Ir direto para busca.
bambu-brasil · Bambu - Lista de discussão sobre os aspectos desta planta maravilhosa (plantio, tratamento, usos, etc...)

Informações sobre o grupo

  • Associados: 1363
  • Categoria: Outros
  • Criado em: May 4, 2000
  • Idioma: Português
? Você já é um associado? Entre no Yahoo!

Dicas

Você sabia...
Você pode agendar um horário para os associados do grupo entrarem em uma sala de chat particular.

Mensagens

  Ajuda
Avançado
mensagens 27222 - 27251 de 27918   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 27222 - 27251 de 27918   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens: Exibir resumo de mensagens Classificar por data ^  
#27222 De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Data: Sex, 20 de Abr de 2012 8:52 pm
Assunto: Re: Importação de m udas
bamboofount
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:
 

 
Ene,
 
Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.
Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.
Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.
Se tiver interesse, entre em contato.
 
Abraço,
 
Fernando
 
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415



#27223 De: Fernando Tombolato <tombolat@...>
Data: Sáb, 21 de Abr de 2012 1:01 pm
Assunto: Re: Importação de m udas
parinam2
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Ene,
 
É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA
 
Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.
 
Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.
 
Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.
Explico:
Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 
As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.
Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA
 
Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.
Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU
 
Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.
Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.
Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.
 
WORLD BAMBOO ORGANIZATION
 
A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.
 
ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU
 
Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.
 
VISITA DE CHINESES AO IAC
 
Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?
 
Um forte abraço,
 
Fernando


 
Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:
 

Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:

 

 
Ene,
 
Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.
Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.
Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.
Se tiver interesse, entre em contato.
 
Abraço,
 
Fernando
 
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415





--
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415


#27224 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Sáb, 21 de Abr de 2012 1:57 pm
Assunto: Re: Re: China y Ecuador
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá! Companheiros
 
 
O comentário do Prof. Lessa é impecável. Concordo inteiramente com as colocações de Marcelo (via o articulista) e de Fred, especialmente, quando este último aborda a excessiva dependência do país em relação transporte rodoviário e o indecente nível de juros cobrados no Brasil, embora, uma determinação (leia-se vontade política) da Presidente Dilma vá terminar obrigando a uma redução geral desses juros absurdos (com a redução implementada elo BB e da CEF). Os demais bancos estão meio “folclóricosâ€, dizem que reduziram, mas...
 
Por sorte nossa, Dilma não tem um DNA totalmente petista (A origem política dela é outra) haja vista que o Partido dos Trabalhadores (via Lula) jogou no lixo todos os discursos sobre o assunto utilizados quando era tido como um partido sério e de oposição. Dilma está correta, a pergunta agora é a seguinte: porque essas medidas que Dilma tomou não foram tomadas antes?
 
Quanto ao excesso de dependência do modal rodoviário isso se deve aos inúmeros governos, de todos os matizes, que viveram pendurados nos “lobs†das montadoras e dos anexos.
 
Os trens acabaram. Os navios de cabotagem acabaram. Imaginem que a antiga Navegação Baiana era detentora de uma linha para Buenos Aires, segundo um velho comandante me contou.
 
Não vou me alongar. Quem estiver interessado acesse os sites abaixo:
 
 
 
Mas, voltando ao começo, não devemos preterir a indústria nacional em benefício da chinesa, é claro. Porém, os empreendimentos são criados para darem lucros. Não devemos esquecer isso.

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Para: bambu-brasil@...
Cc: agabambu@...
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 13:59
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Olá

Como iniciei esta série de mails falando sobre os chineses posso interferir para lembrar umas coisinhas.

1 - Chineses - Não sou contra e nem a favor destes acordos com chineses com o Bambu. Já manifestei antes, em mails anteriores a este debate, os meus receios com estes acordos megalomaníacos, cheios de muitos recursos nas mãos de poucos e que não chegam até aos que realmente metem a mão na massa e nos pesquisadores abnegados.
 - O assunto tem que amadurecer e ser debatido até algumas verdades embutidas nas entrelinhas virem à tona.

2 -Importações - Com relação a importação de produtos do China temos que observar alguns detalhes que podem influenciar na saúde da nossa economia, que estão por trás dos problemas sábiamente levantados pelos colegas que já escreveram sobre o assunto em textos anteriores. Não sou economista mas li sobre o assunto que me fez pensar sobre o seguinte aspecto:
Os produtos importados da China são também uma espécie de balizadores da nossa inflação:
Se o país(mantendo a linha política e governantes como estão)parar de importar produtos da China  a demanda crescente irá permanecer e continuar a crescer pelo atual poder aquisitivo da "nova classe média".
Não tendo produtos que chegam aqui por preços baixos(como os dos chineses) a indústria nacional não terá concorrência e o preço voltará aos patamares que eram antes, quando não existiam os produtos concorrentes da China( como era na época da inflação ) . Naquela época já a demanda era maior do que a produção o que já era um dos sintomas estimuladores para a alta dos preços.
Pex.: Imaginemos quando pararmos de importar os pisos de Bambu da China e passarmos a produzi-los em pequena escala aqui no país. Quanto iria custar o m²?
Isto vale para qualquer outro produto, de outros países que chegam aqui no país por uma relação custo/benefício mais adequada dos que os produtos fabricados aqui no Brasil, onerados de uma série de custos/tributos/taxas de partidos/sindicatos/leis trabalhistas/direitos/propinas/corrupção,etc...
Este assunto é mais um debate político/econômico sobre o qual não tenho conhecimento mais profundo do que este e acho bom parar por aqui.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
Visite nosso website
http://www.bamboofount.com
.br
 e nosso blog em:
http://agrobambu.blogspot.com

On Ter 17/04/12 22:17 , marbambu@... sent:
 
Salve Jorge,

Gracias por aclarar mucho mas la cosa. 
De cierto es possible aprender con los chinos, em todos los aspectos, lo que hacer o en lo que no hacer, evitando tenermos erros graves. Claramente hay un grand interesse en todos los recursos de Brasil. Esto texto fue escrito por el professor emérito de la UFRJ: Carlos Lessa, que jo agradesco a el por hacer parte de mi banca de defesa en la maestria desarollada en el LILD\PUC-Rio (2011). 
Todavia por acá no conociemos completamiente la realidade y uso de las espécies nativas de Brasil (pais megabiodiverso).  De manera general es cultural de los paises colonizados, desear lo que viene de fuera y se olvidar de lo que hay en nuestra terra madre. Pero sigamos con dedicacón desarollando tecnicas sensillas para y con el pueblo local.
Abrazos y saludos,

Marcelo FonsecaOn Ter 17/04/12 07:50 , "Jorge Moran" rimancer@... sent:
 Salvem todos,

Reforço que sou favorável  ao desenvolvimento tecnológico brasileiro em qualquer área do conhecimento fortalecedor de nossa soberania. Encaminho texto gerado pelo prof. Carlos Lessa sobre o tema referente ao poderio Chinês:

Barbas de molho. Olha a China aê no seu quintal!!! Por Carlos Lessa, professor emérito de economia brasileira, ex-reitor da UFRJ e Ex-Presidente do BNDES. Sou de uma geração treinada em ler nas entrelinhas. Vivi as longas décadas de regimes ditatoriais latino-americanos e aprendi a pesquisar as intenções nos discursos oficiais. O dr. Ulysses Guimarães me ensinou que se deve prestar atenção aos silêncios nos discursos. Percebo uma crescente preocupação da presidente Dilma com a China e suas pretensões geopolíticas e geoeconômicas. Na reunião do G-20, a presidente declarou sua preocupação com a ausência de compras chinesas de produtos industriais brasileiros (leia-se, nas entrelinhas, que o Brasil é exportador de alimentos e matérias-primas sem processamento: soja em grão, minério de ferro bruto, couro de vaca sem curtição etc). Em passado relativamente recente, exportamos geradores para a grande usina do Rio Amarelo; agora, estamos importando geradores da China. Vendemos aviões da Embraer. Bobamente, aceitamos instalar uma filial na China; os chineses clonaram a fábrica da Embraer e, hoje, competem com o avião brasileiro no mercado mundial. Esta semana, a presidência declarou sua preocupação com a tendência chinesa à aquisição de grandes glebas agrícolas no Brasil. A percepção presidencial não resolve o problema das relações Brasil-China, porém já é meio caminho andado que o poder executivo nacional tenha aquelas dimensões presentes. O enigma chinês é fácil decifrar. O Brasil cresceu, de 1930 a 1980, 7% ao ano. Depois dessas décadas, mergulhamos na mediocridade e patinamos com uma taxa média ridícula de 2,5%. A China, nas últimas décadas, vem crescendo anualmente entre 9% e 10%. Entretanto, está em situação potencialmente pior que o Brasil. Hoje, mais de 80% da população brasileira está em áreas urbanas e 50% em metropolitanas e nem chegamos aos 200 milhões de habitantes. A China tem uma população de 1,34 bilhão, sendo que menos de 50% estão na área urbana. Como a renda média do chinês rural é um terço da do chinês urbano, é inexorável uma transferência equivalente a duas vezes a população brasileira para as cidades chinesas, nos próximos 20 anos. É fácil entender o sonho de urbanização do chinês rural. A periferia urbana das cidades chinesas já está "favelizada". > > Estratégia da China combina aspectos da Inglaterra vitoriana com primazia do Japão científico-tecnológico > > Sabemos que o Brasil tem uma péssima distribuição de renda e riqueza. Houve uma melhoria da participação dos salários na renda nacional, que evoluiu, desde 2000, de 34% para 39%. A elevação do poder de compra dos salários foi importante, entretanto o leque salarial se tornou mais desigual e houve pouca geração de empregos de boa qualidade. O salário médio brasileiro é muito baixo, entretanto é, por mês, igual ao limite de pobreza chinês ao ano (cerca de €150), isto é, o brasileiro pobre ganha 12 vezes mais que o chinês pobre. Nosso governo fala de uma "nova classe média" e esconde que o lucro real dos grandes bancos brasileiros cresceu 11% por ano no período FHC e 14% durante os dois mandatos do presidente Lula. Enquanto os colossais bancos chineses têm uma rentabilidade patrimonial inferior a 10%, os bancos brasileiros chegam a 20%. > > É impensável o futuro demográfico chinês. No passado, cada família só podia ter um filho; agora, essa regra está sendo relaxada. A urbanização e a industrialização chinesas já comprometeram o lençol freático da China do Norte. Com restrições de água, e necessitando transferi-la cada vez mais para a sede da indústria e população urbana, a China não produzirá alimentos suficientes. Se o consumo interno da China crescer cada vez mais, haverá falta não só de água, mas também de energia fóssil e hidráulica, além de, obviamente, todo um elenco de matérias-primas. > > O planejamento estratégico de longo prazo da China é para valer. O projeto geopolítico e a geoeconômico chinês está transformando a África e parte da Ásia do sudeste em fronteira fornecedora de alimentos e matérias-primas. Em busca de autossuficiência de minério de ferro, a China já está desenvolvendo as enormes reservas do Gabão. A petroleira chinesa já está nas reservas de petróleo de gás do coração da África e a ocupação econômica de Angola é prioridade diplomática e financeira da China. O extremo sul da América Latina é objeto de desejo expansionista chinês, que se propôs a fazer e operar uma nova ferrovia ligando Buenos Aires a Valparaíso, perfurando um túnel mais baixo na Cordilheira dos Andes. O Chile - com pretensão de se converter na "Singapura" do Pacífico Sul - e os interesses agro-exportadores argentinos adoram a ideia. Carne, soja, trigo, madeira, pescado e cobre estarão na periferia da China do futuro. A presidência argentina é relutante em relação a esse projeto, porém o MERCOSUL está sob o risco de se converter, dinamicamente, em pura retórica. > > O Império do Meio, unificado pela dinastia Han (ainda antes de Cristo), atravessou séculos com Estado centralizado e burocracia profissional estruturada. No século XIX, a China balançou pela penetração da Inglaterra vitoriana; enfrentou a perfídia mercantil do ópio controlado pela Índia britânica. Sua república, no século XX, foi ameaçada pela expansão japonesa, e somente após a Segunda Guerra Mundial conseguiu, com o Partido Comunista Chinês (PCC) restaurar a centralidade. > > Com um pragmatismo secularmente desenvolvido, a China combinou o Estado hipercontrolador com a "economia de mercado". "Casou" com os EUA e criou um G-2, aonde mais de 3 mil filiais americanas produzem na China e exportam para o mundo (70% das exportações de produtos industriais são de filiais americanas). > > O superávit comercial chinês é predominantemente aplicado em títulos do Tesouro. Esse é um sólido matrimônio, em que os cônjuges podem até brigar, mas não renegam a aliança mutuamente conveniente. Enquanto isso, a China repete a proposta da Inglaterra vitoriana para a periferia mundial: fonte de matérias-primas e alimentos, a periferia mundial é, progressivamente, endividada com os bancos chineses e seu espaço econômico é ocupado por filiais da China. A Revolução Meiji, que modernizou e industrializou o Japão, está em plena marcha na China, que procura ser a campeã mundial em ciência e tecnologia. A estratégia da China combina as chaves do sucesso da Inglaterra vitoriana com a prioridade científico-tecnológica japonesa. > > Que a China faça o que quiser, porém o Brasil não deve se converter na "bola da vez" da periferia chinesa. País tropical, com enormes reservas de terra agriculturável, água e fontes de energia fóssil e hidrelétrica, imagine-se a prioridade estratégica para o planejamento chinês em sua marcha pela periferia. > > O discurso da globalização, a fantasia da "integração competitiva", a ilusão de ser "celeiro do mundo" com brasileiros ainda famintos, e a atrofia da soberania nacional podem vir a ser um discurso de absorção da proposta neocolonizadora da China. > > Leio, nas palavras da presidente, uma percepção do risco do "conto do vigário" chinês.

Saudações bambusáceas,

Marcelo FonsecaOn Sáb 14/04/12 10:02 , FREDERICO ROSALINO DA SILVA fredrosalino@... sent:
 
Só um comentário,
Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chineses.
Minha Opinião.
Abraço atodos
 

Em 11 de abril de 2012 16:28, Marcos Rodrigues Correia <atmosferica2004@...> escreveu:
 
Ola a todos
 
Muito boa a reportagem, tenho grande
interesse em importar da China, quem precisar
de um parceiro estou a disposição.
 
