Olá,
O texto a seguir é uma tradução de um artigo da Revista Astronomy (EUA) de
março/97 ( pag. 38-43)
Tentei dar minha interpretação do texto e ser o mais fiel possível ao texto
original.
Algumas partes ( entre ## ## ) ficaram um pouco confusas, por isso coloquei o
trecho original em Inglês ( entre [ ] ).
Já em outras partes, o termo em Inglês não faz sentido em Português, por isso
coloquei o termo original entre ( ).
==>a-l = ano-luz
Correções são bem vindas.
Abraços
Ronaldo
SONDANDO NOSSA NUVEM LOCAL
de Ken Croswell
O astrônomo britânico Fred Hoyle começou isso. Em 1957 ele publicou uma obra
de ficção científica chamada A NUVEM NEGRA onde uma densa nuvem de gás e
poeira entra no sistema solar e causa morte e destruição bloqueando a luz do
Sol. Felizmente, essa nuvem interestelar era inteligente, e decidiu afastar-se
das vizinhanças da Terra.
Surpreendentemente, nos últimos 20 anos, os astrônomos têm achado que Hoyle
estava, no mínimo, parcialmente correto: O Sol reside sim em uma nuvem de gás
interestelar. Não é uma nuvem de alta densidade, e, certamente, não é
inteligente, mas pode ajudar os astrônomos a descrever eventos recentes em
nossa parte da Galáxia - incluindo uma violenta explosão no limite interno do
nosso braço espiral e espalhou destroços por centenas de anos-luz (a-l) pelo
espaço.
ENTRE AS ESTRELAS
O meio interestelar - o espaço entre as estrelas, é quase completamente vazio.
Mesmo as tão chamadas densas nuvens interestelares, como regiões de nascimento
de estrelas,como a nebulosa de Órion, passariam por um perfeito vácuo se
comparada à atmosfera da Terra. Mesmo assim a vida terrestre deve sua existência
a esse tênue material, pois foi a matéria interestelar que deu origem ao Sol e à
Terra a 4.6 bilhões de anos atrás.
" O meio interestelar local é um lugar muito complexo", diz Fred Bruhweiler da
Universidade Católica de Washington, " você pode usar essa pequena região como
laboratório para investigar o processo físico básico que ocorre a distâncias
muito maiores no meio interestelar".
Mesmo para padrões interestelares, a maior parte do espaço dentro de poucas
centenas de anos-luz do Sol está vazio, constituindo o que os astrônomos chamam
de bolha local ou cavidade local. Dentro dessa cavidade está a nuvem local, um
punhado de destroços interestelares que envolve o Sol e outras estrelas
próximas.
Apesar de sua proximidade, a nuvem local é difícil de estudar, em parte porque
é muito tênue. "Se você visse a nuvem local de longe", diz Barry Welsh da
Universidade Católica em Berkeley" você veria uma coisa insignificante,é muito
difusa. Chamá-la de nuvem é talvez um erro, é como uma penugem de algodão." As
melhores suposições põem a densidade da nuvem em 0,2 átomos por cm3, muito mais
denso que a cavidade da nuvem local mas muito menos que os milhares de átomos
por cm3 que formam as mais densas nuvens interestelares e menos ainda que os 25
bilhões de bilhões de átomos/cm3 da atmosfera terrestre. A temperatura da nuvem
é somente 8000K, muito mais fria que a quente e tênue região que a envolve.
A nuvem local também é muito difícil de estudar por que os astrônomos não podem
olhá-la de fora. Eles estudam observando as estrelas próximas. Os poucos átomos
da nuvem local entre a Terra e essas estrelas absorvem pouca quantidade de sua
luz (das estrelas) criando características de absorção nos espectros dessas
estrelas.
De fato, foi assim que a nuvem foi descoberta no final dos anos 70 e começo
dos 80. Infelizmente, apesar da nuvem local envolver dúzias de estrelas
próximas, somente as mais brilhantes - como Alfa Sentarei e sírius - Fornecem
luz suficiente para que os astrônomos possam detectar as sutis características
de absorção da nuvem local.
Os astrônomos podem pesquisar a nuvem local apenas naquelas direções em que há
estrelas brilhantes próximas.
Por exemplo, as mais próximas estrelas na direção e além de Sírius e Procyon
estão a centenas de anos-luz de distância, e tais distantes estrelas revelam
pouco a respeito da nuvem local, porque qualquer absorção interestelar em seu
espectro pode ter origem em material muito mais distante.
Por causa desses obstáculos, os astrônomos têm , no máximo, uma grosseira
imagem da nuvem local.
Em algumas direções, ela parece se estender por 30 a-l , mas em outras, por
apenas poucos a-l de comprimento.
Durante a década de 80, uma equipe de franceses liderada por Rosine Lallement,
descobriu que a nuvem é parte de um complexo de nuvens interestelares próximas
que estão se movendo levemente em diferentes direções.
O Sol parece estar próximo à margem do complexo de nuvens. Para entender isso,
imagine-se vendo o Sol "de cima" do plano do disco, com o Sol no centro de um
relógio gigante. O centro da Galáxia está na direção das seis horas e a seção
mais próxima da borda do disco está à 12 horas. A Galáxia está girando na
direção horária em direção à 3 horas.
