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filosofiadialetica · A Filosofia do Movimento
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Responder | Encaminhar Mensagem #175 de 194 |
AULA I (O conteúdo desta mensagem/aula está disponível no banco de arquivos
deste Grupo, na versão 6.0 do Word.)

Breve Introdução

Pedimos a todos os alunos que saboreiem o Curso de Introdução à
Filosofia de uma forma descontraída, evitando que formulemos pré-
conceitos antes mesmo de assimilarmos o conteúdo exposto. Também
acreditamos na necessidade de encontrarmos um ritmo para tal estudo,
uma vez que, dialeticamente, o filosofar não tem hora para começar,
nem hora para terminar. É devir.

Sendo assim, humildemente, aconselhamos aos interessados que leiam o
texto de cada mensagem/aula na íntegra, e, num posterior momento,
antes de passar para a próxima aula, releiam todo o conteúdo para
certificarem-se de que o exposto foi devidamente assimilado.

--------------------

FILOSOFIA DIALÉTICA O QUE É ISSO?

Filosofia. [Do grego philosophía, "amor à sabedoria", pelo latim
philosophia.] Estudo que se caracteriza pela intenção de ampliar
incessantemente a compreensão da realidade.

Também podemos considerar o conceito de filosofia como sendo um
movimento onde as perguntas são tão importantes quanto às respostas.
A interpretação do conceito, em movimento, da palavra filosofia, que
desejamos enfatizar no nosso estudo, é seu papel fundamental na luta
constante do homem pelo conhecimento e pelo autoconhecimento, assim
como, a vontade humana de interpretar e compreender o sentido da
vida.

A interpretação filosófica, efetivamente, liberta o homem de
ideologias selvagens e da alienação.

Filosofia, em movimento, é filosofar.

Dialética. [Fem. substantivo do adj. dialético] Filos. Conforme
Hegel, a natureza verdadeira e única da razão e do ser, que são
identificados um ao outro e se definem segundo o processo racional
que procede pela união incessante de contrários - tese e antítese -
numa categoria superior, a síntese. Conforme Marx o processo de
descrição exata do real.

Filosofia Dialética, objeto do nosso estudo, é um complexo
filosófico que reúne o conceito de lógica dialética, de ética
dialética e de política dialética, em movimento estético dialético.
Filosofia Dialética devir uma filosofia tão prática quanto teórica,
e tem, como objetivos práticos; investigar o movimento (lógica),
assim como, o comportamento dialético do indivíduo para consigo
mesmo (ética) e para fora de si (política), no "ritmo": síntese
harmoniosa de todas as coisas, e devir ausência total de alienação:
a estética dialética.

"Etimologicamente, alienação vem do latim alienatione, Filos.
Segundo Hegel, processo pelo qual ao observador ingênuo o mundo
parece constituído de coisas independentes umas das outras, e
indiferentes à consciência - independência e indiferença serão
negadas pelo conhecimento filosófico. Segundo Marx, situação
resultante dos fatores materiais dominantes da sociedade, e por ela
caracterizada, sobretudo no sistema em que o trabalho do homem se
processa de modo que produza coisas que imediatamente são separadas
dos interesses e do alcance de quem as produziu, para se
transformarem, indistintamente em mercadorias". (Aurélio Buarque de
Holanda Ferreira. Novo Dicionário da Língua Portuguesa, 2ª edição,
p. 86).

PARA QUE ESTUDAR FILOSOFIA DIALÉTICA?

Qual a vantagem prática de ser um dialético?

O agente dialético enxerga além do que os olhos apresentam por que
vê através da imaginação, do conceito em movimento.

Sente além do que seu tato informa, pois intuí.

Ouve além do que sua audição permite, pois "ouve" também seu
inconsciente.

Saboreia a vida através do devir sabedoria.

Sente o aroma da intensidade, da paixão.

Fala melhor por que fala com sinceridade, com liberdade, com
coragem.

O agente dialético potencializa todos os sentidos.

O agente dialético é, antes de tudo, um indivíduo em movimento, um
indivíduo que pensa, que pensa em movimento. Um pesquisador de si
mesmo e um investigador do movimento que o rodeia; um criativo, um
construtivo, um democrático, um corajoso.

