgênico

Porto Alegre - O governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra (PT), vetou integralmente o projeto de lei que impedia o Executivo de fiscalizar as plantações de transgênicos. De autoria do deputado Frederico Antunes (PPB), a proposta retirava da competência do Estado o controle e fiscalização de organismos geneticamente alterados, cujo o plantio está proibido pela Justiça Federal desde agosto de 1999. Na interpretação do Executivo, a proposta do deputado do PPB é inconstitucional, barrando uma atividade que a Constituição Federal atribui ao Estado, a de zelar pelo meio ambiente e a saúde do consumidor.

Ayrton Centeno

 
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#139 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Seg, 17 de Jan de 2000 12:05 am
Assunto: [Fwd: En: Transgênicos na Folha de São Paulo]
luizmeira@...
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--


<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira
-----Mensagem original-----
De: Marijane Lisboa <mlisboa@...>
Para: marijane.lisboa@...
<marijane.lisboa@...>
Data: Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2000 19:09
Assunto: Transgênicos na Folha de São Paulo


>Caros amigos,
>Aqui vai a resposta que mandamos para o painel da folha, referente
>ao artigo de Marcelo Leite na Folha do dia 14/01 sobre o Estudo
>que cria arroz transgênico para suprir falta de vitamina. Vamos ver
>se eles publicam...
>Abraços,
>Mariana
>
>
>"Não é através de alimentos transgênicos enriquecidos com
>Vitamina A que o problema da fome ou da cegueira gerada por
>insuficiência alimentar será resolvido no mundo. Segundo a FAO,
>agencia das Nações Unidas para agricultura e alimentação, o
>planeta já produz quantidade de alimentos suficientes para
>alimentar uma vez e meia a população. Ao invés disso, os
>transgênicos podem provocar futuros problemas de saúde além de
>causar danos ao meio ambiente. O não reconhecimento desta
>realidade mostra o quanto as multinacionais de biotecnologia
>andam cegas sobre a verdadeira natureza do problema alimentar,
>que antes de tudo é de ordem social".
>
>Mariana Paoli
>Campanha Brasil Livre de Transgênicos - Greenpeace Brasil
>Rua dos Pinheiros, 240 cj 32 cep: 05422-000 tel: 30661184
>

#140 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 28 de Jan de 2000 11:49 am
Assunto: Paraguay e OGM
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Osvaldo,

	 Te agradeço muito a explanação sobre a situação do Paraguay com os
OGMs.
	 Era justamente isto que eu gostaria de saber, e graças a pessoas de
boa vontade, o conhecimento adequado se espraia...

	 Aproveito para convidá-lo a participar da lista "transgênicos"
http://www.egroups.com/gen-ocidio Esta lista é mais regional, onde
colocamos os aspectos OGM diretamente relacionados com o cone sul, e
sem dúvida sua colaboraçào será muito valiosa.

	 Como estou enviando esta mensagem para a lista transgênicos,
aproveito para lembrar dos chocolates argentinos que têm grande
penetração no Brasil e são feitos com lecitina de soja transgênica.
Além dos chocolates, lembrem-se que praticaamente todos os produtos
alimentares utilizam este componente, inclusive os  alfajores.

[]s

<><       Luiz Roberto Salvatori Meira
><>            Equilíbrio Alimentar
        http://www.geocities.com/luizmeira
Luiz escribió:
> Em 1998 foi contrabandeada grande quantidade de soja transgênica da
Argentina e plantada no Brasil, sem qualquer fiscalização ou censura.
>http://www.geocities.com/luizmeira/soja.htm
> Aproveito para perguntar como está a legislação Paraguaya sobre este
>assunto, e, se também acontece por aí contrabando de sementes.


La soja RR se está cultivando hace cuatro años en Paraguay. Todas esas
semillas entraron de contrabando desde la Argentina. Solo en el sur del país
se obtuvieron algunos resultados buenos, encuanto a rendimientos agronómicos
y costos. Mas al norte, las variedades argentinas  no presentan buenos
rendimientos por problemas de adaptación. Inclusive el menor costo de
producción no compensó el bajo rendimiento que tuvieron en las regiones
noreste del pais. Un productor sembró en la ultima safra sus propias
semillas RR y sus rendimientos fueron 50% menos que en la primera siembra.
Para la safra 1999/2000 la Comisión de Biosegurida recomendó la prohibición
de la siembra de soja transgénica, resolución que no fue cumplida por parte
de muchos productores. Luego se recomendó la  destrucción de todos los
cultivos de soja RR. El Ministerio de Agricultura y Ganadería ordenó la
destrucción de estos cultivos mediante orden judicial. El problema es que
habría entre 10.000 a 100.000 has. de soja RR en el pais, lo que
dificultaría la destrucción de la totalidad de los cultivos.
Creemos que si Brasil no libera la comercialización de la soja transgénica,
el cultivo en Paraguay va a estar limitado a la región sur por lo menos
mientras Argentina no poseaa variedades adaptadas a otras regiones del pais.
Algunas cooperativas ya determinaron que no van a producir soja RR por miedo
a perder el mercado internacional, aunque son los menos.
Con relación a las leyes, Paraguay ratificó el convenio de biodiversidad de
Rio 92. La Comisión de Bioseguridad fue creada por decreto ley pero solo
puede recomendar al Min. de Agricultura. La ley 836 del codigo sanitario, en
el art. 66 prohíbe  toda acción que deteriore el medio natural, disminuyendo
su calidad, tornandolo riesgoso para la salud. El art. 10 habla del control
de los factores condicionantes de la salud de las personas.
A nivel de consumidores practicamente no hay nada. Hay poca difusión de
informaciones para la ciudadanía, circunscribiendose más a las ONGs y
algunas instituciones de investigación. Las leyes de protección a los
consumidores son muy rudimentarias.
A nivel oficial sabemos que es más fácil que se sometan a los intereses de
las compañías químico-industriales que a la salud de la población y del
medio ambiente.
Bueno, este es más o menos el panorama por aquí.
Saludos

Osvaldo Peralta Heisecke
ALTER VIDA




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#141 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 29 de Jan de 2000 7:35 am
Assunto: peixes
luizmeira@...
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Peixe transgênico ameaça o meio ambiente



(São Paulo/Montreal20/01/00) O peixe transgênico representa uma séria ameaça para as populações de peixe normais, demostrou o relatório preparado pelo Greenpeace publicado hoje. O peixe transgênico, modificado geneticamente para crescer mais rápido, poderia espalhar o seu DNA estrangeiro para populações não transgênicas eliminando populações inteiras. De acordo com o Greenpeace, isto ressalta a necessidade de se criar normas internacionais para o controle de liberações comerciais de organismos geneticamente modificados.

A comercialização de peixe transgênico está a ponto de ser feita e nós estamos apenas começando a entender os riscos envolvidos” disse Michel Khoo do Greenpeace. “Nem nos EUA e no Canada, onde o peixe transgênico é criado em containers, há uma regulamentação apropriada para eles. Pode ser até ilegal soltar este tipo de peixe no mar. Os delegados de 140 países que estão iniciando as negociações do Protocolo de Biossegurança hoje em Montreal deveriam estudar este relatório cuidadosamente e tirar suas próprias conclusões”

O desenvolvimento comercial de espécies transgênicas de peixe tem como objetivo que eles cresçam mais rápido e MAIORES. No entanto, este aumento poderia trazer graves conseqüências para a população de peixes normais. De acordo com um modelo científico feito pela universidade de Purdue, confirmou-se que apenas uma pequena quantidade de peixes aumentados geneticamente poderiam erradicar com uma população de peixes normais inteira. O peixe transgênico atrai mais fêmeas e poderia rapidamente espalhar suas características. A descendência deste peixe reduz a capacidade de reprodução e portanto diminui as condições de saúde de toda uma população de peixes.

O relatório foi lançado em Montreal, onde a rodada final das negociações do Protocolo de Biossegurança está se iniciando hoje. O encontro, que estará acontecendo até o dia 28 de janeiro, tentará adotar regras para os movimentos transfronteirissos de organismos geneticamente modificados, que se tornará parte da Convenção de Biodiversidade da ONU. Uma rodada de negociações aconteceu anteriormente em Cartagena na Colômbia em fevereiro, mas no entanto falhou.

Até agora os EUA foram contra qualquer tentativa de se chegar a um Protocolo de Biossegurança abrangente, que poderia proteger o meio ambiente da poluição genética” disse Michel . “Os representantes dos governos reunidos em Montreal têm sua última chance de chegar a um compromisso e nós esperamos que eles não falhem. Especialmente países industrializados como os membros da União Européia têm esta responsabilidade nas mãos’’

Nota do Editor:
O relatório do Greenpeace sobre o peixe transgênico “Swimming Against the Tide of Reason” está disponível no Website { HYPERLINK http://www.greenpeace.org }www.greenpeace.org

Mais informações:
Mariana Paoli – Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil tel (11)30661184/91697956
Renato Guimarães – Gerente de Comunicações do Greenpeace Brasil tel (11)30661178/99007796
Mika Railo +31.6.21296908


#142 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qua, 2 de Fev de 2000 1:55 pm
Assunto: Milho do Português e a soja brasileira
luizmeira@...
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> http://www.the-news.net/
>
> THE NEWS
>
> FRONT PAGE STORY - 11/12/1999
>
> Ministry Confirms 15 Varieties of GM Maize Growing in Portugal Without
> Any Safety Measures
>
> The Portuguese Ministry of Agriculture has admitted exclusively to THE
> NEWS that it has allowed two varieties of GM corn to be grown
> extensively throughout the Alentejo, Ribatejo and the north of
> Portugal without any safety measures, writes Siobhan Mitchell.
>
> The government this week revealed that there are no fewer than 15
> different experimental varieties of GM maize being grown in a cluster
> of sites centred around Coimbra and Santarem. In answer to detailed
> questioning from THE NEWS in a joint investigation with the Sunday
> Times, Agriculture Ministry spokesman Augusto Vilela admitted for the
> first time that no steps whatsoever have been taken to prevent the
> contamination of non-GM crops or to prevent the spread of pollen from
> transgenic corn fields.
>
> In declarations that will shock consumers, he said there were no
> 'safety distances' between fields growing GM corn and those growing
> ordinary crops because "there is no need to set down any conditions or
> specific criteria when it comes to the use of genetically-modified
> organisms."
>
> Vilela added there was therefore no system of safety checks or
> penalties in operation, and that local authorities are also kept in
> the dark. He denied that the government had been leant on by
> multinational GM giants Monsanto and Novartis to keep the locations of
> crop sites secret, but admitted that it was government policy not to
> disclose the information to the public. "We are not aware of any
> request (from Monsanto or Novartis). It is not the Ministry of
> Agriculture's policy to give out information about the activities of
> farmers."
>
> When asked about where the GM maize was likely to end up, Vilela
> answered that the government had no idea. "The Ministry of Agriculture
> does not keep tabs on the commercial transactions of these products,"
> he admitted, adding that there were no legal impediments to stop it
> from entering the food chain. He also said that some GM maize would be
> used in animal feed for meat products that could end up on local
> supermarket shelves.
>
> ------------------
>
> 04:57 p.m Dec 07, 1999 Eastern
>
> Brazil State Pays Farmers to Rip Out GM Soybeans
>
> By Phil Stewart
>
> SAO PAULO, Dec 7 (Reuters) - Brazil's southernmost state will launch
> what may be the world's first-ever crop substitution programme aimed
> at weeding out genetically modified (GM) crops, a top state official
> said Tuesday. Treating GM soybeans like drug plants, the state will
> offer farmers a total of 10 million reais (US$5.37 million) in special
> low-interest loans if they rip out the lab-enhanced soy -- illegal
> throughout Brazil -- and replant normal varieties. "What we are
> telling them it is better to lose seedlings than lose their entire
> crop," said Rio Grande do Sul state's agriculture secretary, Jose
> Hermeto Hoffmann.

