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Infelizmente não poderei participar da reunião do dia 13/10, pois estou fora de BH. Conversei com a Miracy, aluna do mestrado em Ciências da Religião e ex-aluna da teologia da Faje, e a convidei para participar deste nosso grupo de pesquisa. Ela se mostrou interessada. Já a comuniquei desta reunião.
Abs e bom encontro.
Roberlei
--- Em qui, 19/8/10, jblibanio <jblibanio@...> escreveu:
De: jblibanio <jblibanio@...> Assunto: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Relatório encontro 16 de agosto Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010, 16:11
Prezado colega: 1. No dia 16 de agosto, o Grupo de Pesquisa Fé e Contemporaneidade se reuniu. Éramos Geraldo Mori, Roberlei, Rodrigo, Omar (convidado para ser novo membro do grupo) e eu (Libanio). 2. Consideramos encerrada a programação iniciada em 2008. 3. Discutimos a questão da publicação daqueles que eventualmente produziram um texto. a) Geraldo Mori: está às voltas com trabalhos urgentes prioritários ainda não fixou o tempo de entrega; b) Rodrigo já o tem praticamente pronto e passar-me-á o texto a fim de que o encaminhe para publicação, quer na Revista Eletrônica da FAJE ou das Paulinas, depois da aprovação pelo comitê de redação. c) Roberlei já o encaminhou a uma obra conjunta que deverá vir à luz em breve d) Eu (Libanio) já o publiquei em forma de livro: Caminhos da existência 4. Estamos à espera da comunicação dos outros membros ainda atuantes ou que já se desligaram, mas pretendem
publicar texto como fruto do Grupo de Pesquisa. Por isso, todos receberão essa comuncação e espero deles uma resposta: Afonso Murad, Daniel Higino, Mauricio Burbano, Geová, Kreti e Michael . Favor dizer-nos como está a questão da publicação de seu respectivo texto da pesquisa.
5. Deixaram o grupo por razões de ausentarem-se de Belo Horizonte ou por tarefas outras: Afonso Murad, Mauricio Burbano, Kreti e Michael.
6. Faremos convites para novos membros. Omar já aceitou, Áurea está a ponto de fazê-lo.
7. Toca a cada um propor o novo tema de pesquisa ou a continuidade do anterior para esse novo momento do Grupo.
8. Rodrigo apresentou breve esquema e recebeu contribuições seja dos presentes à reunião, seja por via eletrônica.
9. Libanio propõe-se pesquisar As linguagens sobre Jesus Cristo na contemporaneidade
10. Omar pensa fazer algo ligado com sua tese doutoral.
11. Geová enviou por
escrito a proposta de pesquisar as homilias de Antonio Conselheiro.
12. Marcamos as datas das duas próximas reuniões presenciais:
- 13 de outubro – 4ª feira para facilitar a participação do Edward às 14horas na FAJE - 30 de novembro – 3ª feira – 14 h (atenção houve pequena remarcação)
13. Rodrigo pensa apresentar um esquema já detalhado de sua pesquisa para a reunião do dia 13 de outubro e eventualmente Libanio faria o mesmo.
14. Nos intervalos das reuniões presenciais, cada membro do grupo tem liberdade de enviar esquemas e pedir sugestões por via virtual aos outros membros do Grupo.
15. Aguardo a comunicação dos atuais membros e dos antigos para fechar definitivamente o projeto anterior e prosseguir com novos temas sob o mesmo título geral de Fé e Contemporaneidade
Infelizmente não poderei participar da reunião do dia 13/10, pois estou fora de BH. Conversei com a Miracy, aluna do mestrado em Ciências da Religião e ex-aluna da teologia da Faje, e a convidei para participar deste nosso grupo de pesquisa. Ela se mostrou interessada. Já a comuniquei desta reunião.
Abs e bom encontro.
Roberlei
--- Em qui, 19/8/10, jblibanio <jblibanio@...> escreveu:
De: jblibanio <jblibanio@...> Assunto: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Relatório encontro 16 de agosto Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010, 16:11
Prezado colega: 1. No dia 16 de agosto, o Grupo de Pesquisa Fé e Contemporaneidade se reuniu. Éramos Geraldo Mori, Roberlei, Rodrigo, Omar (convidado para ser novo membro do grupo) e eu (Libanio). 2. Consideramos encerrada a programação iniciada em 2008. 3. Discutimos a questão da publicação daqueles que eventualmente produziram um texto. a) Geraldo Mori: está às voltas com trabalhos urgentes prioritários ainda não fixou o tempo de entrega; b) Rodrigo já o tem praticamente pronto e passar-me-á o texto a fim de que o encaminhe para publicação, quer na Revista Eletrônica da FAJE ou das Paulinas, depois da aprovação pelo comitê de redação. c) Roberlei já o encaminhou a uma obra conjunta que deverá vir à luz em breve d) Eu (Libanio) já o publiquei em forma de livro: Caminhos da existência 4. Estamos à espera da comunicação dos outros membros ainda atuantes ou que já se desligaram, mas pretendem
publicar texto como fruto do Grupo de Pesquisa. Por isso, todos receberão essa comuncação e espero deles uma resposta: Afonso Murad, Daniel Higino, Mauricio Burbano, Geová, Kreti e Michael . Favor dizer-nos como está a questão da publicação de seu respectivo texto da pesquisa.
5. Deixaram o grupo por razões de ausentarem-se de Belo Horizonte ou por tarefas outras: Afonso Murad, Mauricio Burbano, Kreti e Michael.
6. Faremos convites para novos membros. Omar já aceitou, Áurea está a ponto de fazê-lo.
7. Toca a cada um propor o novo tema de pesquisa ou a continuidade do anterior para esse novo momento do Grupo.
8. Rodrigo apresentou breve esquema e recebeu contribuições seja dos presentes à reunião, seja por via eletrônica.
9. Libanio propõe-se pesquisar As linguagens sobre Jesus Cristo na contemporaneidade
10. Omar pensa fazer algo ligado com sua tese doutoral.
11. Geová enviou por
escrito a proposta de pesquisar as homilias de Antonio Conselheiro.
12. Marcamos as datas das duas próximas reuniões presenciais:
- 13 de outubro – 4ª feira para facilitar a participação do Edward às 14horas na FAJE - 30 de novembro – 3ª feira – 14 h (atenção houve pequena remarcação)
13. Rodrigo pensa apresentar um esquema já detalhado de sua pesquisa para a reunião do dia 13 de outubro e eventualmente Libanio faria o mesmo.
14. Nos intervalos das reuniões presenciais, cada membro do grupo tem liberdade de enviar esquemas e pedir sugestões por via virtual aos outros membros do Grupo.
15. Aguardo a comunicação dos atuais membros e dos antigos para fechar definitivamente o projeto anterior e prosseguir com novos temas sob o mesmo título geral de Fé e Contemporaneidade
Subject: Re: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Relatório encontro 16 de agosto
Prezado Libanio e componentes do grupo:
Infelizmente não poderei participar da reunião do dia 13/10, pois estou fora de BH. Conversei com a Miracy, aluna do mestrado em Ciências da Religião e ex-aluna da teologia da Faje, e a convidei para participar deste nosso grupo de pesquisa. Ela se mostrou interessada. Já a comuniquei desta reunião.
Abs e bom encontro.
Roberlei
--- Em qui, 19/8/10, jblibanio <jblibanio@...> escreveu:
De: jblibanio <jblibanio@...> Assunto: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Relatório encontro 16 de agosto Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010, 16:11
Prezado colega: 1. No dia 16 de agosto, o Grupo de Pesquisa Fé e Contemporaneidade se reuniu. Éramos Geraldo Mori, Roberlei, Rodrigo, Omar (convidado para ser novo membro do grupo) e eu (Libanio). 2. Consideramos encerrada a programação iniciada em 2008. 3. Discutimos a questão da publicação daqueles que eventualmente produziram um texto. a) Geraldo Mori: está às voltas com trabalhos urgentes prioritários ainda não fixou o tempo de entrega; b) Rodrigo já o tem praticamente pronto e passar-me-á o texto a fim de que o encaminhe para publicação, quer na Revista Eletrônica da FAJE ou das Paulinas, depois da aprovação pelo comitê de redação. c) Roberlei já o encaminhou a uma obra conjunta que deverá vir à luz em breve d) Eu (Libanio) já o publiquei em forma de livro: Caminhos da existência 4. Estamos à espera da comunicação dos outros membros ainda atuantes ou que já se desligaram, mas pretendem publicar texto como fruto do Grupo de Pesquisa. Por isso, todos receberão essa comuncação e espero deles uma resposta: Afonso Murad, Daniel Higino, Mauricio Burbano, Geová, Kreti e Michael . Favor dizer-nos como está a questão da publicação de seu respectivo texto da pesquisa.
5. Deixaram o grupo por razões de ausentarem-se de Belo Horizonte ou por tarefas outras: Afonso Murad, Mauricio Burbano, Kreti e Michael.
