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etnolinguistica · Línguas indígenas da América do Sul

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#2356 De: "Wilmar R. D'Angelis" <dangelis@...>
Data: Seg, 1 de Fev de 2010 2:11 pm
Assunto: Arara Rio Branco (MT) ainda
wdangelis
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Caros amigos da lista

volto ao tema da língua dos Arara do Rio Branco (Mun. Aripuanã, MT), que
já frequentou essa lista há muito tempo.
Postei hoje, na página da Etnolingüística (no Yahoo grupos) uma pasta
intitulada "Arara do Rio Branco (MT)" contendo 2 arquivos: um pequeno
vocabulário seleto, organizado tematicamente; e um pequeno arquivo com
informações etnográficas e lingüísticas (uma prévia análise fonológica).
Peço, aos que puderem ou se interessarem, uma passada de olhos para ver
se, com os elementos assim organizados, se pode ter alguma luz acerca da
filiação lingüística do Arara do Rio Branco.
Agradeço toda e qualquer pista ou sugestão. O trabalho em questão está
sendo feito a pedido e por interesse dos Arara, tão somente.

Obrigado

Wilmar R. D'Angelis


--
Wilmar R. D'Angelis
Professor Doutor - Depto de Lingüística
Instituto de Estudos da Linguagem - IEL
UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas)
Estado de São Paulo - Brasil

#2357 De: Ernesto Rosa <internestorosa@...>
Data: Seg, 1 de Fev de 2010 10:40 pm
Assunto: 'Pedra preta grande' em Kaiapó
internestorosa
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Caros amigos. A palavra itaunaçu, em tupi-guarani, significa pedra preta grande,
será que algum amigo poderia encontrar uma palavra com o mesmo significado, mas
em caiapó?
Abraços, Ernesto.

#2358 De: fedviges <fedviges@...>
Data: Seg, 1 de Fev de 2010 10:54 pm
Assunto: Falecimento do Prof. Sabino Krahô
fedviges@...
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É com pesar que noticiamos o falecimento do Professor Sabino Krahô, ocorrido ontem na Pedra Branca. Francisco Edviges Albuquerque

#2359 De: Cadernos de Etnolingüística <cadernos@...>
Data: Sex, 5 de Fev de 2010 1:46 am
Assunto: Vol. 2, n. 1: Alguns comentários à Historia Naturalis Brasiliae (Françozo 2010)
cadernos...
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Alguns comentários à Historia Naturalis Brasiliae

por Mariana Françozo

A obra rara Historia Naturalis Brasiliae, de Willem Piso e George
Marcgrave, publicada pela prestigiosa oficina Elsevier em Amsterdam em
1648, continua sendo até hoje fonte importante para estudiosos de
etnologia e etnolingüística sul-americanas, além das evidentes
contribuições no campo das ciências naturais. Este artigo apresenta
uma breve análise que situa o surgimento deste livro no contexto do
domínio colonial holandês no Brasil bem como na conjuntura mais ampla
da produção de conhecimento sobre o Novo Mundo no período moderno.

http://www.etnolinguistica.org/vol2:1

-------
Cadernos de Etnolingüística
http://cadernos.etnolinguistica.org

#2360 De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Data: Sex, 5 de Fev de 2010 4:37 pm
Assunto: Historia Naturalis Brasiliae (Piso & Marcgrave 1648)
ethnobooks
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Um marco não apenas para os estudos da flora e da fauna, mas também
para a etnografia e a etnolingüística dos povos originais do nordeste
brasileiro, a obra Historia Naturalis Brasiliae (Piso & Marcgrave
1648) acaba de ser incluída na Biblioteca Digital Curt Nimuendaju:

http://biblio.etnolinguistica.org/marcgrave_1648_historia

Produzida sob os auspícios do conde João Maurício de Nassau, quando
governador das possessões holandesas no nordeste brasileiro, a obra
divide-se em duas partes. A primeira, de autoria do médico holandês
Guilerme Piso, trata principalmente de doenças tropicais. A segunda,
de autoria do naturalista alemão Jorge Marcgrave, trata da fauna e da
flora da região (fornecendo seus nomes indígenas), além de descrever
costumes indígenas (incluindo um vocabulário Tupinambá).

Como introdução a esta importante obra, os Cadernos de Etnolingüística
acabam de publicar um artigo da antropóloga Mariana Françozo (que se
doutorou no ano passado na Unicamp com uma tese sobre a circulação de
objetos e saberes no Atlântico holandês):

Françozo, Mariana. 2010. Alguns comentários à Historia Naturalis
Brasiliae. Cadernos de Etnolingüística, vol. 2, n. 1, p. 1-7.
http://www.etnolinguistica.org/vol2:1

Para uma breve introdução iconográfica à Historia Naturalis Brasiliae,
visite nossa galeria no Flickr:

http://bit.ly/marcgrave

A obra foi digitalizada pela biblioteca do Missouri Botanical Garden a
partir de original em sua coleção de obras raras. Para a conveniência
do leitor, a Biblioteca Digital Curt Nimuendaju adicionou "bookmarks"
para cada um dos mais de 300 capítulos.

--
Biblioteca Digital Curt Nimuendaju
http://biblio.etnolinguistica.org/

Para receber informações sobre novos acréscimos ao acervo da
Biblioteca, acompanhe-nos no Twitter (http://twitter.com/nimuendaju)
ou assine nossa lista de anúncios:
http://groups.google.com/group/nimuendaju

A Biblioteca Digital Curt Nimuendaju é uma iniciativa do portal
Etnolinguistica.Org.

#2361 De: Pedro Viegas Barros <peviegas2003@...>
Data: Sex, 5 de Fev de 2010 8:14 pm
Assunto: Congreso SAL 2010: Panel Lexico Etnobiologico
peviegas2003
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Estimad@s colegas:

 

Envío para difusión la información sobre un panel acerca de léxico etnobiológico en el próximo XII Congreso de la Sociedad de Lingüística Argentina (SAL) a llevarse a cabop entre el 6 y el 9 de abril de 2010 en la ciudad de Mendoza. 

La página del Congreso está disponible en http://www.cricyt.edu.ar/institutos/incihusa/paris/Conferencias.htm.

Saludos muy cordiales,

 

J. Pedro Viegas Barros

 

 

--------------------------------------

 

En el marco del XII Congreso de la Sociedad de Lingüística Argentina (SAL) que se llevará a cabo los días 6, 7, 8, y 9 de abril en Mendoza, Argentina, invitamos a lingüistas, etnobiólogos y antropológos a presentar  trabajos originales en el panel “Procesos de formación de palabras en las lenguas indígenas sudamericanas: léxico etnobiológicoâ€.

