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#27190 De: "MARCO AURELIO" <masa.senne@...>
Data: Dom, 1 de Nov de 2009 9:21 am
Assunto: Res: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
masa.senne@...
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eu quero entrar nessa guerra, ja estamos demorando muito, quero tirar esses
vagabundos do meu  Pais., e ai gente o que acham dessa declaração.

marco

-------Mensagem original-------

De: Nelson S Oliveira
Data: 10/31/09 21:37:29
Para: undisclosed-recipients@...
Assunto: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil







-------Mensagem original-------

De: Diogo CW
Data: 31/10/2009 00:24:56
Para: resistencia-democratica@...
Assunto: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil

A três passos da guerra civil
30 de outubro de 2009

Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas
  Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do total
do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de
identificação e demarcação.

Por Cel. Gelio Fregapani (*)
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em
uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou
se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
  Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez
desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são
toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de
obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a
convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros
similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso
muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.


Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a
segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as
ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as
grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até
mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três
componentes básicos:


      — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;

      — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos
dito sociais;

      — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e
desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas
  sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo
de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço,
prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
  Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para
a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos
prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões
estrangeiras.

A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas
minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe
mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo
assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o
anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à
Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do
Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas
riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira
  Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia
neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações
visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala,
idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em
Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a
sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O
CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos
indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de
nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância
com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação
revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.

O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a
atuação estrangeira está clara:

      — Identificação das jazidas: já feito;

      — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já
feito;

      — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;

      — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções
internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força
constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;

      — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia
à comunidades indígenas: já feito.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma
gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se
corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.



O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião
propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências
carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir






Futura distribuição dos territórios quilombolas
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por
milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo
cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A
fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.

Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando
aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o
quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito
à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso
pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do
rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o
valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não
seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de
abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial.
Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com
uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola
não deu sinal de separatismo.


Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir

O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa
de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em
parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada.
Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república
do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza;
finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e
tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.

É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça,
terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social
  contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério
do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil
pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá
convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”

Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo,
mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o
MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.

O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção
estrangeira

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso,
mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos
ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para
produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a
atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até
mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se
intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para
guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções,
naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos
recursos naturais.

No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço
do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana
iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área
cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a
construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina
Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os
candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o
País.

A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros
similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso
muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização
das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:

      — Roraima não está totalmente pacificada;

      — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em
criar lá novas reservas indígenas;

      — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações
do MST;

      — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do
ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho
de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase
certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá
pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras
cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando
uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST
no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército
(que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será
proposital?

Que Deus guarde a todos vocês.
      _________
O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência
na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho
da Amazônia.


http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index
php?option=com_content&task=view&id=7773&Itemid=1


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27191 De: Rafael Franco <rafaelfranco@...>
Data: Dom, 1 de Nov de 2009 1:15 pm
Assunto: Re: Res: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
rafaelsql
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ban ?


Em Sun, 01 Nov 2009 07:21:21 -0200, MARCO AURELIO <masa.senne@...>
escreveu:

