Amigos, recebi a carta abaixo, que recebi de meu amigo
Alberto Monteiro. Ele faz um trabalho importante em
defesa da vida. Seus argumentos são sólidos e
comprovados. Encaminho a vocês para sua análise
e reflexão. Abraço, Fred.
-------------------
Quinta Feira, 28 de setembro de 2006
A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA
VIDA HUMANA:
A pedido de deputada Jandira Feghali, candidata ao Senado pelo
Estado do Rio de Janeiro, quarta feira dia 20 de setembro a
residência do Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro foi vasculhada
por oficiais da justiça do Tribunal Regional Eleitoral.
Os vários oficiais do TRE-RJ entraram com um mandado de
busca e apreensão no Palácio São Joaquim, residência do Cardeal
Dom Eusébio Scheid, também sede da Cúria Episcopal do Rio de
Janeiro, e vasculharam todo o prédio na tentativa de encontrar
panfletos supostamente confeccionados pela diocese denunciando o
envolvimento da deputada com a legalização do aborto no Brasil.
Nada foi encontrado. O desembargador Luiz Felipe Francisco, do
TRE-RJ havia determinado a busca e apreensão destes panfletos que
estariam veiculando à população a atividade da deputada em favor da
legalização do aborto no Brasil.
Segundo declaração de Dom Eusébio Scheid ao jornal O Globo,
"Eles revistaram todo o prédio. Até o meu gabinete particular,
que eu só abri para o Papa. E eles estiveram na minha casa sem que
eu estivesse presente".
[O Globo, 26 setembro 2006, pagina 13]
Na segunda feira, dia 25 de setembro de 2006, os oficiais de
justiça do TRE-RJ voltaram ao Palácio São Joaquim,
novamente a pedido da deputada Jandira Feghali, para entregar uma
intimação assinada pelo mesmo juiz proibindo o clero do Rio de
Janeiro de manifestar-se sobre o tema aborto sob pena de
desobediência a uma ordem judicial. O texto da intimação dizia:
"Determino a notificação do Cardeal D. Eusébio Oscar Scheid,
assim como do Bispo Auxiliar, D. Dimas Lara Barbosa, no sentido
de que orientem a todos os Párocos, Vigários Paroquiais e
Diáconos ou a eventuais celebrantes de ofícios religiosos, no
sentido de que se abstenham de qualquer tipo de comentário ou
referência político-ideológica, sob pena de caracterizar-se
desobediência à presente ordem judicial".
Para consultar os dados do processo abra o endereço do Tribunal
Regional Eleitoral:
http://www.tse.gov.br/sadJudSadpPush/pesquisa.jsp
Em seguida no campo "Escolha o Tribunal" selecione a opção
TRE-RJ, clique na opção "Partes", preencha o campo
"Consulta por Partes: Nomes" com a palavra "Arquidiocese" e
pressione o botão "Prosseguir". O processo está registrado por
"DIVULGAÇÃO DE PROPAGANDA ELEITORAL
NEGATIVA, BUSCA E APREENSÃO DE
PANFLETOS, DIFAMAÇÃO E INJÚRIA CONTRA
[A CANDIDATA] JANDIRA FEGHALI".
Segundo o jornal O Globo,
"visivelmente ofendido, Dom Eusébio recebeu o oficial, mas
recusou-se a assinar a notificação. "Na minha vida de bispo eu
nunca fui notificado ou intimado, mesmo durante o período de
exceção. A seu tempo, vou dar uma resposta a isso".
[O Globo, 26 de setembro de 2006, pag. 13]
A resposta veio sob a forma de um comunicado oficial da Arquidiocese
publicado na terça feira dia 26 de setembro de 2006, onde se
lê:
"NOTA OFICIAL DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE
JANEIRO
Em setembro de 2005, a Secretaria Especial de Políticas para
Mulheres, diretamente subordinada à Presidência da República,
encaminhou à Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara
dos Deputados um Projeto de Lei elaborado por uma Comissão
Tripartite (integrada por representantes dos Poderes Executivo e
Legislativo e de entidades da sociedade civil, em cuja participação
a Igreja Católica não foi admitida), e que propunha a
descriminalização do aborto no Brasil.
