Ir direto para busca.
ALT_HEP_C · Reunir pessoas interessadas em discutir

Informações sobre o grupo

  • Associados: 44
  • Criado em: Dec 10, 1999
  • Idioma: Português
? Você já é um associado? Entre no Yahoo!

Dicas

Você sabia...
Você pode ordenar suas mensagens por data? Basta clicar no link da coluna data. Suas preferências serão lembradas para que você não precise fazer isso novamente sempre que retornar.

Mensagens

  Ajuda
Avançado
mensagens 1460 - 1489 de 2415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 1460 - 1489 de 2415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens: Exibir resumo de mensagens Classificar por data ^  
#1460 De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 5 de Nov de 2001 12:30 am
Assunto: Re: BAM-205
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezado Ricardo,

Mais uma terapia que está tentando entrar no
mercado pelas vias oficiais. Os laboratórios
menores sempre tentam entrar no mercado
por países como Rússia e/ou China onde o pedágio,
isto é, o dinheiro para comprar os burocratas do
govêrno é menor e onde os mega laboratórios ainda
não estabeleceram o mercado como apenas deles.
O Brasil tambem é país do terceiro mundo mas aqui
o José Serra quer ser presidente e para tanto precisa de
dinheiro e portanto não pode desagradar a seus patrões,
isto é, os grandes laboratórios.
Não vejo como uma mesma terapia possa ter sucesso na Hepatite B e C
visto que um virus não guarda nenhuma semelhança com o outro a não ser
o fato de destruirem os hepatócitos. O alcool tambem destroi hepatócitos
e nem por isso é virus. Aflatoxina, cogumelo Amanita, Tylenol, etc....
todos tem o poder de destruir hepatócitos e nem porisso pertencem a
mesma categoria. Eu já tive a oportunidade de dizer que Hep C é um rótulo
muito pobre para uma sindrome tão complexa.
Se a terapia fosse eficiente contra febre amarela e HCV eu poderia dar algum
crédito pois ambos os virus são assemelhados.
A propósito : Alguem já conseguiu demonstrar que , de fato, o HCV é o
causador
da Heptaite C Crônica ?
O virus já foi isolado ?
Já se conseguiu demonstrar realmente uma relação de causa e efeito entre
HCV e Hep C ?
Existem pacientes que tomam IFN , ficam "negativos" e depois de 6 anos
apareçem com cirrose. Outros já com cancer de fígado.
O modêlo da doença que considera o HCV como agente causal da Hep C
é excelente para vender kits de detecção e quantificação de de uma proteina
que é atribuida ao RNA de um suposto virus HCV que nunca foi isolado e
para vender IFN para tratar a suposta doença causada por um suposto virus
que alem de nunca ter sido isolado nunca pode ser cultivado em laboratório.
Da mesma forma que existe muitas pessoas com AIDS sem serem portadoras
tambem do suposto virus HIV deve existir pessoas sofrendo da sindrome
conhecida com Hep C crônica sem serem positivas para a proteína atribuida
ao RNA de um virus virtual chamado de HCV.
Ou seja : mais uma terapia que considera o HCV como agente causal da
Hep C e que tenta um lugar ao sol começando por mercados menos controlados
pelos mega laboratórios farmacêuticos.

Jose Luiz



-----Mensagem Original-----
De: Ricardo Petraglia <petra@...>
Para: <ALT_HEP_C@...>
Enviada em: Quarta-feira, 31 de Outubro de 2001 15:22
Assunto: Re: [ALT_HEP_C] BAM-205