Abraços

De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Para: "bambu-brasil@..." <bambu-brasil@...>; "agabambu@..." <agabambu@...>
Enviadas: Sábado, 31 de Março de 2012 23:31
Assunto: Re: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá! Ene
 
Muito obrigado companheiro.
As possibilidades são grandes.
Qualquer providência que tomarmos com o apoio
dessa informação lhe comunicaremos, embora saibamos
que você não está envolvido diretamente.
Apenas satisfação.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328

De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Para: agabambu@...
Cc: bambu-brasil@...
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Março de 2012 18:21
Assunto: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá Rebeca e VirgílioComo vcs. manifestaram interesse anteriormente, segue abaixo o link do Programa Interação com o Rafael Tumelero, com alguns comentários sobre as importações da China e a balança comercial do Brasil e China  e também, algumas abordagens sobre as direções das novas políticas de negócio dos chineses. Como citei nada tem de específico com o Bambu, porém aborda aspectos que podem ser interessantes para entender estes negócios e interações com os chineses sobre coisas de bambu no futuro próximo. Uma abordagem que é interessante é sobre a mão-de-obra chinesa que sempre é debatida nos grupos como sendo trabalho escravo e a coisa não é bem assim como dizem(oun pode ter sido no passado). Muitas vezes isto é dito no intuito de tentar justificar o sobrepreço dos produtos feitos aqui no Brasil se comparados com os produtos chineses. Já vi comentários pejorativos, tentando argumentar que os produtos de bambu(boards/pisos e outros feitos de bambu) mais valem a pena ser comprados da China, devido ao preço baixo, do que fabricá-los aqui em função de que a mão-de-obra encareceria muito os produtos, ao ponto de inviabilizá-los. Mas seria a mão de obra ou a incidência de impostos sobre os nossos produtos, mais o dinheirinho do partido acrescido da ganância?Enfim, quem tiver interêsse em saber um pouco sobre os chinese e seus negócios clique em:http://www.youtube.com/user/canalinteracao?ob=0&feature=results_mainO programa da rede Ulbra TV está gravado no You tube em 2 segmentos clicando no link acima vcs entram no 1º segmento e depois lá vcs. assistem o 2º segmento.Ene Agrobambu CF&T Visite nosso website em:  http://www.bamboofount.com.br
e nosso website em: http://agrobambu.blogspot.com


#27225 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Sáb, 21 de Abr de 2012 2:17 pm
Assunto: Re: RES: Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Hans
 
Vou fazer força.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Para: bambu-brasil@...
Enviadas: Sexta-feira, 20 de Abril de 2012 23:33
Assunto: RES: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
 
Olá Virgílio,
 
Ficamos muito honrados com o seu interesse no curso e mais ainda ficaremos, caso você venha a participar!
 
Abraço.
HJKleine
 
De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de virgilio senna
Enviada em: quinta-feira, 19 de abril de 2012 08:59
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
 
 
Companheiro
 
Estava preocupado com a data. certamente não poderia participar na data original.
Com essa alteração as coisas podem mudar.
Preciso apenas analisar os detalhes da viagem (data, compromissos aqui, etc.)
Quanto a alteração, isso só ocorreu porque vocês tentaram fazer alguma coisa. Esses imprevistos
ocorrem. Passe por cima e vá em frente. Quem não altera data e horário é trem inglês (alguem disse isso).
Toca o barco amigos.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 
 
De: Hans J Kleine <hjkleine@...>
Para: BambuSC <BambuSC@...>; Bambu Brasil <bambu-brasil@...>; Agabambu <agabambu@...>
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 16:08
Assunto: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data [1 Anexo]
 
Amigos do bambu,
 
    Alertamos a todos, que o curso Cultivo e Manejo de Bambu, que seria ministrado no dia 20 de abril (sexta-feira) na cidade de Curitibanos/SC, não mais será realizado nesta data. É a primeira vez que a BambuSC e a UFSC se vêem forçados a alterar a data de um de seus cursos de bambu e vale destacar, que decidimos adiar, mas não cancelar a sua realizção. A nova data será o dia 19 de maio de 2012, mantendo os mesmos horários e locais anteriormente anunciados (ver arquivo anexo).
    Lamentamos pelos inconvenientes que esta medida poderá trazer aos interessados e faremos o possível para minimizar os seus efeitos, agradecendo desde já pela compreensão.
 
Atenciosamente,
Hans J. Kleine
Presidente da BambuSC
(48) 3338 2087
 

#27226 De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Data: Dom, 22 de Abr de 2012 11:31 am
Assunto: Embrapa inaugura laboratório para combate às pragas florestais
hansjkleine
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Amigos do bambu,

 

            Vamos fazer uso deste recurso tecnológico para combater as pragas do bambu? Temos algumas pragas já identificadas, como o caruncho (Dinoderus minutus) e o tigre (Chlorophorus annularis), que atacam as varas já cortadas e outras a serem estudadas, como o serrador e os afídios, que atacam os bambuzais. Solicito sugestões de como encaminhar nossas necessidades para a Embrapa. A existência de nossa Associação Brasileira do Bambu seria o melhor caminho, mas acho que um contato com a Embrapa Florestas poderia ser feito imediatamente. Alguém do grupo tem conexão com os dirigentes do órgão?

            Vejam a notícia abaixo publicada no site Painel Florestal.

 

Abraços.

Hans J. Kleine

 

Embrapa Florestas inaugura novo laboratório para pesquisar pragas florestais

As tecnologias geradas pelo Laboratório tem ajudado o país a controlar as principais pragas florestais

sábado, 21 de abril de 2012

 

 

 

Nesta segunda-feira, 23/04, a Embrapa Florestas (Colombo/PR) inaugura o novo Laboratório de Entomologia Florestal. Resultado da ampliação do prédio anterior, o espaço conta agora com cerca de 1500 m2 entre salas para pesquisadores e salas técnicas. 

As tecnologias geradas pelo Laboratório tem ajudado o país a controlar as principais pragas florestais, como a vespa-da-madeira (praga de pínus), besouro corintiano (erva-mate) e formigas cortadeiras (plantios em geral). Outras pragas florestais também estão sendo pesquisadas, como o percevejo bronzeado e psilídeo-de-concha (eucalipto); pulgão-gigante-do-pínus; broca-das-meliáceas (mogno), pragas quarentenárias (diferentes espécies florestais) e lagarta-da-erva-mate. 

As tecnologias geradas e as pesquisas em andamento são fundamentadas no manejo integrado de pragas (MIP), com ênfase no controle biológico, além dos controles químico, cultural e mecânico. O MIP é a alternativa mais viável para controle de pragas, com a aplicação de medidas que possibilitam reduzir a população de pragas em níveis toleráveis, de forma ecologicamente correta.

Outra atuação importante dos pesquisadores do Laboratório é em relação às pragas quarentenárias florestais, com medidas para reduzir os riscos de introdução de novas pragas no país. 

O sucesso das pesquisas realizadas tornou a Embrapa referência mundial em pesquisa com pragas florestais. Hoje, pesquisadores participam de fóruns e discussões sobre sanidade florestal em todo o mundo.

Espaço maior

A ampliação do Laboratório foi feita com recursos do PAC/Embrapa e emendas parlamentares, que auxiliaram na obra e na compra de novos equipamentos. O novo espaço vai facilitar o fluxo de trabalho, como por exemplo a criação e distribuição do nematóide Deladenus siricidicola, principal agente utilizado no combate à vespa-da-madeira. 

Impacto de tecnologias

Durante a inauguração, serão divulgados dados do impacto econômico e social de tecnologias geradas pelo Laboratório e seus parceiros.

A tecnologia de controle da vespa-da-madeira, por exemplo, possibilita uma redução de perdas diretas em torno de R$ 200 milhões por ano, sem contar o efeito cascata em toda a cadeia produtiva do pínus.

Produtores de erva-mate (cerca de 180 mil no Brasil) serão beneficiados pela tecnologia de controle biológico da broca-da-erva-mate, também conhecida como besouro corintiano, a principal praga dos ervais.

Já o combate a formigas cortadeiras, praga que atinge diversos tipos de cultivo, pode ser realizada com adequações no manejo. Dados preliminares da pesquisa realizada em uma área de 11 mil hectares de plantios de pínus mostraram uma economia de cerca de R$ 1,3 milhão por ano.

Embrapa Florestas

A Embrapa Florestas é uma Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Localizada em Colombo/PR, tem como missão viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade florestal em benefício da sociedade brasileira.

Grandes temas como mudanças climáticas; florestas energéticas; silvicultura de espécies nativas e introduzidas; melhoramento genético; métodos de plantio; manejo; controle de pragas; recuperação de áreas degradadas; monitoramento ambiental; serviços ambientais, integração lavoura-pecuária-floresta; gestão de recursos naturais entre outros, são pesquisados em 41 projetos na Embrapa Florestas. Para isso, conta com uma equipe de 190 funcionários, sendo 73 pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento, 42 analistas e 77 assistentes.

O desenvolvimento desses projetos conta com a participação efetiva de instituições públicas e privadas de pesquisa, ensino e extensão, nacionais e internacionais, e empresas privadas do segmento florestal brasileiro. 

Serviço:
Data: 23/04/2012
Horário: 8h30
Local: Embrapa Florestas – Estrada da Ribeira, km 111, Colombo/PR

Fonte: Assessoria

 


#27227 De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Data: Dom, 22 de Abr de 2012 1:02 pm
Assunto: RES: Importação de m udas
hansjkleine
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Olá Fernando e Ene,

 

                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.

 

Abraços.

Hans Kleine

www.bambusc.org.br

 

               

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Ene,

 

É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA

 

Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.

 

Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.

 

Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.

Explico:

Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 

As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.

Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA

 

Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.

Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU

 

Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.

Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.

Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.

 

WORLD BAMBOO ORGANIZATION

 

A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.

 

ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU

 

Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.

 

VISITA DE CHINESES AO IAC

 

Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?

 

Um forte abraço,

 

Fernando



 

Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:

 

Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:

 

 

Ene,

 

Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.

Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.

Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.

Se tiver interesse, entre em contato.

 

Abraço,

 

Fernando

 

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 


#27228 De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Data: Dom, 22 de Abr de 2012 3:11 pm
Assunto: Laminação de varetas
dragaoerrante
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Bom dia pessoal!
Estou fabricando tiras de bambu mossô com aproximadamente 8mm de largura, 3mm de espessura e 1m de comprimento. O método que eu tenho usado é de cortar as ripas na largura e comprimento desejados e depois aplainar tudo até atingir a espessura necessária.  Isso dá bons resultados, mas me parece um belo desperdício, já que de cada ripa tem mais que o dobro da espessura final.
Olhando para isso fico tentando obter duas tiras a partir dá mesma ripa, mas nunca consigo dividir a vareta ao longo dá espessura satisfatoriamente. Sempre o corte acaba se desviando e o bambu racha na diagonal. Aí eu fico com um pedaço de mais ou menos meio metro que começa com uma espessura boa mas acaba fino de mais, e com o outro pedaço de 1m que começa com o dobro da espessura e acaba numa espessura legal. A partir daí eu acabo tendo que descartar o pedaço de meio metro e aplainar a vareta de 1m.
Alguém sabe como eu poderia fazer esse corte para aproveitar melhor o bambu?

Abraços,
Léo


#27229 De: Fernando Tombolato <tombolat@...>
Data: Dom, 22 de Abr de 2012 5:42 pm
Assunto: Re: Importação de m udas
parinam2
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Hans,
 
Achei bom colocar as informações que tenho à disposição da comunidade.
 
Não acredito que empresas aéreas estejam interessadas em subsidiar transporte de mudas.
Por outro lado, porém, solicitei à Embaixada brasileira em Pequim para informar ao governo chinês de nossas intenções. Informaram-me que já houve caso do próprio governo chinês subsidiar a exportação de mudas de bambu para outros países.
 
Abraço,
 
FER


 
Em 22 de abril de 2012 10:02, Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...> escreveu:
 

Olá Fernando e Ene,

 

                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.

 

Abraços.

Hans Kleine

www.bambusc.org.br

 

               

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Ene,

 

É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA

 

Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.

 

Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.

 

Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.

Explico:

Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 

As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.

Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA

 

Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.

Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU

 

Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.

Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.

Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.

 

WORLD BAMBOO ORGANIZATION

 

A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.

 

ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU

 

Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.

 

VISITA DE CHINESES AO IAC

 

Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?

 

Um forte abraço,

 

Fernando



 

Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:

 

Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:

 

 

Ene,

 

Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.

Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.

Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.

Se tiver interesse, entre em contato.

 

Abraço,

 

Fernando

 

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 




--
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415


#27230 De: "walter_barret" <walterbarret@...>
Data: Dom, 22 de Abr de 2012 7:45 pm
Assunto: Bambu cuadrado
walter_barret
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Hola

Estoy interesado en estudiar el bambu cuadrado. alguien tiene una experiencia
previa que quiera compartir?

Gracias

Walter

walter_barret@...
walterbarret@...

#27231 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 5:41 am
Assunto: Re: Laminação de varetas
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Leo
 
Que processo você está usando
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Para: "bambu-brasil@yahoogroups.com" <bambu-brasil@...>
Enviadas: Domingo, 22 de Abril de 2012 12:11
Assunto: [bambu-brasil] Laminação de varetas
 
Bom dia pessoal!
Estou fabricando tiras de bambu mossô com aproximadamente 8mm de largura, 3mm de espessura e 1m de comprimento. O método que eu tenho usado é de cortar as ripas na largura e comprimento desejados e depois aplainar tudo até atingir a espessura necessária.  Isso dá bons resultados, mas me parece um belo desperdício, já que de cada ripa tem mais que o dobro da espessura final.
Olhando para isso fico tentando obter duas tiras a partir dá mesma ripa, mas nunca consigo dividir a vareta ao longo dá espessura satisfatoriamente. Sempre o corte acaba se desviando e o bambu racha na diagonal. Aí eu fico com um pedaço de mais ou menos meio metro que começa com uma espessura boa mas acaba fino de mais, e com o outro pedaço de 1m que começa com o dobro da espessura e acaba numa espessura legal. A partir daí eu acabo tendo que descartar o pedaço de meio metro e aplainar a vareta de 1m.
Alguém sabe como eu poderia fazer esse corte para aproveitar melhor o bambu?
Abraços,
Léo

#27232 De: marbambu@...
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 3:41 am
Assunto: Re: Re: China y Ecuador
marbambu
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezado Vírgilio Senna,

1) Ocorreu pela segunda vez o seu inadequado julgamento sobre minhas colocações. Recomendo encerrar.
2) Recordo que o tema por aqui neste e-group não é político.
 
Att,

Marcelo Fonseca

On Sáb 21/04/12 10:57 , virgilio senna vicosennabahia@... sent:
 

Olá! Companheiros
 
 
O comentário do Prof. Lessa é impecável. Concordo inteiramente com as colocações de Marcelo (via o articulista) e de Fred, especialmente, quando este último aborda a excessiva dependência do país em relação transporte rodoviário e o indecente nível de juros cobrados no Brasil, embora, uma determinação (leia-se vontade política) da Presidente Dilma vá terminar obrigando a uma redução geral desses juros absurdos (com a redução implementada elo BB e da CEF). Os demais bancos estão meio “folclóricosâ€, dizem que reduziram, mas...
 
Por sorte nossa, Dilma não tem um DNA totalmente petista (A origem política dela é outra) haja vista que o Partido dos Trabalhadores (via Lula) jogou no lixo todos os discursos sobre o assunto utilizados quando era tido como um partido sério e de oposição. Dilma está correta, a pergunta agora é a seguinte: porque essas medidas que Dilma tomou não foram tomadas antes?
 
