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#6332 De: "Priscila Henriques" <priscilahenriqueslima@...>
Data: Sáb, 21 de Nov de 2009 3:16 am
Assunto: Nova edição da Revista Veredas da História
priscilahenr...
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Caríssimos

 

Venho informar que já se encontra no ar a segunda edição da Revista Veredas da História (http://www.veredasdahistoria.com)

Seguem os trabalhos dessa edição:

 

ARTIGOS

Artigo 1 - O Clericalismo Medieval na Literatura: a cópula do feminino e o diabólico, um vislumbre da Imagem Precursora da Bruxa em A Demanda do Santo Graal.
Francisco de Souza Gonçalves

Artigo 2 - Experiência e Cultura: Uma Possível Aproximação Entre Antropologia, Sociologia e História em E. P. Thompson e Marshall Sahlins
Pablo Ornelas Rosa

• Artigo 3 - Família e relações de poder na historiografia brasileira: discussão sobre obras de Oliveira Viana, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda
Augusto César Feitosa Pinto Ferreira

• Artigo 4 - Frei Servando Teresa de Mier e o exotismo às avessas - o selvagem ilustrado desbrava as terras do Velho Mundo
Carolina da Cunha Rocha


• Artigo 5 - Fundamentalismo e escatologia: A construção de um projeto simbólico
Marcelo Silva dos Santos


• Artigo 6 - Las razones de Manuel. Interpretaciones ideológicas para no “responder al mandato” de La tradición política familiar.
Gastón Kneeteman

• Artigo 7 - Reflexões sobre a História de Jacob Burckhardt: Algumas considerações
Luciano Bezerra Agra Filho


• Artigo 8 - Resistência entre as letras do discurso: índios e negros na província do Pará
Patrícia Raiol Castro de Melo e Thomaz Anderson de Araújo Silva

RESENHAS

• Em busca da Nova História Cultural de Burke - Resenha de BURKE, Peter. O que é História Cultural? Trad. Sérgio Góes de Paula. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
André Cabral Honor


DOCUMENTOS

• A reforma judiciária de Nabuco de Araújo e o Manifesto Vassourense (1854-1856).
Carlos Alberto Dias Ferreira

 

No mais, nossa periodicidade é semestral, com recebimento em fluxo contínuo. Convidamos a todos a acessar e contribuir para o crescimento da revista.

Um abraço a todos

 

Priscila Henriques

Conselho Editorial / Veredas da História


#6331 De: "warley viana" <warleyviana@...>
Data: Sex, 20 de Nov de 2009 4:56 am
Assunto: 4ª CONFERENCIA DE EDUCAÇÃO ESTADUAL DA APEOESP
warleyviana
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4ª CONFERENCIA DE EDUCAÇÃO ESTADUAL DA APEOESP
SERRA NEGRA – SP
Jane Beauchamp

EDUCAÇÃO DE QUALIDADE GARANTE O DESENVOLVIMENTO SOCIAL
                    CENTRO DE CONVENÇÕES SERRA NREGRA – SP


PROPOSTA: EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO POLITICA NA GESTÃO E AÇÕES DO SINDICATO DOS
PROFESSORES DA REDE PUBLICA ESTADUAL

Para ter justiça social, é necessária uma escola de todos e para todos, e não
tem justiça social mais relevante que receber as pessoas com deficiência em
todos os âmbitos sociais; no trabalho, no lazer e principalmente na escola,
propiciando assim as pessoas com deficiência , justiça social.
O governo deverá propiciar aos professores, informações, formação e capacitação
profissional para recebermos com naturalidades as pessoas com deficiência EM
CLASSES REGULARES. Pois nós professores precisamos de técnicas de ensino para 
ofertarmos um ensino de qualidade a este segmento da população, e é dever do
Estado nos preparar, fornecer técnicas para atender o Parecer nº 13 do CNE,
indicando que as pessoas com deficiência tem o direito de estudar em salas
regulares.
Pois nós professores estamos precisando de técnicas de ensino para este segmento
da população, e é dever do estado  preparar nos para este novo paradigma.

PROPOSTA APROVADA POR UNAMINIDADE EM PLENARIA COM 2.549 DELEGADOS REPRESENTANTO
160 MIL PROFESSORES.

Delegação do Coletivo Estadual de Professores e Professoras com deficiência da
APEOESP.

Membros Executivos
Warley Viana
Wilton Fernandes Ferreira
Valter Candido dos Santos

Membros da Delegação
Leandro Pereira da Silva                          Jales
Milet de Freitas                                  Lorena
Fabiana Dalry                                     Piracicaba
Fabio Alves                                       Osasco
Julia Purificação                                 São Miguel Arcanjo
Silvério                                          Franca
Gilmar Soares                                     Pinheiros
Gilvan                                            São Miguel
Maria Jose  Santana                               Capital
Jose Carlos                                       Guarulhos
Dirce Francisca Gomes                             Sul – 1
Edilson Jose                                      Prudente Prudente
Edson Vicente Domingos                            Sorocaba

#6330 De: Cadernos de História <cadernosdehistoria@...>
Data: Sáb, 21 de Nov de 2009 10:34 pm
Assunto: Cahamda de Trabalhos Ano V_nº 1
cadernosdehi...
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Prezados,

A Revista Eletrônica Cadernos de História (UFOP) lança a chamada de trabalhos para a edição ano V nº 1, com seção temática de artigos Religião, Identidade e Cultura e seção livre para resenhas, transcrições comentadas, entrevistas e traduções. O prazo para envio de trabalhos se encerra no dia 1º de março de 2010. Segue em anexo o cartaz com o texto de apresentação do número.

Cordialmente,

Os editores.


Conselho Editorial
Revista Eletrônica Cadernos de História:
publicação do corpo discente do departamento de história da UFOP
www.ichs.ufop.br/cadernosdehistoria
Rua do Seminário, s/n - Centro
Mariana - MG
35420-000


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#6329 De: Gustavo Biscaia de Lacerda <gustavobiscaia@...>
Data: Sex, 20 de Nov de 2009 4:00 pm
Assunto: Fw: II Seminário Nacional Movimentos Sociais, Participação e Democracia
gustavobiscaia
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Repassando.

"Cansamo-nos de agir
 E até de pensar cansamos;
 Só não cansamos de amar
 E nem de dizer que amamos"

(Teixeira Mendes, a partir de Augusto Comte)
 


--- Em sex, 20/11/09, Sociologia Politica <ppgsp@...> escreveu:

Convite*

 

Dando prosseguimento ao II Seminário Nacional "Movimentos Sociais, Participação e Democracia" realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis em 2007, o Núcleo de Pesquisa em Movimentos Sociais (NPMS) está convidando pesquisadores, professores, estudantes e a comunidade em geral para o III Seminário Nacional "Movimentos Sociais, Participação e Democracia" que acontecerá de 11 a 13 de agosto de 2010 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil. Para maiores informações sobre datas, envio de propostas, Grupos de Trabalhos, Mesas Redondas, Conferências e demais informações, consultar nossa página: www.npms.ufsc.br ou pelo e-mail: npms@...

 

* Favor reenviar este convite para as suas listas de e-mail.



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#6328 De: Gustavo Biscaia de Lacerda <gustavobiscaia@...>
Data: Sex, 20 de Nov de 2009 3:52 pm
Assunto: Chamada de artigos - revista Em Tese
gustavobiscaia
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CHAMADA DE ARTIGOS

REVISTA EmTese

Revista dos pós-graduandos em Sociologia Política da UFSC


A Revista EmTese  convida alunos de pós-graduação a enviar artigos e resenhas, para publicação no volume 6 (2), que tratem dos seguintes temas:

 

1. Meio ambiente e desenvolvimento rural e urbano

2. Estado, mercado, empresariado e sistema financeiro

3. Modernidade, ciência e técnica

4. Gerações, gênero, etnia e educação

5. Movimentos sociais, participação e democracia

6. Mundos do trabalho

7. Idéias, instituições e práticas políticas

 

As colaborações deverão ser enviadas até 21 de Janeiro 2009  para a Revista, no endereço indicado abaixo. Os textos deverão obedecer rigorosamente às normas de publicação disponíveis no site da revista (www.emtese.ufsc.br). Os originais dos artigos serão submetidos à Comissão Editorial que avaliará seu enquadramento na linha editorial da Revista.

A Revista on-line dos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (PPGSP) da UFSC aceita artigos e resenhas na área de sociologia e política, produzidas por estudantes regularmente matriculados em cursos de pós-graduação, reservando-se o direito de publicar ou não o material espontaneamente enviado à redação. Mais informações no site da Revista: www.emtese.ufsc.br.

 

Revista EmTese - Comissão Editorial

Programa de Pós-Graduação Top 10 - Celebridades - Música - Esportes


#6327 De: "Adalberto e Katia Paranhos" <akparanhos@...>
Data: Sex, 20 de Nov de 2009 12:56 pm
Assunto: Fazendo Gênero 9 / 2010
campinas61
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Caros(as) colegas,

Kátia Rodrigues Paranhos (UFU/MG) e Maria Brígida de Miranda (UDESC/SC) convidam a todos interessados a inscreverem-se no Simpósio Temático Teatro e Gênero. Para tanto, basta entrar na página no evento, http://www.fazendogenero9.ufsc.br/inscricoes, e seguir as instruções. As inscrições já estão abertas e a data limite é 28 de fevereiro de 2010. Por favor, divulguem em suas listas.
 
 

ST 71. Teatro e Gênero - resumo:

Em 2008 realizamos o primeiro simpósio temático no Fazendo Gênero dedicado a refletir sobre a história e a prática teatral. Nessa sua segunda edição reforçamos a necessidade de rever a história e teoria do teatro e construir novas práticas teatrais a partir das teorias de gênero e crítica feminista, no contexto do eixo temático do Fazendo Gênero 9: diásporas, diversidades e deslocamentos. Propomos temas nos campos da história; encenação; espetáculo e dramaturgia; e projetos teatrais sociais e ativistas.
1. Teatros feministas: Histórias de deslocamentos do centro para as margens da prática teatral -- de grupos mistos a grupos de mulheres;
2. Dramaturgia e encenações contemporâneas e performances que deslocam a ação tradicionalmente periférica das personagens femininas para o centro da narrativa.
3. O corpo da diáspora africana nas margens do teatro brasileiro. A presença das mulheres na prática teatral de grupos negros.
4. O trânsito negado ao corpo institucionalizado. As práticas teatrais em presídios, asilos e hospitais psiquiátricos.
5. A presença e a representação da mulher nos grupos de teatro ativistas urbanos e camponeses.
 
Abraços.
Kátia Paranhos







#6326 De: Maria Lima <maria_lima_historia@...>
Data: Qui, 19 de Nov de 2009 4:59 pm
Assunto: Enc: X Encontro Nacional de História Oral - Recife, 26 a 30 de abril de 2010
maria_lima_h...
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Enviadas: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009 22:22:28
Assunto: X Encontro Nacional de História Oral - Recife, 26 a 30 de abril de 2010

Boa noite a todos(as)!
Solicito a gentileza de divulgarem o X Encontro Nacional de História Oral (prospecto em anexo), que ocorrerá em Recife entre 26 e 30 de abril de 2010. Aproveito para convidarem os interessados a se inscreverem no Simpósio Temático "Questões Indígenas e Fontes Orais" que eu coordenarei juntamente com a Profª. Anna Maria, de Mato Grosso e o Prof. Edson, de Pernambuco. Peço divulgação, também, na página da Anpuh MS.
Grato!
Prof. Giovani José da Silva - UFMS/ Campus de Nova Andradina


From: anpuhms@...
To: eliane.fritze@...; mauratania@...; isabelc_camargo@...; maria_lima_historia@...; zilda.moura@...; beniciaco@...; celmaevitor@...; lourivaldosantos@...; n-machado@...; ProtasioLanger@...; shbrito@...; mirianjaqueline@...; m.a.castilho@...; mc.2708@...; prcqueiroz@...; ts.dourado@...; AlziraMenegat@...; apsquinelo@...; brand@...; cmartins@...; celeidams@...; giovanijsilva@...; ilsyanekmitta2@...; JoaoSouza@...; EudesLeite@...; eremites@...; azambujahist@...; valmir.correa@...; chris_hellen@...; ricsouzasilva@...
Date: Wed, 18 Nov 2009 22:36:58 -0400
Subject: Revista Brasileira de História_2

Refazendo a pergunta...
gostaria de saber se vocês receberam a RBH n.57 do primeiro semestre deste ano.
Aproveito para perguntar, também, se vocês estão recebendo os Boletins Informativos da Regional e da Nacional. Já publicamos, pela Regional, 3 números e 1 Especial.
Caso não tenham recebido, entrem na página anpuhms.ufgd.edu.br que está lá. Estamos tentando atualizar a página periodicamente.
Saudações.
 