> O que é isso, alguem poderia comentar, por favor?
> thanks
> dick
>
> szozu@... wrote:
>
> > Novelos and HealthCare Asia Pharmaceuticals Sign Development and
> > Commercialization Agreement for China
> >
> >
> > Russian-Approved Hepatitis Drug to Be Clinically Developed in China
> >
> > NEWTON, Mass., Oct. 24 /PRNewswire/ -- Novelos Therapeutics, Inc.,
> > today announced it entered into a collaboration with HealthCare Asia
> > Pharmaceuticals Inc. (Hong Kong, China) whereby HealthCare Asia will
> > develop and commercialize BAM-205 for Hepatitis B and C in China.
> > BAM-205 was approved for use in treating acute and chronic hepatitis
> > by the Russian Federation in July 2001 and is the second Novelos drug
> > to be approved for use in Russia.
> >
> > Under the arrangement, HealthCare Asia will commence clinical trials
> > of the drug using the testing guidelines developed for the Russian
> > clinical process. Pending approval by China's State Drug
> > Administration (SDA), the drug will then be commercialized
> > exclusively by HealthCare Asia in China, Hong  Kong and Taiwan.
> >
> > "We are very pleased to be working with a company of HealthCare Asia's
> > stature and experience in Chinese markets, and I am confident the
> > collaboration with HealthCare Asia will lead to swift
> > commercialization of BAM-205 in China, where the hepatitis epidemic
> > is of grave proportions," said Harry S. Palmin, President of
> > Novelos.  "As Novelos aims to bring novel therapies to market, we
> > will continue to establish similar partnerships with leading
> > pharmaceutical companies that will advance our products further
> > into clinical development.  This strategy also holds true for BAM-
> > 205, as Novelos progresses the drug into hepatitis and HIV clinical
> > studies in North America, Europe and Japan."
> >
> > "Hepatitis is a national health and social concern in China," said
> > Benjamin Lam, General Manager of HealthCare Asia Ltd., the parent of
> > HealthCare Asia Pharmaceuticals Inc.  "Every year there are tens of
> > thousands of deaths in Greater China due to Hepatitis related
> > diseases.  Therefore, there is an urgent need for new products to
> > help the millions of infected individuals return to normal,
> > productive lives.  As we believe BAM-205 is the most effective agent
> > on the market, HealthCare Asia is excited to enter into a long term
> > relationship with Novelos to market BAM-205 in the Greater China
> > region and to assist in China's national campaign to eradicate the
> > disease."
> >
> > BAM-205 is a proprietary form of a peptide that is found in all cells
> > of the human body.  This peptide naturally exists in cells in two
> > forms, oxidized and reduced.  BAM-205 stabilizes the peptide in its
> > oxidized form, which is required for therapeutic action.  Novelos'
> > technology permits commercial scale production of BAM-205.
> >
> > In the Russian Federation, BAM-205 is indicated for acute and chronic
> > hepatitis (B & C), potentially fatal diseases of the liver for which
> > there are few therapies available.  According to the Hepatitis B
> > Foundation, hepatitis B affects 400 million people worldwide, with
> > China accounting for 150 million cases alone, while hepatitis C
> > affects 170 million people worldwide, with China accounting for 50
> > million cases alone.  Clinical studies in more than 250 Russian
> > hepatitis patients have demonstrated BAM-205 safe and efficacious.
> > Overall, more than 700 Russian hepatitis patients have been
> > successfully treated with BAM-205.  Commercialization of BAM-205 is
> > already underway in Russia.  Novelos is also launching an HIV
> > clinical development program in the United States for BAM-205.
> >
> > The first drug from Novelos' technology platform, BAM-002, was
> > approved for use in Russia in September 1998 for the treatment of
> > cancer and tuberculosis. Clinical studies in thousands of Russian
> > cancer and tuberculosis patients have demonstrated that BAM-002 is
> > safe and efficacious.  Data from the cancer trials have been
> > sufficiently compelling that the United States Food and Drug
> > Administration has accepted them as part of the Investigational New
> > Drug (IND) application that Novelos has filed for BAM-002.  A Phase
> > I/II clinical study of BAM-002 for non-small cell lung cancer (NSCLC)
> > has been initiated in the United States and is expected to conclude
> > in 2002.  Interim data analyses are currently being performed.
> > Novelos continues to actively recruit patients for this NSCLC study
> > in clinical centers throughout the US.
> >
> > About Novelos
> >
> > Novelos Therapeutics, Inc., a privately held company, was founded in
> > 1996 to commercialize a novel drug development platform technology
> > developed by BAM Ltd., a Russian biotechnology company.  Novelos has
> > obtained all of BAM Ltd.'s intellectual property and marketing rights
> > to this platform worldwide (excluding Russia and the CIS countries)
> > and has secured rights to future drugs and technologies that will be
> > developed by BAM Ltd.  Novelos focuses on therapeutics that modify
> > cellular metabolism in a selective manner, impacting cellular
> > proliferation, differentiation and function.  The company is
> > developing therapeutics for the treatment of cancer, tuberculosis,
> > hepatitis and cirrhosis, multiple sclerosis and other neurological
> > conditions, diabetes, as well as hemodepressions and
> > immunodeficiencies of various origins. More information on Novelos
> > Therapeutics, Inc. can be found at:
> > http://www.novelos.com .
> >
> > About Healthcare Asia Pharmaceuticals
> >
> > HealthCare Asia Ltd, part of the privately held Morningside group of
> > companies since 1986, is an integrated health care service and
> > product delivery enterprise whose vertical and horizontal-marketing
> > channels operate with considerable success in major cities in Asia.
> > HealthCare Asia focuses on advanced instruments and products in the
> > sectors of biotechnology and pharmaceuticals, diagnostic instruments
> > and reagents, laboratory automation, robotics, OMC technology and
> > radiology and ultrasound.  Through offices in Hong Kong, Beijing and
> > Shanghai, HealthCare Asia has created alliances with local strategic
> > partners and has cultivated relationships with peer groups and
> > opinion leaders.  With its established marketing and distribution
> > channels, HealthCare Asia brings products and services to the market
> > by performing a number of the key functions including the provisions
> > of marketing information, product promotion, trade negotiation and
> > goods delivery.
> >
> > Contacts:
> >
> > Novelos Therapeutics, Inc.
> >
> > Harry S. Palmin
> >
> > President
> >
> > (617) 244-1616 x11
> >
> > hpalmin@...
> >
> > HealthCare Asia Ltd.
> >
> > Benjamin Lam
> >
> > General Manager
> >
> > Beijing: (86-10) 6410-7172
> >
> > bklam@...
> >
> > Noonan/Russo Communications, Inc
> >
> > Matthew Scampoli (media)
> >
> > (212) 696-4455 x243
> >
> > Community email addresses:
> >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> >
> > Shortcut URL to this page:
> >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> >
> > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1461 De: Ricardo Petraglia <petra@...>
Data: Seg, 5 de Nov de 2001 11:16 am
Assunto: Re: BAM-205
petra@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Então é mais uma enganação...
dick

"Jose Luiz M. Garcia" wrote:

> Prezado Ricardo,
>
> Mais uma terapia que está tentando entrar no
> mercado pelas vias oficiais. Os laboratórios
> menores sempre tentam entrar no mercado
> por países como Rússia e/ou China onde o pedágio,
> isto é, o dinheiro para comprar os burocratas do
> govêrno é menor e onde os mega laboratórios ainda
> não estabeleceram o mercado como apenas deles.
> O Brasil tambem é país do terceiro mundo mas aqui
> o José Serra quer ser presidente e para tanto precisa de
> dinheiro e portanto não pode desagradar a seus patrões,
> isto é, os grandes laboratórios.
> Não vejo como uma mesma terapia possa ter sucesso na Hepatite B e C
> visto que um virus não guarda nenhuma semelhança com o outro a não ser
> o fato de destruirem os hepatócitos. O alcool tambem destroi hepatócitos
> e nem por isso é virus. Aflatoxina, cogumelo Amanita, Tylenol, etc....
> todos tem o poder de destruir hepatócitos e nem porisso pertencem a
> mesma categoria. Eu já tive a oportunidade de dizer que Hep C é um rótulo
> muito pobre para uma sindrome tão complexa.
> Se a terapia fosse eficiente contra febre amarela e HCV eu poderia dar algum
> crédito pois ambos os virus são assemelhados.
> A propósito : Alguem já conseguiu demonstrar que , de fato, o HCV é o
> causador
> da Heptaite C Crônica ?
> O virus já foi isolado ?
> Já se conseguiu demonstrar realmente uma relação de causa e efeito entre
> HCV e Hep C ?
> Existem pacientes que tomam IFN , ficam "negativos" e depois de 6 anos
> apareçem com cirrose. Outros já com cancer de fígado.
> O modêlo da doença que considera o HCV como agente causal da Hep C
> é excelente para vender kits de detecção e quantificação de de uma proteina
> que é atribuida ao RNA de um suposto virus HCV que nunca foi isolado e
> para vender IFN para tratar a suposta doença causada por um suposto virus
> que alem de nunca ter sido isolado nunca pode ser cultivado em laboratório.
> Da mesma forma que existe muitas pessoas com AIDS sem serem portadoras
> tambem do suposto virus HIV deve existir pessoas sofrendo da sindrome
> conhecida com Hep C crônica sem serem positivas para a proteína atribuida
> ao RNA de um virus virtual chamado de HCV.
> Ou seja : mais uma terapia que considera o HCV como agente causal da
> Hep C e que tenta um lugar ao sol começando por mercados menos controlados
> pelos mega laboratórios farmacêuticos.
>
> Jose Luiz
>
> -----Mensagem Original-----
> De: Ricardo Petraglia <petra@...>
> Para: <ALT_HEP_C@...>
> Enviada em: Quarta-feira, 31 de Outubro de 2001 15:22
> Assunto: Re: [ALT_HEP_C] BAM-205
>
> > O que é isso, alguem poderia comentar, por favor?
> > thanks
> > dick
> >
> > szozu@... wrote:
> >
> > > Novelos and HealthCare Asia Pharmaceuticals Sign Development and
> > > Commercialization Agreement for China
> > >
> > >
> > > Russian-Approved Hepatitis Drug to Be Clinically Developed in China
> > >
> > > NEWTON, Mass., Oct. 24 /PRNewswire/ -- Novelos Therapeutics, Inc.,
> > > today announced it entered into a collaboration with HealthCare Asia
> > > Pharmaceuticals Inc. (Hong Kong, China) whereby HealthCare Asia will
> > > develop and commercialize BAM-205 for Hepatitis B and C in China.
> > > BAM-205 was approved for use in treating acute and chronic hepatitis
> > > by the Russian Federation in July 2001 and is the second Novelos drug
> > > to be approved for use in Russia.
> > >
> > > Under the arrangement, HealthCare Asia will commence clinical trials
> > > of the drug using the testing guidelines developed for the Russian
> > > clinical process. Pending approval by China's State Drug
> > > Administration (SDA), the drug will then be commercialized
> > > exclusively by HealthCare Asia in China, Hong  Kong and Taiwan.
> > >
> > > "We are very pleased to be working with a company of HealthCare Asia's
> > > stature and experience in Chinese markets, and I am confident the
> > > collaboration with HealthCare Asia will lead to swift
> > > commercialization of BAM-205 in China, where the hepatitis epidemic
> > > is of grave proportions," said Harry S. Palmin, President of
> > > Novelos.  "As Novelos aims to bring novel therapies to market, we
> > > will continue to establish similar partnerships with leading
> > > pharmaceutical companies that will advance our products further
> > > into clinical development.  This strategy also holds true for BAM-
> > > 205, as Novelos progresses the drug into hepatitis and HIV clinical
> > > studies in North America, Europe and Japan."
> > >
> > > "Hepatitis is a national health and social concern in China," said
> > > Benjamin Lam, General Manager of HealthCare Asia Ltd., the parent of
> > > HealthCare Asia Pharmaceuticals Inc.  "Every year there are tens of
> > > thousands of deaths in Greater China due to Hepatitis related
> > > diseases.  Therefore, there is an urgent need for new products to
> > > help the millions of infected individuals return to normal,
> > > productive lives.  As we believe BAM-205 is the most effective agent
> > > on the market, HealthCare Asia is excited to enter into a long term
> > > relationship with Novelos to market BAM-205 in the Greater China
> > > region and to assist in China's national campaign to eradicate the
> > > disease."
> > >
> > > BAM-205 is a proprietary form of a peptide that is found in all cells
> > > of the human body.  This peptide naturally exists in cells in two
> > > forms, oxidized and reduced.  BAM-205 stabilizes the peptide in its
> > > oxidized form, which is required for therapeutic action.  Novelos'
> > > technology permits commercial scale production of BAM-205.
> > >
> > > In the Russian Federation, BAM-205 is indicated for acute and chronic
> > > hepatitis (B & C), potentially fatal diseases of the liver for which
> > > there are few therapies available.  According to the Hepatitis B
> > > Foundation, hepatitis B affects 400 million people worldwide, with
> > > China accounting for 150 million cases alone, while hepatitis C
> > > affects 170 million people worldwide, with China accounting for 50
> > > million cases alone.  Clinical studies in more than 250 Russian
> > > hepatitis patients have demonstrated BAM-205 safe and efficacious.
> > > Overall, more than 700 Russian hepatitis patients have been
> > > successfully treated with BAM-205.  Commercialization of BAM-205 is
> > > already underway in Russia.  Novelos is also launching an HIV
> > > clinical development program in the United States for BAM-205.
> > >
> > > The first drug from Novelos' technology platform, BAM-002, was
> > > approved for use in Russia in September 1998 for the treatment of
> > > cancer and tuberculosis. Clinical studies in thousands of Russian
> > > cancer and tuberculosis patients have demonstrated that BAM-002 is
> > > safe and efficacious.  Data from the cancer trials have been
> > > sufficiently compelling that the United States Food and Drug
> > > Administration has accepted them as part of the Investigational New
> > > Drug (IND) application that Novelos has filed for BAM-002.  A Phase
> > > I/II clinical study of BAM-002 for non-small cell lung cancer (NSCLC)
> > > has been initiated in the United States and is expected to conclude
> > > in 2002.  Interim data analyses are currently being performed.
> > > Novelos continues to actively recruit patients for this NSCLC study
> > > in clinical centers throughout the US.
> > >
> > > About Novelos
> > >
> > > Novelos Therapeutics, Inc., a privately held company, was founded in
> > > 1996 to commercialize a novel drug development platform technology
> > > developed by BAM Ltd., a Russian biotechnology company.  Novelos has
> > > obtained all of BAM Ltd.'s intellectual property and marketing rights
> > > to this platform worldwide (excluding Russia and the CIS countries)
> > > and has secured rights to future drugs and technologies that will be
> > > developed by BAM Ltd.  Novelos focuses on therapeutics that modify
> > > cellular metabolism in a selective manner, impacting cellular
> > > proliferation, differentiation and function.  The company is
> > > developing therapeutics for the treatment of cancer, tuberculosis,
> > > hepatitis and cirrhosis, multiple sclerosis and other neurological
> > > conditions, diabetes, as well as hemodepressions and
> > > immunodeficiencies of various origins. More information on Novelos
> > > Therapeutics, Inc. can be found at:
> > > http://www.novelos.com .
> > >
> > > About Healthcare Asia Pharmaceuticals
> > >
> > > HealthCare Asia Ltd, part of the privately held Morningside group of
> > > companies since 1986, is an integrated health care service and
> > > product delivery enterprise whose vertical and horizontal-marketing
> > > channels operate with considerable success in major cities in Asia.
> > > HealthCare Asia focuses on advanced instruments and products in the
> > > sectors of biotechnology and pharmaceuticals, diagnostic instruments
> > > and reagents, laboratory automation, robotics, OMC technology and
> > > radiology and ultrasound.  Through offices in Hong Kong, Beijing and
> > > Shanghai, HealthCare Asia has created alliances with local strategic
> > > partners and has cultivated relationships with peer groups and
> > > opinion leaders.  With its established marketing and distribution
> > > channels, HealthCare Asia brings products and services to the market
> > > by performing a number of the key functions including the provisions
> > > of marketing information, product promotion, trade negotiation and
> > > goods delivery.
> > >
> > > Contacts:
> > >
> > > Novelos Therapeutics, Inc.
> > >
> > > Harry S. Palmin
> > >
> > > President
> > >
> > > (617) 244-1616 x11
> > >
> > > hpalmin@...
> > >
> > > HealthCare Asia Ltd.
> > >
> > > Benjamin Lam
> > >
> > > General Manager
> > >
> > > Beijing: (86-10) 6410-7172
> > >
> > > bklam@...
> > >
> > > Noonan/Russo Communications, Inc
> > >
> > > Matthew Scampoli (media)
> > >
> > > (212) 696-4455 x243
> > >
> > > Community email addresses:
> > >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> > >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> > >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> > >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> > >
> > > Shortcut URL to this page:
> > >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> > >
> > > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
> http://br.yahoo.com/info/utos.html
> >
> >
> >
> > Community email addresses:
> >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> >
> > Shortcut URL to this page:
> >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> >
> > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
> http://br.yahoo.com/info/utos.html
> >
> >
> >
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html

