A comunicação crítica é aquela sigilosa, constante e sem interferências, que não pode falhar ou ficar congestionada em momento algum. É o caso dos rádios utilizados pelas Polícias, Corpo de Bombeiros, Para-médicos, Departamentos Penitenciários, Guardas Municipais e Forças Armadas.
É estratégica, principalmente, em casos de acidentes graves, grandes ações terroristas/criminosas ou catástrofes, como no atentado às torres gêmeas, em Nova York (11 de Setembro de 2001)ou em grandes eventos com os XV Jogos Pan-americano de 2007 no Rio de Janeiro. Onde a eficiência dos meios de comunicações foram cruciais para o perfeito desempenho das atividades de Segurança Pública. Contudo, o colapso das comunicações em Nova York e o quase colapso no Rio de Janeiro no período dos Jogos, devem servir de alerta para a importância da ação conjunta entre as Forças Públicas.
A tendência mundial é compartilhar os meios de TELECOM entre as diversas esferas de forças públicas de defesa social para otimizar recursos e ainda, quando necessário, permitir a comunicação segura e contínua entre todos os órgãos de defesa social.
O Rio de Janeiro está, desde 1992, inserido nos melhores modelos de gestão de telecomunicações governamentais, sendo possível a comunicação entre todas as forças de defesa social, fator que não permitiu a ocorrência de graves problemas no Pan-americano pela falta de Comunicação. O SIRCE - Sistema Integrado de Radiocomunicação Crítica Estadual, não permitiu pela união de seus membros que houvesse um "apagão nas Comunicações " promovendo a sinergia do setor.
Este grupo objetiva facilitar a troca de informações entre os integrantes do SIRCE.
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