No dia 4 de outubro de 2005, a relatora, Deputada Jandira
Feghali, apresentou parecer incorporando o relatório dessa Comissão
Tripartite a um substitutivo do PL - Projeto de Lei 1135, de
1991, definindo o aborto como um direito da mulher, e
PROPONDO EXTINGUIR TODOS OS ARTIGOS DO
CÓDIGO PENAL BRASILEIRO QUE DEFINEM O
CRIME DE ABORTO. COM ISTO, TODOS OS
TIPOS DE ABORTO DEIXARIAM DE SER CRIME
E A PRÁTICA SE TORNARIA LEGAL, POR
QUALQUER MOTIVO, EM QUALQUER MOMENTO
DA GRAVIDEZ, ISTO É, DURANTE TODOS OS
NOVE MESES, DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ O
MOMENTO DO PARTO. Esse fato pode ser constatado no site
oficial da Câmara dos Deputados:
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/361656.pdf
Veja-se também:
http://www.jandirafeghali.com.br/site/index.php?option=content&task=view&id=913&\
Itemid=2
Diversos grupos da sociedade civil têm se organizado no sentido de
tornar conhecida essa atividade, em si mesma pública, da
Parlamentar. Na quinta-feira, dia 21 de setembro de 2006, no
entanto, a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro foi
surpreendida com um Mandado de Busca e Apreensão de "material de
propaganda eleitoral em desfavor" da candidata Jandira Feghali ao
Senado. Esse Mandado foi conseqüência de uma representação da
Coligação "Um Rio Para Todos" (PT, PSB e PC do B) ao
TRE - Tribunal Regional Eleitoral.
Em cumprimento ao Mandado de Busca e Apreensão, os Oficiais de
Justiça e a Advogada da Coligação vistoriaram todas as
dependências da Sede da Arquidiocese, não respeitando nem mesmo o
Gabinete Oficial do Eminentíssimo Senhor Cardeal e os Gabinetes
dos Excelentíssimos Senhores Bispos Auxiliares. O material
procurado não foi encontrado, e não era de autoria nem de
responsabilidade da Arquidiocese.
Ontem, dia 25 de setembro, às 15h11min, o Eminentíssimo
Senhor Cardeal Dom Eusébio Oscar Scheid, Arcebispo do Rio de
Janeiro e o Excelentíssimo Senhor Bispo Auxiliar, Dom Dimas
Lara Barbosa, foram notificados do teor da seguinte liminar: que
orientem "a todos os párocos, vigários paroquiais e diáconos ou
eventuais celebrantes de ofícios religiosos, no sentido de que se
abstenham de qualquer tipo de comentário ou referência
político-ideológica, sob pena de caracterizar-se desobediência à
presente ordem judicial".
Nesse mesmo dia 25 de setembro, no entanto, o Colegiado do
próprio TRE cassou essa liminar, por cinco votos a um. Afinal, a
Constituição Brasileira foi respeitada e prevaleceu a democracia.
É direito do eleitor conhecer seus candidatos e sua atuação. Por
outro lado, espera-se de todo candidato a devida transparência em
todos os seus atos e propostas.
Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2006
DOM ASSIS LOPES, BISPO AUXILIAR DO RIO
E MODERADOR DA CÚRIA"
A íntegra da nota pode ser lida no próprio site da CNBB, que fêz
sua, em todos os pontos, o texto da nota da Diocese do Rio de Janeiro:
http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&subop=12801
Segundo notícia publicada sexta feira pelo jornal
O Globo, a advogada da deputada, a Dra. Rosana dos Santos
Alcântara, afirmou à imprensa que
"O pedido [da candidata Jandira Feghali ao TRE] denuncia
prática de irregularidade na campanha eleitoral, que é a
participação da Igreja no processo eleitoral. A participação da
Igreja pode desequilibrar o pleito eleitoral".
[O Globo, 22 de setembro de 2006, página 20]
As ações movidas pela deputada vão contra os princípios
constitucionais de liberdade de expressão e contra os interesses do
eleitorado que devem ser informados sobre a plataforma de ação dos
candidatos.
A Deputada Jandira Feghali não admite que se divulgue que ela é
uma das principais promotoras da completa legalização do aborto no
Brasil e que foi a principal aliada do governo Lula no congresso na
tramitação do substitutivo do Projeto de Lei 1135/91 que
descriminaliza o aborto durante todos os nove meses da gravidez.