Solicitamos enviar un resumen de entre 300 y 500 palabras (sin contar refer+encias) especificando nombre y apellido, insitución de pertenencia y dirección de correo electrónico hasta el día 28 de febrero, a los correos electrónicos que aparecen al pie. La aceptación de la ponencia será comunicada el día 8 de marzo.

Esperando contar con vuestro trabajo y vuestra presencia reciban nuestros cordiales saludos.

 

Hebe González        hebegonz@...         

Cristina Messineo   cristina.messineo@...

 

 

-----------------------------------------------

Propuesta de Panel SAL 2010 (Mendoza, Argentina)

 

Procesos de formación de palabras en las lenguas indígenas sudamericanas: léxico etnobiológico

 

Hebe A. González (CONICET – UNSJ)

Cristina Messineo (CONICET – UBA)

 

Este panel tiene como objetivo reunir lingüistas, antropólogos y etnobiólogos en torno al tema de la formación del léxico en las lenguas indígenas sudamericanas, con especial referencia al dominio etnobiológico (plantas, animales, fenómenos de la naturaleza y del medio ambiente, relaciones de parentesco, topónimos, entre otros).

De particular interés es el estudio de los recursos lingüísticos que intervienen en la categorización del mundo natural y que permiten crear nombres a partir de formas fonológicas, gramaticales y léxicas ya existentes en la lengua, a saber: mecanismos fonológicos (uso del simbolismo sonoro y palabras eco como procesos de lexicalización), recursos morfológicos (usos de sistemas de clasificación nominal, género, prefijos y sufijos, reduplicación, entre otros), mecanismos morfosintácticos (construcciones posesivas, sintagmas verbales, cláusulas relativas, entre otros) y aquellos que, por su naturaleza, se encuentran en la frontera entre morfología y sintaxis (formación de palabras compuestas). El aspecto semántico también interesa en la medida en que permite distinguir las formas monosémicas de las polisémicas y estudiar el cambio diacrónico del significado (relación metafórica o metonímica).

En Argentina, dado el constante y prolongado contacto entre hablantes de diversos grupos indígenas y entre ellos y la sociedad hispanohablante, resultan también de interés los mecanismos lingüísticos utilizados para la denominación de especies introducidas por la cultura criolla, incluyendo los procesos de refonologización de los préstamos, así como los calcos morfológicos y semánticos.

Aunque principalmente destinado al estudio de clasificación lingüística en el léxico de las lenguas indígenas, contribuciones que aborden el tema desde la perspectiva lingüística en relación con otras lenguas, serán también bienvenidas.

En resumen, el panel pretende impulsar los estudios lexicográficos (relacionados con la confección de diccionarios y vocabularios especializados) y lexicológicos (relacionados con la estructuración del léxico y los cambios semánticos) en el campo de las lenguas indígenas, brindando un espacio para el análisis y la discusión de los recursos lingüísticos involucrados en la construcción del léxico etnobiológico. Se espera también promover el trabajo interdisciplinario en el ámbito de la lingüística antropológica. Por último, en consonancia con la labor de documentación y preservación de lenguas indígenas, el panel intenta ser un aporte a la preservación del conocimiento que los pueblos indígenas poseen de su entorno natural.

 

REFERENCIAS

MESSINEO, Cristina (en prensa). “Modos de clasificación nominal en el dominio de . la flora y de la fauna en maká (familia mataco-mataguaya).†UniverSOS, Nº:5: Valencia: Universitat de València. ISSN 1698-6083

MESSINEO, Cristina y Paola CÚNEO. 2007. “Recursos lingüísticos para la clasificación de plantas y animales en dos lenguas indígenas del Chaco (toba y maká).†Proceedings of the 3° Conference on Indigenous Languages of Latin America, University of Texas at Austin,, Austin, EEUU, October, www. ailla.utexas.org

Proyecto CICITCA 21/ F 876 (FFHA, UNSJ). 2008-2010. “Conocimiento tapiete (tupí-guaraní) de la bio-diversidad chaqueña. Vocabulario de plantas: sus usos y significaciones.†(Dir. Hebe GONZÁLEZ; Co-Dir. Gustavo SCARPA)

Proyecto PICT: 32894  (ANPCyT-FONCyT) 2007-2010 “Clasificación nominal y categorización etnobiológica en grupos indígenas del Gran Chaco. Aproximación interdisciplinaria†(Dir: Cristina MESSINEO).



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#2362 De: Simoni Valadares <valadares_simoni@...>
Data: Sex, 5 de Fev de 2010 11:43 pm
Assunto: Concursos sobre a Cultura e os Direitos dos Povos Guarani e a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas - Brasil e Mercosul
valadares_simoni@...
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Concursos sobre a Cultura e os Direitos dos Povos Guarani e a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas são abertos ao Brasil e Mercosul


O Pontão de Cultura Guaicuru abre as inscrições para dois concursos com os temas Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani e Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Um é direcionado aos estudantes do Ensino Fundamental, Médio e Universitário e o outro, aos interessados de qualquer área de atuação. Ambos abrangem todas as regiões brasileiras além dos países do Mercosul. O objetivo é que os trabalhos possam contribuir para o fomento de uma nova perspectiva cultural desses povos, fortalecendo o respeito e sua valorização perante a sociedade.

 

 

 Para saber mais sobre os concursos, acesse: www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/avamarandu



Hotmail: Free, trusted and rich email service. Get it now.

#2363 De: Laércio Bacelar <lnbacelar@...>
Data: Sex, 5 de Fev de 2010 11:28 pm
Assunto: Kanoé: de Zack(1942) a Bacelar (2008)
lnbacelar@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A quem interessar, seguem,em PDF, as 84 primeiras  tabelas comparativas da evolução das transcrições da Língua Kanoé, desde ZACK (1942), NIMUENDAJÚ (1955)...  a BACELAR (2008), com 1094 itens distrubuídos com campos semânticos mais ou menos delineados. Observo que Kapíxanã, Kapishanã (e outras variações gráficas) não são sinônimos de Kanoé, mas produto de uma confusão histórica entre as etnias  Kanoé e Kanuá,  a última um possível grupo Tupí-Tuparí já extinto. Nimuendajú tratou os Kanoé como Kapixanã  e Loukotk, até certo pont, "forçou" a existência de duas línguas aparentadas entre si, o que não corresponde à realidade nem à verdade histórica. Laércio Bacelar

