Estão abertas as inscrições para o terceiro Seminário de História do Açucar- Produção, Trabalho e Estrutura Fundiária. O evento é organizado por entidades da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Sociais (FFLCH), pelo Museu Paulista (MP), mais conhecido como Museu do Ipiranga, e pelo Museu Republicano Convenção de Itu, todos da USP, além da Associação Internacional de História do Açúcar e o Centro de Estudos de História do Atlântico.
Para discutir o tema “Produção, Trabalho e Estrutura Fundiária” são convidados os pesquisadores do Brasil e do exterior, com o intuito de estimular o diálogo e a troca de experiências. O seminário contempla, de forma interdisciplinar, a perspectiva histórica do açúcar, procurando-se garantir a intervenção dos diversos ramos do conhecimento.
O período de inscrição de trabalhos envolvidos na temática do seminário vai até o dia 23. A programação completa do evento e a ficha de inscrição estão no site da Faculdade.
O evento que se destina à comunidade acadêmica atuante em instituições de ensino e pesquisa, bem como a estudantes de graduação, pós-graduação e cursos de especialização das áreas de História, Arquitetura, Antropologia, Sociologia e público interessado em geral, acontecerá na Casa de Cultura Japonesa (Av. Prof. Lineu Prestes, 159, Cidade Universitária, São Paulo).
Arquivo Público do Estado de SP acaba de lançar o site Memória da Imprensa
Há décadas a historiografia contemporânea tem incorporado a imprensa como fonte fundamental para se compreender momentos históricos e a atuação de protagonistas. Mas a fragilidade e as limitações do papel impresso, especialmente seu acesso, representam dificuldades aos pesquisadores.
Com o objetivo de ampliar o acesso a jornais e revistas do século 19 e início do século 20 no Brasil, o Arquivo Público do Estado de SP acaba de lançar o site Memória da Imprensa, uma seleção de periódicos digitalizados do acervo da instituição.
O serviço reúne por enquanto 14 títulos de jornais e revistas de época, que permitem acompanhar a trajetória da imprensa paulista e brasileira a partir da seleção de exemplares de 1854 a 1981.
De acordo com o Carlos de Almeida Prado Bacellar, coordenador do Arquivo Público, além de ampliar o acesso, outro objetivo importante do novo site é preservar os raros originais das publicações.
"Jornais e revistas antigos têm um suporte muito delicado. O papel amarela com facilidade e a consulta é muito complicada. O acesso direto aos originais ajuda a destruir ainda mais. Quanto mais conseguirmos passar para o formato digital, mais colaboraremos na preservação dos originais", disse à Agência Fapesp.
Segundo ele, a partir de agora pesquisadores não terão acesso aos originais dos jornais e revistas que já estão em formato digital. "Só poderão consultar em casos muito específicos e que serão analisados. Essa é uma iniciativa importante para preservar o acervo", disse.
Parte do acervo já digitalizado ajuda a reconstituir momentos importantes dos mais de 200 anos de história da imprensa no Brasil. Pesquisadores já podem acessar desde publicações que marcaram época, como a revista A Cigarra (1914-1975) e o jornal Última Hora (1951-1971), até títulos menos conhecidos, como o jornal sindical Notícias Gráficas (1945-1964) e o anarquista La Barricata (1912-1913).
Segundo Bacellar, a ideia é colocar à disposição do público um conjunto variado de fontes. "Buscamos alguns exemplos de periódicos famosos, mas que ilustrem tendências ou conceitos diferentes. Temos desde a grande imprensa até pequenos jornais e revistas com perfis mais variados, como sindicais, políticos ou culturais", disse.
A digitalização dos jornais e revistas é uma iniciativa interna do Arquivo do Estado. "Algumas digitalizações em curso estão envolvidas diretamente em projetos de pesquisa relacionados, como, por exemplo, à imigração em SP, e à resistência política durante a Ditadura Militar", explicou.
Movimento
O Memória da Imprensa já soma mais de 1.670 páginas de jornais, mas, de acordo com seu coordenador, as páginas disponíveis ainda representam uma amostra ínfima, se comparadas com a totalidade disponível no Arquivo do Estado.
"Esperamos que esse material sirva para o uso do professor em sala de aula e dos próprios alunos. Caso o professor queira dar uma aula sobre o período da República Velha no Brasil pode, por exemplo, consultar alguns jornais anarquistas do período", disse.
Um dos destaques é o periódico alternativo Movimento, que liderou a campanha pela anistia durante a ditadura militar. Lançado em 1975 e fechado em 1981, teve 3.093 artigos e 3.162 ilustrações censurados pela ditadura.
Segundo Bacellar, a alimentação do site será feita ao longo do ano de forma aleatória, com relação aos títulos. "Mas, às vezes, coincide com solicitação externa. Uma entidade pede, por exemplo a digitalização de um determinado jornal. De qualquer forma, pretendemos chegar, até o fim do ano, com mais de 2 milhões de páginas digitalizadas", disse.
O Arquivo Público do Estado de SP é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Sua hemeroteca tem cerca de 1,2 mil títulos e 32 mil exemplares de revistas e mais de 200 títulos de jornais.
Já estão disponíveis no site as revistas O Malho (1902-1954), Panóplia (1901-1935), Anauê! (1935), Vida Moderna (1907-1925) e Escrita (1975-1988), além dos jornais Lanterna (1901-1935), Acção (1936), Germinal (1902-1913) e Correio Paulistano (1854-1963), este último o primeiro diário da província de SP.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou o portal Mapas Ipea, que permite a visualização, no mapa brasileiro, de diversas informações sobre os municípios do país
A ferramenta possibilita a consulta de grande número de dados, incluindo população, área, Produto Interno Bruto (PIB), rodovias, estatísticas de educação e quantidade de servidores públicos nos municípios.
Elaborado a partir do software livre I3Geo, o Mapas Ipea reúne em um só portal informações públicas que têm como fonte ministérios e outros órgãos federais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - alguns dos quais utilizam há mais tempo a mesma plataforma.
Os mapas permitem também consultar, por exemplo, quais municípios têm acesso mais rápido a aeroportos e quais têm mais famílias em situação de pobreza. A ferramenta permite que qualquer pessoa monte seu próprio mapa, sobrepondo as camadas de dados que lhe interessam, permitindo novos cruzamentos de dados.
Utilizando a ferramenta de buscas, ou a partir de ampliação no mapa do Brasil, o usuário chega à cidade que deseja pesquisar. A interface está disponível em quatro idiomas: português, inglês, espanhol e italiano. De acordo com o Ipea, o portal será constantemente atualizado com novas bases de dados.
Só apuração da verdade sobre a tortura levará à reconciliação
nacional
Autor de “Diário de Fernando
– nos cárceres da ditadura militar brasileira”
Rio - O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, instituído por
decreto presidencial de 21 de dezembro, contém diretrizes aprovadas na
11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos. Elas constituem um passo
histórico para consolidar o Estado Democrático de Direito.
O documento foi assinado por 31 ministérios, fato inédito. Apesar de
resultar de exaustivos debates na sociedade civil, provocou críticas de
setores da Igreja, de latifundiários e de donos de empresas de
comunicação.
Foi também criticado por militares, que deveriam preocupar-se em não
serem confundidos com torturadores, e de civis contrários ao projeto de
criação de uma Comissão da Verdade.
