Este grupo está formado por portugueses e lusófonos em geral, que acreditam que a Galiza do além-Minho é inseparável da velha Galiza que mora em Portugal.
Numa Europa sem fronteiras, e que deve ser dos povos, os 14 milhões de lusófonos peninsulares, desde o respeito democrático a todas as nossas idiossincrasias, queremos viver no espírito comum de galegos e portugueses que fiz ao rei Afonso V, ser o último dos reis portugueses a proclamar-se rei da Galiza. A derrota das armas portuguesas e galegas na localidade de Toro (Samora) em 1476, abriu passo a política de banimento da Galiza, sob o expressivo nome DE DOMA E CASTRAÇÃO DO REINO DA GALIZA, e à renuncia de Portugal a incorporação da Galiza. Ha que reintegrar, no quadro europeu, à Galiza do além-Minho com Portugal, garantindo a sobrevivência da Lusofonia na Galiza, e ao mesmo tempo garantindo a sobrevivência de Portugal ante a ameaça espanhola.
O grupo compromete-se a instar ao governo português a reclamar a devolução de Olivença, roubada contra toda norma de direito, a defender os direitos inalienáveis da Nação Portuguesa, da Galiza e os da Lusofonia.
Reclamamos do governo português o direito, de organizações que defendem a lusofonia na Galiza, a serem parte dos organismos internacionais a ver com os Palops e com a língua portuguesa. Somos cientes, de na Galiza à língua chamar galego, não resta nada à sua portuguesidade como tampouco o restaria o facto de em Portugal chamar-lhe a nossa língua galego, pois som distintos nomes para uma mesma realidade linguística, o que aliás e muito frequente em estados europeus.
Mentres não se producir a reintegração, reclamamos do nosso governo que negocie um tratado com o governo da Espanha, seguindo o modelo da "Convenção entre o reino da Bélgica e o reino dos Paises Baixos instituindo a união da língua neerlandesa".
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