O agente dialético não precisa de heróis, verdades, religiões,
propagandas, etc, para dizer-lhe, como deve pensar e agir!
O agente dialético é um PROTAGONISTA de sua própria história e luta
contra a "passividade dos corpos e das almas".

A interpretação introdutória de Filosofia Dialética, nos protegerá
através da lógica dialética e do comportamento ético dialético e
político dialético, aumentando as possibilidades de uma vida de paz,
amor, imaginação, criatividade e felicidade, a estética dialética.
É importante ressaltar que o conteúdo, a ter interpretação
introdutória sobre o que devém Filosofia Dialética , não está
comprometido com nenhuma corrente política, religiosa e nem
científica, assim como, não está a favor nem contra nenhuma ciência,
nenhuma corrente política ou religiosa.

A Filosofia Dialética está acima do dogmatismo, e, inclusive, não
pretende ser um novo dogma. A Filosofia Dialética não está a serviço
desse ou daquele sistema. O estudo de Filosofia Dialética, objeto do
nosso curso, deseja formar cidadãos livres.

A Filosofia Dialética devém uma Filosofia Ecológica e Política.
A Filosofia Dialética acredita em homens e mulheres socialmente
iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.

"Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for
útil; se não se deixar guiar pela submissão às idéias dominantes e
aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a
significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer
o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política
for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para
serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a
liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer
que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres
humanos são capazes."
(Marilena Chauí)


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MANIFESTO À FILOSOFIA
Um manifesto à salvação do animal racional.

Escrevemos com a responsabilidade de quem abre as portas do terceiro
milênio, daqui para frente, organizar palavras num papel significa
muito mais do que escrever. Com o avanço da tecnologia, o que
escrevemos hoje pode estar disponível para milhões de pessoas daqui
a mil, dez mil, cem mil anos, seja em páginas digitais ou em
arquivos indestrutíveis que resistam ao tempo. Logo, escrevemos
como "conversando" com a humanidade distante.

Mas como "conversar" com essas pessoas?

Com que "cara" poderemos contá-las que: quando já estávamos no ano
de dois mil e quatro (calendário cristão), e seis mil anos do
aparecimento da escrita, ainda precisávamos lutar para convencer o
poder estabelecido, tal como a sociedade de modo geral, assim como,
a nós mesmos, da necessidade do ensino de filosofia e do filosofar
durante toda vida?

O ensino de filosofia, e o filosofar são ferramentas fundamentais
para o estimulo e para a elaboração do pensamento abstrato; para o
desenvolvimento da criatividade, do conhecimento de si mesmo e da
história que nos rodeia; para o amadurecimento do indivíduo
(ajudando-o em todos os ritos de passagem que acontecem durante toda
a vida) e para o pleno desenvolvimento da autonomia no pensar e no
agir.

Acreditamos que o estudo de filosofia e o filosofar sejam
fundamentais para o desenvolvimento humano.

Numa sociedade filosoficamente correta, o ensino de filosofia e o
estímulo ao filosofar deveriam ser ministrados, já a partir da
alfabetização, quando a criança acaba de aprender a ler e
interpretar textos, até a terceira idade. Durante a vida escolar,
nas próprias escolas e universidades, já na vida adulta e produtiva,
em academias públicas ou privadas, abertas para o ensino de
filosofia e para o estímulo ao filosofar. Sem essa formação
filosófica ficamos a mercê das ideologias selvagens e dos dogmas.
Mais difícil do que "conversar" com nossos amigos do futuro, é
conversar com nossos filhos do presente!

Como orientá-los?

Que responder a eles e a elas?

Uma vez que o ensino de filosofia não está presente no currículo
escolar de todas as escolas e universidades, e não contamos com
academias próprias para tal, nós, pais do terceiro milênio, se
escolhemos uma orientação filosófica aprofundada para a sedimentação
do conhecimento dos nossos filhos, por conta própria, entregamos
para a sociedade pessoas de personalidade forte, cientes de si e do
mundo, com condições de mudar para melhor e saber utilizar a
liberdade plena de agir e de pensar. Porém, se esse movimento não é
seguido pela maioria dos pais, podemos criar jovens com dificuldade
de adaptação a uma sociedade alienada e dogmatizada, onde predomina
a covardia.

