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etnolinguistica · Línguas indígenas da América do Sul

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#3293 De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Data: Ter, 15 de Mai de 2012 1:45 pm
Assunto: Imprensa: "Você fala nheengatu?"
eduardo_rivail
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Mais uma contribuição do Estadão pro desconhecimento das línguas indígenas:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,voce-fala-nheengatu-,858800,0.htm

-----
Você fala nheengatu?
09 de abril de 2012 | 3h 05

José de Souza Martins, de O Estado de S.Paulo

Se não fala, vai ter muita dificuldade para viver em São Paulo,
transitar ou mesmo conversar. Vá que você coma algo que lhe faça mal
às pacueras ou que tenha um parente muquirana que lhe negue uns
trocados quando precise. O que fará você quando alguém lhe disser que
está com dor nos óio, coceira na orêia, brigado com a muié, palavras
portuguesas com pronúncia nheengatu?

Na metrópole, há 34 estações com nome nheengatu, sem contar os nomes
de ruas e os nomes de pessoas, como Iara ou Maíra. Quem não fala
nheengatu nem pode tomar os trens, usar o metrô ou utilizar os ônibus
da cidade. Como vai dizer aqueles nomes, escritos nessa língua, para
comprar um bilhete ou pedir uma informação?

Não poderá transitar pela Rua da Tabatinguera, a mais antiga de São
Paulo, de quando a gente de Piratininga fazia fuxico em nheengatu e ia
para a beira do Rio Tamanduateí buscar tabatinga para caiar as casas.
Não poderá cruzar a ponte para ir à Mooca, não por medo dos tamanduás.
Não poderá nem mesmo passear pelo Vale do Anhangabaú, sob o qual passa
o ribeirão em que outrora Anhangá assombrava os índios com seus
malefícios e sua água envenenada, que, mais tarde se descobriu,
continha arsênico. Vade retro! E como morar na Vila Prudente e estudar
na Cidade Universitária, tendo que cruzar a Mooca, o Anhangabaú e o
Butantã? Só falando nheengatu. E menos ainda passar o domingo com a
família no Ibirapuera.

A Mooca em que, no século 17, o opulento Manuel João Branco criava
gado, que administrava o ouro do Jaraguá, em nheengatu, e o gastava em
português. O mesmo Manuel João que circulava em Lisboa carregado numa
rede paulista por índios levados de São Paulo, aos quais dava ordens
em nheengatu, quando para lá foi levar um pequeno cacho de bananas, de
ouro, para presentear e bajular o rei de Portugal, Dom João IV, o
Afortunado.

Se viajar de trem e não conseguir relaxar a língua para dizer os nomes
nheengatu, não chegará ao Ipiranga, Tamanduateí, Utinga, Capuava,
Guapituba, Paranapiacaba ou, no lado oposto, Piqueri, Pirituba,
Jaraguá, Caieiras, Jundiaí. Nem sei como Dom Pedro foi proclamar a
Independência verde e amarela no rio vermelho do Ipiranga, se não
falava nheengatu. Ou falava e não sabia?

E coitado de quem tiver de ir a Carapicuíba, Itapecerica ou Embu.
Cuidado, é só pedra e cobra! Se for a Mogi das Cruzes por
Itaquaquecetuba, Itaquera, Guaianases, dá no mesmo, pedra e cobra. A
cobra de Mogi o esperará nas Cruzes.

Mas, se você consegue falar esses nomes todos e não se perde, saiba
que apesar da proibição da língua nheengatu pelo rei de Portugal, em
1727, você é bilíngue: pensa em português, língua estrangeira, e fala
em nheengatu, a língua brasileira.

Pena que na escola não nos digam isso. O fantasma do rei de Portugal
ainda manda em nossa educação.

--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9

#3294 De: "Alan Vogel" <alan_vogel@...>
Data: Ter, 15 de Mai de 2012 4:33 pm
Assunto: Publicações da SIL-Brasil
vogelalan
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Avisamos aos colegas da lista Etnolinguística da publicação de quatro novos trabalhos sobre línguas indígenas do Brasil no nosso site:
 
LaVera Betts, 2012, Kagwahiva Dictionary.
 
 
Este dicionário é baseado no Dicionário Parintintin-Português, Português-Partintintin (http://www.sil.org/americas/brasil/publcns/dictgram/PNDict.pdf) da mesma autora, mas inclue muitos dados de Tenharim, Karipuna, Uru-eu-wau-wau, e Amundava.
 
Alan Vogel, 2012, Jarawara Interlinear Texts Vol. 1 e Textos Jarawaras Interlineares Vol. 1.
 
 
 
São revisões das respectivas edições de 2007, com muitos novos textos.
 
Nancy Evelyn Butler e Elizabeth (Bete) Muriel Ekdahl, 2012, Aprenda Terena Vol. 1.
 
 
Uma edição pouco revisada da edição impressa de 1979. A única mudança significativa é que esta edição reflete as revisões na ortografia.
 
Douglas Meland e Doris Meland, 2010, Phonemic Statement of the Fulniô Language.
 
 
Versão online da que havia sido disponibilizada em 1967 pelo Arquivo Linguístico.
 
 
Alan Vogel
Associação Internacional de Linguística – SIL Brasil
 

#3295 De: "Etnolinguistica.Org (Admin)" <site@...>
Data: Ter, 15 de Mai de 2012 8:44 pm
Assunto: Defesa: Chiquitano, por Áurea Cavalcante Santana, Goiânia, 31/maio
etnolinguist...
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Divulgue este evento no Twitter:

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Doutoranda: Áurea Cavalcante Santana              

 

Título: “Línguas Cruzadas, Histórias que se Mesclam: Ações de Documentação, Valorização e Fortalecimento da Língua Chiquitano no Brasil”

 

Data: 31 de maio de 2012

Horário: 9h

Local: Miniauditório Prof. Egidio Turchi

 

Banca Examinadora:

Profa. Dra. Maria do Socorro P. da Silva– Orientadora e Presidente/FL/UFG 

Profa. Dra. Mônica Veloso Borges/Co-orientadora/FL/UFG    

Profa. Dra Carmem Lúcia da Silva/UFMT 

Prof. Dr Leandro Mendes Rocha/FH/UFG

Profa. Dra Tânia F. Rezende/FL/UFG


-----------
A rede Etnolinguistica.Org (http://www.etnolinguistica.org), portal de informações sobre línguas sul-americanas, é mantida integralmente por voluntários. Participe!

Sugestões? Correções? Dúvidas? Entre em contato com os webmasters:
http://www.etnolinguistica.org/contato

#3296 De: "albuquerque.judite" <albuquerque.judite@...>
Data: Ter, 15 de Mai de 2012 8:55 pm
Assunto: Re: Defesa: Chiquitano, por Áurea Cavalcante Santana, Goiânia, 31/maio
albuquerque.judite@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Oi Áurea,
assim que defender a tese, por favor, diponibilize o texto pra gente.
UNEMAT/Cáceres tem grande interesse nessa pesquisa. Temos grupos de pesquisa aqui também.
Obrigada, boa defesa!
Judite



Em 15/05/2012 17:44, Etnolinguistica.Org (Admin) < site@... > escreveu:
 

Divulgue este evento no Twitter:
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Doutoranda: Áurea Cavalcante Santana              

 

Título: “Línguas Cruzadas, Histórias que se Mesclam: Ações de Documentação, Valorização e Fortalecimento da Língua Chiquitano no Brasilâ€

 

Data: 31 de maio de 2012

Horário: 9h

Local: Miniauditório Prof. Egidio Turchi

 

Banca Examinadora:

Profa. Dra. Maria do Socorro P. da Silva– Orientadora e Presidente/FL/UFG 

Profa. Dra. MÃ?nica Veloso Borges/Co-orientadora/FL/UFG    

Profa. Dra Carmem Lúcia da Silva/UFMT 

Prof. Dr Leandro Mendes Rocha/FH/UFG

Profa. Dra Tânia F. Rezende/FL/UFG


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#3297 De: "Etnolinguistica.Org (Admin)" <site@...>
Data: Qui, 17 de Mai de 2012 3:43 pm
Assunto: Tese: Análise fonética e fonológica da língua Krenak e abordagem preliminar de contos Botocudo (Pessoa 2012)
etnolinguist...
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A seguinte tese, disponível na biblioteca digital da Unicamp, acaba de
ser adicionada ao nosso banco de teses e dissertações:

Pessoa, Katia Nepomuceno. 2012
Análise fonética e fonológica da língua Krenak e abordagem preliminar
de contos Botocudo
Orientação: Lucy Seki
Doutorado, Unicamp
http://www.etnolinguistica.org/tese:pessoa-2012

---
Divulgue este recurso no Twitter:
https://twitter.com/etnolinguistica/status/203147652727177217

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#3298 De: "Etnolinguistica.Org (Admin)" <site@...>
Data: Qui, 17 de Mai de 2012 5:53 pm
Assunto: Tese: Tempo, aspecto e modo em contextos discursivos no Kaingang Sul (Jê) (Gonçalves 2011)
etnolinguist...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A seguinte tese, disponível na biblioteca digital da Unicamp, acaba de
ser adicionada ao nosso banco de teses e dissertações:

Gonçalves, Solange Aparecida. 2011
Tempo, aspecto e modo em contextos discursivos no Kaingang Sul (Jê)
Orientação: Wilmar da Rocha D'Angelis
Doutorado, Unicamp
http://www.etnolinguistica.org/tese:goncalves-2011

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Divulgue este recurso no Twitter:
https://twitter.com/etnolinguistica/status/203179455068377088

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#3299 De: Marcelo Jolkesky <marjolkesky@...>
Data: Qui, 17 de Mai de 2012 10:13 pm
Assunto: Evento: Workshop sobre tempo, aspecto e modalidade em línguas indígenas sulamericanas
marjolkesky
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WORKSHOP SOBRE TEMPO ASPECTO E MODALIDADE EM LÍNGUAS INDÍGENAS SULAMERICANAS

                                              

                                               19-27 de maio de 2012

 

Promoção:

·        Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília

 

Apoio:

·        Instituto de Letras da Universidade de Brasília

·        Núcleo de Estudos sobre a Amazônia, NEAz/Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares, CEAM

 

 

 

OFICINAS: 19-23 de maio de 2012

Local: Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília - ICC Sul, BSS 231

 

SESSÕES DE CONFERÊNCIAS E PAINÉIS:  24-27 de maio de 2012

Local : Auditório do CEAM

 

 

OFICINAS

 

19 a 23 de maio, das 09:00 às 12:00

 

OFICINA KAXARARÍ : Linguística Histórica da Família Páno

 

Coordenadores:

 

  • Pilar Valenzuela, Associate Professor at Chapell University, California
  • Aryon D. Rodrigues, Coordenador do Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília
  • Celsos   Souza   da Silva  Kaxarari, Professor da DEDUC/AC

 

  • Francisca Souza da Silva Kaxararí, Professora da SEDUC/AC
  • Sanderson Soares de Oliveira, Pesquisador no Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília
  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Vice-Coordenadora do Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília

 

 

 

 

19 a 23 de maio, das 15:00 às 17:00

 

OFICINA: Metodologia de investigação sobre Tempo Aspecto e Modalidade

 

Coordenadores:

 

  • Zlatka Guentcheva, Directrice de recherche émérite, Docteur d'EtatAncienne directrice du LACITO (2000-2008), Docteur Honoris Causa de l’Université de Sofia (30 mai 2007)

 

  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Vice-coordenadora do Laboratório de Línguas Indígenas da Unievrsidade de Brasília

 

 

 

 

 

SESSÕES DE CONFERÊNCIAS E PAINÉIS

                                              

24-27 DE MAIO DE  2012

 

 

 

24 de maio de 2012 (Manhã)

 

8h – 10:30    

 

MINICURSO : Tense and Aspect: a semantic approach

 

Ministrante: Judith Tonhauser, Assistant Professor at the Department of Linguistics, The Ohio State University

 

 

10:30 – 10:45           Café

 

10:45 – 12h  Conferência: Temporal and aspectual reference of noun phrases

 

  • Judith Tonhauser, Assistant Professor at the Department of Linguistics, The Ohio State University

 

 

24 de maio de 2012 (Tarde)

 

 

15h – 16h    

 

Painel sobre tempo e aspecto em línguas do tronco Tupí - 1

 

  • Jorge Domingues Lopes, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília/ Universidade Federal do Pará
  • Suseile de Andrade Sousa, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ariel Pheula do Couto e Silva, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Maria Gouveia Cavalcanti Aguilar, Universidade Federal de Rondônia/Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Risoleta Maria Julião, Universidade Federal do Pará
  • Eliete de Jesus Braruá Solano, Universidade Estadual do Pará/Laboratório de Línguas Indígenas

 

 

16h – 16:15  Café

 

16:15 – 17:00          

 

Conferência: Aspecto gramatical em Mawé

 

  • Dulce do Carmo Franceschini, Universidade Federal de Uberlândia/Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

 

 

25 de maio de 2012 (manhã)

 

8h – 9h         

Conferência: Projection, actuality and retrospection: a Tupian view of the beings in the world

  • Aryon Dall'Igna Rodrigues, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

9h – 10h       

Painel sobre tempo e aspecto em línguas do tronco Tupí - 2

 

  • Jorge Domingues Lopes, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília/ Universidade Federal do Pará
  • Suseile de Andrade Sousa, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ariel Pheula do Couto e Silva, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Maria Gouveia Cavalcanti Aguilar, Universidade Federal de Rondônia/Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Risoleta Maria Julião, Universidade Federal do Pará
  • Eliete de Jesus Braruá Solano, Universidade Estadual do Pará/Laboratório de Línguas Indígenas

 

 

10h – 10:15  Café

 

10:15 – 12h Conferência: A interpretação das construções verbais complexas  em algumas línguas Tupí-Guaraní

 

  • Márcia Maria Dâmaso Vieira, Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

 

25 de maio de 2012 (Tarde)

 

14:00-15:00

 

Painel sobre tempo e aspecto em línguas do tronco Tupí - 3

 

  • Paltu Kamayurá, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Wary Kamayurá, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Mauro Carvalho, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

15:00 às 16:00

 

 

Painel sobre tempo e aspecto nas línguas Kalapalo, Mehinaku e Manchineri

Coordenadores:

 

  • Makaulaka Mehinaku, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Kaman Nahukua, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Lucas Artur Manchineri, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Fernando Orphão de Carvalho, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

16h – 16:15  Café

 

16:15 – 17:15h

 

            Painel sobre tempo e aspecto em línguas do tronco Macro-Jê - 1

  • Marcelo Jolkesky, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Nanblá Gakran, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Rodrigo Prudente, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  •  Wilmar D`Angelis, IEL, Unicamp/Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Solange Aparecida Gonçalves

 

17:15:18:00 Conferência: Aprofundando as noções de Tempo e Modalidade em Tupí-Guaraní

  • Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

26 de maio de 2012 (Manhã)

 

8h – 9h         

17:15-18-15

 

Painel sobre tempo e aspecto em línguas do tronco Macro-Jê - 2

 

  • Maxwell Gomes Miranda, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Lucivaldo Costa, Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília
  • Francisco Edwiges Albuquerque, Universidade Federal do Tocantins/Laboratório de Línguas Indígenas, Universidade de Brasília

 

09:10 Conferência: Revisitando a análise de tempo em Tikúna

  • Marília Facó Soares, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro
  •  

10h – 10:15  Café

           

10:15 – 12h 

 

Painel sobre tempo e aspecto em línguas da Família Páno

 

  • Pilar Valenzuela Bismarck, Associate Professor at Chapman University, California
  • Sanderson Castro Soares de Oliveira, Laboratório de Línguas Indígenas, UnB
  • Joaquim Paulo de Lima Kaxinawá, Laboratório de Línguas Indígenas, UnB

           

 

26 de maio de 2012

 

14h – 15h     Conferência

  1. Pilar Valenzuela Bismarck, Associate Professor at Chapman University, California

 

15h – 16h     Conferência : Théorie énonciative et modalisation de l'aspect et du temps: concepts aspectuels de base, référentiels temporels et intervalles topologiques de représentation

 

  •             Zlatka Guentcheva, Directrice de recherche émérite, Docteur d'Etat, Ancienne directrice du LACITO (2000-2008), Docteur Honoris Causa de l’Université de Sofia (30 mai 2007)

 

16h – 16:15  Café

 

16:15 – 17h  Avaliação do evento e prévia da pauta para o próximo Worshop

 

17:00 Encerramento

 

27 de maio

12:00 - Almoço de confraternização

 

==============

Inscrições através do endereço  de e-mail lali@...