--- Em sex, 5/2/10, Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...> escreveu:

De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Assunto: [etnolinguistica] Historia Naturalis Brasiliae (Piso & Marcgrave 1648)
Para: nimuendaju@googlegroups.com
Cc: etnolinguistica@..., tupi@...
Data: Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010, 14:37

 
Um marco não apenas para os estudos da flora e da fauna, mas também
para a etnografia e a etnolingüística dos povos originais do nordeste
brasileiro, a obra Historia Naturalis Brasiliae (Piso & Marcgrave
1648) acaba de ser incluída na Biblioteca Digital Curt Nimuendaju:

http://biblio. etnolinguistica. org/marcgrave_ 1648_historia

Produzida sob os auspícios do conde João Maurício de Nassau, quando
governador das possessões holandesas no nordeste brasileiro, a obra
divide-se em duas partes. A primeira, de autoria do médico holandês
Guilerme Piso, trata principalmente de doenças tropicais. A segunda,
de autoria do naturalista alemão Jorge Marcgrave, trata da fauna e da
flora da região (fornecendo seus nomes indígenas), além de descrever
costumes indígenas (incluindo um vocabulário Tupinambá).

Como introdução a esta importante obra, os Cadernos de Etnolingüística
acabam de publicar um artigo da antropóloga Mariana Françozo (que se
doutorou no ano passado na Unicamp com uma tese sobre a circulação de
objetos e saberes no Atlântico holandês):

Françozo, Mariana. 2010. Alguns comentários à Historia Naturalis
Brasiliae. Cadernos de Etnolingüística, vol. 2, n. 1, p. 1-7.
http://www.etnoling uistica.org/ vol2:1

Para uma breve introdução iconográfica à Historia Naturalis Brasiliae,
visite nossa galeria no Flickr:

http://bit.ly/ marcgrave

A obra foi digitalizada pela biblioteca do Missouri Botanical Garden a
partir de original em sua coleção de obras raras. Para a conveniência
do leitor, a Biblioteca Digital Curt Nimuendaju adicionou "bookmarks"
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#2364 De: "diinibii" <moore@...>
Data: Seg, 8 de Fev de 2010 1:23 am
Assunto: foneticista que trabalha na Amazônia recebe prêmio
diinibii
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O linguista Didier Demolin (Université Libre de Bruxelles & Laboratoire des
Science de la Parole de l'Académie Universitaire Wallonie Bruxelles), afiliado
com a USP, foi indicado para o prêmio Chaire Francqui, da Bélgica
(www.fundp.ac.be/facultes/lettres/departements/germaniques/activites/).  Como
parte dessa honra, deve ministrar seis palestras.  Demolin já realizou pesquisas
fonéticas e fonológicas sobre as línguas Karitiana, Kuikuro e Kayabi, além de
coorientar um Memoire de D.E.A. sobre Surui de Rondônia (Paiter).

#2365 De: Marcelo Jolkesky <marjolkesky@...>
Data: Seg, 8 de Fev de 2010 7:59 pm
Assunto: dissertação online: Peba-Yagua
marjolkesky
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Prezados colegas,
 
A seguinte dissertação de mestrado encontra-se online:
 
Peña, J. G. (2009) A Historical Reconstruction of the Peba-Yaguan Linguistic Family. University of Oregon.
 
 
um abraço,
 
Marcelo


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#2366 De: Bruna Franchetto <bfranchetto@...>
Data: Ter, 9 de Fev de 2010 11:11 pm
Assunto: Concurso UFRJ
bfranchetto
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Informo o anúncio de concurso em linguistica na UFRJ; vejam  o edital!
Bruna Franchetto


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#2367 De: "Moderadores Etnolinguistica.Org" <moderadores@...>
Data: Qua, 10 de Fev de 2010 4:58 pm
Assunto: Dissertações online: Karitiana (Mendes 2009), Terena (Martins 2009)
etnolinguist...
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As seguintes dissertações de mestrado, defendidas na USP em 2009,
acabam de ser incluídas em nosso banco de teses e dissertações:

Martins, Cosme Romero. 2009
Fonologia da língua Terena
Orientação: Waldemar Ferreira Netto
Mestrado, USP
http://www.etnolinguistica.org/tese:martins_2009

Mendes, Luciana Sanchez. 2009
A quantificação adverbial em Karitiana
Orientação: Ana Lucia de Paula Muller
Mestrado, USP
http://www.etnolinguistica.org/tese:mendes_2009

---------------------
Para uma lista de teses e dissertações disponíveis online, visite
http://www.etnolinguistica.org/teses

Para sugerir links para teses e dissertações, periódicos e outros
recursos online, visite http://www.etnolinguistica.org/links

#2368 De: "Moderadores Etnolinguistica.Org" <moderadores@...>
Data: Sáb, 13 de Fev de 2010 6:13 pm
Assunto: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
etnolinguist...
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Temos a grata satisfação de anunciar que a lingüista Lucy Seki
(Unicamp) foi eleita membro honorário da Linguistic Society of America
na última reunião anual da entidade (Baltimore, janeiro/2010).  O
título é conferido em reconhecimento a lingüistas não residentes nos
EUA que tenham feito contribuições significativas a nossa área.

Responsável pela documentação e descrição aprofundada de línguas como
o Kamaiurá e o Krenák, Lucy vem contribuindo também para a formação de
dezenas de novos lingüistas.  Para uma modesta amostra de suas
contribuições para o conhecimento das línguas indígenas sul-americanas
(incuindo links para seu perfil Lattes e trabalhos disponíveis
online), visite a página da Coleção Lucy Seki na Biblioteca Digital
Curt Nimuendaju:

http://biblio.etnolinguistica.org/lucy

Para uma lista dos membros honorários da LSA (que inclui os
sul-americanistas Bob Dixon, Sacha Aikhenvald, Rodolfo Cerrón-Palomino
e Aryon Rodrigues), visite a página seguinte:

http://www.lsadc.org/info/lsa-honorarymem-year.cfm

#2369 De: "Moderadores Etnolinguistica.Org" <moderadores@...>
Data: Dom, 14 de Fev de 2010 7:52 pm
Assunto: Dissertação: Xerente (Mesquita 2009)
etnolinguist...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A seguinte dissertação de mestrado, defendida na UFG em 2009 sob a
orientação de Silvia Braggio, está agora disponível online:

Mesquita, Rodrigo. 2009
Empréstimos lingüísticos do português em Xerente Akwẽ
http://www.etnolinguistica.org/tese:mesquita-2009

---------------------
Para uma lista de teses e dissertações disponíveis online, visite
http://www.etnolinguistica.org/teses

Para sugerir links para teses e dissertações, periódicos e outros
recursos online, visite http://www.etnolinguistica.org/links

Para informações atualizadas sobre os recursos disponíveis no site,
siga-nos no Twitter:
http://twitter.com/etnolinguistica

#2370 De: "Mateus" <oliveira-mateus@...>
Data: Dom, 14 de Fev de 2010 11:17 pm
Assunto: Re: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
oliveira_mateus
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Gostaria de tornar pública minha alegria com a notícia de que Lucy Seki foi
agraciada com o título de "honorary membership" da LSA. Considero importante que
pessoas como ela tenham, ainda em vida, reconhecimento de seus pares pelo
trabalho desenvolvido ao longo de uma vida de dedicação ao trabalho acadêmico,
trabalho feito com comprometimento e competência. Devo a Lucy Seki muito da
minha formação. Parabéns!

