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agile-bahia · Agile Bahia

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#246 De: Paulo Leite <ptvalois@...>
Data: Qui, 9 de Set de 2010 12:58 pm
Assunto: Re: Certificação ScrumMaster (CSM) em Salvador - Dezembro de 2010
ptvalois
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Rodigo,

Tenho interesse em participar do treinamento.

Atc,

Paulo Valois Leite.

--- Em qui, 26/8/10, ronaldoeller@... <ronaldoeller@...> escreveu:

De: ronaldoeller@... <ronaldoeller@...>
Assunto: Re: [agile-bahia] Certificação ScrumMaster (CSM) em Salvador - Dezembro de 2010
Para: agile-bahia@...
Data: Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010, 11:07

 

Olá, Rodrigo. Tudo bem? eu tenho interesse.

Sds,

Ronaldo Eller

> Olá *Pessoal*,
>
> A *GoToAgile!*, empresa do instrutor *Michel Goldemberg*, está planejando
> oferecer o *Curso de Certificação ScrumMaster (CSM) em Salvador* no início
> do mês de *dezembro de 2010*.
>
> Escrevo para saber do interesse de vocês em participar do curso.
>
> Aproveito para informar que para os integrantes do *Agile-Bahia *receberão
> um desconto especial.
>
> Aguardo o retorno de todos e coloco-me à disposição para quaisquer
> dúvidas.
>
> Cordialmente,
> *Rodrigo Cursino*
> (81) 8849-12732
>
> ======================
>
> *Curso** **Certified** **ScrumMaster - CSM*
>
> Neste treinamento de dois dias você não somente conhecerá os fundamentos
> do
> Scrum, mas terá experiências *hands-on* usando Scrum. Este treinamento
> coloca a teoria em ação através de várias atividades práticas que simulam
> em
> sala de aula o funcionamento do Scrum.
>
> Durante o treinamento, os participantes irão entender como um simples –
> mas
> eficiente – processo como Scrum pode transformar os resultados de uma
> empresa. Os participantes deste treinamento irão adquirir experiência com
> as
> ferramentas utilizadas no Scrum e em atividades ligadas a Product e Sprint
> Backlogs, Daily Meetings, Sprint Planning Meeting, Review, Retrospectives
> e
> Burndown charts. Irão também aprender como aplicar Scrum em diversos tipos
> de projetos, do *single collocated team* ao time distribuído em ambiente *
> off-shore*.
>
> *Sobre o Instrutor:*
>
> Michel Goldenberg é co-fundador do Grupo de usuário Scrum de Montreal, um
> dos maiores grupos de usuários Scrum do Canadá. Michel vem divulgando o
> Framework Scrum na comunidade de Montreal e pelo mundo através de
> palestras
> e treinamentos. Além disso, Michel presta consultoria e é Agile Coach em
> grandes empresas no Canadá.
>
> Com mais de dez anos em TI e cinco anos trabalhando em projetos Scrum,
> Michel Goldenberg foi percebendo aos poucos os motivos que atrapalhavam a
> aceitação de Scrum dentro das empresas, e concluiu que o motivo principal
> era os erros de planejamentos.
>
> O que diferencia os consultores é a paixão verdadeira por suas atividades.
> Michel tem uma paixão especial pelo Agile Estimating and Planning, em
> criar
> times unidos e bem balanceados, e maximizar o ROI (Retorno de
> Investimento)
> dos projetos nos quais ele trabalha como Coach e aonde vem ajudando muitos
> times a reerguerem e retomarem projetos considerados de insucesso até sua
> atuação.
>
> Para maiores informações, consulte:
>
> http://twitter.com/Michel_Golden
> http://ca.linkedin.com/in/mgoldenb
> http://www.scrumalliance.org/profiles/38596-michel-goldenberg
>
> ======================
>


 

#247 De: Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 1:45 am
Assunto: As coisas estão mudando...
odiamp
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Pessoal,

Recebi este convite eletrônico [1] da MundoPM, que é uma revista
voltada para o gerenciamento de projetos. É para o evento "Projetos de
Desenvolvimento de Software". Vejam os temas e os palestrantes. Onde
anteriormente RUP e PMBoK dominavam, olhem o que vem agora.

[]s, LC


[1] http://www.mundopm.com.br/emailmkt/emkt_software.html

#248 De: Alex Chastinet <alexchastinet@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 12:50 pm
Assunto: Re: As coisas estão mudando...
alexchastine...
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É verdade.

Podemos observar ações de aproximação do PMI com a comunidade Ágil nos últimos anos. A presença de Ricardo Vargas no Scrum Gathering de São Paulo é uma prova disso. Eles já perceberam que não podem ficar para trás, que precisam se renovar e reconhecer as novas propostas.

Na sexta-feira passada (17/09) Fábio Akita disse para mim que iria palestrar em evento do PMI-SP esta semana. Eu gostaria muito de ver a reação dos gerentes tradicionais a uma palestra do Akita.


Abraço,
Alex Chastinet

Em 19 de setembro de 2010 22:45, Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...> escreveu:
Pessoal,

Recebi este convite eletrônico [1] da MundoPM, que é uma revista
voltada para o gerenciamento de projetos. É para o evento "Projetos de
Desenvolvimento de Software". Vejam os temas e os palestrantes. Onde
anteriormente RUP e PMBoK dominavam, olhem o que vem agora.

[]s, LC


[1] http://www.mundopm.com.br/emailmkt/emkt_software.html


#249 De: Ramon Durães <ramonduraes@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 12:51 pm
Assunto: Re: As coisas estão mudando...
ramonduraes
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Já está tendo impacto sim em todo o mercado. Em todos os cantos você encontra muitas pessoas que já gastaram muita grana em projetos tradicionais e agora estão dispostos a mudar. 

Em 19 de setembro de 2010 22:45, Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...> escreveu:
 

Pessoal,

Recebi este convite eletrônico [1] da MundoPM, que é uma revista
voltada para o gerenciamento de projetos. É para o evento "Projetos de
Desenvolvimento de Software". Vejam os temas e os palestrantes. Onde
anteriormente RUP e PMBoK dominavam, olhem o que vem agora.

[]s, LC

[1] http://www.mundopm.com.br/emailmkt/emkt_software.html



#250 De: Luciano Borges <lucianosantosborges@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 1:00 pm
Assunto: Re: As coisas estão mudando...
lucianosanto...
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Poderíamos mandar os vídeos do LinguÁgil para essa galera como brinde. hehehehe

Em 20 de setembro de 2010 09:51, Ramon Durães <ramonduraes@...> escreveu:
 

Já está tendo impacto sim em todo o mercado. Em todos os cantos você encontra muitas pessoas que já gastaram muita grana em projetos tradicionais e agora estão dispostos a mudar. 

Em 19 de setembro de 2010 22:45, Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...> escreveu:
 

Pessoal,



Recebi este convite eletrônico [1] da MundoPM, que é uma revista
voltada para o gerenciamento de projetos. É para o evento "Projetos de
Desenvolvimento de Software". Vejam os temas e os palestrantes. Onde
anteriormente RUP e PMBoK dominavam, olhem o que vem agora.

[]s, LC

[1] http://www.mundopm.com.br/emailmkt/emkt_software.html




--
Luciano Borges

#251 De: Guto Maia <guto@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 4:05 pm
Assunto: Re: As coisas estão mudando...
gutomneto...
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Alex, sabe qual sera o evento? Url?

Em 20/09/2010 10:00, "Luciano Borges" <lucianosantosborges@...>escreveu:

 

Poderíamos mandar os vídeos do LinguÁgil para essa galera como brinde. hehehehe

Em 20 de setembro de 2010 09:51, Ramon Durães <ramonduraes@...> escreveu:


>
>  
>
> Já está tendo impacto sim em todo o mercado. Em todos os cantos você encontra muitas pess...




--
Luciano Borges


#252 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Seg, 20 de Set de 2010 4:32 pm
Assunto: Re: Re: As coisas estão mudando...
rbcursino
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Recentemente tivemos um evento em Recife do PMI que teve a presença do Alexandre Magno palestrando sobre Scrum.

Tem que haver uma renovaqção nos conceitos, com certeza!

Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


2010/9/20 Alex Chastinet <alexchastinet@...>
 

É verdade.