> eu quero entrar nessa guerra, ja estamos demorando muito, quero tirar
> esses
> vagabundos do meu  Pais., e ai gente o que acham dessa declaração.
>
>
>
> marco
>
>
> -------Mensagem original-------
>
>
> De: Nelson S Oliveira
>
> Data: 10/31/09 21:37:29
>
> Para: undisclosed-recipients@...
>
> Assunto: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> -------Mensagem original-------
>
>
> De: Diogo CW
>
> Data: 31/10/2009 00:24:56
>
> Para: resistencia-democratica@...
>
> Assunto: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
>
>
> A três passos da guerra civil
>
> 30 de outubro de 2009
>
>
>
> Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras
> indígenas
>  Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do
> total
> do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de
> identificação e demarcação.
>
>
>
> Por Cel. Gelio Fregapani (*)
>
> Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
>
> Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em
> uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos
> tolerar. Ou
> se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
>
>  Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez
> desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
>
> O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são
> toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de
> obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja:
> a
> convulsão social. Este conflito parece inevitável.
>
> O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> outros
> similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> preciso
> muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> sangrentos.
>
>
>
>
>
> Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a
> segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as
> ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
>
>
>
> A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as
> grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e
> até
> mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três
> componentes básicos:
>
>
>
>
>
>      — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
>
>
>
>      — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos
> dito sociais;
>
>
>
>      — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e
> desenvolvimentistas.
>
>
>
> Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas
> políticas
>  sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao
> largo
> de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço,
> prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
>
>  Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam
> para
> a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos
> prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões
> estrangeiras.
>
>
>
> A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
>
>
>
> A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores
> jazidas
> minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem
> existe
> mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação†indígena. Agora
> mesmo
> assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o
> anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à
> Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça
> do
> Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas
> riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
>
>
>
> O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição
> estrangeira
>  Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia
> neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais
> Estado-nações
> visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala,
> idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em
> Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos
> quer a
> sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus
> domínios. O
> CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos
> indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores
> de
> nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em
consonância
> com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação
> revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
>
>
>
> O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a
> atuação estrangeira está clara:
>
>
>
>      — Identificação das jazidas: já feito;
>
>
>
>      — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas:
já
> feito;
>
>
>
>      — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
>
>
>
>      — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções
> internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força
> constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
>
>
>
>      — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá
> autonomia
> à comunidades indígenas: já feito.
>
> Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma
> gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou
> se
> corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
>
>
>
>
>
>
> O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar
> ocasião
> propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências
> carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil
> reagir
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Futura distribuição dos territórios quilombolas
>
> Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
>
>
>
> A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por
> milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolasâ€. No Espírito Santo
> cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A
> fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
>
>
>
> Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz,
> perguntando
> aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o
> quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria
> direito
> à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso
> pescava e caçava por aqui?" "Sim†“Até onde?" "Ah, ele ia lá na
> cabeceira do
> rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem
> o
> valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto
> não
> seja proposital para criar conflitos.
>
>
>
> Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de
> abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial.
> Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista
> com
> uma guerra racial.
>
>
>
> Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola
> não deu sinal de separatismo.
>
>
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>
>
> Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
>
>
>
> O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande
> massa
> de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em
> parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada.
> Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livreâ€, uma
> “república
> do MST†na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza;
> finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e
> tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
>
>
>
> É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça,
> terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão
> social
>  contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o
> Ministério
> do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil
> pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá
> convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.â€
>
>
>
> Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo
> governo,
> mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que
> o
> MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
>
>
>
> O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura
> intervenção
> estrangeira
>
>
>
> Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o
> progresso,
> mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos
> ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para
> produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado
> a
> atividades econômicas modernas.
>
>
>
> Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e
> até
> mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se
> intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para
> guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções,
> naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos
> recursos naturais.
>
>
>
> No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a
> serviço
> do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa
> urbana
> iludida, chama de “terra devastada†àqueles quadrados verdejantes de
área
> cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a
> construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da
> Marina
> Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os
> candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil
> para o
> País.
>
>
>
> A três passos da guerra civil
>
>
>
> O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> outros
> similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> preciso
> muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> sangrentos.
>
>
> Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da
> radicalização
> das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
>
>
>
>      — Roraima não está totalmente pacificada;
>
>
>
>      — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da
> Funai em
> criar lá novas reservas indígenas;
>
>
>
>      — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às
> provocações
> do MST;
>
>
>
>      — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista
> do
> ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
>
> Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um
> rastilho
> de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase
> certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá
> pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até
> terras
> cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda
> quando
> uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o
> MST
> no caso de Itaipu.
>
>
>
> Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o
> Exército
> (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido.
> Será
> proposital?
>
>
>
> Que Deus guarde a todos vocês.
>
>      _________
>
> O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de
> inteligência
> na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de
> Trabalho
> da Amazônia.
>
>
>
>
>
> http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index
> php?option=com_content&task=view&id=7773&Itemid=1
>
>
>
>
>
> Novo Internet Explorer 8: faça tudo com menos cliques. Baixe agora, é
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>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

#27192 De: "Marinho" <neocrumb@...>
Data: Seg, 2 de Nov de 2009 7:00 pm
Assunto: RES:A Três Passos...
lucemar
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Eu acho (certeza, aliás) que esse papo não cabe nesta lista.

E, Marco, não é o SEU país. É o país de milhões de pessoas de todas as
categorias, graus de riqueza, graus de cultura, estamentos sociais, etc. Ou
seja, vamos praticar o exercício da tolerância, da discussão com o
antagônico, exigências e concessões, olhar para o bem comum – numa palavra,
Democracia.



Marinho



   _____

De: flex-brasil@... [mailto:flex-brasil@...]
Enviada em: segunda-feira, 2 de novembro de 2009 12:42
Para: flex-brasil@...
Assunto: [flex-brasil] Resumo 2587




<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil;_ylc=X3oDMTJlZ2JuOTBjBF9TAzk3N
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Mensagens neste resumo (1 Mensagem)


1.1.

Re: [flex-brasil] Res: Fw: [resistencia-democratica] A três pass De: Rafael
Franco


<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/messages;_ylc=X3oDMTJnZjFuZWVx
BF9TAzk3NDkwNDM2BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDZG1zZwRz
bGsDYXRwYwRzdGltZQMxMjU3MTcyOTM0?xm=1&m=p&tidx=1> Ver todos os tópicos |
<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/post;_ylc=X3oDMTJnZXJtZTkzBF9T
Azk3NDkwNDM2BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDZG1zZwRzbGsD
bnRwYwRzdGltZQMxMjU3MTcyOTM0> Criar novo tópico


Mensagem


1.1.



<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/message/27191;_ylc=X3oDMTJzdW1
0dnBpBF9TAzk3NDkwNDM2BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRtc2dJZAM
yNzE5MQRzZWMDZG1zZwRzbGsDdm1zZwRzdGltZQMxMjU3MTcyOTM0> Re: [flex-brasil]
Res: Fw: [resistencia-democratica] A três pass


Enviado por: "Rafael Franco"
<mailto:rafaelfranco@...?Subject=%20Res%3ARe%3A%20%5Bflex-brasil%5D%20Res
%3A%20Fw%3A%20%5Bresistencia-democratica%5D%20A%20tr%C3%AAs%20pass>
rafaelfranco@...    <http://profiles.yahoo.com/rafaelsql> rafaelsql


Dom, 1 de Nov de 2009 11:19 am




ban ?