Por outro lado, se evitamos filosofar com nossos filhos e filhas,
permitimos que a mediocridade generalizada conquiste mais jovens
para o seu exército de alienados. Assim, acabamos colaborando para
que o nosso "amigo" do futuro sinta vergonha dos seus ancestrais ou,
quem sabe, estaremos contribuindo para que num futuro, mesmo que
distante, a humanidade ainda esteja alienada ao pensamento. Até
mesmo, por conseqüência dessa situação, quem sabe, nem teremos
humanidade num futuro resultante desse presente alienado.

Particularmente, como amo minhas filhas e como acredito na dialética
da filosofia, escolho orientá-las de maneira democrática, cientes de
sua capacidade interpretadora. Agindo assim, proporciono a elas
acesso à própria consciência, ao livre conceito, fazendo com que
elas vivam intensamente seus movimentos. Porém, sabendo respeitar o
tempo e a dimensão das outras pessoas. Assim o mundo ganha em
qualidade e, por conseqüência, duas agentes filosóficas.

ORIGENS DA DIALÉTICA
Por Moacir Gadotti

Na Grécia Antiga, a palavra `dialética' expressava um modo
específico de argumentar que consistia em descobrir as contradições
contidas no raciocínio do adversário (análise), negando, assim, a
validade de sua argumentação e superando-a por outra (síntese).
Sócrates foi considerado o maior dialético da Grécia. Utilizando-se
da dúvida sistemática, procedendo por análises e sínteses, elucidava
os termos das questões em disputa, fazendo nascer a verdade como um
parto no qual ele (o mestre) era apenas um instigador, um provocador
e o discípulo o verdadeiro descobridor e criador. Mas a dialética é
anterior a Sócrates.

Lao Tsé, autor do célebre livro Tao Te King (O livro do Tao), que
viveu sete séculos antes de Cristo, é considerado o `autor' da
dialética, não porque tenha elaborado suas leis, mas por tê-las
incorporado à sua doutrina, ou melhor, por tê-la fundado no
princípio mesmo da dialética, que é a contradição.
A dialética no sentido que chegou até nossos dias, como lógica da
natureza, dos homens, do conhecimento e da sociedade, iniciou-se com
Zenão de Eléia. Zenão ficou conhecido por seus inúmeros paradoxos e
por considerar a dialética como uma `filosofia da aparência'.
Outro filósofo pré-socrático que está na origem da dialética é
Heráclito de Éfeso. Para ele a realidade é um constante devir, na
qual prevalece a luta dos opostos: frio-calor, vida-morte, bem-mal,
saúde-doença, etc. Um se transformando no outro. Tudo muda tão
rapidamente, dizia ele, que não é possível banhar-se duas vezes no
mesmo rio: na segunda vez o rio não será mais o mesmo e nós mesmos
já teremos também mudado.

Ao contrário de Heráclito, Parmênides de Eléia sustentava que o
movimento era uma ilusão e que tudo é imutável.

Para Platão a dialética era um método de ascensão ao inteligível,
método de educação racional das idéias. Para ele a dialética era uma
técnica de pesquisa que se aplicava mediante a colaboração de duas
ou mais pessoas, procedendo por perguntas e respostas. O
conhecimento deveria nascer desse encontro.

Para Aristóteles, a quem Marx chama de `o maior pensador da
Antigüidade', a dialética era apenas auxiliar da filosofia. Ele a
reduzia à atividade crítica. Era apenas uma aparência da filosofia,
uma `lógica do provável'. Para ele o método dialético não conduz ao
conhecimento, mas à disputa, à probabilidade, à opinião.
No início da Idade Moderna a dialética foi julgada inútil, na medida
em que se considerava que Aristóteles já havia dito tudo sobre a
lógica e nada havia a se acrescentar.