Brazil, the world's second-largest soybean producer,
> is the last major competitor to top grower United States who has not
> followed the North American country down the transgenic trail...


> Hoffmann's promise to burn down GM crops has met with fierce
> resistance in many municipalities, where illegal planting was so
> widespread that they passed now-stricken laws authorising GM planting.
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> Genetically Engineered DNA Found in Honey
>
> All Canadian honey is now suspect, as traces of oilseed rape DNA have
> already been detected in several brands. FAVOUR ORGANIC HONEY as
> attempts are made to preserve wide margins between hives and GM or
> agrochemical-sprayed crops.
>
> Source: GM Foods and How to Avoid Them -
> http://wkweb4.cableinet.co.uk/pbrown/index.htm.
>

#143 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 3 de Fev de 2000 12:02 pm
Assunto: 13% de mistura de sojaGM com naoGM no Brasil, neste verao.
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
>
> ------------------
>
> December 28, 1999
>
> Brazil's Farmers Dispute Ban on Genetically Modified Food
>
> By STEVE STECKLOW and MATT MOFFETT
>
> Staff Reporters of THE WALL STREET JOURNAL
>
> JULIO DE CASTILHOS, Brazil -- Along Brazil's remote southern border
> with Argentina, a battle over contraband is raging...
>
> In one of the strangest twists in the dispute over genetically
> modified food, the government of a Brazilian state has gone to war
> with its farmers over their use of soybeans altered to permit use of a
> certain herbicide. And while the dispute is rooted in local politics,
> it touches on international business: the efforts by multinational
> food companies to meet demand, especially in Europe, for food free of
> "GM" ingredients.
>
> That's because unlike the U.S. and Argentina - the two other top
> soybean producers - Brazil hasn't yet approved the planting of
> bioengineered beans, and thus has emerged as the world's premier
> source of the regular kind. So food companies, which use soybean oil
> or soybean meal in everything from chocolate to tofu, have been
> turning to Brazil's beans for their non-GM product lines.
>
> Favored Fowl
>
> Indeed, European supermarkets cite their use of Brazilian soybeans as
> evidence that their product lines are "non-GM." One British chain,
> Iceland Group, even says it imports its frozen chickens all the way
> from Brazil because there they can peck at feed made of conventional
> soybean meal.
>
> But a visit to the big soybean-growing state of Rio Grande do Sul
> suggests that Brazil's soybean supply isn't quite as claimed by
> marketers. Many farmers here openly plant genetically modified
> soybeans, with or without federal sanction.
>
> The European Union, which requires labeling of GM foods, plans a limit
> of just 1% bioengineered residue in any ingredient for foods to avoid
> the label. But agriculture officials in this Brazilian state estimate
> that 13% of its 7.5 million acres of soybean fields are growing a
> genetically modified crop this season. Farmers put the percentage
> higher still, and they note that these GM soybeans are routinely mixed
> with conventional soybeans before shipment abroad...
>
>
> ------------------
>
> 05:50 a.m. Dec 21, 1999 Eastern
>
> S.Africa's Woolworths Bans GM Foods
>
> CAPE TOWN, Dec 21 (Reuters) - South African retail chain Woolworths
> said on Tuesday it had decided to remove all known genetically
> modified (GM) foods from its shelves until they were proven safe...
>
> Woolworths, which is associated with leading British retail chain
> Marks and Spencer which has already announced a similar move, said
> consumers were buying genetically modified food unawares and were
> being used as guinea pigs...
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> Nisshin to End Use of GM Crops for Home Products
>
> TOKYO, Dec 21 (Reuters) - Nisshin Flour Milling Co Ltd , Japan's
> largest flour miller, said yesterday it will stop using ingredients
> produced from genetically modified (GM) corn and soybeans in its flour
> products for home use by the end of next February.
>
> The company plans to use wheat starch as an alternative for corn
> starch and replace soybean protein with wheat protein due to consumer
> concerns about the safety of bioengineered food products, a company
> spokesman said.
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> Kibun Food to Stop Using GM Ingredients in Soymilk
>
> TOKYO, Dec 21 (Reuters) - Kibun Food Chemifa Co Ltd, Japan's largest
> soybean milk maker, said yesterday it will stop using ingredients
> derived from genetically-modified (GM) corn in its soybean milk
> products by March next year.
>
> The company plans to use rice bran oil as an substitute for corn oil
> and replace high fructose corn syrup (HFCS) with sugar, in an attempt
> to wipe out consumer doubts about the safety of foods containing GMOs,
> a Kibun official said. As for soybeans, all the crops Kibun uses to
> make soymilk are imports from China that are grown from non-GM seed
> varieties, the official said.
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> 02:37 p.m Dec 17, 1999 Eastern
>
> Italian Government Temporarily Suspends Seven GE Food Products
>
> ROME, Dec 17 (Reuters) - The Italian government has temporarily
> suspended the use of seven genetically-modified food products, a
> Health Ministry statement said on Friday. "Following opinions from the
> Italian Health Institute and the Health Council, the Health Ministry
> will take a precautionary step, in conformity with EU regulations, to
> suspend temporarily the use of the substances," it said. According to
> the opinion of the Health Council, made available to Reuters, the
> seven GM products are maize Bt11, maize Mon 810, rapeseed oil Gt73,
> rapeseed oil MS1 RS1, rapeseed oil RF2 MS1, maize Mon 809 and maize
> T25. The Health Ministry statement said the suspension followed
> complaints by environmental groups over allegedly irregular sales
> procedure, but the ministry gave no details and did not say how long
> the suspension could last. The Health Council said it was not possible
> to guarantee that genetic alteration of foods was safe.
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> 12:53 p.m. Dec 28, 1999 Eastern
>
> Portugal Halts Production of Two GMO Maize Strains
>
> LISBON, Dec 28 (Reuters) - Portugal's agriculture ministry on Tuesday
> suspended until further notice the production of the two genetically
> modified (GMO) strains of maize registered for domestic planting.
> Portuguese authorities had approved cultivation of the two strains,
> called Elgina and Compa Cb, in February, but reconsidered their
> decision due to widespread concern over the possible effects of
> widespread cultivation of GMOs. "The decision now taken, which does
> not jeopardise any future revaluation of the situation in the light of
> new discoveries about the real impacts on our agri-environmental
> system, stems from new concerns that have meanwhile arisen," a
> ministry statement said. The statement noted that GMOs accounted for
> just 0.5 percent of maize planted in Portugal, equivalent to an area
> of 1,300 hectares (3,250 acres).
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.
>
> ------------------
>
> Portugal Green Groups Urge Wider Gene Maize Ban
>
> 06:51 a.m. Dec 29, 1999 Eastern
>
> LISBON, Dec 29 (Reuters) - Portuguese environmental groups on
> Wednesday hailed a government move to halt production of two
> genetically modified (GM) strains of maize and called for 15 other
> strains on trial to be denied official approval. The agriculture
> ministry on Tuesday suspended approval of the Elgina and Compa Cb
> strains due to concern over the possible long-term impact of extensive
> cultivation. "This is a courageous measure," a joint statement by
> eight environmental groups said. "This measure equally implies the
> suspension of 15 pending new authorisations of GMO maize. "Organic
> agriculture will also be spared the inevitable contamination entailed
> by cross-pollination with GMO maize," the statement added...
>
> Copyright 1999 Reuters Limited.

#144 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 3 de Fev de 2000 4:32 pm
Assunto: Notícias diversas
luizmeira@...
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from: asptatransg@...
########################################
POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
########################################

Car@s Amig@s,

As preocupações com os transgênicos e a segurança dos alimentos vem ocupando cada vez mais os espaços do cenário internacional. No final de 1999, foi tema bastante polêmico durante a reunião da OMC em Seattle. A Comissão Européia e a OCDE - Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico estão trabalhando por uma legislação mais rigorosa em relação as consequências das inovações biotecnológicas no setor dos alimentos. Esta semana, a regulamentação das plantas e animais geneticamente modificados está dominando a cena dos acordos sobre o Protocolo de Biossegurança na reunião da Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica em Montreal-Canadá.
Procuramos, neste número, também dar visibilidade a existência de alternativas aos transgênicos, como demonstra a rápida e crescente expansão do mercado de produtos orgânicos no Brasil e no mundo.

 
Nesta edição:

1. ONU promove reunião sobre Protocolo de Biossegurança
2. Biotecnologia une OCDE e Europa
3. Insistência
4. Fazendas orgânicas correm perigo devido à fraca regulamentação dos plantios de OGMs
5. Caindo na real: produtores americanos começam a encarar os riscos dos transgênicos
6. Estudo canadense questiona a teoria de alta produtividade da canola modificada
7. Restrições ao plantio de milho transgênico nos EUA
8. Alternativa aos OGMs em ascensão: orgânicos já movimentam US$ 20 bilhões/ano
9. Olvebra na contra corrente
10. Rotulagem  São Paulo sai na frente
11. Eventos

***********************************************************
1. ONU promove reunião sobre Protocolo de Biossegurança
O Programa Ambiental das Nações Unidas promove esta semana em Montreal-Canadá, entre os dias 24 e 28 de janeiro, uma reunião da Convenção sobre a Diversidade Biológica para discutir a regulamentação de plantas e animais geneticamente modificados. A intenção é concluir o Protocolo de Biossegurança. Esta reunião é a continuação do encontro realizado em Cartagena-Colômbia no ano passado que fracassou devido a recusa dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Uruguai e Argentina em firmar o protocolo assinado por 125 outros países.
Cerca de 300 pessoas fizeram uma passeata em Montreal para protestar contra o uso de organismos geneticamente modificados. Os ativistas do Greenpeace levantaram uma espiga de milho de 7 metros engolindo borboletas e exibiram uma faixa com a frase
&ldquo;Pare de poluição genética, biossegurança agora!&rdquo; sobre a entrada principal dos delegados.
Folha de São Paulo, 22/01/00 e Estado de São Paulo, 24/01/00

2. Biotecnologia une OCDE e Europa
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Comissão Européia vão trabalhar estreitamente por uma legislação mais rigorosa para as novidades biotecnológicas e para reforçar a segurança dos alimentos.
A OCDE vem consultando organizações não-governamentais, entre elas o Greenpeace e, em data a ser fixada, promoverá seminário sobre &ldquo;Segurança dos alimentos transgênicos, fatos, incertezas e provas&rdquo;. Enquanto isso, a OCDE está preparando um informe sobre as implicações da biotecnologia e outros aspectos da segurança alimentar que deverá ser apresentado em meados do ano. O estudo incluirá uma norma sobre segurança dos alimentos obtidos a partir de organismos geneticamente modificados ou deles derivados.
Jornal do Brasil, 24/01/00

