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ciencialist · Ciência

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#36057 De: Maria Natália <grasdic@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 10:10 am
Assunto: Compreendendo entropia com eq. de Boltzman
grasdic2
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A quem interessar:
""The Chemical Educator
ISSN: 1430-4171 (electronic version)

Table of Contents

Abstract Volume 9 Issue 2 (2004) pp 74-79
DOI 10.1333/s00897040755a

Understanding Entropy with the Boltzmann Formula
Finn Hynne

Department of Chemistry and CATS, H.C.Orsted Institute, University
of Copenhagen, Universitetsparken 5, DK-2100 Copenhagen, Denmark,
fh@...
Received August 8, 2003. Accepted October 14, 2003.

Published online: 2 February 2004

Abstract. We show how a chemical reaction can be used to suggest the
relation between spontaneity and growth of the number of microstates
for an isolated system (Boltzmann's principle) and to motivate the
interpretation of entropy via the Boltzmann formula in a chemically
relevant way. Using elementary arguments, we obtain an explicit
expression for the entropy of a real chemical system as a function
of the extent of reaction for a progressing chemical reaction taking
place in solution. Enlightened by the insight provided by the
chemical-reaction example, we explain how the Boltzmann formula can
more generally play a valuable role in classical thermodynamics as a
tool to understand the concepts and relations. We use it to explain
the peculiar thermodynamic definition of entropy and concepts like
temperature and pressure in mechanical terms, thus, connecting the
statistical and thermodynamic descriptions.
Key Words: In the Classroom; physical chemistry; statistical
mechanics
(*) Corresponding author. (E-mail: fh@...)""

A partir do nome do autor talvez possam lá chegar e ter acesso. Eu
não tenho hipótese de vos enviar pois não comprei acesso.
Maria Natália

#36058 De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 10:39 am
Assunto: Fw: Sistemas sinergéticos de funcionamento contínuo
leoferraz2003
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Não entendi! Alguém pode desencaroçar um pouco isso?
[]'
     ======================
        Luiz Ferraz Netto [Léo]
        leobarretos@...
      www.feiradeciencias.com.br
      ======================
-----Mensagem Original-----
De: Raúl Damas
Para: Wave Energy Centre ; leobarretos@...
Enviada em: sábado, 1 de maio de 2004 07:02
Assunto: Sistemas sinergéticos de funcionamento contínuo


Ex. Senhores
   Introdução
  É sabido que qualquer equipamento- alimentado SÓ por forma de energia
(termica,electrica,hidraulica,eólica,mecanica,E.t.c.
- jámais poderá funcionar como moto perpétuo. Se nem é possível que o
dispositivo funciona produzindo quantidades de energia iguais ás que
"consome"não  se compreende porque se continua á procura de um meio do qual seja
possível retirar alguma energia útil.
     Vejamos a questão de modo bastante diferente do modo como tem sido tentado
ao longo de vários Séculos

      Se se tomar em consideração que,na generalidade das instalações de produção
de energia electrica, o número de horas ,em que os consumos de energia são muito
inferiores ás potências instaladas, são  maiores do que o número de horas em que
os consumos de energia são maiores, facilmente se compreende que a tecnologia
pode funcionar de modo
contínuo.
       Para a realização de um Sistema Sinergético que seja alimentado (de modo
Sinergético) por várias a formas de energia funcionando de modo a que , ( nos
períodos de excesso de qualquer uma das energias coorperantes consiga ACUMULAR
quantidades de energia (na forma de ar comprimido (10%) e na forma de frio (90%)
maiores do que as quantidades com que contribue a energia que se pretende
acumular.
      Para nos períodos de Restituição (de modo Sinergético) da energia ACUMULADA
consiga restituir (na forma de ar comprimido frio) quantidades de energia
maiores do que as quantidades com que contribuém os depósitos de ar.
      Embora a nova tecnologia Sinergética de acumulação de energias( de origem
natural e de origem artificial) e restituição da  energia acumulada ainda não
tenha sido, por falta de meios , posta em prática .Cremos,contudo, que
efectivamente se encontrou uma Tecnologia que irá contribuir para que o Sistema
funcione como um  moto contínuo »CONSUMINDO« Só e, exclusivamente, energias de
origém perpétuas.Como são as energias renovaveis , de origem externa natural
(solar,eólica,hidraulica,ondocinética,maremotriz,E.t.c) e prícipalmente as
energias renovaveis de origem interna artificial. como são, por exemplo, as
(termicas resultantes da compressão e expanção do ar comprimido,)
   Muito mais informação pode ser fornecida se, entretanto, alguém se interessar
pelo o assunto .
      Com os melhores cumprimentos .
     Raul Damas




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#36059 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 1:54 pm
Assunto: Re: Re: E=mc^2 - the end
sergiotaborda
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----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@...>
To: <ciencialist@...>
Sent: Friday, April 30, 2004 11:25 PM
Subject: [ciencialist] Re: E=mc^2 - the end


>Sérgio:
>Exactidão não é precisão.Ou vice versa.

Natália, a palavra "precisão" é imprecisa. Vc precisa ser precisa ?
O verbo precisar (necessitar) conflita com o adjectivo precisa (ser exacto)
Por isso não se deve usar a palavra "precisão" mas sim "exactidão".
Portanto, exactidão e precisão são a mesma coisa.

>Quando estou a fazer tiro num alvo sei se fui exacta ou não pois
>está lá marcado o centro do alvo.

Errado.
A medição é da distancia do ponto onde a bala bateu no alvo até ao centro.
Vc tem que medir uma distancia. Quanto menor essa distancia melhor a sua
pontaria. A distancia é inversamente porpocional á sua pontaria. A exactidão
com que mede a distancia será importante para a exactidão da sua pontaria.
Um so tiro não promove uma medida da sua pontaria. Mas um so tiro promove
uma medida completa da distancia do ponto onde a bala bateu até ao centro.
A excatidão com que mede a distancia depende do instrumento com que a medir.
Se for uma regua, a exacdião será o inverso so erro, ou seja, o inverso de
metade da menor escala. (normalmente meio milimetro seria o erro)

>Mas se quiser determinar a
>espessura de uma folha de papel aí não sei qual o verdadeiro valor
>dela.Para determinar a exactidão.

Vc nunca sabe o verdadeiro valor de nada. Por isso que se chama Verdadeiro.
A ciencia não tem acesso aos valores verdadeiros apenas a aproximações
deles.
Valores verdadeiros não têm erro. Valores exactos tb não têm. A velocidade
da luz é um valor exacto, o seu erro é zero por definição ,mas não é um
valor Verdadeiro pq o erro é nulo por uma definição, um convensão.
O valor medido, o valor observável e o valor verdeiro são 3 valores
diferentes. Leia
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/files/FisicaQuantica101.pdf
capitulo 8.3
Isso são conceitos de metrologia.

>Quanto à precisão: posso ser preciso sem ser exacto.

Entenda que essa frase é um jogo de palavras.Por isso que a palavra
"precisão" foi banida do vocabulário metrologico.

> No caso do alvo, os 3 tiros que fiz ficam
>juntos e fora do centro do alvo. Houve precisão e que é contrária à
>dispersão-

Não. Precisão não é o oposto de Dispersão.
Vc está misturando os conceitos. Primeiro que tudo, esqueça a palavra
precisão e use Exactidão em vez.
Vc dispara 3 tiros. 3 tiros não fornecem uma estatistica. são necessários
pelo menos 10 tiros.
Suponhamos que vc dispara 12 tiros. Para cada tiro vc mede a distancia do
ponto onde o tiro acertou o alvo ao centro do alvo.
Vc mede distancias e não dispersões.
O resultado da medida é uma conjunto de distancias numa unidade padrão.
Aplicando estatistica gaussiana nesses dados vc vai encontrar a dispersão, o
desvio padrão.
O valor melhor seria 0+-0 cm. Mas o resultado não vai ser esse. A média e o
desvio padrão irão ser diferentes de zero.

A sua pontaria  (não a sua precisão) é medida dessa forma, pela média das
distancias e pelo desvio padrão. Repare que isso não está medindo a
exactidão das suas medidas.
A exactidão da medidas são para cada medida. Para cada ponto no alvo vc pode
fazer várias medições. Fazer uma estatistica sobre essas medidas aumenta a
exactidão de cada medida mas nada diz sobre a sua pontaria.

Portanto, uma metrologia correcta seria.

Para cada ponto de tiro faça pelo menos 10 medições da distancia do ponto ao
centro do alvo
Faça uma estatistica dessas 10 medições e obtenha, para cada ponto um valor
medio e um desvio padrão.
Pegue nesse valor medio e desvio padrão para cada ponto e faça uma
estatistica gaussiana.
O valor obtido será inversamente proporcional à sua pontaria (não à sua
precisão)

>No caso da dispersão os 3 disparos vão furar o alvo em
>três locais distintos. Como poderei fazer uma medida exacta,
>aproximar-se do VERDADEIRO valor daquela espessura?