A QUASE TOTALIDADE DOS ELEITORES DO RIO
DE JANEIRO IGNORA INTEIRAMENTE ESTES
FATOS E NÃO VOTARIA NA CANDIDATA SE OS
SOUBESSE.
A ação foi movida porque no domingo passado, dia 17 de setembro de
2006, a organização Frente Carioca em Defesa da Vida
distribuíu milhares de folhetos em todo o Rio de Janeiro, explicando
o envolvimento da deputada Jandira Feghali com a legalização do
aborto no Brasil. Imediatamente a deputada abriu um processo contra a
Arquidiocese do Rio de Janeiro que nada teve a ver com o assunto. O
desembargador Luiz Felipe Francisco, que autorizou a busca na
residência do Cardeal Arcebispo, que não encontrou nada, afirmou
na documentação processual que a deputada
"está sofrendo forte constrangimento à sua candidatura com a
distribuição dos panfletos".
[O Globo, 22 de setembro de 2006, página 20]
A Frente Carioca pela Vida, que distribuíu os folhetos no domingo
dia 17, publicou uma carta aberta em seu blog assumindo a
responsabilidade pela distribuição dos folhetos.
http://jandiranao.blogspot.com/2006/09/carta-aberta-ancelmo-goes-e-o-globo.html
==========================================
ENTENDA POR QUE A PROPOSTA DO GOVERNO
LULA LEGALIZA O ABORTO DURANTE TODOS OS
NOVE MESES DA GRAVIDEZ
=========================================
A proposta do governo Lula para a total descriminalização do aborto
no Brasil foi entregue no dia 27 de setembro de 2005, ao
Deputado Benedito Dias, presidente da Comissão de Seguridade
Social e Família da Câmara dos Deputados, pela Ministra
Nilcéia Freire, logo após reunir-se com o Presidente Lula para,
conforme o jornal O Estado de São Paulo, obter o seu aval. O
projeto foi entregue à relatoria da deputada federal Jandira Feghali
do PC do B do Rio de Janeiro, que a partir daí veio a ser a
principal aliada do governo e impulsionadora do projeto no legislativo,
passando a tramitar na Câmara dos Deputados sob o nome de técnico de
Substitutivo do PL 1135/91.
A leitura do texto do projeto de lei preparado pela Comissão
Tripartite mostra que o mesmo foi redigido em uma linguagem apropriada
para enganar o grande público.
No início do projeto, os artigos primeiro e segundo declaram que
"O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Toda mulher tem o direito à interrupção voluntária de
sua gravidez, realizada por médico e condicionada ao consentimento
livre e esclarecido da gestante.
Art. 2º Fica assegurada a interrupção voluntária da gravidez
até doze semanas de gestação",
Estes dois primeiros artigos, enganosamente, induzem o leitor
desavisado a crer que o aborto será legal apenas durante as doze
primeiras semanas de gravidez. Porém, depois de vários outros
artigos, quando o projeto já se encerra naquela seção onde as leis
costumam afirmar que "revogam-se as disposições em contrário", o
projeto da Comissão Tripartite, em vez de revogar "as disposições
em contrário", diz algo ligeiramente diferente e declara que:
"Art. 9º Revogam-se os arts. 124, 126, 127 e 128
do Código Penal".
A maioria das pessoas não sabem de memória o que são os artigos
124, 126, 127 e 128 do Código Penal. Acostumadas
dezenas de vezes, ou algumas até milhares de vezes, a saber que todas
as leis sempre terminam quase sempre pelas palavras "revogam-se as
disposições em contrário", passam adiante do artigo nono do
Projeto da Comissão Tripartite supondo que deve-se tratar de
simples burocracia jurídica.
Mas são justamente estes artigos revogados os que fazem toda a
diferença. Estes artigos revogados pelo Projeto são nada mais nada
menos do que simplesmente todos os artigos do Código Penal que
definem que o aborto é crime, exceto aquele que declara ser crime
provocar o aborto sem o consentimento da gestante. Isto significa que
a parte principal do projeto é justamente o último artigo, e não os
oito anteriores, e que a verdadeira causa por que o aborto deixará de
ser crime não é o artigo 2 onde se menciona o prazo de doze semanas,
mas sim o último artigo, semelhante na forma a uma disposição
redundante, mas que extingue completamente qualquer tipificação do
crime de aborto do sistema penal brasileiro, desde que não seja
praticado contra a vontade da gestante. Se não existe mais qualquer
crime de aborto, o aborto pode ser praticado em qualquer momento, por
qualquer motivo. Pode ser praticado em qualquer momento da gravidez.