Vitor


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#6325 De: Aduni Benton <abenton21@...>
Data: Qui, 19 de Nov de 2009 4:53 am
Assunto: CONVITE: Seminário "IPCN 35 ANOS! Uma Escola de Formação Política"
abenton21@...
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Olá Amig@s!
 
CONVIDO A TOD@S PARA PARTICIPAREM DO NOSSO SEMINÁRIO QUE TEM POR OBJETIVO GRAVAR AS MEMÓRIAS DESSAS GRANDES LIDERANÇAS NACIONAIS E ESTADUAIS QUE FARÃO PARTE DO DOCUMENTÁRIO IPCN 35 ANOS! UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA.
 
SENTIMO-NOS HONRADOS COM A PRESENÇA DE TOD@S VOCÊS!
 
Afrobeijos
 
Aduni Benton
Diretora Artística
Cia. de Teatro É Tudo Cena!

 

MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA 2009

"IPCN 35 ANOS!
Uma Escola de Formação Política"

 

Caso não esteja visualizando a imagem clique AQUI
 
"IPCN 35 ANOS!
Uma Escola de Formação Política"
PROGRAMAÇÃO
Fotos do Folder: Jörg Trettler
MESTRE DE CERIMÔNIA:
Adagoberto Arruda
- Professor, Ator e Diretor Administrativo e de Patrimônio do IPCN
DIA: 23 DE NOVEMBRO DE 2009
 
â— O IPCN HOMENAGEIA
PAI AMARO DE XANGÔ,
MÃE BELINHA DE OXÓSSE E
PAI ZÉZINHO DA BOA VIAGEM,
como Mantenedores da Tradição das Matrizes Africanas.

â— 18:00h 1ª Mesa - Abertura do Seminário com saudações das autoridades.
 
- Representante da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
- Hildézia de Medeiros - Superintendente Executiva dos Conselhos Vinculados da Secretaria de Estado de Ação Social e Direitos Humanos - SEASDH
- Paulão Santos - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro
- Cecília Teixeira Soares - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher
Mediadora: Aduni Benton - Diretora do Documentário "IPCN 35 Anos! Uma Escola de Formação Política", Diretora Artística da Cia. É Tudo Cena!, membro da UNEGRO

· 18:45h - MOMENTO PARA O CAFÉ

â— 19:00h 2ª Mesa - A INFLUÊNCIA DO IPCN NO COMBATE AO RACISMO NACIONAL

- João Jorge -
Mestre em Direito Publico pela UnB, advogado e Presidente do Olodum
- Gevanilda Silva - Mestre em Sociologia Politica PUC / SP
- Milton Barbosa - Membro fundador do MNU / Bacharelando em Economia na USP
- Teresa Santos - Atriz, Diretora de Teatro, Filósofa e Militante do Movimento Negro
- Juarez Xavier - Jornalista - Mestre e Doutor em Comunicação e Cultura, Membro fundador da UNEGRO
- Amauri Mendes - Doutor em Ciências Sociais e Mestre em Educaçao pela UERJ, Professor de Sociologia da UEZO - Ex-Presidente do IPCN
Mediador: Luiz Eduardo NEGROGUN  - Produtor Cultural, Presidente do COBRA e Presidente Regional do Movimento Negro do PDT

DIA: 24 DE NOVEMBRO DE 2009

â— 18:00h 1ª Mesa - A CONSTRUÇÃO DO MOVIMENTO NEGRO NO RJ - DÉCADAS DE 70/80

- Yedo Ferreira -
Bacharelando de Matemática pela UFRJ / Membro Fundador do IPCN / Membro Fundador do MNU
- Suzete Paiva - Professora e Membro da UNEGRO
- Ana Felipe - Pós-graduada em Filosofia // Coordenadora do Memorial Lélia Gonzalez // Fundadora do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras - IPCN // Presidente da Associação de Estudos e Atividades Filosóficos - SEAF
- Wilson Prudente - Procurador do Ministério Público do Trabalho
- Edialeda Salgado - Médica e Presidente Nacional do Movimento Negro do PDT
- Jorge Coutinho - Presidente do Sindicato dos Artistas e Presidente do PMDB Afro.
Mediadora: Angélica Basthi -
Jornalista

â— 19:45h - MOMENTO PARA O CAFÉ

â—
20:00h 2ª Mesa - EXPERIÊNCIAS DE GESTÃO, CONQUISTAS, DIFICULDADES E LEGADOS

- Benedito Sergio -
Representante da Fundação Cultural Palmares no Rio de Janeiro
- Orlando Fernandes - Capitão, Mecanico de Manutençao de Aeronaves e Mecanico Ferramenteiro, Publicitario e Produtor Gráfico, antigo militante do partidão e fundador do PDT, fundador do IPCN e GRANES Quilombo
- Paulo Roberto dos Santos - Professor e Assessor Especial da Superintendência de Igualdade Racial - SEASDH
- Abgail Páschoa - Militante Histórica do Movimento de Mulheres e Homens Negros
- Sebastião Soares - Pós Graduado em Historia da África
- Amauri Silva - Diretor do Centro Cultural José Bonifácio
- Maria Alice Santos - Produtora Cultural e Presidente do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras - IPCN
Mediador: Júlio Tavares -
Antropólogo

Clique nas imagens acima ou no link do nosso blog:
http://institutodepesquisadasculturasnegras.blogspot.com/

 

 

 

 

 

 

 

Clique nas imagens abaixo para acessar
  
     F:\Ana_todas_imagens\z_nao_homofobia.JPG 

 



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#6324 De: Sergio Fonseca <sbaptistadafonseca@...>
Data: Qua, 18 de Nov de 2009 1:18 pm
Assunto: "Resistência Negra na Grande Vitória"
sbaptistadaf...
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A todos, mexendo em coisas antigas, encontrei o Prefácio que fiz para o livro de Suely e Edileuza. Achei que talvez, por conta da proximidade do Dia 20, dosse interessante trazer as idéias que animaram o ivro para uma nova reflexão de nossa situação na história capixaba. Espero que contribua para uma motivação especial.
Sergio Fonseca



"Resistência Negra na Grande Vitória: dos Quilombos ao Movimento Negro"

O livro Resistência Negra na Grande Vitória: dos Quilombos ao Movimento Negro vem em boa hora. Mulheres Negras, as autoras são historiadoras e militantes do Movimento Negro. No campo da pesquisa, há muito que caminhar, mas o primeiro passo foi dado com firmeza. Suely Bispo e Edileuza Penha de Souza foram companheiras do curso de história numa época em que a questão racial ainda não tinha a visibilidade que tem hoje. Fundadoras do Grupo de Mulheres Negras do Espírito Santo, a primeira, além de historiadora, é artista, com uma grande paixão pelo teatro capixaba, onde tem atuado desde os anos 80. A segunda é pesquisadora, fundadora do Museu Capixaba do Negro – MUCANE e do Instituto ELIMU Professor Cleber Maciel. Até o momento não há na historiografia capixaba livro que aborde de um ponto de vista racial a formação dos grupos negros organizados. A nossa historiografia, de irritante caráter oficialesco, ainda trata o negro como objeto distante de pesquisa. Mesmo o mais interessante e recente Negros no ES (Araújo,Bravim e Osório,1999), tributário das pesquisas inovadoras de Maria Stela de Novaes e antes de Afonso Cláudio, capta apenas uma parte da nossa problemática. Em perspectiva histórica, o negro capixaba lutou e organizou-se nas mais diversas formas de resistência. Todavia falta avaliar o potencial de nossas organizações para fazer as coisas acontecerem. Passamos de vítimas a atores da história e até o momento não sabemos qual figurino usar. Decidir enfrentar esta questão é fazer da história parte de nossa vida porque todos nós que temos ligações com a questão racial precisamos refletir sobre o que fizemos e o que efetivamente se ganhou. No momento em que o governo federal cria a SEPPIR, a prefeitura de Vitória cria o Departamento de Promoção da Igualdade Racial e o governo do Estado dialoga com os movimentos negros organizados e banca a primeira Conferência Estadual sobre políticas de Igualdade Racial, devemos nos perguntar: e agora José?No início tratava-se de contestar a ordem vigente e a cultura ocidental universalista que sufocava as particularidades regionais. A cultura negra ainda se apresentava como alternativa, um sopro de vida para um ocidente decadente. Depois, esvaziamos o debate cultural e ficamos apenas com as questões relativas à integração social e aos direitos civis.  Nesse cenário impõe-se a pergunta: vamos andar a reboque do Estado ou sustentar o histórico grito de liberdade, de uma cultura alternativa sequiosa de combate à modernidade fria, burocrática e desencantada? Suely e Edileuza, em clave hermenêutica, vão à busca do tempo perdido. E revelam muito mais do que combate político. Falam de cultura e de religiosidade. Explicitam o tempo em que os negros se sabiam alegres e fortes, possuidores de historias e culturas enraizada nos orixás. O tempo agora é outro. É o tempo do Estado democrático e dos desafios da gestão das políticas públicas de igualdade e inclusão. Mas é também o tempo da crise dos valores culturais ocidentais. Aqui cabe a eterna indagação: afinal para que serve a história? Ao leitor, a decisão.  O livro acompanha a trajetória dos negros desde a saída da África mãe, passando pela escravização, pela queima de documentos promovida pelo excelentíssimo Ministro Ruy Barbosa, até o começo das organizações negras. A Frente Negra é referência histórica inabalável do poder de resistência negra que se alimenta das heranças simbólicas dos antigos quilombos e projeta na modernização a dor e o sofrimento de milhares de seres humanos que foram forçados a fazer o percurso fenomenológico sem sentido da racionalidade mercantil ocidental. Mas que agora querem e lutam por um sentido para sua vida, que vá além do pão e do emprego público. Já o TEN (Teatro experimental do Negro) foi certamente a mais pura expressão da luta por uma dramaturgia que retirasse o negro das sombras e o pusesse em seu devido lugar. Os acontecimentos a partir de 1977 vão propiciar as condições para a criação do Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial (MNUCDR) e mais tarde, em 1978, o Movimento Negro Unificado (MNU). Na década de 1980, as autoras destacam a criação dos APN (Agentes da Pastoral Negra), que celebram a entrada na luta anti-racismo dos negros católicos. Os APN surgem em decorrência do Concílio Vaticano II(1962-65), que provoca grandes mudanças no modo como o cristianismo passa a entender o negro e a sua cultura. Em Vitória tudo começou com o MNU (Movimento Negro Unificado) e depois o CECUN (Centro de Estudos da Cultura Negra).  No início este grupo esticou bastante a corda da resistência. Agora, porém, anda muito próximo do Estado. Foi nele que as atuais lideranças fizeram seus estágios políticos e apreenderam estratégias e argumentos na defesa do negro. O grupo Raça, que na década de 80 balançava entre a questão racial e as promessas messiânicas da revolução marxista, teve a importante tarefa de levar ao debate acadêmico a questão racial. Mas nem só de debate vive o movimento negro. O Raça não conseguiu avançar além dos muros acadêmicos e desapareceu no momento histórico em que a própria sociedade clamava por organizações mais efetivas.  As autoras fazem um trabalho não-convencional. Tanto é  que além de analisar as experiências de lutas no campo da dramaturgia, elas não deixam de fora um dos movimentos anti-racismo mais promissores desde o final da década de 70: o Hip Hop. Inicialmente Break e rappers, agora Hip Hop. Temos de lembrar nomes como os de Nelson Triunfo, Thaíde & DJ Hum, MC/DJ Jack, Os Metralhas, Racionais MC's, Os Jabaquara Breakers, Os Gêmeos e tantos outros.  Em Vila Velha, 1994, surge a Nação Zumbi OJAB (Organização da Juventude Afro-Brasileira) que tinha em Isomar Vidal uma de suas principais lideranças. Podemos citar os grupos: Vila Velha Força Break, Big Field Break, Observadores, Renegrado Jorge, Suspeitos na Mira e o Grupo Negritudeativa. O Hip Hop retoma o que os movimentos convencionais não sabem fazer: reivindicar um espaço alternativo na cultura moderna para demonstrar como a herança afro, e só ela, é capaz de restituir ao ocidente decadente o brilho e a alegria de viver. O Hip Hop reencanta a modernidade. Também as mulheres não ficaram paradas. Não encontrando um espaço adequado de luta dentro das organizações convencionais, buscaram criar o seu próprio caminho. Daí resultou a Associação De Mulheres Negras ''Oborin Dúdú''. A organização de mulheres negras no Espírito Santo com maior força de liderança e de referência histórica. Chamo a atenção do leitor para a parte referente aos diversos grupos de dança formados por negros: Axé de Obá, Grupo Afro Cultural Abi-Dudu, Grupo de Artes Cênicas Afro-Dandara, Cia. Cumby de Música e Dança, Balé Afro Quizomba, Homem Companhia de Dança e Cia. Enki de Dança Primitiva Contemporânea. Se há algo que os negros nunca deixaram de fazer apesar da opressão foi dançar. A expressão do negro é preferencialmente a dança. Como disse Nietzsche: “que seja extinto o único dia em que não se dançou”.  Faltou a este panorama histórico o samba, os sambistas, as escolas de samba e todo o seu contexto político e histórico. Aliás, pegando o gancho, também ressentimos muito aqui no ES de um trabalho sobre as escolas de samba sob o foco da questão racial. Mas isso é assunto para outro livro!