Fazendo várias medições com o mesmo intrumento e com instrumentos diferentes
que tenham escalas dferentes. Quanto menor for a escala, menor será o erro
experimental, maior será a precisão.  Não vale prender as folhas com clipes
ou outras coisas que vão provocar desvios nos valores.
Aumente o numero de folhas a medir. Isso divide o erro e aumenta a precisão.
Existem muitas tecnicas.

>Só fazendo as tais infinitas determinações..

Não. Ha mais coisas que pode fazer do isso
Essa de "infinitas determinações" é tipico do pensamento matemático e não do
pensamento fisico.

>Segue-se o tratamento matemático dessas medições.
>O ideal seria uma medição ser precisa e exacta:

Não misture as coisas. Uma medição sempre é Exacta. Existe um numero que
mostra o quanto é exacta. Lembre-se todos os corpos têm velocidade, mesmo os
que tem velocidade zero.


>Treinando os observadores e ainda estes com o objecto que efectua a
>medida e podemos minimizar o erro.

Não. O erro não depende apenas do quem faz a medida, mas tb do aparelho de
medida, do metodo de medição e do processo de tratamento de erros.

> Diminuir esse intervalo dá mais
>certeza de que naquele intervalo encontaremos o resultado de medição
>que quero efectuar. Portanto os erros cometidos nas leituras trazem
>incerteza.

Pois trazem, como eu disse, essa é uma das acepções da palavra "Incerteza".
MASS! essa acepção não é a que se usa quando se refere ao Principio de
Incerteza de Heisenberg.É isso que precisa tomar atenção e passar aos
outros.

>Os erros fortuitos ou acidentais acontecem sem se saber
>como.Os erros sistemáticos se podem evitar. Régua com traços do mm
>diferente ou sem o zero. Substituo a régua por outra sem defeito.

O facto dela ter ou não um zero não é relevante. Voce pode usar qq traço da
regua como zero.

> A incerteza relativa nos a o intervalo
>de confiança e que deverá ser pequeno (analogia com a procura de uma
>agulha num paplheiro): Quanto menor a área (o intervalo) mais
>facilmente encontramos o "verdadeiro" valor.

Não é possivel encontrar o verdadeiro valor. Isso é outra coisa que a pessoa
tem que ter em mente.  Apenas se pode minimizar o erro.

>E é só o que poderei dizer se recurso a boneco

Tudo isso que disse, embora misturando precisão , incerteza e exactidão
(acredite em mim, não use a palavra precisão), esqueceu-se da questão
centrar. A questão central é que a Incerteza experimental e a Incerteza que
se fala nos livros de MQ não são o mesmo conceito. Isso é que é a parte
importante.

Sérgio Taborda

#36060 De: "Silvio" <scordeiro@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 1:08 am
Assunto: Re: Re: bolsa para negros
scordeiro@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Junior fala em raça. parece que esse conceito já está ultraopassado, existem
diversos tipos de humanos cujas modificações físicas foram e estão sendo
feitas em função do meio-ambiente (miscigenação, mutação, seleção natural e
deriva genética.
No período de 1.000.000 a 100.00 anos, existiram três raças: Neanderthal,
Cro-Magnon e Sapiens. No Paleolítico superior o  Sapiens liquidou as outras
duas, mais atrasadas tecnológicamente. tudo por obra do acaso.
  Somos todos descendentes de ancestrais comuns.
Essa de afrodescendente é uma cascata para justificar o desenvolvimento de
povos que viveram em ambientes mais propícios ao seu desenvolvimento tanto
físico como intelectual ao longo do tempo. Os mais aptos procuraram e
procuram até hoje as melhores oportunidades.
E vai por aí afora....

sds.,
silvio
----- Original Message -----
From: "rmtakata" <rmtakata@...>
To: <ciencialist@...>
Sent: Thursday, April 29, 2004 5:45 PM
Subject: [ciencialist] Re: bolsa para negros


--- Em ciencialist@..., "Bradock" <bradock@u...>
> JUNIOR: Eu li os indicativos por raças, mas nao diz o percentual e
> o numero e quantidade dos participantes especificados de cada
> raça .
> Podendo a pesquisa ter sido feita com os participantes restritos a
> um  determinado lugar ou situação.

Junior, vc esta´ tirando uma, nao e´? Diz ai´. (Ou entao continua na
onda do pensamento volitivo.)

Ta´ publicada a metodologia:

"DATA DO CAMPO: 15/set a 06/out 2003

Amostra probabilística (sorteio dos municípios, dos setores
censitários e dos domicílios), combinada com controle de cotas de
sexo e idade na seleção dos indivíduos. Total de 5.003 entrevistas,
representativas da população brasileira adulta (16 anos ou mais).

Dispersão geográfica: 266 municípios (capitais, municípios de
pequeno, médio e grande portes), distribuídos em 834 setores
censitários, urbanos e rurais, nas cinco macro-regiões do país
(Norte, Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul).

Aplicação de questionário estruturado (198 perguntas, parcialmente
distribuídas em 3 sub-amostras com cerca de 1.668 entrevistas cada),
em abordagens pessoais e domiciliares, com duração média de 60
minutos.

Margens de erro: ? 1,4 ponto percentual para o total da amostra e ?
2,5 p.p. nos resultados das perguntas aplicadas em cada sub-amostra,
sempre com intervalo de confiança de 95%."
http://www.perseuabramo.org.br/nop/racismo/metodologia.htm

Os dados sao condizentes com outras pesquisas e enquetes do genero.

http://www.falasp.futuro.usp.br/arquivo/e018/e018res.php

[]s,

Roberto Takata



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#36061 De: "Silvio" <scordeiro@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 2:03 am
Assunto: Re: Fw: FEIRA DE CIENCIAS - Joao Jamil
scordeiro@...
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No século passado existiam bicicletas que podiam receber motores acoplados.
Deve haver alguns fósseis pelaí.

sílvio.

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@...>
To: "ciencialist" <ciencialist@...>
Sent: Friday, April 30, 2004 12:45 PM
Subject: [ciencialist] Fw: FEIRA DE CIENCIAS - Joao Jamil


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-----Mensagem Original-----
De: joão jamil
Para: leobarretos@...
Enviada em: sexta-feira, 23 de abril de 2004 19:30
Assunto: FEIRA DE CIENCIAS -


eu queria colocar propulsão na bicicleta tem como????


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#36062 De: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 3:37 pm
Assunto: sabão, ele quer um livro sobre?
chemelloe
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vê se eu aguento...

[ ]'s
---
Contato Naeq:
Nome: Luiz Alves da Fonseca Neto
Email: lafoneto@xxx
unto: sabão
Mensagem: Prezado(a) Senhor(a),

Venho através desta solicitar que me envie o processo completo da fabricação de
sabão e processo de separação da glicerina também procedimento de fabricação do
sabonete com todas análises inclusive método de determinação de acidos graxos
totais em sabão e sabonetes.

Atenciosamente,
Luiz Alves



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#36063 De: "Bradock" <bradock@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 5:39 pm
Assunto: Re: Fw: FEIRA DE CIENCIAS - Joao Jamil
bradock_rj
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--- Em ciencialist@..., "Silvio" <scordeiro@t...>
escreveu
> No século passado existiam bicicletas que podiam receber motores
acoplados.
> Deve haver alguns fósseis pelaí.
>
> sílvio.


JUNIOR: Em sites argentinos e latinos tem muito desses motores a
venda. Nao seria mais fácil comprar uma motocicleta 50c?

Saudaçoes,
Junior

#36064 De: "Bradock" <bradock@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 6:02 pm
Assunto: Re: bolsa para negros
bradock_rj
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
--- Em ciencialist@..., "Silvio" <scordeiro@t...>
escreveu
>> Essa de afrodescendente é uma cascata para justificar o
desenvolvimento de
> povos que viveram em ambientes mais propícios ao seu
desenvolvimento tanto
> físico como intelectual ao longo do tempo. Os mais aptos procuraram
e
> procuram até hoje as melhores oportunidades.
> E vai por aí afora....

JUNIOR: Por isso num item de minha mensagem eu disse: com que
critério usaremos para diferenciar  quem é negro no Brasil já que
vivemos num emaranhado de mistura de diverças raças? Na minha
concepçao nao existe uma raça pura. Se voce fuçar meus ancestrais e
os seus, verá que existirá sempre algum componente da raça negra. Eu
e voce podemos ter direito as cotas, por que nao?

Voce viu os estudos enviados a lista? Um fala que o preconceito
contra negros e idosos depende do contexto, e o outros mostra que a
receptividade e percepçao do preconceito contra negros  atraves do
cérebro é a mesma apresentada quando fazemos os mesmos testes com
deficientes e homossexuais.

http://www.prometeu.com.br/noticia.asp?cod=298

http://www.tvebrasil.com.br/links/homo/comportamento/030.htm

O que se conclui destes estudos?