#1462 De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 5 de Nov de 2001 11:45 pm
Assunto: Suplementos para Hep C
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Interessante site sobre suplementos que
beneficiam pessoas com HCV

http://www.hepchandbook.com/hch/Foodsupplements.htm

Jose

#1463 De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 5 de Nov de 2001 11:50 pm
Assunto: Re: BAM-205
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Até prova em contrário.

Jose

> Então é mais uma enganação...
> dick
>
> "Jose Luiz M. Garcia" wrote:
>
> > Prezado Ricardo,
> >
> > Mais uma terapia que está tentando entrar no
> > mercado pelas vias oficiais. Os laboratórios
> > menores sempre tentam entrar no mercado
> > por países como Rússia e/ou China onde o pedágio,
> > isto é, o dinheiro para comprar os burocratas do
> > govêrno é menor e onde os mega laboratórios ainda
> > não estabeleceram o mercado como apenas deles.
> > O Brasil tambem é país do terceiro mundo mas aqui
> > o José Serra quer ser presidente e para tanto precisa de
> > dinheiro e portanto não pode desagradar a seus patrões,
> > isto é, os grandes laboratórios.
> > Não vejo como uma mesma terapia possa ter sucesso na Hepatite B e C
> > visto que um virus não guarda nenhuma semelhança com o outro a não ser
> > o fato de destruirem os hepatócitos. O alcool tambem destroi hepatócitos
> > e nem por isso é virus. Aflatoxina, cogumelo Amanita, Tylenol, etc....
> > todos tem o poder de destruir hepatócitos e nem porisso pertencem a
> > mesma categoria. Eu já tive a oportunidade de dizer que Hep C é um
rótulo
> > muito pobre para uma sindrome tão complexa.
> > Se a terapia fosse eficiente contra febre amarela e HCV eu poderia dar
algum
> > crédito pois ambos os virus são assemelhados.
> > A propósito : Alguem já conseguiu demonstrar que , de fato, o HCV é o
> > causador
> > da Heptaite C Crônica ?
> > O virus já foi isolado ?
> > Já se conseguiu demonstrar realmente uma relação de causa e efeito entre
> > HCV e Hep C ?
> > Existem pacientes que tomam IFN , ficam "negativos" e depois de 6 anos
> > apareçem com cirrose. Outros já com cancer de fígado.
> > O modêlo da doença que considera o HCV como agente causal da Hep C
> > é excelente para vender kits de detecção e quantificação de de uma
proteina
> > que é atribuida ao RNA de um suposto virus HCV que nunca foi isolado e
> > para vender IFN para tratar a suposta doença causada por um suposto
virus
> > que alem de nunca ter sido isolado nunca pode ser cultivado em
laboratório.
> > Da mesma forma que existe muitas pessoas com AIDS sem serem portadoras
> > tambem do suposto virus HIV deve existir pessoas sofrendo da sindrome
> > conhecida com Hep C crônica sem serem positivas para a proteína
atribuida
> > ao RNA de um virus virtual chamado de HCV.
> > Ou seja : mais uma terapia que considera o HCV como agente causal da
> > Hep C e que tenta um lugar ao sol começando por mercados menos
controlados
> > pelos mega laboratórios farmacêuticos.
> >
> > Jose Luiz
> >
> > -----Mensagem Original-----
> > De: Ricardo Petraglia <petra@...>
> > Para: <ALT_HEP_C@...>
> > Enviada em: Quarta-feira, 31 de Outubro de 2001 15:22
> > Assunto: Re: [ALT_HEP_C] BAM-205
> >
> > > O que é isso, alguem poderia comentar, por favor?
> > > thanks
> > > dick
> > >
> > > szozu@... wrote:
> > >
> > > > Novelos and HealthCare Asia Pharmaceuticals Sign Development and
> > > > Commercialization Agreement for China
> > > >
> > > >
> > > > Russian-Approved Hepatitis Drug to Be Clinically Developed in China
> > > >
> > > > NEWTON, Mass., Oct. 24 /PRNewswire/ -- Novelos Therapeutics, Inc.,
> > > > today announced it entered into a collaboration with HealthCare Asia
> > > > Pharmaceuticals Inc. (Hong Kong, China) whereby HealthCare Asia will
> > > > develop and commercialize BAM-205 for Hepatitis B and C in China.
> > > > BAM-205 was approved for use in treating acute and chronic hepatitis
> > > > by the Russian Federation in July 2001 and is the second Novelos
drug
> > > > to be approved for use in Russia.
> > > >
> > > > Under the arrangement, HealthCare Asia will commence clinical trials
> > > > of the drug using the testing guidelines developed for the Russian
> > > > clinical process. Pending approval by China's State Drug
> > > > Administration (SDA), the drug will then be commercialized
> > > > exclusively by HealthCare Asia in China, Hong  Kong and Taiwan.
> > > >
> > > > "We are very pleased to be working with a company of HealthCare
Asia's
> > > > stature and experience in Chinese markets, and I am confident the
> > > > collaboration with HealthCare Asia will lead to swift
> > > > commercialization of BAM-205 in China, where the hepatitis epidemic
> > > > is of grave proportions," said Harry S. Palmin, President of
> > > > Novelos.  "As Novelos aims to bring novel therapies to market, we
> > > > will continue to establish similar partnerships with leading
> > > > pharmaceutical companies that will advance our products further
> > > > into clinical development.  This strategy also holds true for BAM-
> > > > 205, as Novelos progresses the drug into hepatitis and HIV clinical
> > > > studies in North America, Europe and Japan."
> > > >
> > > > "Hepatitis is a national health and social concern in China," said
> > > > Benjamin Lam, General Manager of HealthCare Asia Ltd., the parent of
> > > > HealthCare Asia Pharmaceuticals Inc.  "Every year there are tens of
> > > > thousands of deaths in Greater China due to Hepatitis related
> > > > diseases.  Therefore, there is an urgent need for new products to
> > > > help the millions of infected individuals return to normal,
> > > > productive lives.  As we believe BAM-205 is the most effective agent
> > > > on the market, HealthCare Asia is excited to enter into a long term
> > > > relationship with Novelos to market BAM-205 in the Greater China
> > > > region and to assist in China's national campaign to eradicate the
> > > > disease."
> > > >
> > > > BAM-205 is a proprietary form of a peptide that is found in all
cells
> > > > of the human body.  This peptide naturally exists in cells in two
> > > > forms, oxidized and reduced.  BAM-205 stabilizes the peptide in its
> > > > oxidized form, which is required for therapeutic action.  Novelos'