#6323 De: Joao Humberto de Oliveira <joao_humberto@...>
Data: Qua, 18 de Nov de 2009 12:48 am
Assunto: Fwd: Carta a Renato Aragão. Essa é de arrasar!!!
joao_humberto@...
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---------- Forwarded message ----------
From: walter vieira <wcvwalter@...>
Date: 2009/11/14
Subject: Enc: Carta a Renato Aragão. Essa é de arrasar!!!
To: João Carlos Moreira de Almeida <joao_cmoreira@...>, savio araruama <savio.bs@gmail.com.br>, marcelino at <marcelinomarcelino@...>, RAPHAELA BORBA <raphinha_borba@...>, "RITA C.CAVALCANTE" <RITA.CAVALCANTE@...>, Ricardo tadeu cabral <ricardotcabral@...>, nilton campogrande <barros_azevedo@...>, igor cardoso <igorcardoso26@...>, ISABEL CASAL <izabelcasal@...>, rita cavalcante <rita22cavalcante@...>, ana cristina <anacri@...>, KAREN HENRIQUES CURSO <KAREN1HENRIQUES@...>, ERIKA OLIVEIRA CURSO <ERIKAJOLIVEIRA@...>, alvin eames91 <a.c_alvin@...>, Daiane ESTAGIARIA <daiannedos@...>, Almirante Fernanda <almirantefernanda@...>, gustavo frezende <gustavofrezende@...>, GALO g23 <matheuslucasgalo@...>, bruno galliano <brunogalliano@...>, rafael garcez <garcez@...>, Artur Ignarra <aignarra@...>, artur ignarra <artur@...>, flavio ilhafiscal <flavio-jt@...>, Clac Imoveis <clacimoveis@...>, WU YE KOM <WUKOM@...>, ISABELLE CRISTINE MIRANDA LAUREANO <isabellinha_1992@...>, juliana lazzoli <jmlazzoli@...>, FABRICIO LOJACOMPUT <papeso@...>, MAURO MARA <depaula_1999@...>, "ISABETO@... MELO" <isabeto67@...>, RONALDO SDM MICROFILMAGEM <NALDOBIZZZI@...>, robson miranda <binho1985@...>, celina moreira <celinamoreiradacruz@...>, Fábio MT <fabioduka@...>, fabio museunaval <fca69mb@...>, manoel neto <manoelhoracio@...>, Joao Humberto de Oliveira <joao_humberto@...>, carlos oneto <carlosoneto@...>, luizhlbarbosa <luizhlbarbosa@...>, RAPHAELA BORBA RAFA <RAPHINHA_BORBA@...>, mauricio resende <maurycio68@...>, Paulo Ricardo <pauloferreira774@...>, SOUSA LIMA SDM <jorgemsl@...>, ELIAS SDM <davidce@...>, gerson sdm <ggersonn2000@...>, laerte sdm <laerte_guimaraes@...>, marcos andre sdm <marcosandre038@...>, SGFRANCISCO SDM <vfranciscoaf@...>, jara sdm <llinojara@...>, jara sdm <llinnojara@...>




--- Em qui, 12/11/09, Laerte Guimarães <laerte_guimaraes@...> escreveu:

De: Laerte Guimarães <laerte_guimaraes@...>
Assunto: Carta a Renato Aragão. Essa é de arrasar!!!
Para:
Data: Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009, 21:13






 
 
 
 
Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi.   Dou nota DEZ para essa mulher.
 







Quinta, 23 de julho de 2008.


Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)...

Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE  11(ONZE) ANOS? 

MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?BRASILEIROS  PATRIOTAS  (e feitos de idiotas) DIVULGUEM ESSA REVOLTA...
































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#6322 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Sáb, 14 de Nov de 2009 3:02 am
Assunto: Villa-Lobos
kuperman_br
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Pessoal,
Domingo, a ASA tem um programa excelente sobre Villa-Lobos. Quem gosta de boa música, é uma opção interessante para o final de semana.

 


Viva Villa !

         Há cinquenta anos, morria o maestro e compositor Heitor Villa-Lobos. Considerado por muitos como um dos grandes gênios da música brasileira, Villa-Lobos deixou uma obra extraordinária, com peças instrumentais e vocais. É, ainda hoje, frequentemente incluído nos programas das grandes salas de concerto em todo o mundo.

         A ASA homenageia o grande Villa, com um programa que inclui vozes e violão. Os Corais da ASA e Avareté e o violonista Luiz Felipe Oiticica mostrarão um pedaço da rica herança sonora legada pelo grande artista. O regente Joaquim Assis, do Avareté, contará histórias interessantes da vida de Villa-Lobos.

         Dia 15 de novembro, domingo, às 18 horas, no auditório da ASA (rua São Clemente, 155). Ingressos a R$ 5 (sócios da ASA quites com as trimestralidades) e R$ 10 (não-sócios).


#6321 De: "Emar" <chezmoi77@...>
Data: Dom, 15 de Nov de 2009 9:34 pm
Assunto: Fw: Biblioteca Digital
emar_azevedo
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Ministério da Educação - Biblioteca Digital

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.
 
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis   Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....


Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br


Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto
por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulgue para o máximo de pessoas!


VAMOS  COLABORAR DIVUGANDO ESTA MENSAGEM

 


#6320 De: Mario Ayala <marioayala75@...>
Data: Sáb, 14 de Nov de 2009 3:18 pm
Assunto: Revista Cuadernos Políticos‭ ‬(México,1974‭ ‬y‭ ‬1990‭) completa en internet
marioayala75
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http://www.cuadernospoliticos.unam.mx/cuadernos/

Presentación

Cuadernos Políticos fue una revista que se publicó entre‭ ‬1974‭ ‬y‭ ‬1990‭ ‬por Editorial Era.‭ ‬En ella confluyeron toda una generación de intelectuales críticos latinoamericanos que,‭ ‬con el ascenso de las dictaduras militares de la década del 70 en Centro y Sudamericana, tuvieron que exiliarse en México,‭ ‬ante la imposibilidad de ejercer su labor crítica de manera libre y por la amenaza siempre latente de la desaparición y la muerte.

Cuadernos Políticos fue animada por gente como:‭ ‬Bolívar Echeverría,‭ ‬Carlos Pereyra,‭ ‬Ruy Mauro Marini,‭ ‬Neus Espresate,‭ ‬entre otros.‭ ‬Para su publicación,‭ ‬colaboraron escritores tan importantes como:‭ ‬Carlos Monsiváis,‭ ‬Adolfo Sánchez Vázquez,‭ ‬Adolfo Gilly,‭ ‬Michael Löwy,‭ ‬por mencionar solamente algunos de la enorme lista de autores que publicaron en ella.‭ ‬La revista se caracterizó por su perspectiva crítico-marxista desde la cual se avocaron a reflexionar sobre los sucesos políticos más relevantes de América Latina y el mundo de esos años.‭ ‬Además,‭ ‬la revista difundió las reflexiones de otros pensadores críticos de Europa y Estados Unidos,‭ ‬fungiendo con ello como vínculo entre el pensamiento crítico latinoamericano,‭ ‬el europeo y estadounidense.

El archivo electrónico que aquí presentamos,‭ ‬que cuenta con todos los artículos de los‭ ‬60‭ ‬números de la revista,‭ ‬tiene por objetivo dar a conocer a un público más amplio las reflexiones de estos autores,‭ ‬gracias al desarrollo de los medios electrónicos actuales.

Para el lector de hoy,‭ ‬algunos de los‭  ‬temas y análisis de los artículos de la revista pueden sonar un tanto extemporáneos,‭ ‬debido a que se redactaron en situaciones totalmente coyunturales,‭ ‬aunque por ello no dejan de mantener un importante valor histórico.‭ ‬Hay en cambio otros muchos artículos que mantienen una indudable actualidad.‭ ‬Por ello,‭ ‬hemos decidido reunir todos los textos de la revista para que el lector tenga la posibilidad de juzgar por sí mismo sobre su importancia y con ello se anime a continuar con la labor crítica que cultivaron sus autores.

De manera que,‭ ‬el fin primordial de esta iniciativa es el de fomentar la investigación y el pensamiento crítico,‭ ‬con la firme intención de colaborar a una verdadera democratización de nuestras sociedades.‭ ‬Una democratización que,‭ ‬desde nuestro punto de vista,‭ ‬sólo es posible poniendo en cuestión los fundamentos de la moderna sociedad capitalista‭; ‬sociedad que actualmente no sólo atraviesa por una grave crisis económica,‭ ‬sino que en verdad se encuentra en una profunda crisis civilizatoria,‭ ‬una crisis que si bien es cierto nos puede llevar a imaginar otros mundos posibles‭ (‬lo que para algunos optimistas es ya un hecho‭)‬,‭  ‬no obstante,‭ ‬también nos puede llevar a una nueva época de barbarie.‭ ‬En efecto,‭ ‬nos parece que,‭ ‬no basta con intuir que tal crisis existe,‭ ‬sino se hace necesario comprenderla para poder transformar la realidad,‭ ‬y conformar con ello una verdadera alternativa a la modernidad existente.‭ ‬En este sentido,‭ ‬nos parece que‭ ‬Cuadernos Políticos no sólo contribuyó a esta labor,‭ ‬sino que su lectura la sigue fomentando como algo necesario en nuestro tiempo.

F.‭ ‬Javier Sigüenza R.

 



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http://ar.mujer.yahoo.com/cocina/

#6319 De: HISTORIADOBRASIL HISTORIADOBRASIL <grupohistoriadobrasil@...>
Data: Sex, 13 de Nov de 2009 12:40 pm
Assunto: Enc: Newsletter história e-história
grupohistori...
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--- Em qua, 11/11/09, cadastro@... <cadastro@...> escreveu:

De: cadastro@... <cadastro@...>
Assunto: Newsletter história e-história
Para: grupohistoriadobrasil@...
Data: Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009, 11:14

ISSN 1807-1783                atualizado em 11 de novembro de 2009   


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Leia em História e-História

por Webmaster História e-História


Hannah Arendt
Foto de DHnet

O risco da massificação administrativa na burocracia moderna: uma advertência histórica de Hannah Arendt, por Maico Russiano de Souza Boeno e Heraldo Elias Montarroyos.

O artigo fundamenta o conceito de massificação administrativa, sugerido por Hannah Arendt em sua obra "Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal", usando, com esta finalidade, uma metodologia organizacional das idéias que é operacionalizada por meio de seis categorias complementares de análise: ontologia, metodologia, axiologia, teoria, práxis e contexto espaço-temporal. O artigo desenvolve uma abordagem inédita sobre o pensamento de Hannah Arendt, revelando metodologicamente a estrutura do conceito de massificação administrativa no sentido de melhor visualizar a advertência histórica da autora em relação a esse mal recorrente na Modernidade. Confira...

 

Uma História do Tempo Presente? Possibilidades e desafios para o historiador, por Karine Rodrigues Dias e César Henrique de Queiroz Porto.

Escrever a história de seu próprio tempo, sempre foi visto com desconfiança entre os historiadores, uma vez que muitos acreditam que a história se define pela distância temporal entre o historiador e seu objeto de análise. Escrever a história do presente é considerado um ato perigoso, pois esbarramos com a ausência de um recuo, de uma metodologia específica que evite cometer o pecado da imparcialidade. Confira...

 

Sobre a vigilância do poder: o DEOPS em ação contra o antinacionalismo e a erosão da cultura e da identidade nacional, por Bruna de Souza David e Vinicius Rajão da Fonseca.

O presente trabalho tem como proposta analisar os atos de repressão do governo brasileiro durante o Estado Novo, contra aos que foram denominados "antinacionalistas" (circunscrevendo apenas aos grupos de estrangeiros alemães radicados no estado de São Paulo). Designamos, para tanto, documentos registrados pelo Departamento Estadual de Ordem Política e Social da cidade de São Paulo (DEOPS-SP), entre 1937-1945, relatando a repressão política sobre este determinado grupo e revelando a articulação, manutenção e manipulação de preceitos que respectivamente vinculassem esses indivíduos a crimes contra a nação, determinando assim meios legais para a criação de um sentimento de "brasilidade", preservando assim a cultura e a identidade nacional e coibindo, desta maneira, aspectos sociais, econômicos e culturais dos imigrantes ressaltados acima. Confira...

 

Patrimônio cultural: consciência e preservação, resenhado por Raquel dos Santos Funari.