Bem , ainda é muito cedo para um estudo conclusivo, mas podemos
chegar ao consenso que o preconceito contra negros baseia-se mais na
pressao cultural, no estigma secular e sociológico do que na eventual
percepçao do cérebro e a repulsao que a cor da pele pode causar.
Tanto que quando fizeram os testes com homossexuais e com deficientes
os resultados foram os mesmos do que com os negros, ou seja o cérebro
naso distingue e percebe o preconceito em maior ou menor.
Neurologicamente falando nao existe mais preconceitos contra negros
do que qualquer outra raça, deficiencia, homosexualismo, idade e
eventuais diferenças.
Estatisticamente e geograficamente num contexto social se constata a
diferença pelas causas apresentadas por mim, como estigma secular,
pressoes culturais e sociologicas conservadas na forma de
preconceito, e nao porque o cérebro percebe essa repulsa de forma
natural. A resposta dos estudos do cérebro e a receptividade do
preconceito só reforça a tese de que existe o preconceito por causa
de um determinado contexto do ambiente.

Existe tb uma natural repulsa entre as raças tb por um motivo de
preservaçao e conservaçao, e até por motivos e disputas de
sobrevivencia e aptidao. Mas daí pro preconceito é uma outra historia

Saudaçoes,
Junior

#36065 De: Carlos Pereira <carlos_ppss@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 6:16 pm
Assunto: Re: A natureza dual da luz
carlos_ppss
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Deixa eu ver se entendi seu exemplo: uma quntidade de luz zuprimida por um
orificio tornado-se um feixe ao atingir um anteparo mostrara circulos
altenando-se entre claros e escuros .... acho que isso nao ocorreria ? de acordo
com meus conhecimentos emp´´iricos o feixe cilindrico atravessaria o furo e se
mostraria no anteparo como um circulo de luz.

Sergio M M Taborda <sergiotaborda@...> wrote:
----- Original Message -----
From: "Bradock"

>Olá físicos da lista,

Olá lista
Primeiro quero informar que tou tendo pouco tempo para escrever na lista, e
embora tente acompanhar as discussões está a tornar-se dificil pois recebo
60 mails todos os dias...
Escolhi este mail em particular por ser um assunt o recorrente e por abordar
o meu tema de estimação... não, não é a fisica, é a especulação mediática da
fisica.

>Li na Galileu que quando a luz atravessa duas fendas, o padrao que
>alterna traços claros e escuros mostra que a luz apresenta
>comportamento ondulatório, pois essa variaçao é causada pela
>interaçao entre as ondas

>Já na experiencia que a luz atravessa uma fenda só, o padrao de uma
>partícula fica sem alternancia de traços claros e escuros.

Isso é falso.

Pegue um cartão escuro e faça um furo. Ponha esse furo na frente de uma
fonte de luz e um anteparo depois. Perceba que se formam padrões de escuro e
claro em forma circular.
Explique pq esse padrão existe, se não existe mais do que um furo.

Conclua que a interferencia existe sempre, mesmo com um so furo.
Explique pq.

Entretanto, explique pq esse assunto é o mais recorrente na lista.
Com a sua segunda afirmação é falso o problema que propoe não existe.

Abraço a todos,

Sérgio Taborda


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#36066 De: "Bradock" <bradock@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 6:17 pm
Assunto: Estudos sobre o preconceito
bradock_rj
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá lista,

Abaixo coloquei algumas impressoes minhas sobre os estudos
neurológicos e psiquiátricos do preconceito. Eu já havia falado sobre
isso com o Silvio na mensagem anterior, mas resolvi incluir aqui como
uma nova tread que pode ser discutida, sem o comprimisso  de estudos
conclusivos e acabados

  Dos estudos a seguir o primeiro fala que o preconceito
contra negros e idosos depende do contexto, e o segundo estudo mostra
que a receptividade e percepçao do preconceito contra negros atraves
do
cérebro é a mesma apresentada quando fazemos os mesmos testes com
deficientes e homossexuais.

http://www.prometeu.com.br/noticia.asp?cod=298

http://www.tvebrasil.com.br/links/homo/comportamento/030.htm

O que se conclui destes estudos?

Bem , ainda é muito cedo para um estudo conclusivo, mas podemos
chegar ao consenso que o preconceito contra negros baseia-se mais na
pressao cultural, no estigma secular e sociológico do que na eventual
percepçao do cérebro e a repulsao que a cor da pele pode causar.
Tanto que quando fizeram os testes com homossexuais e com deficientes
os resultados foram os mesmos do que com os negros, ou seja o cérebro
naso distingue e percebe o preconceito em maior ou menor.
Neurologicamente falando nao existe mais preconceitos contra negros
do que qualquer outra raça, deficiencia, homosexualismo, idade e
eventuais diferenças.
Estatisticamente e geograficamente num contexto social se constata a
diferença pelas causas apresentadas por mim, como estigma secular,
pressoes culturais e sociologicas conservadas na forma de
preconceito, e nao porque o cérebro percebe essa repulsa de forma
natural. A resposta dos estudos do cérebro e a receptividade do
preconceito só reforça a tese de que existe o preconceito por causa
de um determinado contexto do ambiente.

Existe tb uma natural repulsa entre as raças tb por um motivo de
preservaçao e conservaçao, e até por motivos e disputas de
sobrevivencia e aptidao. Mas daí pro preconceito é uma outra historia

NOTA: Bem eu nao tenho muito tempo para discutir, mas quem sabe
outros podem amadurecer as idéias apresentadas aqui.

Saudaçoes,
Junior

#36067 De: Carlos Pereira <carlos_ppss@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 6:36 pm
Assunto: Re:__Fw:_corrosão_de_fibra_óptica
carlos_ppss
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Sei sim Natalia ! Mas isso vai dependar se a fibra e´ monomodo ou multimodo
(degrau ou gradual).

- Fibra degrau: ha uma variaçao brusca entre o indice de refraçao da casca e o
do nucleo.


- Fibra gradual:
A variação do índice de refração e dada em função do raio do núcleo obedece à
seguinte equação: n(r)=n1.(1-(r/a)a.D), onde

- n(r) é o índice de refração do ponto r

- n1 é o índice de refração do núcleo

- r é a posição sobre o raio do núcleo

- a é o coeficiente de otimização

- D é a diferença entre o índice de refração da casca e do núcleo




Nestes dois casos varios feixas sao propagados independentemente, ou seja, podem
chegar no receptor em tempos diferentes.

- Fibra Monomodo: a melhor das tres, neste caso o diametro do nucleo e so um
pouco maior que o comprimento da luz, deste modo apenas um feixe, o ideal,  ira
se propaga no interior da fibra ....

- Em uma fibra optica para que a luz seja "aprisionada" no interior do nucleo e
necessario que se obedeça a Reflexao Total, la da optica ... pra que isso ocorra
o indice de refraçao da casca tem que ser menor que o indici de refraçao do
nucleo. NOTA: existem fibras em que o proprio ar funciona como casca ...

- Para saber mais visitem meu site:

http://geocities.yahoo.com.br/redescefetpi/


Maria_Natália <grasdic@...> wrote:
Primeiro: o autor da mensagem inicial queria tornar o cabo óptico
mais fino, de menor diâmetro;
Segundo:sabes como se propaga a radiação numa fibra óptica?
Maria Natália
--- Em ciencialist@..., Carlos Pereira
<carlos_ppss@y...> escreveu
> bombril ??? afetaria a propagação da luz .... mas pra que mesmo
que ele quer afinar a fibra ? - será que não seria possível fazer o
colapamento da ponta no fogo ?
>
>



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#36068 De: Carlos Pereira <carlos_ppss@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 7:02 pm
Assunto: Re: Fw: Sistemas sinergéticos de funcionamento contínuo
carlos_ppss
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Nao sei a resposta da cor mas vc pode procurar no livro da Castellan
(fisico-quimica) onde ele fala de moto-continuo ...
Ele explica direitin ...