--- Em etnolinguistica@..., "Moderadores Etnolinguistica.Org"
<moderadores@...> escreveu
>
> Temos a grata satisfação de anunciar que a lingüista Lucy Seki
> (Unicamp) foi eleita membro honorário da Linguistic Society of America
> na última reunião anual da entidade (Baltimore, janeiro/2010).  O
> título é conferido em reconhecimento a lingüistas não residentes nos
> EUA que tenham feito contribuições significativas a nossa área.
>
> Responsável pela documentação e descrição aprofundada de línguas como
> o Kamaiurá e o Krenák, Lucy vem contribuindo também para a formação de
> dezenas de novos lingüistas.  Para uma modesta amostra de suas
> contribuições para o conhecimento das línguas indígenas sul-americanas
> (incuindo links para seu perfil Lattes e trabalhos disponíveis
> online), visite a página da Coleção Lucy Seki na Biblioteca Digital
> Curt Nimuendaju:
>
> http://biblio.etnolinguistica.org/lucy
>
> Para uma lista dos membros honorários da LSA (que inclui os
> sul-americanistas Bob Dixon, Sacha Aikhenvald, Rodolfo Cerrón-Palomino
> e Aryon Rodrigues), visite a página seguinte:
>
> http://www.lsadc.org/info/lsa-honorarymem-year.cfm
>

#2371 De: Marcelo Jolkesky <marjolkesky@...>
Data: Seg, 15 de Fev de 2010 12:53 am
Assunto: recursos online: Wayana e Guarani Antigo
marjolkesky
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados colegas,
 
O CELIA disponibilizou duas obras para download:
 
Camargo, E.; Tapinkili; avec la collaboration de Akajuli, Atajumale et Laurent Hernandez. (2009) Hakëne omijau eitop Wajana-Palasisi (Dictionnaire bilingue Wayana-Français). CELIA/DRAC-Guyane/TEKUREMAI.

Restivo, P. (2010) [1724] Arte de la Lengua Guaraní.  Transcripción y presentación: Silvio M. LIUZZI. Edition en ligne: Jean-Michel Hoppan avec la collaboration de Marc Thouvenot et Silvio M. Liuzzi. CELIA.
 
um abraço!
 
Marcelo
 
--- 14/02/10 Pzr tarihinde Moderadores Etnolinguistica.Org <moderadores@...> şöyle yazıyor:

Kimden: Moderadores Etnolinguistica.Org <moderadores@...>
Konu: [etnolinguistica] Dissertação: Xerente (Mesquita 2009)
Kime: etnolinguistica@...
Tarihi: 14 Åžubat 2010 Pazar, 17:52

 
A seguinte dissertação de mestrado, defendida na UFG em 2009 sob a
orientação de Silvia Braggio, está agora disponível online:

Mesquita, Rodrigo. 2009
Empréstimos lingüísticos do português em Xerente Akwẽ
http://www.etnoling uistica.org/ tese:mesquita- 2009

------------ ---------
Para uma lista de teses e dissertações disponíveis online, visite
http://www.etnoling uistica.org/ teses

Para sugerir links para teses e dissertações, periódicos e outros
recursos online, visite http://www.etnoling uistica.org/ links

Para informações atualizadas sobre os recursos disponíveis no site,
siga-nos no Twitter:
http://twitter. com/etnolinguist ica


Yahoo! Türkiye açıldı!
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www.yahoo.com.tr

#2372 De: fedviges <fedviges@...>
Data: Dom, 14 de Fev de 2010 11:39 pm
Assunto: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
fedviges@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

 

Gostaria de externar minha alegria  e satisfação com a informação de que  a professora Lucy Seki foi agraciada com o título de "honorary membership" da LSA, visto que  considero muito importante o reconhecimento  pelo trabalho desenvolvido ao longo de sua pesquisa  realizada com dedicação e competência. Meus  parabéns, Professoa.

Francisco Edviges Albuquerque






Prof.Dr. Francisco Edviges Albuquerque

fedviges@...

63)21122215

Coord. do Laboratório de Línguas Indígenas

Campus de Araguaína



Em 14/02/2010 21:17, Mateus < oliveira-mateus@... > escreveu:


 

Gostaria de tornar pública minha alegria com a notícia de que Lucy Seki foi agraciada com o título de "honorary membership" da LSA. Considero importante que pessoas como ela tenham, ainda em vida, reconhecimento de seus pares pelo trabalho desenvolvido ao longo de uma vida de dedicação ao trabalho acadêmico, trabalho feito com comprometimento e competência. Devo a Lucy Seki muito da minha formação. Parabéns!

--- Em etnolinguistica@..., "Moderadores Etnolinguistica.Org" ...> escreveu
>
> Temos a grata satisfação de anunciar que a lingÃ?ista Lucy Seki
> (Unicamp) foi eleita membro honorário da Linguistic Society of America
> na última reunião anual da entidade (Baltimore, janeiro/2010). O
> título é conferido em reconhecimento a lingÃ?istas não residentes nos
> EUA que tenham feito contribuições signific ativas a nossa área.
>
> Responsável pela documentação e descrição aprofundada de línguas como
> o Kamaiurá e o Krenák, Lucy vem contribuindo também para a formação de
> dezenas de novos lingÃ?istas. Para uma modesta amostra de suas
> contribuições para o conhecimento das línguas indígenas sul-americanas
> (incuindo links para seu perfil Lattes e trabalhos disponíveis
> online), visite a página da Coleção Lucy Seki na Biblioteca Digital
> Curt Nimuendaju:
>
> http://biblio.etnolinguistica.org/lucy
>
> Para uma lista dos membros honorários da LSA (que inclui os
> sul-americanistas Bob Dixon, Sacha Aikhenvald, Rodolfo Cerrón-Palomino
> e Aryon Rodrigues), visite a página seguinte:
>
> http://www.lsadc.org/info/lsa-honorarymem-year.cfm
>



#2373 De: Ilda <hilda.msi@...>
Data: Seg, 15 de Fev de 2010 1:28 pm
Assunto: Lucy Seki
hilda.msi@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados Colegas

Não poderia deixar de manifestar publicamente minha alegria ao saber que a GRANDE PESQUISADORA, ESTUDIOSA E PROFESSORA Lucy Seki foi agraciada com o título de "honorary membership" da LSA.