Em Sun, 01 Nov 2009 07:21:21 -0200, MARCO AURELIO <
<mailto:masa.senne%40gmail.com> masa.senne@...>
escreveu:

> eu quero entrar nessa guerra, ja estamos demorando muito, quero tirar
> esses
> vagabundos do meu Pais., e ai gente o que acham dessa declaração.
>
>
>
> marco
>
>



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19:39:00




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27193 De: "Hudson Torion" <hudson_torion@...>
Data: Seg, 2 de Nov de 2009 7:23 pm
Assunto: Duvidas ao sair da aplicação
hudson_torion
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá gente.

Tenho uma duvida com relação ao fechamento do navegador, esta ação deveria
chamar uma função no php, isso tem como fazer pelo o action ou somente pelo o
Java script mesmo????

Atenciosamente
Hudson Dias
www.alcancedigital.com.br
hudson@...
(31)3434-6304 ou 8806-0649

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27194 De: Eduardo Kraus <eduardokraus@...>
Data: Seg, 2 de Nov de 2009 9:35 pm
Assunto: Re: Duvidas ao sair da aplicação
eduardo_kraus
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Só via JS. *
Eduardo Kraus*
Desenvolvedor
  eduardokraus@...
http://blog.mxml.com.br
http://twitter.com/EduardoKraus

2009/11/2 Hudson Torion <hudson_torion@...>

>
>
> Olá gente.
>
> Tenho uma duvida com relação ao fechamento do navegador, esta ação deveria
> chamar uma função no php, isso tem como fazer pelo o action ou somente pelo
> o Java script mesmo????
>
> Atenciosamente
> Hudson Dias
> www.alcancedigital.com.br
> hudson@... <hudson%40alcancedigital.com.br>
> (31)3434-6304 ou 8806-0649
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27195 De: "gabriela.perry" <gabrielaperry@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 12:07 am
Assunto: Re: RES:A Três Passos...
gabriela.perry
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Flame de fim de semana, quando a moderação está curtindo uma rede e um chopinho
gelado? Ninguém merece!!!
Por favor gente, não respondam a esta thread, nem ao post original.
Está nas regras da lista que assuntos não relacionados a Flex não são bem vindos
(ainda mais com tanto potencial de estimular discussões que podem cair no
bate-boca).
Agradeço a compreensão de todos.

#27196 De: Geraldo Vianna <geraldoviannajr@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 1:26 am
Assunto: Re: Res: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
geraldo_vian...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Que diabos isto tem com flex?

2009/11/1 Rafael Franco <rafaelfranco@...>

>
>
> ban ?
>
> Em Sun, 01 Nov 2009 07:21:21 -0200, MARCO AURELIO
<masa.senne@...<masa.senne%40gmail.com>>
>
> escreveu:
>
> > eu quero entrar nessa guerra, ja estamos demorando muito, quero tirar
> > esses
> > vagabundos do meu Pais., e ai gente o que acham dessa declaração.
> >
> >
> >
> > marco
> >
> >
> > -------Mensagem original-------
> >
> >
> > De: Nelson S Oliveira
> >
> > Data: 10/31/09 21:37:29
> >
> > Para:
undisclosed-recipients@...<undisclosed-recipients%40smtp.uol.com.br>
> >
> > Assunto: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > -------Mensagem original-------
> >
> >
> > De: Diogo CW
> >
> > Data: 31/10/2009 00:24:56
> >
> > Para:
resistencia-democratica@...<resistencia-democratica%40yahoogrupos\
.com.br>
> >
> > Assunto: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
> >
> >
> > A três passos da guerra civil
> >
> > 30 de outubro de 2009
> >
> >
> >
> > Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras
> > indígenas
> > Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do
> > total
> > do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de
> > identificação e demarcação.
> >
> >
> >
> > Por Cel. Gelio Fregapani (*)
> >
> > Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
> >
> > Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em
> > uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos
> > tolerar. Ou
> > se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
> >
> > Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez
> > desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
> >
> > O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são
> > toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de
> > obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja:
> > a
> > convulsão social. Este conflito parece inevitável.
> >
> > O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> > outros
> > similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> > preciso
> > muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> > sangrentos.
> >
> >
> >
> >
> >
> > Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a
> > segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as
> > ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
> >
> >
> >
> > A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as
> > grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e
> > até
> > mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três
> > componentes básicos:
> >
> >
> >
> >
> >
> > — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
> >
> >
> >
> > — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos
> > dito sociais;
> >
> >
> >
> > — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e
> > desenvolvimentistas.
> >
> >
> >
> > Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas
> > políticas
> > sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao
> > largo
> > de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço,
> > prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
> >
> > Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam
> > para
> > a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos
> > prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões
> > estrangeiras.
> >
> >
> >
> > A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
> >
> >
> >
> > A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores
> > jazidas
> > minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem
> > existe
> > mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora
> > mesmo
> > assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o
> > anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à
> > Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça
> > do
> > Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas
> > riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
> >
> >
> >
> > O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição
> > estrangeira
> > Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia
> > neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais
> > Estado-nações
> > visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala,
> > idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em
> > Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos
> > quer a
> > sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus
> > domínios. O
> > CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos
> > indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores
> > de
> > nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância
> > com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação
> > revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
> >
> >
> >
> > O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a
> > atuação estrangeira está clara:
> >
> >
> >
> > — Identificação das jazidas: já feito;
> >
> >
> >
> > — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já
> > feito;
> >
> >
> >
> > — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
> >
> >
> >
> > — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções
> > internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força
> > constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
> >
> >
> >
> > — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá
> > autonomia
> > à comunidades indígenas: já feito.
> >
> > Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma
> > gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou
> > se
> > corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar
> > ocasião
> > propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências
> > carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil
> > reagir
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Futura distribuição dos territórios quilombolas
> >
> > Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
> >
> >
> >
> > A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por
> > milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo
> > cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A
> > fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
> >
> >
> >
> > Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz,
> > perguntando
> > aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o
> > quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria
> > direito
> > à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso
> > pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na
> > cabeceira do
> > rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem
> > o
> > valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto
> > não
> > seja proposital para criar conflitos.
> >
> >
> >
> > Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de
> > abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial.
> > Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista
> > com
> > uma guerra racial.
> >
> >
> >
> > Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola
> > não deu sinal de separatismo.
> >
> >
> >
> >
> >
> > Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
> >
> >
> >
> > O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande
> > massa
> > de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em
> > parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada.
> > Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma
> > “república
> > do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza;
> > finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e
> > tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
> >
> >
> >
> > É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça,
> > terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão
> > social
> > contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o
> > Ministério
> > do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil
> > pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá
> > convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”
> >
> >
> >
> > Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo
> > governo,
> > mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que
> > o
> > MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
> >
> >
> >
> > O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura
> > intervenção
> > estrangeira
> >
> >
> >
> > Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o
> > progresso,
> > mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos
> > ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para
> > produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado
> > a
> > atividades econômicas modernas.
> >
> >
> >
> > Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e
> > até
> > mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se
> > intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para
> > guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções,
> > naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos
> > recursos naturais.
> >
> >
> >
> > No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a
> > serviço
> > do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa
> > urbana
> > iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área
> > cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a
> > construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da
> > Marina
> > Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os
> > candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil
> > para o
> > País.
> >
> >
> >
> > A três passos da guerra civil
> >
> >
> >
> > O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> > outros
> > similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> > preciso
> > muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> > sangrentos.
> >
> >
> > Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da
> > radicalização
> > das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
> >
> >
> >
> > — Roraima não está totalmente pacificada;
> >
> >
> >
> > — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da
> > Funai em
> > criar lá novas reservas indígenas;
> >
> >
> >
> > — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às
> > provocações
> > do MST;
> >
> >
> >
> > — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista
> > do
> > ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
> >
> > Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um
> > rastilho
> > de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase
> > certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá
> > pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até
> > terras
> > cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda
> > quando
> > uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o
> > MST
> > no caso de Itaipu.
> >
> >
> >
> > Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o
> > Exército
> > (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido.
> > Será
> > proposital?
> >
> >
> >
> > Que Deus guarde a todos vocês.
> >
> > _________
> >
> > O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de
> > inteligência
> > na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de
> > Trabalho
> > da Amazônia.
> >
> >
> >
> >
> >
> > http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index
> > php?option=com_content&task=view&id=7773&Itemid=1
> >
> >
> >
> >
> >
> > Novo Internet Explorer 8: faça tudo com menos cliques. Baixe agora, é
> > gratis!
> >
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
> >
>
>
>