Sandra Pelegrini, professora da Universidade Estadual de Maringá, Paraná, apresenta, neste volume, uma introdução ao tema do patrimônio, tendo em vista seus aspectos educativos. Volta-se, portanto, tanto ao público em geral, como, em particular, para os profissionais da educação, como professores, supervisores escolares e educadores em museus ou casas de cultura. O contato dos estudantes com a cultura material e os bens intangíveis, paisagísticos e ambientais de suas comunidades permitirá promover maior interesse pela História, assim como a valorização da diversidade do patrimônio. Confira...

 




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#6318 De: Sergio Fonseca <sbaptistadafonseca@...>
Data: Sex, 13 de Nov de 2009 12:06 am
Assunto: A Realização da História
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A REALIZAÇÃO DA HISTÓRIA

Na base do socialismo está a concepção hegeliana de realização da história que nada mais é do que a promessa de felicidade do gênero humano na história. Todas as crenças ou ideologias de um mundo melhor, do cristianismo ao comunismo, têm algo de prometéico e de redentor.
Eis a definição mais aceita de utopia: é a esperança de que a nossa caminhada possa dar num topos ideal, mesmo que não se possa ver o final do percurso. A realização da história seria diferente de "fim da história". Karl Marx, como bom hegeliano, sabia que o seu comunismo encontrava a história que os homens perseguiam desde a pré-história. Seria a consumação de tudo aquilo que era nobre no ser humano. Obviamente, Marx não chega a falar de nobreza, mas vai pelo trilho da evolução, que atribui ao ser humano algo de divino, mesmo sendo materialista.
Então, a diferença entre Marx e Jesus era que ele escrevia sob um diapasão cientifico, enquanto Jesus falava da realização humana na história na base de uma prosa metafórica, poética e romântica, numa divinização do humano. Hegel tentou trazer tal poêsis para a vida do espirito absoluto, virou figura a utopia de realização da história. Se acompanharmos as cadências itinerantes dessas figuras ao longo do percurso fenomenológico vemos ali uma sinfonia da realização humana, que era a razão hegeliana. Só que a sinfonia virou rapidamente um grande Réquiem
É desta crença na realização ou consumação da história que se trata agora de debater e discutir. Não é exatamente a tese de Francis Fukuyama do "Fim da História" que se deve discutir. Pois a sua tese trata apenas de um fim especifico que era o da guerra fria, as lutas entre as ideologias do comunismo e do capitalismo.
No capitalismo se poderia supor a existência, como fez o Marx, duma linha evolutiva direta para a realização da história. O comunismo seria a passagem obrigatória, uma transição, que hoje mantém uma audiência bastante fraca nos meios das ciências humanas. A história estacionou?
Os socialista atuais acreditam ainda que é possível, através de políticas públicas voltadas aos excluídos, chegar-se ao alvorecer da história. Na socialização da propriedade privada mediante intervenção estatal se vê a estrada que conduz ao socialismo sem a necessidade de derramamento de sangue. A entrada dos excluídos no mercado de consumo o que faz é aumentar o impacto ambiental no planeta e também aqui se vê uma conexão entre o progresso capitalista e a idéia de realização da história do socialismo. Capitalismo e comunismo provaram do mesmo fruto proibido.
O socialismo quer manter ativado a crença na utopia, no reino da história de abundancia e felicidade, de realização humana. Ou acreditamos nisso, ou então acreditamos que não há esse reino e nos contentamos com os conflitos de interesses. É a rotina dos conflitos e não a retumbância da redenção do gênero humano que nos guia hoje.
Na perspectiva liberal já se dá conta de uma critica a concepção hegeliana de realização na história do gênero humano. A realização humana foi testada nos modelos históricos construídos sob a orientação marxista. O comunismo soviético e os outros comunismos que surgiram em seu entorno são modelos falidos. O gênero humano não encontrou nesses ambiente nada que pudesse lembrar as descrições de Marx  em seus tratados  sobre como seria a vida no pós-capitalismo.
Poderá haver um reino numa história futuro em que a felicidade humana seja vivida plenamente?
Sergio Fonseca
Historiador
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#6317 De: Vicente Santos <vicenteferreirasantos@...>
Data: Qui, 12 de Nov de 2009 6:45 pm
Assunto: CONVITE DEBATE DIA 18/11 SANTA ISABEL-SP: "LIBERDADE RELIGIOSA, LAICIDADE E ENSINO RELIGIOSO"
vicenteferreirasantos@...
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Convite

 

 

Santa Isabel, 10 de Novembro de 2009.

 

 

Em celebração ao 20 de novembro, gostaríamos de convida-lo (a) para nosso debate no dia 18 deste, às 19h,   com os seguintes tema:" Liberdade Religiosa, Laicidade e Ensino Religioso nas Escolas Públicas". Tal debate será realizado em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Estado Laico - ABRADEL , Fórum de Promoção da Igualdade Racial do Alto Tietê - FPIR, e ABLIRC - Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania.

 

Será uma honra podermos contar com sua presença.

 

Atenciosamente.

  

Pai Orlando de Odé

Associação Religiosa Ilê Axé Odélêgi

Rua Oriente, 359 - Cruzeiro

Fone: 7521-6879 ou 7124-9983, com Vicente

 





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#6316 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Qui, 12 de Nov de 2009 12:38 am
Assunto: Homenagem ao compositor Zé Keti
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No próximo sábado, 14/11, o compositor Zé Keti será o homenageado do
quadro "Alguém muito especial", no Programa "Onde canta o Sabiá",
apresentado por Gerdal dos Santos, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
O programa vai das 8h às 11h da manhã. A homenagem vai ao ar, das 9h05
às 9h40.
Quem mora no Rio de Janeiro, é só sintonizar 1130 AM.
Quem não mora no Rio de Janeiro pode ouvir a rádio pela Internet:
http://www.ebc.com.br/canais/radios/radio-nacional-am-rio-de-janeiro
É só clicar em "Ao vivo".

#6315 De: André Silva <andrelasilva@...>
Data: Qua, 11 de Nov de 2009 5:16 pm
Assunto: Enc: Quadro comparativo de governos
andrelasilva
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André Luis de Almeida e Silva


----- Mensagem encaminhada ----
De: David Bulgari <drbulgari@...>
Para: drbulgari@...
Enviadas: Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009 18:32:03
Assunto: Quadro comparativo de governos

Caros colegas,
 
Dizem que comparando, a gente tem condições de escolher melhor.
Esta máxima vem de uma das leis de mercado, a concorrência gera melhores serviços para nós consumidores.
Em relação à política, ideologia à parte, podemos fazer a mesma coisa para medir nosso grau de satisfação e optar por um ou outro candidato ou partido.
Em anexo, uma boa comparação entre 2 governos recentes, um confronto entre FHC e LULA.
A comparação está dada, fica por sua conta a análise e conclusão.
Por quê mando este email à vocês? Simples, recebi ele de um amigo, e acho importante a discussão política que antecede uma eleição. Somente assim, nós poderemos influir no destino deste país: conhecendo o passado, as realizações e as propostas,  é que poderemos dizer se o que nos propõem é correto, ou ainda, o melhor para todos nós.
Um abraço à todos,
 
 
David Bulgari


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#6314 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Qua, 11 de Nov de 2009 3:09 pm
Assunto: [Fwd: Capitão da FAB Sérgio Macaco - Herói Brasileiro]
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-------- Mensagem original --------
Assunto: Capitão da FAB Sérgio Macaco - Herói Brasileiro
Data: Wed, 11 Nov 2009 12:45:40 -0200
De: Movimento de Justiça e Direitos Humanos <mjdh@...>
Para: Movimento de Justiça e Direitos Humanos <mjdh@...>


MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:

 

SÉRGIO MACACO: O HOMEM QUE FEZ A DIFERENÇA

 

Dia 12 de junho de 1968, o capitão aviador Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, servindo no PARASAR, foi convocado a uma reunião, foi recebido no gabinete do ministro da Aeronáutica pelos brigadeiros Hipólito da Costa e João Paulo Burnier, que viria a se tornar conhecido como torturador e assassino.

Sérgio era admirado por indianistas como os irmãos Vilas-Boas e o médico Noel Nutels. Foi amigo de caciques como Raoni, Kremure, Megaron, Krumari e Kretire. Os índios o chamavam "Nambiguá caraíba" (homem branco amigo). Aos 37 anos, Sérgio Macaco (como era conhecido na Aeronáutica) já tinha seis mil horas de vôo e 900 saltos em missões humanitárias, de resgate e socorro em geral. Todavia, o tipo de tarefa que lhe seria proposta ali pelos oficiais não era nem um pouco digna ou solidária.

- O senhor tem quatro medalhas por bravura, não tem? - indagou Burnier.

Sérgio respondeu afirmativamente. Então o brigadeiro continuou:

- Pois a quinta, quem vai colocar no seu peito sou eu. - Fez uma pausa.

 

-  Capitão, se o gasômetro da avenida Brasil explodir às seis horas da tarde, quantas pessoas morrem?

Achando que a pergunta se referia apenas à remota hipótese de um acidente na cidade do Rio de Janeiro, Sergio respondeu:

- Nessa hora de movimento, umas 100 mil pessoas.

Foi nesse momento que os dois brigadeiros começaram a explicar um terrível plano terrorista das Forças Armadas e qual deveria ser a participação de Sérgio. Os dois propuseram que ele, acompanhado por outros membros do PARASAR, colocasse bombas na porta da Sears, do Citibank, da embaixada americana, causando algumas mortes. Em seguida, viria a grande carnificina: queriam que dinamitasse a Represa de Ribeirão das Lajes e, simultaneamente, explodisse o gasômetro. As cargas, de efeito retardado, seriam colocadas pelo capitão Sérgio, que depois ficaria aguardando, no

Campo dos Afonsos, o surgimento duma grande claridade. Aí, ele decolaria de helicóptero e aportaria no local da tragédia posando de bonzinho, prestando socorro a milhares de feridos e recolhendo mortos vítimados pela ação da própria Aeronáutica.

Colocariam a culpa nos grupos esquerdistas que lutavam contra a ditadura. Sérgio seria tido como herói por salvar as supostas vítimas dos "comunistas" e receberia sua quinta medalha, enquanto a ditadura teria um pretexto para aumentar a repressão a socialistas e democratas.

O capitão se negou a participar de uma ação tão vil. Declarou corajosamente aos bandidos fardados:

- O que torna uma missão legal e moral não é a presença de dois oficiais-generais à frente dela, o que a

   torna legal é a natureza da missão.

Outros em seu lugar simplesmente encolheriam os ombros e obedeceriam aos superiores, iriam se desculpar dizendo que estavam apenas "cumprindo ordens". Mas Sérgio era ético, íntegro, não tinha obediência cega a ninguém: seguia, acima de tudo, sua consciência e valores. Era um homem de verdade: denunciou o plano diabólico e evitou aquela que seria a maior tragédia da nossa história.

Foi perseguido pela ditadura, discriminado, removido para o Recife, reformado na marra aos 37 anos, cassado pelo AI-5 e pelo Ato Complementar 19, curtiu prisão... só não puderam quebrar-lhe integridade e honra, sua firmeza de ser humano. Sérgio se recusou a ser anistiado.

 

"Anistia-se a quem cometeu alguma falta", costumava dizer. "Não posso ser anistiado pelo crime que evitei".

Em 1970, necessitando de um tratamento de coluna, aconselharam-no a não se internar em unidade militar, pois certamente seria assassinado lá dentro. Graças ao jornalista Darwin Brandão, com auxílio do médico Sérgio Carneiro, o capitão acabou sendo tratado clandestinamente no Hospital Miguel Couto.

Nos anos 90, o Supremo Tribunal Federal determinou indenização e promoção de Sérgio a brigadeiro. Tal sentença dependia, porém, da assinatura de Itamar Franco. Itamar, como se sabe, não é nenhum modelo de virtude e, não por acaso, foi vice do corrupto Fernando Collor de Mello, que foi prefeito biônico de Maceió durante a ditadura e se criou politicamente graças ao regime militar...

Por seis meses, o presidente Itamar Franco, mesmo sabendo que Sérgio estava acometido de um câncer terminal no estômago, guardou, na gaveta, a sentença do STF favorável ao capitão. Só a assinou três dias depois da morte do herói, ocorrida em 4 de fevereiro de 1994.

Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho (cuja história é narrada no documentário "O Homem que disse Não" do diretor francês Olivier Horn) foi enterrado no cemitério São Francisco Xavier no Caju sem honras militares. É lembrado, entretanto, por todos aqueles que valorizam vida, ética, honestidade, coragem. Sérgio provou que, ao contrário do que muitos dizem, uma pessoa pode mudar a História: cada um de nós faz diferença no mundo.