3. Insistência
Dos US$ 800 milhões em investimento programados pela Monsanto, a partir deste ano e até 2003, US$ 60 milhões são destinados à construção de um laboratório de biotecnologia em Uberlândia (MG). A diretoria da empresa informa que ali serão desenvolvidas sementes geneticamente modificadas de soja e milho, com características especiais para cultivo no cerrado brasileiro. A partir de 2001, a empresa pretende lançar no mercado brasileiro novas variedades de milho e soja transgênicos. Isso se conseguir liberar o plantio comercial, hoje embargado pela Justiça.
O Estado de São Paulo, 13/01/00

4. Fazendas orgânicas correm perigo devido à fraca regulamentação dos plantios de OGMs
Um estudo independente encomendado pela Soil Association do Reino Unido alerta para o risco de que plantas orgânicas contaminadas pelos OGMs poderiam espalhar-se.
O relatório afirma que, contrariamente ao que é recomendado pelas indústrias  isolamento de 200 metros entre culturas orgânicas e as geneticamente modificadas  sementes de óleo apresentam vários riscos em relação à polinização cruzada entre campos. Registrou-se dispersão de pólem até 4 km por insetos  algo como 20 vezes superior a distância de isolamento.
Estas novas evidências contradizem a recomendação de distâncias de isolamento avalizadas pela equipe das indústrias encarregadas pelo governo para estabelecer regras sobre a liberação de OGMs no meio-ambiente.
A Soil Association acredita que as regras vigentes falham em proteger os produtores orgânicos assim como aqueles produtores convencionais da poluição transgênica. Patrick Holden, diretor da Soil Association, diz que a sua proposta de uma zona de 6 milhas deveria ser aceita imediatamente como condição prévia para o licenciamento de todos os futuros experimentos.
Amanda Brown,PA News

5.Caindo na real: produtores americanos começam a encarar os riscos dos transgênicos
Fazendeiros americanos planejam cortar drasticamente suas plantações de soja, milho e algodão geneticamente modificados, como resposta à recusa da Europa em aceitar este tipo de alimentos de acordo com pesquisa feita pela Reuters. Foram entrevistados 400 fazendeiros e as resposta obtidas mostram que os fazendeiros estão preocupados com a resistência da União Européia aos organismos geneticamente modificados que pode resultar num decréscimo no preço e na demanda por suas colheitas. Eles estão preocupados também com a exigência de ambientalistas e associações de consumidores sobre a rotulagem destes produtos.
Os fazendeiros entrevistados disseram que planejam uma redução de 15% no plantio da soja RoundUp Ready, 22% no de milho RoundUp Ready, 24% para o milho Bt e 26% para o algodão Bt.
Charles Sloan, produtor de soja de Oklahoma, disse que &ldquo;este ano será o mais crítico para a agricultura biotecnológica. Infelizmente, os fazendeiros estão entre o mar e a rocha na medida em que o mercado torna-se mais arriscado&rdquo;.
Os fazendeiros entrevistados citaram vários fatores que os fazem reconsiderar suas intenções de plantar OGMs:
-       Consumidores preocupados com a saúde
-       Compradores europeus e asiáticos oferecendo prêmios maiores para produtos não modificados
geneticamente
-       Compradores internacionais exigindo a custosa e exigente, em disponibilidade de tempo, segregação
entre produtos geneticamente modificados e não geneticamente modificados
-       Sementes GM a preços demasiadamente altos para um mercado cada vez mais volátil
-       Danos aos insetos nos campos americanos, ano passado.
Reuters

6. Estudo canadense questiona a teoria de alta produtividade da canola modificada
O estudo coordenado pelo especialista Bob Blackshaw da Agriculture Canada diz que fazendeiros não terão necessariamente aumentos de produtividade cultivando canola geneticamente modificada. O estudo realizado durante dois anos indicam que a canola resistente a herbicidas trouxe maiores rendimentos do que o método tradicional somente em 60% dos testes de campo. Segundo o coordenador da pesquisa, estes resultados deveriam levar os produtores de &ldquo;Prairie canola&rdquo; a serem mais prudentes na decisão sobre qual método usar.
The Montreal Gazette,14/01/99   http://www.montrealgazette.com

7. Restrições ao plantio de milho transgênico nos EUA
A Environment Protection Agency (EPA) dos EUA impôs novas restrições ao cultivo de milho geneticamente modificado, respondendo às preocupações quanto à possibilidade de os OGMs causarem danos ecológicos.
Entre as novas restrições, há uma exigência de que fazendeiros plantem de 20% a 50% de sua área com milho convencional, o que levou fazendeiros a afirmarem que seria trabalhoso demais e alguns especialistas crêem que isto poderia levar a uma diminuição das plantações utilizando sementes modificadas.
No verão passado, cientistas da Cornell University apresentaram evidências preliminares de estudos em laboratórios indicando que o pólen migra para outras plantas e matam as borboletas monarca. A EPA sugere que os fazendeiros plantem seus campos convencionais em refúgios que impeçam a migração do pólen.
De acordo com Rebecca Goldburg, cientista do Environment Defense Fund em declaração sobre as novas posturas disse: &ldquo;Muitas das companhias e empresas demonstraram pouco interesse sobre os efeitos do pólen tóxico sobre as borboletas e o desenvolvimento de insetos resistentes. Em conseqüência, diversas variedades de milho modificado foram rejeitadas pelos consumidores europeus e outros devido às preocupações relativas ao meio ambiente e à saúde, resultando numa perda de mais de US$ 200 milhões em exportações no ano passado.
Washington Post, 16/01/00

8. Alternativa aos OGMs em ascensão: orgânicos já movimentam US$ 20 bilhões/ano
Os alimentos e bebidas orgânicos deverão movimentar este ano pelo menos US$ 20 bilhões na Europa Ocidental, Estados Unidos e Japão. Sua parte no total de vendas de alimentos poderá passar de 1% a 10% até 2005, refletindo a crescente sensibilidade de consumidores com questões de saúde e meio ambiente
Gazeta Mercantil,18/01/00

9. Olvebra na contra corrente
A Olvebra Industrial S/A vai desenvolver este ano o projeto Soja Orgânica  isenta de resíduos de agrotóxicos ou insumos químicos - com o objetivo de melhorar a qualidade dos produtos e proporcionar benefícios aos consumidores. O projeto pioneiro terá a parceria da cooperativa Cotrimaio, de Três de Maio.
Segundo o gerente Marcelo Schaid, &ldquo;a intenção da Olvebra é tornar-se a primeira empresa no Brasil a industrializar a soja orgânica. No exterior, o consumo dos produtos orgânicos, livres de insumos químicos, cresce de 20% ao ano&rdquo;.
Correio do Povo, 21/01/00

10. Rotulagem  São Paulo sai na frente
O governo de São Paulo sancionou, no final do ano passado, uma lei que obriga a rotulagem de produtos transgênicos vendidos no estado, antes mesmo de o Governo Federal aprovar a comercialização desse tipo de produto no país.
A lei paulista determina que os produtos transgênicos tenham a inscrição &ldquo;alimento geneticamente modificado&rdquo; na embalagem. Para alimentos vendidos a granel, o local em que estiverem expostos terá que ter a mesma inscrição. Já os produtos que contém qualquer item derivado de organismo transgênico devem ter a advertência &ldquo; contém, na composição, alimento geneticamente modificado&rdquo;.
Atenção: ainda está correndo o prazo para enviar sugestões e críticas sobre o projeto de rotulagem no país. Participe! O documento para a consulta pública está na página do Ministério da Justiça http://www.mj.gov.br
Gazeta Mercantil, 18/01/00

11. Eventos
Será realizado na semana de 15 de março, Dia Internacional do Consumidor uma série de eventos. Além das entidades que participam da campanha Por um Brasil livre de transgênicos participarão também o Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor e da Consumers International. Mais informações sobre as atividades previstas para este dia podem ser obtidas junto ao IDEC: idec@...

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#145 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 11 de Fev de 2000 8:22 pm
Assunto: importação de milho e soja transgênicos
luizmeira@...
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Caros amigos,
Aqui vai mais uma vitória contra os transgênicos!
Um abraço,
Mariana

Greenpeace denuncia chegada ao Brasil

de navio com milho suspeito de ser transgênico


Produto destina-se à Perdigão que já se comprometeu a reexportá-lo

(SP, 10/02/2000) - O Greenpeace detectou a chegada de um navio procedente dos Estados Unidos trazendo 30 mil toneladas de milho suspeito de ser transgênico. O navio, chamado Bulk Star, deve chegar até amanhã no Porto de São Francisco, em Santa Catarina, e sua carga destina-se à Perdigão Agroindústria. A empresa foi alertada pela entidade ambientalista sobre a ilegalidade da importação, uma vez que não foi concedido nenhum tipo de autorização dos órgãos competentes para a compra e comercialização, no Brasil, de organismos geneticamente modificados. (1)

A Perdigão confirmou hoje pela manhã junto aos seus fornecedores que o milho importado dos Estados Unidos não é certificado e que pode conter sementes transgênicas. A empresa comprometeu-se com o Greenpeace a reexportar todo o carregamento.

“A importação deste milho é extremamente preocupante porque um terço da produção de milho norte americana já é geneticamente modificada”, diz Mariana Paoli, da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace. “Naquele país não há normas de segregação e rotulagem que permitam diferenciar as sementes transgênicas das convencionais.”

O Greenpeace acredita que este navio não será o único. Como houve uma quebra na safra de milho brasileiro, a previsão é de que cerca de 1,5 milhão de toneladas do produto precisem ser importadas este ano. “O problema é que os principais exportadores mundiais de milho são Estados Unidos e Argentina, países que plantam largamente sementes transgênicas”, diz Mariana Paoli. “As autoridades brasileiras necessitam urgentemente tomar as medidas cabíveis para alertar os importadores brasileiros sobre a legislação brasileira, comprando apenas grãos não transgênicos.” O Greenpeace já enviou ao Ministro Pratini de Moraes duas comunicações, mas até agora se ignora se as providenciais já foram tomadas.

O Greenpeace encaminhou ao Ministério Público de Santa Catarina uma representação pedindo que o governo inspecione e fiscalize a chegada do navio Bulk Star. As autoridades portuárias e o Ministério da Agricultura já foram igualmente notificados. (2) Em 1997, o Greenpeace já havia tentado impedir o atracamento no mesmo porto do navio Sanko Robust, carregado com soja transgênica comprada pelo Associação Brasileiro de Óleos Vegetais (Abiove). A Associação disse que havia comprado a soja para reexportação. Em seguida, entidade ambientalista obteve liminar na justiça impedindo a entrada de transgênicos no país sem a devida rotulagem. (3)

“Os consumidores devem ter a informação sobre o que estão consumindo”, diz Mariana Paoli. “Importar qualquer tipo de produto transgênico sem a devida certificação representa um grande risco, uma vez que ainda não há estudos suficientes que comprovem a segurança alimentar e ambiental dos organismos geneticamente modificados.”

A ambientalista lembra que o Protocolo de Biossegurança, recém aprovado no Canadá, permite que um país não aceite a importação de transgênicos baseado no princípio da precaução, em razão dos ricos que podem representar para o meio ambiente e a saúde humana. O documento aprovado por 180 países também instituiu a rotulagem obrigatória para qualquer alimento transgênico. No Brasil, as normas sobre rotulagem de transgênicos estarão sob apreciação pública até o fim deste mês.