--
Geraldo Vianna


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27197 De: Eduardo Kraus <eduardokraus@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 2:24 am
Assunto: Re: Res: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
eduardo_kraus
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BANIDO.

Tópico encerrado.

2009/11/1 MARCO AURELIO <masa.senne@...>

>
>
> eu quero entrar nessa guerra, ja estamos demorando muito, quero tirar esses
> vagabundos do meu Pais., e ai gente o que acham dessa declaração.
>
> marco
>
> -------Mensagem original-------
>
> De: Nelson S Oliveira
> Data: 10/31/09 21:37:29
> Para:
undisclosed-recipients@...<undisclosed-recipients%40smtp.uol.com.br>
> Assunto: Fw: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
>
>
>
>
>
>
>
> -------Mensagem original-------
>
> De: Diogo CW
> Data: 31/10/2009 00:24:56
> Para:
resistencia-democratica@...<resistencia-democratica%40yahoogrupos\
.com.br>
> Assunto: [resistencia-democratica] A três passos da guerra civil
>
> A três passos da guerra civil
> 30 de outubro de 2009
>
> Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras
> indígenas
> Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do total
> do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de
> identificação e demarcação.
>
> Por Cel. Gelio Fregapani (*)
> Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.
> Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em
> uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar.
> Ou
> se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
> Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez
> desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
> O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são
> toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de
> obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a
> convulsão social. Este conflito parece inevitável.
> O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> outros
> similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> preciso
> muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> sangrentos.
>
>
> Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a
> segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as
> ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
>
> A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as
> grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até
> mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três
> componentes básicos:
>
>
> — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
>
> — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos
> dito sociais;
>
> — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e
> desenvolvimentistas.
>
> Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas
> políticas
> sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo
> de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço,
> prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
> Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para
> a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos
> prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões
> estrangeiras.
>
> A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
>
> A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas
> minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe
> mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo
> assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o
> anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à
> Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do
> Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas
> riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
>
> O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição
> estrangeira
> Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia
> neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações
> visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala,
> idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em
> Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer
> a
> sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O
> CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos
> indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de
> nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância
> com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação
> revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
>
> O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a
> atuação estrangeira está clara:
>
> — Identificação das jazidas: já feito;
>
> — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já
> feito;
>
> — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
>
> — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções
> internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força
> constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
>
> — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia
> à comunidades indígenas: já feito.
> Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma
> gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se
> corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
>
>
>
> O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião
> propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências
> carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil
> reagir
>
>
>
>
>
>
> Futura distribuição dos territórios quilombolas
> Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
>
> A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por
> milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo
> cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A
> fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
>
> Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando
> aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o
> quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria
> direito
> à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso
> pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira
> do
> rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o
> valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não
> seja proposital para criar conflitos.
>
> Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de
> abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial.
> Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista
> com
> uma guerra racial.
>
> Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola
> não deu sinal de separatismo.
>
>
> Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
>
> O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa
> de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em
> parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada.
> Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república
> do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza;
> finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e
> tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
>
> É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça,
> terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão
> social
> contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério
> do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil
> pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá
> convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”
>
> Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo
> governo,
> mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o
> MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
>
> O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção
> estrangeira
>
> Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o
> progresso,
> mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos
> ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para
> produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a
> atividades econômicas modernas.
>
> Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até
> mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se
> intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para
> guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções,
> naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos
> recursos naturais.
>
> No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a
> serviço
> do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana
> iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área
> cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a
> construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina
> Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os
> candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o
> País.
>
> A três passos da guerra civil
>
> O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e
> outros
> similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será
> preciso
> muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
> sangrentos.
>
> Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização
> das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
>
> — Roraima não está totalmente pacificada;
>
> — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em
> criar lá novas reservas indígenas;
>
> — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações
> do MST;
>
> — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do
> ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
> Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho
> de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase
> certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá
> pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até
> terras
> cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda
> quando
> uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST
> no caso de Itaipu.
>
> Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o
> Exército
> (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será
> proposital?
>
> Que Deus guarde a todos vocês.
> _________
> O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência
> na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho
> da Amazônia.
>
>
> http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index
> php?option=com_content&task=view&id=7773&Itemid=1
>
>
> Novo Internet Explorer 8: faça tudo com menos cliques. Baixe agora, é
> gratis!
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27198 De: "Hudson Torion" <hudson_torion@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 3:56 am
Assunto: Re: Duvidas ao sair da aplicação
hudson_torion
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Valeu eduardo...