Quanto ao excesso de dependência do modal rodoviário isso se deve aos inúmeros governos, de todos os matizes, que viveram pendurados nos “lobs†das montadoras e dos anexos.
 
Os trens acabaram. Os navios de cabotagem acabaram. Imaginem que a antiga Navegação Baiana era detentora de uma linha para Buenos Aires, segundo um velho comandante me contou.
 
Não vou me alongar. Quem estiver interessado acesse os sites abaixo:
 
 
 
Mas, voltando ao começo, não devemos preterir a indústria nacional em benefício da chinesa, é claro. Porém, os empreendimentos são criados para darem lucros. Não devemos esquecer isso.

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: agrobambu/bamboofount
Para: bambu-brasil@...
Cc: agabambu@...
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 13:59
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Olá

Como iniciei esta série de mails falando sobre os chineses posso interferir para lembrar umas coisinhas.

1 - Chineses - Não sou contra e nem a favor destes acordos com chineses com o Bambu. Já manifestei antes, em mails anteriores a este debate, os meus receios com estes acordos megalomaníacos, cheios de muitos recursos nas mãos de poucos e que não chegam até aos que realmente metem a mão na massa e nos pesquisadores abnegados.
 - O assunto tem que amadurecer e ser debatido até algumas verdades embutidas nas entrelinhas virem à tona.

2 -Importações - Com relação a importação de produtos do China temos que observar alguns detalhes que podem influenciar na saúde da nossa economia, que estão por trás dos problemas sábiamente levantados pelos colegas que já escreveram sobre o assunto em textos anteriores. Não sou economista mas li sobre o assunto que me fez pensar sobre o seguinte aspecto:
Os produtos importados da China são também uma espécie de balizadores da nossa inflação:
Se o país(mantendo a linha política e governantes como estão)parar de importar produtos da China  a demanda crescente irá permanecer e continuar a crescer pelo atual poder aquisitivo da "nova classe média".
Não tendo produtos que chegam aqui por preços baixos(como os dos chineses) a indústria nacional não terá concorrência e o preço voltará aos patamares que eram antes, quando não existiam os produtos concorrentes da China( como era na época da inflação ) . Naquela época já a demanda era maior do que a produção o que já era um dos sintomas estimuladores para a alta dos preços.
Pex.: Imaginemos quando pararmos de importar os pisos de Bambu da China e passarmos a produzi-los em pequena escala aqui no país. Quanto iria custar o m²?
Isto vale para qualquer outro produto, de outros países que chegam aqui no país por uma relação custo/benefício mais adequada dos que os produtos fabricados aqui no Brasil, onerados de uma série de custos/tributos/taxas de partidos/sindicatos/leis trabalhistas/direitos/propinas/corrupção,etc...
Este assunto é mais um debate político/econômico sobre o qual não tenho conhecimento mais profundo do que este e acho bom parar por aqui.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
Visite nosso website
http://www.bamboofount.com
.br
 e nosso blog em:
http://agrobambu.blogspot.com

On Ter 17/04/12 22:17 , marbambu@... sent:
 
Salve Jorge,

Gracias por aclarar mucho mas la cosa. 
De cierto es possible aprender con los chinos, em todos los aspectos, lo que hacer o en lo que no hacer, evitando tenermos erros graves. Claramente hay un grand interesse en todos los recursos de Brasil. Esto texto fue escrito por el professor emérito de la UFRJ: Carlos Lessa, que jo agradesco a el por hacer parte de mi banca de defesa en la maestria desarollada en el LILD\PUC-Rio (2011). 
Todavia por acá no conociemos completamiente la realidade y uso de las espécies nativas de Brasil (pais megabiodiverso).  De manera general es cultural de los paises colonizados, desear lo que viene de fuera y se olvidar de lo que hay en nuestra terra madre. Pero sigamos con dedicacón desarollando tecnicas sensillas para y con el pueblo local.
Abrazos y saludos,

Marcelo FonsecaOn Ter 17/04/12 07:50 , "Jorge Moran" rimancer@... sent:
 Salvem todos,

Reforço que sou favorável  ao desenvolvimento tecnológico brasileiro em qualquer área do conhecimento fortalecedor de nossa soberania. Encaminho texto gerado pelo prof. Carlos Lessa sobre o tema referente ao poderio Chinês:

Barbas de molho. Olha a China aê no seu quintal!!! Por Carlos Lessa, professor emérito de economia brasileira, ex-reitor da UFRJ e Ex-Presidente do BNDES. Sou de uma geração treinada em ler nas entrelinhas. Vivi as longas décadas de regimes ditatoriais latino-americanos e aprendi a pesquisar as intenções nos discursos oficiais. O dr. Ulysses Guimarães me ensinou que se deve prestar atenção aos silêncios nos discursos. Percebo uma crescente preocupação da presidente Dilma com a China e suas pretensões geopolíticas e geoeconômicas. Na reunião do G-20, a presidente declarou sua preocupação com a ausência de compras chinesas de produtos industriais brasileiros (leia-se, nas entrelinhas, que o Brasil é exportador de alimentos e matérias-primas sem processamento: soja em grão, minério de ferro bruto, couro de vaca sem curtição etc). Em passado relativamente recente, exportamos geradores para a grande usina do Rio Amarelo; agora, estamos importando geradores da China. Vendemos aviões da Embraer. Bobamente, aceitamos instalar uma filial na China; os chineses clonaram a fábrica da Embraer e, hoje, competem com o avião brasileiro no mercado mundial. Esta semana, a presidência declarou sua preocupação com a tendência chinesa à aquisição de grandes glebas agrícolas no Brasil. A percepção presidencial não resolve o problema das relações Brasil-China, porém já é meio caminho andado que o poder executivo nacional tenha aquelas dimensões presentes. O enigma chinês é fácil decifrar. O Brasil cresceu, de 1930 a 1980, 7% ao ano. Depois dessas décadas, mergulhamos na mediocridade e patinamos com uma taxa média ridícula de 2,5%. A China, nas últimas décadas, vem crescendo anualmente entre 9% e 10%. Entretanto, está em situação potencialmente pior que o Brasil. Hoje, mais de 80% da população brasileira está em áreas urbanas e 50% em metropolitanas e nem chegamos aos 200 milhões de habitantes. A China tem uma população de 1,34 bilhão, sendo que menos de 50% estão na área urbana. Como a renda média do chinês rural é um terço da do chinês urbano, é inexorável uma transferência equivalente a duas vezes a população brasileira para as cidades chinesas, nos próximos 20 anos. É fácil entender o sonho de urbanização do chinês rural. A periferia urbana das cidades chinesas já está "favelizada". > > Estratégia da China combina aspectos da Inglaterra vitoriana com primazia do Japão científico-tecnológico > > Sabemos que o Brasil tem uma péssima distribuição de renda e riqueza. Houve uma melhoria da participação dos salários na renda nacional, que evoluiu, desde 2000, de 34% para 39%. A elevação do poder de compra dos salários foi importante, entretanto o leque salarial se tornou mais desigual e houve pouca geração de empregos de boa qualidade. O salário médio brasileiro é muito baixo, entretanto é, por mês, igual ao limite de pobreza chinês ao ano (cerca de €150), isto é, o brasileiro pobre ganha 12 vezes mais que o chinês pobre. Nosso governo fala de uma "nova classe média" e esconde que o lucro real dos grandes bancos brasileiros cresceu 11% por ano no período FHC e 14% durante os dois mandatos do presidente Lula. Enquanto os colossais bancos chineses têm uma rentabilidade patrimonial inferior a 10%, os bancos brasileiros chegam a 20%. > > É impensável o futuro demográfico chinês. No passado, cada família só podia ter um filho; agora, essa regra está sendo relaxada. A urbanização e a industrialização chinesas já comprometeram o lençol freático da China do Norte. Com restrições de água, e necessitando transferi-la cada vez mais para a sede da indústria e população urbana, a China não produzirá alimentos suficientes. Se o consumo interno da China crescer cada vez mais, haverá falta não só de água, mas também de energia fóssil e hidráulica, além de, obviamente, todo um elenco de matérias-primas. > > O planejamento estratégico de longo prazo da China é para valer. O projeto geopolítico e a geoeconômico chinês está transformando a África e parte da Ásia do sudeste em fronteira fornecedora de alimentos e matérias-primas. Em busca de autossuficiência de minério de ferro, a China já está desenvolvendo as enormes reservas do Gabão. A petroleira chinesa já está nas reservas de petróleo de gás do coração da África e a ocupação econômica de Angola é prioridade diplomática e financeira da China. O extremo sul da América Latina é objeto de desejo expansionista chinês, que se propôs a fazer e operar uma nova ferrovia ligando Buenos Aires a Valparaíso, perfurando um túnel mais baixo na Cordilheira dos Andes. O Chile - com pretensão de se converter na "Singapura" do Pacífico Sul - e os interesses agro-exportadores argentinos adoram a ideia. Carne, soja, trigo, madeira, pescado e cobre estarão na periferia da China do futuro. A presidência argentina é relutante em relação a esse projeto, porém o MERCOSUL está sob o risco de se converter, dinamicamente, em pura retórica. > > O Império do Meio, unificado pela dinastia Han (ainda antes de Cristo), atravessou séculos com Estado centralizado e burocracia profissional estruturada. No século XIX, a China balançou pela penetração da Inglaterra vitoriana; enfrentou a perfídia mercantil do ópio controlado pela Índia britânica. Sua república, no século XX, foi ameaçada pela expansão japonesa, e somente após a Segunda Guerra Mundial conseguiu, com o Partido Comunista Chinês (PCC) restaurar a centralidade. > > Com um pragmatismo secularmente desenvolvido, a China combinou o Estado hipercontrolador com a "economia de mercado". "Casou" com os EUA e criou um G-2, aonde mais de 3 mil filiais americanas produzem na China e exportam para o mundo (70% das exportações de produtos industriais são de filiais americanas). > > O superávit comercial chinês é predominantemente aplicado em títulos do Tesouro. Esse é um sólido matrimônio, em que os cônjuges podem até brigar, mas não renegam a aliança mutuamente conveniente. Enquanto isso, a China repete a proposta da Inglaterra vitoriana para a periferia mundial: fonte de matérias-primas e alimentos, a periferia mundial é, progressivamente, endividada com os bancos chineses e seu espaço econômico é ocupado por filiais da China. A Revolução Meiji, que modernizou e industrializou o Japão, está em plena marcha na China, que procura ser a campeã mundial em ciência e tecnologia. A estratégia da China combina as chaves do sucesso da Inglaterra vitoriana com a prioridade científico-tecnológica japonesa. > > Que a China faça o que quiser, porém o Brasil não deve se converter na "bola da vez" da periferia chinesa. País tropical, com enormes reservas de terra agriculturável, água e fontes de energia fóssil e hidrelétrica, imagine-se a prioridade estratégica para o planejamento chinês em sua marcha pela periferia. > > O discurso da globalização, a fantasia da "integração competitiva", a ilusão de ser "celeiro do mundo" com brasileiros ainda famintos, e a atrofia da soberania nacional podem vir a ser um discurso de absorção da proposta neocolonizadora da China. > > Leio, nas palavras da presidente, uma percepção do risco do "conto do vigário" chinês.

Saudações bambusáceas,

Marcelo FonsecaOn Sáb 14/04/12 10:02 , FREDERICO ROSALINO DA SILVA fredrosalino@... sent:
 
Só um comentário,
Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chineses.
Minha Opinião.
Abraço atodos
 

Em 11 de abril de 2012 16:28, Marcos Rodrigues Correia <atmosferica2004@...> escreveu:
 
Ola a todos
 
Muito boa a reportagem, tenho grande
interesse em importar da China, quem precisar
de um parceiro estou a disposição.
 
Abraços

De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Para: "bambu-brasil@..." <bambu-brasil@...>; "agabambu@..." <agabambu@...>
Enviadas: Sábado, 31 de Março de 2012 23:31
Assunto: Re: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá! Ene
 
Muito obrigado companheiro.
As possibilidades são grandes.
Qualquer providência que tomarmos com o apoio
dessa informação lhe comunicaremos, embora saibamos
que você não está envolvido diretamente.
Apenas satisfação.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328

De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Para: agabambu@...
Cc: bambu-brasil@...
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Março de 2012 18:21
Assunto: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá Rebeca e VirgílioComo vcs. manifestaram interesse anteriormente, segue abaixo o link do Programa Interação com o Rafael Tumelero, com alguns comentários sobre as importações da China e a balança comercial do Brasil e China  e também, algumas abordagens sobre as direções das novas políticas de negócio dos chineses. Como citei nada tem de específico com o Bambu, porém aborda aspectos que podem ser interessantes para entender estes negócios e interações com os chineses sobre coisas de bambu no futuro próximo. Uma abordagem que é interessante é sobre a mão-de-obra chinesa que sempre é debatida nos grupos como sendo trabalho escravo e a coisa não é bem assim como dizem(oun pode ter sido no passado). Muitas vezes isto é dito no intuito de tentar justificar o sobrepreço dos produtos feitos aqui no Brasil se comparados com os produtos chineses. Já vi comentários pejorativos, tentando argumentar que os produtos de bambu(boards/pisos e outros feitos de bambu) mais valem a pena ser comprados da China, devido ao preço baixo, do que fabricá-los aqui em função de que a mão-de-obra encareceria muito os produtos, ao ponto de inviabilizá-los. Mas seria a mão de obra ou a incidência de impostos sobre os nossos produtos, mais o dinheirinho do partido acrescido da ganância?Enfim, quem tiver interêsse em saber um pouco sobre os chinese e seus negócios clique em:http://www.youtube.com/user/canalinteracao?ob=0&feature=results_mainO programa da rede Ulbra TV está gravado no You tube em 2 segmentos clicando no link acima vcs entram no 1º segmento e depois lá vcs. assistem o 2º segmento.Ene Agrobambu CF&T Visite nosso website em:  http://www.bamboofount.com.br
e nosso website em: http://agrobambu.blogspot.com



#27233 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 5:44 am
Assunto: Re: RES: Importação de m udas
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Hans
 
Boa idéia essa do consórcio.
No ano passado tentei importar da India.
Esbarrei na "quarentena", pois o exportador me informou que
as mudas duravam, sem cuidados, cerca de 12 dias apenas.
Outra barreira foi a solicitação mínima: 1 milhão de mudas.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Para: bambu-brasil@...
Cc: Agabambu <agabambu@...>; BambuSC <BambuSC@...>
Enviadas: Domingo, 22 de Abril de 2012 10:02
Assunto: RES: [bambu-brasil]Importação de m udas
 
Olá Fernando e Ene,
 
                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.
 
Abraços.
Hans Kleine
 
               
 
De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas
 
 
Ene,
 
É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA
 
Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.
 
Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.
 
Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.
Explico:
Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 
As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.
Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA
 
Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.
Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU
 
Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.
Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.
Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.
 
WORLD BAMBOO ORGANIZATION
 
A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.
 
ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU
 
Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.
 
VISITA DE CHINESES AO IAC
 
Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?
 
Um forte abraço,
 
Fernando


 
Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:
 
Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:
 
 
Ene,
 
Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.
Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.
Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.
Se tiver interesse, entre em contato.
 
Abraço,
 
Fernando
 
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415
 
 



--
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415
 

#27234 De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 12:04 pm
Assunto: Re: Laminação de varetas
dragaoerrante
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Bom dia Virgilio,

Assim que termino de cortar a vareta ela fica com um perfil quadrado de aproximadamente 8x8mm.
Até agora tenho tentado cortar usando uma lâmina no sentido longitudinal. É o método mais simples possível, mas já pude ver que não produz resultados satisfatórios.
Já experimentei também iniciar o corte a partir de cada colmo individualmente, ao invés de propagar a rachadura de entrada da lâmina. No início pareceu que daria certo, mas assim que o corte começou a se extender as fibras o desviaram para a superfície e novamente fiquei com duas peças em cunha.
Minha próxima tentativa será usando uma serra tico-tico manual, que tem a lâmina bem fina.

Léo



On Mon, Apr 23, 2012 at 2:41 AM, virgilio senna <vicosennabahia@...> wrote:
 

Leo
 
Que processo você está usando
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549

De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Para: "bambu-brasil@yahoogroups.com" <bambu-brasil@...>
Enviadas: Domingo, 22 de Abril de 2012 12:11
Assunto: [bambu-brasil] Laminação de varetas
 
Bom dia pessoal!
Estou fabricando tiras de bambu mossô com aproximadamente 8mm de largura, 3mm de espessura e 1m de comprimento. O método que eu tenho usado é de cortar as ripas na largura e comprimento desejados e depois aplainar tudo até atingir a espessura necessária.  Isso dá bons resultados, mas me parece um belo desperdício, já que de cada ripa tem mais que o dobro da espessura final.
Olhando para isso fico tentando obter duas tiras a partir dá mesma ripa, mas nunca consigo dividir a vareta ao longo dá espessura satisfatoriamente. Sempre o corte acaba se desviando e o bambu racha na diagonal. Aí eu fico com um pedaço de mais ou menos meio metro que começa com uma espessura boa mas acaba fino de mais, e com o outro pedaço de 1m que começa com o dobro da espessura e acaba numa espessura legal. A partir daí eu acabo tendo que descartar o pedaço de meio metro e aplainar a vareta de 1m.
Alguém sabe como eu poderia fazer esse corte para aproveitar melhor o bambu?
Abraços,
Léo



#27235 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 1:12 pm
Assunto: Re: Re: China y Ecuador
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezado Marcelo Fonseca
 
Em princípio eu acho que, quem não está entendendo o que eu disse é você, uma vez que estou reforçando o que você disse ou acha.
 
Senão vejamos:
 
Sua mensagem do dia 14.04.2012.
 
“Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chinesesâ€.
 
1. Concordei que trazer produtos de fora significa prejudicar a indústria nacional semelhante;
 
2. Você criticou os impostos, acrescentei que outro responsável seriam os juros altos e que Dilma estava correta e justifiquei porque acho isso;
 
3. Você criticou o transporte; eu lhe dei razão criticando termos apenas um modal e porque isso ocorre.
 
4. Conclui essa parte da minha explanação dizendo que, devido a esses fatores o custo sobe e os produtos estrangeiros são preferidos pelos baixos preços.
 
Agora quem não entende você sou eu. Mas, vamos lá. Continuemos:
 
1. Se você está “recomendando encerrar†um debate que não criei, devo lhe dizer que você está sendo no mínimo indelicado. Você pode, no máximo, sugerir, se foi você que iniciou o debate em questão. Caso não tenha sido você o iniciador do referido debate, “fique na suaâ€;
 
2. Quando você opina sobre uma relação comercial Brasil-China você está opinando politicamente;
 
3. Assim sendo, aproveitando um “ganchoâ€, devo plagiar uma definição aristotélica que,  sem firulas e rodeios filosofantes, podemos afirmar que o homem é um animal político na medida em que se realiza plenamente no âmbito da pólis e pólis, companheiro,  significa cidade. Portanto companheiro, “baixe a bolaâ€, se você não se posiciona politicamente dentro do seu ambiente social, outros o farão por você, cabendo-lhe apenas reclamar posteriormente dos resultados.
 
 4. Por via de consequência, você não deve tentar definir no e-group o que é político e o que não é. Ninguém lhe conferiu essa competência, salvo melhor juízo.
 
5. Minha opinião será dada sempre que eu achar conveniente; politicamente ou não. Tenho um trabalho no ambiente do bambu desde 2000; com todas as dificuldades de não me encontrar no Sul Maravilha, nem na Ilha da Fantasia (Brasília).
Portanto companheiro, EU LHE RECOMENDO: BAIXE A BOLA.
 
Na Bahia encontramo-nos sempre a disposição.
 
Desculpe a minha impolidez.
 
Cordialmente

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: "marbambu@..." <marbambu@...>
Para: bambu-brasil@...; vicosennabahia@...
Enviadas: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 0:41
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Prezado Vírgilio Senna,
1) Ocorreu pela segunda vez o seu inadequado julgamento sobre minhas colocações. Recomendo encerrar.
2) Recordo que o tema por aqui neste e-group não é político.
 
Att,

Marcelo FonsecaOn Sáb 21/04/12 10:57 , virgilio senna vicosennabahia@... sent:
 
Olá! Companheiros
 
 
O comentário do Prof. Lessa é impecável. Concordo inteiramente com as colocações de Marcelo (via o articulista) e de Fred, especialmente, quando este último aborda a excessiva dependência do país em relação transporte rodoviário e o indecente nível de juros cobrados no Brasil, embora, uma determinação (leia-se vontade política) da Presidente Dilma vá terminar obrigando a uma redução geral desses juros absurdos (com a redução implementada elo BB e da CEF). Os demais bancos estão meio “folclóricosâ€, dizem que reduziram, mas...
 
Por sorte nossa, Dilma não tem um DNA totalmente petista (A origem política dela é outra) haja vista que o Partido dos Trabalhadores (via Lula) jogou no lixo todos os discursos sobre o assunto utilizados quando era tido como um partido sério e de oposição. Dilma está correta, a pergunta agora é a seguinte: porque essas medidas que Dilma tomou não foram tomadas antes?
 
Quanto ao excesso de dependência do modal rodoviário isso se deve aos inúmeros governos, de todos os matizes, que viveram pendurados nos “lobs†das montadoras e dos anexos.
 
Os trens acabaram. Os navios de cabotagem acabaram. Imaginem que a antiga Navegação Baiana era detentora de uma linha para Buenos Aires, segundo um velho comandante me contou.
 
Não vou me alongar. Quem estiver interessado acesse os sites abaixo:
 
 
 
Mas, voltando ao começo, não devemos preterir a indústria nacional em benefício da chinesa, é claro. Porém, os empreendimentos são criados para darem lucros. Não devemos esquecer isso.

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: agrobambu/bamboofount
Para: bambu-brasil@...
Cc: agabambu@...
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 13:59
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Olá

Como iniciei esta série de mails falando sobre os chineses posso interferir para lembrar umas coisinhas.

1 - Chineses - Não sou contra e nem a favor destes acordos com chineses com o Bambu. Já manifestei antes, em mails anteriores a este debate, os meus receios com estes acordos megalomaníacos, cheios de muitos recursos nas mãos de poucos e que não chegam até aos que realmente metem a mão na massa e nos pesquisadores abnegados.
 - O assunto tem que amadurecer e ser debatido até algumas verdades embutidas nas entrelinhas virem à tona.

2 -Importações - Com relação a importação de produtos do China temos que observar alguns detalhes que podem influenciar na saúde da nossa economia, que estão por trás dos problemas sábiamente levantados pelos colegas que já escreveram sobre o assunto em textos anteriores. Não sou economista mas li sobre o assunto que me fez pensar sobre o seguinte aspecto:
Os produtos importados da China são também uma espécie de balizadores da nossa inflação:
Se o país(mantendo a linha política e governantes como estão)parar de importar produtos da China  a demanda crescente irá permanecer e continuar a crescer pelo atual poder aquisitivo da "nova classe média".
Não tendo produtos que chegam aqui por preços baixos(como os dos chineses) a indústria nacional não terá concorrência e o preço voltará aos patamares que eram antes, quando não existiam os produtos concorrentes da China( como era na época da inflação ) . Naquela época já a demanda era maior do que a produção o que já era um dos sintomas estimuladores para a alta dos preços.
Pex.: Imaginemos quando pararmos de importar os pisos de Bambu da China e passarmos a produzi-los em pequena escala aqui no país. Quanto iria custar o m²?
Isto vale para qualquer outro produto, de outros países que chegam aqui no país por uma relação custo/benefício mais adequada dos que os produtos fabricados aqui no Brasil, onerados de uma série de custos/tributos/taxas de partidos/sindicatos/leis trabalhistas/direitos/propinas/corrupção,etc...
Este assunto é mais um debate político/econômico sobre o qual não tenho conhecimento mais profundo do que este e acho bom parar por aqui.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
Visite nosso website
http://www.bamboofount.com
.br e nosso blog em:http://agrobambu.blogspot.comOn Ter 17/04/12 22:17 , marbambu@... sent:
 
Salve Jorge,Gracias por aclarar mucho mas la cosa. 
De cierto es possible aprender con los chinos, em todos los aspectos, lo que hacer o en lo que no hacer, evitando tenermos erros graves. Claramente hay un grand interesse en todos los recursos de Brasil. Esto texto fue escrito por el professor emérito de la UFRJ: Carlos Lessa, que jo agradesco a el por hacer parte de mi banca de defesa en la maestria desarollada en el LILD\PUC-Rio (2011). 
Todavia por acá no conociemos completamiente la realidade y uso de las espécies nativas de Brasil (pais megabiodiverso).  De manera general es cultural de los paises colonizados, desear lo que viene de fuera y se olvidar de lo que hay en nuestra terra madre. Pero sigamos con dedicacón desarollando tecnicas sensillas para y con el pueblo local.
Abrazos y saludos,

Marcelo FonsecaOn Ter 17/04/12 07:50 , "Jorge Moran" rimancer@... sent:
 Salvem todos,

Reforço que sou favorável  ao desenvolvimento tecnológico brasileiro em qualquer área do conhecimento fortalecedor de nossa soberania. Encaminho texto gerado pelo prof. Carlos Lessa sobre o tema referente ao poderio Chinês:

Barbas de molho. Olha a China aê no seu quintal!!! Por Carlos Lessa, professor emérito de economia brasileira, ex-reitor da UFRJ e Ex-Presidente do BNDES. Sou de uma geração treinada em ler nas entrelinhas. Vivi as longas décadas de regimes ditatoriais latino-americanos e aprendi a pesquisar as intenções nos discursos oficiais. O dr. Ulysses Guimarães me ensinou que se deve prestar atenção aos silêncios nos discursos. Percebo uma crescente preocupação da presidente Dilma com a China e suas pretensões geopolíticas e geoeconômicas. Na reunião do G-20, a presidente declarou sua preocupação com a ausência de compras chinesas de produtos industriais brasileiros (leia-se, nas entrelinhas, que o Brasil é exportador de alimentos e matérias-primas sem processamento: soja em grão, minério de ferro bruto, couro de vaca sem curtição etc). Em passado relativamente recente, exportamos geradores para a grande usina do Rio Amarelo; agora, estamos importando geradores da China. Vendemos aviões da Embraer. Bobamente, aceitamos instalar uma filial na China; os chineses clonaram a fábrica da Embraer e, hoje, competem com o avião brasileiro no mercado mundial. Esta semana, a presidência declarou sua preocupação com a tendência chinesa à aquisição de grandes glebas agrícolas no Brasil. A percepção presidencial não resolve o problema das relações Brasil-China, porém já é meio caminho andado que o poder executivo nacional tenha aquelas dimensões presentes. O enigma chinês é fácil decifrar. O Brasil cresceu, de 1930 a 1980, 7% ao ano. Depois dessas décadas, mergulhamos na mediocridade e patinamos com uma taxa média ridícula de 2,5%. A China, nas últimas décadas, vem crescendo anualmente entre 9% e 10%. Entretanto, está em situação potencialmente pior que o Brasil. Hoje, mais de 80% da população brasileira está em áreas urbanas e 50% em metropolitanas e nem chegamos aos 200 milhões de habitantes. A China tem uma população de 1,34 bilhão, sendo que menos de 50% estão na área urbana. Como a renda média do chinês rural é um terço da do chinês urbano, é inexorável uma transferência equivalente a duas vezes a população brasileira para as cidades chinesas, nos próximos 20 anos. É fácil entender o sonho de urbanização do chinês rural. A periferia urbana das cidades chinesas já está "favelizada". > > Estratégia da China combina aspectos da Inglaterra vitoriana com primazia do Japão científico-tecnológico > > Sabemos que o Brasil tem uma péssima distribuição de renda e riqueza. Houve uma melhoria da participação dos salários na renda nacional, que evoluiu, desde 2000, de 34% para 39%. A elevação do poder de compra dos salários foi importante, entretanto o leque salarial se tornou mais desigual e houve pouca geração de empregos de boa qualidade. O salário médio brasileiro é muito baixo, entretanto é, por mês, igual ao limite de pobreza chinês ao ano (cerca de €150), isto é, o brasileiro pobre ganha 12 vezes mais que o chinês pobre. Nosso governo fala de uma "nova classe média" e esconde que o lucro real dos grandes bancos brasileiros cresceu 11% por ano no período FHC e 14% durante os dois mandatos do presidente Lula. Enquanto os colossais bancos chineses têm uma rentabilidade patrimonial inferior a 10%, os bancos brasileiros chegam a 20%. > > É impensável o futuro demográfico chinês. No passado, cada família só podia ter um filho; agora, essa regra está sendo relaxada. A urbanização e a industrialização chinesas já comprometeram o lençol freático da China do Norte. Com restrições de água, e necessitando transferi-la cada vez mais para a sede da indústria e população urbana, a China não produzirá alimentos suficientes. Se o consumo interno da China crescer cada vez mais, haverá falta não só de água, mas também de energia fóssil e hidráulica, além de, obviamente, todo um elenco de matérias-primas. > > O planejamento estratégico de longo prazo da China é para valer. O projeto geopolítico e a geoeconômico chinês está transformando a África e parte da Ásia do sudeste em fronteira fornecedora de alimentos e matérias-primas. Em busca de autossuficiência de minério de ferro, a China já está desenvolvendo as enormes reservas do Gabão. A petroleira chinesa já está nas reservas de petróleo de gás do coração da África e a ocupação econômica de Angola é prioridade diplomática e financeira da China. O extremo sul da América Latina é objeto de desejo expansionista chinês, que se propôs a fazer e operar uma nova ferrovia ligando Buenos Aires a Valparaíso, perfurando um túnel mais baixo na Cordilheira dos Andes. O Chile - com pretensão de se converter na "Singapura" do Pacífico Sul - e os interesses agro-exportadores argentinos adoram a ideia. Carne, soja, trigo, madeira, pescado e cobre estarão na periferia da China do futuro. A presidência argentina é relutante em relação a esse projeto, porém o MERCOSUL está sob o risco de se converter, dinamicamente, em pura retórica. > > O Império do Meio, unificado pela dinastia Han (ainda antes de Cristo), atravessou séculos com Estado centralizado e burocracia profissional estruturada. No século XIX, a China balançou pela penetração da Inglaterra vitoriana; enfrentou a perfídia mercantil do ópio controlado pela Índia britânica. Sua república, no século XX, foi ameaçada pela expansão japonesa, e somente após a Segunda Guerra Mundial conseguiu, com o Partido Comunista Chinês (PCC) restaurar a centralidade. > > Com um pragmatismo secularmente desenvolvido, a China combinou o Estado hipercontrolador com a "economia de mercado". "Casou" com os EUA e criou um G-2, aonde mais de 3 mil filiais americanas produzem na China e exportam para o mundo (70% das exportações de produtos industriais são de filiais americanas). > > O superávit comercial chinês é predominantemente aplicado em títulos do Tesouro. Esse é um sólido matrimônio, em que os cônjuges podem até brigar, mas não renegam a aliança mutuamente conveniente. Enquanto isso, a China repete a proposta da Inglaterra vitoriana para a periferia mundial: fonte de matérias-primas e alimentos, a periferia mundial é, progressivamente, endividada com os bancos chineses e seu espaço econômico é ocupado por filiais da China. A Revolução Meiji, que modernizou e industrializou o Japão, está em plena marcha na China, que procura ser a campeã mundial em ciência e tecnologia. A estratégia da China combina as chaves do sucesso da Inglaterra vitoriana com a prioridade científico-tecnológica japonesa. > > Que a China faça o que quiser, porém o Brasil não deve se converter na "bola da vez" da periferia chinesa. País tropical, com enormes reservas de terra agriculturável, água e fontes de energia fóssil e hidrelétrica, imagine-se a prioridade estratégica para o planejamento chinês em sua marcha pela periferia. > > O discurso da globalização, a fantasia da "integração competitiva", a ilusão de ser "celeiro do mundo" com brasileiros ainda famintos, e a atrofia da soberania nacional podem vir a ser um discurso de absorção da proposta neocolonizadora da China. > > Leio, nas palavras da presidente, uma percepção do risco do "conto do vigário" chinês.