Mais Informações:

Mariana Paoli, da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, (11) 3066-1184
Roberto Kishinami, Diretor Executivo do Greenpeace Brasil, (11) 3066-1167 ou 9169-7955
Renato Guimarães, Gerente de Comunicação do Greenpeace Brasil, (11) 3066-1178 ou 9900-7796
Internet: www.greenpeace.org.br

Notas ao Editor

(1) Segundo a Legislação Brasileira, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTN-Bio) deve avaliar todo pedido de importação de organismos transgênicos para o país. Os Ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Saúde, por sua vez, são responsáveis por conceder a autorização. Procurada pelo Greenpeace, a CTN-Bio disse que o pedido parta importação de milho transgênico sequer foi apresentado.

(2) O Greenpeace apresentou a representação à Procuradora da República de Santa Catarina, Dr. Ana Lúcia Hartman. Um comunicado também foi apresentado à Capitania dos Portos de São Francisco do Sul, Delegacia Federal de Agricultura e para o Ministro da Agricultura, Sr. Marcos Vinícius Pratini de Moraes.

(3) Em setembro de 1997, a CTN-Bio autorizou a Associação Brasileira de Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) a importar soja dos EUA, mesmo considerando que parte dessa soja pudesse ser transgênica. Numa ação de surpresa, o Greenpeace interrompeu a atracagem do navio Sanko Robustus, no porto de São Francisco, em Santa Catarina, para denunciar ao público a entrada de transgênicos no país. Naquela mesma ocasião, a entidade ambientalista entrou com uma ação civil na Justiça Federal pedindo a suspensão da autorização e a segregação e rotulagem dos alimentos eventualmente introduzidos no mercado brasileiro. O juiz Antônio Oswaldo Scarpa, da 6a. Vara do Distrito Federal, concedeu a liminar contra a CTN-Bio, por ter autorizado a importação de soja transgênica norte-americana. O juiz ordenou à CTN-Bio que instrua os fabricantes de alimentos que tiverem utilizado a soja importada a rotulá-los, de modo a garantir o direito de escolha do consumidor.




#146 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 22 de Fev de 2000 3:01 am
Assunto: Milho
luizmeira@...
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>
> 2. Milho suspeito devolvido - II
> Greenpeace denuncia que carga de milho pode ser transgênico
> O Greenpeace detectou a chegada do navio procedente dos Estados Unidos
trazendo as 27,5 mil toneladas de milho suspeito de ser transgênico. O navio,
chamado Bulk Star, deveria chegar até o dia 11/02 no Porto de São Francisco, em
Santa Catarina. Sua carga destinava-se à Perdigão Agroindustrial. A empresa foi
alertada pela entidade ambientalista sobre a ilegalidade da importação, uma vez
que não foi concedido nenhum tipo de autorização dos órgãos competentes para a
compra e comercialização, no Brasil, de organismos geneticamente modificados.
> A Perdigão confirmou junto aos seus fornecedores que o milho importado dos
Estados Unidos não é certificado e que pode conter sementes transgênicas. A
empresa comprometeu-se com o Greenpeace a reexportar todo o carregamento.
> “A importação deste milho é extremamente preocupante porque um terço da
produção de milho norte americana já é geneticamente modificada”, diz Mariana
Paoli, da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace. “Naquele país não há
normas de segregação e rotulagem que permitam diferenciar as sementes
transgênicas das convencionais”.
> O Greenpeace acredita que este navio não será o único. Como houve uma quebra
na safra de milho brasileiro, a previsão é de que cerca de1,5 milhão de
toneladas do produto precisem ser importadas este ano. “O problema é que os
principais exportadores mundiais de milho são os EUA e a Argentina, países que
plantam largamente sementes transgênicas”, diz Mariana Paoli. “As autoridades
brasileiras necessitam urgentemente tomar as medidas cabíveis para alertar os
importadores brasileiros sobre a legislação, comprando apenas grãos não
transgênicos”.
> O Greenpeace já enviou ao Ministro Pratini de Morais duas comunicações, mas
até agora ignora se as providências já foram tomadas.
> A ambientalista lembra que o Protocolo de Biossegurança, recém aprovado no
Canadá, permite que um país não aceite a importação de transgênicos baseado no
princípio da precaução, em razão dos riscos que podem representar para o meio
ambiente e a saúde humana. O documento aprovado por 180 países também instituiu
a rotulagem para qualquer alimento transgênico. No Brasil, as normas sobre
rotulagem de transgênicos estarão sob apreciação pública até o fim deste mês.
> http://www.greenpeace.org.br
>
> 3. Milho suspeito - III
> Em Guaiaquil, a Ação Ecologista e a Coordenação Nacional de Camponeses,
informados através de uma ONG americana, bloquearam um navio americano contendo
30 mil toneladas de soja transgênica. Os militantes exigiram, e tiveram sucesso,
que as autoridades portuárias se recusassem a dar autorização para que o navio
atracasse, pois as importações de OGMs é proibida no Equador.
> InterPress Third World News Agency, 12/01/00
> O texto completo do artigo é encontrado no seguinte endereço:
> http://www.infogm/bull5/equateur.htm
>
> 4. Boas notícias de Portugal
> Em 27 de dezembro de 1999 o Ministro da Agricultura de Portugal assinou uma
lei que definitivamente proíbe o cultivo do milho geneticamente modificado no
país no próximo plantio. Já havia duas aprovações (Novartis e Monsanto) e mais
15 eram esperadas. Houve somente um único ano (1999) onde foi produzido milho
geneticamente  modificado, numa  área total de cerca de 1.300 hectares
(aproximadamente 5% de todo milho cultivado). Esta mudança resulta da forte
pressão exercida pelas ONGs e da crescente conscientização dos consumidores nas
últimas semanas. As razões desta decisão  incluem o princípio da precaução e da
incapacidade de monitorar adequada e independentemente os impactos. Produtores
de milho já haviam externado preocupações com o decréscimo do valor do produto
geneticamente modificado ou mesmo da produção  mesclada.
> Margarida Silva, Portugal
>
> 5. O Bt, a biopirataria e a ameaça aos cultivos orgânicos
> O gene Bt é um bom exemplo de biopirataria. O gene foi isolado de uma
bactéria, a Bacillus Thuringiensis que ocorre naturalmente no solo e que produz
uma proteína que destrói os intestinos de vários insetos. Por causa dessas
propriedades, o Bt tem sido usado como pesticida biológico por produtores
orgânicos desde os anos 60.
> Em virtude de restrições legais e da oposição dos consumidores aos pesticidas
convencionais, a não-agressividade ao meio ambiente tem chamado a atenção e os
investimentos de grandes companhias agroquímicas de biotecnologia, que isolaram
o gene do Bt e o inseriram em várias culturas, incluindo o milho, a soja, o
algodão, canola, a batata, o tabaco, o arroz e o tomate.
> Seedling, março 1997
>
> 6. Idec testa alimentos em busca de ingredientes transgênicos
> A organização não-governamental Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor-Idec, que questiona na justiça a liberação de alimentos transgênicos,
pretende provar que eles já são consumidos por brasileiros. Para tanto, anuncia
hoje (15/02) o teste de cerca de 30 produtos  cujos resultados dverão sair
dentro de 3 meses.
> Alimentos produzidos no país podem conter soja geneticamente modificada,
cultivada de modo ilegal  por exemplo no Rio Grande do Sul  com sementes
contrabandeadas da Argentina.
> Produtos importados dos EUA que tenham como ingredientes milho, soja ou batata
quase certamente contêm transgênicos, uma vez que não há lá segregação desses
produtos.
> O Idec fez o anúncio durante o debate “Alimentos transgênicos: o Consumidor
Europeu e a Realidade Brasileira” realizado em São Paulo nesta quarta-feira. A
principal convidada foi Sheila McKechnie, da Consumers Association (Reino
Unido). A ONG não dá detalhes sobre os testes. Não se trata de procedimento
trivial, pois implica detectar trechos específicos de DNA (genes)
artificialmente transferidos para as plantas. Para tanto, o Idec estabelecerá
parcerias no exterior.
> Marilena Lazzarini, coordenadora-executiva do Idec, justifica a medida com “a
demora do governo brasileiro em instituir um regulamento de rotulagem
obrigatória para os produtos transgênicos e a notória falta de interesse em
fiscalizar estes alimentos”.
> A escolha de uma convidada do Reino Unido é sintomática, pois ali se originou
a oposição mais forte aos transgênicos. Entidades de consumidores
norte-americanos também reagem, mas com muito menos repercussão. Uma das razões
para a apatia do público dos EUA é a defesa da biotecnologia feita pelas
próprias autoridades encarregadas de regulá-la, como a agência de remédios e
alimentos (FDA). Esse ponto de vista pode ser verificado numa entrevista da
comissária da FDA, Jane Henney, à revista da agência
http://www.fda.gov/fdac/features/2000/100-bio.html
> Folha de São Paulo,15/02/00
>
> 7. Opinião
> No seminário organizado pelo Idec, Sheila McKechnie, coordenadora da
Associação de Consumidores da Inglaterra  maior organização de consumidores da
Europa com 700 mil associados  disse que cresce a rejeição aos trangênicos. Ela
considera o mercado da soja transgênica “morto” na Europa.
> O Governo brasileiro seria imprudente se embarcasse soja transgênica para a
Europa. A carga seria testada e não seria paga. Os consumidores europeus não
querem comer carne bovina, suína ou de galinha contaminada com milho ou soja
transgênicos, disse McKechnie.
> Ela criticou a FDA, órgão do governo americano, pela rapidez em liberar os
transgênicos. Segundo ela, a credibilidade da FDA será prejudicada quando se
tornar público que foram burlados os procedimentos técnicos e científicos
necessários à liberação.
> O Globo,16/02/00
>
> 8. Soja apreendida no RS será testada em Brasília
> As 271 amostras de soja supostamente transgênicas deixarão as câmaras frias da
Embrapa de Passo Fundo e serão transportadas para o Centro de Recursos
Genéticos, na sede em Brasília. O material apreendido no Estado pela Secretaria
e pelo Ministério da Agricultura, ainda em1999, passará por testes de DNA. Os
resultados serão divulgados no próximo dia 25.
> Se os testes confirmarem a alteração genética, os proprietários das sementes
serão ouvidos pela Polícia Federal e poderão ser indiciados com base na Lei
Federal 8.974. Conforme o inciso 5º do artigo 13, é crime a liberação ou o
descarte no ambiente de organismos geneticamente modificados.
> Zero Hora, 12/02/00
>
> 9. AstraZeneca abandona o tomate transgênico
> A AstraZeneca Plc, fabricante de medicamentos e companhia de biotecnologia do
Reino Unido, vai cancelar a produção de tomates transgênicos, segundo informou o
boletim do setor alimentício holandês Distrifood, sem citar fontes.
> A aversão cada vez mais crescente da população em relação aos transgênicos
teria sido o principal motivo da medida. Segundo o boletim, a AstraZeneca vai
parar de vender tomates geneticamente modificados, introduzidos como “produto
promissor” com longo prazo de validade, devido à “repulsa dos consumidores e
supermercados”.
> Os tomates da companhia britânica eram principalmente empregados na preparação
de ketchup e purê, segundo o Distrifood. A Novartis AG e a AstraZeneca
anunciaram em dezembro a fusão de suas divisões de produtos agrícolas em uma
nova companhia a ser denominada Syngenta, permitindo se concentrarem em produtos
farmacêuticos.
> Gazeta Mercantil,14/02/00
>
> 10. Francês recusa OGMs
> A Cooperativa Agrícola de Cereais impõe a rastreabilidade dos cereais desde o
campo até o consumidor. “O tempo gasto com o caso dos OGMs representa um custo
extra de cerca de 1 milhão de francos” afirmou o diretor geral, Bernard Stenuit.
A cooperativa assumiu o compromisso de anotar a origem da semente, o número de
sua parcela, etc., e efetuará controles sobre as entregas. A Cooperativa do Haut
Rhin “continuará a se recusar a produzir variedades OGM e tomará todos os
cuidados para permitir aos seus sócios dispor de sementes isentas de OGM”, disse
Eugène Lammert, seu presidente.
> L’Alsace, 18/12/99
>
> A empresa Weetabix Ltda decidiu eliminar totalmente os ingredientes, derivados
e enzimas geneticamente modificados dos seus cereais e explica como realizou
esta mudança num texto que pode ser encontrado no seguinte endereço:
> http://www.altern.org/infogm/bull5/weetabix.htm
>
> O Parlamento Europeu decidiu banir os OGMs de seus próprios restaurantes e
lanchonetes. Esta decisão deve se concretizar através de um acordo informal com
as empresas do ramo que o abastecem, a ser incluída no próximo contrato.
> Actualité Nature,17a21/12/99
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#147 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Ter, 29 de Fev de 2000 12:30 am
Assunto: diversos
luizmeira@...
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>
> Está ficando cada vez mais evidente que a rejeição dos europeus aos produtos
transgênicos tem forçado uma redefinição nas estratégias de mercado. O
reconhecimento desta tendência já se nota em vário países como Argentina, Japão
e até no Brasil. A vigilância da sociedade civil sobre as decisões tomadas pelos
organismos públicos em relação aos transgênicos vem aumentando e, até a
Environmental Protection Agency e a Food and Drugs Administration dos EUAs têm
sido questionados.
> Empresas como a Sun Vally e a Tesco, do Reino Unido, e a Frito Lay, filial da
Pepsi, estão revendo suas estratégias e dizendo não aos transgênicos.
>
>
> ***********************************************************
> 1. Argentina enfrenta dificuldades para exportar soja transgênica