Luiz Ferraz Netto <leobarretos@...> wrote:
Não entendi! Alguém pode desencaroçar um pouco isso?
[]'
     ======================
        Luiz Ferraz Netto [Léo]
        leobarretos@...
      www.feiradeciencias.com.br
      ======================
-----Mensagem Original-----
De: Raúl Damas
Para: Wave Energy Centre ; leobarretos@...
Enviada em: sábado, 1 de maio de 2004 07:02
Assunto: Sistemas sinergéticos de funcionamento contínuo


Ex. Senhores
   Introdução
É sabido que qualquer equipamento- alimentado SÓ por forma de energia
(termica,electrica,hidraulica,eólica,mecanica,E.t.c.
- jámais poderá funcionar como moto perpétuo. Se nem é possível que o
dispositivo funciona produzindo quantidades de energia iguais ás que
"consome"não  se compreende porque se continua á procura de um meio do qual seja
possível retirar alguma energia útil.
     Vejamos a questão de modo bastante diferente do modo como tem sido tentado
ao longo de vários Séculos

      Se se tomar em consideração que,na generalidade das instalações de produção
de energia electrica, o número de horas ,em que os consumos de energia são muito
inferiores ás potências instaladas, são  maiores do que o número de horas em que
os consumos de energia são maiores, facilmente se compreende que a tecnologia
pode funcionar de modo
contínuo.
       Para a realização de um Sistema Sinergético que seja alimentado (de modo
Sinergético) por várias a formas de energia funcionando de modo a que , ( nos
períodos de excesso de qualquer uma das energias coorperantes consiga ACUMULAR
quantidades de energia (na forma de ar comprimido (10%) e na forma de frio (90%)
maiores do que as quantidades com que contribue a energia que se pretende
acumular.
      Para nos períodos de Restituição (de modo Sinergético) da energia ACUMULADA
consiga restituir (na forma de ar comprimido frio) quantidades de energia
maiores do que as quantidades com que contribuém os depósitos de ar.
      Embora a nova tecnologia Sinergética de acumulação de energias( de origem
natural e de origem artificial) e restituição da  energia acumulada ainda não
tenha sido, por falta de meios , posta em prática .Cremos,contudo, que
efectivamente se encontrou uma Tecnologia que irá contribuir para que o Sistema
funcione como um  moto contínuo »CONSUMINDO« Só e, exclusivamente, energias de
origém perpétuas.Como são as energias renovaveis , de origem externa natural
(solar,eólica,hidraulica,ondocinética,maremotriz,E.t.c) e prícipalmente as
energias renovaveis de origem interna artificial. como são, por exemplo, as
(termicas resultantes da compressão e expanção do ar comprimido,)
   Muito mais informação pode ser fornecida se, entretanto, alguém se interessar
pelo o assunto .
      Com os melhores cumprimentos .
     Raul Damas




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#36069 De: "dougphysics" <dougphysics@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:04 pm
Assunto: Re: A natureza dual da luz
dougphysics
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Desculpe me meter na louvável discussão... mas é por uma boa causa
gostaria de saber se os senhores já ouviram falar de medição sem
interação e como essa experiência se relaciona com a natureza da luz?


--- Em ciencialist@..., Carlos Pereira
<carlos_ppss@y...> escreveu
> em ambos os casos a luz se comparta como onda a diferença do
segundo caso é que há apenas difração de um feixe (um plano de
fótons) e este feixe sozinho não vai interferir em si mesmo no
primeiro casa (duas fendas) a ondas difratadas sofrem interferencia
uma da outra gerando picos na amplitude (ondas em fase -
interferencia construtuva) e interencias destrutiva (linhas pretas)
>
> Bradock <bradock@u...> wrote:Olá físicos da lista,
>
> Li na Galileu que quando a luz atravessa duas fendas, o padrao que
> alterna traços claros e escuros mostra que a luz apresenta
> comportamento ondulatório, pois essa variaçao é causada pela
> interaçao entre as ondas
>
> Já na experiencia que a luz atravessa uma fenda só, o padrao de uma
> partícula fica sem alternancia de traços claros e escuros. Por que
> isso se dá?
>
> Será que no caso das duas fendas a luz acaba interagindo entre si
> numa combinaçao que dá a imnpressao que há alternancias de tons
> claros e escuros? Por que na experiencia em que a luz atravessa uma
> fenda só a luz é observada como partícula e nao como onda? Nao
seria
> a luz a combinaçao inseparável dos dois comportamentos, ora como
onda
> e ora como luz?
>
> saudaçoes,
> Junior
>
>
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#36070 De: "Daniel Sottomaior" <cetico@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:18 pm
Assunto: Fwd: [RN] PARQUE TEMÁTICO CRIACIONISTA
saudeinfo
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--- Em CienciaCidadania@yahoogroups.com, "Daniel Sottomaior" escreveu
NYTIMES, 01-05-2004

DARWIN-FREE FUN FOR CREATIONISTS

  Robert and Schön Passmore took their children to Disney World last
fall and left bitterly disappointed. As Christians who reject
evolutionary theory, the family scoffed at the park's dinosaur
attractions, which date the apatosaurus, brachiosaurus and the like
to prehistoric times.

"My kids kept recognizing flaws in the presentation," said Mrs.
Passmore, of Jackson, Ala. "You know — the whole `millions of years
ago dinosaurs ruled the earth' thing."

So this week, the Passmores sought out a lower-profile Florida
attraction: Dinosaur Adventure Land, a creationist theme park and
museum here that beckons children to "find out the truth about
dinosaurs" with games that roll science and religion into one big
funfest with the message that Genesis, not science, tells the real
story of the creation.

Kent Hovind, the minister who opened the park in 2001, said his aim
was to spread the message of creationism through a fixture of
mainstream America — the theme park — instead of pleading its case at
academic conferences and in courtrooms.

Mr. Hovind, a former public school science teacher with his own
ministry, Creation Science Evangelism, and a hectic lecture schedule,
said he had opened Dinosaur Adventure Land to counter all the science
centers and natural history museums that explain the evolution of
life with Darwinian theory. There are dinosaur bone replicas, with
accompanying explanations that God made dinosaurs on Day 6 of the
creation as described in Genesis, 6,000 years ago. Among the products
the park gift shop peddles are T-shirts with a small fish
labeled "Darwin" getting gobbled by a bigger fish labeled "Truth."

"There are a lot of creationists that are really smart and debate the
intellectuals, but the kids are bored after five minutes," said Mr.
Hovind, who looks boyish at 51 and talks fast. "You're missing 98
percent of the population if you only go the intellectual route."

The theme park is just the latest approach to promoting creationism
outside the usual school curriculum route, which Mr. Hovind and
others see as important, but too limited and not sufficiently
appealing to modern young families. Creationist groups are also
promoting creationist vacations, including dinosaur digs in South
Dakota, fossil-collecting trips in Australia and New Zealand, and
tours of the Grand Canyon ("raft the canyon and learn how Noah's
flood contributed to the formation").

Dan Johnson, an assistant manager of the park, said there were also
creationism-themed cruises, with lectures on the subject amid
swimming and shuffleboard.

A Kentucky creationist group called Answers in Genesis says it is
building a 100,000-square-foot complex outside Cincinnati with a
museum, classrooms, a planetarium and a special-effects theater where
moviegoers can experience the flood and other events described in
Genesis.

Ken Ham, the group's chief executive, said marketing surveys
suggested that the complex would draw not just home-schooling
families and other creationists, but mainstream church groups and
curiosity seekers. Mr. Ham said a former Universal Studios art
director was designing exhibits for the complex, including dioramas
of Adam and Eve and a model of Noah's Ark. The complex will open in
2006 at the earliest, Mr. Ham said.

At Dinosaur Adventure Land, visitors can make their own Grand Canyon
replica with sand and read a sign deriding textbooks for teaching
that the Colorado River formed the canyon over millions of
years: "This is clearly not possible. The top of the Grand Canyon is
4,000 feet higher than where the river enters the canyon! Rivers do
not flow up hill!"

There is a movie depicting the creation, the flood and the fall of
man, which fast-forwards from a lush Garden of Eden to a New York
City traffic jam.

There are no mechanized rides at Dinosaur Adventure Land — no
creationist-themed roller coasters, scramblers or even a ferris
wheel — but instead, a simple discovery center and museum and about a
dozen outdoor games, each of which has a "science lesson"
and "spiritual lesson" posted nearby. A group of about 60 parents and
home-schooled children who visited Wednesday, including the
Passmores, spent all afternoon trying the games, which promote
religious faith more than creationist tenets.

Take Jumpasaurus, which involves jumping on a trampoline while trying
to throw a ball through a hoop as many times as possible in a minute.
The science lesson: "You will use coordination in this game, which
means you will be doing more than one thing at once." The spiritual
lesson, according to Mr. Johnson: "You need to learn to be
coordinated for Jesus Christ so you can get more things done for
him."

Somewhat more creationist in approach is the Nerve-Wracking Ball: a
bowling ball on a rope, dangling from a tall tree branch. A child
stands before the ball, and then a park guide gives it a shove from a
specific angle, so that it comes careering back at the child's face
only to stop just in front of it. The child wins if he does not
flinch, proving he has "faith in God's laws" — in this case, that a
swinging object will never come back higher than the point from which
it took off.

Eugenie Scott, executive director of the National Center for Science
Education, which tracks creationist programs, said traditional
creationists like Mr. Hovind had in fact given up on building
intellectual credibility years ago.

"They have been going the grass-roots mainstream route for at least
20 years," she said. "So I'm not surprised they are the ones
sponsoring group vacations and theme parks and things like that."

Dinosaur Adventure Land, tucked behind a highway lined with car
dealerships in this metropolitan area of 425,000, sits next to Mr.
Hovind's home and the offices of Creation Science Evangelism, which
he said he founded in 1989. Mr. Hovind is well known in Pensacola,
and even in a region where religious billboards almost outnumber
commercial ones he is controversial. Escambia County sued him in 2000
after he refused to get a $50 permit before building his theme park,
saying the government had no authority over a church.