Saudações bambusáceas,

Marcelo FonsecaOn Sáb 14/04/12 10:02 , FREDERICO ROSALINO DA SILVA fredrosalino@... sent:
 
Só um comentário, Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chineses.Minha Opinião.Abraço atodos 
Em 11 de abril de 2012 16:28, Marcos Rodrigues Correia <atmosferica2004@...> escreveu:
 
Ola a todos
 
Muito boa a reportagem, tenho grande
interesse em importar da China, quem precisar
de um parceiro estou a disposição.
 
Abraços

De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Para: "bambu-brasil@..." <bambu-brasil@...>; "agabambu@..." <agabambu@...>
Enviadas: Sábado, 31 de Março de 2012 23:31
Assunto: Re: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá! Ene
 
Muito obrigado companheiro.
As possibilidades são grandes.
Qualquer providência que tomarmos com o apoio
dessa informação lhe comunicaremos, embora saibamos
que você não está envolvido diretamente.
Apenas satisfação.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328

De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Para: agabambu@...
Cc: bambu-brasil@...
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Março de 2012 18:21
Assunto: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá Rebeca e Virgílio Como vcs. manifestaram interesse anteriormente, segue abaixo o link do Programa Interação com o Rafael Tumelero, com alguns comentários sobre as importações da China e a balança comercial do Brasil e China  e também, algumas abordagens sobre as direções das novas políticas de negócio dos chineses. Como citei nada tem de específico com o Bambu, porém aborda aspectos que podem ser interessantes para entender estes negócios e interações com os chineses sobre coisas de bambu no futuro próximo. Uma abordagem que é interessante é sobre a mão-de-obra chinesa que sempre é debatida nos grupos como sendo trabalho escravo e a coisa não é bem assim como dizem(oun pode ter sido no passado). Muitas vezes isto é dito no intuito de tentar justificar o sobrepreço dos produtos feitos aqui no Brasil se comparados com os produtos chineses. Já vi comentários pejorativos, tentando argumentar que os produtos de bambu(boards/pisos e outros feitos de bambu) mais valem a pena ser comprados da China, devido ao preço baixo, do que fabricá-los aqui em função de que a mão-de-obra encareceria muito os produtos, ao ponto de inviabilizá-los. Mas seria a mão de obra ou a incidência de impostos sobre os nossos produtos, mais o dinheirinho do partido acrescido da ganância? Enfim, quem tiver interêsse em saber um pouco sobre os chinese e seus negócios clique em:http://www.youtube.com/user/canalinteracao?ob=0&feature=results_main O programa da rede Ulbra TV está gravado no You tube em 2 segmentos clicando no link acima vcs entram no 1º segmento e depois lá vcs. assistem o 2º segmento. Ene Agrobambu CF&T Visite nosso website em:  http://www.bamboofount.com.br
e nosso website em:  http://agrobambu.blogspot.com


#27236 De: Vitor Marçal <vitor_vhsm@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 4:15 pm
Assunto: RE: Bambu cuadrado
vitor_vhsm
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Ola Walter de uma olhada nesse link pode ajudar, tomei a liberdade de adcionar a pesquisa que vc ja havia desenvolvido.
 
http://projetobambu.com/blogcafe/?page_id=119
 
Grande abraço.


--
Eng° Civil Vitor Marçal
55 61 9261-2901
 
 

 

To: bambu-brasil@...
From: walterbarret@...
Date: Sun, 22 Apr 2012 19:45:23 +0000
Subject: [bambu-brasil] Bambu cuadrado

 
Hola

Estoy interesado en estudiar el bambu cuadrado. alguien tiene una experiencia previa que quiera compartir?

Gracias

Walter

walter_barret@...
walterbarret@...



#27237 De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Data: Ter, 24 de Abr de 2012 12:23 am
Assunto: RES: Importação de m udas
hansjkleine
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Fernando,

 

                Concordo, que nada podemos esperar em relação ao custo de transporte, mas suponho que haja também outros custos envolvidos, como taxas de importação e os serviços associados à quarentena. Na verdade eu não tenho a menor idéia como tudo isso funciona e espero, que você nos possa dar uma luz.

 

Abraço.

HJKleine

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: domingo, 22 de abril de 2012 14:42
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Olá Hans,

 

Achei bom colocar as informações que tenho à disposição da comunidade.

 

Não acredito que empresas aéreas estejam interessadas em subsidiar transporte de mudas.

Por outro lado, porém, solicitei à Embaixada brasileira em Pequim para informar ao governo chinês de nossas intenções. Informaram-me que já houve caso do próprio governo chinês subsidiar a exportação de mudas de bambu para outros países.

 

Abraço,

 

FER



 

Em 22 de abril de 2012 10:02, Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...> escreveu:

 

Olá Fernando e Ene,

 

                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.

 

Abraços.

Hans Kleine

www.bambusc.org.br

 

               

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Ene,

 

É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA

 

Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.

 

Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.

 

Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.

Explico:

Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 

As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.

Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA

 

Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.

Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU

 

Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.

Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.

Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.

 

WORLD BAMBOO ORGANIZATION

 

A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.

 

ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU

 

Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.

 

VISITA DE CHINESES AO IAC

 

Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?

 

Um forte abraço,

 

Fernando



 

Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:

 

Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:

 

 

Ene,

 

Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.

Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.

Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.

Se tiver interesse, entre em contato.

 

Abraço,

 

Fernando

 

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 


#27238 De: João Paulo Diniz - Alternativas Ambientais <fortalezabambu@...>
Data: Ter, 24 de Abr de 2012 4:00 pm
Assunto: BAMBUSEIRO DO CEARÁ EM CURITIBA-PR
diariopermac...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
SAUDAÇÕES,

ESTAREI NA CAPITAL PARANAENSE DE 20-28 DE MAIO PRÓXIMO. GOSTARIA DE
CONHECER ALGUM BAMBUSEIRO LOCAL E ATÉ MESMO ADQUIRIR ALGUNS EXEMPLARES
DE MUDAS. SE CONHECEREM ALGUM VIVEIRO PROFISSIONAL OU MESMO AMADOR DE
QUEM EU POSSA ADQUIRIR ALGUMA COISA, AGUARDO DICAS. UMA DICA DE UM
PARQUE MUNICIPAL OU JARDIM BOTÂNICO ONDE EU POSSA VER EXEMPLARES DE
BAMBUS TAMBÉM É BEM-VINDA.

ATENCIOSAMENTE,
--
Alternativas Ambientais - João Paulo Diniz
+55 85 8839 0925 (Oi)
+55 85 9632 8386 (Tim)
http://www.alternativasambientais.com
@AlternativasAmb
http://www.facebook.com/AlternativasAmbientais

#27239 De: Ana Paula Malavazi <anamalavazi@...>
Data: Seg, 23 de Abr de 2012 8:53 pm
Assunto: Re: RES: Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
anamalavazi
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Oi Hans, estou em sao paulo e sou estudante. Até este final de semana vejo a possibilidade de participar e ligo pra você.
Obrigada.
Ana
De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Para: bambu-brasil@...
Enviadas: Sexta-feira, 20 de Abril de 2012 23:28
Assunto: RES: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
 
Olá Ana,
 
O curso será realizado no dia 19 de maio e as inscrições estão abertas. O valor é de R$ 100,00 por participante, com desconto de 50% para estudantes e membros da BambuSC. A sua vaga será confirmada mediante um depósito bancário na conta abaixo indicada. Favor enviar o comprovante do depósito.
 
Banco                   Itaú
    Agência          7973
    C. corrente     00501-5
    Beneficiário    Associação Catarinense do Bambu
    CNPJ            07.402.305/0001-79
    Valor             R$ 100,00 por participante
 
    O local do curso (parte teórica, a partir das 09:00 hs) será o Sindicato da Indústria Florestal de Curitibanos, na Av. Salomão Carneiro de Almeida, 388 - Edifício Gaboardi Master Center - Sala 56, Centro. Veja mapa de localização no site www.sifcuritibanos.com.br. Qual é o seu município e estado?
 
Um abraço.
Hans J. Kleine
(48) 3338 2087
 
 
De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Ana Paula Malavazi
Enviada em: quinta-feira, 19 de abril de 2012 14:53
Para: bambu-brasil@...; BambuSC; Agabambu
Assunto: Re: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
 
 
Olá Hans,
 
Ainda da tempo de se inscrever? entrei no site e não achei informações sobre valores.
 
Abr.
Ana
 
De: Hans J Kleine <hjkleine@...>
Para: BambuSC <BambuSC@...>; Bambu Brasil <bambu-brasil@...>; Agabambu <agabambu@...>
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 16:08
Assunto: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data [1 Anexo]
 
Amigos do bambu,
 
    Alertamos a todos, que o curso Cultivo e Manejo de Bambu, que seria ministrado no dia 20 de abril (sexta-feira) na cidade de Curitibanos/SC, não mais será realizado nesta data. É a primeira vez que a BambuSC e a UFSC se vêem forçados a alterar a data de um de seus cursos de bambu e vale destacar, que decidimos adiar, mas não cancelar a sua realizção. A nova data será o dia 19 de maio de 2012, mantendo os mesmos horários e locais anteriormente anunciados (ver arquivo anexo).
    Lamentamos pelos inconvenientes que esta medida poderá trazer aos interessados e faremos o possível para minimizar os seus efeitos, agradecendo desde já pela compreensão.
 
Atenciosamente,
Hans J. Kleine
Presidente da BambuSC
(48) 3338 2087
 

#27240 De: Vicente Jesus dos Santos <vicente_jesus2002@...>
Data: Ter, 24 de Abr de 2012 9:54 pm
Assunto: Nova Turma do Curso de Bambu no Centro de Artes do Calouste Gulbenkian - Maio 2012
vicente_jesu...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados amigos do grupo,

Planejo iniciar nova turma do Curso de Artesanato em Bambu do Centro de Artes Calouste Gulbenkian - Prefeitura do Rio de Janeiro no dia 07 de Maio de 2012, às 9:00 horas, com palestra incial.
O curso tem duração de dois meses (de 07 de Maio a 25 de Junho de 2012), sendo realizado em 08 aulas, tendo início com uma palestra inaugural teórica com apresentação de vídeos e bibliografias do assunto e 07 aulas práticas na marcenaria do Calouste (sala 109).
As aulas acontecem todas as segundas feiras, das 9:00 às 12:00 horas. Os alunos aprenderão no curso a construir objetos de uso cotidiano, tais como luminárias, velas, arranjos, quadros, brinquedos e pequenos móveis.
A mensalidade do curso é de R$ 105,00 reais + R$ 22,00 referentes a taxa de matrícula.
As matrículas do curso deverão ser realizadas na secretaria do Calouste com as Sras. Bárbara ou Maria.
 
Informações pelos tels: 021 22248283 / 22248300 / 22242628 / 22243038 / 22242746
Site do Calouste Gulbenkian: www.rio.rj.gov.br/calouste
 
Mais informações:
No site da Rede Social do Bambu: http//bamboo.ning.com/events
 
No site da Permacultura: http://permaculturabr.ning.com/events
Twitter
Documentos necessários: RG, CPF e comprovante de residência.
 
Mais informações:
 
Prof. Vicente Jesus: vicente_jesus2002@...
Tel: 021 92742540 (CLARO) 80014278 (TIM)

Saudações Luminosamente Bambusáceas!!!







3 de 3 foto(s)

1 de 1 arquivo(s)


#27241 De: Roberto Embambu <roberto@...>
Data: Qua, 25 de Abr de 2012 10:02 am
Assunto: Re: Importação de m udas
roberto@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Caros colegas,
Há algum tempo fiz contato com um laboratório licenciado pela Oprins na Tailândia. Eles produzem mudas de várias espécies de bambus tropicais. Cada muda custa em torno de US$ 1,00 e são transportadas em bandejas que por serem leves e de baixo volume desonera em muito o custo de transporte. Outra vantagem é que esta mudas por serem obtidas por cultura de tecidos apresentam um risco bem baixo de veiculação de pragas ou doenças. Tenho a tabela das espécies com os preços. Se acharem interessante posso enviar. O ponto crítico é que teríamos que ter uma estufa para receber estas mudas de raízes  nuas na primeira fase. Em 1987 fiz um estágio no IAC e vi algumas estufas que atenderiam perfeitamente este propósito. Imagino que esta estrutura tenha melhorado. Com a palavra o nosso colega Fernando.
 