O Plano sugere a criação da Comissão Nacional da Verdade, com
participação da sociedade civil, com mandato e prazo definidos. A
Comissão deverá promover a apuração e o esclarecimento público de
violações de direitos humanos praticadas no Brasil entre 18 de setembro
de 1946 até a promulgação da Constituição (1988). Assegurará, assim, os
direitos à memória e à verdade históricas, propiciando a reconciliação
nacional.
Os direitos humanos são a base da dignidade humana. Devem ser
promovidos e protegidos pelo esforço do Estado e de toda a sociedade
civil. É fundamental, pois, a implementação do Plano Nacional, com
ênfase na criação da Comissão Nacional da Verdade, a fim de elucidar,
sem revanchismo, a repressão política, sem tratar de forma igual os
desiguais: torturadores e torturados; sequestradores e sequestrados;
assassinos e assassinados.
Somente assim as feridas poderão cicatrizar e ocorrer a verdadeira
reconciliação nacional.
Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos no II Encontro Internacional
de Ciências Sociais: "As Ciências Sociais e os Desafios para o Século XXI". Detalhes
podem ser obtidos diretamente no seguinte endereço:
Tomo a liberdade de encaminhar (abaixo) o resumo da Proposta do "GT 19 -
Teoria política: entre a normatividade e a história", uma iniciativa do "Núcleo de Estudos do Pensamento Político (http://nepp.ufsc.br/).
As inscrições devem ser feitas diretamente com os organizadores do evento, que enviarão
aos proponentes do GT a lista de trabalhos inscritos. A data limite para
as inscrições é
o dia 13 de março. Os Resumos devem ser encaminhados para o e-mail do evento
(2eicsociais@...)
indicando: título do trabalho, identificação, titulação, e-mail,
vínculo institucional do(s) autor(es) e GT de interesse.
Em caso de dúvida sobre os procedimentos de inscrição ou sobre a dinâmica do evento, os proponentes do GT estão disponíveis em seus respectivos endereços eletrônicos.
GT 19: Teoria política: entre a normatividade e a história
Proponentes:
Gustavo Biscaia de Lacerda (GustavoBiscaia@...)
- Doutor em
Sociologia Política pela UFSC; sociólogo da UFPR; Pesquisador do Núcleo de
Estudos do Pensamento Político (NEPP - http://nepp.ufsc.br/). Marcos Alves Valente (mvalente@...)
- Doutor em Sociologia Política
pela UFSC; professor do Departamento de Ciencias Econômicas da UFSC;
Pesquisador do Núcleo de Estudos do Pensamento Político (NEPP - http://nepp.ufsc.br/).
Ementa: Para projetar o futuro e atuar no presente, é necessário conhecer o
passado; inversamente, o conhecimento do passado justifica-se em última
análise por habilitar-nos a atuar melhor e mais no presente. A íntima vinculação
entre teorização político-sociológica e o conhecimento histórico é uma das
formas de justificar a abordagem da Teoria Política denominada
"historicamente informada" e que, grosso modo, consiste em introduzir de
maneira decidida nas lucubrações intelectuais a experiência histórica do
ser
humano. Evitam-se, dessa forma, teorias puramente abstratas que, embora
freqüentemente considerem situações históricas específicas, não as explicitam
e resultam em elaborações anistóricas ou anti-históricas, com resultados
políticos e intelectuais não poucas vezes pequenos ou nulos, mas sempre
problemáticos.
A Teoria Política Histórica, como a denominamos aqui por questão de
economia, pode assumir várias possibilidades, referindo-se seja às
metodologias empregadas, seja às pesquisas substantivas realizadas, seja
aos pressupostos filosóficos e epistemológicos gerais perfilhados. Essa gama
de possibilidades abarca desde perspectivas mais clássicas, como o
positivismo de Augusto Comte, os vários marxismos e as abordagens
derivadas da Sociologia compreensiva, até linhas mais atuais, como a História
dos Sistemas de Pensamento, de Foucault, a História Conceitual do Político,
de Pierre Rosanvallon, a História dos Conceitos, de Reinhard Koselleck,
chegando às pesquisas e à abordagem interpretativista de Mark Bevir, por
um
lado, e, por outro lado, a frutuosa parceria realizada entre Quentin Skinner e
Phillip Pettit sobre a teoria e a história do republicanismo.
Sem dúvida que as abordagens indicadas acima partem especificamente de
pesquisadores vinculados seja a investigações teóricas, seja a investigações
propriamente historiográficas, mas a orientação geral de uma "Teoria Política
Histórica", ou "historicamente orientada", também pode ser seguida por
pesquisadores próximos a Ciências Sociais mais empiricamente orientadas,
como no caso das prosopografias históricas de Christophe Charle.
Em outras palavras, a orientação historicista da Teoria Política conjuga
algumas particularidades, de modo a possuir uma identidade geral própria, com
uma abertura suficientemente grande para permitir um saudável pluralismo
epistemológico, teórico e metodológico. Ao mesmo tempo, embora nos últimos
anos tenham ocorrido simpósios e GTs em eventos dedicados à Teoria
Política, não se realizou nenhum ainda com a abordagem historicista e
interpretativista que comentamos aqui. Dessa forma, com uma preocupação
pluralista, o presente GT busca retratar o "estado da arte" da abordagem
histórica geral da Teoria Política no Brasil. Considerando o mote do II Encontro
Internacional de Ciências Sociais, é altamente recomendável que os artigos
apresentados tenham, em alguma medida, preocupações propositivas, seja do
ponto de vista estritamente acadêmico, seja do ponto de vista político e
social.
LOCAL– ESCOLA
MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO – RUA LUIZ DE LIMA, S/N – NOVA IGUAÇU
– CENTRO – AO LADO DA VILA OLÍMPICA.
Carga
Horária: 60 horas/aula – aos sábados das 09h às 13h
- CERTIFICADO EMITIDO PELO SINPRO-BAIXADA. Parceria com o Centro de
Memória Oral da Baixada Fluminense (cemobafluminense - CNPJ:
05.383.467/0001-81).
Investimento: R$ 70,00 (ou 2 X R$ 35,00). Sindicalizado R$ 60,00 (ou 2 X R$ 30,00). Período de Inscrições dias 06,13,20
E 27 de
março (aos sábados das 9h às 13h) na ESCOLA MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO –
aoladoda Vila Olímpica de Nova Iguaçu.
MÓDULOS
10/04 –
“AMÉRICA LATINA: Tempos Atuais – Professor Rubim Santos
Leão de Aquino (Professor de História e autor de livros).
17/04 –
“CAPITALISMO E GANGSTERISMO: OS PARAÍSOS FISCAIS – Modesto da Silveira (Advogado, Defensor dos Direitos Humanos e
Relator da Lei de Anistia).
24/04 –
“Exclusão Social, Paternalismo e o Capital Externo: Uma Vertente Social
da América Latina dentro do Mundo Globalizado” –Francisco
José Vieira Caldas (ProfessorEspecialista em Brasil
pós-30 – UFF – Escritor e Jornalista).
08/05 –
“Vargas e Lula, Aproximações e Abismos” - Leo Lince (Sociólogo e
Assessor Político do deputado Chico Alencar)
15/05 – “O Movimento Operário Internacional:
Contexto Histórico e Internacionais Socialistas” – Frederico Falcão –
(Doutorando em Serviço Social)
22/05 – “China
Potência do Século XXI” -Lúcia Naegeli – (Professora de Geografia e
autora de livros).
29/05 – “RELAÇÕES INTERNACIONAIS PÓS-GUERRA FRIA” Professor
Adriano Freixo (Doutor em História).
