Olá, Belmiro, Alberto.
Alberto localizou minha msg 47314, postada há sei quanto
tempo. E digo a Alberto que sim, minha posição a respeito continua a mesma, só
que mais embasada. Durante a última semana reli aquele longo trabalho, fiz um
revisão no linguajar e nos argumentos, de forma que, acho, ficou melhor. A
matemática é simples, de modo que qualquer um com um conhecimento básico pode
ler o trabalho sem estar pulando coisas. Isto eu garanto. Para quem interessar,
replico essa nova versão que, infelizmente, ficou longa também, apesar de haver
eliminado coisas que ora considero irrelevantes. Mas explicar coisas como o
falso paradoxo em poucas palavras não é fácil. Eu, ao menos, não consigo. Já
explicações usando argumentos matemáticos ou resultados experimentais são
evidentes por si mesmo. Nem precisaria, assim, de tantas palavras.
Muito bom para quando estiverem com insônia e quiserem
dormir logo.
Uma aviso: garanto que a matemática usada não dói.
Apesar de não se tratar de um artigo acadêmico, ou sequer
ser um, apresento algumas referências, para um eventuaL aprofundamento:
Relatividade- C. MΦller,
Oxford United Press.
Relativity, Thermodinamics and Cosmology - R.C.
Tolman , Dover.
Special Theory of Relativity – V.A. Ugarov(esta, uma das
melhores que conheço, sobre relatividade restrita).
Referência na web(recente, muito boa): http://es.wikipedia.org/wiki/Paradoja_de_los_gemelos
“Paradoxo dos Relógios - Uma solução via Princípio
da Equivalência. Versão 1.
Autor:
José Victor
Resumo
Objetiva-se aquí fazer uma
prova matemática, a partir de argumentos físicos, válidos, usando o Princípio
da Equivalência e o Princípio da Relatividade de Todos os Movimentos, de que,
verdadeiramente, não existe um tal Paradoxo dos Gêmeos, como defendem alguns
estudiosos. A matemática usada será simples e accessível a qualquer um que
tenha conhecimentos da matemática do segundo grau. Provas mais complexas, e
mais rigorosas, usam outros recursos da TRG, mas serão abordadas em outra
ocasião. Espera-se que a discussão a seguir seja suficiente para eliminar as
interpretações inadequadas que frequentemente vêm à tona, a respeito deste
tema. Ou, ao menos, fornecer um convencimento mais sólido, porque ancorada na
única linguagem adequada à descriçãos da natureza: a matemática.
1 Considerações Iniciais
Creio que nenhum assunto da relatividade conduz a
tantas divergências quanto o tal do Paradoxo dos Gêmeos, que NÃO é um
verdadeiro paradoxo, ao contrário do que sustentam alguns teóricos. Não
reconhecendo a quebra de simetria entre os movimentos dos dois sistemas,
daquele que ficou em repouso e daquele que viajou, voltando ao ponto de
partida, portanto, tendo sofrido acelerações, alguns estudiosos imaginam que as
leituras dos relógios de um e de outro serão as mesmas, pelo que isto constitui
um paradoxo, visto que se verifica que há uma diferença de registros,
quantificada pelo fator de Lorentz-Einstein,
(1)
expressão esta que fica na dependência, em última
análise, unicamente da velocidade relativa,
, cestabelecida nos trechos onde não há aceleração,
positiva ou negativa e desde que os intervalos de tempo, quando a partícula
esteve acelerada, sejam desprezíveis, frente ao tempo em que se moveu com
velocidade constante.