Informações: 55 61 33072177 ou lali@...


#3300 De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Data: Sex, 18 de Mai de 2012 1:29 am
Assunto: Documentário sobre o cipó kupá entre os Kaiapó
eduardo_rivail
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados,

O pesquisador Fábio Freitas (Cenargem, Embrapa) e o cineasta Celso
Viviani concluíram recentemente um documentário sobre a reintrodução
do cipó kupá entre os Kaiapó da aldeia Capoto. O filme está disponível
no YouTube e no Vimeo, e pode ser acessado através do seguinte
endereço:

http://www.etnolinguistica.org/media:kupa

O vídeo é muito interessante não só pra quem se interessa por culturas
Jê, mas também aqueles interessados em domesticação de plantas,
preservação de cultivos tradicionais e agriculturas indígenas.  Para
uma compilação de informações sobre o kupá e sua importância
etnográfica (e, potencialmente, etnolingüística), vejam minhas notas
(preliminares) de pesquisa:

http://wado.us/note:kupa

Abraços,

Eduardo

--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9

#3301 De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Data: Sex, 18 de Mai de 2012 4:13 am
Assunto: Biblio Nimuendajú no Twitter: 300 seguidores!
nimuendaju...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Nossa conta no Twitter acaba de alcançar a marca dos 300 seguidores.
Se você é usuário do Twitter, esta é uma das maneiras mais rápidas de
receber -- e compartilhar com seus amigos e colegas -- notícias sobre
novidades no acervo da Biblioteca Digital Curt Nimuendaju:

http://twitter.com/nimuendaju

--
Biblioteca Digital Curt Nimuendaju
http://biblio.etnolinguistica.org/

Para receber informações sobre novos acréscimos ao acervo da
Biblioteca, acompanhe-nos no Twitter (http://twitter.com/nimuendaju)
ou no Facebook (http://facebook.com/nimuendaju), ou assine nossa lista
de anúncios:
http://groups.google.com/group/nimuendaju

A Biblioteca Digital Curt Nimuendaju é uma iniciativa do portal
Etnolinguistica.Org, que oferece, entre outros recursos, um banco de
teses e dissertações (http://etnolinguistica.org/teses) e uma revista
eletrônica, Cadernos de Etnolingüística (ISSN 1946-7095,
http://etnolinguistica.org/cadernos).

#3302 De: "Antoine Guillaume" <Antoine.Guillaume@...>
Data: Seg, 21 de Mai de 2012 3:50 pm
Assunto: Convocatoria para contribuciones a publicacion "Estudios Pano y Takana"
Antoine.Guillaume@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Estimados colegas,

 

En el pasado mes de abril se llevo a cabo el Simposio "Pano y Takana: Morfosintaxis Sincronica y Diacronica", en el marco del Coloquio Internacional Amazonicas 4, que tuvo lugar en la ciudad de Lima, Peru. Durante este simposio se tomo la decision de publicar los trabajos presentados en la Revista Amerindia, a fin de contribuir al avance y difusion de los estudios de las lenguas Pano y Takana, en las subdisciplinas de fonologia, morfologia, sintaxis, linguistica historica y lexico. Mediante este aviso extendemos la invitacion a aquellos estudiosos de lenguas pertenecientes a las mencionadas familias linguisticas que no asistieron al simposio en Lima. Los trabajos deberan ser escritos preferentemente en espanol o portugues, aunque tambien se aceptaran trabajos en ingles y frances. Los interesados deberan enviar un titulo y un breve resumen del tema que desean desarrollar a las siguientes direcciones electronicas: valenzuela@... y/o antoine.guillaume@.... El plazo para la recepcion de resumenes es el 31 de mayo.

 

Cordialmente,

 

Antoine Guillaume

Pilar Valenzuela


#3303 De: ABECS <abecs@...>
Data: Ter, 22 de Mai de 2012 11:40 pm
Assunto: Formal Approaches to Creole Studies III
abecspapia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
#3304 De: "Francoise Rose" <Francoise.Rose@...>
Data: Qui, 24 de Mai de 2012 7:33 am
Assunto: genderlects
Francoise.Rose@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Dear all,

 

I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, CocaÌma, Island Carib, KarajaÌ, Pirahã, Xavante, Guajiro, NambikwaÌra, KamaiuraÌ.

 

I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: KayabiÌ, Mojeño, AwetiÌ, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.

 

I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!

 

Very best,

 

Françoise

 

Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.

 

 

 

Françoise ROSE

Chargée de Recherches 1ère classe CNRS

Laboratoire Dynamique Du Langage

Institut des Sciences de l’Homme

14 avenue Berthelot

69 363 Lyon cedex 07

(33)4 72 72 64 63

 

 

 


#3305 De: José Álvarez <alijuna@...>
Data: Qui, 24 de Mai de 2012 2:17 pm
Assunto: Re: genderlects
alijuna
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Dear Françoise,

You quote and give the reference to Borges 2000. I have not been able to get a copy of this item. I'm interested in it because you mention that he says Guajiro shows distinctions between male and female speeches. I'm curious about this. Up to now, I had thought that Guajiro exhibits straightforward gender. So, I'm dying to see his data and analyses. If you have a pdf copy, will you please send it to me? 

Big hug,

José "Pipo" Álvarez


De: Francoise Rose <Francoise.Rose@...>
Para: etnolinguistica@...
Enviado: Jueves, 24 de mayo, 2012 3:03 A.M.
Asunto: [etnolinguistica] genderlects

 
Dear all,
 
I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, Cocáma, Island Carib, Karajá, Pirahã, Xavante, Guajiro, Nambikwára, Kamaiurá.
 
I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: Kayabí, Mojeño, Awetí, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.
 
I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!
 
Very best,
 
Françoise
 
Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.
 
 
 
Françoise ROSE
Chargée de Recherches 1ère classe CNRS
Laboratoire Dynamique Du Langage
Institut des Sciences de l’Homme
14 avenue Berthelot
69 363 Lyon cedex 07
(33)4 72 72 64 63
 
 
 



#3306 De: Wolf Dietrich <dietriw@...>
Data: Qui, 24 de Mai de 2012 4:22 pm
Assunto: Re: genderlects
szigligeti40
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Chère Françoise,

la distinction entre langage masculin et langage féminin nous a occupés
pendant toute la période de l'élaboration du second volume de l'Atlas
Lingüístico Guaraní-Románico, dont le sujet est la terminologie guarani des
relations de parenté. Or, les langues tupi-guarani traditionnelles présentent
un vocabulaire relatif à la parenté qui est caractérisé par une distinction
qu'on a l'habitude d'appeler distinction entre langage masculin et langage
féminin ('fils' ou 'fille' par rapport à l'homme ou par rapport à la femme;
frère aîné ou frère cadet par rapport à l'homme opposé à un seul terme
'frère'
par rapport à la femme; soeur aînée ou soeur cadette par rapport à la femme
opposée à un seul terme 'soeur pa rapport à l'homme', etc.).
Le véritable langage masculin et langage féminin consiste, pourtant, en des
expressions (interjections, formules affirmatives ou négatives, etc.) que
seules les femmes ou seuls les hommes ont coutume d'employer. Les termes de
parenté, par contre, peuvent être employés aussi par l'autre sexe lorsqu'un
homme se référe, par exemple, aux enfants de la femme ou une soeur au frère
cadet d'un des frères.
Pour les formules affirmatives et négatives on cite, par exemple, le
chiriguano traditionnel (Dietrich 1986, 168) et le guarani documenté par
Montoya. Il faufrait chercher ce qui en reste dans les autres langues TG.
En ce qui concerne votre article pour le congrès de Vienne, je vous écrirai à
nouveau demain.