Just last week Internal Revenue Service agents used a search warrant
to remove financial documents from Mr. Hovind's home and offices,
saying he was not paying taxes and had neither a business license nor
tax-exempt status for his enterprises.

Mr. Hovind did not want to discuss the I.R.S. investigation, saying
only, "I don't have any tax obligations."

The man who calls himself Dr. Dino is also controversial among
creationists, some of whom say he discredits their movement with some
of his pseudo-scientific claims. Mr. Hovind got into a dispute in
2002 with Answers in Genesis, when he took issue with an article it
published called "Arguments We Think Creationists Should Not Use."
One such argument was that footprints found in Texas proved that man
and dinosaurs coexisted; Mr. Hovind said he considered the argument,
now abandoned by many creationists, valid. Mr. Hovind said he gave
700 lectures a year and that 38,000 people had visited his park, at
$7 a head. According to a map that invites visitors to pinpoint their
hometown, most come from the Florida Panhandle and from Alabama,
Mississippi and Tennessee.

Rachel Painter, camp director at the Alpha Omega Institute, which
runs several creationist family summer camps in Colorado, said
creationist vacations had gained popularity as the number of
Christian home-schooling families had grown. The institute started
its camps 18 years ago with 4 families per session, she said, but now
up to 18 attend each, and from more states.

Wade and Joan Killingsworth, who belong to a home-schooling coalition
called Solid Rock Christian School, said they took their children to
Colonial Williamsburg over spring break and came to Dinosaur
Adventure Land because it was similarly educational. But they and the
Passmores, who traveled from Alabama with eight minivans of like-
minded families, said this type of road trip had far more to offer.

"We've been to museums, discovery centers, where you have to sit
there and take the evolutionary stuff," Mr. Passmore said. "It feels
good for them to finally hear it in a public place, something that
reinforces their beliefs." [i]

http://www.nytimes.com/2004/05/01/arts/01DINO.html?8hpib?8hpib
Fim da mensagem encaminhada ---

#36071 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:24 pm
Assunto: Re: Re: E=mc^2 - the end
sergiotaborda
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
----- Original Message -----
From: "Maria Natália"

>O Princípio da Incerteza fora da universidade e a nível do ensino
>que aqui é o sec se dá quando se tem de deixar as órbitas para falar
>nos orbitais.

Isso é o erro maior que o sistema comete com os alunos de fisica e quimica.
A diferença básica que o aluno deveria conhecer entre orbita e orbital é que
orbita está inscrita num plano , enquanto orbital não está.
O electrão gira em torno do nucleo mas não sempre no mesmo plano como
acontece com os planetas em torno do sol. É essa quebra do modelo do sistema
solar que tem que se explicitada e nunca é.

É claro que o modelo matemático da orbital é quantico enquanto o da orbita
não é.
Mas,o modelo de Bohr , embora quantico não é de orbitais (não é 3D , ele
mantem tudo no mesmo plano seguindo o modelo planetário de Rutherford). (por
isso a orbitais s, que se identificam com os raios de Bohr nunca são
chamadas de "orbitais de Bohr", mas de "orbitas de Bohr" ou simplesmente
"raios de Bohr"
Quando se ensina fisica o modelo fisico tem que vir primeiro, e normalmente
ele vem em ultimo e no caso da MQ ele nunca vem. Despeija-se uma quantidade
de formulas e conceitos abstractos
que ninguem entende, nem o professor muitas vezes e perde-se o sentido do
concreto, do válido e do fisico.Eu sei, eu estive lá.

>Para se saber onde está o electrão precisamos de interactuar com
>ele. Enviamos radiação, "tirando uma foto". (...)
>Com este processo a partir de uma fotografia que se pretende "tirar"
>ao electrão, se consegue vencer o aluno mas não convencer.

Sabe pq eles não se convencem? Pq não é a verdade.
Os professores estão a mentir-lhes quando contam essa historia, pq isso , na
realidade, não tem nada a ver com o PI. Se tivesse, o PI seria um efeito
classico e não quantico.
As orbitais tb não existem por causa do PI. Aliás o PI é a coisa menos
importante de toda a MQ, mas as pessoas insistem e endeuzá-lo.

>A dedução
>matemática fica para 12º ano ou início de universidade.Aí ficarão
>convencido.

Não, ele não fica convencido, fica lavado. Lavagem cerebral.
Essa ideia de que a matemática explica tudo... explica é nada!
Se explicasse este assunto não seria tão recorrente.

Sérgio Taborda

#36072 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:28 pm
Assunto: Re: A natureza dual da luz
sergiotaborda
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
----- Original Message -----
From: "Carlos Pereira" <carlos_ppss@...>
To: <ciencialist@...>
Sent: Saturday, May 01, 2004 3:16 PM
Subject: Re: [ciencialist] A natureza dual da luz


>Deixa eu ver se entendi seu exemplo: uma quntidade de luz zuprimida por um
orificio tornado-se >um feixe ao atingir um anteparo mostrara circulos
altenando-se entre claros e escuros

Não entendeu. Um feixe de luz que é feito passar por um anteparo com um
furo.

>.... acho que isso nao ocorreria ?

Já experimentou ?

>de acordo com meus conhecimentos emp´´iricos o feixe >cilindrico
atravessaria o furo e se >mostraria no anteparo como um circulo de luz.

De acordo com os meus conhecimentos experimentais se vc reduzir o tamanho do
furo o suficiente vc verá que esse circulo de luz nao tem todo a mesma
intensidade. Tem zonas mais escuras e mais claras.


Abraços
Sérgio Taborda

#36073 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:43 pm
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
sergiotaborda
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
----- Original Message -----
From: "dougphysics"

>Desculpe me meter na louvável discussão... mas é por uma boa causa
>gostaria de saber se os senhores já ouviram falar de medição sem
>interação

Isso não é posisvel

> e como essa experiência se relaciona com a natureza da luz?

Como não existe, não se relaciona

Toda e qq medição é a interação do sistema a observar com o sistema medidor.
O sistema medidor não deve alterar o estado do sistema a observar, caso isso
aconteça a medição não tem valor fisico.

Sérgio Taborda

#36074 De: Douglas Mancini <dougphysics@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 9:53 pm
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
dougphysics
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Não é isso que o experimento dos cientistas PAUL KWIAT, HARALD WEINFURTER and
ANTON ZEILINGER nos diz sobre medir e "VER"... medição sem interação é possível
sim! E ainda se relaciona com a teoria de BOHM sobre variáveis ocultas. É
impressionante como os fótons se comportam nessa experiência.

Sergio M M Taborda <sergiotaborda@...> wrote:

----- Original Message -----
From: "dougphysics"

>Desculpe me meter na louvável discussão... mas é por uma boa causa
>gostaria de saber se os senhores já ouviram falar de medição sem
>interação

Isso não é posisvel

> e como essa experiência se relaciona com a natureza da luz?

Como não existe, não se relaciona

Toda e qq medição é a interação do sistema a observar com o sistema medidor.
O sistema medidor não deve alterar o estado do sistema a observar, caso isso
aconteça a medição não tem valor fisico.

Sérgio Taborda


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#36075 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Sáb, 1 de Mai de 2004 11:16 pm
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
sergiotaborda
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
----- Original Message -----
From: "Douglas Mancini"

>Não é isso que o experimento dos cientistas PAUL KWIAT, HARALD WEINFURTER
and >ANTON ZEILINGER nos diz sobre medir e "VER"... medição sem interação é
possível sim! E >ainda se relaciona com a teoria de BOHM sobre variáveis
ocultas. É impressionante como os >fótons se comportam nessa experiência.

Bom, se vc acredita em fantasmas e milagres, o que vc está fazendo numa
lista de ciencia ?
Sim, pq medição sem interacção é um milagre, uma verdadeira violação da
primeira lei da termodinamica. De toda a termodinamica para ser mais exacto.
Sinceramente o problema é todo seu se acredita nisso

Sérgio Taborda

P.S.
Provavelmente, como de costume, as palavras deles foram mal intrepretadas.