O material interestelar não parece se estender muito além de Sírius ( 8,5 a-l)
e Procyon (11.4 a-l) nas direções de 10 e 11 horas, respectivamente, já que as
estrelas mais distantes além destas, mostrarem mais absorção interestelar que
Sírius e Procyon. Ao contrário, a maior parte do material interestelar se
localiza aproximadamente na direção de 4 a 5 horas.
Tanto o complexo da nuvem e quanto o Sol estão se movendo. A partir do efeito
Doppler das características da absorção produzidas pela nuvem local e suas
vizinhanças, os astrônomos tem deduzido que a nuvem local está se movendo na
direção de 1 hora. O Sol, no entanto, se move para as 4 horas. Pelo fato da
maior parte do material interestelar se localizar a 5 ou 6 horas, o Sol deve
estar se aproximando das regiões onde o gás é mais denso.
Em junho de 1996, Priscilla Frisch, da Universidade de Chicago, chegou à
conclusão que o Sistema Solar pode estar em perigo daqui a uns 50.000 anos, se
se encontrar com um pedaço mais denso do material interestelar. No momento, o
Sol protege a Terra de partículas de alta-energia vindas de fora, pois o vento
solar forma uma bolha protetora que envolve todos os planetas. Uma densa região
da nuvem local, no entanto, pode comprimir esse escudo de forma que ele deixaria
de envolver a Terra, expondo o planeta à radiação mortal. Essa notícia gerou
manchetes alarmantes no jornais. Tanto Welsh, quanto Bruhweiler, no entanto,
descartam essa possibilidade, pois dizem não ainda haver nenhuma evidência para
densas concentrações no complexo de nuvens local.
De grande interesse, é a história colorida da nuvem - que estende-se por
milhões de anos, centenas de anos luz, e preenche toda a região da associação
Scorpius-Centaurus, o mais próximo grupo de massivas estrelas produtoras de
supernovas. Estas estrelas estão só a 400 a 500 a-l da Terra na direção das 7
horas, na borda interna do braço espiral de Órion, tais como Rigel e Betelgeuse.
A associação Scorpius-Centaurus abriga as quentes, brilhantes e azuis estrelas
B em Scorpius e Centaurus, bem como estrelas B vizinhas às constelações de
Ophiucus, Lupus e Crux. O membro mais conhecido, porém, é a avermelhada
Antares, a estrela mais brilhante da constelação de Scorpius, que evoluiu para
uma supergigante tipo M e está prestes a explodir.
"Uma estrela massiva explodiu em algum lugar da associação Scorpius-Centaurus
entre 2 e 3 milhões de anos atrás," diz Bruhweiller. "Nós estamos na orla
externa desse complexo gasoso em expansão, portanto a nuvem local é, na verdade,
um pedaço de antigos remanescentes de supernova." De fato, a nuvem local está se
afastando da associação Scorpius-Centaurus.
Apesar das supernovas marcarem a morte das estrelas, elas ejetam elementos como
oxigênio e ferro, sem os quais os seres vivos [human being ] não existiriam.
Porém, Bruhweiller diz que esses preciosos elementos constituem apenas uma
fração da nuvem local. A nuvem tem varrido os átomos interestelares em sua
jornada. O material varrido, diluído nos elementos pesados abrigados pelas
nebulosa, portanto a nuvem agora se consiste principalmente de hidrogênio e
hélio, os dois mais leves e comuns elementos da Galáxia. Ao contrário, a atual
velocidade da nuvem reflete o seu efeito varredura: Supernovae emitindo
partículas a milhares de quilômetros por segundo, mas o material interestelar
freou tanto a nuvem local que esta agora viaja a vagarosos 18 quilômetros por
segundo.
O estado ionizado do gás da nuvem local é um indício da violenta história da
nuvem. Um átomo neutro de hidrogênio consiste em um próton e um elétron, que
precisa de muita energia para se separar. Mas o hidrogênio na nuvem local está
parcialmente ionizado, o que significa que alguns prótons fora separados de seus
elétrons.
Normalmente, apenas a luz extrema ultravioleta tem energia suficiente para
ionizar o hidrogênio. Tal radiação, que é emitida por estrelas azuis quentes, é
barrada pela atmosfera terrestre. Em 1992, a NASA lançou o Explorador de
Ultravioleta Extremo ( Extreme Ultraviolet Explorer - EUVE) um satélite que tem
surpreendido os astrônomos por localizar a estrela que, mais do que outra, é
responsável por ionizar a nuvem local de hidrogênio.
Essa estrela revelou-se ser Adhara, ou Epsilon Canis Majoris, uma gigante tipo
B2 que está a 600 anos-luz de distância. Está na direção das 10 horas, 70 vezes
mais distante que Sírius. ### Welsh tem esperado essa direção para experimentar
um campo promissor de busca para o EUVE ###, [Welsh has expected that direction
to prove a promising hunting ground for EUVE] por que um longo túnel se estende
por mais de mil a-l distante do Sol. Esse túnel está praticamente destituído de
gás hidrogênio neutro, que absorve radiação ultravioleta extrema com ferocidade.
Mas Adhara permanecia uma grande surpresa. "EUVE observou Adhara," relembra
Welsh, "e a estrela superou a contagem. De fato, isso quase provocou o
desligamento dos detectores do satélite, pois a contagem era muito alta. Ninguém
esperava isso." Além do Sol, Adhara revelou-se ser a mais brilhante fonte de
radiação ultravioleta extremo do céu inteiro, mesmo que milhões de outras
estrelas estejam mais próximas da Terra. Na luz visível, Adhara não é nenhum
espetáculo. Com magnitude 1.5, é a 22ª mais brilhante estrela do céu noturno.