Abs,
Roberto Magno
 
Abs,

Em 23 de abril de 2012 21:23, Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...> escreveu:
 

Fernando,

 

                Concordo, que nada podemos esperar em relação ao custo de transporte, mas suponho que haja também outros custos envolvidos, como taxas de importação e os serviços associados à quarentena. Na verdade eu não tenho a menor idéia como tudo isso funciona e espero, que você nos possa dar uma luz.

 

Abraço.

HJKleine

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: domingo, 22 de abril de 2012 14:42


Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Olá Hans,

 

Achei bom colocar as informações que tenho à disposição da comunidade.

 

Não acredito que empresas aéreas estejam interessadas em subsidiar transporte de mudas.

Por outro lado, porém, solicitei à Embaixada brasileira em Pequim para informar ao governo chinês de nossas intenções. Informaram-me que já houve caso do próprio governo chinês subsidiar a exportação de mudas de bambu para outros países.

 

Abraço,

 

FER



 

Em 22 de abril de 2012 10:02, Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...> escreveu:

 

Olá Fernando e Ene,

 

                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.

 

Abraços.

Hans Kleine

www.bambusc.org.br

 

               

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas

 

 

Ene,

 

É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA

 

Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.

 

Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.

 

Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.

Explico:

Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 

As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.

Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.

 

INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA

 

Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.

Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU

 

Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.

Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.

Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.

 

WORLD BAMBOO ORGANIZATION

 

A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.

 

ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU

 

Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.

 

VISITA DE CHINESES AO IAC

 

Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?

 

Um forte abraço,

 

Fernando



 

Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:

 

Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:

 

 

Ene,

 

Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.

Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.

Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.

Se tiver interesse, entre em contato.

 

Abraço,

 

Fernando

 

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 




--

Antonio Fernando Caetano Tombolato

Instituto Agronômico - IAC

Diretor NPD Jardim Botânico

Caixa Postal 28

CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil

tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778

cel. 55-19-9264-1415

 




--
            Roberto Magno
Engº Agrônomo Msc, CREA:100290584-2
               cel: 62 84 07 82 07


#27242 De: Fernando Tombolato <tombolat@...>
Data: Qua, 25 de Abr de 2012 11:53 am
Assunto: Re: RES: Importação de m udas
parinam2
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Virgilio,
 
1 milhão de mudas!
 
Interessante essa sua colocação.
Veja bem, durante o World Bamboo Congress, em conversa com o proprietário do maior laboratório da Europa especializado em bambu - Oprins - ele comentou que um laboratório de micropropagação (biofábrica) somente é viável para a propagação a partir de 10 milhões de mudas.
Tendo em vista a ansiedade de muitos de nós com relação à instalação de biofábricas de bambu no Brasil, fiquei questionando se realmente o caminho seria esse. No momento atual, não vejo necessidade de milhões de mudas. Isto acontecerá certamente no futuro, ou seja, a propagação tradicional ainda deve ser o melhor caminho para o estágio em que a cultura se encontra em nosso país. O investimento em cultura de tecidos deve ser feito, principalmente na pesquisa para definição dos protocolos para as diferentes espécies, com ênfase para as nativas que enfrentam grave problema de desaparecimento e para dar subsídio aos laboratórios assim que a demanda do setor produtivo esquentar.
 
Abraços,
 
Fernando
 


 
Em 23 de abril de 2012 02:44, virgilio senna <vicosennabahia@...> escreveu:
 

Hans
 
Boa idéia essa do consórcio.
No ano passado tentei importar da India.
Esbarrei na "quarentena", pois o exportador me informou que
as mudas duravam, sem cuidados, cerca de 12 dias apenas.
Outra barreira foi a solicitação mínima: 1 milhão de mudas.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549

De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Para: bambu-brasil@...
Cc: Agabambu <agabambu@...>; BambuSC <BambuSC@...>
Enviadas: Domingo, 22 de Abril de 2012 10:02
Assunto: RES: [bambu-brasil]Importação de m udas
 
Olá Fernando e Ene,
 
                Acho ótimo partilhar este assunto com o grupo, pois pode haver mais gente interessada em formar um consórcio de importação de mudas. Será que haveria redução do custo de importação para entidades sem fim lucrativo? Neste caso a BambuSC estaria à disposição, se necessário.
 
Abraços.
Hans Kleine
 
               
 
De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Fernando Tombolato
Enviada em: sábado, 21 de abril de 2012 10:02
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: [bambu-brasil]Importação de m udas
 
 
Ene,
 
É com muito prazer que li sua mensagem. Vou ser um pouco prolixo, pois vejo que temos diversos assuntos para trocar idéias que podem ser do interesse também para outros colegas de rede..
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DOS EUA
 
Ficou bastante satisfeito com a confiança depositada em nossos serviços aqui do Instituto Agronômico - IAC. Como lhe disse meu chefe, Dr. Renato Veiga é o responsável pelo Sistema de Quarentena e Introdução de Plantas, um dos únicos realmente ativos no Brasil. Fazemos introdução de plantas para muitas empresas no País com todos os tipos de plantas.
 
Vou me informar exatamente sobre os detalhes do procedimento, quais as documentações necessárias, etc. O processo pode levar de algumas semanas a alguns meses, pois depende de autorização do Ministério da Agricultura em Brasília. É preciso paciência.
 
Um ponto importante é saber se você liberaria uma amostra de cada espécie para as coleções do IAC ou não.
Explico:
Como você deve saber, nós também temos grande interesse em ampliar as coleções da instituição. Porém, o processo de introdução é apenas uma prestação de serviço de um negócio de sua empresa. Cabe a você decidir qual seu interesse e destino que dará às plantas. 
As mudas deverão permanecerer obrigatoriamente em período de quarentena aqui no IAC por alguns meses, em células isoladas, até que os especialistas analisem e constatem que as plantas não manifestam nenhum problema de ordem fitossanitária e podem ser plantadas no ambiente externo.
Tudo isto envolve custos. Se houver disposição de sua parte para ceder mudas também para nossa coleção, posso tentar negociar com meu chefe para que sejam pagas somente as despesas básicas.  Posso lhe passar uma idéia de custos e também mais detalhes, mas é preciso que você me informe pelo menos quantas mudas e quantas espécies você tem intenção de introduzir.
 
INTRODUÇÃO DE PLANTAS DA CHINA
 
Ene, essa conversa vai um pouco mais longe, porque tenho bons contatos na China e também quero introduzir quase uma centena de novas espécies que conheci por lá, quando estive em treinamento por 4 meses no ano passado. Estou tentando levantar uns 5-10 mil reais para viabilizar a compra, o transporte e a documentação para trazer essas mudas para a coleção do IAC ainda no final deste ano. O custo das mudas é barato, o problema, como você deve saber é o transporte aéreo e também a documentação.
Estive muitas vezes nos Estados Unidos, mas isto foi anteriormente à minha fase de trabalho com o bambu. Depois que começaram a complicar demais a obtenção de visto eu dei preferência para viajar para outros países e assim fui parar até na China....
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BAMBU
 
Sobre a idéia da ABS - Assoc. Bras. de Bambu (parece que este foi o último consenso de nossos colegas bambuzeiros), sou totalmente a favor. É importante ter uma entidade que represente o setor produtivo em todos os seus níveis. Tenho conversado também com o Prof. Jaime Almeida da RBB, e existe também uma disposição de tornar a RBB mais aberta, mais técnica e não simplesmente uma rede científica, como parece ser a conotação atual.
Tenho conversado também com o colega Hans e imagino que, apesar de hoje em dia ser muito fácil integrar as pessoas virtualmente, o encontro real (ao vivo e a cores, como dizem) ainda é a melhor maneira de interação. Ou seja, eu imagino que a futura ABS deverá promover encontros, cursos de treinamento, produzir documentos, etc, e interagir com outras instituições congêneres.
Enfim, uma associação de fato deve ser legalmente constituída e para isto deve ser eleito um forum para registro de seus documentos e tudo isto também implica em horas de dedicação, em custos e consequentemente pagamento de mensalidades/anuidades por seus associados. Precisamos saber quantoas somos e se estamos preparados para isto.
 
WORLD BAMBOO ORGANIZATION
 
A WBO é a promotora do WBC. Se você teve oportunidde de visitar a página do congresso, deve ter observado que tinha um capo que solicitava a doação de 20 euros para a WBO. Como eu tenho a idéia de um dia poder trazer o Congresso ao Brasil, procurei me informar um pouco sobre as regras. Comentaram que a WBO exige o pagamento de 80 mil dólares para ceder o nome ao evento. A Celina poderá nos confirmar melhor essa informação. Ou seja, uma organização preciisa de dinheiro, caso contrário não funciona. A nossa RBB tem funcionado porque a UnB tem investido.
 
ASSOCIAÇÃO LATINO-AMERICANA DE BAMBU
 
Os mexicanos presentes no Congresso fizeram um movimento com o objetivo de  criar uma associação para congregar 14 países latino-americanos e pretendem realizar um evento no México no ano que vem. Planejam a criação de uma homeage e disponibilizam de recursos do governo mexicano para a empreitada. Devemos futuramente ouvir mais notícias a respeito.
 
VISITA DE CHINESES AO IAC
 
Em julho próximo vamos receber a visita de 2 professores chineses da Yunnan Academy of Science que deverão nos ajudar em alguns trabalhos aqui no IAC e vamos aproveitar a oportunidade para promover alguns cursos em manejo, reconhecimento de espécies, propagação e micropropagação. Na oportunidade de muitos bambuzeiros virem até SP poderemos discutir  mais a fundo a ABS. Acha uma boa idéia?
 
Um forte abraço,
 
Fernando


 
Em 20 de abril de 2012 17:52, agrobambu/bamboofount <bamboofount@...> escreveu:
 
Olá Fernando

Não entendo nada deste assunto. Estou como louco atrás de alguém que me ajude a fazer esta importação lá do Saporito. Já estive duas vezes lá com ele e na última vez, em outubro do ano passado, escolhemos juntos algumas espécies e emitimos uma Proforma Invoice, mas não consegui levar adiante pois trancava na Quarentena. Mesmo porque, aqui no RS, como ninguém entende nada de bambu e não conhecem as plantas, em cada lugar que eu perguntava ninguém sabia como proceder. Provávelmente se eu quisesse importar um eucalipto todo saberiam o procedimento.
Fico muito satisfeito se vc. puder me ajudar a desmembrar isto pois sei que o Robert tem as condições necssárias para me mandar de lá e  cumprir todas as formalidades. O que me resta saber é a rotina destas formalidades e o que eu preciso fazer opara cumpri-las.
Tenho a certeza que depois que estas mudas cairem aí nas suas mãos elas estarão bem cuidadas. tenho outras duas importações para fazer uma da Louisiana e outra de Califórnia inclusive já estive visitando estes dois(mega) produtores que ao mesmo tempo são colecionadores e admiradores do bambu como nós.
Agradeço o seu interesse pois não é muito fácil encontrar pessoas disopostas a auxiliar nestes tipos de pepinos, pois poucos teriam a disposi~]ao o que dispõe o IAC.
Que bom saber que vc. esteve no WBC e deve ter conhecido muirta gente do ramo lá. Eu conheço muitas pessoas do USA do mundo do bambu pq práticanem,nte já estive visitando pessoalmente eles lá em suas bases. conheço algumas situações muito interessantes como o Projeto Puyallup da WSU com a Daphne e a espectacular nurserie de bambus do Mike Richard em Jefferson Island na Loiusiana assim como a Tropical Bamboo do Robert e o BambopoHeadquarters do Ralph Evans . Estes caras ao vivo e vendo as suas experiências são um aula a nivel de mestrado em Bambu.
É uma pena que não tenha tido a oportunidade de poder ter ido ao WBC e poder ter estado com esta gente e ao mesmo tempo poder conhec|ê-lo perssoalmente. O pessoal dos USA está muitos anos luz na nossa frente em relação ao bambu até mesmo pela grande organização que a ABS tem no sentido de congregá-los. É lógico que aí está embutido o fator situação econômica dos participantes/cultura do povo/ apoio governamentas/e outros fatores.
Faz algum tempo que tenho vontade de juntar, em um local só, um grupo de interessados(muito seleto) para debater sobre este assunto e colocar as idéias que eu tenho para fazermos alguma coisa aqui no Brasil, que tomasse o rumo da ABS nos USA( afinal os bons modêlos são para serem copiados).
Vc observou alguma coisa interessante neste sentido lá no WBC?
Aguardo suas orientações para o procedimento com as mudas do Saporito se vc. puder ajudar.
Seguimos falando adiante.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
www.bamboofount.com.br

On Qui 19/04/12 11:49 , Fernando Tombolato tombolat@... sent:
 
 
Ene,
 
Estive no WBC e encontrei-me com o Robert Saporito e ele comentou sobre suas dificuldades em importar mudas.
Aqui no IAC temos um Quarentenário, oficializado pelo Ministério da Agricultura, que presta serviços ao setor agrícola na importação e exportação de plantas.
Podemos ajudar-lhe no propósito de importação.
Se tiver interesse, entre em contato.
 
Abraço,
 
Fernando
 
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415
 
 



--
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415
 




--
Antonio Fernando Caetano Tombolato
Instituto Agronômico - IAC
Diretor NPD Jardim Botânico
Caixa Postal 28
CEP 13020-902 Campinas SP - Brasil
tel. 55-19-3202-1681 e 3202-1778
cel. 55-19-9264-1415


#27243 De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Data: Qua, 25 de Abr de 2012 2:04 pm
Assunto: RES: RES: Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data
hansjkleine
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

OK, fico no aguardo. Que tal dividir as despesas de viagem com seus amigos?

 

HJKleine

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Ana Paula Malavazi
Enviada em: segunda-feira, 23 de abril de 2012 17:53
Para: bambu-brasil@...
Assunto: Re: RES: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data

 

 

Oi Hans, estou em sao paulo e sou estudante. Até este final de semana vejo a possibilidade de participar e ligo pra você.

Obrigada.

Ana

De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Para: bambu-brasil@...
Enviadas: Sexta-feira, 20 de Abril de 2012 23:28
Assunto: RES: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data

 

Olá Ana,

 

O curso será realizado no dia 19 de maio e as inscrições estão abertas. O valor é de R$ 100,00 por participante, com desconto de 50% para estudantes e membros da BambuSC. A sua vaga será confirmada mediante um depósito bancário na conta abaixo indicada. Favor enviar o comprovante do depósito.

 

Banco                   Itaú

    Agência          7973
    C. corrente     00501-5
    Beneficiário    Associação Catarinense do Bambu
    CNPJ            07.402.305/0001-79
    Valor             R$ 100,00 por participante

 

    O local do curso (parte teórica, a partir das 09:00 hs) será o Sindicato da Indústria Florestal de Curitibanos, na Av. Salomão Carneiro de Almeida, 388 - Edifício Gaboardi Master Center - Sala 56, Centro. Veja mapa de localização no site www.sifcuritibanos.com.br. Qual é o seu município e estado?