> > > > technology permits commercial scale production of BAM-205.
> > > >
> > > > In the Russian Federation, BAM-205 is indicated for acute and
chronic
> > > > hepatitis (B & C), potentially fatal diseases of the liver for which
> > > > there are few therapies available.  According to the Hepatitis B
> > > > Foundation, hepatitis B affects 400 million people worldwide, with
> > > > China accounting for 150 million cases alone, while hepatitis C
> > > > affects 170 million people worldwide, with China accounting for 50
> > > > million cases alone.  Clinical studies in more than 250 Russian
> > > > hepatitis patients have demonstrated BAM-205 safe and efficacious.
> > > > Overall, more than 700 Russian hepatitis patients have been
> > > > successfully treated with BAM-205.  Commercialization of BAM-205 is
> > > > already underway in Russia.  Novelos is also launching an HIV
> > > > clinical development program in the United States for BAM-205.
> > > >
> > > > The first drug from Novelos' technology platform, BAM-002, was
> > > > approved for use in Russia in September 1998 for the treatment of
> > > > cancer and tuberculosis. Clinical studies in thousands of Russian
> > > > cancer and tuberculosis patients have demonstrated that BAM-002 is
> > > > safe and efficacious.  Data from the cancer trials have been
> > > > sufficiently compelling that the United States Food and Drug
> > > > Administration has accepted them as part of the Investigational New
> > > > Drug (IND) application that Novelos has filed for BAM-002.  A Phase
> > > > I/II clinical study of BAM-002 for non-small cell lung cancer
(NSCLC)
> > > > has been initiated in the United States and is expected to conclude
> > > > in 2002.  Interim data analyses are currently being performed.
> > > > Novelos continues to actively recruit patients for this NSCLC study
> > > > in clinical centers throughout the US.
> > > >
> > > > About Novelos
> > > >
> > > > Novelos Therapeutics, Inc., a privately held company, was founded in
> > > > 1996 to commercialize a novel drug development platform technology
> > > > developed by BAM Ltd., a Russian biotechnology company.  Novelos has
> > > > obtained all of BAM Ltd.'s intellectual property and marketing
rights
> > > > to this platform worldwide (excluding Russia and the CIS countries)
> > > > and has secured rights to future drugs and technologies that will be
> > > > developed by BAM Ltd.  Novelos focuses on therapeutics that modify
> > > > cellular metabolism in a selective manner, impacting cellular
> > > > proliferation, differentiation and function.  The company is
> > > > developing therapeutics for the treatment of cancer, tuberculosis,
> > > > hepatitis and cirrhosis, multiple sclerosis and other neurological
> > > > conditions, diabetes, as well as hemodepressions and
> > > > immunodeficiencies of various origins. More information on Novelos
> > > > Therapeutics, Inc. can be found at:
> > > > http://www.novelos.com .
> > > >
> > > > About Healthcare Asia Pharmaceuticals
> > > >
> > > > HealthCare Asia Ltd, part of the privately held Morningside group of
> > > > companies since 1986, is an integrated health care service and
> > > > product delivery enterprise whose vertical and horizontal-marketing
> > > > channels operate with considerable success in major cities in Asia.
> > > > HealthCare Asia focuses on advanced instruments and products in the
> > > > sectors of biotechnology and pharmaceuticals, diagnostic instruments
> > > > and reagents, laboratory automation, robotics, OMC technology and
> > > > radiology and ultrasound.  Through offices in Hong Kong, Beijing and
> > > > Shanghai, HealthCare Asia has created alliances with local strategic
> > > > partners and has cultivated relationships with peer groups and
> > > > opinion leaders.  With its established marketing and distribution
> > > > channels, HealthCare Asia brings products and services to the market
> > > > by performing a number of the key functions including the provisions
> > > > of marketing information, product promotion, trade negotiation and
> > > > goods delivery.
> > > >
> > > > Contacts:
> > > >
> > > > Novelos Therapeutics, Inc.
> > > >
> > > > Harry S. Palmin
> > > >
> > > > President
> > > >
> > > > (617) 244-1616 x11
> > > >
> > > > hpalmin@...
> > > >
> > > > HealthCare Asia Ltd.
> > > >
> > > > Benjamin Lam
> > > >
> > > > General Manager
> > > >
> > > > Beijing: (86-10) 6410-7172
> > > >
> > > > bklam@...
> > > >
> > > > Noonan/Russo Communications, Inc
> > > >
> > > > Matthew Scampoli (media)
> > > >
> > > > (212) 696-4455 x243
> > > >
> > > > Community email addresses:
> > > >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> > > >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> > > >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> > > >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> > > >
> > > > Shortcut URL to this page:
> > > >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> > > >
> > > > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
> > http://br.yahoo.com/info/utos.html
> > >
> > >
> > >
> > > Community email addresses:
> > >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> > >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> > >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> > >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> > >
> > > Shortcut URL to this page:
> > >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> > >
> > > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
> > http://br.yahoo.com/info/utos.html
> > >
> > >
> > >
> >
> > Community email addresses:
> >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> >
> > Shortcut URL to this page:
> >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> >
> > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1464 De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Data: Qua, 7 de Nov de 2001 12:15 am
Assunto: Homeopatia e a presente crise.
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
#1465 De: "Luiz Meira" <luizmeira@...>
Data: Qui, 8 de Nov de 2001 2:49 pm
Assunto: Terror
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Os terrores biológicos estão sendo construídos e disseminados a tempos...