6. Faremos convites para novos membros. Omar já aceitou, Áurea está a ponto de fazê-lo.
7. Toca a cada um propor o novo tema de pesquisa ou a continuidade do anterior para esse novo momento do Grupo.
8. Rodrigo apresentou breve esquema e recebeu contribuições seja dos presentes à reunião, seja por via eletrônica.
9. Libanio propõe-se pesquisar As linguagens sobre Jesus Cristo na contemporaneidade
10. Omar pensa fazer algo ligado com sua tese doutoral.
11. Geová enviou por escrito a proposta de pesquisar as homilias de Antonio Conselheiro.
12. Marcamos as datas das duas próximas reuniões presenciais:
- 13 de outubro – 4ª feira para facilitar a participação do Edward às 14horas na FAJE - 30 de novembro – 3ª feira – 14 h (atenção houve pequena remarcação)
13. Rodrigo pensa apresentar um esquema já detalhado de sua pesquisa para a reunião do dia 13 de outubro e eventualmente Libanio faria o mesmo.
14. Nos intervalos das reuniões presenciais, cada membro do grupo tem liberdade de enviar esquemas e pedir sugestões por via virtual aos outros membros do Grupo.
15. Aguardo a comunicação dos atuais membros e dos antigos para fechar definitivamente o projeto anterior e prosseguir com novos temas sob o mesmo título geral de Fé e Contemporaneidade
Relembro a reunião do Grupo Fé e Contemporaneidade a 13 de outubro às 14 horas na FAJE.
Devem ter recebido o esquema do Rodrigo. Vai em anexo um longo esquema que preparei. Não é necessário leitura detalhada, por ser longo demais. Bastam simples sugestões sobre o projeto geral. grato,
J. B. Libanio
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Olá,
Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
adicionado no grupo FE_CONTEMPORANEIDADE.
Arquivo : /comunicado jblibanio.doc
Carregado por : alfredovavelar <alfredovavelar@...>
Descrição : REENVIO DA COMUNICAÇÃO DO GRUPO
Você pode acessar o arquivo pela URL:
http://br.groups.yahoo.com/group/FE_CONTEMPORANEIDADE/files/comunicado%20jbliban\
io.doc
Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:
http://help.yahoo.com/help/br/groups/files
Atenciosamente,
alfredovavelar <alfredovavelar@...>
Informo a recente publicação de meu livro Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff (editora
Loyola). Abaixo, maiores detalhes. Ainda não há data para o lançamento, mas a
obra já se encontra disponível nas livrarias. Por favor, divulgue a quem possa
interessar. Abraços. Até...
Rodrigo
Título:Cristianismo Libertador: religião e política
em Leonardo Boff
Autor: Rodrigo
Marcos de Jesus
Editora: Loyola
Coleção: FAJE
Sinopse:
Cristianismo Libertador analisa a
religião como articulação entre fé e política na obra de Leonardo Boff. Dois
enfoques orientam o estudo: a questão filosófica da imagem de Deus e a função
da Igreja no contexto latino-americano, especialmente brasileiro, dos anos
1970-80. Um questionamento é feito no decorrer de todo o texto: afinal, a
religião é ópio ou libertação do povo?
A obra está dividida em três capítulos. No primeiro, é apresentado o
contexto histórico-cultural e o contexto filosófico brasileiro da consciência
de libertação. Álvaro Vieira Pinto, Henrique Lima Vaz e Paulo Freire aparecem
como filósofos-chave para a constituição da ideia-força de libertação. No segundo
capítulo é debatida a concepção filosófico-teológica de Deus em Leonardo Boff,
extraindo-se suas consequências críticas. O último capítulo discute as
implicações ético-políticas da concepção de Deus no cristianismo libertador e o
papel que caberia à Igreja no contexto de opressão da sociedade
latino-americana e brasileira. O livro conta ainda com um glossário dos
principais conceitos utilizados e uma entrevista inédita com Leonardo Boff.
Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff aborda temas de filosofia da religião, de filosofia brasileira e de pensamento
político-social.
Mensagem encaminhada por problemas com anterior arquivo adjunto…
=================
Grupo de pesquisa
Belo Horizonte, 09 de novembro de 2010
Meus companheiras/os:
1. Tivemos a reunião ordinária no dia 13 de outubro – 4ª feira – na FAJE, às
14h00.
2. Nesta reunião, Rodrigo apresentou esquema detalhado sobre Catolicismo e
modernidade no Brasil – ensaio de interpretação histórica. Os presentes
ofereceram-lhe sugestões para avançar no trabalho.
3. Pe. Libanio apresentou o plano de trabalho para o próximo ano, ficando de
enviar juntamente com Carlos Cunha um esquema detalhado para a próxima reunião.
4. O grupo foi refeito. Vários deixaram-no por terem terminado a estada em Belo
Horizonte ou assumido outras tarefas: Michael Kosubek, Afonso Murad, Kreti
Vidal, Hugo Mauricio Burbano. Eduardo Goes não freqüentou.
5. Permaneceram no grupo: João Batista Libanio (líder 1), Geraldo Mori (líder
2), Edward Guimarães, Roberlei Panasiewicz, Daniel Higino, Geová Mota, Rodrigo
Marcos
6. Entraram como novos membros: Carlos Alberto Motta Cunha:
carloscpn@... – CPF 747 439 296-87 – data de nascimento 03/04/70; Omar
Lucas Perrout Fortes Sales - omarperrout@... CPF 035.043.126-45 - data
de nascimento 09/06/1978; Aurea Marin Burocchi – CPF 058.416.868-36 –
aureamarin@... - data de nascimento 02/12/1963; Miracy Monteiro Melo Reis
– CPF 126 966 502-25 meloreismiracy@... data de nascimento 25/11/1944;
Alfredo Viana Avelar: alfredovavelar@... – CPF 015 461 756 - 36 - data
de nascimento 11/08/1986
7. Ficaram ainda dois nomes em suspenso à espera de ulterior contacto: Luis
Herrera luisherrera7@... e Pe. Áureo Nogueira de Freitas-
aureofreitas@...
8. A próxima reunião está marcada para: 30 de novembro – 14 h – FAJE – Nela
serão apresentados os esquemas de Edward Guimarães e João B. Libanio/Carlos
Cunha. Por essa ocasião, combinaremos as datas do próximo ano.
9. Assumirá o ofício de secretário do Grupo o acadêmico: Alfredo Viana Avelar:
alfredovavelar@...
Fraternalmente, Libanio
OBS: - Luís Herrera aceitou o convite para participar do grupo. Aguardamos ainda
a resposta do Pe. Áureo.
Encontra-se na página do grupo "Fé e Contemporaneidade" o arquivo "LINGUAGENS
SOBRE JESUS", do Libanio e do Carlos Cunha, esquema que será discutido na
próxima reunião.
Quem quiser já pode reagir por email.
[Anexos de Rodrigo Marcos de Jesus incluídos abaixo]
Olá, pessoal!
Informo a recente publicação de meu livro Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff (editora Loyola). Abaixo, maiores detalhes. Ainda não há data para o lançamento, mas a obra já se encontra disponível nas livrarias. Por favor, divulgue a quem possa interessar. Abraços. Até...
Rodrigo
Título:Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff
Autor: Rodrigo Marcos de Jesus
Editora: Loyola
Coleção: FAJE
Sinopse:
Cristianismo Libertador analisa a religião como articulação entre fé e política na obra de Leonardo Boff. Dois enfoques orientam o estudo: a questão filosófica da imagem de Deus e a função da Igreja no contexto latino-americano, especialmente brasileiro, dos anos 1970-80. Um questionamento é feito no decorrer de todo o texto: afinal, a religião é ópio ou libertação do povo?
A obra está dividida em três capítulos. No primeiro, é apresentado o contexto histórico-cultural e o contexto filosófico brasileiro da consciência de libertação. Álvaro Vieira Pinto, Henrique Lima Vaz e Paulo Freire aparecem como filósofos-chave para a constituição da ideia-força de libertação. No segundo capítulo é debatida a concepção filosófico-teológica de Deus em Leonardo Boff, extraindo-se suas consequências críticas. O último capítulo discute as implicações ético-políticas da concepção de Deus no cristianismo libertador e o papel que caberia à Igreja no contexto de opressão da sociedade latino-americana e brasileira. O livro conta ainda com um glossário dos principais conceitos utilizados e uma entrevista inédita com Leonardo Boff.
Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff aborda temas de filosofia da religião, de filosofia brasileira e de pensamento político-social.
Envio-lhes o esquema provisório conforme proposta inicial para que todos já criasse um esbosso para a primeira reunião.
Trata-se de retomar a proposta anterior.
Grato pela atenção.
A TEOLOGIA DA ESPERANÇA EM MOLTMANN NO CONTEXTO DE CRISE DAS UTOPIAS
Pergunta fundamental:
Diante da crise das utopias e dos sinais de esperança que surgem, há elementos na teologia da esperança de J. MOLTMANN que podem inspirar novas perspectivas para os cristãos inseridos na militância?
A esperança cristã constitui utopias como movimentos prévios e provisórios numa perspectiva que transcende a própria história. Ela impele a fé à reflexão e à vida e também para as mudanças visíveis na vida humana, a ponto de tudo reservar ao futuro do Reino.
Esquema provisório:
O que significa esta crise das utopias e quais são os sinais de esperança? (VER)
1.Fenomenologia da crise das utopias
a.Queda do socialismo
b.Hegemonia do capitalismo neoliberal
c.Morte da política
d.Da modernidade a pós-modernidade
2.Sinais de Esperança
a.Fórum Social Mundial: outro mundo é possível
b.A crise do capitalismo
c.Novas tendências políticas na América Latina
d.Surgimento de novas experiências locais
Cristãos inseridos na militância sempre são motivados por utopias e esperanças. Como fazer a distinção entre ambas? (JULGAR)
3.Utopia e esperança
a.Definição
b.Diferenças
c.Relação
Que aspectos da Teologia da Esperança em Moltmann podem nos ajudar a fazer um caminho?