Adhara não é muito conhecida por que é ofuscada por outra estrela em Cão Maior,
Sírius.
Adhara deve seu extremo brilho ultravioleta a três fatores. " É uma combinação
única," diz Welsh: "Acontece que Adhara se localiza nesse túnel de gás de
extrema baixa-densidade; é uma estrela tipo B2, então é quente o bastante para
emitir fluxo de ultravioleta extrema; e isso é 10 a 30 vezes mais fluxo de
ultravioleta extrema do que previa a teoria. Agora se você colocar Adhara em
qualquer lugar no céu - fora do túnel - nós não a veríamos em ultravioleta
extrema."
O grande poder de Adhara se estende diretamente para a nuvem local. Em 1995,
Welsh e seu colega John Vallerga noticiaram que a radiação ionizada de Adhara é
7 vezes mais forte que a de todas as outras estrelas juntas. De acordo com
Vallerga e Welsh, Adhara sozinha detém entre 15% a 19% do hidrogênio ionizado da
nuvem local.
O estado real do hidrogênio ionizado da nuvem local, porém, é atualmente
desconhecido. Bruhweiller diz que ela pode ser muito maior, cerca de 40%, o que
poderia significar que algo mais é responsável. Esse algo mais, ele suspeita,
foi a supernova que, inicialmente, atirou a nuvem em nossa direção. Além de
emitir luz ultravioleta extrema, a supernova #colidiu-se# com o gás, o que
ionizou o hidrogênio. A nuvem é tão tênue que, apesar de vários milhões de anos
terem se passado desde a explosão, muitos de seus elétrons ainda não encontram
prótons para se reunir.
Depois do hidrogênio, o elemento mais comum na nevem local é o hélio, que é
mais difícil de ionizar. Isso, diz Bruhweiler, provém maiores evidências para
supernova Scorpius-Centaurus, já que Adhara e outras estrelas não podem ionizar
muito hélio.
No entanto, Bruhweiler admite muitas incertezas. "Supernovae são as únicas
culpadas," ele diz, "mas há a possibilidade de estarmos caçando o coelho errado.
Geminga é um pulsar a cerca de 500 a-l na mesma direção de Adhara e algumas
pessoas sugerem que poderia ser muito jovem, talvez muito mais nova que a
supernova que ocorreu na associação S-C." Porém a supernova que produziu o
pulsar Geminga centenas de anos atrás não criou a nuvem local - a nuvem está se
movendo na direção oposta a ela - a supernova pode ajudar a ionizá-la.
Comprovando Nossa Nuvem Local
Apesar dos astrônomos estarem aprendendo muito sobre a nuvem local, seu
tamanho, forma e estado ionizado se mantém pobremente determinado. Os astrônomos
sabem que o futuro da nuvem é curto, por que ela é muito mais fria que o gás que
a envolve. "É algo como jogar um cubo de gelo na água," diz Bruhweiler. "
Certamente, o cubo derrete. A nuvem local está embebida em gás quente, e está
evaporando. Se nós esperarmos 10 milhões de anos, a nuvem local não estará mais
aqui."
Isto continua dando aos astrônomos muito tempo para estudar a nuvem local e os
indícios que ela guarda em relação à história de parte de nossa Galáxia. Algum
dia, talvez daqui a 10 ou 20 anos, a armada de telescópios e satélites
esquadrinhando a nuvem local de Perto da Terra possa receber ajuda de 4 sondas -
Pioneers 10 e 11, e Voyager 1 e 2 - que estão viajando pelo espaço. Algum dia
elas deixaram os domínios do Sistema Solar e alcançarão a nuvem local. Se
sobreviverem até lá, estarão aptas a estudar (sample=amostra) a nuvem
diretamente e transmitir seus dados para a Terra.
Enquanto isso, questões persistem a respeito da natureza da nuvem local. " A
maioria dos astrônomos acha que nós sabemos tudo que está acontecendo na
Galáxia, mas eu diria que não temos nem mesmo um modelo satisfatório do que está
acontecendo na porta ao lado," diz Welsh."Precisamos focalizar em nossa própria
porta tanto quanto no final do Universo."
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
JUPITER STORMS: Two giant storms on the planet Jupiter are bumping into each
other. One is the Great Red Spot, twice as wide as Earth; the other is a white
oval known as "BA" in Jupiter's South Temperate Belt. Donald Parker of the
Association of Lunar and Planetary Observers took this picture of the pair on
June 25th:
http://spaceweather.com/index.cgi?view_todays_page=1
"The oval will gradually pass to the east of the Great Red Spot (GRS) during the
next couple of weeks," says Parker. "The oval might be completely disrupted; we
don't know. It appears that it has already become stretched out in the E-W
axis."
Amateur astronomers can see these storms using 6-inch (or larger) telescopes
equipped with digital cameras. "A light blue filter would also help by
increasing the contrast of the GRS," recommends Parker.
You can find Jupiter shining brightly in the western sky at sunset.