Dentro da teoria da relatividade, há diversos
procedimentos matemáticos que permitem provar, de maneira indubitável, que não
há paradoxo algum. Quer se considere R(gêmeo em repouso) e V(gêmeo em
movimento), vice-versa, os valores registrados pelos relógios de
e de
são os mesmos, em ambos os casos. Assim, com
em repouso e
em movimento, podemos escrever a conhecida fórmula da
TR, ligando o intervalos registrados pelo relógio em movimento, (tempo próprio, relógio que acompanha o viajante), e
pelo relógio estacionário, , da seguinte maneira:
(2)
Sendo e os valores dos intervalos de tempo registrados nos
relógios de R e V, respectivamente, para simplificar a escrita. Se imaginarmos
que agora é R que está em movimento e que V está em repouso, deduziremos, sem
ambigüidade alguma, que o relógio de V exibirá a mesma relação acima! Ou
seja, tanto R como V encontrarão exatamente os mesmos valores, em conformidade
com a expressão (2), retro. Assim, prova-se, dentro dos pressupostos da TRE,
que não há paradoxo algum. Tudo é consistente.
1.1 comentários e convenções
1. Para a solução do paradoxo dos
gêmeos há vários caminhos. Tanto se pode usar os recursos da TRE, e aqui há
maneiras diferentes quanto a abordagem matemática, algumas nem sempre fáceis,
ou os poderosos métodos da TRG, e aqui é preciso conhecer um novo formalismo
matemático, o cálculo tensorial, que é a linguagem da natureza por excelência,
onde o Princípio da Equivalência é o ingrediente principal.
2. Conceitos como tensor métrico, transporte paralelo,
derivada covariante, tensor de Riemann, equação das geodésicas(ou equação de
Newton para espaços curvos- mas ele não sabe disso, aviso) são usados
largamente. É possível, também, usar-se o Princípio da Equivalência,
que permite a transição da TRR para a TRG, bem como os postulados da TRE para
se chegar aos mesmos resultados, embora tenhamos que fazer algumas
aproximações(em geral até segunda ordem), que, contudo, não invalidam a
solução. É esta vertente que usarei neste esboço.
3. Em qualquer dos caminhos, todos os observadores
envolvidos encontram os mesmos resultados: não há paradoxo. Quer se considere R
e V em repouso ou em movimento, vice-versa, a relação entre os tempos
registrados por ambos os relógios é exatamente a mesma.
4. Adicionalmente, acrescento o
seguinte: as situações onde as velocidades relativas têm influências relevantes
sobre os corpos, onde as diferenças aparecem, são aquelas que envolvem
partículas elementares, como múons, píons, káons, etc, que têm massa muito
pequena, da ordem de algumas centenas da massa do elétron, mas ainda pequenas o
suficiente para que atinjam velocidades relativísticas muito altas. Partículas
assim são estudadas pela física das partículas e a elas são aplicadas os
postulados da relatividade em toda sua pujança, com excelente acordo entre a
teoria e a experimentação. Os exemplos que usamos, para discutir o mal afamado
paradoxo dos gêmeos é muito irreal, pois nenhuma espaçonave chegará a
velocidades onde os efeitos relativísticos sejam minimamente importantes. Mas
imaginemos uma espaçonave do tamanho de um múon, sendo o relógio dessa
espaçonave o próprio múon. Este, é um exemplo verdadeiramente realista. Mas,
para efeitos dessa explanação, vamos falar sempre em Gêmeo R, que fica na
terra, gêmeo V, que viaja em uma espaçonave, ficando convencionado que isto é
apenas por uma questão didática, numa tentativa para se compreender as
sutilezas mostradas pela Natureza, nesse mister.
Assim, consideraremos uma dessas partículas
elementares como uma espaçonave de R, o R sendo para indicar estacionário ou
repouso e espaçonave de V, o V sendo para indicar em movimento ou viajante. Os
conceitos de relógios e/ou observadores nas espaçonave de
e
confundem-se com os próprios
e
. Os relógios
e
associados aos gêmeos R e a V são absolutamente
idênticos. Estimo que estas convenções ajudarão na compreensão dos
esclarecimentos a seguir.