#36076 De: Douglas Mancini <dougphysics@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 2:26 am
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
dougphysics
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Novamente gostaria de me desculpar por minhas palavras no meu de vossa
discussão, porém, não acho que fantasmas existam apesar de não poder provar que
eles não existam.
Por falar em fantasmas e idéias me lembro das censuras que Sir Isaac Newton
sofreu quando da invenção do cálculo diferencial, o bispo George Berkeley
chamava as quantidades infinitamente pequenas que Newton usava nos seus
trabalhos iniciais sobre  cálculo de " Fantasmas de quantidades desaparecidas".
Bem é óbvio que meu intelecto e meu estágio nos meus estudos não chegam nem
perto dos de Newton, porém, acho que a ciência não deve servir para estabelecer
conceitos imutáveis, portanto antes de censurar qualquer idéia por mais maluca
que possa parecer deve-se pensar e principalmente pesquisar sobre a idéia e ver
se isso tem algum fundamento ou não.
Para tanto gostaria de indicar um artigo que li a algum tempo atrás na revista
de divulgação científica Scientific American, o nome do artigo é "The Quantum
Seeing in the Dark" não me lembro exatamente em que edição ou em que ano foi
publicado o artigo, mas quem tiver acesso a uma biblioteca com uma seção de
periódicos boa pode facilmente acha-lo.
Gostaria de poder discutir mais com todos os membros, principalmente com o Sr.
Sergio, e que essas discussões tragam mais conhecimento a todos.

Sergio M M Taborda <sergiotaborda@...> wrote:

----- Original Message -----
From: "Douglas Mancini"

>Não é isso que o experimento dos cientistas PAUL KWIAT, HARALD WEINFURTER
and >ANTON ZEILINGER nos diz sobre medir e "VER"... medição sem interação é
possível sim! E >ainda se relaciona com a teoria de BOHM sobre variáveis
ocultas. É impressionante como os >fótons se comportam nessa experiência.

Bom, se vc acredita em fantasmas e milagres, o que vc está fazendo numa
lista de ciencia ?
Sim, pq medição sem interacção é um milagre, uma verdadeira violação da
primeira lei da termodinamica. De toda a termodinamica para ser mais exacto.
Sinceramente o problema é todo seu se acredita nisso

Sérgio Taborda

P.S.
Provavelmente, como de costume, as palavras deles foram mal intrepretadas.


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#36077 De: "profjc2003" <profjc2003@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 2:53 am
Assunto: Re: A entropia aumenta ou diminui?
profjc2003
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Emiliano, Eurico e Carlos,

Obrigado pelas respostas.

Emiliano e Carlos dizem que a entropia diminui. Eurico diz que o
conceito não se aplica, mas tão somente a sistemas onde se possa
definir "energia térmica" (é isso, Eurico?).

Vou reforçar a pergunta mais uma vez para ver se mais
alguém "palpiteia": se um elétron de um átomo excitado emite um
fóton de luz a entropia (do átomo ou do sistema onde ele esteja
contido) aumenta ou diminui? (considere que o fóton saiu do sistema).

Abraços,
Prof. JC

#36078 De: "Norberto Kawakami" <rkawa@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 2:50 am
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
norberto_kaw...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Para quem quiser dar uma olhada na Medição sem interação...
http://www.fis.ufba.br/dfg/pice/ff/ff-18.htm
http://www.fortunecity.com/emachines/e11/86/seedark.html

abraços
Norberto


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#36079 De: "profjc2003" <profjc2003@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 8:19 am
Assunto: Se alguém tiver tempo no domingo...
profjc2003
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Pessoas,

Estou preparando um artigo sobre a água e, em particular, suas
mudanças de estado físico (mudanças de fase).

Segue abaixo um questionário para quem não tiver muito o que fazer
no domingo e quiser tentar as respostas. Gostaria de mais perguntas
interessantes sobre o tema (no nível do ensino médio) caso alguém
tenha alguma sugestão. Na verdade é isso que eu gostaria de receber
e não as repostas a essas perguntas abaixo (que coloco só para que
avaliem se são interessantes).

1 - Você sabe que os faquires podem permanecer deitados sobre camas
de pregos sem que esses perfurem sua pele. O que ocorreria se ao
invés de um faquir colocássemos uma bloco de gelo de mesmo peso
sobre essa mesma cama de pregos e mantivéssemos o ambiente na
temperatura de 0 oC (temperatura de fusão do gelo sobre pressão
normal de 1 atm)? Os pregos penetrariam ou não no gelo? Qual a
justificativa da sua resposta?

2 - Se você retirar uma "pedra de gelo" do congelador da sua
geladeira e colocá-la sobre a pia da cozinha, o que acontecerá com
ela? Ela derreterá imediatamente ou não?

3 - Derreterá de uma vez só ou aos poucos?

4 - Produzirá algum "vaporzinho" ao seu redor? Você já observou isso?

5 - Já notou também que ao "pegar" a pedra de gelo ela
fica "grudada" em seus dedos? Porque isso acontece?

6 - Já reparou que algumas pedras de gelo retiradas do
congelador "explodem" (partem-se em pedaços menores) alguns momentos
depois de colocadas em temperatura ambiente? Porque isso acontece?

7 - Como se formam as pedras de gelo no seu congelador? De dentro
para fora, de fora para dentro ou por igual? Como você raciocinou
para responder?

8 - E se você colocar alguma pedras de gelo em um copo vazio e
completá-lo com água à temperatura ambiente até que o nível da água
atinja a borda superior do copo e deixá-lo sobre a pia até que todo
o gelo derreta, depois que todo o gelo tiver derretido como será o
novo nível da superfície da água? Terá extravasado alguma água, o
nível será inferior ao inicial ou será o mesmo? Você sabe justificar
sua resposta?

9 - Em algumas lanchonetes o refrigerante é servido em um copo
contendo vários pedaços de gelo. Qual a temperatura do refrigerante
enquanto houver gelo ainda não derretido dentro do copo, caso a
lanchonete em questão fique em uma praia e a experiência seja
realizada no verão? Você sabe justificar sua resposta?

10 - Se você pretende transformar algumas gotas de água em vapor de
água, onde você conseguiria isso mais rapidamente: despejando a água
em uma chapa metálica fria, mas capaz de ser aquecida rapidamente,
ou despejando na mesma chapa, mas já pré-aquecida ao rubro? Como
você explica sua reposta?

11 - Porque algumas garrafas de refrigerante "congelam de uma vez"
quando as retiramos do freezer, embora não estivessem congeladas
dentro dele?

12 - Porque forma-se uma "névoa" na boca das garrafas quando
retiramos rapidamente a tampinha?

13 - Depois que a panela de feijão começa a ferver, se você aumentar
a chama do fogareiro do fogão o feijão vai cozinhar mais rápido,
mais lentamente ou no mesmo tempo em que cozinharia se mantivéssemos
a chama como estava anteriormente? Você sabe justificar sua resposta?

14 – Imagine um grande bloco de gelo, homogêneo e a 0 oC, que
contenha em seu interior um dispositivo capaz de produzir calor
quando ligado. Em um dado momento liga-se o dispositivo por controle
remoto, de maneira que ele comece a produzir calor no interior do
bloco de gelo. O que ocorrerá? O bloco vai começar a derreter pelas
superfícies externas ou pelo centro, onde se localiza o dispositivo?

15 – Caso o bloco venha a derreter pelo centro, o que haverá nesse
centro, além do dispositivo de aquecimento? Apenas água líquida?

Abraços,

************************
Prof. José Carlos
ICQ 11734153
************************

#36080 De: "profjc2003" <profjc2003@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 8:22 am
Assunto: Se alguém tiver tempo no domingo...
profjc2003
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Pessoas,

Estou preparando um artigo sobre a água e, em particular, suas
mudanças de estado físico (mudanças de fase).

Segue abaixo um questionário para quem não tiver muito o que fazer
no domingo e quiser tentar as respostas. Gostaria de mais perguntas
interessantes sobre o tema (no nível do ensino médio) caso alguém
tenha alguma sugestão. Na verdade é isso que eu gostaria de receber
e não as repostas a essas perguntas abaixo (que coloco só para que
avaliem se são interessantes).

1 - Você sabe que os faquires podem permanecer deitados sobre camas
de pregos sem que esses perfurem sua pele. O que ocorreria se ao
invés de um faquir colocássemos uma bloco de gelo de mesmo peso
sobre essa mesma cama de pregos e mantivéssemos o ambiente na
temperatura de 0 oC (temperatura de fusão do gelo sobre pressão
normal de 1 atm)? Os pregos penetrariam ou não no gelo? Qual a
justificativa da sua resposta?

2 - Se você retirar uma "pedra de gelo" do congelador da sua
geladeira e colocá-la sobre a pia da cozinha, o que acontecerá com
ela? Ela derreterá imediatamente ou não?

3 - Derreterá de uma vez só ou aos poucos?

4 - Produzirá algum "vaporzinho" ao seu redor? Você já observou isso?

5 - Já notou também que ao "pegar" a pedra de gelo ela
fica "grudada" em seus dedos? Porque isso acontece?

6 - Já reparou que algumas pedras de gelo retiradas do
congelador "explodem" (partem-se em pedaços menores) alguns momentos
depois de colocadas em temperatura ambiente? Porque isso acontece?

7 - Como se formam as pedras de gelo no seu congelador? De dentro
para fora, de fora para dentro ou por igual? Como você raciocinou
para responder?