***12/06 – “O Fim
da URSS: Novos Rumos da Esquerda Revolucionária” - Professor Mário Grabois (Mestre em História
– UFRJ) – AULA DAS 9:00 ATÉ 11:00 h.
***12/06 – “A
QUESTÃO JUDÁICA-PALESTINA” – Professora Esther Kupermam (Doutora em Ciências Sociais) - AULA DAS 11:20
ATÉ 13:20 h.
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up now.
LOCAL– ESCOLA MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO – RUA LUIZ DE LIMA, S/N – NOVA IGUAÇU – CENTRO – AO LADO DA VILA OLÍMPICA.
Carga Horária: 60 horas/aula – aos sábados das 09h às 13h - CERTIFICADO EMITIDO PELO SINPRO-BAIXADA. Parceria com o Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense (cemobafluminense - CNPJ: 05.383.467/0001-81).
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MÓDULOS
10/04 – “AMÉRICA LATINA: Tempos Atuais – Professor Rubim Santos Leão de Aquino (Professor de História e autor de livros).
17/04 – “CAPITALISMO E GANGSTERISMO: OS PARAÍSOS FISCAIS – Modesto da Silveira (Advogado, Defensor dos Direitos Humanos e Relator da Lei de Anistia).
24/04 – “Exclusão Social, Paternalismo e o Capital Externo: Uma Vertente Social da América Latina dentro do Mundo Globalizado” –Francisco José Vieira Caldas (ProfessorEspecialista em Brasil pós-30 – UFF – Escritor e Jornalista).
08/05 – “Vargas e Lula, Aproximações e Abismos” - Leo Lince (Sociólogo e Assessor Político do deputado Chico Alencar)
15/05 – “O Movimento Operário Internacional: Contexto Histórico e Internacionais Socialistas” – Frederico Falcão – (Doutorando em Serviço Social)
22/05 – “China Potência do Século XXI” -Lúcia Naegeli – (Professora de Geografia e autora de livros).
29/05 – “RELAÇÕES INTERNACIONAIS PÓS-GUERRA FRIA” Professor Adriano Freixo (Doutor em História).
***12/06 – “O Fim da URSS: Novos Rumos da Esquerda Revolucionária” - Professor Mário Grabois (Mestre em História – UFRJ) – AULA DAS 9:00 ATÉ 11:00 h.
***12/06 – “A QUESTÃO JUDÁICA-PALESTINA” – Professora Esther Kupermam (Doutora em Ciências Sociais) - AULA DAS 11:20 ATÉ 13:20 h.
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LOCAL– ESCOLA
MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO – RUA LUIZ DE LIMA, S/N – NOVA IGUAÇU
– CENTRO – AO LADO DA VILA OLÍMPICA.
Carga
Horária: 60 horas/aula – aos sábados das 09h às 13h
- CERTIFICADO EMITIDO PELO SINPRO-BAIXADA. Parceria com o
Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense (cemobafluminense - CNPJ:
05.383.467/0001-81).
Investimento: R$ 70,00 (ou 2 X R$ 35,00). Sindicalizado R$ 60,00 (ou 2 X R$ 30,00). Período de Inscrições dias 06,13,20
E 27 de março (aos sábados das 9h às 13h) na ESCOLA
MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO – aoladoda Vila Olímpica de Nova Iguaçu.
MÓDULOS
10/04 –
“AMÉRICA LATINA: Tempos Atuais – Professor
Rubim Santos Leão de Aquino (Professor de História e autor de livros).
17/04 –
“CAPITALISMO E GANGSTERISMO: OS PARAÍSOS FISCAIS – Modesto da Silveira (Advogado, Defensor dos Direitos
Humanos e Relator da Lei de Anistia).
24/04 –
“Exclusão Social, Paternalismo e o Capital Externo: Uma Vertente Social
da América Latina dentro do Mundo Globalizado†–Francisco
José Vieira Caldas (ProfessorEspecialista em
Brasil pós-30 – UFF – Escritor e Jornalista).
08/05 –
“Vargas e Lula, Aproximações e Abismos†- Leo Lince (Sociólogo e
Assessor Político do deputado Chico Alencar)
15/05 – “O Movimento Operário Internacional:
Contexto Histórico e Internacionais Socialistas†– Frederico Falcão –
(Doutorando em Serviço Social)
22/05 – “China
Potência do Século XXI†-Lúcia Naegeli –
(Professora de Geografia e autora de livros).
29/05 – “RELAÇÕES INTERNACIONAIS
PÓS-GUERRA FRIA†Professor Adriano Freixo
(Doutor em História).
***12/06 – “O Fim
da URSS: Novos Rumos da Esquerda Revolucionária†- Professor Mário Grabois
(Mestre em História – UFRJ) – AULA DAS 9:00 ATÉ 11:00 h.
***12/06 – “A
QUESTÃO JUDÁICA-PALESTINA†– Professora Esther Kupermam (Doutora em Ciências Sociais) - AULA DAS 11:20
ATÉ 13:20 h.
No próximo sábado, 06/02, a cantora Carmen Miranda será a homenageada do
quadro "Alguém muito especial", no Programa "Onde canta o Sabiá",
apresentado por Gerdal dos Santos, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
O quadro vai ao ar às 9h10 da manhã.
Quem mora no Rio de Janeiro, é só sintonizar 1130 AM.
Quem não mora no Rio de Janeiro pode ouvir a rádio pela Internet:
http://www.ebc.com.br/canais/radios/radio-nacional-am-rio-de-janeiro
É só clicar em "Ao vivo".
Convocatoria para Revista Interdisciplinaria de Estudios Sociales nº 1
La Revista Interdisciplinaria de Estudios Sociales convoca artículos para su dossier “Problemas y debates en torno al Bicentenario del proceso independentista latinoamericanoâ€.
Notas para los/las autores/as
Los trabajos para publicación deben ser enviados antes del 1° de marzo de 2010 a la siguiente dirección de correo electrónico:
Los mismos se ajustarán a las siguientes normas de presentación:
1. Sólo serán considerados para su publicación trabajos inéditos. Los/las autores/as se comprometen a no enviar sus trabajos a otras publicaciones mientras se encuentren a consideración de los/as editores/as.
2. Deberá incluir nombre de autor/a o autores/as debajo del título del trabajo eindicarpertenenciainstitucionalycorreoelectrónico ennota alpie con asterisco.
3. Laextensióndelostrabajos: máximo 20 carillasen Tamaño A4, entipografíaTimes New Roman,Tamaño12,escritasaespacioymedioincluyendo cuadros, gráficos, citas y bibliografía.
4. El/la autor/a o los/las autores/as debe adjuntar con el mismo un resumen de 100 palabras y tres palabras claves. Ambos en español y en un segundo idioma inglés.
5. Lascitasynotasbibliográficasdeltrabajo,numeradas correlativamente, se incluirán al pie, observando el siguiente orden:
-Libros: Apellidoy Nombredeautor/aoautores/as,Título(encursiva),lugar (sin abreviaturas), editorial, año de edición, página (p.) o páginas (pp.) si corresponde. Ejemplo:
GARCÍA, Juan, El trabajo y la lucha política. Relatos de obreros estudiantes en los setenta, Buenos Aires, Sigmundo, 1985, p. 45.
-Artículos de revistas o periódicos: Apellido y nombre de autor/a o autores/as, título delartículo(entrecomillas),en:Títulodelapublicacióndondefueeditado (cursiva), lugar, volumen número, fecha de edición, página o páginas. Ejemplo:
RODRÍGUEZ,Armando, “Elmovimientoestudiantilcubano: 1930-1959â€,en: Contracorriente, La Habana, Volumen X, 1996, pp. 34-38.