 



#6313 De: Renata Xavier <renxba@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 9:14 pm
Assunto: Seminário NEMGE - "AS DIVERSAS PALAVRAS SOBRE A LEI MARIA DA PENHA" [1 Anexo]
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> Date: Tue, 10 Nov 2009 09:41:58 -0200
> From: sociousp@usp. br
> To:
> Subject: Seminário NEMGE - "AS DIVERSAS PALAVRAS SOBRE A LEI MARIA DA PENHA"
>
> Encaminho, anexo, convite para o Seminário "AS DIVERSAS PALAVRAS SOBRE A
> LEI MARIA DA PENHA".
>
> Atenciosamente,
>
> --
> Maria Angela Ferraro de Souza
> Técnica Acadêmica - Secretária
> Comissão Coordenadora de Programa
> Programa de Pós-Graduação em Sociologia - FFLCH-USP
> www.fflch.usp. br/sociologia/ pos-graduacao
> Telefone: (11)3091-3724
>
>


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#6312 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 8:10 pm
Assunto: Por que os professores adoecem?
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Por que os professores adoecem?

Levantamento revela as condições de trabalho
e seus reflexos na saúde dos docentes

ISABEL GARDENAL

Professora em sala de aula de escola estadual, em Campinas: para fundamentar o trabalho, as coordenadoras analisaram 64 resenhas feitas por equipe de pesquisadores (Fotos: Antoninho Perri)Uma pesquisa de fôlego sobre as condições de trabalho e suas repercussões na saúde dos professores da educação básica, que começou com um levantamento de teses e livros de toda a produção do país nos últimos dez anos, culminou com um livro sobre o assunto. O projeto – encabeçado pela Fundacentro, instituição vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego que promove pesquisas científicas e tecnológicas sobre a saúde dos trabalhadores, e que teve apoio financeiro da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) – contou com a coordenação das professoras Aparecida Neri de Souza e Márcia de Paula Leite, do Departamento de Ciências Sociais na Educação (Decise) da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp. Reúne em mais de 100 páginas o estado da arte a partir de temas como o trabalho docente em números, o mal-estar docente, o estresse emocional, os distúrbios vocais e a síndrome de Burnout. As primeiras conclusões foram categóricas: é preciso conhecer mais as causas que levam os professores a adoecerem, não somente combater as consequências.

O projeto que coube à equipe da Universidade, composta por 13 colaboradores (entre eles professoras da Unesp de Araraquara, pesquisadoras da USP, doutores e pós-graduandos da FE), além das coordenadoras, consistiu em uma análise das tendências, nas pesquisas acadêmicas, sobre o trabalho e a saúde de professores no período entre 1998 e 2007. Para fundamentar o trabalho, as coordenadoras analisaram 64 resenhas (50 dissertações, 10 teses de doutorado e 4 livros) elaboradas pelos pesquisadores; o levantamento foi feito com base no Banco de Dissertações e Teses organizado pela Capes, no Sistema de Bibliotecas da Unicamp, com base acervus, e nas bases de dados das bibliotecas das universidades brasileiras que foram consultadas em meio eletrônico. Foi empregado também o sítio do Scientific Electronic Library On Line (Scielo), organizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Para concluir o levantamento, foram gastos dois meses, exigindo dedicação de seus participantes, conhecimento teórico e metodológico sobre educação e trabalho. Mas o trabalho ficou robusto e permitiu dar visibilidade à produção das universidades brasileiras em torno da temática. Fruto dos estudos, eles agora estão organizados em dois volumes – o primeiro com o estado da arte e o segundo com as resenhas.

Um ponto que sobressaiu facilmente à análise foi que, embora a escola sendo reconhecida grosso modo como uma instituição em que as condições de trabalho são ruins, o professor foi considerado, paradoxalmente, um profissional com alta qualificação profissional no mercado. Ainda que soe uma contradição, ficou claro que o professor não realiza suas tarefas mecanicamente e busca um sentido para o trabalho que faz. Neste particular, a pesquisa revelou que o trabalho do professor, organizado em ciclos longos e flexíveis, favorece o seu controle, ainda que relativo, sobre o processo de ensino, expressão de criatividade e inovação.

O material coletado contextualizou o trabalho docente no presente, ao relacioná-lo às exigências crescentes da sociedade e ao levar em conta a realidade social marcada pelas desigualdades sociais, pela violência e pela falta de perspectiva de futuro dos jovens (grupo social mais atingido pelo desemprego). Conforme a pesquisa, esses aspectos têm criado uma crise de identidade nos professores, que vão perdendo a referência sobre o que devem fazer no ofício de ensinar.

A importância da escola no processo de mobilidade social, relata Neri, tem sido colocada em dúvida, ao mesmo tempo em que o mundo do trabalho vem valorizando-a como uma possibilidade de acesso ao restrito mercado de trabalho. Sem garantir, no entanto, a inserção dos jovens escolarizados. Tudo isso lança uma pergunta que parece cada vez mais difícil de ser respondida: qual o papel social da escola atualmente?

A dificuldade de responder a essa questão tem levado a outra contradição no universo escolar: entre o cotidiano dos professores e a teorização do papel da escola. A defasagem entre o trabalho a ser realizado e a realidade é cada vez maior, segundo as pesquisadoras. Os autores a caracterizam como “a face oculta de nossa modernidade” e concluem que, quanto maior for essa defasagem, maior será o investimento afetivo e cognitivo exigido do professor, demandando maior esforço e sofrimento psíquico dele.

Um panorama a ser considerado, e que permeou o levantamento, foi a necessidade ainda do estabelecimento de um vínculo afetivo e emocional para o exercício da atividade docente. Entretanto, o trabalho sugeriu que este vínculo está sendo bloqueado pelo jogo de interdições que caracterizam a atuação dos profissionais da educação. “Isso define o aparecimento de sofrimento psíquico, que ocorre quando o investimento, afetivo, emocional e cognitivo, não tem retorno, como nas relações entre professor e aluno”, exemplifica Neri. “Mas isso não fornece base e argumentos fortes para responsabilizar a qualificação da força de trabalho dos profissionais da educação pelas mazelas e pela baixa qualidade do ensino no Brasil”, esclarece.

As professoras Márcia de Paula Leite (à esq.) e Aparecida Neri de Souza: levantamento conclui que é preciso conhecer mais as causas que levam o professor a adoecer (Fotos: Antoninho Perri)Achados
Durante o levantamento, a equipe da Unicamp cruzou dados sobre o número de professores e sua escolarização com o nível de ensino. Atualizando esses dados com os do Censo de 2007, temos que dos 1.882.961 professores brasileiros que davam aulas no ensino básico, 75% estavam concentrados no ensino fundamental, sendo que 36% davam aulas para as quatro séries iniciais e 39% nas quatro séries finais. Ainda na educação infantil e no ensino fundamental, professores com escolaridade equivalente ao ensino médio eram quase a metade, embora a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996 indicasse que todos deveriam ter nível superior.

Os dados apontaram que possuíam, em 2007, formação profissional em nível superior: 65% dos professores da educação fundamental (quatro séries iniciais) e 42% das creches. Dentre os professores do ensino fundamental (quatro séries finais) e ensino médio (antigo segundo grau), que historicamente são formados em cursos de licenciatura de nível superior, 15% ainda não possuíam esta escolaridade.

A escolarização dos professores brasileiros, menciona Márcia, mesmo tendo passado por um período de investimento em políticas de formação profissional, ainda conta com um contingente expressivo que não tem ensino superior. Estes dados foram obtidos do Censo Escolar da Educação Básica, de 1997, por não estarem disponíveis para consulta, à época, o último censo. Cabe aqui uma ressalva de Márcia: os dados mudaram do Censo do Professor, realizado em 1997, para o Censo da Educação Básica de 2007. “Em 1997, apenas 50% dos professores brasileiros tinham escolaridade de nível superior. Hoje são 70%”, informa.

Ao avaliarem a diversidade regional do território brasileiro, as pesquisadoras perceberam pouca participação da esfera federal na oferta do ensino básico. Esse achado continua válido com a atualização dos dados para 2007: a escola pública continua em 2007 majoritariamente municipal, em relação ao país todo, com 44% dos professores brasileiros trabalhando nestas escolas. No Nordeste eram 59%, no Sudeste 35%, no Sul 37%, no Norte 53% e no Centro-Oeste 42%.

Abordando a distribuição dos docentes por sexo, o Censo da Educação Básica, de 2007, revelou que o espaço da educação básica era particularmente feminino. Dentre 1.882.961 docentes, 1.542.925 eram do sexo feminino contra 340.036 do sexo masculino. Em termos percentuais, isso representava um universo de 82% de mulheres e apenas 18% de homens. Uma tendência que persiste na sociedade é que o perfil predominantemente feminino se modifica quando os professores percorrem os diferentes níveis de ensino. Essa participação feminina concentra-se principalmente nos níveis inferiores, no ensino infantil e fundamental I, onde elas constituíam mais de 90%, no ensino fundamental II (quinta à oitava série), onde elas eram 74% e no ensino médio, no qual perfaziam 64%. “Esta concentração, se considerarmos as relações de gênero, tem efeitos evidentes sobre a saúde dessas professoras, se levarmos em conta não somente os baixos níveis salariais que predominam, mas também as condições em que as mulheres desenvolvem o trabalho, assim como a maior incidência de sofrimento mental, estresse emocional e Burnout entre elas”, pontua Neri.

Se a gestão escolar é democrática, com mais participação social, tem impactos positivos sobre as relações de trabalho nas escolas, apontam as pesquisas. Segundo as coordenadoras da pesquisa, a forma democrática é oportunidade alvissareira para melhorias das condições de trabalho, com ações de combate à violência e defesa do patrimônio público contra atitudes de vandalismo, além de melhoria da qualidade do ensino. Em escolas geridas democraticamente, verificou-se inclusive uma maior participação da comunidade e envolvimento dos familiares nos problemas comuns da escola.

Os dados do Censo dos Profissionais do Magistério, de 2003, sugeriram que os professores que exercem sua função na educação infantil e no ensino fundamental de primeira a quarta série recebiam os salários mais baixos, em média R$ 676,00 mensais. Aqueles que atuavam no ensino fundamental de quinta a oitava série recebiam em média R$ 854,56 e os do ensino médio atingiam maiores remunerações: R$ 1.059,80.

No levantamento, tomando como exemplo algumas ocupações de diversos níveis de especialização, depreendeu-se que, mesmo aquelas que requeriam baixa escolaridade ou formação profissional de nível básico, alcançaram níveis mais elevados de remuneração, especialmente os de educação infantil. Entre os docentes do ensino médio, os salários são, em sua grande maioria, inferiores aos recebidos por profissionais com escolaridade equivalente ao nível técnico (veja na página ao lado).

Mal-estar docente
Uma primeira radiografia demonstrou que a discussão sobre trabalho e saúde do professor no país avançou significativamente na última década. Não obstante, prosseguem algumas deficiências sinalizando para o longo caminho a ser percorrido – a sua exposição a temperaturas inadequadas, ruídos, superlotação das salas, cansaço extremo pelas longas jornadas de trabalho, dupla jornada das mulheres, falta de tempo para si e para se atualizarem, angústia pelas exigências sociais em termos de atividades, complexidade das tarefas aliada à falta de recursos, problemas sociofamiliares dos alunos, ritmo de trabalho, multiplicidade de tarefas simultaneamente às posturas desconfortáveis, pouca frequência de pausas, falta de valorização, burocratização das atividades, falta de diálogo com a administração das escolas e expansão dos contratos de trabalho temporários e eventuais.

Conforme Neri, em geral os professores enfrentam estes problemas respondendo com atrasos, faltas, queda da qualidade e desinteresse pelo trabalho, e adoecimento. Um fato intrigante, expõe ela, é que a legislação trabalhista ainda não reconhece como doença ocupacional o estresse laboral e os distúrbios da voz. Somam-se a isso algumas estratégias de resistência que são adotadas pelos professores: um processo de desinvestimento subjetivo e individualismo; a recusa à troca de série, método de ensino e resistência a inovações tecnológicas; atribuição de culpa aos alunos por seu fracasso escolar; desvio de função; licença sem vencimento; uso da família como bode expiatório; recusa para se assumir como professor da escola pública; e evasão ou abandono da profissão.

A partir do estado da arte, foram realizadas entrevistas com professores para conhecer as atividades e condições de trabalho, procurando entender como elas podem afetar a sua saúde, pelos pesquisadores da Fundacentro em colaboração com as confederações sindicais de professores do setor público e do setor privado. Nestas entrevistas, o professor de uma escola estadual de SP relatou: “eu trabalho só no Estado. Já trabalhei em escola particular e no Estado e no município e no Estado. Agora estou com dois cargos no Estado, não com carga horária integral em cada um porque não aguento. Mas tem professores que dão até 64 aulas semanais.” Outros dois professores mencionaram os dilemas em escolas privadas de SP: “tenho 50 alunos na sala de aula. Para mim, é normal ter 50 alunos na rede estadual, mas não na particular” e “é uma jornada estafante demais. São 20 turmas por semana em escola pública”.