4.Pistas de reflexão de alguns aspectos da teologia da Esperança em Moltmann
a.O pecado do desespero
b.Em todo o fim, sempre há um início
c.A esperança brotará quando se fizer justiça às vítimas
d.A atitude de quem ora, é a atitude da vigilância
e.Crer que “um outro mundo é possível” torna os cristãos para sempre capazes de futuro
f.O Reino não é apenas uma questão de Deus, mas é também uma questão nossa
g.Esperança pessoal, esperança histórica e esperança cósmica.
Bibliografia Básica:
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança: estudos sobre os fundamentos e as consequências de uma escatologia cristã. Tradução Helmuth Alfredo Simon. 3 ed. São Paulo: Editora teológica: Edições Loyola, 2005.
_________________. No fim, o início: breve tratado sobre a esperança. Tradução Irineu J. Rabuske. São Paulo: Loyola, 2007.
_________________. A vinda de Deus: escatologia cristã. Tradução Nélio Shneider. Editora Unisinos. São Leopoldo, RS, 2003. (Coleção Theologia Pública, 3).
_________________. Vida Esperança e Justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008.
Bibliografia secundária:
ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
BENTO XVI. Spe Salvi: sobre a esperança cristã. São Paulo: Paulinas, 2007. 82 pg.
BLOCH, Ernst. O princípio da esperança. Tradução Nélio Schneider. Rio de Janeiro: Ed. UERJ: Contraponto, 2005, 2006. Vol I, II, III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Tradução de Aulyde Soares Rodrigues. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HOBSBAWM, Eric. Adeus tudo aquilo. In: BLACKBURN, R. (Org.). Depois da queda. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992, p. 103.
LIBÂNIO, João Batista. Utopia e esperança cristã. São Paulo: Loyola, 1989. (Coleção Fé e Realidade, 26).
MARCUSE, Hebert. O fim da utopia. Tradução Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. (Série Rumos da Cultura Moderna, 31).
RUIZ DE LA PEÑA, Juan Luis. De la utopia a la escatologia. In: INSTITUTO SUPERIOR DE PASTORAL. Utopías y esperanza Cristiana. Navarra: Editorial Verbo Divino, 1997. Pp 99-126.
SCHWENDLER, Sônia Fátima. Ação cultural para a liberdade: um encontro com a pedagogia da indignação. In: SOUZA, Ana Inês (org). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
WHITAKER, Chico. O desafio do Fórum Social Mundial: um modo de ver. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; São Paulo: Loyola, 2005. 258p.
Caríssimos,
Muita paz!!!
Segue para apreciação do grupo uma intuição inicial.
Abraços,
Omar!
Esquema inicial de artigo para o grupo "Fé e contemporaneidade"
Omar Lucas Perrout Fortes de Sales
O futuro do cristianismo: entre niilismo e secularização
Confrontaremos tal pergunta e buscaremos respostas a partir da reflexão do
filósofo italiano Gianni Vattimo, no intuito de dialogar com o autor.
Privilegiaremos reflexão pautada na filosofia da religião na busca de
compreender como a realidade atual toca e desafia o cristianismo.
Da pergunta fundamental emergem as seguintes questões:
• Em que consiste o relativismo e o niilismo?
• Quais as "razões" do niilismo e do relativismo?
• Como a realidade atual interpela o cristianismo?
• Como o cristianismo percebe-se desafiado pelo niilismo?
• Em que medida o cristianismo dialoga/responde ao niilismo?
• O cristianismo tem algo a dizer ao niilismo?
• Quais as perspectivas e possibilidades para o futuro do cristianismo?
De antemão depreende-se da obra de Vattimo:
• O niilismo e a religião cristã fazem parte da história do Ocidente.
• O cristianismo inaugura e difunde a secularização.
• Relação intrínseca entre secularização e niilismo.
• A raiz do niilismo reside na superfluidez dos valores últimos.
• A história do niilismo como história do enfraquecimento do ser.
• Necessidade de o cristianismo abrir-se cada vez mais ao diálogo e deixar-se
interpelar pelas diferenças.
• Condição de possibilidade do futuro ("validade") do cristianismo: há de se
tornar a religião da verdadeira caridade.
Bibliografia básica
VATTIMO, G. Addio alla verità. Roma: Meltemi, 2009.
______. A sociedade transparente. Lisboa: Relógio d'água, 1992.
______. Chiese senza religione, religione senza chiese? CONGRESSO BRASILEIRO DE
FILOSOFIA DA RELIGIÃO, III. Universidade Nacional de Brasília, 05 nov. 2009.
______. Credere di credere: è possibile essere cristiani nonostante la Chiesa?
2. ed. Roma: Garzanti, 1999.
______. Depois da cristandade: por um cristianismo não religioso. Rio de
Janeiro: Record, 2004.
______. Il pensiero debole. 4. ed. Milão: Feltrinelli, 1986.
______. Nichilismo ed emancipazione: etica, politica, diritto. Varese: Garzanti,
2003.
______. O fim da modernidade: niilismo e hermenêutica na cultura pós-moderna.
São Paulo: Martins Fontes, 2007.
______; ANTISERI, D. Ragione filosofica e fede religiosa nell'era post-moderna.
Soveria Mannelli: Rubbettino Editore, 2008.
______; DOTOLO, C. Dio: la possibilita buona. Um colóquio sulla soglia tra
filosofia e teologia. Soveria Manneli: Rubbettino Editore, 2009.
______; ORLANDO, F.; ZABALA, S. Nichilismo e religione. Roma: Valter Casini
Editore ,2005.
______; PATERLINI, P. Non essere Dio: un'autobiografia a quattro mani. Reggio
Emilia: Aliberti Editore, 2006.
______; RORTY, R. O futuro da religião: solidariedade, caridade e ironia. Rio de
Janeiro: Relume Dumará, 2006.
______; SEQUERI, P.; RUGGERI, G. Interrogazioni sul cristianesimo: cosa possiamo
ancora attenderci dal Vangelo? Edizioni Lavoro/ Editrice Esperienze, 2000.
Prezados membros do grupo,
Boa noite!
Meu esquema ainda está em processo de elaboração, mas já tenho certa clareza da
direção que quero trilhar e de algumas pistas que as leituras estão trazendo...
Terei a alegria de partilhar com vocês minhas intuições teológicas e receber
suas preciosas observações...
Peço desculpas por enviar em cima da hora... São apenas duas folhas.
Espero que dê tempo para darem uma olhada antes da reunião.
Com estima,
Edward
Tema de pesquisa no grupo "Fé e Contemporaneidade": 2010/2011
Edward Neves M. B. Guimarães
Tema central: REPENSAR A ÉTICA JESUÂNICA NO E PARA CONTEXTO ATUAL
Objetivo: Entre os desafios da reflexão teológica cristã destaca-se a tarefa
irrenunciável de interpretar, resignificar e atualizar a experiência fontal.
Historicamente o Cristianismo, inúmeras vezes, assumiu uma configuração
dogmática fixista, com pretensão do monopólio da plenitude da verdade. Esta
pretensão impediu o cultivo do diálogo aprendiz com as outras tradições
religiosas e com as ciências.
Por não ter dado a devida atenção às transformações culturais, não percebeu a
tentação da fossilização histórica, nem a necessidade de repensar suas
tradições.
Nossa tese é a de que há uma distância perigosa entre o que conhecemos como
moral cristã e a ética de Jesus de Nazaré. Em outras palavras, nossa suspeita é
a de que a moral cristã, por não ter mantido a memória de Jesus ou, o que é
pior, por não ter clareza dos eixos estruturantes da ética jesuânica, não
conseguiu, historicamente, manter viva a experiência que sustentou o vigor
profético e a fidelidade de Jesus até as últimas conseqüências.
Nosso objetivo é extrair dos textos fontais os princípios éticos dos
ensinamentos e da práxis libertadora de Jesus e procurar interpretá-los no
horizonte da cultura atual. Meu público alvo são os universitários e os membros
das diversas pastorais, de modo especial os catequistas. Meu intuito é
contribuir na superação das posturas moralistas infantilizantes apresentando
como antídoto a ética jesuânica em linguagem atual.
Duas perguntas estruturantes:
• Os princípios éticos extraídos dos ensinamentos de Jesus de Nazaré e de seus
gestos proféticos, quando interpretados no horizonte da contemporaneidade,
provocam que tipo de reflexão ética na moral cristã e na vida da Igreja atual?
• Estes princípios da ética jesuânica anunciam que tipo de boa nova para o homem
situado no contexto atual?
Resposta insipiente:
• A novidade da experiência que Jesus faz de Deus e do ser humano
Deus não é uma espécie de tirano absoluto ou aquele que impõe,
determina ou estabelece a sua vontade, o que é a verdade, o que pode ou não, o
certo e o errado...
Deus não criou o ser humano para a subserviência passiva, mas um ser
capaz de reflexão e evolução, capaz de viver com autonomia e desenvolver
responsabilidade...
Deus é estradeiro conosco, parceiro que sustenta o dinamismo da vida
como uma história e história de liberdade enquanto conquista processual,
evolutiva... mas como algo que caminha para a meta: a plenitude da comunhão de
amor.
• Traz em seu bojo a exigência de uma nova atitude diante da vida, do outro e da
própria autocompreensão da religião
Portanto, uma moral que se pretenda cristã não pode apresentar-se como
acabada, tirânica, impositiva, a detentora da verdade divina eterna e imutável.