Bon soir, et à demain,
Wolf

Francoise Rose schrieb am 2012-05-24:
> Dear all,



> I am preparing a review on distinctions in male and female speeches
> in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following
> languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, Cocáma,
> Island Carib, Karajá, Pirahã, Xavante, Guajiro, Nambikwára,
> Kamaiurá.



> I’ve also found mention of distinctions between male and female
> speeches in the following languages: Kayabí, Mojeño, Awetí,
> Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.



> I would be glad to hear about other languages that display such a
> distinction. I will let you know when the paper is ready!



> Very best,



> Françoise



> Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas
> feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu
> Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.







> Françoise ROSE

> Chargée de Recherches 1ère classe CNRS

> Laboratoire Dynamique Du Langage

> Institut des Sciences de l’Homme

> 14 avenue Berthelot

> 69 363 Lyon cedex 07

> (33)4 72 72 64 63

#3307 De: zoraide anjos <zoraide.anjos@...>
Data: Qui, 24 de Mai de 2012 7:57 pm
Assunto: VI Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental (UFAC)
zoraidedosanjos
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Prezados colegas,


Estão abertas as inscrições para VI Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Sul-Ocidental promovido pela UFAC.

O GT 19 é dedicado à Descrição e Documentação de Línguas Indígenas Amazônicas e será coordenado por mim  e Marci Fileti Martins (UNIR-Campus Guajará-Mirim) 

As inscrições devem ser feitas no site www.simposioufac.com


Atenciosamente,

Zoraide dos Anjos


#3308 De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Data: Sex, 25 de Mai de 2012 3:23 am
Assunto: Re: genderlects
eduardo_rivail
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Olá, Françoise,

Se considerarmos interjeições e outras palavras 'emotivas', talvez o levantamento inclua grande parte das línguas do continente. Para o Tupinambá (ou Tupí Antigo), o Pe. Lemos Barbosa (1956:374-375) apresenta uma lista de formas (partículas e interjeições) cujo uso é determinado pelo sexo do falante:


Distinções semelhantes, no que diz respeito a interjeições, ocorriam em Kipeá (família Karirí, tronco Macro-Jê; cf. Mamiani 1877:96-97):


Fortune & Fortune (1975:112; http://biblio.etnolinguistica.org/fortune-1975-karaja) mencionam, ainda, o Kaingáng, mas não fornecem dados ou referências bibliográficas.  Como eles mencionam o Kaingáng ao falarem de termos de parentesco, é possível que tenham confundido distinções no sistema de parentesco com diferenças entre "generoletos", como bem explicado pelo Wolf. Como vários membros da lista trabalham com esta língua, eles poderão te dar informações mais precisas. 

Abraços,

Eduardo


On Thu, May 24, 2012 at 3:33 AM, Francoise Rose <Francoise.Rose@...> wrote:
 

Dear all,

 

I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, CocaÌma, Island Carib, KarajaÌ, Pirahã, Xavante, Guajiro, NambikwaÌra, KamaiuraÌ.

 

I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: KayabiÌ, Mojeño, AwetiÌ, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.

 

I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!

 

Very best,

 

Françoise

 

Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.

 

 

 

Françoise ROSE

Chargée de Recherches 1ère classe CNRS

Laboratoire Dynamique Du Langage

Institut des Sciences de l’Homme

14 avenue Berthelot

69 363 Lyon cedex 07

(33)4 72 72 64 63

 

 

 




--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9

#3309 De: camargo@...
Data: Sex, 25 de Mai de 2012 9:17 am
Assunto: Re: genderlects
camargo@...
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Salut Françoise

Tout dépend de ce que tu entends par "parler de femme" et "parler d'homme".
En effet, dans la terminologie des termes de parenté, soit en Amazonie au
ailleurs dans le monde, il existe des termes utilisés par l'un et par
l'autre pour le mm référent:
-akon frère du mm sexe pour homme et femme (wayana, caribe)
-pi frère (énoncé par une femme)
-wëlisi soeur (énoncé par un homme)

pour les interjections également
hii crier (énoncé par un homme, en cachinawa, pano)
huu crier (énoncé par une femme, ")

Ces différences ou d'autres que l'on trouve n'affectent pas la syntaxe de
ces deux langues, alors que ce serait justement là le point d'intérêt
typologique entre le parler d'homme et de le parler de femme. En revanche,
les gestes effectués par des hommes et par des femmes souvent différence,
l'intonation, le rythme, parfois la prosodie. EN cachinawa par exemple,
les femmes ont un débit rapide et bas, alors que les hommes ont un débit
lent et plus haut. EN wayana, un homme s'adresse à sa belle-mère sous un
ton bas et aigü, alors qu'à sa mère le ton est grave et plus haut!

Voilà pour aujourd'hui,
Eliane


> Olá, Françoise,
>
> Se considerarmos interjeições e outras palavras 'emotivas', talvez o
> levantamento inclua grande parte das línguas do continente. Para o
> Tupinambá (ou Tupí Antigo), o Pe. Lemos Barbosa (1956:374-375) apresenta
> uma lista de formas (partículas e interjeições) cujo uso é determinado
> pelo
> sexo do falante:
>
> http://biblio.etnolinguistica.org/barbosa-1956-curso
>
> Distinções semelhantes, no que diz respeito a interjeições, ocorriam em
> Kipeá (família Karirí, tronco Macro-Jê; cf. Mamiani 1877:96-97):
>
> http://biblio.etnolinguistica.org/mamiani-1877-arte
>
> Fortune & Fortune (1975:112;
> http://biblio.etnolinguistica.org/fortune-1975-karaja) mencionam, ainda, o
> Kaingáng, mas não fornecem dados ou referências bibliográficas.  Como eles
> mencionam o Kaingáng ao falarem de termos de parentesco, é possível que
> tenham confundido distinções no sistema de parentesco com diferenças entre
> "generoletos", como bem explicado pelo Wolf. Como vários membros da lista
> trabalham com esta língua, eles poderão te dar informações mais precisas.
>
> Abraços,
>
> Eduardo
>
>
> On Thu, May 24, 2012 at 3:33 AM, Francoise Rose <
> Francoise.Rose@...> wrote:
>
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>> Dear all, ****
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>> I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in
>> Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following
>> languages
>> as showing this type of contrasts: Chiquitano, CocaÌma, Island Carib,
>> KarajaÌ, Pirahã, Xavante, Guajiro, NambikwaÌra, KamaiuraÌ.****
>>
>> * *
>>
>> I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches
>> in the following languages: KayabiÌ, Mojeño, AwetiÌ, Yawalapiti, Araona,
>> Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.****
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>> I would be glad to hear about other languages that display such a
>> distinction. I will let you know when the paper is ready!****
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>> Very best,****
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>> Françoise****
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>> Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas
>> feminina
>> e masculina em línguas indígenas", in *Revista do Museu Antropológico,
>> Goiânia, *Vol. 3/4:1, pp. 75-103.****
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>> Françoise ROSE****
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>> Chargée de Recherches 1ère classe CNRS****
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>> Laboratoire Dynamique Du Langage****
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>> Institut des Sciences de l’Homme****
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>> 14 avenue Berthelot****
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>> 69 363 Lyon cedex 07****
>>
>> (33)4 72 72 64 63****
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> Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
> http://etnolinguistica.org/perfil:9
>

#3310 De: Rogerio Ferreira <rogmates@...>
Data: Sáb, 26 de Mai de 2012 12:40 am
Assunto: Re: genderlects
rogmates
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Eduardo, tem a dissertação de minha aluna. Lilian Ayres, que trabalhou com fala feminina na língua Kadwéu, também tem um artigo da Filomena que trata da diferença de fala feminina e masculina "Estratificação social e dialetos prosódicos no kadiwéu". O trabalho da Lilian estará logo disponível no site da UFMS.