[sky map] http://spaceweather.com/images2004/30jun04/skymap_north.gif
[GRS spotting times]
http://skyandtelescope.com/observing/objects/planets/article_107_1.asp
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Mudar a Nasa para favorecer as empresas privadas?, artigo de José Monserrat
Filho
O que pode se vislumbrar por trás da proposta de 'mudança radical' na
agência espacial dos EUA?
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=19439
SpaceShipOne alcança limite do espaço
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=19547
Nave, a primeira particular a chegar a 100 km de altitude, inaugura era das
empresas na corrida espacial
Cientistas encontram indícios sobre origem espacial da vida
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=19548
Cientistas alemães encontraram pela segunda vez em menos de uma semana novos
indícios de que a origem da vida na Terra pode ter começado com partículas e
moléculas trazidas por cometas
----- Original Message -----
From: lueggonza
To: C-A-S-P@yahoogroups.com
Sent: Saturday, June 26, 2004 7:09 PM
Subject: [CASP] Re: Grupo de Ciências Planetárias & Palestra de Pesquisador da
Nasa
Pessoal,
Fui assistir à palestra sobre Marte na última quarta na Unicamp, o
palestrante é um dos brasileiros que trabalham na Nasa.
Foram mostrados fotos, animações da viagem e resultados da analise
química feitas no solo marciano.
A palestra era mais para a área de química e geologia, já que
a função dos robôs não é explorar estrelas.
Mas um deles tirou uma foto do céu à noite de um suposto meteoro
rasgando o céu, mas poderia ser também o orbitador da "Vicking 2", ou
quem sabe, um OVINI marciano. A Nasa ainda não sabe o que seria o tal
objeto.
A única coisa que não gostei, foi que os pesquisadores da Nasa, deste
projeto, tem contrato até Setembro.
Ou seja, mesmo se os Robôs sobreviverem até lá, eles teriam
que ser "desligados" ou ficar "vagando sozinho em linha reta,
até acabar a energia", e neste caso, os satélites em órbita poderiam
localiza-los no futuro.
Isto tudo porque não teria ninguém aqui para analisar o sinal.
A não ser que os americanos liberem mais $$$ dinheiro para o
projeto.
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Valeu Ronaldo.
Até que seria bastante interessante conhecer os assuntos tratados.
Infelizmente para quem só abre correspondencias nos finais de semana,
chamadas no inicio e meio da semana acabam se perdendo.
Voce pode nos informar o que foi tratado?
Francisco Campos
Ronaldo_Rogerio_Pedrão <rrpedrao@...> wrote:
----- Original Message -----
From: luis edu
To: C-A-S-P@yahoogroups.com
Sent: Monday, June 21, 2004 5:18 PM
Subject: [CASP] Grupo de Ciências Planetárias & Palestra de Pesquisador da Nasa
Olá,
Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
adicionado no grupo aster.
Arquivo : /sclock20.zip
Carregado por : aster_site <rrpedrao@...>
Descrição : Programa de Evolução Estelar mostrado no curso - Astromia
Sideral
Você pode acessar o arquivo pela URL:
http://br.groups.yahoo.com/group/aster/files/sclock20.zip
Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:
http://help.yahoo.com/help/br/groups/files
Atenciosamente,
aster_site <rrpedrao@...>
Telescópio Chandra descobre nuvem de gases quentes na Via Láctea
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/1656001-1656500/1656215/165621
5_1.xml
20:45 22/06
O observatório espacial de raios X Chandra descobriu uma massa de gases
quentes no centro da Via Láctea, cuja origem é um mistério para os
astrônomos.
A descoberta ocorreu quando o astrônomo Michael Muno, da Universidade da
Califórnia, estudava uma região da Via Láctea localizada a cerca de 100 anos
luz da Terra. Nessa região, os cientistas identificaram uma nuvem de gases
rodeada por um espectro de raios X de alta energia, com temperaturas de
cerca de 40 milhões de graus centígrados. O anúncio foi feito pelo Centro
Marshall de Vôos Espaciais da Nasa, em Huntsville (Alabama).
"A melhor explicação dos dados fornecidos pelo Chandra é que esses raios X
de alta energia provêm de uma nuvem de gases extremamente quentes", disse
Muno em artigo publicado na revista "The Astrophysical Journal".
O mistério sobre essa nuvem é que, segundo o comunicado do Centro Marshall,
a atração gravitacional gerada pelos corpos no centro da galáxia, incluindo
todas as suas estrelas e um buraco negro, não é forte o suficiente para
impedir a fuga desses gases.
Isso indica que os gases da nuvem têm que se regenerar de maneira contínua,
ao mesmo tempo em que se reaquecem.
"A descoberta significa que existe um problema na forma como entendemos as
fontes de calor no centro de nossa galáxia", acrescentou.
A reposição dos gases pode ser ocasionada pelos ventos originados de
estrelas. Entretanto, a origem desse imenso calor dessas nuvens permanece um
mistério.
As supernovas são fortes candidatas, segundo os cientistas, já que as
turbulências magnéticas geradas por elas podem aumentar a temperatura dos
gases. Ao mesmo tempo, os elétrons e prótons de alta energia que se originam
nas ondas de choque desse fenômeno que ocorre durante a morte de uma estrela
também poderiam ser a fonte do calor.
Veja também o site do CHANDRA
http://chandra.harvard.edu/photo/2004/sgra/
==============================================================
NASA Science News for June 21, 2004
Subject: Whatever happened to ... Virtual Reality?
