> [Alberto Mesquita Filho]
> Não sei até que ponto isso possa ser bom para a ciência. Também não
> acredito nesta "ordem superimplícita" a condenar a criatividade inerente
> aos jovens "rebeldes" e a beneficiar uma política universitária em franca
> decadência; pois a evolução da ciência depende da boa orientação destes
> jovens "rebeldes".
>
> [Leandro Batista Holanda]
> Vale a pena lembrar que Bohr, Heisemberg, entre outros TAMBÉM são
> rebeldes... imagine ousar negar a mecânica clássica para explicar
> fenômenos microscópicos!!!
E quem disse que não foram?
> Agora imagine Einstein, Poincaré, entre outros, ousando negar a mecânica
> clássica para explicar fenômenos macroscópicos !!!!
> Estes jovens foram os "rebeldes" de sua época que entraram em confronto
> com idéias clássicas na mente de seus professores e ousaram enxergar mais
> longe!!!
E onde estão os jovens rebeldes nascidos após 1920?
> Vemos o porque seu nome ficar na história da ciência: além de serem
> "rebeldes", tiveram as experiências confirmando suas idéias!
Tanto quanto Galileu, Boltzmann, Carlos Chagas e uma infinidade de outros
cientistas que entraram para a história dos mártires da ciência. Descobriram
o que era certo na época errada, ou numa época em que os medíocres dominavam
a política universitária, coisa que acontece de tempos em tempos. É só ler
Thomas Khun para constatar. Modifique apenas seu vocabulário: chame os
"paradigmas" por dogmas, os "períodos de ciência normal" por períodos de
decadência ou de marasmo e os "períodos revolucionários" por períodos de
evolução da ciência. Agora pergunto: É certo isso? Se acha que sim, respeito
sua posição, mas não concordo.
[ ]'s
Alberto
http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Lab/9378/indice.htm