DESCRIÇÃO DA FALA MASCULINA E DA FALA FEMININA NA LÍNGUA KADIWÉU
ABSTRACT
The objective of this study is to research the difference between female speech and male speech in the language Kadiwéu, which belongs to the Guaikuru linguistic family. According to FUNASA data, in 2009 there were 1.346 kadiwéu, unevenly distributed in five different indian settlements (Alves de Barros, Campina, São João, Barro Preto e Tomázia) in a marked area with 538.000 hectares, in Porto Murtinho, region of Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul state, Brazil. The study was realized with collaborators taking into account gender, age and the hierarchy of the group (nobles and captives). The interviews were made in Alves de Barros village, which is also known as the biggest village. The different speech between men and women is inherent in the process of communication and social interaction, and inserted in a cultural learning process. Such phenomenon is recurrent of the language in use and is supported by the vison of the funcionalism. The purpose of the research is to survey the largest possible amount of words that show difference between men and women language and to identify in which linguistic levels such differences can occur. The results show that kadiwéu men and women speak and write words differently, sometimes with phonetic and phonological variations, sometimes presenting lexical variation.
 
********************************************88
Rogério V. Ferreira
rogerio.v.ferreira@...
rogmatis@...

De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Para: etnolinguistica@...
Enviadas: Sexta-feira, 25 de Maio de 2012 0:23
Assunto: Re: [etnolinguistica] genderlects

 
Olá, Françoise,

Se considerarmos interjeições e outras palavras 'emotivas', talvez o levantamento inclua grande parte das línguas do continente. Para o Tupinambá (ou Tupí Antigo), o Pe. Lemos Barbosa (1956:374-375) apresenta uma lista de formas (partículas e interjeições) cujo uso é determinado pelo sexo do falante:


Distinções semelhantes, no que diz respeito a interjeições, ocorriam em Kipeá (família Karirí, tronco Macro-Jê; cf. Mamiani 1877:96-97):


Fortune & Fortune (1975:112; http://biblio.etnolinguistica.org/fortune-1975-karaja) mencionam, ainda, o Kaingáng, mas não fornecem dados ou referências bibliográficas.  Como eles mencionam o Kaingáng ao falarem de termos de parentesco, é possível que tenham confundido distinções no sistema de parentesco com diferenças entre "generoletos", como bem explicado pelo Wolf. Como vários membros da lista trabalham com esta língua, eles poderão te dar informações mais precisas. 

Abraços,

Eduardo


On Thu, May 24, 2012 at 3:33 AM, Francoise Rose <Francoise.Rose@...> wrote:
 
Dear all,
 
I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, Cocáma, Island Carib, Karajá, Pirahã, Xavante, Guajiro, Nambikwára, Kamaiurá.
 
I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: Kayabí, Mojeño, Awetí, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.
 
I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!
 
Very best,
 
Françoise
 
Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.
 
 
 
Françoise ROSE
Chargée de Recherches 1ère classe CNRS
Laboratoire Dynamique Du Langage
Institut des Sciences de l’Homme
14 avenue Berthelot
69 363 Lyon cedex 07
(33)4 72 72 64 63
 
 
 



--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9



#3311 De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Data: Sáb, 26 de Mai de 2012 4:31 am
Assunto: Re: genderlects
eduardo_rivail
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Beleza, Rogério. Obrigado pelas dicas! Se alguém pudesse escanear este
artigo da Filomena e compartilhar em nosso site, seria ótimo.

A propósito, há dois artigos online que vêm ao caso -- da Lilian
(Souza 2011) e da Jaqueline (Souza 2009), orientanda da Filomena:

Fala masculina e fala feminina no Kadiwéu (Souza 2011)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:souza-2011

Variação dialetal e gramática pedagógica: Kadiwéu (Souza 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:souza-2009

Quando a dissertação da Lilian se tornar disponível, avise-nos, por
gentileza, para que possamos incluí-la em nosso banco de teses.

Abraços, e obrigado,

Eduardo

On Fri, May 25, 2012 at 8:40 PM, Rogerio Ferreira <rogmates@...> wrote:
>
>
>
> Olá Eduardo, tem a dissertação de minha aluna. Lilian Ayres, que trabalhou
> com fala feminina na língua Kadwéu, também tem um artigo da Filomena que
> trata da diferença de fala feminina e masculina "Estratificação social e
> dialetos prosódicos no kadiwéu". O trabalho da Lilian estará logo disponível
> no site da UFMS.
>
> DESCRIÇÃO DA FALA MASCULINA E DA FALA FEMININA NA LÍNGUA KADIWÉU
> ABSTRACT
> The objective of this study is to research the difference between female
> speech and male speech in the language Kadiwéu, which belongs to the
> Guaikuru linguistic family. According to FUNASA data, in 2009 there were
> 1.346 kadiwéu, unevenly distributed in five different indian settlements
> (Alves de Barros, Campina, São João, Barro Preto e Tomázia) in a marked area
> with 538.000 hectares, in Porto Murtinho, region of Serra da Bodoquena, Mato
> Grosso do Sul state, Brazil. The study was realized with collaborators
> taking into account gender, age and the hierarchy of the group (nobles and
> captives). The interviews were made in Alves de Barros village, which is
> also known as the biggest village. The different speech between men and
> women is inherent in the process of communication and social interaction,
> and inserted in a cultural learning process. Such phenomenon is recurrent of
> the language in use and is supported by the vison of the funcionalism. The
> purpose of the research is to survey the largest possible amount of words
> that show difference between men and women language and to identify in which
> linguistic levels such differences can occur. The results show that kadiwéu
> men and women speak and write words differently, sometimes with phonetic and
> phonological variations, sometimes presenting lexical variation.
>
> ********************************************88
> Rogério V. Ferreira
> rogerio.v.ferreira@...
> rogmatis@...
>
--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9

#3312 De: camargo@...
Data: Sáb, 26 de Mai de 2012 3:22 pm
Assunto: Re: genderlects
camargo@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Je profite pour effectuer une correction sur une information non complète
fournie sur le cachinawa:
interjection serait du type tsuu 'd'étonnement', lorsqu'on rencontre qq de
façon inespérée par exemple. Souvent énoncé par les femmes:
--tsuu, min huai? Haskadamen. (diraient-elles)
-- Wouaouh, tu arrives? Quoi de neuf?
Je ne dispose pas sous les yeux l'inventaire des interjections, mais
souvent celles employées par les femmes ne sont pas les mêmes employées
par les hommes. Les interjections pour les douleurs par exemple sont
différentes selon le genre.

Dans le message précédant, j'avais indiquer hii et huu comme interjection
par erreur. Il s'agit des verbes périphrastiques qui requièrent le
verbalisateur intransitif i{k}-
hii imiski Il crie.
huu imiski Elle crie.
et le nom hiidan le cri des hommes.

J'avais aussi fait mention au ton grave (huu) et aigu (hii). J'ajoute que
lors du rituel de la fertilité, katxa nawa, les rôles du genre changent:
L'homme chante avec une voix grave alors que la femme chante avec une voix
aiguë.
Il y aurait énormément de choses à faire dans ce domaine dans plusieurs
langues amazoniennes.

ECamargo



> Beleza, Rogério. Obrigado pelas dicas! Se alguém pudesse escanear este
> artigo da Filomena e compartilhar em nosso site, seria ótimo.
>
> A propósito, há dois artigos online que vêm ao caso -- da Lilian
> (Souza 2011) e da Jaqueline (Souza 2009), orientanda da Filomena:
>
> Fala masculina e fala feminina no Kadiwéu (Souza 2011)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:souza-2011
>
> Variação dialetal e gramática pedagógica: Kadiwéu (Souza 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:souza-2009
>
> Quando a dissertação da Lilian se tornar disponível, avise-nos, por
> gentileza, para que possamos incluí-la em nosso banco de teses.
>
> Abraços, e obrigado,
>
> Eduardo
>
> On Fri, May 25, 2012 at 8:40 PM, Rogerio Ferreira <rogmates@...>
> wrote:
>>
>>
>>
>> Olá Eduardo, tem a dissertação de minha aluna. Lilian Ayres, que
>> trabalhou
>> com fala feminina na língua Kadwéu, também tem um artigo da Filomena que
>> trata da diferença de fala feminina e masculina "Estratificação social e
>> dialetos prosódicos no kadiwéu". O trabalho da Lilian estará logo
>> disponível
>> no site da UFMS.
>>
>> DESCRIÇÃO DA FALA MASCULINA E DA FALA FEMININA NA LÍNGUA KADIWÉU
>> ABSTRACT
>> The objective of this study is to research the difference between female
>> speech and male speech in the language Kadiwéu, which belongs to the
>> Guaikuru linguistic family. According to FUNASA data, in 2009 there were
>> 1.346 kadiwéu, unevenly distributed in five different indian settlements
>> (Alves de Barros, Campina, São João, Barro Preto e Tomázia) in a marked
>> area
>> with 538.000 hectares, in Porto Murtinho, region of Serra da Bodoquena,
>> Mato
>> Grosso do Sul state, Brazil. The study was realized with collaborators
>> taking into account gender, age and the hierarchy of the group (nobles
>> and
>> captives). The interviews were made in Alves de Barros village, which is
>> also known as the biggest village. The different speech between men and
>> women is inherent in the process of communication and social
>> interaction,
>> and inserted in a cultural learning process. Such phenomenon is
>> recurrent of
>> the language in use and is supported by the vison of the funcionalism.
>> The
>> purpose of the research is to survey the largest possible amount of
>> words
>> that show difference between men and women language and to identify in
>> which
>> linguistic levels such differences can occur. The results show that
>> kadiwéu
>> men and women speak and write words differently, sometimes with phonetic
>> and
>> phonological variations, sometimes presenting lexical variation.
>>
>> ********************************************88
>> Rogério V. Ferreira
>> rogerio.v.ferreira@...
>> rogmatis@...
>>
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> Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
> http://etnolinguistica.org/perfil:9
>