Picture this: an astronaut on Mars sends a rover out to investigate a
risky-looking crater. Slip-sliding down the crater wall, the rover sends
signals back to the Mars Base where the astronaut, wearing VR goggles and
gloves, feels like she herself is on the slope. Sounds like science
fiction? Technology blossoming in NASA laboratories could make it happen.
FULL STORY at
http://science.nasa.gov/headlines/y2004/21jun_vr.htm?list1165584
===============================================================
NASA em várias línguas, inclusive Português.
http://science.nasa.gov/OtherLanguages.htm
----- Original Message -----
From: luis edu
To: C-A-S-P@yahoogroups.com
Sent: Monday, June 21, 2004 5:18 PM
Subject: [CASP] Grupo de Ciências Planetárias & Palestra de Pesquisador da Nasa
Pessoal,
Retransmitindo mensagem de evento na Unicamp.
Luis Eduardo
Lançamento do Grupo de Pesquisas em Ciências Planetárias da UNICAMP, a
realizar-se no Auditório da DGA - Diretoria Geral de Administração (cf. folder
em ANEXO), no
dia 23 de junho de 2004, a partir das 19:30 h.
Na oportunidade estaremos recebendo o Dr. Paulo Antonio de Souza Jr -
Pesquisador da NASA, que irá proferir
a palestra inaugural: "Que novidades de Marte nos trazem os robôs Spirit e
Opportunity da NASA?".
Atenciosamente,
Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho
Instituto de Geociências
UNICAMP
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Space Weather News for June 18, 2004
http://spaceweather.com
BOOTID METEOROS DE JUNHO
A Terra está se dirigindo para uma nuven de poeira liberada pelo
cometa Pons-Winnecke no século XIX . Um encontro com a nuvem pode poderia
produzir
uma ótima chuva de meteoros na madrugada DE QUARTA FEIRA de 23 de JUNHO.
OU NÃO. As prvisões são duvidosas.
Mais informações:
http://spaceweather.com
Olá,
Como já havíamos conversado, o Sergio, aluno do curso atual, nos convidou para
fazer um encontro de observação astronômica em sua chácara em Barão Geraldo.
TODOS OS ALUNOS DO CURSO ATUAL E DA LISTA ESTÃO CONVIDADOS.
SERÁ HOJE , SABADO, 19 DE JUNHO/2004
VAMOS SAIR DO PLANETÁRIO ÀS 16:00
NO ENTANTO, QUEM NÃO PUDER CHEGAR NESTE HORÁRIO PODE ME LIGAR
== EM CASA ( até umas 15h) 19 - 3832 2912
== NO PLANETÁRIO FONE 3252 2598
O Sérgio enviou um MAPA do caminho par a chácara e eu o coloquei em DOIS
lugares:
==no site ASTER, onde TODOS têm acesso:
http://www.geocities.com/aster_site/mapa_chacara.jpg
== nos arquivos da lista , que APENAS quem tem ID YAHOO e PERFIL atualizado na
Lista ASTER pode acessar
http://br.groups.yahoo.com/group/aster/files/mapa_chacara.jpg
Para quem não conseguir acesso, passo agora as instruções contidas no mapa e
passadas pelo Sérgio:
=O caminho começa na RODOVIA CAMPINAS-MOGI SENTIDO CAMPINAS:
=entrar na estrada vicinal em frente ao posto da Polícia Rodoviaria,
+quem for de Campinas, passe pelo posto da Polícia e entre no PRIMEIRO RETORNO,
antes do pedágio, e aí é só retornar e entrar à esquerda em frente e mesmo posto
da Polícia
=SEGUIR PELO ASFALTO ATÉ ACABAR, LOGO que o asfalto acabe, ENTRAR À ESQUERDA,
pegar a ESTRADA DO CAFEZINHO.
=Seguir a estrada ATÉ O FINAL , CERCA DE 3 QUILÔMETROS(Passando por um haras com
placas dizendo "MANÉGE") até encontrar um
=SOBRADO AMARELO COM CERCAS BRANCAS.
=BAIRRO PIRACAMBAIA
ABAIXO - HÁ UM OUTRO CAMINHO POSSÍVEL
===" No mapa, o itinerário está construído a partir da saída para Mogi-Mirim,
mais apropriado se a saída for do Planetário. É possível ir por Barão Geraldo,
pegando a estrada da Rodhia entrando para o Guará, logo após ao Condomínio Barão
do Café. A partir daí é só seguir o asfalto até a estradinha que está no mapa.
Abraços,
Sérgio." ===
É RECOMENDÁVEL ( mas não obrigatório ) levar algumas coisas:
===quem tiver, LEVE EQUIPAMENTO ÓPTICO ( telescópio, binóculo, etc )
=== LANTERNA VERMELHA , ou com celofane vermelho - para leitura de mapas
celestes no escuro
=== MAPA DO CÉU DA NOITE DE HOJE, não é obrigatório mas vai ser útil
=== EQUIPAMENTO FOTOGRÁFICO - máquina, caneta e papel, cabo disparador, tripé,
etc.
+++ COMIDAS E BEBIDAS+++
===O Sérgio sugeriu fazermos VINHO QUENTE , quem puder leve uma garrafa de
vinho. O Sérgio vai providênciar os outros ingredientes.