> Os agricultores argentinos foram rápidos em aderir à soja geneticamente
modificada, mas agora as exportações do país podem ser comprometidas devido à
crescente rejeição aos produtos transgênicos.
> A área cultivada com soja transgênica no país é estimada entre 70% e 90%.
Emiliano Ezcura, coordenador da campanha do Greenpeace contra os transgênicos na
Argentina, diz que não existe separação entre as lavouras convencionais e as
geneticamente modificadas. Os críticos dizem que a atual política de aumento do
plantio da soja transgênica denota pouca visão e é potencialmente desastrosa
para o setor.
> Algumas indústrias alimentícias européias e norte-americanas, sentindo a
mudança no mercado, começaram a exigir de seus fornecedores grãos convencionais,
oferecendo preços mais altos por este tipo de produto. Mesmo os maiores
defensores dos transgênicos reconhecem que, embora a ciência esteja ao seu lado,
foram derrotados pela opinião pública.
> Alberto Rodríguez, diretor da Câmara Argentina dos Produtores de Óleo, diz que
os principais mercados da soja são Índia, China e América Latina, onde há pouca
preocupação sobre os transgênicos. No entanto, em 1999 cerca de 40% da soja e
mais de 60% dos “pellets” argentinos foram para a Europa. Se o país perder os
mercados europeus, os “agricultores argentinos se verão às voltas com um
excedente que não poderá ser vendido no mercado mundial”, diz um corretor.
> A tendência na Europa, e cada vez mais no Japão, é de que os produtos sejam
rotulados, permitindo ao consumidor decidir se quer ou não alimentos fabricados
com produtos transgênicos.
> Associated Press/Dow Jones  Gazeta Mercantil, 21/02/00
>
> 2. Alemanha proíbe milho transgênico
> O governo alemão não permitirá mais o plantio e a venda do milho geneticamente
modificado da Novartis AG, segundo o jornal suíço “Tages-Anzeiger”, citando o
ministro da Saúde alemão, Andrea Fischer. Baseado em estudos, Fischer disse que
o milho Bt prejudica moscas e borboletas e reduz a eficácia de antibióticos no
ser humano.
> A suíça Novartis, terceira maior indústria farmacêutica do mundo, cultiva o
milho Bt na Alemanha há três anos e lamentou a decisão, considerando-a um
“grande retrocesso” nas pesquisas com o milho Bt.
> Em janeiro, o governo suíço anunciou que conduzirá pesquisas próprias de
produtos geneticamente modificados e pretende responsabilizar as empresas que os
fabricam por qualquer dano causado.
> Bloomberg News  Gazeta Mercantil, 18/02/00
>
> 3. Opinião: Clovis Terra Wetzel  Engenheiro agrônomo, PhD. em tecnologia de
sementes  “A conversa fiada sobre os transgênicos”
> Basta ver o que a mídia veiculou no ano passado e neste início de ano para
verificar que o assunto biotecnologia na agricultura está esgotado. Não há nada
de novo: dados e informações as mais diversas continuam a ser apresentados de
diferentes maneiras, mas os números diferem com freqüência. Questões como
efeitos dos alimentos trangênicos na saúde das pessoas e males sobre o meio
ambiente provocados por plantas geneticamente modificadas não aparecem de forma
conclusiva. Nem em países onde estão sendo plantadas grandes áreas com sementes
transgênicas  Estados Unidos, Canadá, China, Argentina  há consenso sobre essas
questões.
> Não são divulgados aumentos que estejam consagrados de rendimento por unidade
de área plantada com as transgênicas. Resta saber qual é, de fato, a redução do
custo da produção agrícola com o uso de sementes transgênicas, ainda que os
agricultores estejam pagando até 5,4 vezes mais do que pelas sementes normais,
na China, para o caso de algodão.
> Os números sobre redução do custo agrícola divulgados pelas imprensas
norte-americana e brasileira são quase sempre reproduções de pessoas dos mais
variados setores que não revelam como chegaram aos dados. A base de cálculo
dessas informações é ignorada.
> Persiste a polêmica a respeito dos alimentos transgênicos e geneticamente
modificados  as duas faces da mesma moeda  por falta de números e informações
que não deixem dúvidas.
> No Brasil, as sementes transgênicas de soja continuam proibidas, mas nem por
isso a produtividade das lavouras deixa de crescer, graças, até agora, às
cultivares não-transgênicas, desenvolvidas pela pesquisa pública.
> Gazeta Mercantil, 21/02/00
>
> Nota da Redação: Esta seção “Opiniões” tem sido publicada visando abrir o
leque das discussões em curso. Ressaltamos que as opiniões aqui publicadas não
refletem necessariamente a posição do boletim.
>
> 4. Rio Grande do Sul vai recorrer contra a liberação de testes
> O governo gaúcho anunciou ontem que vai recorrer contra a permissão de
continuidade do experimento de milho transgênico, desenvolvido no município de
Coxilha no início de 1999.
> Na liberação  definida na última quarta-feira pela 4ª Câmara Cível do Tribunal
de Justiça  prevaleceu a tese de que o Estado não tem competência de legislar
sobre a matéria.
> O secretário da Agricultura, José Hermeto Hoffmann, se mostrou irredutível:
“Como o plantio só deve ser iniciado na primavera, temos tempo para derrubar
esta decisão”.
> Zero Hora, 19/02/00
>
> 5. Repercussão do acordo de Montreal
> A Comissão Européia manifestou sua satisfação com o acordo sobre o Protocolo
da Biossegurança, alcançado em Montreal, lembrando que o “princípio da precaução
está fortemente ancorado no texto”.
> “É a primeira vez que se chega a um acordo sobre organismos geneticamente
modificados (OGMs)”, diz um comunicado da comissária para o Meio Ambiente,
Margot Wallstrom. “O acordo de Montreal foi um resultado muito bom”. Wallstrom
diz que a delegação européia gostaria de um texto mais ambicioso, mas deixa
claro que o acordo final “reflete as preocupações da União Européia”.
> Segundo a comissária, as negociações se concentraram na compatibilização do
texto com as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC) e, em particular,
que as reservas baseadas em critérios de segurança biológica não representam
obstáculos ao livre comércio. O Protocolo de Montreal vai disciplinar o comércio
internacional de produtos transgênicos, submetendo-o às reservas de alguns
países que alegarem falta de provas suficientes sobre segurança para o meio
ambiente e a saúde
> Jornal do Brasil, 01/02/00
>
> 6.Denúncia: Ovelhas geneticamente modificadas na Nova Zelândia
> A deputada Sue Kedgley, do Partido Verde da Nova Zelândia, denunciou que
10.000 ovelhas geneticamente modificadas para produzir leite com proteínas,
vivem em uma fazenda em Waikato. As ovelhas fazem parte de um teste da empresa
PPL Therapeutics, visando a utilização do leite com fins farmacêuticos. A
deputada disse que se a Nova Zelândia quer ser coerente com o acordo firmado em
Montreal não deve permitir que multinacionais usem o país como laboratório para
a engenharia genética comercial.
> Jornal do Brasil, 01/02/00
>
> 7. Balanço sobre a atuação das multis da biotecnologia
> O Wall Street Journal de 21/12/99 publicou coletânea de matérias sobre os
problemas que as multinacionais passaram a enfrentar em 1999. Após fazer um
histórico da evolução das multis, concluiu:
> Com a controvérsia sobre os OGMs se espalhando pelo mundo e prejudicando as
ações destas nas bolsas, é difícil ver-se estas companhias como uma bom negócio,
apresentando uma pequena lista de razões que explicam o porque estas empresas se
encontram diante de sérios problemas, a saber:
> - Uma ação legal contra o U.S. Food and Drugs Administration (FDA) obrigou a
liberação de documentos do governo que mostram que os cientistas da própria FDA
já haviam expressado sérias dúvidas sobre a segurança dos alimentos
geneticamente modificados mesmo quando a agência norte-americana declarava
publicamente que tais alimentos eram “substancialmente equivalentes” aos
produzidos tradicionalmente. A partir destes documentos, fica claro que a
integridade científica do órgão regulador americano acabou por se comprometer
com intenções políticas a fim de providenciar um “fast track” para a rápida
disseminação em larga escala dos alimentos geneticamente modificados.
> New York Times,01/12/99
> - As companhias de seguro têm-se, sistematicamente, recusado a fazer apólices
cobrindo a responsabilidade de danos causados por OGMs. Steven Suppan, diretor
de pesquisa do Institute for Agriculture and Trade Policy (IATP) em Minneapolis,
afirmou: “Vale a pena perguntar-se sobre que tipo de sistema regulatório aprova
para comercialização uma tecnologia cujos riscos são ainda desconhecidos e que
os produtos desta mesma tecnologia não foram objeto de seguros? Uma resposta
intuitiva é que a rejeição sugere que o “agrobusiness” dos EUA e o governo do
país têm menos confiança do que é proclamado publicamente sobre a segurança dos
produtos.
> Documento não publicado do “National Summit on the Hazard of Genetically
Engineered Foods” em 17/06/99
> - Um crescente volume de publicações começou a mostrar que OGMs estão criando
novos problemas ambientais para os produtores agrícolas, e que as safras de OGMs
estão exacerbando os já sérios problemas dos produtores.
> Esta literatura sumarizada por Charles M. Benbrock pode ser encontrada no
seguinte
> Endereço: http://www.pmac.net
>
> 8. Mais rejeição aos OGMs na Grã Bretanha, mais oportunidade de comércio para
o Brasil
> O mais importante criador de frangos britânico, Sun Valley, filial da Cargill,
afirmou que não utilizará mais a soja OGM para a alimentação de suas aves. Esta
firma, que era o maior mercado para a soja da Monsanto na Europa, tinha como
principais clientes Mc Donalds, Marks & Spencers, Sainburys & Iceland. Segundo o
Greenpeace, a decisão da Sun Valley terá, necessariamente conseqüências para as
fontes de abastecimento da Cargill que poderá ser obrigada a efetuar suas
compras de soja no Brasil, pois somente uma pequena parte da soja cultivada nos
EUA não são geneticamente modificada.
> AgriOnline,02/02/00
>
> 9. Rejeição II
> A Tesco, um dos mais importantes varejistas do Reino Unido, enviou mensagem
aos seus principais fornecedores, Cargill e ADM, para informar-lhes de sua
intenção de obter “uma eliminação completa dos ingredientes geneticamente
modificados da ração animal”. A Tesco enviou delegações ao Brasil e à América do
Norte para planejar seu abastecimento a partir de alimentos não transgênicos.
> The Toronto Star, 24/12/99
>
> 10. Rejeição III
> A número 1 dos biscoitos aperitivos (salgadinhos), Frito Lay, filial da Pepsi,
pediu a seus fornecedores para não mais cultivarem milho transgênico.
> Associated Press, 02/02/00
>
> 12. Agência de Proteção Ambiental (EPA) /EUA sob suspeita
> Em fevereiro de 1999, o Greenpeace e uma coligação de mais 70 outros
reclamantes, inclusive o Center for Food Safety e a Federation Internationale de
l’Agriculture Biologique entraram na justiça contra a Environmental Protection
Agency (EPA) acusando-a de ser responsável pela destruição do mais importante
biopesticida natural, o Bt. Alguns cientistas haviam estimado que era possível
que uma tolerância se produzisse dentro de 3 a 4 anos. O milho Bt, transgênico,
seria também responsável pela morte de larvas da borboleta monarca. A Corte
acaba de considerar a EPA como responsável pela decisão de legalizar as
plantações de OGMs. O Juiz Louis F. Oberdorfer da Corte do Distrito Federal de
Washington ordenou a Agência a responder às acusações dentro de 2 meses. Além
disso, a rejeição ao milho transgênico Bt pelos consumidores teria causado aos
agricultores americanos uma perda de mais de 200 milhões de dólares em
exportações.
> Comunicado de Imprensa do Greenpeace,19/01/00
>
> 13. Mais acusações contra a EPA
> O Greenpeace acusa a EPA de ameaçar a saúde pública dando sua aprovação para a
disseminação da bactéria transgênica Rhizobium meliloti. Em 1997, a EPA aprovou
uma cepa geneticamente modificada da bactéria Rhizobium meliloti, RMBPC-2 contra
a opinião de 5 dos 6 cientistas do conselho científico sobre biotecnologia da
EPA (Biotechnology Scientific advesory Committee  BSAC).
> Um dos membros, o Dr. Conrad Istock pediu demissão para protestar contra a
decisão. Pouco depois dessa demissão, foram os cientistas da EPA que publicaram
um relatório criticando esta autorização.
> Inf’OGM nº 5
>
> 14. Lançamento de livro sobre transgênicos
> As bancadas do PT na Câmara e no Senado vão lançar um livro que traz os
debates realizados no Seminário Internacional sobre Biodiversidade e
Transgênicos. O lançamento do livro está previsto para depois do carnaval.
>
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> => Acesse a Cartilha "POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS" via Internet
>
>
http://www.syntonia.com/textos/textosnatural/textosagricultura/apostilatransgeni\
cos
>
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>
> http://www.dataterra.org.br/Boletins/boletim_aspta.htm
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#148 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 3 de Mar de 2000 11:41 am
Assunto: Re: Vacinas
luizmeira@...
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Cristina,