6.La bibliografía se incluirá al final del trabajo, ordenada alfabéticamente por autor/asiguiendo el mismo ordenamiento que en las citas.
7. Los gráficos y tablas deben enviarse en Excel en archivo aparte. En el cuerpo del texto se debe indicar el lugar sugerido para insertar los mismos, con una llamada de tipo “Gráfico 1â€. Se sugiere evitar toda complejidad innecesaria en su elaboración, tomando en cuenta que la impresión final es a un solo color (negro).
8. DeberáadjuntarseunresumendelCurrículum Vitae de cada autor/a.
9. Los artículos recibidos son evaluados en primera instancia por el Consejo Editorial. Aquellos trabajos seleccionados por el Consejo Editorial son luego sometidos a referato externo.
La Universidad Nacional Autónoma de Nicaragua (UNAN-Managua) convoca al
X CONGRESOCENTROAMERICANO DE HISTORIA
“Las aportaciones de la historia a la integración e identidad de los pueblos centroamericanos y del Caribeâ€
(Tercera Convocatoria)
Recinto Universitario Rubén Darío “Rubén Daríoâ€, UNAN-Managua, Nicaragua, 12 al15 de julio de 2010
Entidades e instituciones co-auspiciadoras:
-Consejo Nacional de Universidades (CNU), Nicaragua
-Consejo Superior Universitario Centroamericano (CSUCA)
-Asociación Latinoamericana y del Caribe de Facultades, Escuelas e Institutos de Ciencias Sociales (ALACFEICS)
-Unión de Universidades de América Latina (UDUAL)
-Instituto Nicaragüense de Cultura (INC)
-Comité Nicaragüense de Ciencia y Tecnología (CONYCIT)
-Departamentos y Escuelas de Historia de las universidades de Centroamérica
-Academia de Geografía e Historia de Nicaragua (AGHN)
-Asociación Nicaragüense de Historia Oral (ANIHO)
-Instituto de Historia de Nicaragua y Centroamérica (Universidad Centroamericana)
-Centro de Historia Militar (Ejército de Nicaragua)
-Centro de Investigaciones Históricas (UNAN-León)
Presentación
Desde que en el año 1992 se reunieran enTegucigalpa,Honduras, diversos historiadores e historiadorascon el fin de reflexionar sobre el desarrollo de la ciencia histórica se han celebrado hasta la actualidad nueve congresos con un intervalo de dos años entre cada uno de ellos. Así, en 1994,elII Congreso tuvo lugar en la ciudad de Guatemala, el III enla Universidad de Costa Rica, el IV en Managua, Nicaragua, el V en la Universidad de El Salvador, el VI en laUniversidad de Panamá,el VII de nuevo enla Universidad Nacional Autónoma de Honduras, conlo que se inauguraba una nueva ronda de congresos. El VIII Congreso serealizó enAntigua Guatemala en el mes de julio de 2006, organizado por la Universidad de San Carlos yel IX Congreso Centroamericano de Historiatuvo su sede en la Universidad de Costa Rica (UCR) en las fechas comprendidas entre el 22 y el 26 de julio de 2008.
De nuevo, le corresponde a los historiadores e historiadoras nicaragüenses seranfitriones a una nueva cita: el X Congreso Centroamericano de Historia,quesupone no solo un compromiso de la institución que toma la iniciativa, es decir la UNAN-Managua,sino de toda la comunidad nacional, centroamericana, latinoamericana y caribeña y de todos los académicos con
vocación centroamericanista vinculados con lahistoria. Representa un esfuerzo colectivo de estudiantes, docentes e investigadores centroamericanos y de otras latitudes que aprovechan esta excelente oportunidad para debatir, intercambiary poner a punto los distintos avances y expresión de resultados en el campo de la investigación y la docencia de la historia y su relación con las demás ciencias,estableciendo redes de trabajo en conjunto con colegas y promoviendo la participaciónde los que en el futuro les corresponderá establecer el relevo generacional en el quehacer histórico: los estudiantes.Este congresorepresentará, además,
una excelente oportunidad para el conocimientoy reflexión sobre la realidad social, política y económica de nuestros países, con el objetivo de buscar una mayor relación del mundo académico con la problemática de los pueblos centroamericanos y caribeños.
OBJETIVOS DEL CONGRESO
1.Promover el desarrollo de la historia en los diversos ámbitos de la realidadcentroamericana y caribeña.
2.Valorar la inserción de los historiadores e historiadoras en la realidad social de los diversos países centroamericanos y latinoamericanos.
3.Promover los vínculos de trabajo y reflexión entre la Historia y las demás ciencias sociales.
4.Contribuir a la integración entre las distintas redes de historiadores centroamericanos.
5.Analizar, desde una perspectiva histórica, los procesos independentistas y pre-independentista en el marco de la conmemoración del segundo centenario
6.Analizar el estado de la docenciae investigación histórica en las universidades centroamericanas y otras instituciones educativas que comparten objetivos similares.
7.Preparar un plan de acción amediano y largo plazo que fortalezca la actividad docente e investigadora en los diversos ámbitos.
8.Contribuir desde diversas perspectivas al enriquecimientocurricular de los planesy programas de las carreras de Historia.
9.Contribuir a la difusión de los fondos documentales existentes en pro de su valoración en el quehacer historiográfico.
10.Conocer e intercambiar las publicaciones existentes en los diversos países.
11.Desarrollar, por medio de actividades sociales y culturales, el conocimiento e intercambio de las distintas expresiones de identidad.
1.PARTICIPANTES.
-Docentes e Investigadores de Historia y especialidadesde las ciencias sociales y las humanidades de las universidades centroamericanas, latinoamericanasy del Caribe.
-Estudiantes de las carreras de Historia yde otras ciencias sociales de las universidades centroamericanas y del Caribe.
-Docentese investigadores centroamericanistas y del Caribe que laboran en distintas universidades.
-Personalidades invitadas.
-Docentes y autoridadesdel MINED (Ministerio de Educación de Nicaragua) y de otros países.
-Ciudadanos y ciudadanasinteresados en elquehacer de la historia.
Principales ejes temáticos del Congreso:
-La historia y las demás ciencias sociales, la interdisciplinariedad a debate.
-Los procesos pre e independentistas centroamericanistas y su relación continental
-El papel de los historiadores e historiadoras ante los nuevos retos de las sociedades centroamericanas y caribeñas.
-El análisis de las sociedades del Caribe centroamericano: su pasado y presente
-Balance y perspectivas de la enseñanza de la Historia en Centroamérica y el Caribe y el relevo generacional en la profesión de historiadores e historiadoras
-Estadode la historiografía y las fuentescentroamericanas y del Caribe.
Se desarrollarána lo largo del congreso diversas conferencias a cargo de especialistasde amplio prestigio académico internacional.
MESAS REDONDAS
Se desarrollarán duranteel Congresomesas redondas relacionadas con los ejes temáticos. Las mismas estarán a cargo de diversos especialistas
PRESENTACIONES DE LIBROS Y DOCUMENTALES VIDEO-ORALES.
Se llevarán a cabo en el marco de las diferentes mesas temáticas del Congreso. Deberán ser inscritos a través del formato que oportunamente se hará llegar a los participantes.
PRESENTACIONES ARTÍSTICAS Y VISITAS CULTURALES.