#3313 De: Renato Athias <renato.athias@...>
Data: Sáb, 26 de Mai de 2012 3:19 pm
Assunto: Re: genderlects
renatoathias
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Dear Françoise,
You can find  the distinctions in male and female speeches in other language, like the Hupdah and the Yanomami. You can read for reference for the Yanomami language in the book of  Catherine Alès, Yanomami, l 'ire et le desir


or


For the hupdah language my thesis.

cheers

Renato

2012/5/24 Francoise Rose <Francoise.Rose@...>
 

Dear all,

 

I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, CocaÌma, Island Carib, KarajaÌ, Pirahã, Xavante, Guajiro, NambikwaÌra, KamaiuraÌ.

 

I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: KayabiÌ, Mojeño, AwetiÌ, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.

 

I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!

 

Very best,

 

Françoise

 

Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.

 

 

 

Françoise ROSE

Chargée de Recherches 1ère classe CNRS

Laboratoire Dynamique Du Langage

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Renato Athias

http://www.ufpe.br/nepe
http://www.ufpe.br/carlosestevao
http://www.filmedorecife.com.br
http://renatoathias.blogspot.com




#3314 De: "Etnolinguistica.Org (Admin)" <site@...>
Data: Sáb, 26 de Mai de 2012 6:56 pm
Assunto: Anais do SILEL (Uberlândia, 2009): Kokáma, Makurap, Anambé, Sateré-Mawé, Xavánte etc.
etnolinguist...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Os Anais do SILEL (Simpósio Internacional de Letras e Linguística),
evento bienal organizado pelo Instituto de Letras e Linguística da
Universidade Federal de Uberlândia, estão disponíveis online. O
primeiro volume (2009) inclui os seguintes artigos sobre línguas
indígenas:

A interrogação em Sateré-Mawé — uma análise preliminar (Franceschini &
Spoladore 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:franceschini-2009a

Evidências da estrutura bipartida do VP na língua Tenetehára (Camargos
& Duarte 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:camargos-2009a

Nominalização e orações completivas em Anambé (Julião 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:juliao-2009

Revitalização linguística e cultural Sateré-Mawé (Silva, Franceschini
& Carneiro 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:gomes-2009a

Aspectos morfológicos — uma comparação entre as línguas Pano:
Huariapano e Shipibo (Gomes 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:juliao-2009

Reduções lexicais e gramaticais na fala dos últimos falantes nativos
do Kokáma no Brasil (Viegas & Cabral 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:viegas-2009

Causativização em línguas do tronco Macro-Jê: primeiras aproximações
(Martins, Camargos, Costa & Miranda 2009
http://www.etnolinguistica.org/artigo:martins-2009a

Os demonstrativos na língua Makurap (Braga 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:braga-2009

Expressões de modalidade em línguas da família Tupí-Guaraní (Kamaiwra,
Cabral, Solano & Naves 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:kamaiwra-2009

Forma nominal do verbo em Xavante (Estevam 2009)
http://www.etnolinguistica.org/artigo:estevam-2009

----
Divulgue estes recursos no Twitter:
https://twitter.com/etnolinguistica/status/206458495648796673

-----------
A rede Etnolinguistica.Org (http://www.etnolinguistica.org), portal de
informações sobre línguas sul-americanas, é mantida integralmente por
voluntários. Participe!

Sugestões? Correções? Dúvidas? Entre em contato com os webmasters:
http://www.etnolinguistica.org/contato

#3315 De: Pedro Viegas Barros <peviegas2003@...>
Data: Seg, 28 de Mai de 2012 4:56 pm
Assunto: Re: genderlects / sociolects
peviegas2003
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Estimados colegas:

 

En la lengua Mocoví de mediados del siglo Xviii (perteneciente, como el Kadiweu a la familia Guaicurù) la diferencia entre hablas femenina y masculina se mezclaba con otras distinciones sociolectales. La lengua distinguía, principalmente a través del uso de sufijos diferentes, las hablas de mujeres casadas y de mujeres solteras, de varones “plebeyos†y de varones “noblesâ€. Los ejemplos proporcionados por el misionero jesuita Paucke (1942-1944, vol. 2: 173-174) incluyen:

 

Habla de las mujeres casadas

<acamet>  “túâ€

<laloet edadet>  â€œeste ganado pertenece a ésteâ€

<moagayet>  “oyes tuâ€

<elacaetet>  “duermeâ€

 

Habla de las mujeres solteras

<acamen>  â€œtúâ€

<moagayen>  “oyes tuâ€

 

Habla de los varones nobles

<acamin>  “túâ€

<laloin edadin> “este ganado  pertenece a ésteâ€

<moagayin> “oyes tuâ€

<elacainta> “duermeâ€

 

Habla de los varones plebeyos

<acami> “túâ€

<lalo eda>  “este ganado pertenece a ésteâ€

<moagayi> “oyes tuâ€

<elacata>  “duermeâ€

 

Como se ve, el habla de los varones plebeyos era la no marcada mediante sufijos específicos.

 

Los sufijos –et del habla de las mujeres casadas e –in del habla de los varones nobles también funcionaban como sufijos honorificadores, obligatorios en los clasificadores deícticos. Estos tenían normalmente las siguientes formas masculinas (las glosas son de Paucke):

 

<eda>  “presenteâ€

<ini>  “sentadoâ€

<idi>   “acostadoâ€

<eca>   “ausenteâ€

<ena>  â€œa la vistaâ€

<ehso>  â€œalgo distanteâ€

 

y las siguientes formas femeninas:

 

<ada>  “presenteâ€

<ani>  “sentadaâ€

<ada> “acostadaâ€

<aca>   “ausenteâ€

<ana>   “a la vistaâ€

<ahso>  â€œalgo distante

 

Pero, al referirse a mujeres casadas había que usar

 

<adadet>  â€œpresenteâ€

<anadet>   â€œsentadaâ€

<adadet>  â€œacostadaâ€

<acadet>  â€œausenteâ€

<anadet>  “a la vistaâ€

<ahsodet> “algo distanteâ€

 

y al referirse a varones nobles:

 

<adadin>  “presenteâ€

<inidin>  “sentadoâ€

<ididin>  “acostadoâ€

<ecadin>  “ausenteâ€

<enadin>   “a la vistaâ€

<ehsodin> “algo distanteâ€

 

            Se utilizaban las formas masculinas sin sufijo, en este caso, para referirse a varones plebeyos, y las formas femeninas sin sufijo para las mujeres solteras.

 

Una situación parecida ocurría en Abipón, donde había cuatro hablas diferenciadas: de varones plebeyos y nobles, y de mujeres plebeyas y nobles (véase Sherzer 1970).