	 Ressoo sua perspectiva, tenho alguns links indicados sobre o assunto
em meus favoritos :)
http://www.geocities.com/luizmeira/bookmark.htm

	 Gostaria muito de contar com uma referência em lígua portuguesa bem
estruturada


> ...nao vi as vacinas citadas em seu artigo. Por que?

	 Porque quando escrevi sobre o asunto (=~1995) era um tema não usual,
ignorado, e com poucas referências. Na época considerei vacinas como
um ruído desde a perspectiva didática. Sem dúvida, agora, nessecitamos
de material que analise com detalhes os aspectos imunológicos e em
particular vacinas.

	 No momento considero mais importante chamar a atenção para enzimas
industriais, pois são usadas de forma tão ampla e irrestrita na mesma
proporção que o desconhecimento popular sobre o assunto.
http://www.geocities.com/luizmeira/enzimas.htm

>
> Paz e Luz,
>


><>       Luiz Roberto Salvatori Meira
<><         http://luizmeira.cjb.net
><>       equilíbrio alimentar


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#149 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sáb, 4 de Mar de 2000 10:07 pm
Assunto: BOLETIM 11
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

###########################
POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
###########################

Car@s Amig@s.

No dia 15 de março será comemorado o Dia Internacional do Consumidor e o tema dos transgênicos  foi o escolhido para as comemorações deste ano. Em todo Brasil estarão ocorrendo manifestações organizadas pelo IDEC-Instituto de Defesa do Consumidor e as demais entidades da campanha "Por um Brasil Livre de Transgênicos".

No Rio de Janeiro, está sendo organizado pela Comissão de Meio Ambiente da ALERJ, a ONG Defensores da Terra, a AS-PTA, entre outras instituições, uma manifestação contra os transgênicos, às 9:30 na Cobal do Leblon.

Lembramos que o prazo para a coleta de assinaturas a "Carta Aberta ao Congresso Nacional e ao Governo Federal" pedindo a moratória para o plantio comercial de produtos transgênicos foi adiado também para 15 de março. A carta aberta foi divulgada na íntegra no boletim número 02.

Quanto ao prazo para o envio de sugestões para a Consulta Pública sobre Rotulagem a data limite foi adiada para o dia 10 de março. Uma carta padrão com sugestões ao governo pode ser encontrada no site do IDEC http://www.idec.org.br. Quem desejar consultar o documento da Consulta Pública e contribuir com suas próprias sugestões é só acessar a página do Ministério da Justiça http://www.mj.gov.br


* * * * * * * * * * *
Nesta edição:

1. Aumenta a resistência aos OGMs do setor avícola
2. Mais protestos contra o uso de transgênicos na produção de avícola
3. A União Européia e o Princípio da Precaução
 
4. " Os falsos alimentos da sociedade de consumo: seus efeitos na saúde"
5. Carrefour compra soja convencional do Brasil

6. Embrapa faz testes no Rio Grande do Sul
7. Suiça ainda em cima do muro
8. Militantes impedem desembarque
9. Primeiro-Ministro da Inglaterra admite perigo dos transgênicos
10. Encontro discute transgênicos

11. Testes rápidos e baratos identificam OGMs  Grita das multis
12. EUA devem plantar menos transgênicos
***********************************************************
1. Aumenta a resistência aos OGMs do setor avícola
No oeste da França, o número de industriais que demanda produtos sem OGMs não para de crescer. O grupo Doux, instalado no Brasil, recebeu 20.000 toneladas de soja não transgênica. Destas, 500 toneladas alimentaram as aves de marca de Jazé e o resto será distribuído a outras da região.
O “Groupe Glon Sanders” anunciou que seus primeiros ovos de aves criadas somente com a “soja de Pays” (não transgênicas) estão a venda a partir de fevereiro sob a marca Matines. Para ser considerada “soja du Pays” esta deve passar por 59 análises.
A empresa Triballat que produz as sobremesas e as bebidas Soja Sun não utiliza soja geneticamente modificada e impos a seus transportadores severas normas de transporte a fim de evitar qualquer tipo de poluição transgênica.
Ouest France, 22/01/00

2. Mais protestos contra o uso de transgênicos na produção de aves
Militantes do Greenpeace fizeram uma manifestação diante da sede da Migros em Zurich para protestar contra a utilização de cereais transgênicos na alimentação das aves portanto a marca Migros-Sano. O fato é que a empresa garante uma produção integrada e muitos consumidores a vêem como produto bio. A empresa agora estuda a maneira de eliminar os OGMs na sua fabricação.
Le Temps, 2/02/00

3. A União Européia e o Princípio da Precaução
A Comissão européia adotou uma comunicação sobre o recurso ao princípio da precaução. As comunicações são textos , sem efeitos jurídicos, nas quais a Comissão indica as opções que ela assumirá nos futuros regulamentos e diretivas.
A Comissão afirma que o princípio da precaução é parte integrante de uma abordagem estruturada para a análise e gestão do risco. O princípio cobre os casos onde os dados científicos são insuficiente, poucos conclusivos e onde uma avaliação científica mostre que deve-se temer que os efeitos potencialmente perigosos sejam incompatíveis com o nível de proteção desejado por uma  nação.
http://www.infom/legis/EU-comm-pdp.pdf       
Http://www.infom/legis/bull6/EU-pdp.html

4. " Os falsos alimentos da sociedade de consumo: seus efeitos na saúde"
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 70% das enfermidades modernas devem-se aos padrões alimentares da sociedade atual. A publicação trata de forma clara a realidade dos alimentos que a maioria das pessoas consome. Enfocando tanto   suas causas e conseqüências, exige ações concretas sobre o que se pode fazer para solucionar o problema, destacando a importância da prática da educação em todos os níveis, assim como a promoção da prática da agricultura orgânica, com a finalidade de aumentar a oferta destes produtos.
solumvita@softhome

5. Carrefour compra soja convencional do Brasil
A rede de supermercados francesa Carrefour assinou um acordo para importar soja não-transgênica do Brasil para ração de porcos e frangos, segundo o jornal francês La Tribune. A rede quer vender ovos e produtos com carne de frango e porco livres de elementos geneticamente modificados e que posam levar o selo de qualidade Carrefour. Até o ano 2002, o Carrefour pretende estender este tipo de acordo para seus produtos derivados de carne bovina e de cordeiro.
http://www.cosmo.com.br/informaçao/ultimas/notas