5. Agora, imaginemos que,
inicialmente,
e
estão no mesmo ponto, na Terra. A espaçonave de
parte do repouso, em
, com aceleração
, e velocidade instantânea dada por:
enquanto o relógio R(espaçonave
) fica em repouso. O observador em
, através de uma acelerômetro instalado em seu
interior, detectará que se encontra sob movimento acelerado; qualquer que
seja a aceleração, esta será denunciada pelo bendito acelerômetro. Para o gêmeo
, seu irmão gêmeo
está sob uma aceleração
. Inicialmente, consideraremos todas as medidas e
observações do ponto de vista de
, que está num sistema inercial.
6. Sejam as convenções a seguir, para
tratar as variáveis que serão consideradas:
•  intervalos de tempo observados e registrados pelo
relógio de R; intervalos de tempo observados e registrados pelo
relógio de V. O segundo índice, é numérico, e se refere aos intervalos de
aplicação, ou trechos de viagem, de forças(motores ligados), sendo N=0,1,2,3 . Estimo que a exposição a seguir
clarificará o uso.
1.2 hipóteses
preliminares
1. Após a partida, conforme item 1.1.3
acima, que acontece com aceleração
, e decorrido um intervalo de tempo , no instante em que a velocidade atinge o valor u(t)= v, V desliga os motores, pelo que a
espaçonave desloca-se com velocidade constante v, a partir daí, durante um
intervalo de tempo
, computadas as viagens de ida e a de volta. Assim,
para a ida, consideremos
/2. Mesmo valor de tempo na volta, em sentido
contrário.
2. Ao final do intervalo de tempo
,/2, em que u permaneceu constante,
religa os motores, mas de tal modo que a espaçonave
de V é, agora, desacelerada, vai ao repouso e é novamente acelerada,
com velocidade contrária,
até atingir a velocidade (-v), que permanecerá constante. Chamemos esse terceiro
intervalo de tempo, para desacelerar até o repouso, onde
, acelerar de volta até (-v), de . A espaçonave de V movimenta-se, agora, com velocidade
(-
), de volta. Como considerado mais acima, esse
movimento, em sentido contrário, com velocidade (-v) ocorreu num intervalo de tempo igual a
/2, igual ao primeiro intervalo, onde a velocidade
constante foi (+v).
(Tempo total com velocidade
constante =
)
3. Ao fim desse terceiro intervalo,
(agora em sentido contrário),
religa os motores da espaçonave, de tal forma a
espaçonave desacelera e vai ao repouso, havendo o reencontro com o irmão
, no ponto de onde partiu, ocasião em que, finalmente, os
relógios de
e de
poderão ter seus registros comparados. Chamemos este
quarto intervalo de tempo de
.
4. Sejam agora e os tempos totais registrados pelos relógios de
e de
, ao fim desse processo.
5. O tempo total registrado pelo
relógio em R será a soma dos intervalos parciais listados a cima, ou seja:
(3)
Sendo que, por uma questão de simetria, objetivando
simplificar as contas, sem perda alguma de generalidade, não havendo nenhuma
outra razão além desta, podemos fazer
, pelo que a (3) fica
|
|
|
(4) |
e os correspondentes intervalos registrados pelo
relógio V serão, usando a mesma notação e as mesmas considerações:
(5)
Isto posto, precisamos provar que
, tanto do ponto de vista de
como do ponto de vista de
, ou de qualquer outro observador, em qualquer sistema
de referência.
Os registros serão tais que se verifica a relação
entre os tempos totais, segundo o ponto de vista de qualquer um deles:
|
|
|
(6) |
que é a Eq.(2), desde que se considerem os tempos nos
trechos onde u=g.t, ou seja,
muito pequenos, se comparados com o intervalos nos
quais u(T)=v, v constante, intervalos estes que são:
Assim, podemos aplicar o que preconiza a TRE.