Podemos observar ações de aproximação do PMI com a comunidade Ágil nos últimos anos. A presença de Ricardo Vargas no Scrum Gathering de São Paulo é uma prova disso. Eles já perceberam que não podem ficar para trás, que precisam se renovar e reconhecer as novas propostas.

Na sexta-feira passada (17/09) Fábio Akita disse para mim que iria palestrar em evento do PMI-SP esta semana. Eu gostaria muito de ver a reação dos gerentes tradicionais a uma palestra do Akita.


Abraço,
Alex Chastinet

Em 19 de setembro de 2010 22:45, Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...> escreveu:

Pessoal,

Recebi este convite eletrônico [1] da MundoPM, que é uma revista
voltada para o gerenciamento de projetos. É para o evento "Projetos de
Desenvolvimento de Software". Vejam os temas e os palestrantes. Onde
anteriormente RUP e PMBoK dominavam, olhem o que vem agora.

[]s, LC


[1] http://www.mundopm.com.br/emailmkt/emkt_software.html



#253 De: Alex Chastinet <alexchastinet@...>
Data: Qui, 23 de Set de 2010 9:21 pm
Assunto: Re: As coisas estão mudando...
alexchastine...
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Na verdade não é em SP, é no RS.


Abraço,
Alex

Em 20 de setembro de 2010 13:05, Guto Maia <guto@...> escreveu:
 

Alex, sabe qual sera o evento? Url?

Em 20/09/2010 10:00, "Luciano Borges" <lucianosantosborges@...>escreveu:

 

Poderíamos mandar os vídeos do LinguÁgil para essa galera como brinde. hehehehe

Em 20 de setembro de 2010 09:51, Ramon Durães <ramonduraes@...> escreveu:


>
>  
>
> Já está tendo impacto sim em todo o mercado. Em todos os cantos você encontra muitas pess...




--
Luciano Borges


#254 De: Thiago Colares <thicolares@...>
Data: Ter, 28 de Set de 2010 1:54 pm
Assunto: Tratando Requisitos Não-Funcionais em Scrum
thicolares
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá pessoal,

Imagino que esta deva ser uma discussão recorrente. mas como vocês abordam requisitos não-funcionais no SCRUM?
Achei este link (http://www.infoq.com/br/news/2008/11/nonfunctional-requirements) que faz referências a duas abordagens interessantes:
(1) transformar requisitos não-funcionais em funcional e "testável"
(2) colocar os requisitos não-funcionais nas definições de Pronto

O que vocês utilizam? Existe uma abordagem que é a mais comum? 

Atenciosamente,

Thiago Colares
E-mail: thiago@...
Cel: 71 8810-4757

Apimenti - Coisas para internet
E-mail: apimenti@...
Tel: 71 3334-5034

#255 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Qua, 29 de Set de 2010 9:22 pm
Assunto: Cursos de Certificação ScrumMaster (CSM) e Scrum ProductOwner (CSPO) - Salvador
rbcursino
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Pessoal,

Além do curso de Certificação ScrumMaster (CSM), teremos também em Salvador o curso de Product Owner (CSPO). Ambos acontecerão no mês de dezembro/2010.

No fim deste email envio mais informações sobre os cursos e o instrutor.

As inscrições já estão abertas!

 

Caso tenham interesse ou alguma dúvida, por favor, entrem em contato.


Cordialmente,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-12732

=====================


Informações Gerais:

  • Datas:
    • ScrumMaster: 06 e 07 de Dezembro/2010
    • Product Owner: 09 e 10 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento (por curso)
    • de R$1.950,00 por R$1.650,00 (para participantes do grupo Agile-Bahia)
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Oferecemos: Coffee break;
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • CertificaçãoA participação neste(s) treinamento(s) habilita o participante com o(s) certificado(s) de ScrumMaster e/ou Product Owner, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursino - contato@...


Sobre o Instrutor:

 

Michel Goldenberg é co-fundador do Grupo de usuário Scrum de Montreal, um dos maiores grupos de usuários Scrum do Canadá. Michel vem divulgando o Framework Scrum na comunidade de Montreal e pelo mundo através de palestras e treinamentos. Além disso, Michel presta consultoria e é Agile Coach em grandes empresas no Canadá.

 

Com mais de dez anos em TI e cinco anos trabalhando em projetos Scrum, Michel Goldenberg foi percebendo aos poucos os motivos que atrapalhavam a aceitação de Scrum dentro das empresas e concluiu que o motivo principal eram os erros de planejamentos.

 

O que diferencia os consultores é a paixão verdadeira por suas atividades. Michel tem uma paixão especial pelo Agile Estimating and Planning, em criar times unidos e balanceados, e maximizar o ROI (Retorno de Investimento) dos projetos nos quais ele trabalha como Coach.

 

Para maiores informações, acesse www.scrumalliance.org/profiles/38596-michel-goldenberg e ca.linkedin.com/in/mgoldenb.

 

=====================


#256 De: Alex Chastinet <alexchastinet@...>
Data: Qui, 30 de Set de 2010 5:15 pm
Assunto: Agile Brazil 2011
alexchastine...
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Rafael Prikladnicki <rafael.prikladnicki@...>
Data: 30 de setembro de 2010 12:17
Assunto: [scrum-brasil] Comunicado - Agile Brazil 2011


 

Olá pessoal,

Preparem-se! Vem ai Agile Brazil 2011 em Fortaleza!

Como sabem, fizemos um processo de seleção para escolher a próxima
sede da Agile Brazil, em 2011. Em 2010 tivemos quase 900 pessoas em
Porto Alegre, 17 patrocinadores, muitos apoios, 150 propostas
submetidas, workshop acadêmico, 2 keynote speakers internacionais,
entre outras atrações.

No processo de seleção, pedimos propostas com a intenção de divulgar a
cidade sede ainda no Agile Brazil 2010. Isto acabou não sendo possível
em função do pouco tempo para fazer uma análise mais cuidadosa e
respeitar alguns critérios definidos pela equipe de seleção.

De forma bem transparente, recebemos propostas para organizar o evento
no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e em Fortaleza. Após um processo que
envolveu diversas conversas, análise inicial de custo, entre outras
coisas, comunicamos então com muita satisfação que a Agile Brazil 2011
será realizada em FORTALEZA!!!

Em 2011 queremos fazer um evento para mais de mil pessoas. Aguardem
novidades ainda em 2010! Podem divulgar em suas listas. O coordenador
geral do evento será Paulo Furtado.

Grande abraço, Rafael
(em nome do comitê nacional de organização da Agile Brazil e
coordenador do processo de seleção da Agile Brazil 2011)



#257 De: Luiz Claudio Silva <luizclaudio@...>
Data: Seg, 4 de Out de 2010 2:32 pm
Assunto: PythonBrasil[6]
odiamp
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Pessoal,

Gostaria de divulgar aqui na lista o PythonBrasil[6] [1]. Agora que a
grade ficou pronta [2], a constatação é que há várias palestras sobre
Métodos Ágeis e um mini-curso sobre web2py [3]. Python e ágil se dão
muito bem. :-)

Por favor, repassem para seus contatos. Obrigado.

[]s, LC


[1] http://www.pythonbrasil.org.br/2010/home
[2] http://www.pythonbrasil.org.br/2010/sobre-o-evento/programacao
[3] http://www.web2py.com/

#258 De: Pablo Barboza <pablo.uesc@...>
Data: Qui, 7 de Out de 2010 1:02 am
Assunto: Hello .
pablobarboz
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Hi,,
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nice day!

#259 De: Alex Chastinet <alexchastinet@...>
Data: Qui, 7 de Out de 2010 10:11 pm
Assunto: A inércia dos profissionais de TI
alexchastine...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet



#260 De: Fernando Sandes <fcmsfilho@...>
Data: Qui, 7 de Out de 2010 11:03 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
fcmsfilho
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Acredito que a grande dinâmica do mercado de TI (metodologias, tecnologias e afins) acaba resultando nessa grande inércia desse grupo de profissionais.

O que falta é o interesse por aprender o novo, por começar coisas 'do zero' e de ser mais ativo mesmo. O Direito que um advogado estuda hoje provalvemente vai ser o Direito que um advogado estudará daqui a 5 anos, o mesmo não acontece com TI, o que requer um maior esforço do profissional para se manter a excelência na área.

As empresas podem ser agentes modificadores dessa postura, a partir do momento em que visualizem também como essas mudanças podem ser benéficas para seu(s) negócio(s). O Google é um grande exemplo de empresa inovadora, que sempre está em busca das melhores práticas e tecnologias e que não conseguiria fazer o que faz sem a motivação e dedicação de seus funcionários.