 

En el dialecto Sur del Mocoví actual, de acuerdo a la breve descripción de Bucca (1982: 233), las diferencias entre generolectos se habría suprimido (aunque quedan formas diferenciadas lèxicamente, como la’ ‘¡hola!’ en el habla masculina, laim ‘¡hola!’ en el habla femenina).

En cambio, sigue vigente el uso de un sufijo honorificador en las formas flexionadas para segunda persona de verbos y sustantivos, cuando las mismas son usadas “…por los miembros de la clase noble y deben usarlas los de la clase plebeya, cuando se dirigen a los noblesâ€; también hay un pronombre de segunda persona singular “noble†con este sufijo, y ese mismo sufijo debe aparecer en formas singulares de los clasificadores deícticos cuando las mismas se refieren a una persona de la clase noble. En el dialecto Norte del Mocoví actual el sufijo cognado del honorificado del Mocovì del Sur solo parece utilizarse en el pronombre de segunda persona, para formar un pronombre de segunda persona de respeto, equivalente al ‘usted’ del español (Gualdieri 1998, Grondona 1998).


En otras lenguas de la familia guaicurù, como el Toba y el Pilagá no existe diferencia entre hablas "plebeya" y "noble", y sólo algunas interjecciones tienen formas distinta en el habla de las mujeres y en el habla de los varones.


 

Símbolos usados: ’ oclusiva glotal. Las pinzas < > encierran grafías prefonológicas originales.

 

 

Referencias

 

Bucca, Salvador. 1982. Palabras y frases mocovíes de Colonia Dolores, Cuadernos del Sur, Bahía Blanca: Universidad Nacional del Sur, Departamento de Humanidades, 14: 231-238.

 

Grondona, Verónica M. 1998. A Grammar of Mocoví. Pittsburgh: University of Pittsburgh: unpublished Ph. D dissertation.

 

Gualdieri, Beatriz. 1998. Mocovi (Guaicuru). Fonologia e morfosintaxe. Tese de Doutorado. Campinas, SP: UNICAMP.

 

Paucke, Florian. 1942-1944. Hacia acá y para allá (Una estadía entre los indios mocobíes, 1749-1767). Traducción castellana por Edmundo Wernicke. Advertencia por Radamés A. Altieri. Tucumán-Buenos Aires: Universidad Nacional de Tucumán, Departamento de Investigaciones Regionales, Instituto de Antropología / Institución Cultural Argentino-Germana. 4 volúmenes.

 

Sherzer, Joel. 1970. La parole chez les Abipone. Pour une ethnographie de la parole. L’Homme: Revue Française d’Anthropologie, 10: 40-76.


#3316 De: Eduardo Ribeiro <kariri@...>
Data: Seg, 28 de Mai de 2012 8:03 pm
Assunto: Procurando artigo: Sobre os Aimorés, Gren e Botocudos (Emmerich & Monserrat 1975)
eduardo_rivail
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Prezados,

Eu gostaria de consultar o artigo

EMMERICH, C.; MONSERRAT, R. Sobre os Aimorés, Gren e Botocudos : notas
lingüísticas. Boletim do Museu do Índio, Rio de Janeiro : Museu do
Índio, n. 3, 45 p., 1975.

Alguém o teria em formato eletrônico? Ou poderia escaneá-lo e
compartilhá-lo comigo (e com a Biblio Nimuendajú)?

Desde já, obrigado por qualquer ajuda!

Abraços,

Eduardo

--
Eduardo Rivail Ribeiro, lingüista
http://etnolinguistica.org/perfil:9

#3317 De: "Etnolinguistica.Org" <site@...>
Data: Ter, 29 de Mai de 2012 2:26 pm
Assunto: Re: Anais do SILEL (Uberlândia, 2009): Kokáma, Makurap, Anambé, Sateré-Mawé, Xavánte etc.
etnolinguist...
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Alguns dos links para os artigos do SILEL estão incorretos. Para uma lista
atualizada, visite a seguinte página em nosso site:

http://www.etnolinguistica.org/silel

Nossos agradecimentos ao Maxwell Miranda
(http://www.etnolinguistica.org/perfil:26) por nos chamar a atenção para o
problema.

--- Em etnolinguistica@..., "Etnolinguistica.Org (Admin)"
<site@...> escreveu
>
> Os Anais do SILEL (Simpósio Internacional de Letras e Linguística),
> evento bienal organizado pelo Instituto de Letras e Linguística da
> Universidade Federal de Uberlândia, estão disponíveis online. O
> primeiro volume (2009) inclui os seguintes artigos sobre línguas
> indígenas:
>
> A interrogação em Sateré-Mawé — uma análise preliminar (Franceschini &
> Spoladore 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:franceschini-2009a
>
> Evidências da estrutura bipartida do VP na língua Tenetehára (Camargos
> & Duarte 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:camargos-2009a
>
> Nominalização e orações completivas em Anambé (Julião 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:juliao-2009
>
> Revitalização linguística e cultural Sateré-Mawé (Silva, Franceschini
> & Carneiro 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:gomes-2009a
>
> Aspectos morfológicos — uma comparação entre as línguas Pano:
> Huariapano e Shipibo (Gomes 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:juliao-2009
>
> Reduções lexicais e gramaticais na fala dos últimos falantes nativos
> do Kokáma no Brasil (Viegas & Cabral 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:viegas-2009
>
> Causativização em línguas do tronco Macro-Jê: primeiras aproximações
> (Martins, Camargos, Costa & Miranda 2009
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:martins-2009a
>
> Os demonstrativos na língua Makurap (Braga 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:braga-2009
>
> Expressões de modalidade em línguas da família Tupí-Guaraní (Kamaiwra,
> Cabral, Solano & Naves 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:kamaiwra-2009
>
> Forma nominal do verbo em Xavante (Estevam 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:estevam-2009
>
> ----
> Divulgue estes recursos no Twitter:
> https://twitter.com/etnolinguistica/status/206458495648796673
>
> -----------
> A rede Etnolinguistica.Org (http://www.etnolinguistica.org), portal de
> informações sobre línguas sul-americanas, é mantida integralmente por
> voluntários. Participe!
>
> Sugestões? Correções? Dúvidas? Entre em contato com os webmasters:
> http://www.etnolinguistica.org/contato
>

#3318 De: filomena sandalo <fsandalo@...>
Data: Ter, 29 de Mai de 2012 4:50 pm
Assunto: Re: genderlects
fsandalo@...
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Olá Françoise

Sim, Kadiwéu tem esta diferença e eu escrevi o que sei até agora sobre isso no MIT Working Papers in Linguistics de 97 e em um livro sobre Kadiwéu, que se chama "Kadiweu: Senhoras da arte, Senhores da Guerra. Espero que sejam úteis.

Filomena

2012/5/24 Francoise Rose <Francoise.Rose@...>
 

Dear all,

 

I am preparing a review on distinctions in male and female speeches in Amazonian languages. Borges (2000) already listed the following languages as showing this type of contrasts: Chiquitano, CocaÌma, Island Carib, KarajaÌ, Pirahã, Xavante, Guajiro, NambikwaÌra, KamaiuraÌ.

 

I’ve also found mention of distinctions between male and female speeches in the following languages: KayabiÌ, Mojeño, AwetiÌ, Yawalapiti, Araona, Garifuna, Kadiweu, Siriono, Tembé, Tapirapé.

 

I would be glad to hear about other languages that display such a distinction. I will let you know when the paper is ready!

 

Very best,

 

Françoise

 

Borges, M. V., 2000, "O fenômeno da diferenciação entre as falas feminina e masculina em línguas indígenas", in Revista do Museu Antropológico, Goiânia, Vol. 3/4:1, pp. 75-103.

 

 

 

Françoise ROSE

Chargée de Recherches 1ère classe CNRS

Laboratoire Dynamique Du Langage

Institut des Sciences de l’Homme

14 avenue Berthelot

69 363 Lyon cedex 07

(33)4 72 72 64 63

 

 

 




--
Filomena

#3319 De: dangelis@...
Data: Ter, 29 de Mai de 2012 7:30 pm
Assunto: Educação Escolar Indígena no Brasil
wdangelis
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Caros membros da lista Etnolinguística,
 
peço permissão aos moderadores para anunciar o lançamento, neste dia 30 de maio, de meu livro APRISIONANDO SONHOS: A EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA NO BRASIL.
Trata-se de uma coletânea de 20 textos sobre educação escolar indígena que escrevi entre 1995 e 2010 (14 deles publicados esparsamente, em meia dúzia de periódicos distintos no Brasil e exterior, em livros (4) e na web, e 7 ainda inéditos). Abaixo anexo o Sumário da obra.
O lançamento será em sessão própria de lançamentos, no II SIELP ? Simpósio Internacional de Ensino da Língua Portuguesa, na Universidade Federal de Uberlândia.
 