Pretendo apresentar os traços marcantes da ética jesuânica como fonte
para a moral que se pretenda cristã no contexto atual. Em forma de artigo, mas
com pretensão virar livro.
Outras perguntas suscitadas:
• Quais os princípios éticos presentes nos ensinamentos e na práxis libertadora
de Jesus de Nazaré?
• Como estes princípios éticos são interpretados e traduzidos na moral cristã e
na vida da Igreja?
• Uma interpretação destes princípios, no horizonte da cultura atual, traria
alguma novidade ou provocaria mudanças na autocompreensão da moral cristã e na
vida da Igreja?
• Há diferenças entre a ética jesuânica e a moral cristã?
• Qual a relevância desses princípios éticos para além dos limites da vida
eclesial, ou seja, para a vida do homem (estou pensando no jovem universitário,
muitas vezes avesso aos discursos eclesiais, nos professores do curso de
direito, da psicologia, comunicação social, administração, dentre outros) que
não assumiu propriamente o cristianismo como eixo norteador (princípio de
universalidade)?
• Que visão as pessoas hoje (cristão e não cristãos) têm da moral cristã: fonte
de sabedoria, libertadora, coerente, provocativa, defensora da dignidade da vida
ou autoritária, desumana, conservadora, fechada, intolerante, cega, contrária ao
progresso e à ciência?
Obs.: Nosso enfoque não visa estabelecer uma avaliação crítica da contribuição
dos teólogos moralistas: Bernard Häring, Marciano Vidal, Bernardino Leers, Leo
Pessini, Marcio Fabri, Antônio Moser, Nilo Agostini, José Roque Junges, dentre
tantos outros. Muito pelo contrário, nossa modesta pretensão é apresentar os
princípios éticos suscitados pela vida de Jesus, a partir de uma leitura
teológica dos textos fontais, tendo presente a reflexão teológica atual e as
especificidades do contexto atual.
Bibliografia:
Além do confronto com as Escrituras, comentários bíblicos, textos do magistério
e dos teólogos moralistas citados acima, estão sendo pesquisados textos dos
seguintes autores: (Minha fonte primária) Juvenal Arduini, Andrés Torres
Queiruga e Juan Luis Segundo... Estou lendo também textos de: Hans Kung, José
Comblin, João Batista Libanio, Leonardo Boff, Frei Betto, dentre outros
faço as sugestões em cima do texto. abraços, Libanio
A TEOLOGIA DA ESPERANÇA EM MOLTMANN NO CONTEXTO DE CRISE DAS UTOPIAS
Pergunta fundamental:
Diante da crise das utopias e dos sinais de esperança que surgem, há elementos na teologia da esperança de J. MOLTMANN que podem inspirar novas perspectivas para os cristãos inseridos na militância?
A esperança cristã tem alimentado utopias ao longo da história. Em momento de crise das utopias e de esperança, que vivemos, o recurso à fonte da esperança cristã manifesta-se como caminho alvissareiro. E o faremos à luz da teologia da esperança de J. Moltmann.
Esquema provisório:
O que significa esta crise das utopias e quais são os sinais de esperança? (VER)
1.Fenomenologia da crise das utopias
a.Queda do socialismo
b.Hegemonia do capitalismo neoliberal: gera falta de sentido de vida.
c.Morte da política
d.Da modernidade a pós-modernidade: salientar os traços anti-utópicos
2.Sinais de Esperança
a.Fórum Social Mundial: outro mundo é possível
b.A crise do capitalismo: sentido profundo dessa crise
c.Novas tendências políticas na América Latina: leitura utópica da atual conjuntura política da América Latina com governos populares
d.Surgimento de novas experiências locais
Cristãos inseridos na militância sempre são motivados por utopias e esperanças. Como fazer a distinção entre ambas? (JULGAR)
3.Utopia e esperança
a.Definição
b.Diferenças
c.Relação
Que aspectos da Teologia da Esperança em Moltmann alimentam uma utopia popular?
4.Pistas de reflexão de alguns aspectos da teologia da Esperança em Moltmann
a.O pecado do desespero
b.Em todo o fim, sempre há um início
c.A esperança brotará quando se fizer justiça às vítimas
d.A atitude de quem ora, é a atitude da vigilância
e.Crer que “um outro mundo é possível” torna os cristãos para sempre capazes de futuro
f.O Reino não é apenas uma questão de Deus, mas é também uma questão nossa
g.Esperança pessoal, esperança histórica e esperança cósmica.
Bibliografia Básica:
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança: estudos sobre os fundamentos e as consequências de uma escatologia cristã. Tradução Helmuth Alfredo Simon. 3 ed. São Paulo: Editora teológica: Edições Loyola, 2005.
_________________. No fim, o início: breve tratado sobre a esperança. Tradução Irineu J. Rabuske. São Paulo: Loyola, 2007.
_________________. A vinda de Deus: escatologia cristã. Tradução Nélio Shneider. Editora Unisinos. São Leopoldo, RS, 2003. (Coleção Theologia Pública, 3).
_________________. Vida Esperança e Justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008.
Bibliografia secundária:
ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
BENTO XVI. Spe Salvi: sobre a esperança cristã. São Paulo: Paulinas, 2007. 82 pg.
BLOCH, Ernst. O princípio da esperança. Tradução Nélio Schneider. Rio de Janeiro: Ed. UERJ: Contraponto, 2005, 2006. Vol I, II, III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Tradução de Aulyde Soares Rodrigues. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HOBSBAWM, Eric. Adeus tudo aquilo. In: BLACKBURN, R. (Org.). Depois da queda. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992, p. 103.
LIBÂNIO, João Batista. Utopia e esperança cristã. São Paulo: Loyola, 1989. (Coleção Fé e Realidade, 26).
MARCUSE, Hebert. O fim da utopia. Tradução Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. (Série Rumos da Cultura Moderna, 31).
RUIZ DE LA PEÑA, Juan Luis. De la utopia a la escatologia. In: INSTITUTO SUPERIOR DE PASTORAL. Utopías y esperanza Cristiana. Navarra: Editorial Verbo Divino, 1997. Pp 99-126.
SCHWENDLER, Sônia Fátima. Ação cultural para a liberdade: um encontro com a pedagogia da indignação. In: SOUZA, Ana Inês (org). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
WHITAKER, Chico. O desafio do Fórum Social Mundial: um modo de ver. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; São Paulo: Loyola, 2005. 258p.
1.Preocupação central e pergunta básica me parecem muito relevantes. E a explicitação das perspectivas também são importantes e atuais.
2.Vejo dificuldade em precisar como vc extrairá os princípios éticos de Jesus de Nazaré: ensinamento, práxis e pessoa. Como a bibliografia é ilimitada: que critério de inclusão e exclusão vc. usará para selecioná-la?
3.Outra dificuldade: como estabelecer o horizonte da contemporaneidade? Mesmo problema: bibliografia imensa. Então como delimitá-la? Pense no critério de inclusão e exclusão.
Subject: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Esquema do Edward que será apresentado no reunião de amanhã
Prezados membros do grupo, Boa noite! Meu esquema ainda está em processo de elaboração, mas já tenho certa clareza da direção que quero trilhar e de algumas pistas que as leituras estão trazendo... Terei a alegria de partilhar com vocês minhas intuições teológicas e receber suas preciosas observações... Peço desculpas por enviar em cima da hora... São apenas duas folhas. Espero que dê tempo para darem uma olhada antes da reunião. Com estima, Edward
Tema de pesquisa no grupo "Fé e Contemporaneidade": 2010/2011 Edward Neves M. B. Guimarães Tema central: REPENSAR A ÉTICA JESUÂNICA NO E PARA CONTEXTO ATUAL
Objetivo: Entre os desafios da reflexão teológica cristã destaca-se a tarefa irrenunciável de interpretar, resignificar e atualizar a experiência fontal. Historicamente o Cristianismo, inúmeras vezes, assumiu uma configuração dogmática fixista, com pretensão do monopólio da plenitude da verdade. Esta pretensão impediu o cultivo do diálogo aprendiz com as outras tradições religiosas e com as ciências. Por não ter dado a devida atenção às transformações culturais, não percebeu a tentação da fossilização histórica, nem a necessidade de repensar suas tradições. Nossa tese é a de que há uma distância perigosa entre o que conhecemos como moral cristã e a ética de Jesus de Nazaré. Em outras palavras, nossa suspeita é a de que a moral cristã, por não ter mantido a memória de Jesus ou, o que é pior, por não ter clareza dos eixos estruturantes da ética jesuânica, não conseguiu, historicamente, manter viva a experiência que sustentou o vigor profético e a fidelidade de Jesus até as últimas conseqüências. Nosso objetivo é extrair dos textos fontais os princípios éticos dos ensinamentos e da práxis libertadora de Jesus e procurar interpretá-los no horizonte da cultura atual. Meu público alvo são os universitários e os membros das diversas pastorais, de modo especial os catequistas. Meu intuito é contribuir na superação das posturas moralistas infantilizantes apresentando como antídoto a ética jesuânica em linguagem atual.