As pessoas pensavam que estavam lendo um projeto que legaliza o aborto
até o terceiro mês, mas terão aprovado uma uma lei onde o aborto
estará legalizado durante todos os nove meses da gravidez, desde a
concepção até o momento do parto.
A armadilha foi denunciada por vários grupos a favor da vida desde o
momento em que o projeto foi apresentado, mas nunca foi publicada uma
única palavra a respeito por nenhum jornal, estação de rádio ou
canal de televisão. Ao contrário, toda a mídia repetiu
incessantemente para o público brasileiro que o projeto legalizaria o
aborto apenas durante os três primeiros meses da gestação.
O ocultamento do verdadeiro objetivo do projeto, o de descriminalizar
o aborto durante todos os nove meses da gestação, foi denunciado por
três especialistas convocados pela própria Câmara dos Deputados a
participar de uma audiência pública sobre o projeto apresentado,
ocorrida no Plenário 7 da Câmara dos Deputados no dia 22 de
novembro de 2005. A audiência não foi televisionada para o
público, ao contrário do que costuma acontecer em questões desta
envergadura. Os conhecidos juristas Dr. Ives Gandra Martins de
São Paulo, constitucionalista de São Paulo, Dr. Paulo
Silveira Leão, procurador no Rio de Janeiro e o Dr. Claúdio
Fonteles, ex Procurador Geral da República, denunciaram
claramente que o último artigo do mesmo liberaria totalmente o aborto
desde a concepção até o momento do parto, não importando o que os
oito artigos precedentes pudessem aparentemente afirmar em contrário.
Estavam presentes à audiência vários dos deputados que iriam votar o
tema e, em número ainda maior, os representantes da maioria dos
principais jornais do Brasil.
No entanto, durante as semanas seguintes, toda a imprensa no Brasil
omitiu que o projeto legalizaria o aborto durante todos os nove meses da
gestação e continuaram afirmando para o público que o projeto
liberaria o aborto apenas durante os três primeiros meses. A única
exceção a esta obra de desinformação coletiva, que não é
possível que não seja proposital a menos que a classe dos jornalistas
seja radicalmente incompetente para exercer suas atribuições de
informar, através de um artigo publicado em 1 de dezembro de
2005, no Diário do Comércio, no qual se lia que
"O projeto derroga todos os artigos do Código Penal que classificam
o aborto como crime. Como no texto eles são citados apenas por
número, sem menção ao seu conteúdo, o público não atina de
imediato com a importância de sua revogação. E o fato é que,
cancelada a vigência desses artigos, nenhum aborto será crime, mesmo
praticado depois de doze semanas de gravidez, mesmo praticado cinco
minutos antes do parto, mesmo praticado em bebês completamente
formados e sãos. A redação mesma da lei foi obviamente calculada
para que o público e os próprios parlamentares, acreditando aprovar
uma coisa, consentissem em outra completamente diversa. O engodo vem
ainda reforçado pela propaganda, que alardeia a permissão limitada,
bem como pela totalidade da mídia cúmplice que esconde da população
o sentido real do projeto. NÃO SE CONHECE EXEMPLO
DE TAMANHA VIGARICE LEGISLATIVA EM
TODA A HISTÓRIA DO DIREITO UNIVERSAL.
TALVEZ AINDA MAIS DEPLORÁVEL QUE O
FENÔMENO EM SI É A PLACIDEZ INDIFERENTE
COM QUE OS "FORMADORES DE OPINIÃO"
ASSISTEM A ESSA COMPLETA DEGRADAÇÃO DO
SENTIDO MESMO DA ORDEM JURÍDICA".
http://net.dcomercio.com.br/WebSearch/v.asp?TxtId=126012&SessionID=349378168&id=\
2&q=(Apoteose%20da%20Vigarice)
==========================================
ENTENDA ALGUMAS OUTRAS COISAS QUE A
IMPRENSA OCULTA DO PÚBLICO BRASILEIRO
=========================================
Durante os últimos dois anos, além de muitas outras coisas, a
imprensa brasileira também tem ocultado do público brasileiro que:
=========================================
1. EM DEZEMBRO DE 2004, O PRESIDENTE
LULA ASSINOU UM DOCUMENTO OFICIAL
COLOCANDO ENTRE AS PRIORIDADES DE SEU
GOVERNO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO
BRASIL.