Habrá una velada cultural amenizada por distintos grupos y solistas que ofrecerán un programa variado recogiendo las diversas expresiones de la riqueza folklórica y artística nicaragüense. Además, Se incluirán en el programa general del Congreso visitas a lugareshistóricosy tradicionales.De igual forma, durante elevento,habrá un área de exposición y venta de publicaciones en diversos formatos.
REQUISITOS PARA LA PRESENTACIÓN DE RESÚMENES Y PONENCIAS:
Especificaciones
·Se recomienda cumplir con el formato solicitado para facilitar el trabajo de los organizadores.
·Indicar expresamente si aceptan la inclusión de su trabajo en la Web y en la edición en CD y formato libro y/o revista.
·Tanto los resúmenes como las ponencias serán enviados a los respectivos coordinadores de mesaconcopia a la coordinación generaldel evento.
Por favor leer con atención las siguientes orientaciones y respetar lo indicado para no dificultar el trabajo de organización:
Resumen de las ponencias: Antes del 20 de febrero de 2010. Hasta 250 palabras al correo electrónicoxcongresoca@...con copia a los coordinadores y coordinadoras de mesa.
Con indicación de autor/a: apellido y nombre (con el apellido en mayúscula),grado académico, si lo tuviese, o estudiante y carrera; filiacióninstitucional, dirección electrónica, dirección postal y teléfono y fax, subtemas relevantes; en formato Word, Times New Roman 12 puntos,aespacio y medio interlineal. El envío deberá hacersepor correo
electrónico.
Texto completo para aparecer en memoria digitalizada: Antes del 30 deMarzo de 2010. Extensión de la ponencia: 15 Páginas (máximo) a espacio y medio interlineal,incluyendo notas y bibliografía(Enviar copia por correo electrónico a loscoordinadores de mesacon copia alcoordinador general del evento:alobato@..., alfredolobato@... y a la dirección electrónica del Congreso,xcongresoca@...
Fecha definitiva de entregade ponencias para poder ser presentadas en el Congreso:30 de mayo de 2010
Cuotas de Inscripción y Participación.
Ponentes: 60 Dólares; Asistentes: 30 dólares; Estudiantes de licenciatura o equivalente (con carnet): 10 Dólares
Se entregarán a todos los inscritos carpetas con Programa y resúmenes de todas las ponencias, así como certificados de asistencia y /o participación y otros materiales.
Informes sobre transportes, alojamiento y otros aspectos relacionados con la organización del congreso serán dados a conocer antes del 15defebrero de 2010
Auspicios, adhesiones y sugerencias o propuestasdeben dirigirse a la siguiente dirección:xcongresoca@...
Últimos dias para concorrer à bolsa Dra. Ruth Cardoso
Inscrições terminam em 15 de fevereiro
O Programa Dra. Ruth Cardoso concederá bolsa para professor e/ou pesquisador visitante na Universidade de Columbia, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos.
O programa é uma promoção conjunta da Fulbright, Capes, Fapesp, e Universidade de Columbia, para o atendimento de professores e/ou pesquisadores brasileiros das áreas de ciências humanas e sociais que queiram participar de atividades de docência e pesquisa nos Estados Unidos.
Terão preferência os candidatos que atuem nas áreas de história do Brasil, antropologia, e sociologia, com enfoque em movimentos sociais contemporâneos.
Os selecionados terão direito a benefícios como bolsa mensal de US$ 5 mil, por até nove meses, passagens aéreas de ida e volta, moradia no campus da universidade, e acesso às instalações e serviços da instituição, tais como escritório, internet e bibliotecas.
Casa-grande & senzala foi publicado em 1933, compondo juntamente a Sobrados e Mucambos (1936) e Ordem e Progresso (1957) as três maiores contribuições de Gilberto Freyre à História do Brasil. O livro trata da formação colonial e do patriarcado no Brasil a partir da ocupação portuguesa no nordeste litorâneo. O período compreende o que chamamos América Portuguesa na historiografia produzida sobre o tema, enfatizando os primeiros duzentos anos da implantação das lavouras de açúcar como projeto mercantilista lusitano de exploração e extração comercial. Confira…
O círculo e a linha. A simplicidade e a familiaridade que vestem estas formas escondem dois dos mais poderosos e onipresentes símbolos da psiquê humana. Os arqueólogos asseguram que estas duas figuras, aparentemente elementares, foram protagonistas maiores da “revolução dos símbolos” que permitiu aos sapiens efetivar a humanização do mundo que os cercava durante o período neolítico. Confira…
Investigar a atuação maçônica e espírita no amplo contexto das lutas religiosas e sociais, no Ceará da Primeira República, com os representantes da Igreja Católica, implica inseri-los no âmbito dos confrontos globais entre modernistas e tradicionalistas. Para Le Goff existiu, na Europa dos primeiros anos do século XX, o “modernismo religioso”. O movimento centrava-se em dois problemas: o dogmatismo e a evolução social e política. Ou seja, a crise advinha “do atraso da ciência eclesiástica em relação à cultura e às descobertas científicas [...]”. Domingues, por sua vez, observa que “A modernidade emergiu tendo no coração de seu imaginário a emancipação da humanidade da necessidade e dos grilhões da superstição e da dominação”. E são exatamente essas manifestações cientificistas nas esferas do saber e da fé, com repercussões na esfera do poder, que constituem o centro da problemática deste trabalho, uma vez que no bojo desse modernismo se apresentarão dois movimentos de natureza filosófico-moral, marcados por concepções racionalistas e cientificistas do mundo. Confira…
Sabemos que são variados os problemas presentes em sala de aula. Portanto, este trabalho tem por objetivo apenas discutir alguns destes, entre os quais os desencadeados e associados com o ensino de história cedendo, na medida do possível, algumas sugestões de possíveis soluções. Os segmentos de análise se intitulam: o professor e sua prática pedagógica, os alunos e os livros didáticos, que já não é novidade tê-los como “protagonistas” em discussões dessa alçada. Confira…
Archaeology is a discipline that can offer a long term perspective on the impacts human societies have had on the environment. Landscape studies are critical for understanding these impacts, because they embrace a dialectical view regarding the relationship between humans and their immediate surroundings. Such studies are well suited to the Amazon basin, a region that has driven much media attention due to astonishing rates of deforestation in certain areas, with likely consequences on the planet’s climate, posing challenges to the survival of the human species for the coming decades. Confira…
Objetivo: Abordar a problemática da ação projetual e da intervenção física no chamado patrimônio ambiental urbano, com especial ênfase para os edifícios e conjuntos arquitetônicos antigos das cidades contemporâneas. Atualmente este é um dos principais campos de atuação dos profissionais que trabalham com a construção e transformação das cidades brasileiras. O curso visa capacitar os profissionais para atuarem tanto no campo acadêmico quanto na prática de estudos e projetos de intervenções que compreendem desde a identificação, a pesquisa, o reconhecimento e a proteção legal, até a recuperação física de edifícios e conjuntos urbanos significativo frente à história das cidades. Confira…
Assunto: Enc: Espaço Tema Livre - Atualizações (02 FEV 2010) Para: Data: Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010, 21:05
--- Em ter, 2/2/10, Revista Tema Livre <16865339028429850201@...> escreveu:
De: Revista Tema Livre <16865339028429850201@...> Assunto: orkut - Atualizações (02 FEV 2010) Para: "Conheço" <noreply-orkut@...> Data: Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010, 19:38
Estão abertas as inscrições para o 5º Colóquio do Pólo de Pesquisa sobre Relações Luso-Brasileiras promovido pelo Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro.