Duas perguntas estruturantes: • Os princípios éticos extraídos dos ensinamentos de Jesus de Nazaré e de seus gestos proféticos, quando interpretados no horizonte da contemporaneidade, provocam que tipo de reflexão ética na moral cristã e na vida da Igreja atual? • Estes princípios da ética jesuânica anunciam que tipo de boa nova para o homem situado no contexto atual? Resposta insipiente: • A novidade da experiência que Jesus faz de Deus e do ser humano  Deus não é uma espécie de tirano absoluto ou aquele que impõe, determina ou estabelece a sua vontade, o que é a verdade, o que pode ou não, o certo e o errado...  Deus não criou o ser humano para a subserviência passiva, mas um ser capaz de reflexão e evolução, capaz de viver com autonomia e desenvolver responsabilidade...  Deus é estradeiro conosco, parceiro que sustenta o dinamismo da vida como uma história e história de liberdade enquanto conquista processual, evolutiva... mas como algo que caminha para a meta: a plenitude da comunhão de amor.
• Traz em seu bojo a exigência de uma nova atitude diante da vida, do outro e da própria autocompreensão da religião  Portanto, uma moral que se pretenda cristã não pode apresentar-se como acabada, tirânica, impositiva, a detentora da verdade divina eterna e imutável.  Pretendo apresentar os traços marcantes da ética jesuânica como fonte para a moral que se pretenda cristã no contexto atual. Em forma de artigo, mas com pretensão virar livro. Outras perguntas suscitadas: • Quais os princípios éticos presentes nos ensinamentos e na práxis libertadora de Jesus de Nazaré? • Como estes princípios éticos são interpretados e traduzidos na moral cristã e na vida da Igreja? • Uma interpretação destes princípios, no horizonte da cultura atual, traria alguma novidade ou provocaria mudanças na autocompreensão da moral cristã e na vida da Igreja? • Há diferenças entre a ética jesuânica e a moral cristã? • Qual a relevância desses princípios éticos para além dos limites da vida eclesial, ou seja, para a vida do homem (estou pensando no jovem universitário, muitas vezes avesso aos discursos eclesiais, nos professores do curso de direito, da psicologia, comunicação social, administração, dentre outros) que não assumiu propriamente o cristianismo como eixo norteador (princípio de universalidade)? • Que visão as pessoas hoje (cristão e não cristãos) têm da moral cristã: fonte de sabedoria, libertadora, coerente, provocativa, defensora da dignidade da vida ou autoritária, desumana, conservadora, fechada, intolerante, cega, contrária ao progresso e à ciência?
Obs.: Nosso enfoque não visa estabelecer uma avaliação crítica da contribuição dos teólogos moralistas: Bernard Häring, Marciano Vidal, Bernardino Leers, Leo Pessini, Marcio Fabri, Antônio Moser, Nilo Agostini, José Roque Junges, dentre tantos outros. Muito pelo contrário, nossa modesta pretensão é apresentar os princípios éticos suscitados pela vida de Jesus, a partir de uma leitura teológica dos textos fontais, tendo presente a reflexão teológica atual e as especificidades do contexto atual.
Bibliografia: Além do confronto com as Escrituras, comentários bíblicos, textos do magistério e dos teólogos moralistas citados acima, estão sendo pesquisados textos dos seguintes autores: (Minha fonte primária) Juvenal Arduini, Andrés Torres Queiruga e Juan Luis Segundo... Estou lendo também textos de: Hans Kung, José Comblin, João Batista Libanio, Leonardo Boff, Frei Betto, dentre outros
1.A delimitação dos desafios a partir da obra de Vattimo me parece bem indicada. Vc se restringe a esse autor que estudou em profundidade.
2.Vejo dificuldade na compreensão de Cristianismo. Como vc construirá esse conceito? Cristianismo, religião cristã ou religião católica, religiosidade cristã, fé cristã, cristandade, Igreja católica, etc. são conceitos próximos e facilmente se escorrega de um para o outro. Como vc se situará nesse matagal conceitual?
Subject: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Esquema inicial - Proposta de artigo
Caríssimos,
Muita paz!!! Segue para apreciação do grupo uma intuição inicial. Abraços,
Omar!
Esquema inicial de artigo para o grupo "Fé e contemporaneidade"
Omar Lucas Perrout Fortes de Sales
O futuro do cristianismo: entre niilismo e secularização
Confrontaremos tal pergunta e buscaremos respostas a partir da reflexão do filósofo italiano Gianni Vattimo, no intuito de dialogar com o autor. Privilegiaremos reflexão pautada na filosofia da religião na busca de compreender como a realidade atual toca e desafia o cristianismo.
Da pergunta fundamental emergem as seguintes questões: • Em que consiste o relativismo e o niilismo? • Quais as "razões" do niilismo e do relativismo? • Como a realidade atual interpela o cristianismo? • Como o cristianismo percebe-se desafiado pelo niilismo? • Em que medida o cristianismo dialoga/responde ao niilismo? • O cristianismo tem algo a dizer ao niilismo? • Quais as perspectivas e possibilidades para o futuro do cristianismo?
De antemão depreende-se da obra de Vattimo: • O niilismo e a religião cristã fazem parte da história do Ocidente. • O cristianismo inaugura e difunde a secularização. • Relação intrínseca entre secularização e niilismo. • A raiz do niilismo reside na superfluidez dos valores últimos. • A história do niilismo como história do enfraquecimento do ser. • Necessidade de o cristianismo abrir-se cada vez mais ao diálogo e deixar-se interpelar pelas diferenças. • Condição de possibilidade do futuro ("validade") do cristianismo: há de se tornar a religião da verdadeira caridade.
Bibliografia básica
VATTIMO, G. Addio alla verità. Roma: Meltemi, 2009. ______. A sociedade transparente. Lisboa: Relógio d'água, 1992. ______. Chiese senza religione, religione senza chiese? CONGRESSO BRASILEIRO DE FILOSOFIA DA RELIGIÃO, III. Universidade Nacional de Brasília, 05 nov. 2009. ______. Credere di credere: è possibile essere cristiani nonostante la Chiesa? 2. ed. Roma: Garzanti, 1999. ______. Depois da cristandade: por um cristianismo não religioso. Rio de Janeiro: Record, 2004. ______. Il pensiero debole. 4. ed. Milão: Feltrinelli, 1986. ______. Nichilismo ed emancipazione: etica, politica, diritto. Varese: Garzanti, 2003. ______. O fim da modernidade: niilismo e hermenêutica na cultura pós-moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2007. ______; ANTISERI, D. Ragione filosofica e fede religiosa nell'era post-moderna. Soveria Mannelli: Rubbettino Editore, 2008. ______; DOTOLO, C. Dio: la possibilita buona. Um colóquio sulla soglia tra filosofia e teologia. Soveria Manneli: Rubbettino Editore, 2009. ______; ORLANDO, F.; ZABALA, S. Nichilismo e religione. Roma: Valter Casini Editore ,2005. ______; PATERLINI, P. Non essere Dio: un'autobiografia a quattro mani. Reggio Emilia: Aliberti Editore, 2006. ______; RORTY, R. O futuro da religião: solidariedade, caridade e ironia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006. ______; SEQUERI, P.; RUGGERI, G. Interrogazioni sul cristianesimo: cosa possiamo ancora attenderci dal Vangelo? Edizioni Lavoro/ Editrice Esperienze, 2000.
Tema de pesquisa no grupo "Fé e Contemporaneidade": 2010/2011
Edward Neves M. B. Guimarães
Tema central: REPENSAR A ÉTICA JESUÂNICA NO E PARA CONTEXTO ATUAL
Objetivo: Entre os desafios da reflexão teológica cristã destaca-se a tarefa
irrenunciável de interpretar, resignificar e atualizar a experiência fontal.
Historicamente o Cristianismo, inúmeras vezes, assumiu uma configuração
dogmática fixista, com pretensão do monopólio da plenitude da verdade. Esta
pretensão impediu o cultivo do diálogo aprendiz com as outras tradições
religiosas e com as ciências.
Por não ter dado a devida atenção às transformações culturais, não percebeu a
tentação da fossilização histórica, nem a necessidade de repensar suas
tradições.
Nossa tese é a de que há uma distância perigosa entre o que conhecemos como
moral cristã e a ética de Jesus de Nazaré. Em outras palavras, nossa suspeita é
a de que a moral cristã, por não ter mantido a memória de Jesus ou, o que é
pior, por não ter clareza dos eixos estruturantes da ética jesuânica, não
conseguiu, historicamente, manter viva a experiência que sustentou o vigor
profético e a fidelidade de Jesus até as últimas conseqüências.
Nosso objetivo é extrair dos textos fontais os princípios éticos dos
ensinamentos e da práxis libertadora de Jesus e procurar interpretá-los no
horizonte da cultura atual. Meu público alvo são os universitários e os membros
das diversas pastorais, de modo especial os catequistas. Meu intuito é
contribuir na superação das posturas moralistas infantilizantes apresentando
como antídoto a ética jesuânica em linguagem atual.
Duas perguntas estruturantes:
• Os princípios éticos extraídos dos ensinamentos de Jesus de Nazaré e de seus
gestos proféticos, quando interpretados no horizonte da contemporaneidade,
provocam que tipo de reflexão ética na moral cristã e na vida da Igreja atual?
• Estes princípios da ética jesuânica anunciam que tipo de boa nova para o homem
situado no contexto atual?
Resposta insipiente:
• A novidade da experiência que Jesus faz de Deus e do ser humano
Deus não é uma espécie de tirano absoluto ou aquele que impõe,
determina ou estabelece a sua vontade, o que é a verdade, o que pode ou não, o
certo e o errado...