PARABÉNS  LUCY

Abraço
Ilda


#2374 De: "Raquel Guirardello-Damian" <R.Guirardello-Damian@...>
Data: Seg, 15 de Fev de 2010 11:07 am
Assunto: Re: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
R.Guirardello-Damian@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados colegas,

Gostaria igualmente de manifestar minha alegria com a notícia do título
recebido pela Prof. Lucy Seki. Esse é um grande reconhecimento pelo
excelente trabalho desenvolvido por ela, que vem contribuindo não somente
com atividades de pesquisa, mas também com a formação de novos lingüistas,
principalmente no que diz respeito a línguas xinguanas. Sou muita grata a
Prof. Lucy por ter me orientado e me ensinado a fazer trabalho de campo,
uma atividade à qual ela sempre se dedicou com empenho. Também ofereceu
uma importante contribuição para as atividades educacionais na língua
Kamaiurá, orientando os professores indígenas durante a elaboração da
ortografia e a produção de materiais pedagógicos. São várias as atividades
que a Prof. Lucy desenvolveu ao longo dos anos, e graças a esse trabalho,
a área de estudos de línguas indígenas brasileiras cresceu e se
aprofundou. Assim, é com muita satisfação que vejo a dedicaçãp da Prof.
Lucy Seki recebendo o devido reconhecimento por parte da LSA. Parabéns por
essa conquista.


Um abraço cordial,

Raquel Guirardello-Damian
Universidade do Oeste da Inglaterra
Museu P. Emílio Goeldi


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> Moderadores Etnolinguistica.Org wrote:

> Temos a grata satisfação de anunciar que a lingüista Lucy Seki
> (Unicamp) foi eleita membro honorário da Linguistic Society of America
> na última reunião anual da entidade (Baltimore, janeiro/2010). O
> título é conferido em reconhecimento a lingüistas não residentes nos
> EUA que tenham feito contribuições significativas a nossa área.
>
> Responsável pela documentação e descrição aprofundada de línguas como
> o Kamaiurá e o Krenák, Lucy vem contribuindo também para a formação de
> dezenas de novos lingüistas. Para uma modesta amostra de suas
> contribuições para o conhecimento das línguas indígenas sul-americanas
> (incuindo links para seu perfil Lattes e trabalhos disponíveis
> online), visite a página da Coleção Lucy Seki na Biblioteca Digital
> Curt Nimuendaju:
>
> http://biblio.etnolinguistica.org/lucy
>
> Para uma lista dos membros honorários da LSA (que inclui os
> sul-americanistas Bob Dixon, Sacha Aikhenvald, Rodolfo Cerrón-Palomino
> e Aryon Rodrigues), visite a página seguinte:
>
> http://www.lsadc.org/info/lsa-honorarymem-year.cfm

#2375 De: Marilia Ferreira <ferreiramarilia@...>
Data: Ter, 16 de Fev de 2010 11:45 am
Assunto: Lucy Seki
ferreiramarilia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados colegas,

Gostaria de congratular-me com minha mestra Lucy Seki!

Seu trabalho de descrição do Kamayurá é mesmo uma valiosíssima contribuição para os estudos de descrição de línguas amazônicas brasileiras. E sua seriedade, profissionalismo e empenho pelo desenvolvimento dos estudos descritivos de línguas indígenas no Brasil é digno de todo esse reconhecimento.

Parabéns, Lucy!  Obrigada por tudo!  Eu também devo muito de minha formação a você!


Marília Ferreira





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#2376 De: frantome <frantome@...>
Data: Ter, 16 de Fev de 2010 5:39 pm
Assunto: Re: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
frantome@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 


Lucy é exemplo de pesquisadora que tem não só produzido vasto material sobre o Kamaiurá como tem colaborado na descrição de muitas línguas indígenas brasileiras. Formadora de novos pesquisadores e incentivadora de ações voltadas para a valorização das línguas e culturas dos povos indígenas do Brasil e da América do Sul, sua atuação tem contribuído para que a Linguística indígena e as línguas indígenas continuem a ser valorizadas no meio acadêmico e para que o conhecimento sobre elas contribua para o desenvolvimento de ações que protejam e beneficiem as minorias étnicas no Brasil. Parabéns e sucesso nas novas pesquisas!

Prof. Frantomé Pacheco
Departamento de Antropologia
Universidade Federal do Amazonas

--------------------------

Em 13/02/2010 16:13, Moderadores Etnolinguistica.Org < moderadores@... > escreveu:


 

Temos a grata satisfação de anunciar que a lingÃ?ista Lucy Seki
(Unicamp) foi eleita membro honorário da Linguistic Society of America
na última reunião anual da entidade (Baltimore, janeiro/2010). O
título é conferido em reconhecimento a lingÃ?istas não residentes nos
EUA que tenham feito contribuições significativas a nossa área.

Responsável pela documentação e descrição aprofundada de línguas como
o Kamaiurá e o Krenák, Lucy vem contribuindo também para a formação de
dezenas de novos lingÃ?istas. Para uma modesta amostra de suas
contribuições para o conhecimento das línguas indígenas sul-americanas
(incuindo links para seu perfil Lattes e trabalhos disponíveis
online), visite a página da Coleção Lucy Seki na Biblioteca Digital
Curt Nimuendaju:

http://biblio.etnolinguistica.org/lucy

Para uma lista dos membros honorários da LSA (que inclui os
sul-americanistas Bob Dixon, Sacha Aikhenvald, Rodolfo Cerrón-Palomino
e Aryon Rodrigues), visite a página seguinte:

http://www.lsadc.org/info/lsa-honorarymem-year.cfm



#2377 De: Cristina Martins Fargetti <cmfarget@...>
Data: Qui, 18 de Fev de 2010 6:39 pm
Assunto: Re: Lucy Seki agraciada com "honorary membership" da LSA
cristinamfar...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Parabenizo Lucy Seki, orientadora e amiga, pelo título da LSA!
Merecido reconhecimento ao seu trabalho como docente, incansável pesquisadora, formadora de novos pesquisadores e incentivadora do ensino bilíngue entre os indígenas brasileiros.
Todos nós, seus alunos, lhe devemos a orientação segura, a pronta disponibilidade para cooperar em nossos projetos, a palavra amiga, carinhosa e o estímulo quando  pensamos em desistir. Modelo para nossos agora orientandos, ela merece toda tietagem!!
Um grande beijo, Lucy!!!!!
 