       Entender a dimensão da mistura de espécies - híbridos e transgênicos - é
uma boa aproximação desta dimensão molecular que inevitavelmente passaremos a
compreender melhor.
   LM


   De: Jose Luiz M. Garcia
   Para: ALT_HEP_C@...
   Enviada em: terça-feira, 9 de outubro de 2001 09:27
   Assunto: [ALT_HEP_C] Micoplasmas


   Já há algum tempo que eu venho alertando para esse
   problema. O assunto é um pouco mais grave do que
   voces imaginam.
   Vale a pena fazer um esforço e ler esse artigo publicado
   pela Nexus Magazine.
   http://www.nexusmagazine.com/mycoplasma.html

   Atenção Dr Meira !! Esse assunto é do seu interesse.

   Jose Luiz  http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C


       Estimado José Luiz,

           Agradeço a atenção, coletei algo disponível em português para auxiliar
por aqui. Disponibilizo em: http://luizmeira.cjb.net//myco.htm

       Saudações Fraternas aos queridos participantes da lista.

       Luiz Meira


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1466 De: "Jose Luiz M. Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 12 de Nov de 2001 12:25 pm
Assunto: Soja : amigo ou inimigo ?
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
#1467 De: Ricardo Petraglia <petra@...>
Data: Ter, 13 de Nov de 2001 2:35 pm
Assunto: frei betto e as familias bush-laden
petra@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
>-----Mensagem original-----
>De: Carlos Alberto Teixeira [mailto:cat@...]
>Enviada em: Sunday, November 11, 2001 1:49 AM
>Para: Nelson Vasconcelos - InfoEtc.; Globonews - mesa Parabólica; Cora
>Rónai - InfoEtc.; Carlos Alberto Teixeira
>Assunto: << GUERRA: 09 sexta C / Aviões que caem >>
>
>
>Aviões que caem
>
>Segundo um <a href="http://squat.net/tmc/msg02174.html"
>target="_blank">artigo</a> de <a
>href="mailto:fpiccion@...">Francesco Piccioni</a>,
publicado
>no jornal italiano Il Manifesto em 25 de setembro de 2001, o número de
>coincidências ligando a família Bush à família bin Laden é um pouco
maior do
>que o normal. Em 1968, Muhammad bin Laden, o pai de Osama, morreu
quando seu
>avião sobrevoava os poços de petróleo de George Bush pai, com quem
tinha
>negócios. Surpreso? Mas tem mais. Esta morte não abalou a relação,
tanto que
>Salem bin Laden, o mais velho dos 52 filhos do falecido Muhammad,
chegou a
>dar uma mãozinha para George W. Bush, o filho, quando os
empreendimentos
>petrolíferos do rapaz andavam mal das pernas. Mas parece que a família
bin
>Laden andava precisando se benzer pois, em 1988, Salem, o irmão mais
velho
>de Osama, também morreu na queda duma outra aeronave, quando sobrevoava
a
>mesma região do Texas. Em suma, acidentes à parte, vê-se que as duas
>famílias já estavam ligadas desde os tempos do avô do atual presidente
dos
>Estados Unidos, Prescott Bush. E agora, em setembro passado, mais
encrenca
>com aviões. Que uruca! Para quem não lê em italiano e quer conhecer
maiores
>e sórdidos detalhes dessa história que ainda vai dar muito pano pra
manga,
>Frei Betto preparou uma <a
>href="http://alainet.org/active/show_news.phtml?news_id=1511"
>target="_blank">versão</a> abrandada do texto para nosso idioma.
Abrandada
>porque ele não é bobo e preferiu não pôr o dedo em detalhes, como
direi?,
>delicados. Bem, tudo fica mais claro quando se <a
>href="http://groups.yahoo.com/group/parabtec/files/familias.htm"
>target="_blank">compara</a> os textos.
>
>---
>
>Escrito em: 2001-11-11 02:37
>Atualizado em: 2001-11-11 02:47
>
>- c.a.t.

#1468 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Qua, 14 de Nov de 2001 3:56 am
Assunto: Bin Laden tiene hepatitis c?
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Buenas noches:
                       varias veces escuche de la supuesta enfermedad renal que
tendria. Pero...hepatitis c?!
http://www.guardian.co.uk/Archive/Article/0,4273,4289417,00.html
                       Besos
                                Gabriela
PD: Estaremos hablando en algun foro de heppers con Bin Laden? Voy a comenzar a
observar con mas atencion. Que "nick" usara? ;o)



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1469 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Qua, 14 de Nov de 2001 10:24 pm
Assunto: Re: Bin Laden tiene hepatitis c?
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Quem diria. Mesmo assim não posso dizer que tenho
nada em comum com ele. Mesmo não sendo clarevidente
arrisco um prognostico para a sua (dele) "causa mortis"
que deverá acontecer antes dos dois anos relatados no artigo ;
"Envenenamento por Chumbo " devido a quantidade de balas
que irá levar e não vai demorar muito.
Que aconteçeu com os profetas de plantão que diziam que
os ingleses se deram mal no Afghanistão bem como os russos
e que iria passar o mesmo com os americanos ?
Eles se esqueceram que os americanos já "venceram" uma
guerra lá anteriormente pois estavam do lado dos Afghanis incluindo
a hoje ovelha negra Bin Laden.