Deus não criou o ser humano para a subserviência passiva, mas um ser
capaz de reflexão e evolução, capaz de viver com autonomia e desenvolver
responsabilidade...
Deus é estradeiro conosco, parceiro que sustenta o dinamismo da vida
como uma história e história de liberdade enquanto conquista processual,
evolutiva... mas como algo que caminha para a meta: a plenitude da comunhão de
amor.
• Traz em seu bojo a exigência de uma nova atitude diante da vida, do outro e da
própria autocompreensão da religião
Portanto, uma moral que se pretenda cristã não pode apresentar-se como
acabada, tirânica, impositiva, a detentora da verdade divina eterna e imutável.
Pretendo apresentar os traços marcantes da ética jesuânica como fonte
para a moral que se pretenda cristã no contexto atual. Em forma de artigo, mas
com pretensão virar livro.
Outras perguntas suscitadas:
• Quais os princípios éticos presentes nos ensinamentos e na práxis libertadora
de Jesus de Nazaré?
• Como estes princípios éticos são interpretados e traduzidos na moral cristã e
na vida da Igreja?
• Uma interpretação destes princípios, no horizonte da cultura atual, traria
alguma novidade ou provocaria mudanças na autocompreensão da moral cristã e na
vida da Igreja?
• Há diferenças entre a ética jesuânica e a moral cristã?
• Qual a relevância desses princípios éticos para além dos limites da vida
eclesial, ou seja, para a vida do homem (estou pensando no jovem universitário,
muitas vezes avesso aos discursos eclesiais, nos professores do curso de
direito, da psicologia, comunicação social, administração, dentre outros) que
não assumiu propriamente o cristianismo como eixo norteador (princípio de
universalidade)?
• Que visão as pessoas hoje (cristão e não cristãos) têm da moral cristã: fonte
de sabedoria, libertadora, coerente, provocativa, defensora da dignidade da vida
ou autoritária, desumana, conservadora, fechada, intolerante, cega, contrária ao
progresso e à ciência?
Esquema provisório:
REPENSAR A ÉTICA JESUÂNICA NO E PARA CONTEXTO ATUAL
Começo de conversa
• Uma distinção cada vez mais importante: moral e ética
• O que estes conceitos têm a ver com o cristianismo
I – Da experiência de Jesus e com Jesus à tradição cristã
• Uma experiência desconcertante
• O anúncio de uma "Boa Nova"
• O necessário risco da institucionalização
• O perigo da "fossilização"
• O desafio de uma "Tradição Viva"
II – O desafio de aprender a pensar eticamente em contexto plural
• Evolução, autonomia, transformação tecnológica e inquietude contínua: uma
profunda mudança de paradigma
• O ser humano: ser histórico, em contínuo processo de evolução e conquista da
autonomia
• A tensão entre o tradicional e o moderno
• Outra tensão importante: moral constituinte e moral constituída
• O conflito da moral cristã no contexto do pluralismo moderno
• Uma outra perspectiva: a reflexão ética como fonte de iluminação
• Desafios da democracia:
- Construir pontes de diálogo, respeito e tolerância
- Construir um consenso ético mínimo
- Construir um mundo de justiça e paz entre os seres humanos
III – Releitura do núcleo da experiência de Jesus no horizonte da
contemporaneidade
• Em contexto de crise o necessário movimento de volta às fontes
• Em busca da resignificação da experiência cristã no contexto atual
• Princípios éticos suscitados pelos ensinamentos e prática libertadora de Jesus
• Da moral cristã estabelecida ao confronto criativo diante da memória perigosa
da ética jesuânica
A título de conclusão:
Balanço das contribuições da ética jesuânica aos desafios éticos do contexto
atual
Obs.: Nosso enfoque não visa estabelecer uma avaliação crítica da contribuição
dos teólogos moralistas: Bernard Häring, Marciano Vidal, Bernardino Leers, Leo
Pessini, Marcio Fabri, Antônio Moser, Nilo Agostini, José Roque Junges, dentre
tantos outros. Muito pelo contrário, nossa modesta pretensão é apresentar os
princípios éticos suscitados pela vida de Jesus, a partir de uma leitura
teológica dos textos fontais, tendo presente a reflexão teológica atual e as
especificidades do contexto atual.
Referências bibliográficas:
Além do confronto com as Escrituras, comentários bíblicos, textos do magistério
e dos teólogos moralistas citados acima, estão sendo pesquisados textos dos
seguintes autores:
ARDUINI, J., Estradeiro, para onde vai o homem?, São Paulo: Paulinas, 1977.
________ Antropologia. Ousar para reinventar a humanidade, São Paulo: Paulus,
2002.
________ Ética responsável e criativa, São Paulo: Paulus, 2007
BOFF, L., Jesus Cristo Libertador, Petrópolis: Vozes, 1972.
________ Ética e Moral. A busca dos fundamentos, Petrópolis: Vozes, 2003.
LIBANIO, J. B., Revelação a partir da modernidade, São Paulo: Loyola, 1992.
________ Eu creio, nós cremos, São Paulo: Loyola, 2000.
________ A religião no início do milêncio, São Paulo: Loyola, 2002.
________ Em busca de lucidez. O fiel da balança, São Paulo: Loyola, 2008
QUEIRUGA, A. T., Fim do Cristianismo pré-moderno, São Paulo: Paulus, 2003.
________ Do terror de Isaac ao Abbá de Jesus. Por uma nova imagem de Deus, São
Paulo: Paulinas, 2001.
________ Recuperar a Salvação. Por uma interpretação libertadora da experiência
cristã, São Paulo: 1999.
________ El problema de Dios en la modernidad, Estella (Navarra): Verbo Divino,
1998.
________ A revelação de Deus na realização humana, São Paulo: Paulus, 1995.
________ La democracia em la Iglesia, Madri: SM, 1995.
________ Creio em Deus Pai: O Deus de Jesus como afirmação plena do humano, São
Paulo: Paulinas, 1993.
SEGUNDO, J. L., O dogma que liberta. Fé, revelação e magistério dogmático, São
Paulo: Paulinas, 2000.
________ A história perdida e recuperada de Jesus de Nazaré. Dos Sinóticos a
Paulo,
São Paulo: Paulus, 1997.
________ Que mundo? Que homem? Que Deus? Aproximações entre Ciência, Filosofia
e Teologia. São Paulo: Paulinas, 1995.
Estou lendo também artigos diversos sobre ética e moral cristã...
faço as sugestões em cima do texto. abraços, Libanio
A TEOLOGIA DA ESPERANÇA EM MOLTMANN NO CONTEXTO DE CRISE DAS UTOPIAS
Pergunta fundamental:
Diante da crise das utopias e dos sinais de esperança que surgem, há elementos na teologia da esperança de J. MOLTMANN que podem inspirar novas perspectivas para os cristãos inseridos na militância?
A esperança cristã tem alimentado utopias ao longo da história. Em momento de crise das utopias e de esperança, que vivemos, o recurso à fonte da esperança cristã manifesta-se como caminho alvissareiro. E o faremos à luz da teologia da esperança de J. Moltmann.
Esquema provisório:
O que significa esta crise das utopias e quais são os sinais de esperança? (VER)
1.Fenomenologia da crise das utopias
a.Queda do socialismo
b.Hegemonia do capitalismo neoliberal: gera falta de sentido de vida.
c.Morte da política
d.Da modernidade a pós-modernidade: salientar os traços anti-utópicos
2.Sinais de Esperança
a.Fórum Social Mundial: outro mundo é possível
b.A crise do capitalismo: sentido profundo dessa crise
c.Novas tendências políticas na América Latina: leitura utópica da atual conjuntura política da América Latina com governos populares
d.Surgimento de novas experiências locais
Cristãos inseridos na militância sempre são motivados por utopias e esperanças. Como fazer a distinção entre ambas? (JULGAR)
3.Utopia e esperança
a.Definição
b.Diferenças
c.Relação
Que aspectos da Teologia da Esperança em Moltmann alimentam uma utopia popular?
4.Pistas de reflexão de alguns aspectos da teologia da Esperança em Moltmann
a.O pecado do desespero
b.Em todo o fim, sempre há um início
c.A esperança brotará quando se fizer justiça às vítimas
d.A atitude de quem ora, é a atitude da vigilância
e.Crer que “um outro mundo é possível” torna os cristãos para sempre capazes de futuro
f.O Reino não é apenas uma questão de Deus, mas é também uma questão nossa
g.Esperança pessoal, esperança histórica e esperança cósmica.
Bibliografia Básica:
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança: estudos sobre os fundamentos e as consequências de uma escatologia cristã. Tradução Helmuth Alfredo Simon. 3 ed. São Paulo: Editora teológica: Edições Loyola, 2005.
_________________. No fim, o início: breve tratado sobre a esperança. Tradução Irineu J. Rabuske. São Paulo: Loyola, 2007.
_________________. A vinda de Deus: escatologia cristã. Tradução Nélio Shneider. Editora Unisinos. São Leopoldo, RS, 2003. (Coleção Theologia Pública, 3).
_________________. Vida Esperança e Justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008.
Bibliografia secundária:
ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
BENTO XVI. Spe Salvi: sobre a esperança cristã. São Paulo: Paulinas, 2007. 82 pg.