Abs,

--

Fernando Sandes
Diretor de Marketing - Gestão 2010
Infojr_marca.jpg
"Empreendendo o Futuro"
(71) 8880 2781 / (71) 3283 6268
http://www.infojr.com.br

--
Assesor de Comunicação
VIIXI ENEJ - Encontro Nacional das Empresas Juniores
"Sustentando um novo ciclo"




Em 7 de outubro de 2010 19:11, Alex Chastinet <alexchastinet@...> escreveu:
 

Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet




#261 De: Aziz Sault <azizsault@...>
Data: Sex, 8 de Out de 2010 5:19 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
azizsault@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Assim, o que eu sempre me pergunto é o seguinte: Porque o Google consegue fazer isso e as outras empresas não? Muita gente vai  querer ou ter a vontade de me responder que é por conta do dinheiro, respondendo até para sí mesmo (Ahhhh mais é a google) e esse tipo de pensamento é sempre de um funionário preso nesta inércia. Para ele é melhor não pensar em: "se é por causa do dinheiro, como que eu faço para agir da mesma forma sem esse dinheiro?"
 
Todos falam no Google, mas dá a impressão que ninguém se pergunta: Como faço para que a minha empresa tenha as mesmas ideologias ou atitudes do Google. E sempre que pergunto isso a algém, esse alguém me responde um simles: (Ahhh mais aí é o Google).

O problema do funcionário que não se movimenta é que muitas vezes ele se sente incomodado com o movimento dos outros e acaba o contagiando a não se movimentar também.





Tanto
Aziz Souza Sault
Programador de Sistemas
e-mail: azizsault@...


Em 7 de outubro de 2010 20:03, Fernando Sandes <fcmsfilho@...> escreveu:
 

Acredito que a grande dinâmica do mercado de TI (metodologias, tecnologias e afins) acaba resultando nessa grande inércia desse grupo de profissionais.

O que falta é o interesse por aprender o novo, por começar coisas 'do zero' e de ser mais ativo mesmo. O Direito que um advogado estuda hoje provalvemente vai ser o Direito que um advogado estudará daqui a 5 anos, o mesmo não acontece com TI, o que requer um maior esforço do profissional para se manter a excelência na área.

As empresas podem ser agentes modificadores dessa postura, a partir do momento em que visualizem também como essas mudanças podem ser benéficas para seu(s) negócio(s). O Google é um grande exemplo de empresa inovadora, que sempre está em busca das melhores práticas e tecnologias e que não conseguiria fazer o que faz sem a motivação e dedicação de seus funcionários.


Abs,

--

Fernando Sandes
Diretor de Marketing - Gestão 2010
Infojr_marca.jpg
"Empreendendo o Futuro"
(71) 8880 2781 / (71) 3283 6268
http://www.infojr.com.br

--
Assesor de Comunicação
VIIXI ENEJ - Encontro Nacional das Empresas Juniores
"Sustentando um novo ciclo"




Em 7 de outubro de 2010 19:11, Alex Chastinet <alexchastinet@...> escreveu:

 

Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet





#262 De: Manuele Ferreira <manueleferreira@...>
Data: Sex, 8 de Out de 2010 6:46 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
manueleferreira@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Bem, essa é uma longa discussão e tem várias variáveis. Inclusive, o profissional inerte ele se encontra em vários contextos fora de TI. (Seja ele médico, administrador, engenheiro, etc). As pessoas sempre citarem a google e a relacionam com o melhor ambiente de trabalho que existe.  No entanto, vocês sabem quanto tempo dura o processo de seleção de pessoas lá? De 6 à 12 meses com várias e longas etapas. É super rigoroso. Isso é um ponto a se levar em consideração também, por mais que queiramos levar em consideração o ambiente de trabalho, etc, o perfil das pessoas que trabalham lá é outro. No último linguágil o próprio Akita falou que o processo de seleção das pessoas que ele trabalha é nesse nível tb, se o cara não se move, ele é eliminado.

E ai eu parto para outro raciocínio. Será que empresas como uma fábrica de software tem interesse em profissionais assim? Eu vejo que elas, muitas vezes, querem um profissional como uma simples peça da engrenagem: Que escreva um pedaço e restrito código, sem necessidade de muita criatividade ou conhecimento. Consequentemente, o processo de seleção é focado em pessoas com conhecimento específico para fazer determinada coisa. Você não pode esperar que esse cara não seja um inerte, mas que ele faça o trabalho dele. Uma vez eu li por e-mail uma piada que retrata isso, de forma rápida, uma empresa contratou um cara para ser motorista de van, o cara tinha MBA, sabia inglês fluente, era super pro-ativo e criativo, mas quando a van deu problema, o cara não sabia conserta-la e ficou no meio do caminho.

E ai eu chego no meu questionamento final, será que o nosso processo de seleção é ruim? Será que o processo seletivo não é claro o suficiente para mostrar as pessoas o perfil que é esperado dela? Será que não conseguimos selecionar para as nossas empresas pessoas que tem o perfil que desejamos? Uma pessoa de RH me falou uma vez que o processo de seleção é de duas vias. A parte mais importante é que não só a empresa aceite o profissional, mas o profissional aceite a empresa tb. Por mais que o profissional quando leia a especificação da vaga se interesse pq ele vai trabalhar com java, ou com Agile... sei lá, ele precisa se interessar pelo negócio da empresa. E a empresa precisa garantir que o profissional entenda isso.

Uma vez eu li em um post de TI bem conhecido um cara descrevendo uma técnica que para ele era revolucionária, mas na administração é super velha. Talvez precisemos ler mais sobre psicologia das relações humanas, administração, etc etc... 

Atenciosamente,
Manuele dos Reis Ferreira


2010/10/8 Aziz Sault <azizsault@...>
 

Assim, o que eu sempre me pergunto é o seguinte: Porque o Google consegue fazer isso e as outras empresas não? Muita gente vai  querer ou ter a vontade de me responder que é por conta do dinheiro, respondendo até para sí mesmo (Ahhhh mais é a google) e esse tipo de pensamento é sempre de um funionário preso nesta inércia. Para ele é melhor não pensar em: "se é por causa do dinheiro, como que eu faço para agir da mesma forma sem esse dinheiro?"
 
Todos falam no Google, mas dá a impressão que ninguém se pergunta: Como faço para que a minha empresa tenha as mesmas ideologias ou atitudes do Google. E sempre que pergunto isso a algém, esse alguém me responde um simles: (Ahhh mais aí é o Google).

O problema do funcionário que não se movimenta é que muitas vezes ele se sente incomodado com o movimento dos outros e acaba o contagiando a não se movimentar também.





Tanto
Aziz Souza Sault
Programador de Sistemas
e-mail: azizsault@...


Em 7 de outubro de 2010 20:03, Fernando Sandes <fcmsfilho@...> escreveu:

 

Acredito que a grande dinâmica do mercado de TI (metodologias, tecnologias e afins) acaba resultando nessa grande inércia desse grupo de profissionais.

O que falta é o interesse por aprender o novo, por começar coisas 'do zero' e de ser mais ativo mesmo. O Direito que um advogado estuda hoje provalvemente vai ser o Direito que um advogado estudará daqui a 5 anos, o mesmo não acontece com TI, o que requer um maior esforço do profissional para se manter a excelência na área.

As empresas podem ser agentes modificadores dessa postura, a partir do momento em que visualizem também como essas mudanças podem ser benéficas para seu(s) negócio(s). O Google é um grande exemplo de empresa inovadora, que sempre está em busca das melhores práticas e tecnologias e que não conseguiria fazer o que faz sem a motivação e dedicação de seus funcionários.


Abs,

--

Fernando Sandes
Diretor de Marketing - Gestão 2010
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"Empreendendo o Futuro"
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http://www.infojr.com.br

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Assesor de Comunicação
VIIXI ENEJ - Encontro Nacional das Empresas Juniores
"Sustentando um novo ciclo"




Em 7 de outubro de 2010 19:11, Alex Chastinet <alexchastinet@...> escreveu:

 

Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet






#263 De: Rodrigo Fagundes <rmfagundes@...>
Data: Sex, 8 de Out de 2010 6:58 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
rodrigo_kojak
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Concordo, Manuele. Gostaria de enfatizar a conclusão de seu e-mail, que remete de volta ao ponto central.