===BEBIDAS QUENTES - a seu gosto , como café , chá, chocolate, etc
===VAMOS FAZER ALGO À AMERICANA - levem lanches, salgados etc. e vamos deixar
tudo numa mesa a "self service"
Ía quase me esquecendo que isto será um encontro ASTRONÔMICO.
A não ser que vcs queiram transformá-lo num encontro ASTRO-GASTRONÔMICO.
Fiquem à vontade. Eu NÃO vou reclamar!
O Sérgio sugeriu até CHURRASCO. Quem quiser leve a CARNE já temperada, e o
carvão, caso não haja lá.
+++ROUPAS QUENTES+++
Parece óbvio mas é bom lembrar que se deve esperar MUITO FRIO durante a
madrugada.
MANTENHAM CONTATO
Vejo vocês no Planetário.
Abraços,
Ronaldo R. Pedrão
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
VII ENCONTRO COM CIENTISTAS
DATA: SÁBADO 19/06/2004
HORÁRIO: das 9h30 às 12h00
PALESTRANTE : PROF. RICARDO DE COSTA E SILVA ( pesquisador do GEISH /FE/UNICAMP)
TEMA: Sexualidade / Prevenção / Participação e Cultura de Paz
LOCAL: AUDITÓRIO DO PLANETÁRIO DO MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIAS DE CAMPINAS (MDCC)
INFORMAÇÕES : (19) 3241 0002 ( 9h às12h - 14h às 17h)
PROMOÇÃO: MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIAS DE CAMPINAS (MDCC) e
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CONVÊNIO: UNICAMP
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
EVENTO ASTRONÔMICO:
O CÉU DA NOITE DE SÃO JOÃO
QUARTA-FEIRA - 23/06/2004
das 18h às 20:30h
NO PLANETÁRIO DE CAMPINAS / MDCC ( TAQUARAL )
Entrada preferencial pelo portão 07, ao lado do Ginásio de Esportes
INFORMAÇÕES: Tel. (19) 3252 2598 - (19) 3294 5596
"O participante deste evento terão a oportunidade de observar através de
telescópios
mais um belo fenômeno astronômico: a aproximação aparente entre a Lua e o
planeta Júpiter.
( caso não haja nuvens impedindo a observação)."
Além de
Show musical com Amilton Roveran, Ana Grain de Carvalho e Vicente Monteiro
Projeção de audio visual / vídeo sobre o Sistema Solar
Sessão especial do Planetário: O CÉU DO INVERNO E VIAGEM A JÚPITER
EXPOSIÇÃO: IMAGENS DO UNIVERSO
INGRESSO:
INTEIRA - R$4,00
MEIA R$2,00 - crianças de 07 a 12 anos - estudantes com carteirinha
ISENTOS - maiores de 60 anos
PROMOÇÃO: MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIAS DE CAMPINAS
CONVÊNIO:
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
UNICAMP
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Olá...
Além do convite peço ajuda na divulgação.
Obrigada, Heloísa.
Planetario - MDCC
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Prezado Edson,
Excelente o site http://zebu.uoregon.edu/~imamura/122/jan17/mk.html, e muito boa
a tradução e oportunidade para discussão sobre a formação das linhas do
hidrogênio nas estrelas.
Os cursos do MDCC têm o efeito valioso de estimularem a busca de conhecimentos,
e estão de parabéns todos os professores do curso, Ronaldo, Orlando, Romildo. As
telas do Prof. Romildo no data show estão excelentes: de maneira simples e
direta somos levados a viajar pela ciência.
Fui buscar no famoso livro do Eisberg e Resnick (Física Quântica) algum texto
para entender a questão do espectro dos elementos, e então encontrei o seguinte
(exemplo 4-7, pág. 145, 4a ed.):
<<Estimar a temperatura de um gás contendo átomos de hidrogênio para o qual
serão observadas linhas da série de Balmer para o espectro de absorção.
Solução: A distribuição de probabilidade de Boltzmann mostra que a razão entre o
número n2 de átomos no primeiro estado excitado e o número n1 de átomos no
estado fundamental, em uma grande amostra em equilíbrio a uma temperatura T (em
Kelvin), é
n2/n1 = exp(-E2/kT)/exp(-E1/kT)
onde k é a constante de Boltzmann. Para átomos de hidrogênio, as energias
desses dois estados são: E1 = -13,6 eV, E2 = -3,39 eV. Portanto,
n2/n1 = exp-(-3,39+13,6)eV/[(8,62*10^5 eV/K)*T] = exp-(1,18*10^5 K)/T
Logo, uma fração significante dos átomos de hidrogênio estará inicialmente no
primeiro estado excitado quando T for da ordem de, ou maior que, 10^5 K, e
apenas quando absorvem a partir desse estado, eles podem produzir linhas de
absorção da série de Balmer.
As linhas de absorção de Balmer são na realidade observadas no gás hidrogênio de
algumas atmosferas estelares. Isto nos dá uma forma de estimar a temperatura da
superfície de uma estrela>>.
___________________________________________________________
Vê-se que há um fator 10 entre o texto do Eisberg e o do site uoregon (e das
classificações de estrelas).
Se utilizarmos a expressão do Eisberg para estimar a população de elétrons no
estado n=2 com T = 10^4 K, encontraremos (se não errei os cálculos!) n2/n1 =
7*10^-6 = (0,0007%), o que realmente parece muito pouco para se observar linhas
Balmer (se bem que não sei qual é a sensibilidade dos fotômetros).