No primeiro mês, o preço promocional de lançamento é R$ 30,00.
Os interessados podem buscar informações no site da editora:
http://www.curtnimuendaju.com.br
 
Obrigado, boa leitura.
 
Wilmar
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Aprisionando sonhos: a educação escolar indígena no Brasil
(Campinas: Ed. Curt Nimuendajú, 2012.  256 pp.  ISBN 978-85-99944-27-1)
 
SUMÁRIO
Históricos
1. Uma breve história da educação escolar indígena no Brasil.
2. Alfabetização e educação em sociedades indígenas no Brasil.
3. Educação escolar indígena; deu branco!
4. Olha a educação, indígena!
Pedagogia e Currículo                    
5. Limites e possibilidades da autonomia em escolas indígenas.
6. Contra a ditadura da escola.  
7. Educação diferenciada: o projeto colonialista da etno-escola. Ou: duas palavras sobre Paulo Freire, educação libertadora e autonomia.
8. Educação escolar indígena: um projeto étnico ou um projeto étnico-político? 
9. Quem vai de arrasto não tem compromisso.
10. Ensino conteudístico na escola indígena: atitudes indiferenciadas na escola "diferenciada".
11. Educação egocentrada x educação sociocentrada. (com Juracilda Veiga)
Formação de Professores Indígenas
12. Propostas para a formação de professores indígenas no (Sul do) Brasil.
13. Formar-se aprendiz formando educadores indígenas.
Língua
14. Alfabetizando em comunidade indígena.
15. Ensino de língua materna em escola indígena do Sul é uma farsa.
16. Educação escolar e ameaças à sobrevivência das línguas indígenas no Brasil Meridional.
17. Língua indígena: língua estrangeira em terra indígena.  
Epílogo
18. Histórias dos índios lá em casa.
19. Autonomia da escola indígena: uma impossibilidade.
20. Educação escolar indígena? A gente precisa ver.
 
Referências Bibliográficas
Ordem Cronológica dos Textos
Índice Remissivo

#3320 De: milene pinto machado <mpmguarani@...>
Data: Ter, 29 de Mai de 2012 7:55 pm
Assunto: Re: Re: Anais do SILEL (Uberlândia, 2009): Kokáma, Makurap, Anambé, Sateré-Mawé, Xavánte etc.
mpmguarani
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Pessoas de bem,

estou indo para Uberlândia participar do segundo SIELP. Vou apresentar um painel 
" Sobre a Política Nacional de Inclusão do Indígena: Um Estudo Sobre a Presença do Vocabulário Tupi no Ensino de Língua Portuguesa".  
 
Elaborei um projeto com base na lei 11.645 de 2008 e PCNs. Faço uma proposta de atividade envolvendo o tema.

Em fevereiro deste ano, estive na UNB e conversei com o profº Aryon Rodrigues sobre esse projeto. Deixei uma cópia com ele para analisá-lo, pois pretendo fazer mestrado.

Saudações 

Milene  
 





"Não podemos aceitar que o significado de uma palavra nos oprima; 
não é condição da palavra menosprezar,
é a natureza humana que assim faz." (Milene)


--- Em ter, 29/5/12, Etnolinguistica.Org <site@...> escreveu:

De: Etnolinguistica.Org <site@...>
Assunto: [etnolinguistica] Re: Anais do SILEL (Uberlândia, 2009): Kokáma, Makurap, Anambé, Sateré-Mawé, Xavánte etc.
Para: etnolinguistica@...
Data: Terça-feira, 29 de Maio de 2012, 11:26

 

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--- Em etnolinguistica@..., "Etnolinguistica.Org (Admin)" <site@...> escreveu
>
> Os Anais do SILEL (Simpósio Internacional de Letras e Linguística),
> evento bienal organizado pelo Instituto de Letras e Linguística da
> Universidade Federal de Uberlândia, estão disponíveis online. O
> primeiro volume (2009) inclui os seguintes artigos sobre línguas
> indígenas:
>
> A interrogação em Sateré-Mawé — uma análise preliminar (Franceschini &
> Spoladore 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:franceschini-2009a
>
> Evidências da estrutura bipartida do VP na língua Tenetehára (Camargos
> & Duarte 2009)
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> Nominalização e orações completivas em Anambé (Julião 2009)
> http://www.etnolinguistica.org/artigo:juliao-2009
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> Revitalização linguística e cultural Sateré-Mawé (Silva, Franceschini
> & Carneiro 2009)
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> Aspectos morfológicos — uma comparação entre as línguas Pano:
> Huariapano e Shipibo (Gomes 2009)
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> Reduções lexicais e gramaticais na fala dos últimos falantes nativos
> do Kokáma no Brasil (Viegas & Cabral 2009)
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#3321 De: Cadernos de Etnolingüística <cadernos@...>
Data: Qui, 31 de Mai de 2012 4:31 pm
Assunto: Vol. 4, n.1: Whatever happened to Mashubi? Taking a new look at Fawcett’s vocabulary (Voort 2012)
cadernos...
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Whatever happened to Mashubi? Taking a new look at Fawcett’s vocabulary

by Hein van der Voort

In this article, the earliest documentation of a Jabuti language is
analyzed and identified. In 1914, the British explorer Colonel Percy
Fawcett visited the headwaters of the Colorado, Branco and Mekens
Rivers, where he met a group of Indians he called Mashubi. He took
down a list of approximately 100 words, which was published in 1953 by
Paul Rivet. At the present, the received classification of Mashubi is
as a third language of the Jabuti (Macro-Jê) linguistic family, along
with Arikapu and Djeoromitxi. However, the indigenous peoples of the
Guaporé region have never heard of a group called Mashubi.
Furthermore, linguists tend to be unaware of the hypothesis published
in 1955 by Franz Caspar that Mashubi in fact is Arikapu. Until
recently, our ideas about the Jabuti languages could not be verified
for lack of data. In the present article Fawcett’s Mashubi word list
is held up to the light of abundant new data on the Jabuti languages.
It turns out that Caspar was right.

http://www.etnolinguistica.org/issue:vol4n1

--
Divulgue este recurso no Twitter:
https://twitter.com/cadernos/status/208226888441802753

--
Cadernos de Etnolingüística
http://cadernos.etnolinguistica.org

#3322 De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Data: Sáb, 2 de Jun de 2012 3:31 am
Assunto: Botocudos do Paraná e Santa Catharina (Paula 1924), Indios Crenaks (Silva 1924), Maxubi (Caspar 1955)
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Os seguintes itens foram recentemente adicionados à Biblioteca Digital
Curt Nimuendajú:

Memoria sobre os botocudos do Paraná e Santa Catharina organisada pelo
serviço de protecção aos selvicolas (Paula 1924)
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El indio Guayaki, una raza interesante y mal conocida (Bertoni 1924)
http://biblio.etnolinguistica.org/bertoni-1924-guayaki

A "tribu dos indios Crenaks" (Botocudos do Rio Doce) (Silva 1924)
http://biblio.etnolinguistica.org/silva-1924-crenaks

Expeditionsdata och andra anteckningar om Sydamerikas infödingspråk
(Nordenskiöld 1940)
http://biblio.etnolinguistica.org/nordenskiold-1940-expeditionsdata

A expedição de P. H. Fawcett à tribo dos Maxubi em 1914 (Caspar 1955)
http://biblio.etnolinguistica.org/caspar-1955-maxubi

Forskningar och Äventyr i Sydamerika (Nordenskiöld 1915)
http://biblio.etnolinguistica.org/nordenskiold-1915-forskningar

--
Biblioteca Digital Curt Nimuendaju
http://biblio.etnolinguistica.org/

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