Cristina Martins Fargetti
UNESP
Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Departamento de Lingüística

#2378 De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Data: Sex, 19 de Fev de 2010 4:11 pm
Assunto: Tupi Studies I (Bendor-Samuel 1971)
ethnobooks
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
O livro *Tupi Studies I*, editado por David Bendor-Samuel (1971), foi
recentemente disponibilizado pelo repositório do Summer Institute of
Linguistics (http://www.sil.org/acpub/) e pode agora ser acessado também
através da Biblioteca Digital Curt Nimuendaju:

http://biblio.etnolinguistica.org/bendor_1971_tupi

A obra inclui cinco trabalhos sobre a família Tupí-Guaraní: 'Parintintin
phonology' (Helen Pease & LaVera Betts), 'Nasalization in Kaiwá' (Carl
Harrison & John M. Taylor), 'The morphophonology of Asurini words' (Carl
Harrison), 'Cocama clause types' (Norma Faust) e 'Internal classification of
the Tupi-Guarani linguistic family' (Miriam Lemle).  Para facilitar a
consulta ao livro, a equipe da Biblio Nimuendaju adicionou "bookmarks" ao
arquivo.

-------
Biblioteca Digital Curt Nimuendaju
http://biblio.etnolinguistica.org/

Para receber informações sobre novos acréscimos ao acervo da Biblioteca,
acompanhe-nos no Twitter (http://twitter.com/nimuendaju) ou assine nossa
lista de anúncios:
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A Biblioteca Digital Curt Nimuendaju é uma iniciativa do portal
Etnolinguistica.Org.

#2379 De: Hein van der Voort <hvoort@...>
Data: Seg, 22 de Fev de 2010 6:14 pm
Assunto: Important message from DAVI Kopenawa
enriquevande...
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Prezados colegas, Acho que esta mensagem merece divulgação. Hein van der Voort.
-------------

Original

Mensagem do Davi para o Bruce Albert transmitido pela gentileza de Hanna (ISA-BV) :

 é sobre o garimpo na maloca Papiu, no Hakoma, Parafuri, Alto Catrimani, Kayanaú, Uraricoera. Nesses lugares estão aumentado a chegada de garimpeiros, por isso os Yanomami estão muito preocupados. A FUNAI não consegue retirar os garimpeiros, porque dentro da FUNAI não tem pessoas como tinha antigamente, é por isso que os garimpeiros aumentaram. Eu, Davi estou muito preocupado, daqui pra frente vai acontecer conflito entre garimpeiro e os Yanomami, como aconteceu em 1986, na maloca Papiu. Então, eu estou falando isso porque eu já sei como os garimpeiros fazem com os Yanomami e estou muito triste também porque outros Yanomami estão trabalhando no garimpo por causa de comida, depois eles vão ficar doentes e pegar malária, pegar DST, porque os garimpeiros vão usar as índias como faziam antigamente, então é por isso que eu mandei essa mensagem pra ti, pra ti saber o que está acontecendo neste ano de 2010. Eu estou muito revoltado com a FUNAI e com a Polícia Federal, eles não fizeram o serviço de inteligência para controlar a entrada de garimpeiro, nunca funcionou.

Então, xori, essa é a mensagem que eu estou mandando pra você: a Terra Yanomami está invadida...
um grande abraço
xori Davi.

A message from Davi Kopenawa to Bruce Albert sent courtesy of Hanna (ISA-BV):

It’s about the gold  fields in the communities of Papiu, Hakoma, Parafuri, Alto Catrimani, Kayanaú, Uraricoera.  In these areas the arrival of gold prospectors is increasing; for this reason, the Yanomami are very worried.  FUNAI is not able to remove the gold prospectors because FUNAI no longer has the [the same caliber of] people that it had in the past, and for this reason [the number of] the prospectors increased.  I, Davi, am very worried; from this point on, there are going to be conflicts between the gold prospectors and the Yanomami, as happened in 1986 in the community of Papiu.  And so, I am speaking about this because I already know what the gold prospectors do to the Yanomami.  I am also very sad because other Yanomami are working in the gold fields for food, and afterwards they are going to get sick with malaria and with STDs because the gold prospectors are going to use [= abuse] the indigenous women as they did before.  That’s why I’m sending this message to you, for you to know what is happening in this year 2010.  I am very disgusted with FUNAI and with the Federal Police; they didn’t do the intelligence work [necessary] to control the entry of the gold propectors;  it [their work] never functioned [properly].

And so, my brother-in-law [= my friend], that is the message that I am sending to you: the Yanomami Indigenous Reserve has been invaded.

A big hug,

Your brother-in-law Davi

(Translated into English from Portuguese by Gale Goodwin Gomez, 2/20/2010)



#2380 De: "Carlos Alberto dos Santos Dutra" <dutracarlito@...>
Data: Ter, 23 de Fev de 2010 2:16 am
Assunto: falecimento do Prof. Gilmar Ofaié
carlitodutra
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Arikã, Adeus Gilmar Apu-cará

Prof. MSc. Carlos Alberto dos Santos Dutra

 

Corria o mês de janeiro do ano de 1998. Pelos campos e serrados da orla barranqueira do rio Paraná, no Mato Grosso do Sul, esse era o tempo e a história de Gilmar Eliandes Apu-cará.

 

Nessa época ele tinha cerca de 10 anos de idade quando acompanhei o antropólogo Prof. Manuel Ferreira Lima Filho, da Universidade Católica de Goiás, que visitou sua família e os patrícios Ofaié Xavante, da aldeia Enodi, localizada no km 10 da rodovia MS-040, no município de Brasilândia.

 

O trabalho realizado era um importante levantamento sobre os impactos causados pelo enchimento do lago da hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta (ex-Porto primavera). Elaborava na ocasião um Parecer sobre o EIA-RIMA de autoria do Consórcio Themag-Engea-Umah, sob a responsabilidade da Companhia Energética de São Paulo-CESP, em favor das populações ribeirinhas que viviam na margem direita do rio Paraná, entre elas, os Ofaié.