Com T = 10^5 K, n2/n1 ~ 30%.
Como a classificação das estrelas é decorrente dos experimentos, portanto do que
é real, fica a dúvida do porque do fator 10 entre a experiência e a teoria.
"Só sabemos com exatidão quando sabemos pouco; com os conhecimentos vem a
dúvida". Goethe
Como o curso está nos ajudando com muitos conhecimentos, as dúvidas estão sendo
inevitáveis!
Muito grato!
Roberto
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=19237
JC e-mail 2542, de 09 de Junho de 2004.
Spirit acha alta concentração de sal em Marte
O chefe científico do projeto robótico da Nasa para Marte,
Steve Squyers, anunciou nesta terça-feira que o robô Spirit encontrou altas
concentrações de sal numa área da cratera Gusev, onde pousou em 3 de janeiro
Ele esclareceu, porém, que há indícios de que nessa área
existiu menos água do que em outra zona marciana, essa explorada pelo robô
Opportunity.
"Não estamos falando de grandes quantidades de água; não é
preciso que tenha sido um lago", completou. A descoberta de que houve água em
diferentes regiões de Marte torna cada vez mais plausível a hipótese de que um
dia existiu vida nesse planeta. (AFP)
(O Estado de SP, 9/6)
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Olá, pessoal
Pra quem está participando do curso, aí está a resposta sobre a diferença de
intesidade entre linhas espectrais de um mesmo elemento químico em estrelas de
diferentes tipos espectrais:
Retirado do site: http://zebu.uoregon.edu/~imamura/122/jan17/mk.html
TRADUÇÃO:
Formação das linhas do hidrogênio
As linhas (espectrais) do hidrogênio são fracas em estrelas frias, aumentam de
intesidade à medida que a temperatura aumenta, atingem um pico para estrelas A
(tipo espectral), e então se tornam novamente fracas à medida que a temperatura
continua a aumentar.
Questão: Por que todas as estrelas não apresentam linhas de hidrogênio fortes,
uma vez que o hidrogênio é o elemento mais abundante no universo?
A explicação está relacionada com a estrutura em níveis de energia do hidrogênio
(e de todos os outros elementos) e com a temperatura estelar.
Porque os elétrons são do "tipo preguiçoso", eles gostam de permanecer nos
níveis de energia mais baixos. Se eles se encontram em um estado de maior
energia (estado excitado), eles rapidamente retornam ao nível mais baixo de
energia (estado padrão). A única maneira de popular (estatisticamente falando)
um estado excitado é através de colisões com partículas de alta energia (outros
átomos ou elétrons) ou absorção de fótons - desde que esses eventos ocorram em
grande número por unidade de tempo, de maneira a superar a tendência de que
todas as coisas permaneçam no estado padrão.
Para as estrelas mais frias, os elétrons na maioria dos átomos de hidrogênio
estão no estado padrão. Assim, se uma absorção ocorre, uma linha Lyman é
prodizida. Como as linhas Lyman correspondem a transições "maiores", estas estão
na região ultravioleta e não apareceram na porção óptica do espectro
eletromagnético. Como resulatdo, em estrelas frias não se vê linhas de
hidrogênio fortes, porque não há elétrons suficientes no nível n=2.
Para estrelas mais quentes, o número de elétrons que podem ser "empurrados" para
o nível n=2 aumenta e consequentemente, o número de absorções por elétrons do
nível n=2 aumenta (linhas Balmer mais fortes são produzidas). Transições Balmer
são menos energéticas que transições Lyman e se encontram na porção óptica do
espectro.
Porém, a intensidade das linhas do hidrogênio não aumenta para sempre. Por quê
não?
Bem, quando as estrelas começam a se tornar suficientemente quentes, as colisões
em suas atmosferas são tão energéticas que elas liberam elétrons, isto é, os
átomos se tornam ionizados. Como as linhas são produzidas por elétrons mudando
de níveis de energia, se um átomo não possui elétrons ele não pode produzir
linhas espectrais! Devido a isso, nas estrelas muito mais quentes, linhas de
hidrogênio não são vistas.
A competição entre excitação e ionização atinge o máximo de intensidade para as
linhas do hidrogênio em estrelas com T (temperatura absoluta em K) da ordem de
8000K a 10000K, nas estrelas tipo A.
OBS: ATENÇÃO PARA A IMAGEM NO SITE ORIGINAL EXPLANANDO A PRODUÇÃO DE LINHAS DE
ABORÇÃO LYMAN E LINHAS DE EMISSÃO BALMER!
Cya
Edson
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
www.vt-2004.org
www.fcc.univap.br/~venus
Luiz Alves da Cunha
luiz_cunha@... <mailto:luiz_cunha@...>
-----Mensagem original-----
De: Mateus [mailto:mateuscampana@...]
Enviada em: segunda-feira, 7 de junho de 2004 17:29
Para: Aglomerado Aberto; Astronomia
Assunto: [aster] Softwares da UNESCO
Caros amigos,
Encontrei no site da UNESCO um link para baixar programas sobre astronomia.