"Talvez precisemos ler mais sobre psicologia das relações humanas, administração, etc etc..."

Para mim está muito claro que o pessoal "tem que se mexer" para conhecer essas outras áreas também. O que acontece é que os bons desenvolvedores procuram cargos administrativos para poder melhorar a renda, mas não se interessam em conhecer mais a fundo os conceitos envolvidos em sua nova atribuição. Daí as más escolhas ou as surpresas (não era bem isso que eu imaginava).

Claro que ninguém tem que saber de tudo - até porque isso é impossível. Mas precisamos ser mais esmerados (putz... há muito tempo não ouço isso), procurar fazer o melhor que podemos nas atividades a que nos propusemos (seja pelo motivo que for).

Rodrigo Moreira Fagundes
rmfagundes@...


Em 8 de outubro de 2010 15:46, Manuele Ferreira <manueleferreira@...> escreveu:
 


Bem, essa é uma longa discussão e tem várias variáveis. Inclusive, o profissional inerte ele se encontra em vários contextos fora de TI. (Seja ele médico, administrador, engenheiro, etc). As pessoas sempre citarem a google e a relacionam com o melhor ambiente de trabalho que existe.  No entanto, vocês sabem quanto tempo dura o processo de seleção de pessoas lá? De 6 à 12 meses com várias e longas etapas. É super rigoroso. Isso é um ponto a se levar em consideração também, por mais que queiramos levar em consideração o ambiente de trabalho, etc, o perfil das pessoas que trabalham lá é outro. No último linguágil o próprio Akita falou que o processo de seleção das pessoas que ele trabalha é nesse nível tb, se o cara não se move, ele é eliminado.

E ai eu parto para outro raciocínio. Será que empresas como uma fábrica de software tem interesse em profissionais assim? Eu vejo que elas, muitas vezes, querem um profissional como uma simples peça da engrenagem: Que escreva um pedaço e restrito código, sem necessidade de muita criatividade ou conhecimento. Consequentemente, o processo de seleção é focado em pessoas com conhecimento específico para fazer determinada coisa. Você não pode esperar que esse cara não seja um inerte, mas que ele faça o trabalho dele. Uma vez eu li por e-mail uma piada que retrata isso, de forma rápida, uma empresa contratou um cara para ser motorista de van, o cara tinha MBA, sabia inglês fluente, era super pro-ativo e criativo, mas quando a van deu problema, o cara não sabia conserta-la e ficou no meio do caminho.

E ai eu chego no meu questionamento final, será que o nosso processo de seleção é ruim? Será que o processo seletivo não é claro o suficiente para mostrar as pessoas o perfil que é esperado dela? Será que não conseguimos selecionar para as nossas empresas pessoas que tem o perfil que desejamos? Uma pessoa de RH me falou uma vez que o processo de seleção é de duas vias. A parte mais importante é que não só a empresa aceite o profissional, mas o profissional aceite a empresa tb. Por mais que o profissional quando leia a especificação da vaga se interesse pq ele vai trabalhar com java, ou com Agile... sei lá, ele precisa se interessar pelo negócio da empresa. E a empresa precisa garantir que o profissional entenda isso.

Uma vez eu li em um post de TI bem conhecido um cara descrevendo uma técnica que para ele era revolucionária, mas na administração é super velha. Talvez precisemos ler mais sobre psicologia das relações humanas, administração, etc etc... 

Atenciosamente,
Manuele dos Reis Ferreira


2010/10/8 Aziz Sault <azizsault@...>
 

Assim, o que eu sempre me pergunto é o seguinte: Porque o Google consegue fazer isso e as outras empresas não? Muita gente vai  querer ou ter a vontade de me responder que é por conta do dinheiro, respondendo até para sí mesmo (Ahhhh mais é a google) e esse tipo de pensamento é sempre de um funionário preso nesta inércia. Para ele é melhor não pensar em: "se é por causa do dinheiro, como que eu faço para agir da mesma forma sem esse dinheiro?"
 
Todos falam no Google, mas dá a impressão que ninguém se pergunta: Como faço para que a minha empresa tenha as mesmas ideologias ou atitudes do Google. E sempre que pergunto isso a algém, esse alguém me responde um simles: (Ahhh mais aí é o Google).

O problema do funcionário que não se movimenta é que muitas vezes ele se sente incomodado com o movimento dos outros e acaba o contagiando a não se movimentar também.





Tanto
Aziz Souza Sault
Programador de Sistemas
e-mail: azizsault@...


Em 7 de outubro de 2010 20:03, Fernando Sandes <fcmsfilho@...> escreveu:

 

Acredito que a grande dinâmica do mercado de TI (metodologias, tecnologias e afins) acaba resultando nessa grande inércia desse grupo de profissionais.

O que falta é o interesse por aprender o novo, por começar coisas 'do zero' e de ser mais ativo mesmo. O Direito que um advogado estuda hoje provalvemente vai ser o Direito que um advogado estudará daqui a 5 anos, o mesmo não acontece com TI, o que requer um maior esforço do profissional para se manter a excelência na área.

As empresas podem ser agentes modificadores dessa postura, a partir do momento em que visualizem também como essas mudanças podem ser benéficas para seu(s) negócio(s). O Google é um grande exemplo de empresa inovadora, que sempre está em busca das melhores práticas e tecnologias e que não conseguiria fazer o que faz sem a motivação e dedicação de seus funcionários.


Abs,

--

Fernando Sandes
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Em 7 de outubro de 2010 19:11, Alex Chastinet <alexchastinet@...> escreveu:

 

Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet







#264 De: Ramon Durães (Mutex) <ramonduraes@...>
Data: Sáb, 9 de Out de 2010 12:31 pm
Assunto: RES: A inércia dos profissionais de TI
ramonduraes
Enviar e-mail Enviar e-mail
 

Os novos profissionais “Geração Y” já estão seguindo justamente essa linha de escolher a empresa para trabalhar. Salário é importante, mas não é o único
diferencial. Com toda infraestrutura de tecnologia que temos atualmente cabe nós correr atrás e filtrar as informações de interesse. Coisas que rodavam em 5 anos

Hoje acontecem na metade do tempo.

 

De: agile-bahia@... [mailto:agile-bahia@...] Em nome de Rodrigo Fagundes
Enviada em: sexta-feira, 8 de outubro de 2010 15:58
Para: agile-bahia@...
Assunto: Re: [agile-bahia] A inércia dos profissionais de TI

 

 

Concordo, Manuele. Gostaria de enfatizar a conclusão de seu e-mail, que remete de volta ao ponto central.

"Talvez precisemos ler mais sobre psicologia das relações humanas, administração, etc etc..."

Para mim está muito claro que o pessoal "tem que se mexer" para conhecer essas outras áreas também. O que acontece é que os bons desenvolvedores procuram cargos administrativos para poder melhorar a renda, mas não se interessam em conhecer mais a fundo os conceitos envolvidos em sua nova atribuição. Daí as más escolhas ou as surpresas (não era bem isso que eu imaginava).

Claro que ninguém tem que saber de tudo - até porque isso é impossível. Mas precisamos ser mais esmerados (putz... há muito tempo não ouço isso), procurar fazer o melhor que podemos nas atividades a que nos propusemos (seja pelo motivo que for).

Rodrigo Moreira Fagundes
rmfagundes@...

Em 8 de outubro de 2010 15:46, Manuele Ferreira <manueleferreira@...> escreveu:

 

 

Bem, essa é uma longa discussão e tem várias variáveis. Inclusive, o profissional inerte ele se encontra em vários contextos fora de TI. (Seja ele médico, administrador, engenheiro, etc). As pessoas sempre citarem a google e a relacionam com o melhor ambiente de trabalho que existe.  No entanto, vocês sabem quanto tempo dura o processo de seleção de pessoas lá? De 6 à 12 meses com várias e longas etapas. É super rigoroso. Isso é um ponto a se levar em consideração também, por mais que queiramos levar em consideração o ambiente de trabalho, etc, o perfil das pessoas que trabalham lá é outro. No último linguágil o próprio Akita falou que o processo de seleção das pessoas que ele trabalha é nesse nível tb, se o cara não se move, ele é eliminado.