BLOCH, Ernst. O princípio da esperança. Tradução Nélio Schneider. Rio de Janeiro: Ed. UERJ: Contraponto, 2005, 2006. Vol I, II, III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Tradução de Aulyde Soares Rodrigues. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HOBSBAWM, Eric. Adeus tudo aquilo. In: BLACKBURN, R. (Org.). Depois da queda. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992, p. 103.
LIBÂNIO, João Batista. Utopia e esperança cristã. São Paulo: Loyola, 1989. (Coleção Fé e Realidade, 26).
MARCUSE, Hebert. O fim da utopia. Tradução Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. (Série Rumos da Cultura Moderna, 31).
RUIZ DE LA PEÑA, Juan Luis. De la utopia a la escatologia. In: INSTITUTO SUPERIOR DE PASTORAL. Utopías y esperanza Cristiana. Navarra: Editorial Verbo Divino, 1997. Pp 99-126.
SCHWENDLER, Sônia Fátima. Ação cultural para a liberdade: um encontro com a pedagogia da indignação. In: SOUZA, Ana Inês (org). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
WHITAKER, Chico. O desafio do Fórum Social Mundial: um modo de ver. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; São Paulo: Loyola, 2005. 258p.
Saudações a todos!!!
A partir das reações ao esquema anterior, no tangente ao referencial para
nortear e demarcar a concepção de cristianismo / fé cristã / religiosidade...,
envio abaixo possíveis caminhos.
Aguardo reação do grupo!
1- Considerar "cristianismo" a partir do livro "A essência do cristianismo" de
B. Forte.
2- Considerar "Cristianismo" a partir de Mardones: "Postmodernidad y
cristianismo: el desafio del fragmento". Conceituaria o cristianismo a partir da
ocular de Mardones. Desafio: Depreender tal conceituação esparsa no texto.
Vantagem: Mardones dialoga muito com Vattimo. Cita-o td o tempo...
3- Considerar não necessariamente o cristianismo, mas "40 anos da TdL: entre
niilismo e secularização". Tomaria como referência o texto de G. Gutiérrez,
Libanio e talvez a tese do C. Boff...
4- Estou aberto a sugestões.
Abraços,
Omar!
Envio-lhes em anexo algumas ideias que me vieram para minha atividade de pesquisa no próximo ano. Eu não me lembrava mais se todos deveríamos apresentar algo (nossa proposta de pesquisa) ou se alguns apenas tínhamos nos comprometido a fazê-lo. É que os últimos meses foram tão corridos que não ficou na memória o que era para fazermos. Caso eu tenha me equivocado e somente alguns tínhamos que apresentar a proposta e os demais reagirem, então peço desculpas. Geraldo.
Prof. Geraldo De Mori - Diretor do Dep. de Teologia da FAJE
Olá, Omar! Acho o tema bem interessante e, para mim, uma oportunidade para conhecer as reflexões de Vattimo. Faço apenas três observações, espero que contribuam com algo. 1) Considerar/conceituar "cristianismo" a partir do próprio Vattimo. Se o autor não apresentar uma conceituação evidente será preciso construí-la. 2) Dialogar/comparar a conceituação de "cristianismo" de Vattimo e de Mardones. Será que partem do mesmo conceito? Em que diferem? Em que se aproximam? Em que se complementam? Já que Mardones discute diretemente com Vattimo o diálogo/comparação entre eles seria facilitado e ajudaria a circunscrever a pesquisa. 3) Talvez fosse interessante abordar após a análise das reflexões de Vattimo a seguinte questão: será que as considerações de Vattimo sobre niilismo e secularização fazem sentido no contexto brasileiro e
latino-americano? Se sim, em que medida? Coloco essa interrogação como uma provocação para pensarmos juntos. Pessoalmente tenho tido dificuldade em aceitar algumas colocações sobre a relação entre religião, secularização e niilismo. Os debates europeus a esse respeito - pelo pouco que conheço - me parecem limitados. Não sei até que ponto podemos, em nosso contexto, adotar a ideia de uma secularização. Às vezes penso que aqui a secularização precisa ser entendida num processo mais complexo (no sentido de Edgar Morin) envolvendo também uma espécie de proliferação de deuses ou mistificações. Estou apenas pensando alto, vê se isso faz algum sentido. No mais, boa pesquisa. Até...
Rodrigo
--- Em seg, 29/11/10, Omar Lucas <omarperrout@...> escreveu:
De: Omar Lucas
<omarperrout@...> Assunto: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Pedido de sugestões!!! Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010, 19:05
Saudações a todos!!!
A partir das reações ao esquema anterior, no tangente ao referencial para nortear e demarcar a concepção de cristianismo / fé cristã / religiosidade..., envio abaixo possíveis caminhos.
Aguardo reação do grupo!
1- Considerar "cristianismo" a partir do livro "A essência do cristianismo" de B. Forte.
2- Considerar "Cristianismo" a partir de Mardones: "Postmodernidad y
cristianismo: el desafio del fragmento". Conceituaria o cristianismo a partir da ocular de Mardones. Desafio: Depreender tal conceituação esparsa no texto. Vantagem: Mardones dialoga muito com Vattimo. Cita-o td o tempo...
3- Considerar não necessariamente o cristianismo, mas "40 anos da TdL: entre niilismo e secularização". Tomaria como referência o texto de G. Gutiérrez, Libanio e talvez a tese do C. Boff...
4- Estou aberto a sugestões.
Olá, Daniel! A única observação é uma indicação bibliográfica: "Fórum Social Mundial: manual de uso" (Boaventura de Sousa Santos), disponível em www.ces.uc.pt/bss/documentos/fsm.pdf. Neste texto Boaventura faz uma análise do FSM, das suas possibilidade e limites e tece algumas distinções entre o FSM e o que foi a perspectiva socialista no século XX. Pode trazer elementos para pensar os sinais de utopia e esperança principalmente na abordagem que o autor faz da sociologia da ausência e da sociologia da emergência. Até...
Rodrigo
--- Em seg, 29/11/10, JB. Libanio <jblibanio@...> escreveu:
De: JB. Libanio <jblibanio@...> Assunto: Fw: [FE_CONTEMPORANEIDADE]
Esquema provisório do Higino Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010, 7:40
faço as sugestões em cima do texto. abraços, Libanio
A TEOLOGIA DA ESPERANÇA EM MOLTMANN NO CONTEXTO DE CRISE DAS UTOPIAS
Pergunta fundamental:
Diante da crise das utopias e dos sinais de esperança que surgem, há elementos na teologia da esperança de J. MOLTMANN que podem inspirar novas perspectivas para os cristãos inseridos na militância?
A esperança cristã tem alimentado utopias ao longo da história. Em momento de crise das utopias e de esperança, que vivemos, o recurso à fonte da esperança cristã manifesta-se como caminho alvissareiro. E o faremos à luz da teologia da esperança de J. Moltmann.
Esquema provisório:
O que significa esta crise das utopias e quais são os sinais de esperança? (VER)
1.Fenomenologia da crise das utopias
a.Queda do socialismo
b.Hegemonia do capitalismo neoliberal: gera falta de sentido de vida.
c.Morte da política
d.Da modernidade a pós-modernidade: salientar os traços anti-utópicos
2.Sinais de Esperança
a.Fórum Social Mundial: outro mundo é possível
b.A crise do capitalismo: sentido profundo dessa crise
c.Novas tendências políticas na América Latina: leitura utópica da atual conjuntura política da América Latina com governos populares
d.Surgimento de novas experiências locais
Cristãos inseridos na militância sempre são motivados por utopias e esperanças. Como fazer a distinção entre ambas? (JULGAR)
3.Utopia e esperança
a.Definição
b.Diferenças
c.Relação
Que aspectos da Teologia da Esperança em Moltmann alimentam uma utopia popular?
4.Pistas de reflexão de alguns aspectos da teologia da Esperança em Moltmann
a.O pecado do desespero
b.Em todo o fim, sempre há um início
c.A esperança brotará quando se fizer justiça às vítimas
d.A atitude de quem ora, é a atitude da vigilância
e.Crer que “um outro mundo é possível†torna os cristãos para sempre capazes de futuro
f.O Reino não é apenas uma questão de Deus, mas é também uma questão nossa
g.Esperança pessoal, esperança histórica e esperança cósmica.
Bibliografia Básica:
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança: estudos sobre os fundamentos e as consequências de uma escatologia cristã. Tradução Helmuth Alfredo Simon. 3 ed. São Paulo: Editora teológica: Edições Loyola, 2005.
_________________. No fim, o início: breve tratado sobre a esperança. Tradução Irineu J. Rabuske. São Paulo: Loyola, 2007.
_________________. A vinda de Deus: escatologia cristã. Tradução Nélio Shneider. Editora Unisinos. São Leopoldo, RS, 2003. (Coleção Theologia Pública, 3).
_________________. Vida Esperança e Justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008.
Bibliografia secundária:
ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
BENTO XVI. Spe Salvi: sobre a esperança cristã. São Paulo: Paulinas, 2007. 82 pg.
BLOCH, Ernst. O princípio da esperança. Tradução Nélio Schneider. Rio de Janeiro: Ed. UERJ: Contraponto, 2005, 2006. Vol I, II, III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Tradução de Aulyde Soares Rodrigues. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HOBSBAWM, Eric. Adeus tudo aquilo. In: BLACKBURN, R. (Org.). Depois da queda. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992, p. 103.
LIBÂNIO, João Batista. Utopia e esperança cristã. São Paulo: Loyola, 1989. (Coleção Fé e Realidade, 26).