From: Eduardo Kraus
Sent: Monday, November 02, 2009 7:35 PM
To: flex-brasil@...
Subject: Re: [flex-brasil] Duvidas ao sair da aplicação


   Só via JS. *
Eduardo Kraus*
Desenvolvedor
eduardokraus@...
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2009/11/2 Hudson Torion <hudson_torion@...>

>
>
> Olá gente.
>
> Tenho uma duvida com relação ao fechamento do navegador, esta ação deveria
> chamar uma função no php, isso tem como fazer pelo o action ou somente pelo
> o Java script mesmo????
>
> Atenciosamente
> Hudson Dias
> www.alcancedigital.com.br
> hudson@... <hudson%40alcancedigital.com.br>
> (31)3434-6304 ou 8806-0649
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27199 De: "sosotero" <sosotero@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 10:58 am
Assunto: Foco na aplicação
sosotero
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá,

Estou com um problema identificado no Chrome e no IE6.
Estou abrindo uma outra página HTML ao clicar em um botão na aplicação FLEX mas
ao fechar esta página e retornar para a aplicação FLEX, o SWF não está focado,
tenho que clicar no SWF para este ganhar foco, no IE8 e FireFox não existe esse
problema, alguém poderia me ajudar com isso??

Agradecendo desde já.
Daniel.

#27201 De: Pergentino Araújo <jpergentino@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 11:18 am
Assunto: Re: Sair da lista
pergentinoar...
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2009/11/3 Luis Bilar <luis.bilar@...>

> Alguem poderia pelo amor de deus retirar o meu email da lista.
>
> Obrigado
>
>
>
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> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
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Atenciosamente, Pergentino Araújo.
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#27202 De: Juliano Matias <julianomatias@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 11:48 am
Assunto: Re: Sair da lista
juliano_b_ma...
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Mande um email para flex-brasil-unsubscribe@...
Ou leia o rodapé da mensagem, conforme destacado abaixo, tem um link para
você apenas clicar.:

[image: Yahoo!
Grupos]<http://br.groups.yahoo.com/;_ylc=X3oDMTJlcTViMGM1BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycEl\
kAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDZnRyBHNsawNnZnAEc3RpbWUDMTI1NzI0NzE\
5MQ-->

Alterar configurações via
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2009/11/3 Pergentino Araújo <jpergentino@...>

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Juliano Matias
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27203 De: "ARTHUR CAMARA" <arthurcamara@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 9:24 pm
Assunto: URL DO SISTEMA
arthurcamara...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Boa Noite a todos.



Estou com a seguinte duvida, quando utilizo no sistema algum TabNavigator ou
Acordion, ao clicar em algum desses componentes, a URL do sistema modifica,
ficando  ...../..... html#app=xxxx-selectedIndex=0 por exemplo.

Teria uma forma de deixar esta URL sempre fixa? Não mostrando o que está
selecionado?