A dialética é uma lógica das aparências. Assim pensavam Descartes e
Kant. Apesar disso, a concepção do método dialético avança com a
exposição feita por Descartes em seu Discurso do Método, propondo
regras para a análise, para atingir cada elemento do objeto ou
fenômeno estudado e a síntese ou reconstituição do conjunto.

É só a partir de Hegel que a dialética retorna como tema central da
filosofia e como filosofia. Segundo ele a dialética é o momento
negativo de toda a realidade, aquilo que tem a possibilidade de não
ser, de negar-se a si mesma. Entretanto, para Hegel a razão não é
apenas o entendimento da realidade como queria Kant, mas a própria
realidade: "o racional é real e o real é racional". A idéia, a
razão, é o próprio mundo que evolui, muda, progride, é a história.
Portanto, a história universal é ao mesmo tempo domínio do mutável e
manifestação da razão. Hegel concebe o processo racional como um
processo dialético no qual a contradição não é considerada
como "ilógica", paradoxal, mas como o verdadeiro motor do
pensamento, ao mesmo tempo em que é o motor da história, já que a
história não é senão o pensamento que se realiza.

Em Marx e Engels a dialética assume um status filosófico. Marx
substitui o idealismo de Hegel por um realismo materialista. Para
ele, o modo de produção da vida material condiciona o processo da
vida social, política, espiritual em geral. Não é a consciência do
homem que determina o seu ser, mas pelo contrário, o seu ser social
é que determina a sua consciência. A dialética de Hegel fechava-se
no mundo do espírito, e Marx a inverte, colocando-a na terra, na
matéria.

O que distingue Marx de Hegel, na explicação do movimento (apesar de
ambos acreditarem que o movimento se dá pela contradição) é que,
enquanto Hegel, localiza o movimento contraditório na lógica, Marx o
localiza no seio da própria coisa, de todas as coisas, e em íntima
interação com elas."

(Moacir Gadotti. Concepção Dialética da Educação - Um Estudo
Introdutório, 12ª edição, p. 15).

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DECLARAÇÃO DE PARIS PARA A FILOSOFIA *
Jornadas Filosóficas da UNESCO - "Filosofia e Democracia no Mundo"
Paris, 15 e 16 de fevereiro de 1995.

Nós, participantes das jornadas internacionais de estudo "Filosofia
e democracia no mundo", organizadas pela UNESCO, que ocorreram em
Paris, nos dias 15 e 16 de fevereiro de 1995,

Constatamos que os problemas de que trata a filosofia são os da vida
e da existência dos homens considerados universalmente,

Estimamos que a reflexão filosófica pode e deve contribuir para a
compreensão e conduta dos afazeres humanos,

Consideramos que a atividade filosófica, que não subtrai nenhuma
idéia à livre discussão, que se esforça em precisar as definições
exatas das noções utilizadas, em verificar a validade dos
raciocínios, em examinar com atenção os argumentos dos outros,
permite a cada um aprender a pensar por si mesmo,

Sublinhamos que o ensino de filosofia favorece a abertura do
espírito, a responsabilidade cívica, a compreensão e a tolerância
entre os indivíduos e entre os grupos,

Reafirmamos que a educação filosófica, formando espíritos livres e
reflexivos - capazes de resistir às diversas formas de propaganda,
de fanatismo, de exclusão e de intolerância - contribui para a paz e
prepara cada um a assumir suas responsabilidades face às grandes
interrogações contemporâneas, notadamente no domínio da ética,

Julgamos que o desenvolvimento da reflexão filosófica, no ensino e
na vida cultural, contribui de maneira importante para a formação de
cidadãos, no exercício de sua capacidade de julgamento, elemento
fundamental de toda democracia.