 

Um abraço.

Hans J. Kleine

(48) 3338 2087

 

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Ana Paula Malavazi
Enviada em: quinta-feira, 19 de abril de 2012 14:53
Para: bambu-brasil@...; BambuSC; Agabambu
Assunto: Re: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data

 

 

Olá Hans,

 

Ainda da tempo de se inscrever? entrei no site e não achei informações sobre valores.

 

Abr.

Ana

 

De: Hans J Kleine <hjkleine@...>
Para: BambuSC <BambuSC@...>; Bambu Brasil <bambu-brasil@...>; Agabambu <agabambu@...>
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 16:08
Assunto: [bambu-brasil] Curso de cultivo e manejo em Curitibanos/SC com nova data [1 Anexo]

 

Amigos do bambu,

 

    Alertamos a todos, que o curso Cultivo e Manejo de Bambu, que seria ministrado no dia 20 de abril (sexta-feira) na cidade de Curitibanos/SC, não mais será realizado nesta data. É a primeira vez que a BambuSC e a UFSC se vêem forçados a alterar a data de um de seus cursos de bambu e vale destacar, que decidimos adiar, mas não cancelar a sua realizção. A nova data será o dia 19 de maio de 2012, mantendo os mesmos horários e locais anteriormente anunciados (ver arquivo anexo).

    Lamentamos pelos inconvenientes que esta medida poderá trazer aos interessados e faremos o possível para minimizar os seus efeitos, agradecendo desde já pela compreensão.

 

Atenciosamente,

Hans J. Kleine

Presidente da BambuSC

(48) 3338 2087

 


#27244 De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Data: Qua, 25 de Abr de 2012 3:00 pm
Assunto: Re: Laminação de varetas
vicosennabahia
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Leo
 
O processo de que lhe falei, evoluiu neste instante.
Me ocorreu uma forma de torná-lo regulável.
Depois comversamos.
Me mande um telefone. Ligo para você.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Para: bambu-brasil@...
Enviadas: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 9:04
Assunto: Re: [bambu-brasil] Laminação de varetas
 
Bom dia Virgilio, Assim que termino de cortar a vareta ela fica com um perfil quadrado de aproximadamente 8x8mm.Até agora tenho tentado cortar usando uma lâmina no sentido longitudinal. É o método mais simples possível, mas já pude ver que não produz resultados satisfatórios.Já experimentei também iniciar o corte a partir de cada colmo individualmente, ao invés de propagar a rachadura de entrada da lâmina. No início pareceu que daria certo, mas assim que o corte começou a se extender as fibras o desviaram para a superfície e novamente fiquei com duas peças em cunha.Minha próxima tentativa será usando uma serra tico-tico manual, que tem a lâmina bem fina.Léo
On Mon, Apr 23, 2012 at 2:41 AM, virgilio senna <vicosennabahia@...> wrote:
 
Leo
 
Que processo você está usando
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549

De: Léo Lara Tajiri <dragaoerrante@...>
Para: "bambu-brasil@yahoogroups.com" <bambu-brasil@...>
Enviadas: Domingo, 22 de Abril de 2012 12:11
Assunto: [bambu-brasil] Laminação de varetas
 
Bom dia pessoal!Estou fabricando tiras de bambu mossô com aproximadamente 8mm de largura, 3mm de espessura e 1m de comprimento. O método que eu tenho usado é de cortar as ripas na largura e comprimento desejados e depois aplainar tudo até atingir a espessura necessária.  Isso dá bons resultados, mas me parece um belo desperdício, já que de cada ripa tem mais que o dobro da espessura final.Olhando para isso fico tentando obter duas tiras a partir dá mesma ripa, mas nunca consigo dividir a vareta ao longo dá espessura satisfatoriamente. Sempre o corte acaba se desviando e o bambu racha na diagonal. Aí eu fico com um pedaço de mais ou menos meio metro que começa com uma espessura boa mas acaba fino de mais, e com o outro pedaço de 1m que começa com o dobro da espessura e acaba numa espessura legal. A partir daí eu acabo tendo que descartar o pedaço de meio metro e aplainar a vareta de 1m.Alguém sabe como eu poderia fazer esse corte para aproveitar melhor o bambu?
Abraços,
Léo

#27245 De: marbambu@...
Data: Qua, 25 de Abr de 2012 11:44 pm
Assunto: Re: Re: China y Ecuador
marbambu
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezado Virgilio Senna,

Desacredito em mensagens extensas. Escrever discurso é atitude política. Agradeço sua recomendação, mas com todo respeito se tem alguém que precisa baixar a bola é o senhor. 
Não desejo moderar nada, mas reforço, por favor o tema aqui não é político. Este fenômeno ocorre com abundância pelo Brasil em ano eleitoral. Aqui não é palanque senhor. 
 Objetivando poupar os integrantes deste e-group, sugiro caso esteja em condições, de enviar qualquer tipo de colocação diretamente para o meu e-mail pessoal: marbambu@...
 Aproveite seu tempo da melhor forma.

Att,

Marcelo Fonseca

On Seg 23/04/12 10:12 , virgilio senna vicosennabahia@... sent:
 

Prezado Marcelo Fonseca
 
Em princípio eu acho que, quem não está entendendo o que eu disse é você, uma vez que estou reforçando o que você disse ou acha.
 
Senão vejamos:
 
Sua mensagem do dia 14.04.2012.
 
“Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chinesesâ€.
 
1. Concordei que trazer produtos de fora significa prejudicar a indústria nacional semelhante;
 
2. Você criticou os impostos, acrescentei que outro responsável seriam os juros altos e que Dilma estava correta e justifiquei porque acho isso;
 
3. Você criticou o transporte; eu lhe dei razão criticando termos apenas um modal e porque isso ocorre.
 
4. Conclui essa parte da minha explanação dizendo que, devido a esses fatores o custo sobe e os produtos estrangeiros são preferidos pelos baixos preços.
 
Agora quem não entende você sou eu. Mas, vamos lá. Continuemos:
 
1. Se você está “recomendando encerrar†um debate que não criei, devo lhe dizer que você está sendo no mínimo indelicado. Você pode, no máximo, sugerir, se foi você que iniciou o debate em questão. Caso não tenha sido você o iniciador do referido debate, “fique na suaâ€;
 
2. Quando você opina sobre uma relação comercial Brasil-China você está opinando politicamente;
 
3. Assim sendo, aproveitando um “ganchoâ€, devo plagiar uma definição aristotélica que,  sem firulas e rodeios filosofantes, podemos afirmar que o homem é um animal político na medida em que se realiza plenamente no âmbito da pólis e pólis, companheiro,  significa cidade. Portanto companheiro, “baixe a bolaâ€, se você não se posiciona politicamente dentro do seu ambiente social, outros o farão por você, cabendo-lhe apenas reclamar posteriormente dos resultados.
 
 4. Por via de consequência, você não deve tentar definir no e-group o que é político e o que não é. Ninguém lhe conferiu essa competência, salvo melhor juízo.
 
5. Minha opinião será dada sempre que eu achar conveniente; politicamente ou não. Tenho um trabalho no ambiente do bambu desde 2000; com todas as dificuldades de não me encontrar no Sul Maravilha, nem na Ilha da Fantasia (Brasília).
Portanto companheiro, EU LHE RECOMENDO: BAIXE A BOLA.
 
Na Bahia encontramo-nos sempre a disposição.
 
Desculpe a minha impolidez.
 
Cordialmente

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: "marbambu@..."
Para: bambu-brasil@...; vicosennabahia@...
Enviadas: Segunda-feira, 23 de Abril de 2012 0:41
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Prezado Vírgilio Senna,
1) Ocorreu pela segunda vez o seu inadequado julgamento sobre minhas colocações. Recomendo encerrar.
2) Recordo que o tema por aqui neste e-group não é político.
 
Att,

Marcelo FonsecaOn Sáb 21/04/12 10:57 , virgilio senna vicosennabahia@... sent:
 
Olá! Companheiros
 
 
O comentário do Prof. Lessa é impecável. Concordo inteiramente com as colocações de Marcelo (via o articulista) e de Fred, especialmente, quando este último aborda a excessiva dependência do país em relação transporte rodoviário e o indecente nível de juros cobrados no Brasil, embora, uma determinação (leia-se vontade política) da Presidente Dilma vá terminar obrigando a uma redução geral desses juros absurdos (com a redução implementada elo BB e da CEF). Os demais bancos estão meio “folclóricosâ€, dizem que reduziram, mas...
 
Por sorte nossa, Dilma não tem um DNA totalmente petista (A origem política dela é outra) haja vista que o Partido dos Trabalhadores (via Lula) jogou no lixo todos os discursos sobre o assunto utilizados quando era tido como um partido sério e de oposição. Dilma está correta, a pergunta agora é a seguinte: porque essas medidas que Dilma tomou não foram tomadas antes?
 
Quanto ao excesso de dependência do modal rodoviário isso se deve aos inúmeros governos, de todos os matizes, que viveram pendurados nos “lobs†das montadoras e dos anexos.
 
Os trens acabaram. Os navios de cabotagem acabaram. Imaginem que a antiga Navegação Baiana era detentora de uma linha para Buenos Aires, segundo um velho comandante me contou.
 
Não vou me alongar. Quem estiver interessado acesse os sites abaixo:
 
 
 
Mas, voltando ao começo, não devemos preterir a indústria nacional em benefício da chinesa, é claro. Porém, os empreendimentos são criados para darem lucros. Não devemos esquecer isso.

 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328
bambuzalbahia.blogspot.com
sannax.blogspot.com 

De: agrobambu/bamboofount
Para: bambu-brasil@...
Cc: agabambu@...
Enviadas: Quarta-feira, 18 de Abril de 2012 13:59
Assunto: Re: [bambu-brasil] Re: China y Ecuador
 
Olá

Como iniciei esta série de mails falando sobre os chineses posso interferir para lembrar umas coisinhas.

1 - Chineses - Não sou contra e nem a favor destes acordos com chineses com o Bambu. Já manifestei antes, em mails anteriores a este debate, os meus receios com estes acordos megalomaníacos, cheios de muitos recursos nas mãos de poucos e que não chegam até aos que realmente metem a mão na massa e nos pesquisadores abnegados.
 - O assunto tem que amadurecer e ser debatido até algumas verdades embutidas nas entrelinhas virem à tona.

2 -Importações - Com relação a importação de produtos do China temos que observar alguns detalhes que podem influenciar na saúde da nossa economia, que estão por trás dos problemas sábiamente levantados pelos colegas que já escreveram sobre o assunto em textos anteriores. Não sou economista mas li sobre o assunto que me fez pensar sobre o seguinte aspecto:
Os produtos importados da China são também uma espécie de balizadores da nossa inflação:
Se o país(mantendo a linha política e governantes como estão)parar de importar produtos da China  a demanda crescente irá permanecer e continuar a crescer pelo atual poder aquisitivo da "nova classe média".
Não tendo produtos que chegam aqui por preços baixos(como os dos chineses) a indústria nacional não terá concorrência e o preço voltará aos patamares que eram antes, quando não existiam os produtos concorrentes da China( como era na época da inflação ) . Naquela época já a demanda era maior do que a produção o que já era um dos sintomas estimuladores para a alta dos preços.
Pex.: Imaginemos quando pararmos de importar os pisos de Bambu da China e passarmos a produzi-los em pequena escala aqui no país. Quanto iria custar o m²?
Isto vale para qualquer outro produto, de outros países que chegam aqui no país por uma relação custo/benefício mais adequada dos que os produtos fabricados aqui no Brasil, onerados de uma série de custos/tributos/taxas de partidos/sindicatos/leis trabalhistas/direitos/propinas/corrupção,etc...
Este assunto é mais um debate político/econômico sobre o qual não tenho conhecimento mais profundo do que este e acho bom parar por aqui.
Abraço,
Ene
Agrobambu CF&T
Visite nosso website
http://www.bamboofount.com
.br e nosso blog em:http://agrobambu.blogspot.comOn Ter 17/04/12 22:17 , marbambu@... sent:
 
Salve Jorge,Gracias por aclarar mucho mas la cosa. 
De cierto es possible aprender con los chinos, em todos los aspectos, lo que hacer o en lo que no hacer, evitando tenermos erros graves. Claramente hay un grand interesse en todos los recursos de Brasil. Esto texto fue escrito por el professor emérito de la UFRJ: Carlos Lessa, que jo agradesco a el por hacer parte de mi banca de defesa en la maestria desarollada en el LILD\PUC-Rio (2011). 
Todavia por acá no conociemos completamiente la realidade y uso de las espécies nativas de Brasil (pais megabiodiverso).  De manera general es cultural de los paises colonizados, desear lo que viene de fuera y se olvidar de lo que hay en nuestra terra madre. Pero sigamos con dedicacón desarollando tecnicas sensillas para y con el pueblo local.
Abrazos y saludos,

Marcelo FonsecaOn Ter 17/04/12 07:50 , "Jorge Moran" rimancer@... sent:
 Salvem todos,

Reforço que sou favorável  ao desenvolvimento tecnológico brasileiro em qualquer área do conhecimento fortalecedor de nossa soberania. Encaminho texto gerado pelo prof. Carlos Lessa sobre o tema referente ao poderio Chinês:

Barbas de molho. Olha a China aê no seu quintal!!! Por Carlos Lessa, professor emérito de economia brasileira, ex-reitor da UFRJ e Ex-Presidente do BNDES. Sou de uma geração treinada em ler nas entrelinhas. Vivi as longas décadas de regimes ditatoriais latino-americanos e aprendi a pesquisar as intenções nos discursos oficiais. O dr. Ulysses Guimarães me ensinou que se deve prestar atenção aos silêncios nos discursos. Percebo uma crescente preocupação da presidente Dilma com a China e suas pretensões geopolíticas e geoeconômicas. Na reunião do G-20, a presidente declarou sua preocupação com a ausência de compras chinesas de produtos industriais brasileiros (leia-se, nas entrelinhas, que o Brasil é exportador de alimentos e matérias-primas sem processamento: soja em grão, minério de ferro bruto, couro de vaca sem curtição etc). Em passado relativamente recente, exportamos geradores para a grande usina do Rio Amarelo; agora, estamos importando geradores da China. Vendemos aviões da Embraer. Bobamente, aceitamos instalar uma filial na China; os chineses clonaram a fábrica da Embraer e, hoje, competem com o avião brasileiro no mercado mundial. Esta semana, a presidência declarou sua preocupação com a tendência chinesa à aquisição de grandes glebas agrícolas no Brasil. A percepção presidencial não resolve o problema das relações Brasil-China, porém já é meio caminho andado que o poder executivo nacional tenha aquelas dimensões presentes. O enigma chinês é fácil decifrar. O Brasil cresceu, de 1930 a 1980, 7% ao ano. Depois dessas décadas, mergulhamos na mediocridade e patinamos com uma taxa média ridícula de 2,5%. A China, nas últimas décadas, vem crescendo anualmente entre 9% e 10%. Entretanto, está em situação potencialmente pior que o Brasil. Hoje, mais de 80% da população brasileira está em áreas urbanas e 50% em metropolitanas e nem chegamos aos 200 milhões de habitantes. A China tem uma população de 1,34 bilhão, sendo que menos de 50% estão na área urbana. Como a renda média do chinês rural é um terço da do chinês urbano, é inexorável uma transferência equivalente a duas vezes a população brasileira para as cidades chinesas, nos próximos 20 anos. É fácil entender o sonho de urbanização do chinês rural. A periferia urbana das cidades chinesas já está "favelizada". > > Estratégia da China combina aspectos da Inglaterra vitoriana com primazia do Japão científico-tecnológico > > Sabemos que o Brasil tem uma péssima distribuição de renda e riqueza. Houve uma melhoria da participação dos salários na renda nacional, que evoluiu, desde 2000, de 34% para 39%. A elevação do poder de compra dos salários foi importante, entretanto o leque salarial se tornou mais desigual e houve pouca geração de empregos de boa qualidade. O salário médio brasileiro é muito baixo, entretanto é, por mês, igual ao limite de pobreza chinês ao ano (cerca de €150), isto é, o brasileiro pobre ganha 12 vezes mais que o chinês pobre. Nosso governo fala de uma "nova classe média" e esconde que o lucro real dos grandes bancos brasileiros cresceu 11% por ano no período FHC e 14% durante os dois mandatos do presidente Lula. Enquanto os colossais bancos chineses têm uma rentabilidade patrimonial inferior a 10%, os bancos brasileiros chegam a 20%. > > É impensável o futuro demográfico chinês. No passado, cada família só podia ter um filho; agora, essa regra está sendo relaxada. A urbanização e a industrialização chinesas já comprometeram o lençol freático da China do Norte. Com restrições de água, e necessitando transferi-la cada vez mais para a sede da indústria e população urbana, a China não produzirá alimentos suficientes. Se o consumo interno da China crescer cada vez mais, haverá falta não só de água, mas também de energia fóssil e hidráulica, além de, obviamente, todo um elenco de matérias-primas. > > O planejamento estratégico de longo prazo da China é para valer. O projeto geopolítico e a geoeconômico chinês está transformando a África e parte da Ásia do sudeste em fronteira fornecedora de alimentos e matérias-primas. Em busca de autossuficiência de minério de ferro, a China já está desenvolvendo as enormes reservas do Gabão. A petroleira chinesa já está nas reservas de petróleo de gás do coração da África e a ocupação econômica de Angola é prioridade diplomática e financeira da China. O extremo sul da América Latina é objeto de desejo expansionista chinês, que se propôs a fazer e operar uma nova ferrovia ligando Buenos Aires a Valparaíso, perfurando um túnel mais baixo na Cordilheira dos Andes. O Chile - com pretensão de se converter na "Singapura" do Pacífico Sul - e os interesses agro-exportadores argentinos adoram a ideia. Carne, soja, trigo, madeira, pescado e cobre estarão na periferia da China do futuro. A presidência argentina é relutante em relação a esse projeto, porém o MERCOSUL está sob o risco de se converter, dinamicamente, em pura retórica. > > O Império do Meio, unificado pela dinastia Han (ainda antes de Cristo), atravessou séculos com Estado centralizado e burocracia profissional estruturada. No século XIX, a China balançou pela penetração da Inglaterra vitoriana; enfrentou a perfídia mercantil do ópio controlado pela Índia britânica. Sua república, no século XX, foi ameaçada pela expansão japonesa, e somente após a Segunda Guerra Mundial conseguiu, com o Partido Comunista Chinês (PCC) restaurar a centralidade. > > Com um pragmatismo secularmente desenvolvido, a China combinou o Estado hipercontrolador com a "economia de mercado". "Casou" com os EUA e criou um G-2, aonde mais de 3 mil filiais americanas produzem na China e exportam para o mundo (70% das exportações de produtos industriais são de filiais americanas). > > O superávit comercial chinês é predominantemente aplicado em títulos do Tesouro. Esse é um sólido matrimônio, em que os cônjuges podem até brigar, mas não renegam a aliança mutuamente conveniente. Enquanto isso, a China repete a proposta da Inglaterra vitoriana para a periferia mundial: fonte de matérias-primas e alimentos, a periferia mundial é, progressivamente, endividada com os bancos chineses e seu espaço econômico é ocupado por filiais da China. A Revolução Meiji, que modernizou e industrializou o Japão, está em plena marcha na China, que procura ser a campeã mundial em ciência e tecnologia. A estratégia da China combina as chaves do sucesso da Inglaterra vitoriana com a prioridade científico-tecnológica japonesa. > > Que a China faça o que quiser, porém o Brasil não deve se converter na "bola da vez" da periferia chinesa. País tropical, com enormes reservas de terra agriculturável, água e fontes de energia fóssil e hidrelétrica, imagine-se a prioridade estratégica para o planejamento chinês em sua marcha pela periferia. > > O discurso da globalização, a fantasia da "integração competitiva", a ilusão de ser "celeiro do mundo" com brasileiros ainda famintos, e a atrofia da soberania nacional podem vir a ser um discurso de absorção da proposta neocolonizadora da China. > > Leio, nas palavras da presidente, uma percepção do risco do "conto do vigário" chinês.

Saudações bambusáceas,

Marcelo FonsecaOn Sáb 14/04/12 10:02 , FREDERICO ROSALINO DA SILVA fredrosalino@... sent:
 
Só um comentário, Trazer produtos da China significa deixar nosso mercado de lado, quebrar nossas indústrias, como aontece com calçados e confecção, queimar toneladas de carbono no transporte, não justifica, temos sim é que brigar para redução de impostos e revisão das leis trabalhistas, memso sendo muito difícil, e muitas vezes mais caro, tento sempre não comprar produtos chineses.Minha Opinião.Abraço atodos 
Em 11 de abril de 2012 16:28, Marcos Rodrigues Correia <atmosferica2004@...> escreveu:
 
Ola a todos
 
Muito boa a reportagem, tenho grande
interesse em importar da China, quem precisar
de um parceiro estou a disposição.
 
Abraços

De: virgilio senna <vicosennabahia@...>
Para: "bambu-brasil@..." <bambu-brasil@...>; "agabambu@..." <agabambu@...>
Enviadas: Sábado, 31 de Março de 2012 23:31
Assunto: Re: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá! Ene
 
Muito obrigado companheiro.
As possibilidades são grandes.
Qualquer providência que tomarmos com o apoio
dessa informação lhe comunicaremos, embora saibamos
que você não está envolvido diretamente.
Apenas satisfação.
Abs.
 
Virgilio de Senna
71.8149.4549
71.3247.3328

De: agrobambu/bamboofount <bamboofount@...>
Para: agabambu@...
Cc: bambu-brasil@...
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Março de 2012 18:21
Assunto: [bambu-brasil] Brasil-China
 
Olá Rebeca e Virgílio Como vcs. manifestaram interesse anteriormente, segue abaixo o link do Programa Interação com o Rafael Tumelero, com alguns comentários sobre as importações da China e a balança comercial do Brasil e China  e também, algumas abordagens sobre as direções das novas políticas de negócio dos chineses. Como citei nada tem de específico com o Bambu, porém aborda aspectos que podem ser interessantes para entender estes negócios e interações com os chineses sobre coisas de bambu no futuro próximo. Uma abordagem que é interessante é sobre a mão-de-obra chinesa que sempre é debatida nos grupos como sendo trabalho escravo e a coisa não é bem assim como dizem(oun pode ter sido no passado). Muitas vezes isto é dito no intuito de tentar justificar o sobrepreço dos produtos feitos aqui no Brasil se comparados com os produtos chineses. Já vi comentários pejorativos, tentando argumentar que os produtos de bambu(boards/pisos e outros feitos de bambu) mais valem a pena ser comprados da China, devido ao preço baixo, do que fabricá-los aqui em função de que a mão-de-obra encareceria muito os produtos, ao ponto de inviabilizá-los. Mas seria a mão de obra ou a incidência de impostos sobre os nossos produtos, mais o dinheirinho do partido acrescido da ganância? Enfim, quem tiver interêsse em saber um pouco sobre os chinese e seus negócios clique em:http://www.youtube.com/user/canalinteracao?ob=0&feature=results_main O programa da rede Ulbra TV está gravado no You tube em 2 segmentos clicando no link acima vcs entram no 1º segmento e depois lá vcs. assistem o 2º segmento. Ene Agrobambu CF&T Visite nosso website em:  http://www.bamboofount.com.br
e nosso website em:  http://agrobambu.blogspot.com



#27246 De: Luiz Ingles <bambuparque@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 12:43 am
Assunto: renovação de inscrição
bambuparque
Enviar e-mail Enviar e-mail
 




Sempre é bom poder ter a oportunidade de novamente expor nossas informações mesmo que seja por conta de uma simples mudança de email:

Nome: Luiz Inglês
Idade: 65 anos
Formação: Superior
Profissão: Diretor de cinema-publicitário - durante 30 anos - e hoje bambuzeiro (também durante quase 20 anos)
Cidade: Moro no Rio de Janeiro mas vivo na serra da Bocaina em Bananal/SP
Estado: RJ / SP
País: Brasil
Área de interesse com o bambu: Sou plantador e agora confecciono artefatos."Do plantador ao consumidor". Em Bambuparque não há fornecedor, trabalhamos com nossos próprios  bambus.

#27247 De: Roberto Embambu <roberto@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 4:26 am
Assunto: Importação de mudas da Indonésia
roberto@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Osvaldo e demais colegas interessados em importação de mudas,
Primeiramente quero reparar um equívoco quando disse que as mudas seriam da Tailândia quando na verdade são da Indonésia. Seguem as informações com preços e orientações para a importação.
 
Abs,
Roberto Magno

 
 

 


3 de 3 arquivo(s)


#27248 De: Guilherme Sônego Neto <gsonego@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 11:12 am
Assunto: Troca de serviços
guilherme_so...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Bom dia a todos os membros do grupo.

Peço desculpas por usar este espaço para negócios mas o objetivo principal é promover o bambu..
Não sei se é permitido tal assunto neste grupo, mas segue...

Sou um grande interessado (diga-se, nenhuma experiência) nesta planta magnífica e caso alguém que tenha necessidades na área de INFORMÁTICA ou TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, desenvolvimento ou manutenção de sites, suporte, etc.. gostaria de oferecer meus serviços a troco do serviços de vocês (consultoria em plantio, manejo, tratamento, fabricação de móveis, estruturas, laminação, mudas, etc..)..

Tenho 37 anos, trabalho com informática desde 1995 e caso esta mensagem interesse a alguém, segue abaixo meus contatos pessoais..
Por favor, peço que mandem mensagens ao meu email pessoal..

Ficarei aguardando!!
Obrigado.

--
Guilherme Sônego Neto
gsonego@...
+55 (11) 8555-7070


#27249 De: "wannunci" <wannunci@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 1:39 pm
Assunto: Doação de Bambu em Atibaia
wannunci
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Doação de Bambu em Atibaia

Local: Entrada para Piracaia, próximo ao Haras Rosa. Responsável: Marilza – Tel.
8590-9446

Segundo a doadora, as varas são grandes e com mais de 10cm de diâmetro, ela não
têm fotos e nem sabe qual a espécie do bambu. Ela está recebendo as primeiras
ligações e pede urgência. É necessário que vá até o local fazer o corte, manejo
e transporte das mesmas. É provável que retire toda "touceira?".

Publicado por Wagner – OSCIP AAL BRASIL – A mesma entrou em ctto. Para solicitar
divulgação, não conheço a doadora, por favor entrar em contato no número de
celular citado.

#27250 De: Hans-Jürgen Kleine <hjkleine@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 2:33 pm
Assunto: RES: Importação de mudas da Indonésia [3 Anexos]
hansjkleine
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Roberto,

 

                Que bela contribuição!

 

Obrigado.

Hans Kleine

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] Em nome de Roberto Embambu
Enviada em: quinta-feira, 26 de abril de 2012 01:27
Para: bambu-brasil@...
Assunto: [bambu-brasil] Importação de mudas da Indonésia [3 Anexos]

 

 

[Anexos de Roberto Embambu incluídos abaixo]

Osvaldo e demais colegas interessados em importação de mudas,

Primeiramente quero reparar um equívoco quando disse que as mudas seriam da Tailândia quando na verdade são da Indonésia. Seguem as informações com preços e orientações para a importação.

 

Abs,

Roberto Magno

 

 

 


#27251 De: "Guillermo Takuara" <guillermo@...>
Data: Qui, 26 de Abr de 2012 10:42 pm
Assunto: RE: BAMBUSEIRO DO CEARÁ EM CURITIBA-PR
guilletakuara
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Oi joao paaulo,

Como estas ¿?

Procura por o Ze do bambu .ele te pode encaminar .Nao tenho a endereco mais  e conhecido.

Abraco

guillermo

 

De: bambu-brasil@... [mailto:bambu-brasil@...] En nombre de João Paulo Diniz - Alternativas Ambientais
Enviado el: martes, 24 de abril de 2012 12:00 p.m.
Para: bambu-brasil@...
Asunto: [bambu-brasil] BAMBUSEIRO DO CEARÁ EM CURITIBA-PR

 

 

SAUDAÇÕES,

ESTAREI NA CAPITAL PARANAENSE DE 20-28 DE MAIO PRÓXIMO. GOSTARIA DE
CONHECER ALGUM BAMBUSEIRO LOCAL E ATÉ MESMO ADQUIRIR ALGUNS EXEMPLARES
DE MUDAS. SE CONHECEREM ALGUM VIVEIRO PROFISSIONAL OU MESMO AMADOR DE
QUEM EU POSSA ADQUIRIR ALGUMA COISA, AGUARDO DICAS. UMA DICA DE UM
PARQUE MUNICIPAL OU JARDIM BOTÂNICO ONDE EU POSSA VER EXEMPLARES DE
BAMBUS TAMBÉM É BEM-VINDA.

ATENCIOSAMENTE,
--
Alternativas Ambientais - João Paulo Diniz
+55 85 8839 0925 (Oi)
+55 85 9632 8386 (Tim)
http://www.alternativasambientais.com
@AlternativasAmb
http://www.facebook.com/AlternativasAmbientais


mensagens 27222 - 27251 de 27918   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 27222 - 27251 de 27918   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
Avançado

Copyright © 2010 Yahoo! do Brasil Internet Ltda. Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade - Termos do Serviço - Diretrizes - Ajuda