Com o objectivo de debater as relações existentes entre a cultura europeia e os seus desenvolvimentos nos países americanos, em particular no Brasil, o Colóquio terá lugar de 13 a 17 de Setembro, devendo os trabalhos ser entregues até ao dia 15 de Maio.
Para mais informações, contactar a secretaria do Real Gabinete Português de Leitura pelo telefone: (55)21. 2221-3138 ou no site da instituição: http://www.realgabinete.com.br/
---------- Mensagem encaminhada ---------- Remetente: "José Miguel" <jneto@...> Data: 02/02/2010 12:04 (03 minutos atrás) Assunto: XII Encontro Regional de História da Anpuh-PR e Concurso de monografias de História do Paraná Para: "ANPUH-PR" <anpuhpr@...>, jneto@...
XII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA -Regiões, Imigrações, Identidades
CONCURSO DE MONOGRAFIAS DE HISTÓRIA DO PARANÁ
Estimados
É com satisfação que divulgamos o Portal de Eventos da Anpuh-PR www.eventosanpuhpr.com/ocs, com dois eventos agendados para 2010:
O Encontro regional da Anpuh-PR, com chamada para submissão de propostas de mini-cursos, mesas-redondas e simpósios temáticos (até 31 de março de 2010) e o
MOVIMENTO
DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS/Brasil INFORMA:
Lílian
Celiberti,
quinta-feira, frentea
frente com o
seqüestrador do DOPS
O
policial Irno
processa o
jornalistaque denunciou
o seqüestro em 1978
O
ex-policial do DOPS gaúcho João Augusto da Rosa, codinome Irno,
está processando
o jornalista Luiz Cláudio Cunha, autor do livro Operação Condor: O
Sequestro
dos Uruguaios, lançado em 2008 pela editora L&PM.
O
livro conta a história do sequestro de Lílian Celiberti, seus dois
filhos
menores e Universindo Diaz ocorrido em Porto Alegre em novembro de
1978. Irno
- ex-inspetor do DOPS e membro da equipe do delegado Pedro Seelig,
principal
nome da repressão no sul do país durante a ditadura militar - foi o
agente que
recebeu Cunha com uma pistola apontada para sua testa, no apartamento
da rua
Botafogo, no bairro do Menino Deus, onde os policiais do DOPS e
oficiais do
Exército uruguaio mantinham Lílian seqüestrada.
Irno –
juntamente
com outro policial do DOPS, o escrivão Orandir Portassi Lucas, o
ex-jogador de
futebol Didi Pedalada - foi reconhecido por Cunha e pelo
fotógrafo J.B.
Scalco como seqüestradores dos uruguaios. Ambos foram condenados pela
Justiça
em 1980.
Na
ação, Irno pede indenização por dano moral, alegando que Cunha não
menciona sua
absolvição por “falta de provas” no recurso que apresentou em 1983, em
segunda
instância. O policial esqueceu de dizer que as “provas” do seqüestro –
Lílian e
Universindo – estavam então presas, sob tortura, nas masmorras da
ditadura
uruguaia, que acabou apenas em 1985.
O
seqüestrador do DOPS gaúcho tenta reverter na Justiça a verdade que a
imprensa
brasileira publicou na época e que é recontada, em detalhes, no livro
de Cunha:
“Lembro apenas uma história que o Brasil todo conhece. Irno é
um dos
policiais que nós identificamos como seqüestradores dos uruguaios. O
livro
conta e reafirma uma história que narrei há 30 anos, na série de
reportagens da
revista Veja que ganhou os principais prêmios de jornalismo do
país”.
Agora,
32 anos depois do sequestro, Irno terá que enfrentar não só a
verdade
publicada pela imprensa. Como uma das testemunhas de defesa de Cunha,
a
uruguaia Lílian Celiberti terá a chance de falar o que lhe foi sonegado
dizer
há três décadas.
Pela
primeira vez desde 1978, Lilian estará frente a frente com o
seqüestrador Irno
na audiência do processo marcada para esta quinta-feira, dia 04/02, às
15h, na
18º Vara Cível, no Foro Central de Porto Alegre.
Operação Condor: O Sequestro dos Uruguaios - que em 2009 recebeu
o
troféu Jabuti da Câmara Brasileira do Livro e a Menção Honrosa do
prêmio
Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos - acaba de ser agraciado
em
Havana no Prêmio Casa de Las Américas de 2010, que reuniu 436 obras de
22
países. Cunha ganhou menção honrosa na categoria Literatura Brasileira,
vencida
pela escritora Nélida Piñon.
Jair
Krischke – Conselheiro
Movimento
de Justiça e Direitos Humanos
__________ Informação do ESET NOD32 Antivirus, versão da vacina 4821
(20100130) __________
A mensagem foi verificada pelo ESET NOD32 Antivirus.
Comprei a Revista História Viva Religião 50 mentiras que contaram para vôce.
Decepção total. Parece aqueles trabalhos de alunos da 5ª série do Ensino
Fundamental II. Falta tudo fonte,bibliografia etc..
Accolades
João Bosco
--- Em sáb, 30/1/10, tyrone.mello <tyrone.mello@...> escreveu:
De: tyrone.mello <tyrone.mello@...> Assunto: Re: GEHB ** Duetto Editorial e História Viva engana m os clientes Para: HISTORIADOBRASIL@... Data: Sábado, 30 de Janeiro de 2010, 16:23
Não sou assinante da revista História Viva, mas compro religiosamente a revista + edição especial + DVD. Moro em Porto Alegre e aqui a situação é bem diferente. O caso mais recente foi com a coleção excelente "Grandes Dias que abalaram o mundo" em 12 DVDs que traz documentários com imagens da época produção britânica o primeiro DVD começou a ser vendido nas bancas em agosto e até hoje não entrou no RS, pois o governo daqui cobra uma taxa muito alta (DVD corresponde por duas revistas). Que absurdo! Aí fui na livraria Cultura encomendei a coleção até 10 pois na época falta dois DVDs a serem lançados. Recebi os DVDs mas o primeiro fascículo veio trocado invés do DVD Primeira Guerra era Revolução Russa. Bem, a livraria cultura teve que ficar insistindo a semana inteira!! quando conseguiu falar com a editora Duetto e adquirir o fascículo que fora trocado.
Não sou assinante de nenhuma revista. A que me interessar vou na banca ou na loja e compro. Existem um verdadeiro cartel. Recomendo a livraria Cultura (não quero aqui fazer propaganda) pois ela é a mais competente que já conheci.
Att.
Tyrone
Em 30/01/2010 12:46, Karla Otaviani < karla.otaviani@ gmail.com > escreveu:
Olha Gustavo infelizmente somente hoje consegui abrir meus emails
Mas o fato é que eu sou assinante da Revista Historia Viva e tive serios problemas com a editora Duetto também. Contratei a revista + ediçao especial + 4 cds sobre a segunda guerra mundial. Os Cds nao chegaram ate hj, sendo que isso ja faz 6 meses, e quando vem a revista não vem a ediçao especial e vice-versa. Ja liguei mais de mil vezes lá e tambem não conseguiram resolver meu problema.
De fato fiquem espertos,
A editora nao tem respeito algum pelos seus clientes
Há algumas semanas fiz uma pequena propaganda sobre um livrinho da Duetto Editorial, como uma edição especial da revista História Viva; tratava-se da publicação "50 mentiram que contaram para você sobre as religiões".