É por isso que, engajando-nos em fazer tudo o que esteja em nosso
poder - nas nossas instituições e em nossos respectivos países -
para realizar tais objetivos, declaramos que:

Uma atividade filosófica livre deve ser garantida por toda parte -
sob todas as formas e em todos os lugares onde ela possa se exercer -
a todos os indivíduos;

O ensino de filosofia deve ser preservado ou estendido onde já
existe, criado onde ainda não exista, e denominado
explicitamente 'filosofia';

O ensino de filosofia deve ser assegurado por professores
competentes, especialmente formados para esse fim, e não pode estar
subordinado a nenhum imperativo econômico, técnico, religioso,
político ou ideológico;

Permanecendo totalmente autônomo, o ensino de filosofia deve ser, em
toda parte onde isto é possível, efetivamente associado - e não
simplesmente justaposto - às formações universitárias ou
profissionais, em todos os domínios;

A difusão de livros acessíveis a um largo público, tanto por sua
linguagem quanto por seu preço de venda, a geração de emissões de
rádio ou de televisão, de audiocassetes ou videocassetes, a
utilização pedagógica de todos os meios audiovisuais e informáticos,
a criação de múltiplos espaços de debates livres, e todas as
iniciativas susceptíveis de fazer aceder um maior número a uma
primeira compreensão das questões e dos métodos filosóficos devem
ser encorajadas, a fim de constituir uma educação filosófica de
adultos;

O conhecimento das reflexões filosóficas das diferentes culturas, a
comparação de seus aportes respectivos e a análise daquilo que os
aproxima e daquilo que os opõe, devem ser perseguidos e sustentados
pelas instituições de pesquisa e de ensino;

A atividade filosófica, como prática livre da reflexão, não pode
considerar alguma verdade como definitivamente alcançada, e incita a
respeitar as convicções de cada um; mas ela não deve, em nenhum
caso, sob pena de negar-se a si mesma, aceitar doutrinas que neguem
a liberdade de outrem, injuriando a dignidade humana e engendrando a
barbárie.

Esta declaração foi subscrita por:
Prof. Ruben G. Apressian (Instituto de Filosofia da Academia de
Ciências de Moscou, Federação Russa), Prof. Tanella Boni-Koné
(Universidade de Abidjan, Costa do Marfim), Prof. Tzotcho Boyadjiev
(Universidade Saint Klément Ohridski, Sófia, Bulgária), Prof. In-Suk
Cha (Secretário Geral da Comissäo Nacional para a UNESCO da
República da Coréia, Seul, República da Coréia ), Prof. Marilena
Chaui (Universidade de São Paulo, Brasil), Prof. Donald Davidson
(Universidade de Berkeley, USA), Prof. Souleymane Bachir Diagne
(Universidade de Dakar, Senegal ), Prof. François Dossou
(Universidade Nacional do Benin, Cotonou, Benin), Prof. Michaël
Dummett (Oxford, Reino Unido), Prof. Artan Fuga (Universidade de
Tirana, Albânia), Prof. Humberto Gianini (Universidade de San Tiago
do Chile, Chile), Prof. Paulin J. Houtondji (Universidade Nacional
do Benin, Benin), Prof. Joanna Kuçuradi (Secretária Geral da
Federação Internacional das Sociedades de Filosofia, Ancara,
Turquia), Prof. Dominique Lecourt (Universidade de Paris VII, Paris,
França), Prof. Nelly Motroshilova (Universidade de Moscou, Federação
da Rússia), Prof. Satchidananda Murty (Vice-Presidente da Federação
Internacional das Sociedades de Filosofia, Índia), Prof. Ulrich
Johannes Schneider (Universidade de Leipzig, Alemanha), Prof. Peter
Serracino Inglott (Reitor da Universidade de Malta), S. E. Mohammed
Allal Sinaceur (Antigo Diretor da Divisão de Filosofia da UNESCO,
Rabat, Marrocos), Prof. Richard Susterman (Temple University,
Filadélfia, USA), Prof. Fathi Triki ( Decano da Faculdade de Letras
e Ciências Humanas de Sfax, Tunísia), Prof. Susana Villavicencio
(Universidade de Buenos Aires, Argentina)."

* Extraído de: UNESCO. Philosophie et Démocratie dans le Monde - Une
enquête de l'UNESCO. Librairie Génerale Française, 1995, p. 13-14

























Sex, 8 de Jul de 2005 10:13 pm

manelhi
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Marcello Anelhi
manelhi
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8 de Jul de 2005
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