=========================================
O documento é o "Plano Nacional de Políticas para as
Mulheres", à página 64, em sua prioridade 3.6, que pode ser
encontrado no endereço:
http://200.130.7.5/spmu/docs/PNPM.pdf
=========================================
2. EM ABRIL DE 2005, O GOVERNO LULA, EM
DOCUMENTO OFICIAL ENTREGUE À ONU,
COMPROMETEU-SE INTERNACIONALMENTE A
LEGALIZAR O ABORTO NO BRASIL.
=========================================
Isto pode ser lido no documento chamado Segundo Relatório do Brasil
sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao
Comitê de Direitos Humanos da ONU em 11 de abril de 2005,
onde o governo Lula compromete-se a legalizar o aborto no Brasil
quando declara:
"Outro assunto que deve ser considerado é a questão dos direitos
reprodutivos. O atual governo brasileiro assumiu o compromisso de
revisar a legislação repressiva do aborto para que se respeite
plenamente o princípio da livre eleição no exercício da sexualidade
de cada um. O Código Penal brasileiro data de 1940. Apesar
das reformas que se introduziram, persistem algumas cláusulas
discriminatórias. O próprio Código estabelece duras penas para
quem aborta, exceto em casos de risco iminente para a mãe e nas
gestações frutos de estupro. A legislação brasileira ainda não se
ajustou à recomendação da Plataforma de Ação da Conferência
Mundial de 1995 sobre a Mulher, realizada em Pequim, na qual o
aborto foi definido como questão de saúde pública. O Governo do
Brasil confia que o Congresso Nacional leve em consideração um dos
projetos de lei que foram encaminhados até ele para que seja corrigido
o modo repressivo com que se trata atualmente o problema do aborto".
[Segundo Relatório Periódico do Brasil ao Comitê de Direitos
Humanos da ONU:
http://www.ohchr.org/english/bodies/hrc/hrcs85.htm]
=========================================
3. EM AGOSTO DE 2005 O PRESIDENTE LULA
ESCREVEU UMA CARTA À CNBB, AMPLAMENTE
DIVULGADA EM SUA ÍNTEGRA PELA
IMPRENSA, EM QUE NEGA QUALQUER
INTENÇÃO DE LEGALIZAR O ABORTO NO
BRASIL.
=========================================
A carta é datada de 8 de agosto de 2005 e nela se lia:
"Reafirmo nosso compromisso com a afirmação da dignidade humana em
todos os momentos e circunstâncias e com a rigorosa proteção do
direito dos indefesos. Nesse sentido quero, pela minha
identificação com os valores éticos do Evangelho, e pela fé que
recebi de minha mãe, reafirmar minha posição em defesa da vida em
todos os seus aspectos e em todo o seu alcance. Nosso governo não
tomará nenhuma iniciativa que contradiga os princípios cristãos,
como expressamente mencionei no Palácio do Planalto. Luiz Inácio
Lula da Silva, presidente da República Federativa do Brasil".
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1008200506.htm
No dia seguinte o jornal O Estado de São Paulo comentava a
reação dos bispos à carta do presidente:
"Pura hipocrisia", disse o cardeal Eusébio Scheid, o arcebispo
do Rio. "O presidente vai enganar a todos aqui, pois ninguém sabe
o que está acontecendo." Para o secretário-geral da CNBB, d.
Odilo Pedro Scherer, as palavras de Lula não correspondem à
realidade".
http://txt.estado.com.br/editorias/2005/08/10/pol022.xml
=========================================
4. EM SETEMBRO DE 2005 O GOVERNO LULA
ELABOROU E ENTREGOU À CÂMARA DOS
DEPUTADOS UM PROJETO DE LEI QUE REVOGA
TODOS OS ARTIGOS DO CÓDIGO PENAL QUE
DEFINEM COMO CRIME QUALQUER TIPO DE
ABORTO, REDEFININDO A PRÁTICA COMO UM
DIREITO E TORNANDO-A LEGAL DURANTE
TODA A GRAVIDEZ.