Fiz essa divulgação por acreditar que a Duetto é uma editora séria e que vale a pena prestigiá-la. Todavia, enganei-me totalmente: encomendei essa publicação no dia 5 de janeiro e após mais de três semanas, não apenas não recebi como, após cinco telefonemas, ninguém da editora é capaz de resolver o problema. É claro que paguei pela publicação - mas isso para a editora é um detalhe de importância secundária, mesmo que se constitua como roubo.
Assim, peço desculpas pela divulgação anterior e aviso a todos: tomem cuidado com essa editora de incompententes e mau-caracteres.
Gustavo.
Cansamo-nos de agir E até de pensar cansamos; Só não cansamos de amar E nem de dizer que amamos"
Não sou assinante da revista História Viva, mas compro religiosamente a revista + edição especial + DVD. Moro em Porto Alegre e aqui a situação é bem diferente. O caso mais recente foi com a coleção excelente "Grandes Dias que abalaram o mundo" em 12 DVDs que traz documentários com imagens da época produção britânica o primeiro DVD começou a ser vendido nas bancas em agosto e até hoje não entrou no RS, pois o governo daqui cobra uma taxa muito alta (DVD corresponde por duas revistas). Que absurdo! Aí fui na livraria Cultura encomendei a coleção até 10 pois na época falta dois DVDs a serem lançados. Recebi os DVDs mas o primeiro fascículo veio trocado invés do DVD Primeira Guerra era Revolução Russa. Bem, a livraria cultura teve que ficar insistindo a semana inteira!! quando conseguiu falar com a editora Duetto e adquirir o fascículo que fora trocado.
Não sou assinante de nenhuma revista. A que me interessar vou na banca ou na loja e compro. Existem um verdadeiro cartel. Recomendo a livraria Cultura (não quero aqui fazer propaganda) pois ela é a mais competente que já conheci.
Att.
Tyrone
Em 30/01/2010 12:46, Karla Otaviani < karla.otaviani@... > escreveu:
Olha Gustavo infelizmente somente hoje consegui abrir meus emails
Mas o fato é que eu sou assinante da Revista Historia Viva e tive serios problemas com a editora Duetto também. Contratei a revista + ediçao especial + 4 cds sobre a segunda guerra mundial. Os Cds nao chegaram ate hj, sendo que isso ja faz 6 meses, e quando vem a revista não vem a ediçao especial e vice-versa. Ja liguei mais de mil vezes lá e tambem não conseguiram resolver meu problema.
De fato fiquem espertos,
A editora nao tem respeito algum pelos seus clientes
Karla Otaviani
Em 30 de janeiro de 2010 12:40, Gustavo Biscaia de Lacerda <gustavobiscaia@...> escreveu:
Caros amigos:
Há algumas semanas fiz uma pequena propaganda sobre um livrinho da Duetto Editorial, como uma edição especial da revista História Viva; tratava-se da publicação "50 mentiram que contaram para você sobre as religiões".
Fiz essa divulgação por acreditar que a Duetto é uma editora séria e que vale a pena prestigiá-la. Todavia, enganei-me totalmente: encomendei essa publicação no dia 5 de janeiro e após mais de três semanas, não apenas não recebi como, após cinco telefonemas, ninguém da editora é capaz de resolver o problema. É claro que paguei pela publicação - mas isso para a editora é um detalhe de importância secundária, mesmo que se constitua como roubo.
Assim, peço desculpas pela divulgação anterior e aviso a todos: tomem cuidado com essa editora de incompententes e mau-caracteres.
Gustavo.
Cansamo-nos de agir E até de pensar cansamos; Só não cansamos de amar E nem de dizer que amamos"
Olha Gustavo infelizmente somente hoje consegui abrir meus emails
Mas o fato é que eu sou assinante da Revista Historia Viva e tive serios problemas com a editora Duetto também. Contratei a revista + ediçao especial + 4 cds sobre a segunda guerra mundial. Os Cds nao chegaram ate hj, sendo que isso ja faz 6 meses, e quando vem a revista não vem a ediçao especial e vice-versa. Ja liguei mais de mil vezes lá e tambem não conseguiram resolver meu problema.
De fato fiquem espertos,
A editora nao tem respeito algum pelos seus clientes
Karla Otaviani
Em 30 de janeiro de 2010 12:40, Gustavo Biscaia de Lacerda <gustavobiscaia@...> escreveu:
Caros amigos:
Há algumas semanas fiz uma pequena propaganda sobre um livrinho da Duetto Editorial, como uma edição especial da revista História Viva; tratava-se da publicação "50 mentiram que contaram para você sobre as religiões".
Fiz essa divulgação por acreditar que a Duetto é uma editora séria e que vale a pena prestigiá-la. Todavia, enganei-me totalmente: encomendei essa publicação no dia 5 de janeiro e após mais de três semanas, não apenas não recebi como, após cinco telefonemas, ninguém da editora é capaz de resolver o problema. É claro que paguei pela publicação - mas isso para a editora é um detalhe de importância secundária, mesmo que se constitua como roubo.
Assim, peço desculpas pela divulgação anterior e aviso a todos: tomem cuidado com essa editora de incompententes e mau-caracteres.
Gustavo.
Cansamo-nos de agir E até de pensar cansamos; Só não cansamos de amar E nem de dizer que amamos"
Há algumas semanas fiz uma pequena propaganda sobre um livrinho da Duetto Editorial, como uma edição especial da revista História Viva; tratava-se da publicação "50 mentiram que contaram para você sobre as religiões".
Fiz essa divulgação por acreditar que a Duetto é uma editora séria e que vale a pena prestigiá-la. Todavia, enganei-me totalmente: encomendei essa publicação no dia 5 de janeiro e após mais de três semanas, não apenas não recebi como, após cinco telefonemas, ninguém da editora é capaz de resolver o problema. É claro que paguei pela publicação - mas isso para a editora é um detalhe de importância secundária, mesmo que se constitua como roubo.
Assim, peço desculpas pela divulgação anterior e aviso a todos: tomem cuidado com essa editora de incompententes e
mau-caracteres.
Gustavo.
Cansamo-nos de agir E até de pensar cansamos; Só não cansamos de amar E nem de dizer que amamos"
O desenvolvimento científico no Brasil do século XIX
Livro sobre a ciência no Brasil na época da chegada da corte de D. João VI deverá ser lançado ainda neste ano
No início do século XIX, um dos limites do centro do Rio de Janeiro era a rua da Vala. Formada em toda a sua extensão por um canal de esgoto, parcialmente coberto por lages, a atual Uruguaiana era, no discurso médico da época, um dos pontos insalubres da cidade. O alto dos morros, onde se localizavam quase todas as instituições religiosas, estava, ao contrário, entre as áreas consideradas como mais aprazíveis.
O cotidiano dos habitantes do Rio era marcado pela convivência com regiões alagadiças - focos de mosquitos e doenças - e, ao mesmo tempo, pela dificuldade de abastecimento de água potável, apesar dos diversos chafarizes espalhados pela região urbana.
Todos esses pontos considerados importantes da cidade à época da chegada da Corte portuguesa ao Brasil estão sinalizados no esquema cartográfico do livro que está sendo organizado pelas pesquisadoras Lorelai Kury, da Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), e Heloísa Gesteira, do Museus de Astronomia e Ciências Afins (Mast).
Fruto do seminário "As ciências no Brasil no período joanino", organizado pelas duas instituições e que, com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), em 2008 discutiu o tema, o livro, atualmente objeto de negociações com uma editora universitária, deve sair ainda em 2010.