Através de apurada revisão da literatura, foi possível estabelecer um consenso que o mal-estar docente é um fenômeno social do mundo ocidental que possui como agentes desencadeadores a desvalorização concomitante às constantes exigências profissionais, a violência e a indisciplina, entre outros fatores, que acabam por promover uma crise de identidade em que o professor passa a se questionar sobre a sua escolha profissional e o próprio sentido da profissão. “Praticamente a totalidade dos trabalhos analisados faz referência ao mal-estar docente, discutindo como ele se manifesta em diferentes contextos do ensino básico, em escolas públicas e em escolas privadas”, conta Márcia.

Riscos
Esse mal-estar passa a se manifestar em sentimentos negativos intensos como angústia, alienação, ansiedade e desmotivação, além de exaustão emocional, frieza perante as dificuldades dos outros, insensibilidade e postura desumanizada. A profissão docente é hoje considerada como uma das mais estressantes, uma profissão de risco, conforme a Organização Internacional do Trabalho (OIT). E, não raro, os professores partem para a fuga de olhar o processo sem se reconhecer nele. Nas mulheres, os principais efeitos do mal-estar são amenorreia, cefaleia, melancolia climatérica, frigidez, anorexia, bulimia, neurose de ansiedade e psicose depressiva .

A opção de ouvir professores de escolas públicas e privadas se mostrou acertada, de acordo com as coordenadoras do estado da arte, para desmistificar a ideia de que somente na escola pública há difíceis condições de trabalho. Serviu ainda para apontar que os múltiplos empregos são assumidos por professores para conseguir um ganho razoável no fim do mês. Mas o mais importante foi evidenciar como as condições nas quais os professores realizam seu trabalho produzem seu adoecimento físico e mental e que eles enfrentam estes problemas de forma individualizada. As autoras reiteram que as pesquisas mostram a necessidade de o poder público construir políticas públicas que enfrentem as suas origens em oposição às políticas que pretendem atingir somente os efeitos, tais como a premiação dos assíduos.

Muitos outros pontos foram analisados pela pesquisa, entre os quais distúrbios vocais, que atingem significativamente os professores que fazem uso da voz como instrumento de trabalho, e a síndrome de Burnout. Esta síndrome vai avançando com o tempo, corroendo devagar o ânimo do trabalhador, que vai se apagando. É uma desistência de quem ainda está lá, encalacrado em uma situação de trabalho que não pode suportar, mas que, concomitantemente, também não pode desistir. O trabalhador arma inconscientemente uma retirada psicológica, um modo de abandonar o trabalho, apesar de continuar no posto. Está presente na sala de aula, mas passa a considerar cada aula, cada aluno, cada semestre como números que vão se somando em uma folha em branco. Os estudos sobre a síndrome em professores a associam a respostas individuais aos estressores interpessoais ocorridos em situações de trabalho. Uma diferença significativa entre o Burnout e o estresse é que este último afeta somente a pessoa envolvida, enquanto o Burnout afeta todos os envolvidos na situação de trabalho e nas relações pessoais, prejudicando não apenas o professor, mas também os alunos e comprometendo todo o processo de ensino-aprendizagem. A alta frequência do Burnout entre os professores brasileiros consiste numa evidência das difíceis condições de trabalho a que eles estão submetidos e, em consequência, as precárias condições de ensino e aprendizagem que ainda estão presentes na maior parte das escolas do ensino básico do país.

 

Projeto foi estruturado em três ações

A Fundacentro é uma fundação de natureza jurídica de Direito Público que tem por finalidade principal a realização de estudos e pesquisas na área da saúde e segurança do trabalho e a difusão desses conhecimentos. Neste contexto, o projeto “Condições de trabalho e suas repercussões na saúde dos professores na educação básica no Brasil” teve dois objetivos principais. O primeiro foi conhecer as condições de trabalho desses professores em diferentes situações de trabalho, como zona rural e urbana; escolas municipais e estaduais; ensino infantil e/ou fundamental e/ou médio, grandes ou pequenas cidades, em todas as regiões do Brasil.
Entendeu-se aqui por condições de trabalho o conjunto dessas condições, materiais ou não, em que o trabalho de um grupo de trabalhadores é exercido e compreende desde as condições contratuais de trabalho e os níveis de remuneração até as características dos locais, as especificidades das tarefas e atividades exercidas. O segundo objetivo foi relacionar as diferentes condições de trabalho com a saúde dos professores.

O projeto foi estruturado em três ações: a produção de um relatório, denominado Estado da Arte, sobre os estudos recentes acerca das condições de trabalho (já concluída); a análise coletiva do trabalho ou no que consiste o trabalho dos professores e no que ele difere conforme as situações em que é praticado (esta etapa foi realizada nas cidades de São Paulo, Salvador e Vitória da Conquista (BA), Teresina, Água Branca, Picos e Luís Correa (PI), Campo Grande, Belém e Porto Alegre; e a publicação e distribuição de livros com os resultados finais do projeto.

 

O conteúdo completo deste material está disponível na Internet no site da Fundacentro (www.fundacentro.gov.br), no link publicações eletrônicas.

 

 


 

 
Jornal da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas / ASCOM - Assessoria de Comunicação e Imprensa
e-mail: imprensa@... - Cidade Universitária "Zeferino Vaz" Barão Geraldo - Campinas - SP
 


 


#6311 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 8:13 pm
Assunto: CICLO DE PALESTRAS - MARIGHELLA VIVE
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CICLO DE PALESTRAS.                 

MARIGHELLA VIVE
  UMA HOMENAGEM A ESTE GRANDE BRASILEIRO.
DEBATES E LANÇAMENTO DE LIVROS.

DIAS 11, 12 E 13 DE NOVEMBRO.

LOCAL: ASSOCIAÇÃO SHOLEM ALEICHEM (ASA)  RUA São Clemente, 155 - BOTAFOGO -(próximo à estação do metrô BOTAFOGO) - RIO DE JANEIRO.
HORÁRIO: DAS 19h00min até 21h00min h.

INSCRIÇÕES GRATUITAS PELO EMAIL: cemobafluminense@...  

Ou na ASA, duas horas antes da abertura (dia 11/11 das 17h00min até 18h45minh). VAGAS LIMITADAS.

                            PROGRAMAÇÃO            
          11/11/09  - Quarta-feira - ESTADO, AUTORITARISMO E VIOLÊNCIA
 JOÃO BATISTA DAMASCENO (MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO JUIZES PARA A DEMOCRACIA).

       12/11/09 - Quinta-feira - O ATO INSTITUCIONAL Nº 5 e a REPRESSÃO - Professor RUBIN S. LEÃO DE AQUINO (AUTOR DE LIVROS DE HISTÓRIA).

                13/11/09 - Sexta-feira - "CARLOS, A FACE OCULTA DE MARIGHELLA" - EDSON TEIXEIRA - PROFESSOR E ESCRITOR e "MARIGHELLA E A ALN"
CARLOS
EUGÊNIO PAZ - ESCRITOR, MILITANTE E DIRIGENTE DA ALN.

 VENHA E PARTICIPE!

Para se inscrever envie: Nome, endereço, profissão, endereço de e-mail. E aguarde a confirmação da sua inscrição.

Visite nosso site: www.cemobafluminense.com.br

Apoio: Associação Sholem Aleichem.

Coordenação: Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense.




#6310 De: José Adilson <adilson@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 1:04 pm
Assunto: Lançamento de Documento em Revista em Espanhol Edição Especial
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Caros leitores,

A Edição especial de Documento em Revista em espanhol já está a venda e
disponível para os brasileiros no site www.documentoemrevista.com.br na opção
compre aqui onde será emitido boleto bancário.

A revista será lançada durante o 8º Congresso de Arquivologia do Mercosur que
acontece nos próximos dias no Uruguai e terá uma tiragem limitada,
Essa edição traz artigos inéditos de renomados profissionais da Arquivologia:

- Antônia Herédia Herrera - Espanha - e-administración y la e-gestión
documental: aproximación a una realidad.

- Heloísa Liberalli Bellotto - Brasil - La situación actual de los archivos en
Brasil: puntos considerables.

- Manuel Vazquez - Argentina - Semiótica y Archivología.

- Anna Slzlejcher - Argentina - El Acceso a la Información: Estrategias para
enfrentar los Desafíos y Oportunidades.

- Ana Célia Rodrigues - Brasil - Diplomática contemporánea: aportaciones para su
enseñanza e investigación.

- Kátia Isabelli de Bethânia Melo de Souza - Brasil - Los archiveros en el mundo
del trabajo: la iniciativa privada en el escenario.

- Susana Martinez - Argentina - Enseñanza de la archivística a distancia:
modalidad no residente-semi-presencial.



Atenciosamente,

Documento em Revista

#6309 De: "estherkuperman@..." <estherkuperman@...>
Data: Sex, 6 de Nov de 2009 10:23 pm
Assunto: Homenagem a Ary Barroso
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No próximo sábado, 07/11, o compositor Ary Barroso será o homenageado do
quadro "Alguém muito especial", no Programa "Onde canta o Sabiá",
apresentado por Gerdal dos Santos, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
A homenagem foi produzida pela jornalista Patrícia Rodrigues, de quem
tive a honra de ser professora.
O programa vai das 8h às 11h da manhã. A homenagem vai ao ar, das 9h05
às 9h40.
Quem mora no Rio de Janeiro, é só sintonizar 1130 AM.
Quem não mora no Rio de Janeiro pode ouvir a rádio pela Internet:
http://www.ebc.com.br/canais/radios/radio-nacional-am-rio-de-janeiro
É só clicar em "Ao vivo".
Não percam!

#6308 De: José Roberto Vasconcelos <vasconcelosminas@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 1:08 am
Assunto: Colóquio Internacional sobre Estudos Culturais [1 Anexo]
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Só repassando...

Pode interessar a alguém


José Roberto Vasconcelos 
Comendador Levy Gasparian - RJ  - Brasil
www.armorialbrasileiro.com
vasconcelosminas@...
"Se não tenho feito o quanto eu devo, tenho feito ao menos o quanto me tem sido possível"


--- Em seg, 9/11/09, Adalberto e Katia Paranhos <akparanhos@...> escreveu:

De: Adalberto e Katia Paranhos <akparanhos@...>
Assunto: GEHB ** Colóquio Internacional sobre Estudos Culturais [1 Anexo]
Para: HISTORIADOBRASIL@...
Data: Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009, 23:06

 

 
             Prezados(as) colegas,

           
             A Universidade Federal de Uberlândia realizará o Colóquio Internacional sobre Estudos Culturais, que contará com duas conferências do prof. David Treece, destacado pesquisador do Department of Portuguese and Brazilian Studies do King's College London, nos dias 12 e 13 deste mês (v. programação logo abaixo e no cartaz em anexo).
             O evento tem a promoção conjunta dos Programas de Pós-graduação de História (Linha História & Cultura), Ciências Sociais, Letras (Mestrado em Teoria Literária) e Artes, mais as coordenações dos cursos de graduação em Música e Ciências Sociais.
              Além das palestras, está programado também o lançamento do livro de David Treece, Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indigenista e o Estado-nação imperial, recentemente publicado no Brasil pela Edusp e pela Nankin Editorial.
              
              Abraços.
 
              Adalberto Paranhos
              e
              Silvano Baia
              (organizadores)
 
____________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ _________ ______            
 
            COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE ESTUDOS CULTURAIS
            
            Conferências do Prof. David Treece (King's College London)
 
            Dia 12/11/09 (quinta-feira) , às 19h00: "Identidade, musicalidade e o Brasil afro"
            Local: Bloco 3 M, sala 8 (prédio do Curso de Música)
 
            Dia 13/11/09 (sexta-feira) , às 9h00: "O movimento indianista, a política indigenista e o Estado-nação imperial"
            Lançamento do livro de David Treece: Exilados, aliados e rebeldes (São Paulo: Edusp e Nankin Editorial)
            Local: Anfiteatro do Bloco X
 
                       
            
 
 



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#6307 De: Estimativa <ong.estimativa@...>
Data: Dom, 8 de Nov de 2009 11:09 am
Assunto: MOSTRA "ESPELHO ATLÂNTICO" EM SÃO PAULO
ninabarbosa
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Após o furor cinematrográfico provocado pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que neste ano não exibiu nenhum filme africano, a Matilha Cultural e a curadora Lilian Solá Santiago promovem a ESPELHO ATLÂNTICO – MOSTRA DE CINEMA DA ÁFRICA E DA DIÁSPORA, como programação exclusiva para o Mês da Consciência Negra. A seleção de filmes propõe um olhar contemporâneo da diversidade cultural do vasto continente africano e de seus descendentes dispersos pelo mundo.
 
