From: Cláudio Lima
Olá amigos, vejam que a palavra do ETERNO sempre tem razão!!!
"Não semearás a tua vinha com diferentes espécies de semente, para que não se
degenere o fruto da semente que semeares, e a novidade da vinha.". Dt. 22:9
ECOLUNA - As abelhas "picam" os transgênicos
Uma decisão do tribunal administrativo de Augsburgo obrigou o estado
livre da Bavaria a proteger o mel do pólen de plantas genéticamente modificadas.
A queixa foi feita por um apicultor cujas colméias se encontram próximas a uma
fazenda experimental do estado.
A organização "União dos Apicultores" cumprimentou a decisão, alegando que
o cultivo de transgênicos representa um perigo para a saúde de insetos
polinizadores como a abelha melífera. "O mel contaminado com pólen do Mon810
(milho geneticamente manipulado) é invendável e não é aceito pelos
consumidores".
Segundo a entidade, "a importância da abelha melífera é altíssima para a
polinização do meio ambiente como também para a alimentação humana, para
arriscar este princípio de polinização de flores que funciona desde milhões de
anos através das abelhas apenas por causa do lucro de qualquer empresa".
Chumbinho não
O Projeto de Lei que proíbe o registro de produtos que tenham como
componente a substância aldicarbe recebeu parecer favorável do relator, o
deputado Cláudio Diaz (PSDB/RS). Ele ainda apresentou substitutivo em que
acrescenta parágrafo prevendo o cancelamento dos registros já existentes. Assim,
o agrotóxico Temik 150, produzido e importado dos EUA pela multinacional alemã
Bayer, deverá ser retirado do mercado se aprovada a lei.
Desde fevereiro de 2007, o site Sentiens Defesa Animal promove campanha
pela proibição da importação e comercialização do aldicarbe no Brasil. O produto
é matéria prima do "chumbinho", vendido até em feiras livres para exterminar
ratos - e outros animais, a gosto do freguês.
O movimento conta com o apoio de 146 organizações da sociedade civil de 19
estados brasileiros, conforme mostrou AmbienteBrasil na matéria Deputados
propõem proibição do "chumbinho" no país, publicada em 16 de abril passado.
O que disseram
"Eu tenho pelos animais um respeito egípcio. Penso que eles têm alma.
Ainda que rudimentar, e que eles sofrem conscientemente as revoltas contra a
injustiça humana. Já vi um burro suspirar como um justo depois de brutalmente
esbordoado por um carroceiro que atestara o carro com uma carga para uma
quadriga e queria que o mísero animal o arrancasse do atoleiro".
Do abolicionista José do Patrocínio (1854-1905), citado pelo promotor de
Justiça Laerte Fernando Levai, autor do livro 'Direito dos Animais', no artigo
Animais Escravizados.
Link: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=31162
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