MARCUSE, Hebert. O fim da utopia. Tradução Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. (Série Rumos da Cultura Moderna, 31).
RUIZ DE LA PEÑA, Juan Luis. De la utopia a la escatologia. In: INSTITUTO SUPERIOR DE PASTORAL. Utopías y esperanza Cristiana. Navarra: Editorial Verbo Divino, 1997. Pp 99-126.
SCHWENDLER, Sônia Fátima. Ação cultural para a liberdade: um encontro com a pedagogia da indignação. In: SOUZA, Ana Inês (org). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
WHITAKER, Chico. O desafio do Fórum Social Mundial: um modo de ver. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; São Paulo: Loyola, 2005. 258p.
Olá, Daniel! A única observação é uma indicação bibliográfica: "Fórum Social Mundial: manual de uso" (Boaventura de Sousa Santos), disponível em www.ces.uc.pt/bss/documentos/fsm.pdf. Neste texto Boaventura faz uma análise do FSM, das suas possibilidade e limites e tece algumas distinções entre o FSM e o que foi a perspectiva socialista no século XX. Pode trazer elementos para pensar os sinais de utopia e esperança principalmente na abordagem que o autor faz da sociologia da ausência e da sociologia da emergência. Até...
Rodrigo
--- Em seg, 29/11/10, JB. Libanio <jblibanio@...> escreveu:
De: JB. Libanio <jblibanio@...> Assunto: Fw: [FE_CONTEMPORANEIDADE] Esquema provisório do Higino
Para: FE_CONTEMPORANEIDADE@... Data: Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010, 7:40
faço as sugestões em cima do texto. abraços, Libanio
A TEOLOGIA DA ESPERANÇA EM MOLTMANN NO CONTEXTO DE CRISE DAS UTOPIAS
Pergunta fundamental:
Diante da crise das utopias e dos sinais de esperança que surgem, há elementos na teologia da esperança de J. MOLTMANN que podem inspirar novas perspectivas para os cristãos inseridos na militância?
A esperança cristã tem alimentado utopias ao longo da história. Em momento de crise das utopias e de esperança, que vivemos, o recurso à fonte da esperança cristã manifesta-se como caminho alvissareiro. E o faremos à luz da teologia da esperança de J. Moltmann.
Esquema provisório:
O que significa esta crise das utopias e quais são os sinais de esperança? (VER)
1.Fenomenologia da crise das utopias
a.Queda do socialismo
b.Hegemonia do capitalismo neoliberal: gera falta de sentido de vida.
c.Morte da política
d.Da modernidade a pós-modernidade: salientar os traços anti-utópicos
2.Sinais de Esperança
a.Fórum Social Mundial: outro mundo é possível
b.A crise do capitalismo: sentido profundo dessa crise
c.Novas tendências políticas na América Latina: leitura utópica da atual conjuntura política da América Latina com governos populares
d.Surgimento de novas experiências locais
Cristãos inseridos na militância sempre são motivados por utopias e esperanças. Como fazer a distinção entre ambas? (JULGAR)
3.Utopia e esperança
a.Definição
b.Diferenças
c.Relação
Que aspectos da Teologia da Esperança em Moltmann alimentam uma utopia popular?
4.Pistas de reflexão de alguns aspectos da teologia da Esperança em Moltmann
a.O pecado do desespero
b.Em todo o fim, sempre há um início
c.A esperança brotará quando se fizer justiça às vítimas
d.A atitude de quem ora, é a atitude da vigilância
e.Crer que “um outro mundo é possível” torna os cristãos para sempre capazes de futuro
f.O Reino não é apenas uma questão de Deus, mas é também uma questão nossa
g.Esperança pessoal, esperança histórica e esperança cósmica.
Bibliografia Básica:
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança: estudos sobre os fundamentos e as consequências de uma escatologia cristã. Tradução Helmuth Alfredo Simon. 3 ed. São Paulo: Editora teológica: Edições Loyola, 2005.
_________________. No fim, o início: breve tratado sobre a esperança. Tradução Irineu J. Rabuske. São Paulo: Loyola, 2007.
_________________. A vinda de Deus: escatologia cristã. Tradução Nélio Shneider. Editora Unisinos. São Leopoldo, RS, 2003. (Coleção Theologia Pública, 3).
_________________. Vida Esperança e Justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008.
Bibliografia secundária:
ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
BENTO XVI. Spe Salvi: sobre a esperança cristã. São Paulo: Paulinas, 2007. 82 pg.
BLOCH, Ernst. O princípio da esperança. Tradução Nélio Schneider. Rio de Janeiro: Ed. UERJ: Contraponto, 2005, 2006. Vol I, II, III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1992.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Tradução de Aulyde Soares Rodrigues. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HOBSBAWM, Eric. Adeus tudo aquilo. In: BLACKBURN, R. (Org.). Depois da queda. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992, p. 103.
LIBÂNIO, João Batista. Utopia e esperança cristã. São Paulo: Loyola, 1989. (Coleção Fé e Realidade, 26).
MARCUSE, Hebert. O fim da utopia. Tradução Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969. (Série Rumos da Cultura Moderna, 31).
RUIZ DE LA PEÑA, Juan Luis. De la utopia a la escatologia. In: INSTITUTO SUPERIOR DE PASTORAL. Utopías y esperanza Cristiana. Navarra: Editorial Verbo Divino, 1997. Pp 99-126.
SCHWENDLER, Sônia Fátima. Ação cultural para a liberdade: um encontro com a pedagogia da indignação. In: SOUZA, Ana Inês (org). Paulo Freire: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
WHITAKER, Chico. O desafio do Fórum Social Mundial: um modo de ver. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; São Paulo: Loyola, 2005. 258p.
Após intensa atividade pastoral nesse fim de semana, amanheci a segunda-feira debilitado, houve necessidade de internação.
Já alguns meses estou com anemia hemolítica causada pela insuficiência mitral e imobilidade do folheto externo da valva.
Apesar das recomendações médicas de diminuir as atividades, os desafios da missão não me deixam passivos. Infelizmente preciso nesse momento atender as reivindicações dos médicos para me recuperar. Comunico ainda que diante do quadro clínico haverá necessidade de nova cirurgia cardíaca.
Por tais motivos, não poderei participar da reunião do grupo de pesquisa hoje a tarde e comunico ao Libanio o cancelamento da nossa conversa protelando para outra oportunidade.
Aproveito para deixar algumas sugestões para o esquema a ser discutido hoje:
1) Na linguagem neotradicional pós-moderna: as obras de BAKER, Mark, Jesus, o maior psicólogo que já existiu e Como Deus cura a dor apresenta características desses elementos sublinados no esquema, talvez valesse a pena consultar. A primeira obra citada teve grande número de leitores no mundo.
2) Na linguagem neopentecostal: apresento sugestões bibliográficas, ao meu ver, muito importantes para o desenvolvimento do tema:
CAMPOS, Leonildo Silveira. Teatro, templo e mercado: organização e marketing de um empreendimento neopentecostal. Petrópolis, São Paulo: Vozes, Simpósio, Umesp, 2007.
ORO, Pedro A. Igreja Universal do Reino de Deus: os novos conquistadores da fé. Paulinas, 2003.
SCHIAVO, Luis e SILVA, Valmor da. Jesus, milagreiro e exorcista. São Paulo: Paulinas, 2000 (Coleção estudos bíblicos).
Desejo a todos boa reunião.
De coração machucado (literalmente) lamento não estar com vocês à tarde,
Grupo de pesquisa "Fé e Contemporaneidade"
Belo Horizonte, 30 de novembro de 2010
1. Tivemos a reunião ordinária hoje, dia 30 de novembro – 3ª feira – na FAJE, às
14h.
2. Presentes: Alfredo, Carlos, Edward, Geraldo, Geová, Libanio, Miracy, Omar,
Roberlei e Rodrigo.
3. Nesta reunião, Libanio e Carlos apresentaram o esquema "DA LINGUAGEM
TRADICIONAL ATÉ A NEOPENTESCOSTAL", primeiro passo do esquema maior "LINGUAGENS
SOBRE JESUS". Os presentes ofereceram-lhes sugestões.
4. Edward também apresentou o esquema entitulado: "REPENSAR A ÉTICA JESUÂNICA NO
E PARA O CONTEXTO ATUAL". Igualmente, os presentes contribuíram com sugestões.
5. O grupo ainda continua seu processo de constituição:
- Lucho Herrera, que aceitou o convite de participar do grupo, recentemente
comunicou que devido aos estudos de doutorado não poderá mais participar.
Agradeceu ao grupo pelo convite.
- Áureo não respondeu ao convite feito.
- Portanto, além dos presentes na reunião de hoje fazem parte do grupo: Daniel e
Áurea.
6. A próxima reunião está marcada para o dia 22/03/2011, às 14h, na FAJE. Nela,
Omar nos apresentará o seu trabalho.
Com votos de um bom final de ano e um feliz ano, fraternalmente,
Alfredo
Faltam quatro dias para o censo 2010 do Grupos de Pesquisa credenciados junto ao CNPq. Sugiro que todos, na medida do possível, atualizem seus dados no Lattes, pois esse censo deverá não só buscar dados sobre quantos grupos existem, mas quanto tem “produzido” (perdoem-me a linguagem capesiana). Peço-lhes, portanto, que atualizem nos próximos dias seus dados (só restam quatro dias). Grato. Geraldo.
Prof. Geraldo De Mori - Diretor do Dep. de Teologia da FAJE