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27204 De: Eduardo Kraus <eduardokraus@...>
Data: Ter, 3 de Nov de 2009 11:18 pm
Assunto: Re: URL DO SISTEMA
eduardo_kraus
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
isso ai é integração com o Browser. Para desativa-lo vá até a propriedades
do seu projeto e desabilite conforme imagem abaixo

[image:
?ui=2&view=att&th=124bc5726070f9cf&attid=0.1&disp=attd&realattid=ii_124bc5726070\
f9cf&zw]
*
Eduardo Kraus*
Desenvolvedor
eduardokraus@...
blog.mxml.com.br
www.twitter.com/EduardoKraus


2009/11/3 ARTHUR CAMARA <arthurcamara@...>

>
>
> Boa Noite a todos.
>
> Estou com a seguinte duvida, quando utilizo no sistema algum TabNavigator
> ou Acordion, ao clicar em algum desses componentes, a URL do sistema
> modifica, ficando ...../..... html#app=xxxx-selectedIndex=0 por exemplo.
>
> Teria uma forma de deixar esta URL sempre fixa? Não mostrando o que está
> selecionado?
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27205 De: rcard0
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 3:35 am
Assunto: Re: URL DO SISTEMA
rcard0
 
<mx:Application pageTitle="Meu titulo" historyManagementEnabled="false"/>



--- Em flex-brasil@..., "ARTHUR CAMARA" <arthurcamara@...>
escreveu
>
> Boa Noite a todos.
>
>
>
> Estou com a seguinte duvida, quando utilizo no sistema algum TabNavigator ou
Acordion, ao clicar em algum desses componentes, a URL do sistema modifica,
ficando  ...../..... html#app=xxxx-selectedIndex=0 por exemplo.
>
> Teria uma forma de deixar esta URL sempre fixa? Não mostrando o que está
selecionado?
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

#27206 De: "ARTHUR CAMARA" <arthurcamara@...>
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 10:56 am
Assunto: RES: Re: URL DO SISTEMA
arthurcamara...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Opa, o uso do historyManagementEnabled = "false" deu certo. Obrigado a todos que
responderam.







De: flex-brasil@... [mailto:flex-brasil@...] Em
nome de rcard0
Enviada em: quarta-feira, 4 de novembro de 2009 00:36
Para: flex-brasil@...
Assunto: [flex-brasil] Re: URL DO SISTEMA





<mx:Application pageTitle="Meu titulo" historyManagementEnabled="false"/>

--- Em flex-brasil@... <mailto:flex-brasil%40yahoogrupos.com.br>
, "ARTHUR CAMARA" <arthurcamara@...> escreveu
>
> Boa Noite a todos.
>
>
>
> Estou com a seguinte duvida, quando utilizo no sistema algum TabNavigator ou
Acordion, ao clicar em algum desses componentes, a URL do sistema modifica,
ficando ...../..... html#app=xxxx-selectedIndex=0 por exemplo.
>
> Teria uma forma de deixar esta URL sempre fixa? Não mostrando o que está
selecionado?
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27207 De: "jonatasfaria" <jonatasfaria@...>
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 2:53 pm
Assunto: Flex e Flash
jonatasfaria
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá pessoal.

Estou precissando saber se e possivel acessar as propriedades de um componente
feito em flash no flex, ou seja eu tenho um menu criado em flash e preciso
disparar alguns eventos para o flex. Seria como utilizar o menu em flash no
lugar de um ToggleButtonBar que atualmente tem um viewStack como dataProvider.
(no caso cada menu selecionaria um item do meu ViewStack)... caso vcs tenham
alguma sugestão...

Aguardo retorno

Abraços

Jonatas Faria

#27208 De: Hans Jakob Emmel <genetico.emmel@...>
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 6:49 pm
Assunto: Re: Flex e Flash
by_genetico
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Sim.  você pode disparara eventos no flash e capturar no flex.



2009/11/4 jonatasfaria <jonatasfaria@...>

>
>
> Olá pessoal.
>
> Estou precissando saber se e possivel acessar as propriedades de um
> componente feito em flash no flex, ou seja eu tenho um menu criado em flash
> e preciso disparar alguns eventos para o flex. Seria como utilizar o menu em
> flash no lugar de um ToggleButtonBar que atualmente tem um viewStack como
> dataProvider. (no caso cada menu selecionaria um item do meu ViewStack)...
> caso vcs tenham alguma sugestão...
>
> Aguardo retorno
>
> Abraços
>
> Jonatas Faria
>
>
>



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Hans Jakob Emmel
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Linux user #448867
http://counter.li.org/cgi-bin/runscript/display-person.cgi?user=448867


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27209 De: Hans Jakob Emmel <genetico.emmel@...>
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 6:50 pm
Assunto: Re: Flex e Flash
by_genetico
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
esse link vai te ajude:

http://fbflex.wordpress.com/2008/06/12/passing-data-from-flash-to-flex-and-back/
alem de eventos ele mostra por locaconnection.
2009/11/4 jonatasfaria <jonatasfaria@...>

>
>
> Olá pessoal.
>
> Estou precissando saber se e possivel acessar as propriedades de um
> componente feito em flash no flex, ou seja eu tenho um menu criado em flash
> e preciso disparar alguns eventos para o flex. Seria como utilizar o menu em
> flash no lugar de um ToggleButtonBar que atualmente tem um viewStack como
> dataProvider. (no caso cada menu selecionaria um item do meu ViewStack)...
> caso vcs tenham alguma sugestão...
>
> Aguardo retorno
>
> Abraços
>
> Jonatas Faria
>
>
>



--
Hans Jakob Emmel
http://papodeprogramador.com.br/
Linux user #448867
http://counter.li.org/cgi-bin/runscript/display-person.cgi?user=448867


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27210 De: "jonatasfaria" <jonatasfaria@...>
Data: Qua, 4 de Nov de 2009 8:15 pm
Assunto: Re: Flex e Flash
jonatasfaria
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Obrigado a todos pela dica.