 

E o jovem estava lá, junto às demais crianças Ofaié e Kaiowá que convivem na aldeia, com seus cocares multicoloridos e flechas emplumadas correndo entre as matas e as paredes das casas de tijolos construídas pela concessionária elétrica paulista para mitigar a dor e o desterro de outrora daquele povo caçador e coletor ressurgido e que ainda hoje teima em falar uma língua que experimenta os últimos estertores da sobrevivência.

 

O menino, filho de Vá-verá, Roni Eliandes, Ñhandeva, sobrinho de Marçal de Souza, trazia na bagagem genótipa paterna, as raízes de um grande líder. Do lado materno, de Châ-tâ, Marilda de Souza, Ofaié, herdou a profissão pedagogia. E olha lá o nosso Apu-cará, estudando para ser professor, de olho na universidade...

        

Seu colega de aldeia, o jovem Silvano Ofaié, e os professores Giovani da Silva e Macedônia Franco, do Curso Normal Médio Indígena – Projeto Povos do Pantanal, da Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul podem dizer melhor, sobre o futuro deste menino, sua inteligência e perspicácia, sempre atento para os problemas e os desafios de uma escola cada vez menos com o rosto e conteúdo indígena.

 

E logo, logo, lá estava ele, professor da aldeia que a tornou sua, quando, ainda pequeno chegou com seus pais, vindo do sul do Estado. A Escola Municipal Ofaié E-Iniecheki, agora, é um campo florido, onde a semente é lançada farta para a alegria do mestre e a sede de saber daquele povo gentil.

 

Só que algo saiu errado com sua saúde. Nem sua família, a mulher e os dois filhos pequenos sabem explicar como um jovem de apenas 19 anos de idade, morre subitamente tendo como causa mortis insuficiência respiratória aguda devido a derrame pleural, caquexia e tuberculose pulmonar como consta na certidão de óbito.

 

Nós, pesquisadores e instituições, muitas vezes nos empolgamos tanto com a mente brilhante de nossos educandos que, de quando em vez, nos olvidamos de que seus corpos são frágeis e o esforço é tamanho para não sucumbir e sobrepujar a imposição de dietas, fé e costumes que há séculos lhes solapa a sorte...

 

Depois de ter sido levado às pressas para a Sociedade Beneficente do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Três Lagoas-MS, veio a falecer no dia 11 de janeiro de 2010 o jovem professor, cuja vida foi inexplicavelmente arrancada do coração do povo Ofaié, para o espanto de todos.

 

A aldeia Ofaié ainda está de luto pela perda de seu menino. Seus pais, Roni e Marilda tateiam pelas paredes, pelo escuro, buscando a luz de uma explicação para essa perda. Ao lado da jovem viúva e seus filhos, choram. A educação indígena no Estado de Mato Grosso do Sul também está de luto.

 

Arikã, Apu-cará.  Adeus, Gilmar Eliandes.

 

http://dutracarlito.vilabol.uol.com.br/obitos.htm

 

 

 


#2381 De: Pedro Viegas Barros <peviegas2003@...>
Data: Qua, 24 de Fev de 2010 7:27 pm
Assunto: Re: Arara Rio Branco (MT) ainda
peviegas2003
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Estimado Wilmar

Creo que se puede decir algo sobre el posible origen de al menos una palabra de la lengua Arára do Rio Branco.
En el mensaje a esta lista de Larissa Lisboa del 1 de junio de 2008, sobre el mismo tema, aparecía la forma

txiberu 'jabutí',

que no figura en los trabajos que Ud. posteó. No sé si ya alguien habrá notado la semejanza que esta forma tiene con el término del mismo o parecido significado ('jabutí', 'trocajá', 'tartaruga', etc.) en lenguas Arawak:

Apuriná syNpyry
Piro sypry
Baure sopir

etc, provenientes de Proto-Arawak *sinpu(ly) (Payne 1991: 423). Es probable que se trate en Arára do Rio Branco de un préstamo. Cf. Tacana (Key 2000) tSepere 'water turtle', posiblemente también del Arawák.

Cordialmente,

Pedro

Símbolos utilizados: N nasalización de la vocal precedente, S fricativa palatal sorda, tS africada palatal sorda, y vocal alta central (o alta posterior no redondeada)

 
Referencias:
Key, Mary Ritchie [General editor] (2000): South American Indian Languages, Computer Database (Intercontinental Dictionary Series, Vol. 1). Irvine: University of California. CD-ROM.
Payne, David L. (1991): A classification of Maipuran (Arawakan) languages based on shared lexical retentions. Handbook of Amazonian Languales, 3: 355-499.

--- Em seg, 1/2/10, Wilmar R. D'Angelis <dangelis@...> escreveu:

De: Wilmar R. D'Angelis <dangelis@...>
Assunto: [etnolinguistica] Arara Rio Branco (MT) ainda
Para: etnolinguistica@...
Data: Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010, 12:11

 

Caros amigos da lista

volto ao tema da língua dos Arara do Rio Branco (Mun. Aripuanã, MT), que
já frequentou essa lista há muito tempo.
Postei hoje, na página da Etnolingüística (no Yahoo grupos) uma pasta
intitulada "Arara do Rio Branco (MT)" contendo 2 arquivos: um pequeno
vocabulário seleto, organizado tematicamente; e um pequeno arquivo com
informações etnográficas e lingüísticas (uma prévia análise fonológica).
Peço, aos que puderem ou se interessarem, uma passada de olhos para ver
se, com os elementos assim organizados, se pode ter alguma luz acerca da
filiação lingüística do Arara do Rio Branco.
Agradeço toda e qualquer pista ou sugestão. O trabalho em questão está
sendo feito a pedido e por interesse dos Arara, tão somente.

