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Toda pessoa é um vendedor, seja qual for a função que desempenhe. Por
exemplo, numa empresa que vende eletrodomésticos, a pessoa que lhe
atende quando você vai às compras é um vendedor. O gerente da loja,
embora não lhe atenda diretamente, também é um vendedor, pois recebeu
da diretoria da empresa as metas de produção e as repassa (vende)
para os funcionários, convencendo-os de que é possível atingi-las. As
metas que o gerente da loja recebeu (comprou) dos diretores, foram
determinadas (vendidas) a estes pela presidência da empresa.
As ações do proprietário, diretor, gerente, chefe de setor, vendedor
da linha de frente e demais funcionários de uma empresa, devem estar
harmonizadas e direcionadas para a satisfação do cliente e a
conseqüente venda do produto, idéia ou serviço.
É o resultado da venda, que paga a todos, do atendente ao gerente
geral, da telefonista ao presidente da empresa. Natural, portanto,
que todos devam se empenhar para que a empresa obtenha sucesso em
vendas. Ocorre, porém, que na maioria das empresas somente o vendedor
da linha de frente se preocupa com isso, os demais passam o tempo com
atividades burocráticas, pensando que estas são mais importantes que
aquela. Esse engano leva milhões de empresas ao fracasso ou a vender
menos do que poderiam vender.
Todos que trabalham numa empresa, independentemente do que fazem, tem
uma função comum. Essa função é fazer com que o consumidor compre os
produtos, idéias ou serviços produzidos. Isso é VENDA. Portanto se
participam da venda, são vendedores.
Muitas pessoas não trabalham em empresas e mesmo assim são
vendedoras, pois também oferecem produtos, idéias e serviços a outras
pessoas, tendo como contrapartida o recebimento de algum valor. É o
caso.
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