=========================================
A deputada Jandira Feghali, atual candidata ao Senado pelo Estado
do Rio de Janeiro, foi a principal aliada do governo no Congresso na
tentativa de legalizar o aborto durante todos os nove meses da gravidez
no Brasil.
=========================================
5. EM ABRIL DE 2006 A DESCRIMINALIZAÇÃO
DO ABORTO FOI OFICIALMENTE INCLUÍDA
PELO PT COMO DIRETRIZ DO PROGRAMA DE
GOVERNO PARA O SEGUNDO MANDATO DO
PRESIDENTE LULA.
=========================================
O documento intitulado "Diretrizes para a Elaboração do Programa
de Governo", oficialmente aprovado pelo Partido dos Trabalhadores
no 13º Encontro Nacional do PT ocorrido em São Paulo entre os
dias 28 e 30 de abril de 2006, contém as seguintes
diretrizes:
"Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo -
Eleição Presidencial de 2006:
A vitória de Lula e das forças populares em 2006 será um passo
fundamental para dar novo impulso à mudança histórica anunciada em
2002, iniciada nos últimos três anos, e para cuja aceleração
estão criadas condições excepcionais, dentre outros fatores pelas
reformas até agora já realizadas. É necessário, assim, anunciar
as grandes diretrizes do Programa de Governo 2006, que dará novo
impulso ao processo em curso.
[...]
35. O segundo Governo deve consolidar e avançar na implementação
de políticas afirmativas e de combate aos preconceitos e à
discriminação. As políticas de igualdade racial e de gênero e de
promoção dos direitos e cidadania de gays, lésbicas, travestis,
transexuais e bissexuais receberão mais recursos. O GOVERNO
FEDERAL SE EMPENHARÁ NA AGENDA
LEGISLATIVA QUE CONTEMPLE A
DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO".
http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=43228
=========================================
6. UM PACTO DE SILÊNCIO COSTURADO PELO
GOVERNO COM POLÍTICOS, ONGS E IMPRENSA
ESCONDE ESTAS E OUTROS TEMAS
RELACIONADOS DO PÚBLICO ELEITOR.
=========================================
Estas informações estão sendo mantidas ocultas para o público
eleitor, porque a grande maioria do povo brasileiro é maciçamente
contrária à legalização do aborto.
Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE em 2005, 97% do povo
brasileiro é contrário à legalização do aborto. Confira na
página 32 da pesquisa, onde apenas 3% das pessoas entrevistadas se
declaram a favor da liberalização do aborto:
http://www2.ibope.com.br/CalandraKBX/filesmng.nsf/Opiniao%20Publica/Downloads/op\
p008_catolicos_brasileiros_nucleo3.pdf/$File/opp008_catolicos_brasileiros_nucleo\
3.pdf
=========================================
7. O BRASIL ESTÁ ENFRENTANDO O MAIOR
ATAQUE JÁ DESENCADEADO CONTRA A
DIGNIDADE DA VIDA HUMANA QUE JÁ HOUVE
EM SUA HISTÓRIA.
=========================================
O problema transcende o Brasil e representa o coroamento de
investimentos estrangeiros de várias décadas que pretendem impor o
aborto não só ao Brasil como também a toda a América Latina e a
todo o mundo. Durante o ano corrente de 2006 criou-se
PROPOSITALMENTE, POR MOTIVOS
ELEITORAIS, a ilusão de que o assunto havia retornado a um
segundo plano. Na realidade, o povo está sendo
DELIBERADAMENTE mantido em uma doce calmaria por parte de
políticos e da imprensa que DE CASO PENSADO ocultam fatos
para que os eleitores possam votar com tranquilidade nos candidatos que
a partir de 2007 voltarão a impor a qualquer custo a completa
legalização do aborto no Brasil.
Procuraremos manter informados a todos os que receberem esta mensagem
sobre o desenvolvimento dos fatos.
LEIA E DIVULGUE ESTA MENSAGEM A TODA A
SUA LISTA DE CORREIO.
AGRADECEMOS A TODOS PELO TÃO IMENSO BEM
QUE ESTÃO AJUDANDO A FAZER.
Alberto R. S. Monteiro
---------------------------------
Yahoo! Search
Música para ver e ouvir: You're Beautiful, do James Blunt
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]