 

E ai eu parto para outro raciocínio. Será que empresas como uma fábrica de software tem interesse em profissionais assim? Eu vejo que elas, muitas vezes, querem um profissional como uma simples peça da engrenagem: Que escreva um pedaço e restrito código, sem necessidade de muita criatividade ou conhecimento. Consequentemente, o processo de seleção é focado em pessoas com conhecimento específico para fazer determinada coisa. Você não pode esperar que esse cara não seja um inerte, mas que ele faça o trabalho dele. Uma vez eu li por e-mail uma piada que retrata isso, de forma rápida, uma empresa contratou um cara para ser motorista de van, o cara tinha MBA, sabia inglês fluente, era super pro-ativo e criativo, mas quando a van deu problema, o cara não sabia conserta-la e ficou no meio do caminho.

 

E ai eu chego no meu questionamento final, será que o nosso processo de seleção é ruim? Será que o processo seletivo não é claro o suficiente para mostrar as pessoas o perfil que é esperado dela? Será que não conseguimos selecionar para as nossas empresas pessoas que tem o perfil que desejamos? Uma pessoa de RH me falou uma vez que o processo de seleção é de duas vias. A parte mais importante é que não só a empresa aceite o profissional, mas o profissional aceite a empresa tb. Por mais que o profissional quando leia a especificação da vaga se interesse pq ele vai trabalhar com java, ou com Agile... sei lá, ele precisa se interessar pelo negócio da empresa. E a empresa precisa garantir que o profissional entenda isso.

 

Uma vez eu li em um post de TI bem conhecido um cara descrevendo uma técnica que para ele era revolucionária, mas na administração é super velha. Talvez precisemos ler mais sobre psicologia das relações humanas, administração, etc etc... 

 

Atenciosamente,

Manuele dos Reis Ferreira

2010/10/8 Aziz Sault <azizsault@...>

 

Assim, o que eu sempre me pergunto é o seguinte: Porque o Google consegue fazer isso e as outras empresas não? Muita gente vai  querer ou ter a vontade de me responder que é por conta do dinheiro, respondendo até para sí mesmo (Ahhhh mais é a google) e esse tipo de pensamento é sempre de um funionário preso nesta inércia. Para ele é melhor não pensar em: "se é por causa do dinheiro, como que eu faço para agir da mesma forma sem esse dinheiro?"
 
Todos falam no Google, mas dá a impressão que ninguém se pergunta: Como faço para que a minha empresa tenha as mesmas ideologias ou atitudes do Google. E sempre que pergunto isso a algém, esse alguém me responde um simles: (Ahhh mais aí é o Google).

O problema do funcionário que não se movimenta é que muitas vezes ele se sente incomodado com o movimento dos outros e acaba o contagiando a não se movimentar também.





Tanto
Aziz Souza Sault
Programador de Sistemas
e-mail: azizsault@...

Em 7 de outubro de 2010 20:03, Fernando Sandes <fcmsfilho@...> escreveu:

 

 

Acredito que a grande dinâmica do mercado de TI (metodologias, tecnologias e afins) acaba resultando nessa grande inércia desse grupo de profissionais.

O que falta é o interesse por aprender o novo, por começar coisas 'do zero' e de ser mais ativo mesmo. O Direito que um advogado estuda hoje provalvemente vai ser o Direito que um advogado estudará daqui a 5 anos, o mesmo não acontece com TI, o que requer um maior esforço do profissional para se manter a excelência na área.

As empresas podem ser agentes modificadores dessa postura, a partir do momento em que visualizem também como essas mudanças podem ser benéficas para seu(s) negócio(s). O Google é um grande exemplo de empresa inovadora, que sempre está em busca das melhores práticas e tecnologias e que não conseguiria fazer o que faz sem a motivação e dedicação de seus funcionários.


Abs,

--

Fernando Sandes
Diretor de Marketing - Gestão 2010
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"Empreendendo o Futuro"
(71) 8880 2781 / (71) 3283 6268
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Assesor de Comunicação
VIIXI ENEJ - Encontro Nacional das Empresas Juniores
"Sustentando um novo ciclo"


Em 7 de outubro de 2010 19:11, Alex Chastinet <alexchastinet@...> escreveu:

 

 

Olá,


Nos últimos dias tenho participado de conversas em que um tema tem sido recorrente: a inércia dos profissionais de TI. São frequentes as reclamações sobre o comportamento de alguns profissionais que parecem não ter um grande comprometimento com a atividade que exercem.

Tracei um perfil do profissional inerte com base nos relatos e observações. O inerte é incapaz de refletir sobre as ações que executa, ele comete erros constantemente e não aprende. Na visão deste indivíduo os benefícios que uma mudança de atitude possa proporcionar não valem o esforço necessário para realizá-la. Ele aparenta está conformado com a situação precária em que se encontra, trazendo argumentos do tipo "é assim mesmo" ou "sou pago para fazer e não para questionar".

Gostaria de ampliar essa discussão aqui no grupo. É um fenômeno generalizado? A empresa deve ser responsável por alterar o estado de inércia dos funcionários?

O que vocês acham?


Abraços,
Alex Chastinet

 

 

 

 


#265 De: Ivan Rocha <ivan.cr.neto@...>
Data: Sáb, 9 de Out de 2010 4:20 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
ivan.cr.neto@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá a todos,

Esses vídeos se encaixam perfeitamente nessa discussão. São uma entrevista com Waldez Ludwig (brasileiro, analista de sistemas, psicólogo e consultor em gestão empresarial) sobre o mercado de trabalho, divulgado por um dos meus chefes na lista de discussão da empresa onde eu trabalho (Apimenti). A entrevista é fantástica. Eu compartilho da opinião dele, assim como muitos aqui devem pensar da mesma forma. São 18 min no total, vale a pena assistir.

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=uyMY2uo-iqQ
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=_ixT4MSxjmE
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=IjZjOamODFo

Atenciosamente,
--
Ivan Rocha


#266 De: Rodrigo Fagundes <rmfagundes@...>
Data: Ter, 26 de Out de 2010 11:58 pm
Assunto: Rodrigo Fagundes quer manter contato no LinkedIn
rodrigo_kojak
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LinkedIn

Eu gostaria de adicioná-lo(a) à minha rede profissional no LinkedIn. - Rodrigo Fagundes

Rodrigo Fagundes
Analista de Informxe1;tica - Desenvolvimento de Sistemas na Ministxe9;rio Pxfa;blico do Trabalho
Salvador e regixe3;o, Brasil

Confirme que você conhece Rodrigo

© 2010, LinkedIn Corporation


#267 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Qua, 3 de Nov de 2010 12:35 am
Assunto: Re: Cursos de Certificação ScrumMaster (CSM) e Scrum ProductOwner (CSPO) - Salvador
rbcursino
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá pessoal,

Não esqueçam de fazer sua inscrição nos curso de certificação ScrumMaster (CSM) e Product Owner (CSPO) que teremos em Salvador no mês de dezembro. Esta oportunidade é imperdível!
  • Datas:
    • ScrumMaster: 06 e 07 de Dezembro/2010
    • Product Owner: 09 e 10 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento (por curso): de R$1.950,00 por R$1.650,00 (para participantes do grupo Agile-Bahia)
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • Certificação: A participação neste(s) treinamento(s) habilita o participante com o(s) certificado(s) de ScrumMaster e/ou Product Owner, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursino - contato@...
Abraços,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


2010/9/29 Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Olá Pessoal,

Além do curso de Certificação ScrumMaster (CSM), teremos também em Salvador o curso de Product Owner (CSPO). Ambos acontecerão no mês de dezembro/2010.

No fim deste email envio mais informações sobre os cursos e o instrutor.

As inscrições já estão abertas!

 

Caso tenham interesse ou alguma dúvida, por favor, entrem em contato.


Cordialmente,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-12732

=====================


Informações Gerais:

  • Datas:
    • ScrumMaster: 06 e 07 de Dezembro/2010
    • Product Owner: 09 e 10 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento (por curso)
    • de R$1.950,00 por R$1.650,00 (para participantes do grupo Agile-Bahia)
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Oferecemos: Coffee break;
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • CertificaçãoA participação neste(s) treinamento(s) habilita o participante com o(s) certificado(s) de ScrumMaster e/ou Product Owner, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursino - contato@...


Sobre o Instrutor:

 

Michel Goldenberg é co-fundador do Grupo de usuário Scrum de Montreal, um dos maiores grupos de usuários Scrum do Canadá. Michel vem divulgando o Framework Scrum na comunidade de Montreal e pelo mundo através de palestras e treinamentos. Além disso, Michel presta consultoria e é Agile Coach em grandes empresas no Canadá.