Com a criação de várias instituições científicas, como a Escola Médico-Cirúrgica e a Real Biblioteca, o pensamento corrente é de que a transferência da família real para o Rio de Janeiro seria um ponto de ruptura no desenvolvimento da ciência no país. Não é exatamente o que pensam os autores dos vários artigos reunidos no livro.
Lorelai explica por quê: "Na verdade - e esse é um consenso entre os autores -, podemos, em certa medida, falar em continuidade de um processo que já vinha ocorrendo desde meados do século XVIII. Com a vinda de D. João - ele só se torna D. João VI depois da morte de D. Maria I -, as políticas de valorização da cidade como centro político só se fortalecem. E passa a predominar também a sensação de se imaginar o Rio Janeiro agora como centro de poder", diz Lorelai.
Segundo a pesquisadora, paralela à construção de um campo científico, começava a se consolidar entre os homens de ciência lusoamericanos a certeza de que era possível produzir conhecimento numa nação situada nos trópicos.
Na segunda metade do século XVIII, foram fundadas, no Rio, a Academia Científica e a Casa de História Natural, numa tendência que prossegue, em princípios do XIX, quando se instalam por aqui diversas instituições, como a Real Biblioteca, a Real Academia Militar e o Jardim Botânico.
Igualmente importantes para a ciência são a migração para o Brasil da Fisicatura Mor, órgão que fiscaliza o exercício da prática médica e normatiza a formação acadêmica; e da Imprensa Régia, com a publicação dos primeiros jornais e livros impressos no Rio de Janeiro e na Bahia, possibilitando a formação e aprimoramento de grupos técnicos e a divulgação de trabalhos científicos.
"A publicação de livros técnicos e manuais de medicina, por exemplo, é um grande diferencial para a formação científica no país", fala a pesquisadora. O Rio de Janeiro paulatinamente vai se tornando também um lugar de produção de conhecimento. "Criava-se no Brasil um espaço público letrado, de circulação de ideias e formação de opinião; estabeleciam-se novas formas de sociabilidade", explica a pesquisadora.
O fim das guerras napoleônicas, em 1815, marcou também o aumento na vinda de viajantes estrangeiros ao país e a quantidade de estudos sobre o Brasil cresce de forma significativa. "Foi um divisor de águas, já que a quantidade e a qualidade de informações, comparadas às pesquisas anteriores e publicações resultantes, passaram a ser enormes", diz a pesquisadora.
O estabelecimento da Corte no Rio de Janeiro contribuiu para a manutenção da unidade territorial da América portuguesa. "Nesse sentido, a produção de conhecimento sobre o espaço e as populações brasileiras foi estratégica neste processo. Posteriormente, durante a Independência e a construção do Estado imperial, instituições criadas no período joanino tiveram papel de destaque no mapeamento da nação brasileira", explica Lorelai.
Outro marco importante foi a criação, em 1808, da Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro - inicialmente nas dependências do Hospital Real Militar e Ultramar, e mais tarde sediada no antigo Colégio dos Jesuítas, sede do Hospital Real Militar e Ultramar, no morro do Castelo -, quando institui-se o curso de cirurgia no Rio de Janeiro.
Sua proposta curricular, inicialmente restrita a conhecimentos de cirurgia e de anatomia, passa a incluir também as disciplinas de anatomia e fisiologia, terapêutica cirúrgica e particular, medicina cirúrgica e obstétrica, medicina, química e elementos de matéria médica e de farmácia.
Antes da criação da escola, o exercício da medicina era facultado somente a físicos e cirurgiões licenciados pelo cirurgião-mor do Reino. Eles estavam habilitados apenas a aplicar sangrias e ventosas, a curar feridas e fraturas, mas eram impedidos de prescrever medicamentos, o que só era permitido a médicos formados em Coimbra.
"A criação das escolas - e, posteriormente, das faculdades - de medicina significava também o fim dessas restrições e a possibilidade de formação de médicos no país", diz Lorelai. No exercício das práticas médicas, no entanto, convivem tanto os profissionais de formação acadêmica quanto aqueles, menos formais, que praticam o conhecimento popular.
Os próprios limites do centro da cidade também passam a se estender para os lados do Campo de Santana, onde já ocorriam algumas festas oficiais, com a valorização das terras em redor e a instalação de residências da nobreza na região. Com isso, obras públicas também começam a transformar toda aquela área. O mesmo acontece em São Cristóvão, com a mudança da família real para a quinta construída pelo comerciante português Elias Antonio Lopes naquele bairro.
"Nessa nova configuração, médicos e engenheiros ganham importância já que são os profissionais a ditar os critérios de salubridade que norteiam as mudanças na cidade", diz. Se até o início do século XIX, se olhava para o Rio de Janeiro como um lugar quase impossível de se viver, depois o olhar passa a ser mais pragmático, de intervenção, mas também mais otimista, de pensar o que se podia fazer para melhorar. "A ideia de incompatibilidade de uma civilização nos trópicos passa a se contrapor à formação de uma identidade nacional", conclui.
De:
"GRUPO DE ESTUDOS DA HISTORIA DO BRASIL" <grupohistoriadobrasil@...> Data:
Sáb, 30 de Jan de 2010 12:01 am Assunto:Curso de História da Baixada Fluminense
Subject: [uffposhistoriacsociais] Curso de História
Curso de História da Baixada Fluminense
Estamos com as inscrições abertas para o XIII Curso de História da Baixada Fluminense. O Curso funciona aos sábados de 8:30 as 12:30 hs, durante 12 sábados, com carga horária de 60 hs. Nosso endereço é Rua Alayde de Souza Belém, 08 – Centro de Nilópolis (próximo a Praça Paulo de Frontin e do Ponto de ônibus da Máster). O Curso tem um custo de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) pagos em três parcelas. Temos uma previsão de início para após o Carnaval.
A inscrição pode ser feita na sede do Instituto ou pela Internet, com os seguintes procedimentos:
l. Preenchimento da ficha de Inscrição em anexo e enviar por e-mail
2. Pagamento da 1ª. Mensalidade de 90,00 (noventa reais),em depósito na conta Bancária da Caixa Econômica e enviar o número do depósitona Ficha de Inscrição em espaço reservado.
Agência 0190
Conta 01300015013-0
Desde já contamos com sua presença e estamos no Instituto para maiores informações. Neste período do ano funcionamos no horário de 9 às 13 horas, de 2ª. A 6ª. Feira. Nosso telefone é: 2691-1135 ou pelo Celular 8635-7290 (todo o dia).
--- Em sex, 29/1/10, r_t_l_mail <r_t_l_mail@...> escreveu:
De: r_t_l_mail <r_t_l_mail@...> Assunto: Enc: orkut - Novas postagens (27 JAN 2010) Para: Data: Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010, 11:05
--- Em sex, 29/1/10, r_t_l_mail <r_t_l_mail@...> escreveu:
De: r_t_l_mail <r_t_l_mail@...> Assunto: Enc: orkut - Novas postagens (27 JAN 2010) Para: Data: Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010, 11:01
repassando...
Assunto: Enc: orkut - Novas postagens (27 JAN 2010) Para: Data: Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010, 10:50
--- Em qua, 27/1/10, Revista Tema Livre <16865339028429850201@...> escreveu:
De: Revista Tema Livre <16865339028429850201@...> Assunto: orkut - Novas postagens (27 JAN 2010) Para: "Espaço Tema Livre" <noreply-orkut@...> Data: Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010, 20:19