Obrigado

Wilmar R. D'Angelis

--
Wilmar R. D'Angelis
Professor Doutor - Depto de Lingüística
Instituto de Estudos da Linguagem - IEL
UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas)
Estado de São Paulo - Brasil



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#2382 De: "Moderadores Etnolinguistica.Org" <moderadores@...>
Data: Qui, 25 de Fev de 2010 4:38 pm
Assunto: Rádio Ciência Hoje das Crianças: "Conversa à moda indígena"
etnolinguist...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A Rádio Ciência Hoje das Crianças publicou no último dia 23 um podcast
sobre línguas ameaçadas. A reportagem entrevistou a lingüista Ana
Vilacy Galucio (Museu Goeldi), que falou sobre o Sakurabiat (Tupi,
Rondônia). Para detalhes, visite o link abaixo:

http://www.etnolinguistica.org/media:23fev2010

#2383 De: Biblioteca Digital Curt Nimuendaju <biblio@...>
Data: Qui, 25 de Fev de 2010 7:32 pm
Assunto: Knivet (1878): Piratas, canibais -- e monstros?
ethnobooks
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Para os moradores dos primeiros núcleos coloniais na costa brasileira, como Santos e Cabo Frio, a pirataria era ameaça constante. Mas a vida de pirata, por outro lado, também não era nada fácil, a julgar pelos relatos de protagonistas como o inglês Anthony Knivet.  Disponível agora na Biblioteca Digital Curt Nimuendaju, a obra 'Notavel viagem que, no anno de 1591 e seguintes, fez Antonio Knivet, da Inglaterra ao mar do sul, em companhia de Thomas Candish' pinta uma imagem um tanto anti-hollywoodiana de pirata: faminto, maltrapilho, infestado de piolhos, vivendo da pilhagem da mandioca alheia.
 
Eventualmente capturado e escravizado pelos portugueses, vivendo, segundo sua descrição, a pauladas e sob a constante ameaça de morte, Knivet acompanharia seus amos a viagens de exploração pelo interior do sudeste brasileiro (e, depois, o nordeste), travando contatos com índios de diversas etnias, como os Tamoyo (entre os quais presenciaria rituais canibalísticos) e os Purí.  Assim, além de retratar a colonização portuguesa sob uma pespectiva diferente da habitual, seu relato contém informações úteis sobre costumes indígenas e sobre a localização geográfica de diversas tribos, apesar de algumas passagens pouco plausíveis -- como o encontro com um monstro aquático que "tinha no dorso grandes escamas medonhas e não menores garras e uma comprida cauda, (...)  [e] uma comprida lingua qual harpão".
 
Traduzido por J. H. Duarte Pereira a partir da versão holandesa, e publicado na Revista do Instituto Histórico e Geográfico em 1878, o texto pode ser acessado no seguinte endereço:
 
http://biblio.etnolinguistica.org/knivet-1878-notavel

--------
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#2384 De: Magda Pucci <mdpucci@...>
Data: Qui, 25 de Fev de 2010 11:18 pm
Assunto: Re: Rádio Ciência Hoje das Crianças: "Conversa à moda indígena"
mdpucci@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Alguem sabe me dizer quais sao as linguas declinaveis?

Magda Dourado Pucci
Ethos Produtora de Arte e Cultura www.ethosprodutora.com.br
MAWACA
www.mawaca.com.br/mawaca/english
mobile: 11 9268 4065




Em 25 de fevereiro de 2010 13:38, Moderadores Etnolinguistica.Org <moderadores@...> escreveu:
 

A Rádio Ciência Hoje das Crianças publicou no último dia 23 um podcast
sobre línguas ameaçadas. A reportagem entrevistou a lingüista Ana
Vilacy Galucio (Museu Goeldi), que falou sobre o Sakurabiat (Tupi,
Rondônia). Para detalhes, visite o link abaixo:

http://www.etnolinguistica.org/media:23fev2010



#2385 De: "Eduardo Rivail Ribeiro" <kariri@...>
Data: Sex, 26 de Fev de 2010 1:35 pm
Assunto: Re: Declinação
eduardo_rivail
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Cara Magda,

O termo 'declinação', em seu uso mais tradicional, refere-se geralmente a uma
característica de línguas indo-européias clássicas, como o grego e o latim, e de
línguas desta família que ainda preservam um sistema flexional nominal
razoavelmente complexo. Refere-se às diferentes classes lexicais a que nomes,
pronomes e adjetivos pertencem, de acordo com os sufixos flexionais que recebem.
Uma boa explicação pode ser lida na Wikipédia em inglês:

http://en.wikipedia.org/wiki/Declension

Por extensão, o termo tem sido usado na descrição de línguas não-indo-européias,
como o finlandês. No caso das línguas indígenas, o termo foi adotado
principalmente em descrições produzids em tempos coloniais. É o que fez o Pe.
Luiz Mamiani em sua excelente gramática do Kipeá (Macro-Jê)(disponível em
http://biblio.etnolinguistica.org/mamiani-1877-arte). O termo é também usado na
descrição de uma outra língua Macro-Jê, o Chiquitano, falado na Bolívia e em
Mato Grosso (Adam 1880).

Neste sentido, "declinação" é, para nomes, pronomes e adjetivos o que
"conjugação" é para os verbos. Enquanto o termo "conjugação" permanece relevante
na descrição do português (cant-ar, beb-er, part-ir pertencem à 1a., 2a. e 3a.
conjugações, respectivamente, e isto determina a maneira como são flexionados),
o termo "declinação" é menos útil, já que, ao contrário do que ocorria em latim,
em português não há propriamente flexão de caso e as flexões que há (número,
gênero) seguem geralmente uma regra básica. Alguns gramáticos, no entanto, ainda
usam o termo com o significado, grosso modo, de "flexão" ou "morfologia
flexional"

Neste sentido lato, uma raiz (nome, etc.) "declinável" seria aquela que pode
flexionar-se; indeclinável seria aquela que não pode flexionar-se (ou seja,
invariável). Por extensão, uma "língua declinável" seria uma língua que possui
morfologia flexional (embora eu, particularmente, não tenha ouvido esta
expressão aplicada a línguas em geral).

Espero que isto esteja claro. E peço aos colegas que tenham uma explicação menos
enrolada que contribuam!

Abraços,

Eduardo



--- Em etnolinguistica@..., Magda Pucci <mdpucci@...> escreveu
>
> Alguem sabe me dizer quais sao as linguas declinaveis?
>
> Magda Dourado Pucci
> Ethos Produtora de Arte e Cultura www.ethosprodutora.com.br
> MAWACA
> www.mawaca.com.br/mawaca/english
> mobile: 11 9268 4065
>
>
>
>
> Em 25 de fevereiro de 2010 13:38, Moderadores Etnolinguistica.Org <
> moderadores@...> escreveu:
>
> >
> >
> > A Rádio Ciência Hoje das Crianças publicou no último dia 23 um podcast
> > sobre línguas ameaçadas. A reportagem entrevistou a lingüista Ana
> > Vilacy Galucio (Museu Goeldi), que falou sobre o Sakurabiat (Tupi,
> > Rondônia). Para detalhes, visite o link abaixo:
> >
> > http://www.etnolinguistica.org/media:23fev2010
> >
> >
>

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