 

Com mais de dez anos em TI e cinco anos trabalhando em projetos Scrum, Michel Goldenberg foi percebendo aos poucos os motivos que atrapalhavam a aceitação de Scrum dentro das empresas e concluiu que o motivo principal eram os erros de planejamentos.

 

O que diferencia os consultores é a paixão verdadeira por suas atividades. Michel tem uma paixão especial pelo Agile Estimating and Planning, em criar times unidos e balanceados, e maximizar o ROI (Retorno de Investimento) dos projetos nos quais ele trabalha como Coach.

 

Para maiores informações, acesse www.scrumalliance.org/profiles/38596-michel-goldenberg e ca.linkedin.com/in/mgoldenb.

 

=====================



#268 De: Serge Rehem <serge.rehem@...>
Data: Ter, 9 de Nov de 2010 2:53 am
Assunto: Artigo Coding-Dojo: Uma forma rápida, eficiente e divertida de ensinar e aprender
serge_rehem
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Pessoal,

Coloquei no slideshare um trabalho sobre Coding-Dojo que escrevi com Márcio Albuquerque. 
De lá dá para baixar o PDF, esperamos que gostem. 


Resumo:
Programadores não treinam. Ao adentrarem formalmente no mercado de trabalho parece
que perdem aquela prática adquirida em tempos de faculdade ou curso técnico, quando
passavam horas juntos com outros colegas, resolvendo listas de exercício ou trabalhos
finais das disciplinas relacionadas à programação. A pressão por prazos e resultados os
faz "praticar" direto em código de produção, na base da tentativa e erro. Daí a quantidade
absurda de "código esquisito" que vai encontrando (e produzindo!) no decorrer da vida
profissional. Se além de talento, claro, artistas e esportistas praticam diariamente para
alcançar níveis de excelência, por que os profissionais de informática não o fazem? Foi
com base nessa indagação que um grupo de programadores franceses resolveu criar
uma oportunidade para que eles pudessem se reunir e aprender. As sessões foram
batizadas de Coding-Dojo, inspirados no local (pronuncia-se Dojô) utilizado pelos
praticantes de artes marciais - desde os iniciantes até os mestres - para a repetição
sucessiva de movimentos. Um espaço convidativo, não hostil, destinado à troca de
experiencias, tendo como base um desafio de programação. Reuniões curtas (2 horas, no
máximo), utilizando práticas da Extreme Programming (XP) como Desenvolvimento
Orientado a Testes (TDD - Test Driven Development), Refatoração, Programação em
Pares, Baby Steps, Código Coletivo e Design Incremental. Os participantes exercitam
suas habilidades de trabalho em equipes, comportamento em público, programação, uso
de processos ágeis, ferramentas e técnicas de desenvolvimento. Ao final, uma
retrospectiva envolvendo todos, destacando o que favoreceu e o que dificultou o
aprendizado. E a constatação de consequências inevitáveis: códigos mais bem escritos,
testados, documentados e preparados para evoluir. Software de qualidade, cliente
satisfeito. Os Dojos estão rapidamente se espalhando pelo mundo, em empresas,
faculdades e comunidades virtuais, sendo até mesmo utilizados em processos de
recrutamento e seleção. Também podem ser facilmente aplicados a contextos diferentes
da programação. Em complemento aos treinamentos tradicionais (onde, muitas vezes, um
fala, os outros escutam, repetem exercícios "copiando e colando", dias depois se
esquecem), uma das regionais do Serpro vem frequentemente realizando Coding-Dojos,
transformando as oportunidades de aprendizado em ocasiões práticas, eficientes,
empolgantes e divertidas. Este trabalho visa apresentar as técnicas e compartilhar as
experiências vivenciadas, que a cada sessão provocam a vontade de envolver mais
pessoas, disseminar a ideia e partir para novos desafios. Pensar e agir diferente, ampliar
horizontes, aprender, ensinar e trabalhar com alegria.

#269 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Ter, 9 de Nov de 2010 8:07 am
Assunto: Cursos de Certificação Scrum em SALVADOR
rbcursino
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Pessoal,

Escrevo para lembrá-los que teremos os curso de certificação ScrumMaster (CSM) Product Owner (CSPO)  em Salvador no mês de dezembro. Esta oportunidade é imperdível! Faça já sua inscrição em www.goagil.com.br/inscricoes.php
  • Datas:
    • ScrumMaster: 06 e 07 de Dezembro/2010
    • Product Owner: 09 e 10 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento (por curso): de R$1.950,00 por R$1.650,00 (para participantes do grupo Agile-Bahia)
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • Certificação: A participação neste(s) treinamento(s) habilita o participante com o(s) certificado(s) de ScrumMaster e/ou Product Owner, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursino - contato@...
Abraços,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


#270 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Qui, 18 de Nov de 2010 8:57 am
Assunto: Certificação ScrumMaster (CSM) em SALVADOR
rbcursino
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Pessoal,

Estamos na reta final das inscrições do curso certificação ScrumMaster (CSM) que acontecerá em Salvador nos dias 06 e 07 de dezembro

Esta oportunidade é imperdível! Faça já sua inscrição em www.goagil.com.br/inscricoes.php
  • Datas: 06 e 07 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento: de R$1.950,00 por R$1.650,00
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • Certificação: A participação neste treinamento habilita o participante com o certificado de ScrumMaster, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursinocontato@...
Abraços,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273

#271 De: Paulo Leite <ptvalois@...>
Data: Qui, 18 de Nov de 2010 7:01 pm
Assunto: Re: Certificação ScrumMaster (CSM) em SALVADOR
ptvalois
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Rodrigo,

O treinamento será em Recife ?

Atc,

Paulo Valois Leite

--- Em qui, 18/11/10, Rodrigo Cursino <rcursino@...> escreveu:

De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Assunto: [agile-bahia] Certificação ScrumMaster (CSM) em SALVADOR
Para: agile-bahia@...
Data: Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010, 6:57

 

Pessoal,


Estamos na reta final das inscrições do curso certificação ScrumMaster (CSM) que acontecerá em Salvador nos dias 06 e 07 de dezembro

Esta oportunidade é imperdível! Faça já sua inscrição em www.goagil.com.br/inscricoes.php
  • Datas: 06 e 07 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento: de R$1.950,00 por R$1.650,00
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • Certificação: A participação neste treinamento habilita o participante com o certificado de ScrumMaster, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursinocontato@...
Abraços,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


 

#272 De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Data: Qui, 18 de Nov de 2010 11:05 pm
Assunto: Re: Certificação ScrumMaster (CSM) em SALVADOR
rbcursino
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá Paulo,

O treinamento acontecerá em Salvador nos dias 06 e 07 de dezembro

Cordialmente,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


2010/11/18 Paulo Leite <ptvalois@...>
 

Rodrigo,

O treinamento será em Recife ?

Atc,

Paulo Valois Leite

--- Em qui, 18/11/10, Rodrigo Cursino <rcursino@...> escreveu:

De: Rodrigo Cursino <rcursino@...>
Assunto: [agile-bahia] Certificação ScrumMaster (CSM) em SALVADOR
Para: agile-bahia@...
Data: Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010, 6:57


 

Pessoal,


Estamos na reta final das inscrições do curso certificação ScrumMaster (CSM) que acontecerá em Salvador nos dias 06 e 07 de dezembro

Esta oportunidade é imperdível! Faça já sua inscrição em www.goagil.com.br/inscricoes.php
  • Datas: 06 e 07 de Dezembro/2010
  • Carga Horária: 16 horas;
  • Investimento: de R$1.950,00 por R$1.650,00
  • Forma de pagamento: à vista ou boleto bancário em até 1+2; 
  • Idioma: Português;
  • Instrutor: Michel Goldenberg;
  • Certificação: A participação neste treinamento habilita o participante com o certificado de ScrumMaster, regulamentado pela Scrum Alliance (www.scrumalliance.org)
  • Vendas e informações: Rodrigo Cursinocontato@...
Abraços,
Rodrigo Cursino
(81) 8849-1273


 



#273 De: Serge Rehem <serge.rehem@...>
Data: Sex, 19 de Nov de 2010 12:41 am
Assunto: Fwd: Agile Techniques Content on InfoQ - Special Newsletter
serge_rehem
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Parece ter muita coisa interessante nessa Newsletter da InfoQ, por isso resolvi repassar.