8 - E se você colocar alguma pedras de gelo em um copo vazio e
completá-lo com água à temperatura ambiente até que o nível da água
atinja a borda superior do copo e deixá-lo sobre a pia até que todo
o gelo derreta, depois que todo o gelo tiver derretido como será o
novo nível da superfície da água? Terá extravasado alguma água, o
nível será inferior ao inicial ou será o mesmo? Você sabe justificar
sua resposta?

9 - Em algumas lanchonetes o refrigerante é servido em um copo
contendo vários pedaços de gelo. Qual a temperatura do refrigerante
enquanto houver gelo ainda não derretido dentro do copo, caso a
lanchonete em questão fique em uma praia e a experiência seja
realizada no verão? Você sabe justificar sua resposta?

10 - Se você pretende transformar algumas gotas de água em vapor de
água, onde você conseguiria isso mais rapidamente: despejando a água
em uma chapa metálica fria, mas capaz de ser aquecida rapidamente,
ou despejando na mesma chapa, mas já pré-aquecida ao rubro? Como
você explica sua reposta?

11 - Porque algumas garrafas de refrigerante "congelam de uma vez"
quando as retiramos do freezer, embora não estivessem congeladas
dentro dele?

12 - Porque forma-se uma "névoa" na boca das garrafas quando
retiramos rapidamente a tampinha?

13 - Depois que a panela de feijão começa a ferver, se você aumentar
a chama do fogareiro do fogão o feijão vai cozinhar mais rápido,
mais lentamente ou no mesmo tempo em que cozinharia se mantivéssemos
a chama como estava anteriormente? Você sabe justificar sua resposta?

14 – Imagine um grande bloco de gelo, homogêneo e a 0 oC, que
contenha em seu interior um dispositivo capaz de produzir calor
quando ligado. Em um dado momento liga-se o dispositivo por controle
remoto, de maneira que ele comece a produzir calor no interior do
bloco de gelo. O que ocorrerá? O bloco vai começar a derreter pelas
superfícies externas ou pelo centro, onde se localiza o dispositivo?

15 – Caso o bloco venha a derreter pelo centro, o que haverá nesse
centro, além do dispositivo de aquecimento? Apenas água líquida?

Abraços,

************************
Prof. José Carlos
ICQ 11734153
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#36081 De: Maria Natália <grasdic@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 11:29 am
Assunto: Re: Se alguém tiver tempo no domingo...
grasdic2
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Questões sobre as perguntas:
Este ensino médio é 1º ano de Química/Física?
É que a palavra derreterá...Não poderá ser fundirá? Eles afinal me
parece, pelo teor das questões, que já sabem das mudanças de fase.
E a temperatura não é 4ºC?
A questão 3 é a modos que...não me soa bem cientificamente falando.
Se fosse a " a água de um lago num país nórdico, Suécia, Finlândia,
Canadá (como quiseres) congela primeiro no fundo ou à superfície?"
Ou qualquer coisa assim e depois a justificação deve ser pedida.
Esta junto à 7 era gira.
Vaporezinhos: aqui já poderias escrever "fumo"...Porque penso que
não é vapor mas água do estado líquido. Gostei mais da névoa. Me
parece mais correcta.
E se eles são novatos acho que não terão meio de responder à 15 sem
ser por adivinha, estilo aposta.
Agora ideias: porque não pões sobre as nuvens? As nuvens são água no
estado gasoso?
Depois outra: as nuvens negras são já de água no estado sólido.
Estas duas dariam para verdadeiro e falso. Mas era de pedir para
colocar outras a seguir de modo a perceber e a corrigir a concepção
alternativa "nuvem é água no estado gasoso". O nevoeiro também dá e
depois esta já velha: " esta noite caiu geada" Será possível?
Podes tratar do orvalho. Porque se forma ou se cai?
E porque não a da garrafa cheia de água no congelador (geladeira)?
Podes ir para os glaciares. Mas depende se eles já deram geografia
física e que muitas vezes sabemos ser dada a martelo sem pensarem e
decorando...
E acho que já te dei umas ideias.
Gostei da tua estratégia de ensino.
Um abraço
Maria Natália
--- Em ciencialist@..., "profjc2003"
<profjc2003@y...> escreveu
> Pessoas,
>
> Estou preparando um artigo sobre a água e, em particular, suas
> mudanças de estado físico (mudanças de fase).
>
> Segue abaixo um questionário para quem não tiver muito o que fazer
> no domingo e quiser tentar as respostas. Gostaria de mais
perguntas
> interessantes sobre o tema (no nível do ensino médio) caso alguém
> tenha alguma sugestão. Na verdade é isso que eu gostaria de
receber
> e não as repostas a essas perguntas abaixo (que coloco só para que
> avaliem se são interessantes).
>
> 1 - Você sabe que os faquires podem permanecer deitados sobre
camas
> de pregos sem que esses perfurem sua pele. O que ocorreria se ao
> invés de um faquir colocássemos uma bloco de gelo de mesmo peso
> sobre essa mesma cama de pregos e mantivéssemos o ambiente na
> temperatura de 0 oC (temperatura de fusão do gelo sobre pressão
> normal de 1 atm)? Os pregos penetrariam ou não no gelo? Qual a
> justificativa da sua resposta?
>
> 2 - Se você retirar uma "pedra de gelo" do congelador da sua
> geladeira e colocá-la sobre a pia da cozinha, o que acontecerá com
> ela? Ela derreterá imediatamente ou não?
>
> 3 - Derreterá de uma vez só ou aos poucos?
>
> 4 - Produzirá algum "vaporzinho" ao seu redor? Você já observou
isso?
>
> 5 - Já notou também que ao "pegar" a pedra de gelo ela
> fica "grudada" em seus dedos? Porque isso acontece?
>
> 6 - Já reparou que algumas pedras de gelo retiradas do
> congelador "explodem" (partem-se em pedaços menores) alguns
momentos
> depois de colocadas em temperatura ambiente? Porque isso acontece?
>
> 7 - Como se formam as pedras de gelo no seu congelador? De dentro
> para fora, de fora para dentro ou por igual? Como você raciocinou
> para responder?
>
> 8 - E se você colocar alguma pedras de gelo em um copo vazio e
> completá-lo com água à temperatura ambiente até que o nível da
água
> atinja a borda superior do copo e deixá-lo sobre a pia até que
todo
> o gelo derreta, depois que todo o gelo tiver derretido como será o
> novo nível da superfície da água? Terá extravasado alguma água, o
> nível será inferior ao inicial ou será o mesmo? Você sabe
justificar
> sua resposta?
>
> 9 - Em algumas lanchonetes o refrigerante é servido em um copo
> contendo vários pedaços de gelo. Qual a temperatura do
refrigerante
> enquanto houver gelo ainda não derretido dentro do copo, caso a
> lanchonete em questão fique em uma praia e a experiência seja
> realizada no verão? Você sabe justificar sua resposta?
>
> 10 - Se você pretende transformar algumas gotas de água em vapor
de
> água, onde você conseguiria isso mais rapidamente: despejando a
água
> em uma chapa metálica fria, mas capaz de ser aquecida rapidamente,
> ou despejando na mesma chapa, mas já pré-aquecida ao rubro? Como
> você explica sua reposta?
>
> 11 - Porque algumas garrafas de refrigerante "congelam de uma vez"
> quando as retiramos do freezer, embora não estivessem congeladas
> dentro dele?
>
> 12 - Porque forma-se uma "névoa" na boca das garrafas quando
> retiramos rapidamente a tampinha?
>
> 13 - Depois que a panela de feijão começa a ferver, se você
aumentar
> a chama do fogareiro do fogão o feijão vai cozinhar mais rápido,
> mais lentamente ou no mesmo tempo em que cozinharia se
mantivéssemos
> a chama como estava anteriormente? Você sabe justificar sua
resposta?
>
> 14 – Imagine um grande bloco de gelo, homogêneo e a 0 oC, que
> contenha em seu interior um dispositivo capaz de produzir calor
> quando ligado. Em um dado momento liga-se o dispositivo por
controle
> remoto, de maneira que ele comece a produzir calor no interior do
> bloco de gelo. O que ocorrerá? O bloco vai começar a derreter
pelas
> superfícies externas ou pelo centro, onde se localiza o
dispositivo?
>
> 15 – Caso o bloco venha a derreter pelo centro, o que haverá nesse
> centro, além do dispositivo de aquecimento? Apenas água líquida?
>
> Abraços,
>
> ************************
> Prof. José Carlos
> ICQ 11734153
> ************************

#36082 De: José Victor <jvoneto@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 11:30 am
Assunto: Problemas no I.E
jvoneto@...
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A caixa Ferramentas/Opções da Internet exibe página inicial com o endereço:
www.searchwww.com/, travado(em cinza), de modo que não consigo mudar. Gostaria
de ajuda para:

1) alterar essa situação(sei que é preciso mexer no Registro, mas não me atrevo,
não sei);

2) saber o que faz um programa desses se meter em sua máquina, entrar no
registro, mudar a configuração atual e, semvergonhamente, travá-lo!