Jose


> Buenas noches:
>                       varias veces escuche de la supuesta enfermedad renal
que tendria. Pero...hepatitis c?!
> http://www.guardian.co.uk/Archive/Article/0,4273,4289417,00.html
>                       Besos
>                                Gabriela
> PD: Estaremos hablando en algun foro de heppers con Bin Laden? Voy a
comenzar a observar con mas atencion. Que "nick" usara? ;o)
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1470 De: "Lu" <lu.sp@...>
Data: Seg, 19 de Nov de 2001 3:27 am
Assunto: "Bomba inteligente" é a mais nova esperança dos cientistas contra o câncer
lu_brand
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
http://cnn.com.br/2001/saude/11/16/cancer/index.html


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1471 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 19 de Nov de 2001 3:47 am
Assunto: Re: "Bomba inteligente" é a mais nova esperança dos cientistas contra o câncer
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Isso é exatamente o que as acetogeninas
presentes na Graviola já fazem de forma natural
e totalmente sem contra-indicações. Felismente, para
nós, as acetogeninas não puderam ser sintetizadas
artificialmente em laboratório, caso contrário já estariam
sendo vendidas com esse mesmo propósito.

Jose

-----
>
> http://cnn.com.br/2001/saude/11/16/cancer/index.html
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1472 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Sex, 23 de Nov de 2001 2:31 pm
Assunto: Industria farmaceutica y especies amazonicas
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Jornal do Brasil
Sexta-feira, 23 de Novembro de 2001

O ritual dos pajés pelas patentes
Governo convoca sacerdotes de tribos indígenas da Amazônia para acabar com
biopirataria e estabelecer royalties
  ABNOR GONDIM
BRASÍLIA  - As ruas estreitas de São Luís, margeadas pelos sobrados coloniais de
frente azulejada e sacadas de ferro, vão ser invadidas por pajés das principais
etnias indígenas da Amazônia na primeira semana de dezembro.
Depois de 467 anos da colonização portuguesa, entremeada por um curto ciclo de
ocupação francesa, a capital do Maranhão vai servir de palco ao primeiro ritual
do Estado brasileiro para regular os direitos indígenas sobre a mercadoria mais
cara da sociedade moderna: a propriedade do conhecimento.
A reunião é promovida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi),
órgão governamental encarregado da proteção de direitos sobre patentes, marcas e
processos de produção. Sob crescente pressão de organizações não-governamentais,
o governo decidiu agir para limitar a ação de empresas estrangeiras na Amazônia,
cujos lucros florescem a partir dos resultados de pesquisas genéticas no lado
brasileiro da a selva úmida tropical.
A base dessas investigações científicas é o conhecimento acumulado pelas tribos
indígenas locais, usado em ritos seculares. Multiplicam-se as evidências de que
boa parte das espécies vegetais encontradas na floresta amazônica tem aplicação
na medicina. Sobretudo na produção de remédios anti-virais, a nova fronteira de
investimentos da indústria farmacêutica mundial.
Há quem defina isso de ''garimpagem genética''. Outros classificam como
''biopirataria''. Para as empresas é somente boa oportunidade de lucro com baixo
risco. O patenteamento genético de espécies amazônicas ainda é livre porque o
Brasil, proprietário de metade da selva, possui regras jurídicas claras sobre o
acesso e a proteção comercial desse patrimônio. Para o governo, chegou a hora de
fixar regras sobre os direitos dos índios.
O encontro de pajés promovido pelo Inpi é o primeiro passo no sentido de obrigar
as empresas nacionais ou estrangeiras a pagar dividendos (royalties) pela
exploração dos recursos genéticos e pelos benefícios comerciais decorrentes de
uso do conhecimento indígena tradicional.
A proliferação de pesquisadores da indústria farmacêutica na Amazônia sugere o
início de uma corrida empresarial pelo mapeamento genético de plantas usadas na
medicina indígena ou referenciadas em trabalhos científicos já publicados. Como
em toda pesquisa, trata-se de uma aposta, mas com razoáveis margem de êxito para
descoberta de moléculas-chave que comandem a síntese de substâncias do tipo
interferon (droga capaz de conter o desenvolvimento de infecções virais), ou
ainda, que atuaem como fator de necrose tumoral- isto é, que levem à destruição
células cancerosas, com menor efeito colateral sobre o corpo humano do que os
quimioterápicos disponíveis no mercado.
Em São Luís, técnicos do Inpi esperam iniciar a montagem de um banco de dados
sobre a processos e produtos tradicionalmente usados pelos chefes eespirituais
indígenas. O acervo ficará aberto à pesquisa. Em troca, as comunidades indígenas
receberão royalties pela utilização comercial de seu conhecimento. É factível. A
Venezuela, que detém uma fatia da Amazônia e faz fronteira com o Brasil, já
catalogou em um banco de dados do Estado mais de 9.000 referências fornecidas
pelos índios.
O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), José Graça
Aranha, decidiu promover a reunião de pajés durante Seminário Internacional
sobre Propriedade Intelectual, realizado em setembro passado em Manaus (AM). Lá
estiveram representantes de 37 países discutindo propriedade intelectual sobre a
biodiversidade, aquele mundo formado por plantas, fungos e micro-organismos
sujeitos a processos industriais. ''O sistema atual de patentes beneficia apenas
os países detentores de tecnologia'', critica José Graça Aranha. ''A balança é
extremamente desfavorável aos detentores da biodiversidade e dos conhecimentos
tradicionais.''
http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/economia/2001/11/22/joreco20011122007.html

Mas informacion:
Estímulo à pesquisa legalizada
http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/economia/2001/11/22/joreco20011122008.html
Aposta nos  limites da  legislação
http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/economia/2001/11/22/joreco20011122009.html
O homem que queria ser dono do chá sagrado
http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/economia/2001/11/22/joreco20011122010.html


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1473 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Sáb, 24 de Nov de 2001 6:48 pm
Assunto: Notas sobre la hepatitis c
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Este material no es nuevo. Es una perspectiva disidente sobre la hepatitis c de
un grupo de españoles. Yo conocia el material en español pero ahora, recibi de
otro grupo, esta traduccion al portugues. El site donde esta el trabajo original
es:
http://www.free-news.org/fjmrui02.htm

NOTAS SOBRE A HEPATITE C.
Por Doutor Francisco Javier Martinez Ruiz. (Médico, Microbiólogo, Epídemiólogo).
Madri, Dezembro de 1999.
Publicado no Boletim da AVS, nº 5 – Espanha – Dezembro de 2.000.
Traduzido por Jorge Cobra para AVES Brasil – São Paulo – março de 2.001