Abs.

Jonatas

--- Em flex-brasil@..., Hans Jakob Emmel <genetico.emmel@...>
escreveu
>
> esse link vai te ajude:
>
>
http://fbflex.wordpress.com/2008/06/12/passing-data-from-flash-to-flex-and-back/
> alem de eventos ele mostra por locaconnection.
> 2009/11/4 jonatasfaria <jonatasfaria@...>
>
> >
> >
> > Olá pessoal.
> >
> > Estou precissando saber se e possivel acessar as propriedades de um
> > componente feito em flash no flex, ou seja eu tenho um menu criado em flash
> > e preciso disparar alguns eventos para o flex. Seria como utilizar o menu em
> > flash no lugar de um ToggleButtonBar que atualmente tem um viewStack como
> > dataProvider. (no caso cada menu selecionaria um item do meu ViewStack)...
> > caso vcs tenham alguma sugestão...
> >
> > Aguardo retorno
> >
> > Abraços
> >
> > Jonatas Faria
> >
> >
> >
>
>
>
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> Hans Jakob Emmel
> http://papodeprogramador.com.br/
> Linux user #448867
> http://counter.li.org/cgi-bin/runscript/display-person.cgi?user=448867
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

#27211 De: Gustavo Yu <gustavoyu@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 2:29 am
Assunto: janela modal redimensionável
gutoyu2003
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá pessoal, alguém sabe como fazer uma janela modal em flex que se
redimensiona de acordo com a altura e a largura da imagem?
Tipo como esse exemplo feito em javascript: http://www.shadowbox-js.com/

Obrigado

--
[]`s
Gustavo Yu Hasegawa


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27212 De: Eduardo Kraus <eduardokraus@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 2:32 am
Assunto: Re: janela modal redimensionável
eduardo_kraus
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Dentro da janela

this.height = imagem.height
this.width = imagem.width

Terás que somar as bordas para igualar
*
Eduardo Kraus*
Desenvolvedor
eduardokraus@...
blog.mxml.com.br
www.twitter.com/EduardoKraus



2009/11/5 Gustavo Yu <gustavoyu@...>

>
>
> Olá pessoal, alguém sabe como fazer uma janela modal em flex que se
> redimensiona de acordo com a altura e a largura da imagem?
> Tipo como esse exemplo feito em javascript: http://www.shadowbox-js.com/
>
> Obrigado
>
> --
> []`s
> Gustavo Yu Hasegawa
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27213 De: Fernando Benedet Ghisi <fernandoghisi@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 3:58 pm
Assunto: ContexMenus aninhados?
fernandoghisi
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Alguém sabe alguma forma de criar itens aninhados no ContextMenu? Procurei
na Web, mas não encontrei nada.

Por exemplo, o código abaixo insere a item "Copiar para" no menu de
contexto:

var sendToMenu: ContextMenu = new ContextMenu();
var menuItemCopy: ContextMenuItem = new ContextMenuItem("Copiar para");
//menuItemCopy.addEventListener(ContextMenuEvent.MENU_ITEM_SELECT,
menuItemCopySelected);
mainMenu.customItems.push(menuItemCopy);
this.contextMenu = mainMenu;

Eu gostaria de, a partir do item "Copiar para", abrir um novo menu de
contexto ao lado (sem fechar o atual), com as opções desse item.


Obs.: Geralmente o item com esse comportamento fica com uma setinha ao lado.


[]'s

--
Fernando Benedet Ghisi


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27214 De: Edner L. Bertão <edner.bertao@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 4:06 pm
Assunto: datagrid + combo
edner_stnet
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Pessoal,

    Estou com um datagrid e em uma determinada coluna tenho um combo. Até a
montagem tudo bem, está tudo aparecendo dentro do esperado, mas acontece que
esse combo deveria apresentar valores diferentes de acordo com o que está
nas outras colunas, mas só consigo deixar as mesmas opções em todos. Alguém
poderia dar uma luz ?

[ ]'s


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27215 De: Felipe Bianconi <felipebianconi@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 4:16 pm
Assunto: SDK 3.4
febianconi
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Boa tarde,

     alguém saberia me dizer o pq deste erro??? Esta acontecendo depois que
eu atualizei o sdk de 3.2 para o 3.4.

Flex Error #1001: Digest mismatch with RSL
(caminho da app)/framework_3.4.0.9271.swf. Redeploy
the matching RSL or relink your application with matching library.

Obrigado,
Felipe Bianconi


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#27216 De: "phrixbtz" <pierre@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 4:30 pm
Assunto: setFocus() em Módulo
phrixbtz
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Boa Tarde Pessoa,

Tenho um sistema que chama um módulo no formato de Canvas neste eu fiz no
creationComplete chamar um function e setar o Foco em um determinado campo porém
o focu é setado mas o curso não fica ali, sei q ele esta setando o focu pois a
cor do inputText se altera mas se eu escrever o cursos não esta ali

O código do Application:
creationComplete="fcnIniProg()"

private function fcnIniProg():void
{
	 PopUpManager.addPopUp(painel, this, true);
	 PopUpManager.centerPopUp(painel);
	 painel.addEventListener("VerifUsu", fcnVerifUsu);
}

e do Módulo:

creationComplete="fcnIniMod()"

private function fcnIniMod():void
		 {
			 inputUser.setFocus();
		 }

Se alguém tiver uma idéia agradeço !