A ESPELHO ATLÂNTICO vêm sendo realizada há dois anos na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, acompanhada por um público crescente e fiel. O cronograma do evento paulistano inclui a exibição de 11 filmes, africanos, europeus e brasileiros sobre a temática, a maioria inédita em São Paulo.
 
A abertura da Mostra acontece na terça-feira, 10 de novembro às 19 horas, no Espaço Matilha Cultural, com coquetel,  exibição do doc-ficção “Graffiti”, dirigido por Lilian Solá Santiago e a performance CORES DA PERCUSSÃO, com o duo Simone Soul e Marina Uehara.

De 10 a 15 de novembro de 2009 (terça a domingo)

Exibições gratuítas, sempre às 19:00h.

ESPAÇO MATILHA CULTURAL
R. Rego Freitas 542 - São Paulo – Brasil (próx. à R. da Consolação)
fone:11 3256.2636 (Atendimento à Imprensa: Nina)

Mais informações sobre a Mostra:

http://liliansantiago.blogspot.com/

http://matilhacultural.com.br/2009/10/espelho-atlantico-mostra-de-cinema-da-africa-e-da-diaspora/


PROGRAMAÇÃO E SINOPSES

Dia 10/11 - terça-feira - abertura com coquetel

Graffiti (ficção / documentário)

Lílian Solá Santiago (Brasil, 2008, 10 min.)
São Paulo é a cidade mais grafitada do mundo. "Graffiti" acompanha o rolê solitário de Alê numa das semanas mais sinistras que essa cidade já viveu – dos ataques do PCC, e a violenta revanche da polícia em 2006. O que o move a enfrentar as ruas nessa noite? Ganhador do Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem. Com Sidney Santiago e Chico Santo.

Sessões: 19:30, 20:00, 21:00 e 21:30 horas.

Dia 11/11 – quarta-feira

O som e o resto (ficção)
André Lavaquial (Brasil, 2007, 23min)
Jahir é um virtuoso baterista carioca que toca numa banda evangélica. Ao se indispor com o pastor da igreja, se vê sozinho na rua com seu instrumento e inicia uma jornada existencial rumo à sua música. Participou de importantes festivais internacionais e, em 2008, foi o único curta-metragem brasileiro a conquistar uma vaga do Festival de Cannes, na seção Cinéfondation.

Cariocas (documentário)
Ariel de Bigault (França, 1989, 57 min.)
“Cariocas” mostra diversas facetas do samba no Rio de Janeiro. Grande Otelo, nos guia ao encontro dos grandes músicos da cidade. Realizado originalmente para a TV francesa, conta com importantes depoimentos de Martinho da Vila, Paulo Moura, Velha Guarda da Portela, Nelson Sargento, Wilson Moreira, e Joel Rufino dos Santos.

Dia 12/11 – quinta-feira

Balé de pé no chão (documentário)
Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro (Brasil, 2006, 17 min.)
Documentário sobre Mercedes Baptista, principal precursora da dança afro-brasileira. Bailarina de formação erudita, cria seu grupo na década de 50, e estuda os movimentos do candomblé e das danças folclóricas. Participou de vários festivais nacionais e internacionais.  A versão de 52 minutos para televisão ganhou, entre outros, o Prêmio de Melhor Documentário no I Hollywood Brazilian Film Festival, 2009.

Esperando os homens (documentário)
Katy Lena Ndiaye (Senegal/ Mauritânia/ Bélgica, 2007, 56 min.)
Em Hassania, no abrigo de Oualata, uma cidade vermelha na fronteira distante do deserto de Sahara, três mulheres praticam pintura tradicional decorando as paredes da cidade. Em uma sociedade dominada pela tradição, pela religião e pelos homens, estas mulheres expressam-se livremente, discutindo o relacionamento entre homens e mulheres. Presente em mais de 20 festivais internacionais.

Dia 13/11 – sexta-feira

Ossudo (ficção / animação)
Júlio Alves (Portugal, 2007, 14 min.)
Baseado no conto "Ossos", do famoso escritor moçambicano Mia Couto, este filme é uma história de amor entre duas pessoas desamparadas. Participou de mais de vinte festivais pelo mundo. Recebeu, entre outros, o Troféu de Melhor Filme Português e o Troféu Ouro Animação no 36º Festival Internacional do Algarve.

Kuxa Kanema – O nascimento do cinema (documentário)
Margarida Cardoso (Bélgica / França / Portugal, 2003, 52min.)
O governo Moçambicano cria após a independência, em 1975, o Instituto Nacional de Cinema (INC), pois o presidente, Samora Machel, sabia do poder da imagem para a nação socialista. O filme acompanha a ruína do INC após um incêndio e a desilusão dos moçambicanos com o regime. Vencedor do Festival de Nova York de Filmes Africanos, entre outros.

Dia 14/11 – sábado

Maria sem graça (ficção)
Leandro Godinho ( Brasil, 2007, 14min.)
Maria das Graças, menina negra de 12 anos, moradora da periferia de São Paulo, atormenta a vida de sua mãe para alcançar seu maior sonho: ser a apresentadora Xuxa Meneghel. Selecionado para o Festival Internacional de curta-metragens de São Paulo.

Cabo Verde, meu amor (ficção)
Ana Lisboa (Portugal/ França/ Cabo Verde, 2007, 76 min.)
A condição feminina em Cabo Verde na atualidade é o foco principal deste primeiro longa metragem da cineasta Ana Lisboa. Falado em crioulo cabo-verdiano, foi totalmente rodado na Cidade da Praia com um vasto elenco de atores amadores. Primeiro filme realizado e produzido em Cabo Verde, por cabo-verdianos.

Dia 15/11 – domingo

Black Berlim (ficção)
Sabrina Fidalgo (Alemanha / Brasil, 2009, 15 min.)
Nelson é um jovem baiano estudante de engenharia em Berlim. Na capital alemã, leva uma vida muito distante de suas verdadeiras raízes. Porém tudo muda quando ele frequentemente passa a encontrar Maria, uma imigrante ilegal do Senegal. Apesar de ignora-la ele começa a ter visões de personagens estereotipados, que o remetem a um passado que ele prefereria esquecer. Inédito.

O Herói (ficção)
Zezé Gamboa (Angola / França / Portugal, 2004, 97 min.)
Um soldado mutilado na explosão de uma mina volta à Luanda após 20 anos de combates. No elenco o senegalês Makena Diop, as brasileiras Maria Ceiça e Neuza Borges. Premiado no Festival de Sundance (EUA) e no Festival de Cinema Africano de Milão, entre outros.



 




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#6306 De: Luciana Trindade <lc.trindade@...>
Data: Sex, 6 de Nov de 2009 11:52 pm
Assunto: I COLÓQUIO INTERNACIONAL SABERES DA DIÁSPORA AFRICANA NO BRASIL
lc.trindade
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Repassando um evento que eu considero bem interessante. Quem puder, não deixe de conferir.
 
 

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana

Faculdade de Formação de Professores - Campus São Gonçalo

Laboratório de Oralidade e Memória da Diáspora Africana

Ministério de Ciência e Tecnologia - CNPq

 

   convidam

 

 

I COLÓQUIO INTERNACIONAL

SABERES  DA DIÁSPORA AFRICANA NO BRASIL

25 de novembro a 01 de dezembro de 2009

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

 

 

 

 

Em conjunto com a comemoração do Dia Nacional do Samba, propomos a realização de um colóquio onde discutiremos a história da cultura musical negra brasileira, que contará com a presença de pesquisadores renomados, além de artistas do mundo do samba.


Durante cinco dias estaremos discutindo os saberes que foram/são construídos a partir da Diáspora Africana no Brasil. Saberes que foram trazidos nas memórias dos corpos e das vozes dos sujeitos pertencentes às culturas dos Umbundus, Ovimbundus e Congos.

 

Esses povos Bantus, além do semelhante nível linguístico, mantiveram uma base de crenças, rituais e costumes muito similares, desenvolvendo uma cultura homogênea que se faz presente no cotidiano dos brasileiros.

 

Indo na contra-mão de uma corrente que destaca o exotismo africano e que insiste em considerar iorubas como sinônimo de africanidade, pretendemos discutir a história desses ancestrais esquecidos que, seqüestrados da África Central, foram levados para a Argentina, Peru, Colômbia, Peru, Uruguai, Suriname, Brasil, Caribe, EUA e Canadá, participando da construção da história do continente americano.


PROGRAMAÇÃO

 

Dia

Atividade

 
25/11
4ª. Feira 

 

Credenciamento dos Participantes

Horário: A partir das 10:00

Local: Hall do Auditório 91 - Uerj

 

Mesa de Abertura

Horário: 14:00

Local: Auditório 91 - Uerj

 

Conferência de Abertura: As Epistemes Africanas na Diáspora

Conferencista:  Rémy Bazenguissa-Ganga (Université Lille1/CEAf - EHESS) 

Horário: 15:00

Local: Auditório 91 - Uerj

 

 

28/11 

5ª. Feira

 

Mesa-redonda: Territórios Sagrados Negros no Brasil

Palestrantes: Prof. Dr. José Flávio Pessoa de Barros /Uerj, Prof. Dr. José Jorge de Carvalho/UnB e Profa. Dra. Hebe Mattos /Uff.

Debatedora: Prof. Elisa Larkin/IPEAFRO

Horário: 10:00

Local: Capela Ecumênica - Uerj

 

Mesa-redonda: O Trânsito Cultural no Atlântico Negro

Palestrantes: Prof. Dr. Robert Slenes/Unicamp, Prof. Dr. Silvio Oliveira/ Uneb,  prof. Dra.  Edna dos Santos / Uerj (A CONIFIRMAR)

Debatedora: Prof. Dra. Florentina de Souza/UFBa

Horário: 14:00

Local: Capela Ecumênica - Uerj

 

Confraternização com Feira de Quitutes da Culinária Afro-Carioca

Horário: 19:00

Local: Capela Ecumênica - Uerj

 

 

27/11

6ª. Feira

 

Instituições, Festas e Celebrações Negras-Brasileiras

Palestrantes: Profa. Dra. Martha Abreu/Uff , Prof. Dr. Ubiratan Araújo/UFBa e Profa. Dra. Edil Costa/Uneb

Debatedora: Profa.  Dra. Regina de Jesus /Uerj

Horário: 10:00

Local: Auditório 111 - Uerj

 

Rodas de Conversa: Os Sambas da Mangueira

Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda da Mangueira

Horário: 14:00

Local: Auditório 111 - Uerj

 

 

30/11

2ª. Feira  

 

Mesa-redonda: As Tradições Musicais Negras Brasileiras

Palestrantes: Profa. Dra. Denise Barata/ Uerj  , Prof. Dr.  Salomão Jovino da  Silva/ Instituto Aruanda Mundi e Marquinhos de Oswaldo Cruz/Cantor e Compositor

Debatedora: Profa. Dra. Irenilza Oliveira/ Uneb  

Horário: 10:00

Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

 

Rodas de Conversa: Os Sambas da Serrinha

Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda do Império

Serrano

Horário: 14:00

Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

 

 

 
01/12
3ª. Feira
 

 

Conferência de Encerramento: As Tradições Musicais Centro-Africanas no Rio de Janeiro

Conferencista: Prof. Dr. Kazadi wa Mukuna (Kent State University)

Horário: 10:00

Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

 

Rodas de Conversa: Os Sambas de Oswaldo Cruz

Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda da Portela

Horário: 14:00

Local: Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

 

 
02/12
4ª. Feira

 

Comemoração do Dia Nacional do Samba no Trem do Samba

 

 



profa. Dra. Denise Barata
Laboratório de Oralidade e Memória Africana e da Diáspora
Faculdade de Formação de Professores - Campus São Gonçalo
Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Rua São Francisco Xavier, 524 - Pavilhão João Lyra Filho 12° Andar - Bloco F - Sala 12.111 - Maracanã - Rio de Janeiro
Telefax: 55 (21) 2234.9398

 

Luciana Trindade
lc.trindade@... 



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#6305 De: Mario Ayala <marioayala75@...>
Data: Dom, 8 de Nov de 2009 1:16 am
Assunto: Convocatoria artículos para Revista Signos en el Tiempo y Rastros en la Tierra, Vol. 4 Nº 2 (2010)
marioayala75
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Signos en el Tiempo y Rastros en la Tierra 

Vol. 4 Nº 2 (2010)

ISSN 1851-4391

 

Signos en el Tiempo y Rastros en la Tierra es una publicación periódica del Programa de Arqueología Histórica y Estudios Pluridisciplinarios (PROARHEP), radicado en el Departamento de Ciencias Sociales de la Universidad Nacional de Luján (UNLu), Argentina, destinada a difundir los resultados de investigaciones pluridisciplinarias en el campo de las Ciencias Sociales, ya que fomenta la estrecha vinculación entre disciplinas en relación a la resolución de problemas comunes y objetivos compartidos, contribuyendo a la construcción del conocimiento. Este Volumen  4 Nº 2 de Signos en el Tiempo y Rastros en la Tierra versará sobre la temática "Poblaciones indígenas y/o campesinas".