6. Fazendo uma expansão binomial e
conservando apenas as segundas potências, a Eq. (6) assume a seguinte forma,
onde os termos relevantes são explicitados assim como os termos de potências
iguais e superiores a 3 serão representados por 0(3):
![]()
Considerando que a soma dos termos de potência igual e
superior a 3 é negligenciável frente ao termo de segunda ordem, podemos
escrever, com aproximação suficiente para estes propósitos:
(7)
Os
muitos experimentos já realizados com as partículas mencionadas em 1.1.4(múons,
píons, káons) mostram que as expressões acima, relacionando os tempos próprio(
) e
impróprio(
) estão corretas, não havendo mais quaisquer dúvidas a
respeito.
7. Vejamos agora que resultados
obteria, se se considerasse em repouso. Então, em
tais circunstâncias, para
,
é quem estaria em movimento.(Lembro que esta mudança
de referencial não tem qualquer efeito sobre a física do problema! Nada se
altera. Um referencial não tem o poder de modificar, ou interferir, nos
fenômenos físicos. Apenas descreve-os, de seu ponto de vista. E as leis da
física que obtêm , em qualquer deles, resultam serem as mesmas. Vale sempre o
Primeiro Postulado da Relatividade(PPR). (Por exemplo, é mais fácil e mais
rápido descrever o potencial elétrico de um esfera carregada usando coordenadas
esféricas do que usando coordenadas cartesianas. Referenciais só têm esta
finalidade: facilitar as contas).
Ou seja, trata-se apenas de saber como
descreverá o “movimento†de R, pois, para o gêmeo
é
quem estará em movimento(e acelerado, mas só do ponto
de viasta de
e não só isso, mas, principalmente, como quantificará
os parâmetros associados ao movimento observa e que, para ele,
, é real. É isto que tentaremos clarificar, na
seqüência).
8. Bem, para alcançarmos nosso objetivo, teremos de
recorrer a um princípio adicional, como já adiantei mais acima., que é o Princípio
da Equivalência(PE), um verdadeiro big bang da física, que estabelece o
seguinte, de maneira bem simplificada:
• Em um sistema fechado, onde não se pode
olhar para fora, não se pode saber se um sistema está acelerado, com aceleração
uniforme, por meio de alguma força externa, ou se está sob os efeitos da
gravidade. Gravidade e aceleração são equivalentes.
9. Esta é a maneira mais simples e mais direta de
expressar uma verdade gigantesca, de profundas conseqüências físicas.
Enunciados mais completos deste princípio poderão ser elaborados. Mas, em
essência, é o que foi dito acima. Ou seja, gravidade(do tipo terrestre) e
ace-leração(imposta por um motor de propulsão, por exemplo) são equi-valentes,
em todos os sentidos, no que diz respeito às leis da física. Assim, se
estivermos numa espaçonave, no espaço interestelar, longe de massas, tal que
seus efeitos gravitacionais não sejam sentidos, e se os motores desta
espaçonave imprimir a ela uma aceleração uniforme igual a g, não saberemos dizer se os efeitos que
sentiremos serão devidos à aceleração imposta pelos motores ou se serão devidos
a um campo gravitacional, tipo gravidade terrestre. É esta a essência, o
fundamento principal da RG.
10. Antes de voltarmos ao problema inicial, façamos
alguns comentários que julgo pertinentes aqui. Do ponto de vista de
, como será o movimento de
? Antes de responder, imaginemos o que nós próprios
sentiríamos em um carro que, inicialmente, move-se com velocidade constante, e,
de repente, o freio é usado, tal que uma desaceleração de módulo g seja aplicada pelos freios. Ou se, em dado
momento, forçamos o acelerador, com gosto e boa vontade...
Este comentário é muito incompleto, evidentemente,
mas dá uma idéia bastante intuitiva de como as coisas ocorrem, pois todos
conhecemos os efeitos de uma aceleração. Só estamos tentando associá-la, como é
para ser, à gravidade.
11. Voltemos, então, ao nosso problema inicial e
consideremos os tempos envolvidos, dados nas Eqs.(3) e (4), quaisquer, e
procuremos obter equações envolvendo estes parâmetros. Assim, poderemos
analisar melhor os seus efeitos no escopo de todo o problema.