José Victor.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#36083 De: Manuel Bulcão <manuelbulcao@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 1:42 pm
Assunto: Re: A entropia aumenta ou diminui?
manuelbulcao
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Diga lá, Zé Carlos!

José Carlos: Emiliano e Carlos dizem que a entropia diminui. Eurico
diz que o conceito não se aplica, mas tão somente a sistemas onde se
possa definir "energia térmica" (é isso, Eurico?).

Vou reforçar a pergunta mais uma vez para ver se mais
alguém "palpiteia": se um elétron de um átomo excitado emite um
fóton de luz a entropia (do átomo ou do sistema onde ele esteja
contido) aumenta ou diminui? (considere que o fóton saiu do sistema).

Manuel : Neste caso, se não há um aumento de entropia, pelo menos
acontece algo análogo ao que ocorre quando um sistema macroscópico
avança para um estado de entropia maior, isto é, um estado em que a
capacidade do sistema de realizar trabalho (capacidade de mudança) é
menor.

Um átomo, ao emitir um fóton, torna-se menos excitado, mais `frio',
mais estável. Ora, um sistema físico mais estável é um sistema cuja
probabilidade de mudança é menor.

Se, por entropia, entende-se uma medida da capacidade de mudança dos
sistemas físicos, sejam eles macroscópicos ou microscópicos, então,
quando um átomo emite um fóton, verifica-se um aumento da entropia
neste sistema (no caso, o átomo).

Os sistemas físicos tendem para o seu estado de mais baixa energia,
estado este mais estável. Por isso que os nuclídeos decaem,
transformando-se em outros de menor massa, portanto menos energéticos
e mais estáveis. O nêutron, quando isolado, converte-se rapidamente –
em cerca de 12 minutos – num bárion menos massivo, o próton, gerando
ainda um elétron e um antineutrino como subprodutos.

Parece que um próton, embora muito estável, não é eterno. Mais cedo
ou mais tarde decairá espontaneamente transformando-se num pósitron,
que também é uma partícula positivamente carregada, embora muito mais
leve (haveria, neste processo, a emissão concomitante de um píon,
méson muito instável que logo decai num par de fótons altamente
energéticos, ou raios gama).

Os próprios fótons não escapam a este processo. Com efeito, um fóton
livre se arrefece (torna-se mais frio) à medida que o universo se
expande.

Abraços,
Manuel Bulcão

#36084 De: "Sergio M M Taborda" <sergiotaborda@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 1:48 pm
Assunto: Re: Re: A natureza dual da luz
sergiotaborda
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----- Original Message -----
From: "Douglas Mancini"


>Novamente gostaria de me desculpar por minhas palavras no meu de vossa
discussão, porém, >não acho que fantasmas existam apesar de não poder provar
que eles não existam.
>Por falar em fantasmas e idéias me lembro das censuras que Sir Isaac Newton
sofreu quando >da invenção do cálculo diferencial, o bispo George Berkeley
chamava as quantidades >infinitamente pequenas que Newton usava nos seus
trabalhos iniciais sobre  cálculo de " >Fantasmas de quantidades
desaparecidas".

Essa conversa de que a ciencia é diamica e as coisas que são verdadeiras
hoje podem ser falsas amanhã é só conversa. Existem coisas que têm que ser
verdadeiras sempre pq são a ppr base da ciencia, quase que são a ppr
ciencia. Coisas que se não fossem verdade, deitariam por terra qq tentativa
de construir uma ciencia, qq ciencia que fosse.

Quanto à medição sem interferencia.
Primeiro, não se trata de uma medição. Segundonão se trata de não
interferir, mas da absorção ou não da luz. Baiscamente , se eles enviam a
luz por um objecto transparente e detectam a presença dele sem que haja
absorção de luz pelo objectos eles dizem que foi sem interferencia. Bom,
isso é um muito grande abuso das palavras. O máximo que eles podem dizer foi
que foi sem absorção.

>Para tanto gostaria de indicar um artigo que li a algum tempo atrás na
revista de divulgação >científica Scientific American, o nome do artigo é
"The Quantum Seeing in the Dark" não me >lembro exatamente em que edição ou
em que ano foi publicado o artigo, mas quem tiver acesso >a uma biblioteca
com uma seção de periódicos boa pode facilmente acha-lo.

leia
http://newton.uor.edu/facultyfolder/deweerd/research/IFM-AJP.pdf
além do artigo mencionado.

Veja que se trata de um intreferometro. É um aparelhos muito usado em
holografia e descende da experiencia de Michaelson-Morley.
Entenda como ele funciona. Quando nenhum objecto impede o caminho do feixe
num dos ramos, apenas um detector detecta feixe, pois ele não chega no outro
detector.
Quando o objecto é colocado num dos braços do feixe, os dois detectores
detectam o feixe. Se vc olha com atenção o boneco  e souber o que é um
spliter ( um espelho que reflete metade do feixe a 40º e deixa passar a
outra metade)
Entenda que este funcionamento é totalmente trivial. Não tem nada de
importante aqui.
O sistema não mede nada, ele apenas acusa a presença ou não do objecto.
Eu não chamaria isso de uma medição, mas pronto...

Vamos ver como funciona.
O feixe original é dividido em dois. Quando o feixe é dividido a fase dele
varia pi/2
portanto, temos dois braços de feixe, um com fase 0 e outro com fase pi/2
O de fase 0 é o que é refletido.
Os feixes são "somados" noutro spliter depois de refletidos.
O feixe se 0 de fase é dividido em um feixe de pi/2 que atrafessa o spliter
e um de 0 que apenas se reflete atingindo o detector de cima.
O feixe de pi/2 é dividido em um feixe de pi que vai para cima e outro de
pi/2 que vai para o lado.

Os feixes que vão para cima têm fase oposta, 0 e pi , isso cancela o feixe,
deixando o detector às escuras. Os feixes que vão para a direita tem fases 0
e pi/2 , o que não concela o feixe, deixando o outro detector às claras.
Quando um dos feixes é interrompido, o anulamento de fase no detector de
cima deixa de acontecer e os dois detectores recebem luz. Descobrindo assim
que o objecto está lá.

Os esquemas evoluem, mas a ideia básica é sempre a mesma. Não se trata de
não nteragir com o objecto, afinal o feixe bate no objecto é isso que
provoca a alteração de estado dos detectores. Isso é interacção.
Portanto, eles dão aquele nome, mas como eu disse, a intrepretação não é
aquela que vc deu.

Hoje em dia os cientistas fazem isso muito por vários motivos sendo a
angariação de dinheiro a mais importante. Quanto mais empolgante e estranho
parecer menos os financiadores percebem e mais dinheiro dão.

Resumindo, as leis da natureza não podem ser quebradas. Não ha como
acreditar nisso. Seria o mesmo que acreditar em fantasmas, deuses, etc... Se
alguem diz que elas estão sendo quebradas a primeira hipotese é que a pessoa
não esteja entendendo o que se passa.

Sérgio Taborda

#36085 De: "Geovani" <eletricg@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 2:01 pm
Assunto: Re: Problemas no I.E
eletricg@...
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Bem, use o "scanreg"  no prompt do DOS para recuperar o registro...


A caixa Ferramentas/Opções da Internet exibe página inicial com o endereço:
www.searchwww.com/, travado(em cinza), de modo que não consigo mudar.
Gostaria de ajuda para:

1) alterar essa situação(sei que é preciso mexer no Registro, mas não me
atrevo, não sei);

2) saber o que faz um programa desses se meter em sua máquina, entrar no
registro, mudar a configuração atual e, semvergonhamente, travá-lo!

José Victor.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



#####   #####   #####
Para saber mais visite
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
Para sair da lista envie um mail para
ciencialist-unsubscribe@yahoogroups.com
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Links do Yahoo! Grupos
Para visitar o site do seu grupo, acesse:
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O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
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#36086 De: "Bradock" <bradock@...>
Data: Dom, 2 de Mai de 2004 2:16 pm
Assunto: Re: Problemas no I.E
bradock_rj
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--- Em ciencialist@..., José Victor <jvoneto@u...>
escreveu
> A caixa Ferramentas/Opções da Internet exibe página inicial com o
endereço: www.searchwww.com/, travado(em cinza), de modo que não
consigo mudar. Gostaria de ajuda para:
>
> 1) alterar essa situação(sei que é preciso mexer no Registro, mas
não me atrevo, não sei);
>
> 2) saber o que faz um programa desses se meter em sua máquina,
entrar no registro, mudar a configuração atual e, semvergonhamente,
travá-lo!


JUNIOR: Isso é um spyware - programinhas nao solicitados que agem
como espioes e outros mais, podendo ter uma intençao malsosa, utilize
o spybot, voce pode baixa-lo em http://www.superdownloads.com.br  Ele
remove do registro, e ainda imuniza seu sistema para que isso nao
aconteça mais.

Saudaçoes,
JUnior

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