Dado que durante los últimos años contamos con un importante grupo de investigadores que de manera recurrente viene realizando una práctica concreta de estudios multi- o pluridisciplinarios, esta publicación pretende ser no sólo un ámbito académico de difusión, sino también un instrumento de diálogo que permita la construcción o afianzamiento de perspectivas metodológicas, o bien la de-construcción de las existentes y la formulación de otras. Esto se enmarca dentro de determinadas posiciones que incluyen cuestiones teóricas relacionadas con una base epistemológica.

Por esto es que las problemáticas comprendidas deben ser abordadas desde la Antropología Social -o Sociocultural-, la Arqueología y la Historia; pero enfatizando un abordaje que vincule cada una de estás áreas temáticas. No obstante, no se excluyen propuestas desde otros campos disciplinares, manteniendo siempre como eje central estas temáticas y metodología abarcativa.

Consecuentemente, esta publicación tiene por objetivo transmitir los avances o resultados de aquellas investigaciones sobre problemas compartidos en relación a esta problemática. Esto incluye procedimientos, objetivos comunes, formulación de hipótesis de trabajo y obtención de información para llegar así a resultados generales.

 

Luján, Provincia de Buenos Aires, Argentina, marzo de 2009.

 

- NORMAS EDITORIALES -

 

Los artículos recibidos serán evaluados por el Comité Editor y Académico, con el fin de determinar su pertinencia con los objetivos de la publicación y adecuación a éstas.

 

1. Formato fuente: Verdana 9.

2. Márgenes: Sup. 2,5 cm. / Inferior: 2 cm. / Izquierdo: 3cm. / Derecho: 2cm.

3. Título: centrado, mayúscula, negrita.

4. Autor: alineado derecha, pertenencia institucional, correo electrónico.

5. Resumen: no deben exceder las 200 palabras.

6. Texto completo: no deben exceder las 20 páginas incluidas imágenes, tablas y bibliografía.

7. Formato de texto: hoja A4 a margen izquierdo sin sangría, interlineado 1,5, listados sin numeración o viñetas, no utilizar espaciados separadores de párrafos ni tabulaciones.

8. Títulos secundarios o subtítulos: margen izquierdo sin mayúscula y separado del texto dos espacios.

9. Citas:

Simple                        (González 2005), (González 2005: 35-98) o González (2005)

Dos autores                 (González y Rodríguez 2005) o González y Rodríguez (2005)

Tres o más autores      (González et al. 2005) o González et al. (2005)

Mismo autor más de un trabajo anual (González 2005a, 2005b) o González (2005a, 2005b)

10. Agradecimientos: después del cuerpo del texto

11. Notas: a pie de página.

12. Tablas y gráficos: incorporados en el texto con Formato Excel.

13. Mapas, figuras e imágenes: Formato JPG o TIF, definición mínima 300 dpi. Imágenes en escala de grises, sin alineación.

14. Bibliografía:

 

Ejemplo libro:

SCHMITT, Carl [1932] 1991. El concepto de lo político. Alianza, Madrid.

 

Ejemplo artículo publicación periódica:

SAMUEL, Raphael 2000. "El ojo de la Historia". Entrepasados Año IX, Nº 18/19, fines de 2000:145-170.

 

Ejemplo de capítulo de libro:

SILVESTRI, Graciela 1999. "El imaginario en el Litoral y el sur argentinos", en Martha Bonaudo (dir.), Liberalismo, estado y orden burgués (1852-1880). Colección Nueva Historia Argentina, tomo IV. Editorial Sudamericana, Buenos Aires.

 

Los trabajos que no cumplan con las normas no serán considerados para su evaluación. Remitir los trabajos a la Coordinación del Comité Editor, arielmorri@...




Encontra las mejores recetas con Yahoo! Cocina.
http://ar.mujer.yahoo.com/cocina/

#6304 De: "Adalberto e Katia Paranhos" <akparanhos@...>
Data: Ter, 10 de Nov de 2009 1:06 am
Assunto: Colóquio Internacional sobre Estudos Culturais
campinas61
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             Prezados(as) colegas,

           
             A Universidade Federal de Uberlândia realizará o Colóquio Internacional sobre Estudos Culturais, que contará com duas conferências do prof. David Treece, destacado pesquisador do Department of Portuguese and Brazilian Studies do King's College London, nos dias 12 e 13 deste mês (v. programação logo abaixo e no cartaz em anexo).
             O evento tem a promoção conjunta dos Programas de Pós-graduação de História (Linha História & Cultura), Ciências Sociais, Letras (Mestrado em Teoria Literária) e Artes, mais as coordenações dos cursos de graduação em Música e Ciências Sociais.
              Além das palestras, está programado também o lançamento do livro de David Treece, Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indigenista e o Estado-nação imperial, recentemente publicado no Brasil pela Edusp e pela Nankin Editorial.
              
              Abraços.
 
              Adalberto Paranhos
              e
              Silvano Baia
              (organizadores)
 
____________________________________________________________________________________________________________            
 
            COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE ESTUDOS CULTURAIS
            
            Conferências do Prof. David Treece (King's College London)
 
            Dia 12/11/09 (quinta-feira), às 19h00: "Identidade, musicalidade e o Brasil afro"
            Local: Bloco 3 M, sala 8 (prédio do Curso de Música)
 
            Dia 13/11/09 (sexta-feira), às 9h00: "O movimento indianista, a política indigenista e o Estado-nação imperial"
            Lançamento do livro de David Treece: Exilados, aliados e rebeldes (São Paulo: Edusp e Nankin Editorial)
            Local: Anfiteatro do Bloco X
 
                       
            
 
 


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#6303 De: Estimativa <ong.estimativa@...>
Data: Sex, 6 de Nov de 2009 1:24 pm
Assunto: Mostra de Cinema ESPELHO ATLÂNTICO em São Paulo
ninabarbosa
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Após o furor cinematrográfico provocado pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que neste ano não exibiu nenhum filme africano, a Matilha Cultural e a curadora Lilian Solá Santiago promovem a ESPELHO ATLÂNTICO – MOSTRA DE CINEMA DA ÁFRICA E DA DIÁSPORA, como programação exclusiva para o Mês da Consciência Negra. A primorosa seleção de filmes propõe um olhar contemporâneo da diversidade cultural do vasto continente africano e de seus descendentes dispersos pelo mundo.
 
A ESPELHO ATLÂNTICO vêm sendo realizada há dois anos na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, acompanhada por um público crescente e fiel. O cronograma do evento paulistano inclui a exibição de 11 filmes, africanos, europeus e brasileiros sobre a temática, a maioria deles inéditos em São Paulo.
 
A abertura da Mostra acontece na terça-feira, 10 de novembro às 19 horas, no Espaço Matilha Cultural, com coquetel e a primeira exibição em 35mm de “Graffiti”, dirigido por Lilian Solá Santiago.

De 10 a 15 de novembro de 2009 (terça a domingo)

Exibições gratuítas, sempre às 19:00h.

ESPAÇO MATILHA CULTURAL
R. Rego Freitas 542 - São Paulo – Brasil (próx. à R. da Consolação)
fone:11 3256.2636

Mais informações sobre a Mostra:

http://liliansantiago.blogspot.com/

http://matilhacultural.com.br/2009/10/espelho-atlantico-mostra-de-cinema-da-africa-e-da-diaspora/


PROGRAMAÇÃO E SINOPSES


Dia 10/11 - terça-feira - abertura com coquetel


Graffiti (ficção / documentário)

Lílian Solá Santiago (Brasil, 2008, 10 min.)
São Paulo é a cidade mais grafitada do mundo. "Graffiti" acompanha o rolê solitário de Alê numa das semanas mais sinistras que essa cidade já viveu – dos ataques do PCC, e a violenta revanche da polícia em 2006. O que o move a enfrentar as ruas nessa noite? Ganhador do Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem. Com Sidney Santiago e Chico Santo.

Sessões: 19:30, 20:00, 21:00 e 21:30 horas.


Dia 11/11 – quarta-feira


O som e o resto (ficção)
André Lavaquial (Brasil, 2007, 23min)
Jahir é um virtuoso baterista carioca que toca numa banda evangélica. Ao se indispor com o pastor da igreja, se vê sozinho na rua com seu instrumento e inicia uma jornada existencial rumo à sua música. Participou de importantes festivais internacionais e, em 2008, foi o único curta-metragem brasileiro a conquistar uma vaga do Festival de Cannes, na seção Cinéfondation.

Cariocas (documentário)
Ariel de Bigault (França, 1989, 57 min.)
“Cariocas” mostra diversas facetas do samba no Rio de Janeiro. Grande Otelo, nos guia ao encontro dos grandes músicos da cidade. Realizado originalmente para a TV francesa, conta com importantes depoimentos de Martinho da Vila, Paulo Moura, Velha Guarda da Portela, Nelson Sargento, Wilson Moreira, e Joel Rufino dos Santos.


Dia 12/11 – quinta-feira


Balé de pé no chão (documentário)
Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro (Brasil, 2006, 17 min.)
Documentário sobre Mercedes Baptista, principal precursora da dança afro-brasileira. Bailarina de formação erudita, cria seu grupo na década de 50, e estuda os movimentos do candomblé e das danças folclóricas. Participou de vários festivais nacionais e internacionais.  A versão de 52 minutos para televisão ganhou, entre outros, o Prêmio de Melhor Documentário no I Hollywood Brazilian Film Festival, 2009.


Esperando os homens (documentário)
Katy Lena Ndiaye (Senegal/ Mauritânia/ Bélgica, 2007, 56 min.)
Em Hassania, no abrigo de Oualata, uma cidade vermelha na fronteira distante do deserto de Sahara, três mulheres praticam pintura tradicional decorando as paredes da cidade. Em uma sociedade dominada pela tradição, pela religião e pelos homens, estas mulheres expressam-se livremente, discutindo o relacionamento entre homens e mulheres. Presente em mais de 20 festivais internacionais.

Dia 13/11 – sexta-feira


Ossudo (ficção / animação)
Júlio Alves (Portugal, 2007, 14 min.)
Baseado no conto "Ossos", do famoso escritor moçambicano Mia Couto, este filme é uma história de amor entre duas pessoas desamparadas. Participou de mais de vinte festivais pelo mundo. Recebeu, entre outros, o Troféu de Melhor Filme Português e o Troféu Ouro Animação no 36º Festival Internacional do Algarve.

Kuxa Kanema – O nascimento do cinema (documentário)
Margarida Cardoso (Bélgica / França / Portugal, 2003, 52min.)
O governo Moçambicano cria após a independência, em 1975, o Instituto Nacional de Cinema (INC), pois o presidente, Samora Machel, sabia do poder da imagem para a nação socialista. O filme acompanha a ruína do INC após um incêndio e a desilusão dos moçambicanos com o regime. Vencedor do Festival de Nova York de Filmes Africanos, entre outros.

Dia 14/11 – sábado


Maria sem graça (ficção)
Leandro Godinho ( Brasil, 2007, 14min.)
Maria das Graças, menina negra de 12 anos, moradora da periferia de São Paulo, atormenta a vida de sua mãe para alcançar seu maior sonho: ser a apresentadora Xuxa Meneghel. Selecionado para o Festival Internacional de curta-metragens de São Paulo.

Cabo Verde, meu amor (ficção)
Ana Lisboa (Portugal/ França/ Cabo Verde, 2007, 76 min.)
A condição feminina em Cabo Verde na atualidade é o foco principal deste primeiro longa metragem da cineasta Ana Lisboa. Falado em crioulo cabo-verdiano, foi totalmente rodado na Cidade da Praia com um vasto elenco de atores amadores. Primeiro filme realizado e produzido em Cabo Verde, por cabo-verdianos.


Dia 15/11 – domingo


Black Berlim (ficção)
Sabrina Fidalgo (Alemanha / Brasil, 2009, 15 min.)
Nelson é um jovem baiano estudante de engenharia em Berlim. Na capital alemã, leva uma vida muito distante de suas verdadeiras raízes. Porém tudo muda quando ele frequentemente passa a encontrar Maria, uma imigrante ilegal do Senegal. Apesar de ignora-la ele começa a ter visões de personagens estereotipados, que o remetem a um passado que ele prefereria esquecer. Inédito.

O Herói (ficção)
Zezé Gamboa (Angola / França / Portugal, 2004, 97 min.)
Um soldado mutilado na explosão de uma mina volta à Luanda após 20 anos de combates. No elenco o senegalês Makena Diop, as brasileiras Maria Ceiça e Neuza Borges. Premiado no Festival de Sundance (EUA) e no Festival de Cinema Africano de Milão, entre outros.






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