[]s
Serge

---------- Forwarded message ----------
From: InfoQ <newsletter@...>
Date: 2010/11/18
Subject: Agile Techniques Content on InfoQ - Special Newsletter
To: serge.rehem@...


InfoQ Agile Techniques Special Newsletter
Latest Agile Techniques Content on InfoQ, News, Articles, Presentations, Interviews

In this special newsletter we bring you up to date on all the new content and news related to Agile Techniques on InfoQ. We are also maintaining a portal page into all this content on InfoQ at: http://www.infoq.com/agile_techniques/.


Latest Agile Techniques Content on InfoQ

#1 IBM's Elizabeth Woodward on Distributed Team Collaboration (interview, Nov 10, 2010)
#2 Game Theory and Agile Software Development (news, Nov 16, 2010)
#3 Do Use Cases Have a Place In Scrum? (news, Nov 15, 2010)
#4 Effective Agile Meetings (news, Nov 09, 2010)
#5 Does Value Stream Mapping Work for Software Development? (news, Nov 03, 2010)



Top News Agile Techniques

How To Do Large Scale Refactoring

Refactoring by definition means changing the internal structure of a program without modifying its external functional behavior. This is mostly done to improve the non-functional attributes of the program thus leading to improved code quality. However, refactoring on a large scale often gives jitters to even seasoned Agilists. The community discussed a few ways of handling the scale.

Sprint Burndowns - Are We Measuring the Wrong Things?

Does a the traditional Sprint Burndown chart help the team? A number of Scrum teams find that tracking task hours hides the true state of the sprint and prefer other tools.

Testing Techniques for Applications With Zero Tests

Agile techniques recommend having adequate unit and acceptance tests to build a robust test harness around the application. However, in the real world, not all applications are fortunate enough to have a test harness. In an interesting discussion on the Agile Testing group, members suggested ways to test applications which do not have any automated tests.

Agile Architecture - Oxymoron or Sensible Partnership?

A number of commentators have been talking about the perceived dichotomy between Agile techniques and architectural thinking. This post investigates some of the tensions between Big Up Front Design (BDUF) and You Aint Gonna Need It (YAGNI) thinking and looks at how the two approaches can in fact work together in complimentary ways.

Are There Better Estimation Techniques for Experienced Teams?

The results of software estimation are important for stakeholders to take care of team allocation and budgeting. A widely prevalent technique to estimate in Agile has been Planning Poker, which is a consensus based. Does this way of estimating take too much time? Are there other methods which can be employed by experienced practitioners?


Top Articles Agile Techniques

Multitasking Gets You There Later

It's now well understood that multi-tasking on a personal level is bad and slows down the rate at which we work. One of the key challenges of new Agile/Scrum teams is the number of projects that they have on the go. Agile teaches us that a team should work on one project at a time or it will thrash. Roger Brown shows in depth why this happens.

Agile Team Meets a Fixed Price Contract

Fixed price contracts are evil - this is what can often be heard from agilists. On the other hand those contracts are reality which many agile teams have to face. But what if we try to tame it instead of fighting against it? How can a company execute this kind of contract using agile practices to achieve better results with lower risk? This article will try to answer those questions.

The Limits of Agile

The problems faced by teams that are attempting Agile in non-traditional settings aren't that Agile principles are inapplicable, nor that the feedback cycle is doomed to failure; but rather, outside of a certain Agile sweet-spot there are additional barriers and costs to applying Agile techniques. None of these obstacles prevents Agile in itself but each increases the cost of getting to Agile.

Agile Operations in the Enterprise

We've been hearing about agile operations quite a bit lately. There have been some good talks, articles and a few lively debates. It has even been called the "secret sauce for startups". What about those of us who aren't in a startup or a Web 2.0 company? Is agile operations something that can really work inside a large, established enterprise?

Introducing New Technology in Agile

This article combines the case-study experience of the author and a general decision-making framework for agile teams facing the challenge of introducing a new technology, mid-stream in a project.


Top Presentations Agile Techniques

Bad Code, Craftsmanship, Engineering, and Certification

Robert C. Martin, during his keynote at QCon London 2010, tried to figure out why there is so much bad code written. He offers advice on writing good code talking about a bad code example, Boy Scout rule, functions, arguments, craftsmanship, TDD, continuous integration, pairing, small cycles, patterns, engineering, certification, and other elements contributing to qualitative code.

Sharpening the Tools

Dan North advices programmers on how to advance from beginner to expert: practice the basics, learn from others, understand trends, share knowledge, maintain the toolbox, learn how to learn, and start all over again.

Test-Driven Development of Asynchronous Systems

Nat Pryce exemplifies how he dealt with flickering, false positives, slow, and messy tests appearing in asynchronous testing when trying to perform end-to-end testing.

Software Craftsmanship, Beyond The Hype

Corey Haines focuses his presentation on two elements of the craftsmanship manifesto: well-crafted software and a community of professionals. He believes that craftsmanship means forming quality software developers who choose their own practices and use them, starting as apprentices, becoming journeymen, and ending coding katas.

Kanban - Crossing the Line, Pushing the Limit or Rediscovering the Agile Vision?

Jesper Boeg talks on the origins of Kanban, software Kanban, how it is different from other Agile methods and what it is useful for, the team maturity Kanban requires, and some of disadvantages of using Kanban.


Top Interviews Agile Techniques

ThoughtWorks Studios' Cyndi Mitchell Talks Adaptive ALM, Continuous Delivery

In this interview, Cyndi Mitchell talks about ThoughtWorks' concept of "Continuous Delivery," which focuses on the last mile of software delivery. Mitchell also discusses the "adaptive" in ThoughtWorks Studios' Adaptive ALM (Application Lifecycle Management) strategy, in which Agile solutions must be adaptive to users' needs. And Mitchell describes ThoughtWorks Studios tools: Mingle, Go and Twist.

David Anderson Talks Kanban, Agile and the Lean Software and Systems Consortium

David Anderson discusses using the Kanban concept to make software development more efficient, the use of Kanban in both a large enterprise organization and as a consultant, how Kanban (in association with related systems such as CONWIP and Drum-Buffer-Rope) is catching on in the industry and helping developers improve predictability of their software, and the Lean Software and Systems Consortium.

Arlo Belshee and James Shore on Minimum Marketable Features

Arlo Belshee and James Shore, both Gordan Pask Award winners, discuss their experiences and thoughts regarding continuous flow (i.e. without iterations) agile development practices and techniques. They discuss many well known and not-so-well known practices such as naked planning, kanban, the detective's blackboard, and MMFs and provide insight into how these practices affect success.

Mike Cottmeyer on Agile in the Enterprise

Mike Cottmeyer is focused on maintaining business agility while adopting team agility. He shares various techniques and strategies that are successful with larger organizations when adopting and adapting agile techniques. He also shares his experience helping people transition from traditional project management to agile project management.

IBM's Elizabeth Woodward on Distributed Team Collaboration

In this interview, Elizabeth Woodward talks about overcoming the collaboration problems that arise in distributed team development. She also discusses using Scrum in distributed teams. As co-author of "A Practical Guide to Distributed Scrum," Woodward focuses on establishing good, fundamental practices - as she says good practices are paramount for teams and tooling comes second.

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  • Twist: Agile Testing Solution
    >>>Twist helps you rapidly test new features, while ensuring all functionality (existing and evolving) does exactly what the business wants. It ensures you can accommodate even last-minute changes easily.
  • Go: Agile Release Management Solutions
    >>>Releasing software can be expensive and unpredictable with distributed teams, large code-bases, dependencies and rapidly changing business requirements. Go enables predictable, defect-free and timely software releases.

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Customer testimonials and case studies
Nearly 400 customers use our products and have benefitted from them. Here's what some of them have to say.

Other Resources

About ThoughtWorks Studios

ThoughtWorks Studios is the Agile software tools and training division of ThoughtWorks, the world leaders in Agile software development and Agile ALM solutions. Our products and services are used by nearly 400 organizations worldwide, is based on 15 years of proven software delivery excellence.