12. Na exposição que fizemos nos itens
prévios, especificamente o tópico (1.2), o gêmeo
permanece em repouso na Terra, enquanto
viaja. Intervalos de tempo, por trechos, foram
especificados, pelo que foram obtidas as equações (3) e (4). Até aí, tudo bem.
13. Se consideramos agora que é V
quem está em repouso, então, para
,
é que está em movimento, nas mesmas condições que
ele,
, se encontra, na realidade, só que com velocidades
contrárias, como explicitado.
Consideremos agora a aplicação do
Princípio da Equivalência. Nos trechos do movimento onde a espaçonave está
acelerada ou desacelerada, há um potencial gravitacional associado. Ou seja,
Nos intervalos
e os intervalos correspondentes, segundo medido por
V,
, há acelerações envolvidas, portanto campos
gravitacionais, de módulo
, segundo o Princípio da Equivalência.
Consideremos, ainda, que
é pequeno o suficiente para que R não haja se
afastado muito de V, ou seja, a distância entre eles seja pequena, de modo a
considerarmos que os dois estão, neste intervalo, sob o mesmo potencial
gravitacional. A equação que relaciona os tempos de ocorrência de um mesmo
evento, medido por relógios colocados em pontos do espaço de potenciais
diferentes é:
|
|
|
(8) |
Se a diferença de potencial,
, entre os pontos 1 e 2, no campo gravitacional for
zero, então os relógios registrarão tempos iguais, para a mesma ocorrência.
Assim, com tal hipótese, teremos:
|
|
|
(8.1) |
Pelo que, segundo a consideração
acima,
|
|
|
(8.2) |
pois
por hipótese.
14. Ao fim desse primeiro
,
detecta que a “espaçonave†de
atingiu uma velocidade
, que os motores são desligados, e que
continua com velocidade constante
, durante um intervalo de tempo
. Ao fim deste segundo intervalo de tempo, os motores
da “espaçonave†de R são religados, de modo que “espaçonave†de R é desacelerada,
vai ao repouso, acelera de volta, e atinge a velocidade
contrária, (+v), no terceiro intervalo de tempo (tempo total para desacelerar ir ao repouso e acelerar
em sentido contrário), pelo relógio de V.
16. Com essa velocidade constante, (+v), após um intervalo de tempo igual também ao
primeiro
, ao fim do qual, novamente,
vê a “espaçonave†de
desacelerar desde a velocidade (+u) até o
repouso, reencontrando-se com V. E fecha-se o ciclo, terminando a “viagem†de
. O tempo total de ocorrência com velocidade constante
foi 2
,
no sentido contrário. Nestes dois intervalos,
igualmente ao caso do movimento real, que foi o de
, observado por
, as velocidades envolvidas são constantes, estados de
movimento inerciais, portanto. Nos demais, as espaçonaves estiveram sob o
efeito de acelerações, tanto do ponto de vista de
quanto de
.
1. Como, agora, é
que está “em movimentoâ€, e
em “repousoâ€, a relação entre os tempos registrados
pelos relógios deles é, de acordo com a TRE, para o trecho com velocidade
constante, somente:
(9)
ou, expressando (segundo medido por
) em função de (segundo medido por
), teremos:
|
|
|
(10) |
Queremos verificar se, com as hipóteses feitas, e com
o uso exclusivo dos postulados da relatividade, após compatibilzação das
variáveis temporais envolvidas, se chegaremos a algo como a Eq.(7), que foi a
encontrada por ![]()
Expandido a Eq.(10), segundo Taylor, teremos, como
no caso anterior, onde valem as mesmas considerações já feitas:
(11)
Desprezando os termos com potências iguais ou
speriores a 3, teremos:
(12)
Ora, mas o tempo total registrado por R é, como dado
pela Eq.(3):
![]()
onde, pelo enunciado do problema, e pelas simetrias
envolvidas, devemos ter, conforme resultado em Eq. (8.2):