#27217 De: "Luciano Santos" <luciano.santos@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 5:40 pm
Assunto: RES: SDK 3.4
luc_santos
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A mensagem de erro já está indicando o problema: você deve recompilar a sua
aplicação e colocar no site de os novos arquivos SWF e SWZ do framework.

Até mais.
Luciano Santos


-----Mensagem original-----
De: flex-brasil@... [mailto:flex-brasil@...]
Em nome de Felipe Bianconi
Enviada em: quinta-feira, 5 de novembro de 2009 13:17
Para: flex-brasil@...
Assunto: [flex-brasil] SDK 3.4

Boa tarde,

     alguém saberia me dizer o pq deste erro??? Esta acontecendo depois que
eu atualizei o sdk de 3.2 para o 3.4.

Flex Error #1001: Digest mismatch with RSL (caminho da
app)/framework_3.4.0.9271.swf. Redeploy the matching RSL or relink your
application with matching library.

Obrigado,
Felipe Bianconi


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#27218 De: Jefferson Soares <jef_ti@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 4:44 pm
Assunto: RE: SDK 3.4
jef_ti
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
acredito que o caminho para a biblioteca do sdk 3.4 está errado no momento da
compilação release, veja o caminho que estava na versão 3.2, isto está na
configuração de SDK's dentro do flex builder em propriedades do projeto.


espero que ajude!

Jefferson Soares Biernastki
Desenvolvimento - Novas Tecnologias
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To: flex-brasil@...
From: felipebianconi@...
Date: Thu, 5 Nov 2009 14:16:56 -0200
Subject: [flex-brasil] SDK 3.4





Boa tarde,

alguém saberia me dizer o pq deste erro??? Esta acontecendo depois que
eu atualizei o sdk de 3.2 para o 3.4.

Flex Error #1001: Digest mismatch with RSL
(caminho da app)/framework_3.4.0.9271.swf. Redeploy
the matching RSL or relink your application with matching library.

Obrigado,
Felipe Bianconi

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#27219 De: Felipe Bianconi <felipebianconi@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 6:03 pm
Assunto: Atualizando SDK de 3.2 para 3.4 + Flash Player 9 para Flash Player 10
febianconi
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Boa tarde,

ao fazer essa atualização do assunto, está me trazendo um erro, e não
consigo sair disso, vejam:

TypeError: Error #1010: Um termo é indefinido e não tem propriedades.
                at mx.controls.listClasses::
ListBase/setSelectionDataLoop()
                at mx.controls.listClasses::ListBase/commitSelectedItems()
e por ai vai o erro...

alguém sabe o que acontece??? se tem algum macete para fazer funcionar, já
tentei alterar na mão a versão do flash player no arquivo config do
framework, mas msm assim não foi... me ajudem!!!

Obrigado,
Felipe Bianconi


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#27220 De: bruno bg <bruno_bg@...>
Data: Qui, 5 de Nov de 2009 6:34 pm
Assunto: Re: datagrid + combo
bruno_bg@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Procure na lista e na web por ItemRenderer


abraço
bruno bg


2009/11/5 Edner L. Bertão <edner.bertao@...>

>
>
> Olá Pessoal,
>
> Estou com um datagrid e em uma determinada coluna tenho um combo. Até a
> montagem tudo bem, está tudo aparecendo dentro do esperado, mas acontece
> que
> esse combo deveria apresentar valores diferentes de acordo com o que está
> nas outras colunas, mas só consigo deixar as mesmas opções em todos. Alguém
> poderia dar uma luz ?
>
> [ ]'s
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>   <edner.bertao@...?subject=datagrid+++combo> | através de
email<flex-brasil@...?subject=datagrid+++combo>
> Mensagens neste
tópico<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/message/27214;_ylc=X3oDMTM3Z\
m4yN24zBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRtc2dJZAMyN\
zIxNARzZWMDZnRyBHNsawN2dHBjBHN0aW1lAzEyNTc0MzcyODkEdHBjSWQDMjcyMTQ->(
> 1)
>  Atividade nos últimos dias:
>
>    - Novos
usuários<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/members;_ylc=X3oDMTJnbTFva\
zM5BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDdnRsBHNsa\
wN2bWJycwRzdGltZQMxMjU3NDM3Mjg5?o=6>
>    4
>
>  Visite seu
Grupo<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil;_ylc=X3oDMTJmY2EzYjVyBF9TAzk3\
NDkwNDM3BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDdnRsBHNsawN2Z2hwBHN0\
aW1lAzEyNTc0MzcyODk-> Adicionar
> um novo
tópico<http://br.groups.yahoo.com/group/flex-brasil/post;_ylc=X3oDMTJmMDU0cTdtBF\
9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDZnRyBHNsawNudH\
BjBHN0aW1lAzEyNTc0MzcyODk->
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K=TDmaxcaJwjzgPYQIuH3v_w/A=5907407/R=0/id=mkp1/SIG=1263krmqq/*http://mfa.sky.pre\
dicta.net/mrm-ad/ad/url/?;c=93;sc=243;p=20;b=2161;>
>   [image: Yahoo!
Grupos]<http://br.groups.yahoo.com/;_ylc=X3oDMTJlZXZjdXBsBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycEl\
kAzEyNDIwNTQwBGdycHNwSWQDMjEzNzExMTI1OQRzZWMDZnRyBHNsawNnZnAEc3RpbWUDMTI1NzQzNzI\
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> Trocar para: Só
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