6. Embrapa faz testes no Rio Grande do Sul
A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, anunciou que foi negativo o resultado do teste de DNA realizado em 291 das 312 amostras de folhas de soja supostamente transgênicas, coletadas pelo Ministério da Agricultura em lavouras do Estado. O órgão divulgou que “não foi identificada nenhuma amostra de DNA contendo o gene transgênico CP4EPSPS, o que indica que aquelas plantações não possuem plantas tolerantes ao glifosato”.
Para o secretário da Agricultura, José Hermeto Hoffmann, não há porque contestar a análise da Embrapa. “É apenas um trabalho inicial”, afirmou. Ele destacou três pontos fundamentais para demonstrar transparência e seriedade da pesquisa: a divulgação de onde foram feitas as  coletas, a realização de análises em amostras que não foram enviadas à Embrapa e a garantia de que as 31 denúncias, enviadas em novembro pela secretaria ao Ministério da Agricultura, sejam verificadas in loco, “Até agora não houve retorno para as denúncias”, assinalou Hofmann. Entre as irregularidades apontadas, três eram de lavouras interditadas e 28 envolviam agricultores que armazenavam sementes transgênicas. “Se o Ministério da Agricultura der como concluídas as análises, colocaremos sob suspeita o trabalho feito”, disse.
Correio do Povo,26/02/00

7. Suiça ainda em cima do muro
Apesar do pedido feito por um painel de 28 cidadãos no segundo PubliForum em junho de 1999 (http://www.admin.ch/swr/f/swr.html), a nova lei sobre a engenharia genética não adotará  moratória de 10 anos sobre as disseminações de OGMs. Entretanto, esta nova lei apoiada no artigo 120 da nova constituição federal estipula que “o ser humano e seu meio ambiente devem ser protegidos contra os abusos em matéria de engenharia genética”. A Suiça está engajada em promover um sistema de autorização caso a caso segundo a legislação européia. Os pedidos serão estudados por uma comissão de ética, composta por12 cientistas, do Conselho Federal do meio ambiente reservando uma possibilidade de veto. Este Office bloqueou, em 1999, dois novos testes (milho e batata). Para que um OGM seja autorizado, é preciso levar em conta o meio ambiente, a saúde e também a preservação da biodiversidade e a “dignidade da criatura”.
Outra novidade: a responsabilidade civil das empresas em caso de danos causados pelos OGMs ou de perdas financeiras sofridas por um produtor devido à polinização de suas plantas por OGMs se estende por 30 anos. No entanto, os produtores de OGMs “dispõem de umdireito de recurso contra aqueles que trataram estes organismos de forma inadequada”. Por fim, o Conselho Federal exige desde já uma rotulagem se o produto contém mais de 1% de OGM e tem a competência para fixar os limites de tolerância mais severos onde produtos não geneticamente modificados são contaminados por OGMs quando da sua transformação ou transporte.
Le Temps e Le Courrier, 20/01/00

8. Militantes impedem desembarque
Na Dinamarca, maior exportador mundial de carne de porco, 49 militantes do Greenpeace, vindo de vários países europeus impediram o barco Legionário de atracar no porto de Aarhus e desembarcar sua carga composta de 45 toneladas de tortas de soja transgênica destinada à alimentação animal. Em dezembro de 1999, o Greenpeace levou para a Dinamarca análises sobre a composição dos alimentos destinados aos animais. Em duas amostras o percentual de soja transgênicas era de 50%. Nenhuma segregação foi realizada. 
Comunicado de imprensa do Greenpeace, 23/01/00

9. Primeiro-Ministro da Inglaterra admite perigo dos transgênicos
O primeiro ministro, Tony Blair, afirmou ao jornal Independent on Sunday que os alimentos transgênicos são potencialmente perigosos para o homem e o meio ambiente.
Organizações ambientalistas reagiram, pedindo que ele “passe das palavras à prática”. Documentos de 1998, divulgados recentemente, revelam pressão do presidente Bill Clinton sobre Blair para abrir a Inglaterra e a Europa aos transgênicos americanos.
O Estado de são Paulo,28/02/00

10. Encontro discute transgênicos
Cientistas e consumidores estarão discutindo a questão de alimentos geneticamente modificados em um encontro a ser realizado a partir de 6 de março no reino Unido.
O evento, que deve durar três dias e é patrocinado pela Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD), vai focalizar na biotecnologia usada em transgênicos, como o alimento é regulado, e se eles provocam danos à saúde.
A OECD pretende obter no encontro novos parâmetros para avaliar o avanço dessa tecnologia. “Queremos identificar as áreas de maior e menor convergência”, disse John Krebs, da OECD

11. Testes rápidos e baratos identificam OGMs  Grita das multis
Até o ano passado, a maioria dos testes relativos a grãos geneticamente modificados levava 48 horas para serem realizados e custava US$ 250 e eram mais eficientes quando melhores sendo realizados em condições laboratoriais. Mas no ápice da crise dos grãos geneticamente modificados, algumas companhias estão desenvolvendo testes rápidos e baratos para avaliarem se são ou não os produtos OGM. Estes são qualitativos, indicando resultado positivo ou negativo; eles detectam somente a presença de germoplasma geneticamente modificado.
Jim Tobin, diretor de desenvolvimento de biotecnologia da Monsanto, afirmou: “Para verificar se uma safra geneticamente modificada é aprovada para venda no Japão ou Europa são necessários 11 testes diferentes. Ninguém tem o dinheiro necessário para repetir esta operação a cada etapa do manuseio e transporte. Wayne Pederson, patologista botânico da Universidade de Illinois, disse que os testes certamente funcionam “desde que você aceite as limitações da amostra. Ele refletirá a amostra que você escolher”.
A Strategic Diagnostics Inc. (SDI) de Newark, Del., vende O Trait Check, que é capaz de identificar características de mudanças genéticas na soja em apenas 5 minutos usando uma fita para testes e um misturador. A empresa do Mine EnviroLogix, produz um teste rápido para o milho Bt por US$ 3,50. A SDI diz que vai liberar dentro de pouco tempo um teste rápido com 1% de tolerância, que é o nível considerado aceitável pelos compradores de grãos da União Européia. Mas o milho tem alguns desafios que não são enfrentados pela soja, dizem cientistas da área. A migração do pólen pode provocar um resultado positivo , mesmo que os produtores acreditem que suas variedades estão livres de mudanças genéticas.
mritchie@...

12. EUA devem plantar menos transgênicos
Os produtores norte-americanos vão plantar menos transgênicos. Uma pesquisa efetuada em quatro estados do Meio-Oeste concluiu que os agricultores pretendem  plantar 27% menos de área de milho modificado geneticamente e 12% menos de área de soja alterada.
Os dirigentes de empresas de sementes, incluindo a Monsanto Co., de St. Louis, afirmam que depois de anos de acelerada expansão, eles esperam vendas estáveis de sementes geneticamente alteradas em comparação com o ano passado.
Entretanto, um consultor que trabalhou na pesquisa declarou que o relatório indicou algumas tendências claras, especialmente uma redução significativa das intenções dos agricultores de plantar milho transgênico para conter um pesticida natural. O que vemos é um aumento muito vigoroso do plantio de milho convencional, disse Marc Vancht, consultor da empresa de consultoria Ag. Education & Consulting.
Gazeta Mercantil,02/03/00
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"Continuamos a contar com a participação de todos, tanto no envio de notícias, como de sugestões de pessoas e instituições interessadas em se cadastrar para receber o Boletim".

#150 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Dom, 5 de Mar de 2000 12:40 pm
Assunto: Alliance for Bio-Integrity, Home Page
luizmeira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

http://www.biointegrity.org/

Estimados Amigos,
Estáis haciendo unas contribuciones magnificas! Aquí os mando la pagina
web (en inglés) del Alliance for Biointegrity - una alianza de grupos
diferentes que están tomando acción legal contra el FDA por haber
permitido la comercialización de los transgénicos de una forma
irregular, sin seguir sus propias directrices e ignorando las opiniones
de mas de la mitad de los científicos asignados la tarea de evaluar los
riesgos potenciales de los alimentos transgénicos. Quizás deberíamos
redefinir la palabra "democracia".

saludos,
Adrian Valls


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ALLIANCE FOR BIO-INTEGRITY

Preserving the Safety of Our Food, the Health of Our Environment, 

and the Harmony of Our Relationship with Nature

New! More Documents Added: View Copies 
of 24 of the FDA's Internal Memoranda on 
the Hazards of Genetically Engineered Foods.
406 W. Depot Ave.
Fairfield, Iowa 52556
(515) 472-5554 
Email: info@...
Web: www.biointegrity.org 
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IT'S TIME TO LEARN THE FACTS
ABOUT GENETICALLY ENGINEERED FOOD

Do you know that a handful of giant agrochemical companies have launched a massive venture to genetically restructure the world's food supply?
    Do you know . . .
    • that your fruits, grains, and vegetables are being implanted with conglomerations of genes from viruses, bacteria, insects, and animals?
    • that numerous distinguished scientists view this genetic tampering as a threat to both human and environmental health?
    • that the U.S. Food and Drug Administration has ignored the warnings of its own scientists and permits these experimental foods to be mass marketed without safety testing and labeling?
    • that besides violating sound science, the genetic restructuring of our food affronts the core principles of most religions?
To learn more about the hazards of genetically engineered foods and how our organization is working to curb them, explore our web site.

WHO WE ARE and HOW YOU CAN GET CONNECTED
BASIC INFORMATION ABOUT GENETICALLY ENGINEERED (G.E.) FOODS
INFORMATION RELATING TO OUR LAWSUIT &  DECLARATIONS OF
SCIENTIST PLAINTIFFS
WHY G.E. FOODS ARE PROBLEMATIC FROM THE PERSPECTIVE OF RELIGION
Purpose & Goals
Summary Overview:
Why the Venture to Genetically Engineer our Food Offends Science, Religion, and the Bill of Rights
Summary of Our Lawsuit Against the FDA, with lists of the scientists and religious leaders who are plaintiffs.
Why the Genetic Engineering of Our Food Offends Principles of Most Religions
Send Us Email
How the FDA Has Covered Up Concerns of its Own Scientists About the Safety of Biotech Foods
FROM A JEWISH PERSPECTIVE:
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Statement of Steven M. Druker at the FDA Public Meeting on Genetically Engineered Foods, Nov. 30, 1999 (Washington, D.C.).
Are Genetically Engineered Foods In Accord With Jewish Law?
New! View Copies of 24 Documents From The FDA's Internal Memoranda On The Hazards of Genetically Engineered Foods!
Declaration of Rabbi Alan Green, June 24, 1999.
New:
How U.S. Law Mandates 
the Precautionary Principle.
Declaration of Rabbi Yossi Serebryanski, 
July 9, 1999.
Declaration of Richard Lacey, M.D., Ph.D., Emeritus Professor of Medical Microbiology at the University of Leeds (U.K.), 
May 28, 1999.
FROM A CHRISTIAN PERSPECTIVE:
Declaration of Philip J. Regal, Ph.D., Professor of Ecology, Behavior and Evolution at the University of Minnesota (St. Paul),
May 28, 1999.
Declaration of 
The Reverend Samuel Kedala, May 27, 1999.
Declaration of John Fagan, Ph.D., Recipient of a Research Career Development Award from the National Cancer Institute,
May 28, 1999.

Purpose and Goals

The Alliance for Bio-Integrity is a nonprofit, nonpolitical organization dedicated to the advancement of human and environmental health through sustainable and safe technologies. To this end, it aims (a) to inform the public about technologies and practices that negatively impact on health and the environment and (b) to inspire broad-based, responsible action that helps correct the problems and uphold the integrity of the natural order. In approaching these issues, it integrates the perspectives of both science and religion and coordinates the participation of both communities.