Quem quiser , acesse o site
http://www.unesco.org/cgi-bin/webworld/portal_freesoftware/cgi/page.cgi?g==S
oftware%2FScience___Education%2FAstronomy%2Findex.shtml&d==1
Abracos
Mateus Betanho Campana
Profissional de Educacao Fisica
CREF 037479/G
=======[Ronaldo]Caros Amigos,
Para quem recebe e-mails sem formatação em Html:
O link acima é muito grande para caber em uma linha.
Você devem copiar as duas linhas e colar no formulário de endereço do seu
navegador.
[NDM]
---------------------------------
Yahoo! Mail - Participe da pesquisa global sobre o Yahoo! Mail. Clique aqui!
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Links do Yahoo! Grupos
---
Incoming mail is certified Virus Free.
Checked by AVG anti-virus system (http://www.grisoft.com).
Version: 6.0.698 / Virus Database: 455 - Release Date: 02/06/2004
---
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Checked by AVG anti-virus system (http://www.grisoft.com).
Version: 6.0.698 / Virus Database: 455 - Release Date: 02/06/2004
Caros amigos,
Encontrei no site da UNESCO um link para baixar programas sobre astronomia. Quem
quiser , acesse o site
http://www.unesco.org/cgi-bin/webworld/portal_freesoftware/cgi/page.cgi?g=Softwa\
re%2FScience___Education%2FAstronomy%2Findex.shtml&d=1
Abracos
Mateus Betanho Campana
Profissional de Educacao Fisica
CREF 037479/G
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[Ronaldo]Caros Amigos,
Para quem recebe e-mails sem formatação em Html:
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Para quem se interessa por Buracos-Negros, vai ai um link que vale a pena ser
visitado. http://www.spacetelescope.org/news/html/heic0409.html
Abracos
Mateus Betanho Campana
Profissional de Educacao Fisica
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"Irineu Felippe" <ifelippe@t...> escreveu
> Ronaldo,
>
> Embora não tenha Yahoo, acho que por ter criado uma senha para
freqüentar
> o grupo Urânia e usando a mesma senha, tive acesso normalmente às
fotos.
>
> Um abraço.
>
> Irineu
========
Olá,
Pode ser que haja uma forma de se acessar os arquivos sem ter a
ID/email do Yahoo.
Também pode ser por causa das configurações do grupo.
Pode estar relacionado ao perfil dos membros no Yahoo.
Já pedi ajuda ao Yahoo mas não obtive resposta.
Consegui deixar as mensagens ao acesso público, mas não os arquivos,
sem expor o grupo a spam/vírus.
Tentem acessar os arquivos, e me informem se conseguirem.
Continuemos tentando.
[]s
Ronaldo
Ronaldo,
Embora não tenha Yahoo, acho que por ter criado uma senha para freqüentar
o grupo Urânia e usando a mesma senha, tive acesso normalmente às fotos.
Um abraço.
Irineu
-------------------------------------------------------------
----- Original Message -----
From: "aster_site" <rrpedrao@...>
To: <aster@...>
Sent: Saturday, May 29, 2004 4:37 PM
Subject: [aster] Fotos da visita ao Observatorio
Olá,
As fotos da visita ao Observatorio Abraão de Moraes já estão no
arquivo do grupo: http://br.photos.groups.yahoo.com/group/aster/lst .
Infelizmente, apenas quem tem ID/e-mail do Yahoo pode acessar os
arquivos.
Quem não tem pode pedir para mim ( rrpedrao@... ) ou ao Irineu
( ifelippe@... )
Abraços,
Ronaldo R. Pedrão
Links do Yahoo! Grupos
Olá,
As fotos da visita ao Observatorio Abraão de Moraes já estão no
arquivo do grupo: http://br.photos.groups.yahoo.com/group/aster/lst .
Infelizmente, apenas quem tem ID/e-mail do Yahoo pode acessar os
arquivos.
Quem não tem pode pedir para mim ( rrpedrao@... ) ou ao Irineu
( ifelippe@... )
Abraços,
Ronaldo R. Pedrão
PLANETÁRIO DE CAMPINAS /MDCC
Convênio:
PREFEITURA DE CAMPINAS (Secretaria Municipal de Educação)UNICAMP (Pró-
Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários)FUNCAMP e ACIESP
CURSO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA:
ASTRONOMIA SIDERAL
01a 29 de junho de 2004
Terças e quintas-feiras, das 19h 30min às 21h 00min
Conteúdo:
·Reconhecimento de estrelas e constelações
·Distâncias, brilhos, cores e temperaturas estelares
·Os espectros e a constituição físico-química das estrelas
·O diagrama HR
·Estrelas binárias e massas estelares
·As dimensões das estrelas
·Estrelas múltiplas e variáveis
·As nebulosas e a evolução estelar
·Características físicas do Sol
Professores:
Ronaldo Rogério Pedrão
Orlando Rodrigues Ferreira
Romildo Póvoa Faria
Inscrições:
·Segundas às sextas-feiras: das 9 às 12h, das 14 às 18h e
das 19 às
21h
·Sábados e domingos: das 9 às 12h e das 14 às 18h
Local:
Planetário de Campinas / MDCC - Parque Portugal (da Lagoa do
Taquaral), entrada preferencial: portão 7, próximo ao
Ginásio de
Esportes.
Vagas ................... 55
Taxa única .............. R$ 15,00
Público alvo .............adultos e maiores que 12 anos
Informações ............. Telefones (19) 3252-2598 e 3294-5596