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#274 De: Serge Rehem <serge.rehem@...>
Data: Sáb, 20 de Nov de 2010 8:30 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
serge_rehem
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
A thread aqui já é antiga, mas não é por isso q vou deixar de dar minha contribuição. Gosto muito de utilizar a técnica dos 3 Estágios da Mudança (não sei onde vi isso, nem tampouco se tem esse nome). É o seguinte, para a gente sair de uma situação e ir para outra, ou seja, MUDAR, são necessários pelo menos 3 passos:

1) RECONHECER que temos umm problema
2) Sentir VONTADE DE MUDAR
3) AGIR para viabilizar a mudança

Um exemplo clássico é PERDER PESO. Muita vezes não consideramos nosso sobrepeso como um problema, por isso continuamos engordando. Até que reconheçamos (1) e tenhamos vontade de mudar (2). Só a vontade não basta, são as promessas de fim de ano "vou parar de fumar, vou fazer exercício, vou fazer uma dieta, ...". Passada a ressacada de Reveillon os planos vão pro beleléu.

A nossa INÉRCIA não é so ligada a TI, é característica do ser humano. Acontece, na minha opinião, porque a granda maioria de nós é NÃO TEM NOÇÃO que tem um problema. Que possui uma carreira medíocre, que trabalha numa empresa que não valoriza a criatividade e a inovação, que existe um mundo Agile reforçando a importancia da comunicação, das pessoas, do código de qualidade, do produto de SW entregue frequentemente que agreva valor para o cliente. Para elas está tudo bem, vivem FELIZES assim,  vão continuar assim e ponto. Temos que respeita-las. "Perdoai, elas não sabem o que fazem"

Algumas pessoas, como aquelas que tem oportunidade de participar de eventos como LinguÁgil e o Maré de Agilidade, estou me atendo aqui ao tema desta lista, começam a reconhecer que as coisas não estão tão bem (1). Algumas sentem vontade de mudar (2) e muitas vezes sequer começam, arranjando desculpas sabotadoras tipo "na minha empresa não dá", "meu chefe é muito antiquado", "meus colegas não vão me apoiar", ..., e por isso não tomam nenhuma ação. Problema: Não são tão FELIZES quanto os do grupo anterior. Eles SABEM que não estão lá muito bem, mas não tem forças para o estágio 3. Eles não tem INICIATIVA e esse é um grande problema especificamente nos profissionais de TI do nosso estado (bom, pelo menos da nossa cidade, que conhecemos mais). 

Apenas alguns, um grupo pequeno, restrito, conseguem AGIR para mudar (3). Começam a estudar, praticar, disseminar idéias, entrar em grupos e listas de discussão, se associar com pessoas de pensamentos afins, experimentar formas novas, se reinventar. Se planejam para a mudança, executam, ajustam no meio do caminho. PERSEVERAM. E chegam lá, MUDAM.

Não é fácil atingir e MANTER o estágio desejado, esse seria um quarto estágio. É como no exemplo do PESO, muitas vezes conseguimos atingir nossa meta (ex: perder 30kg), até com ações drásticas (porem mais "fáceis") como cirurgia de reduçao de estômago. Se não nos mantivermos firmes e DETERMINADOS, porém, podemos dar vários passos retroativos. E recuperar todo o peso perdido em pouco tempo. Da próxima vez será muito mais difícil. Já viram alguem que já reduziu estômago duas vezes? Eu, já.

[]s
Serge
Em 9 de outubro de 2010 13:20, Ivan Rocha <ivan.cr.neto@...> escreveu:
 

Olá a todos,

Esses vídeos se encaixam perfeitamente nessa discussão. São uma entrevista com Waldez Ludwig (brasileiro, analista de sistemas, psicólogo e consultor em gestão empresarial) sobre o mercado de trabalho, divulgado por um dos meus chefes na lista de discussão da empresa onde eu trabalho (Apimenti). A entrevista é fantástica. Eu compartilho da opinião dele, assim como muitos aqui devem pensar da mesma forma. São 18 min no total, vale a pena assistir.


Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=uyMY2uo-iqQ
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=_ixT4MSxjmE
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=IjZjOamODFo

Atenciosamente,
--
Ivan Rocha



#275 De: Alexandre Gomes <alegomes@...>
Data: Dom, 21 de Nov de 2010 1:01 pm
Assunto: Re: A inércia dos profissionais de TI
alegomes@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Rehem, é exatamente isso.

Não muito fiel ao tema, mas de alguma forma relacionado, desabafei uma vez sobre esta inércia das pessoas em 



[]s!


2010/11/20 Serge Rehem <serge.rehem@...>
 

A thread aqui já é antiga, mas não é por isso q vou deixar de dar minha contribuição. Gosto muito de utilizar a técnica dos 3 Estágios da Mudança (não sei onde vi isso, nem tampouco se tem esse nome). É o seguinte, para a gente sair de uma situação e ir para outra, ou seja, MUDAR, são necessários pelo menos 3 passos:

1) RECONHECER que temos umm problema
2) Sentir VONTADE DE MUDAR
3) AGIR para viabilizar a mudança

Um exemplo clássico é PERDER PESO. Muita vezes não consideramos nosso sobrepeso como um problema, por isso continuamos engordando. Até que reconheçamos (1) e tenhamos vontade de mudar (2). Só a vontade não basta, são as promessas de fim de ano "vou parar de fumar, vou fazer exercício, vou fazer uma dieta, ...". Passada a ressacada de Reveillon os planos vão pro beleléu.

A nossa INÉRCIA não é so ligada a TI, é característica do ser humano. Acontece, na minha opinião, porque a granda maioria de nós é NÃO TEM NOÇÃO que tem um problema. Que possui uma carreira medíocre, que trabalha numa empresa que não valoriza a criatividade e a inovação, que existe um mundo Agile reforçando a importancia da comunicação, das pessoas, do código de qualidade, do produto de SW entregue frequentemente que agreva valor para o cliente. Para elas está tudo bem, vivem FELIZES assim,  vão continuar assim e ponto. Temos que respeita-las. "Perdoai, elas não sabem o que fazem"

Algumas pessoas, como aquelas que tem oportunidade de participar de eventos como LinguÁgil e o Maré de Agilidade, estou me atendo aqui ao tema desta lista, começam a reconhecer que as coisas não estão tão bem (1). Algumas sentem vontade de mudar (2) e muitas vezes sequer começam, arranjando desculpas sabotadoras tipo "na minha empresa não dá", "meu chefe é muito antiquado", "meus colegas não vão me apoiar", ..., e por isso não tomam nenhuma ação. Problema: Não são tão FELIZES quanto os do grupo anterior. Eles SABEM que não estão lá muito bem, mas não tem forças para o estágio 3. Eles não tem INICIATIVA e esse é um grande problema especificamente nos profissionais de TI do nosso estado (bom, pelo menos da nossa cidade, que conhecemos mais). 

Apenas alguns, um grupo pequeno, restrito, conseguem AGIR para mudar (3). Começam a estudar, praticar, disseminar idéias, entrar em grupos e listas de discussão, se associar com pessoas de pensamentos afins, experimentar formas novas, se reinventar. Se planejam para a mudança, executam, ajustam no meio do caminho. PERSEVERAM. E chegam lá, MUDAM.

Não é fácil atingir e MANTER o estágio desejado, esse seria um quarto estágio. É como no exemplo do PESO, muitas vezes conseguimos atingir nossa meta (ex: perder 30kg), até com ações drásticas (porem mais "fáceis") como cirurgia de reduçao de estômago. Se não nos mantivermos firmes e DETERMINADOS, porém, podemos dar vários passos retroativos. E recuperar todo o peso perdido em pouco tempo. Da próxima vez será muito mais difícil. Já viram alguem que já reduziu estômago duas vezes? Eu, já.

[]s
Serge
Em 9 de outubro de 2010 13:20, Ivan Rocha <ivan.cr.neto@...> escreveu:

 

Olá a todos,

Esses vídeos se encaixam perfeitamente nessa discussão. São uma entrevista com Waldez Ludwig (brasileiro, analista de sistemas, psicólogo e consultor em gestão empresarial) sobre o mercado de trabalho, divulgado por um dos meus chefes na lista de discussão da empresa onde eu trabalho (Apimenti). A entrevista é fantástica. Eu compartilho da opinião dele, assim como muitos aqui devem pensar da mesma forma. São 18 min no total, vale a pena assistir.


Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=uyMY2uo-iqQ
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=_ixT4MSxjmE
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=IjZjOamODFo

Atenciosamente,
--
Ivan Rocha




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