The Alliance's initial project is to gain a more rational and prudent policy on genetically engineered foods. This entails (a) educating the public about the unprecedented dangers to the environment and human health posed by the massive enterprise to genetically reprogram the world's food supply; (b) securing a scientifically sound system for safety-testing genetically altered foods; and (c) securing a meaningful system of labeling in order to protect the right of consumers to avoid such foods.

Achieving the latter two objectives requires an action at law, since current U.S. Food and Drug Administration policy exempts genetically altered foods from the testing required of new food additives and also permits these foods to be marketed without identifying labels. Although respected groups such as Consumers Union, the Union of Concerned Scientists, and the Environmental Defense Fund have strongly criticized this policy as scientifically flawed and unsound in several other respects as well, the FDA staunchly refuses to revise it. Accordingly, the Alliance has organized an unprecedented plaintiff group to bring a lawsuit against the FDA to effect the necessary changes. The plaintiffs include eminent scientists, public interest organizations, and people from diverse faiths who reject genetically altered foods on the basis of religious principle. The suit was filed May 27, 1998 in U.S. District Court in Washington, D.C. and is being managed by the legal department of the International Center for Technology Assessment in Washington, which shares the Alliance's concerns about genetic engineering and has an impressive record in public interest litigation.

The Alliance welcomes (and depends on) donations. It is recognized by the IRS as a 501(c)(3) organization to which contributions are tax deductible. Your gift will help uphold bio-integrity. Please mail your donation to:

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#151 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Qui, 9 de Mar de 2000 12:57 am
Assunto: Gladys Hitchen
luizmeira@...
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Estimado Miguel,
He leído tus comentarios con mucho interés, sin embargo quisiera contribuír a la discusión, desde el punto de vista ético y económico. Soy una dietista-nutricionista con post-grado en salud pública. Soy peruana, resido en Australia desde hace 18 años, y trabajo en un hospital docente (esto para dar una idea de quién soy).
Aquí tenemos una red de intercomunicación de profesionales de nutrición, en diferentes ramas. Desde el anteaño pasado tuvimos que hacer frente al desarrollo de alimentos genéticamente modificados (AGM), debido a muchas razones entre las cuales figuran el hecho de que no ha habido consulta al consumidor australiano (o en ninguna parte del mundo, o ¿estoy errada en esto último?) para introducir AGM en el mercado, ya sea directamente o como ingrediente, ejem. la soja, el aceite de algodón.  El Parlamento fue centro de tremendas controversias y discusiones para definir la forma en que las etiquetas mostrasen un símbolo identificable con los AGM, para que así sea el consumidor quien decida su compra o no.
Otro punto muy importante, y éste se relaciona más con tus comentarios, es el que una transnacional como MONSANTO, monopolice los derechos de producción a nivel global. Esta posición de Monsanto deja a los países pobres y paupérrimos sin una chance de poder desarrollar cosechas tras cosechas, desde que las semillas no son reproducibles después de cada sembrío. ¿De qué vale ofrecer algo que no va a ser sostenible? La gente tendría para comer un año, y si no tienen para pagar el próximo sembrío, tal vez sea ofrecida con un préstamo, el cual significará mayor problema para su futura economía? Aquí en Australia, un país vasto en recursos de todo tipo, y en el cual hay tanto desperdicio de alimentos, ¿se justificaría una producción de AGM? creemos que no. Lo importante sería redistriuir mejor la producción agrícola en el mundo. USA dice que AGM serán la "salvación del mundo que no tiene alimentos"; por qué entonces no reduce la deuda externa a todos los países en crisis económica como los nuestros en Sud América?  Pienso que esto es simplemente otra forma de imponer su poder en el mundo.  Pasando a otro aspecto, si pensamos en el ciclo biológico, no crees que aunque se limite la proliferación de insectos, y con ello la reducción de insecticidas, otro tipo de plaga puede empezar? . Bueno los dejo por ahora. Esperemos que algo bueno suceda.
 
Gladys Hitchen

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#152 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 10 de Mar de 2000 6:30 am
Assunto: reproducao de sojaRR
luizmeira@...
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--
><>       Luiz Roberto Salvatori Meira
<><         http://maternatura.cjb.net
<><         http://mixlux.cjb.net
<><         http://petlux.cjb.net
<><         http://rehuna.cjb.net
><>         http://luizmeira.cjb.net
Hola

    te quería aclarar algo que dice este parrafo que es erroneo, las
semillas de soja RR son reproducibles, yo no compre ni un kilo de soja
RR a Monsanto, un vecino me prestó unas bolsas hace 4 años y con eso
hice la semilla para el proximo, y desde entonces que siembro casi 1000
hectareas 100% con soja RR.

> Otro punto muy importante, y éste se relaciona más con tus comentarios,
es el que una transnacional como MONSANTO, monopolice los derechos de
producción a nivel global. Esta posición de Monsanto deja a los países
pobres y paupérrimos sin una chance de poder desarrollar cosechas tras
cosechas, desde que las semillas no son reproducibles después de cada
sembrío. ¿De qué vale ofrecer algo que no va a ser sostenible? La gente
tendría para comer un año, y si no tienen para pagar el próximo sembrío,




Saludos y nos leemos...

Mauro Cravero
alcap@...

Soy de River, vago y atorranteeeeeeeee....

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#153 De: Luiz Meira <luizmeira@...>
Data: Sex, 10 de Mar de 2000 6:39 pm
Assunto: Adrian Valls
luizmeira@...
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Hola Mauro,
En los EE.UU. esta prohibido guardar la semilla de una cosecha para replantarla
de nuevo. Por una política
que desconozco no parece que es la situación en Argentina.

Hay muchos agricultores que se han quejado de esto, y sus contratos permiten que
Monsanto mande
investigadores a las granjas durante un par o tres de años posterior de la
compra de semillas para
asegurarse que el agricultor esta cumpliendo esta exigencia. Quizás debido al
contrabando de semilla
transgénica entre Argentina y Brasil Monsanto piensa que no puede controlar la
situación y se da por
vencido. También los agricultores norteamericanos se quejan de que las semillas
RR se venden mas barato en
Argentina.

Me gustaría hablar de resistencia. Con el maíz transgénico se recomienda que se
crea un área de "reserva"
- normalmente un 20% del área total - plantado con maíz no transgénico para
evitar o retrasar la aparición
de insectos resistentes al pesticida BT que produce el maíz. Aquí en Catalunya
donde hay mas de 20,000
hectáreas plantadas con maíz transgénico no se de nadie que lo esta haciendo. Si
es verdad (?) que los
insectos adquieren resistencia dentro de 4 o 5 años, que pasara entonces?

Precisamente unas de las quejas de los agricultores orgánicos (biológicos) es
que la eficacia de BT como
pesticida va a ser destruida en cuanto aparecen insectos resistentes al BT. Y
como BT es permitido en la
agricultura biológica, naturalmente están preocupados. Como sabemos, (también
ocurre con los antibióticos)
la naturaleza es infinitamente adaptable e invencible, y estos esfuerzos para
crear barreras artificiales
solo duraran unos años hasta que las compañías biotecnologicas tendrán que
ingeniar otro sistema con sus
consecuentes costos para crear otra linea de productos agrícolas.

Parece que el BT del maíz transgénico se acumula durante varios meses en el
suelo y no se degrada
rápidamente como cuando se utiliza en forma de spray. Esto puede afectar de
forma no conocida los
microorganismos del suelo.--- los 5 mil kilos de microorganismos que dijo la
amiga de Clara en el articulo
que mandó. Creo que es muy apto que un articulo sobre la biotecnologia estaba
"contaminado" con un virus,
aun que fuera informático, quizás es una advertencia de lo que va a venir ;-)

Por otra parte estoy de acuerdo con Gladys que es un atropello total e
indefensible que permiten la
comercialización de alimentos transgénicos sin dar la posibilidad a los
consumidores de escoger lo que
quieren comer. Hace un par de días, en un programa de la BBC, los mismos
productores de alimentos
transgénicos dijeron que es imposible evitar su consumo.

Acerca de la idea de Miguel Calvo de poner el control de los OGM en poder de la
administración, no estaría
mal, si funcionara de verdad. Aun que podrían vigilar mas la seguridad de los
consumidores, hay ejemplos
que muestran su incapacidad de controlar bien lo que ocurre, como aquí en España
el asunto del aceite de
la colza, en Inglaterra lo de las vacas locas, en los EE.UU. lo del L tryptofano
(que mato a 37 personas y
dejo a 1500 permanentemente dañados), el DDT que al principio (hasta lo rociaron
en niños escolares para
quitarles los piojos,) estaba considerado muy bien, y que ahora resulta que esta
prohibido por ser muy
dañino a la salud. Y mas cosas que puedo añadir. Aun así tengo que agradecer que
hay algo de control por
parte de las administraciones porque si no habría un desastre total. Lo que
estoy diciendo es que no
pueden garantizar que no se les puede escapar algo. En el caso de los
transgénicos, este "algo" es
potencialmente peligroso debido a la falta de estudios a largo plazo en las
áreas de la salud, el medio
ambiente y los efectos socioeconómicos para los campesinos en situaciones
precarios.

Y una ultima cosa, Miguel, por favor no nos vengas con eso de la "multinacional"
de Greenpeace, ¿como
puedes comparar el dinero que tienen con el de la industria farma-quimica? Y los
intereses que están en
juego. Creo que Greenpeace y otros no tienen que "convencer" a nadie de que
existen estos problemas.
Cualquier persona con dos ojos los pueden ver sin la ayuda de nadie. Estoy de
acuerdo de que los datos
presentados por ambas partes tienen que ser verídicas, si no dañan a la misma
causa y esfuerzo de uno. Ya
sabes que en la ciencia, contrario a la creencia popular, hay pocas cosas que
siempre concuerdan. Solo
tienes que ver las polémicas que hay entre científicos de la misma disciplina.
El mundo no es blanco y
negro. Es multicolor. Por lo tanto, los datos que tiene referenciados Adolfo Boy
pueden ser verdad para
aquellas condiciones en las que fueron recogidas, para aquellas zonas y
agricultores pero no para Mauro y
otros, que están satisfechos con sus cosechas. Todo se tiene que ver en su
contexto. Por esto tenemos que
ser capaces de ver las cosas del punto de vista del contrario, y entender este
punto de vista aun cuando
no estamos de acuerdo con ello. Ya somos mayorcitos no? (a excepción de la
suerte que tienen Marco y el
otro chico de Venezuela) No dejemos que entre el ego. Por lo tanto, cuando
leemos algo en esta lista que
nos encoleriza, acordamosnos de que la veda de caza esta abierta a las ideas y
no a las personas.

Precisamente quiero que esta lista pueda servir para equilibrar la situación
aportando experiencia,
conocimiento e información y encima que lo podamos disfrutar, y quizás hasta
crear amistades por todo el
mundo.

Anima a vuestros estudiantes, amigos y grupos ecologistas, científicos etc. a
apuntarse a la lista para
crear una herramienta de debate útil para todos. En este caso mas es mejor y
enriquecedor.

saludos a tod@s,
Adrian Valls

Mauro Cravero escribió:

> Hola
>
>    te quería aclarar algo que dice este parrafo que es erroneo, las
> semillas de soja RR son reproducibles, yo no compre ni un kilo de soja
> RR a Monsanto, un vecino me prestó unas bolsas hace 4 años y con eso
> hice la semilla para el proximo, y desde entonces que siembro casi 1000
> hectareas 100% con soja RR.



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