Nota 1 .
A hepatite c é uma infecção muito comum em nosso meio.
A hepatite c é na maioria dos casos, um estado que durante muitos anos costuma
ser assintomática e desconhecida para o portador, e que é somente possível ser
detecta por análise de laboratório, constituindo uma infecção muito comum e
crescentemente extensa em nosso meio.
Os pacientes podem ter uma vida normal e trabalhar no que quiserem,
recomendando-lhes não obstante evitar a todo o possível expor-se ao álcool,
tóxicos, medicamentos, estresse intenso e ou continuo etc. (Medidas que, por
outro lado, também seriam recomendadas ao resto da população).
"A Perspectiva da hepatite c era estimada em de 3 a 4% em 1996 na Espanha, seria
dizer um em cada 25 a 33 pessoas (ref. 5-11) e em uns 2% (uma a cada 50 pessoas)
em 1998 (Ref. 9), observando-se uma taxa muita elevada de hepatopatias crônicas
em nosso meio" (ref. 6)).
Esta perspectiva, segundo observa se nos doadores de sangue que se encontram
positivo ao teste, vai aumentando com a idade, sobretudo se ultrapassa os 40
anos.
Calcula-se que entre 6 e 10 milhões de europeus tem hepatite c, quer dizer, são
soropositivos ao chamado teste da hepatite c e teriam alguma transaminase
hepática elevada. Destes 3,4 milhões tem hepatite crônica.
Esta alteração tem uma distribuição tão ampla na Europa que os hepatólogos
europeus reunidos em Viena ao apresentar um relatório ‘a Comissão de Saúde
Pública da Comissão Européia a fim de que o Parlamento Comunitário adotasse
medidas pertinentes para a hepatite c seja declarada um problema prioritário da
saúde pública (ref. 11).
Em 1994 calculavam-se uns 50 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo, das
quais 400.000 seriam espanholas. Assim se realizassem testes sorológicos de
hepatites de qualquer tipo, se observaria que um grande número de cidadãos de
nosso meio seriam positivos, tal e como demonstraram os estudos que haviam sido
realizados.
De fato "a maioria dos portadores desconhece que estão infectados, porque a
infecção é assintomática". (ref. 1).
Em 1997 calculava-se mais de meio milhão de infectados na França, a imensa
maioria dos quais eram assintomáticos e os 80% dos quais ignorantes de seu
estado de soropositividade. Um grande número de infectados pelo suposto vírus da
hepatite c desconhecem permanentemente sua situação e escapam do sistema de
controle da saúde. (ref. 2).
Em 1991 (época em que o teste da hepatite c não era usado) em 1% dos pacientes
que ingressavam em um grande hospital urbano eram VHB positivos, porém os 90%
deles não haviam sido detectados (ref. 3).
Neste mesmo ano uns 15% dos trabalhadores sanitários apresentavam positividade
para um ou mais dos marcadores sorológicos da hepatite B. (ref. 3).
Em um amplo estudo se detectou que ¾ parte dos médicos clínicos gerais
detectavam em 1996 ao menos um caso de hepatite c em cada ano na França. Por
outro lado, a proporção da soropositividade nos testes é notavelmente alta: ¼
dos testes específicos que se realizam para o suposto vírus da hepatite c
resultam positivos (ref. 2 ).
Nos países do Mediterrâneo de 1-2% dos doadores de sangue eram VHC positivos em
1994.(ref. 1).
No último decênio, além do mais, se assiste a uma notável diminuição da
incidência das hepatites A e uma diminuição da hepatite B, porém, pelo
contrário, se tem observado uma elevação para a hepatite c (ref. 1).

Nota 2:
Não estão claros os grupos de risco em hepatite c.
O suposto vírus da hepatite c não se transmite em absoluto por via oral e só
excepcionalmente se transmite por via sexual. (ref. 1). Este vírus se transmite
quase exclusivamente por via parenteral (através de agulhas contaminadas,
transfusões de sangue, etc). Nos países do Mediterrâneo de 1-2% dos doadores de
sangue eram VHC positivos em 1994. (ref. 1).
Sem dúvida, uns 40% dos portadores não pertenciam a nenhum grupo de risco, por
muito que fidedignamente se indagasse. (ref. 1 e ref. 4).
Esta cifra aumenta a mais de 50% na Espanha em 1991.(ref. 2). Para explicar esta
grande proporção de pacientes infectados sem causa aparente, supõe-se que os
mesmo (que quase nunca são jovens) "provavelmente se infectaram há muitos anos,
quando se utilizava material não esterilizável e se compartilhavam seringas"
(ref. 1) a afirmação mais cômoda que é só especulativa, é improvável e poderia
ser aplicada (sem possibilidade de ser refutada) a discrição a qualquer doença
ou alteração, não infecciosa, senão simplesmente transmissível.
Afora esta grande proporção de infectados sem grupo de risco conhecido, o fato
de que inclusive pacientes totalmente assintomáticos e com transaminasas normais
podem evoluir a hepatite crônica questiona a etiologia e natureza "oficial"
desta doença. (ref. 4).

Nota3:
Período de ativação do suposto vírus da hepatite c.
Assim é que se chegasse a ativar, o período de "incubação" do suposto vírus da
hepatite c é notavelmente extenso, permanecendo silencioso durante um
larguíssimo período, que pode chegar a 30 anos.
Durante este largo período de latência o portador não tem nenhum sintoma e não
se intera que esta infectado a não ser que se realize por qualquer motivo o
teste específico. (ref. 1).

Nota 4:
O papel dos antimicrobianos na etiologia da hepatite c
As hepatites são doenças cujas incidências estão aumentando progressivamente
durante o presente século na maior parte dos paises, sobre tudo, desde a segunda
metade deste, coincidindo com o uso cada vez mais generalizado e intenso de
drogas farmacêuticas, especialmente com o uso de antibióticos e outros
antimicrobianos.
Sua importância epidemiológica e econômica é muito superior ao da aids.
A base biológica deste dano hepático, que implicaria milhões de dólares de
demanda contra as indústrias farmacêuticas, pode estar na extraordinária
sensibilidade das células hepáticas (hepatocitos) à ação destes produtos. Os
hepatócitos são extraordinariamente ricos em mitocôndrias, que são a chave da
energia que move a célula: são, de fato, antigas bactérias elementares (que
contam com seu próprio ADN) que tem sido incorporadas dentro de novas células.
Um doente com hepatite tem suas mitocôndrias afetadas, por intoxicação, mas
assim como o ADN do núcleo celular tem mecanismos de auto-reparação como a
Transcriptasease Reversa, os "ADN mitocôndriais" carecem deles.
Os antimicrobianos e, especialmente os antibióticos, se destinam aparentemente a
matar "bactérias", porém danificam também a estas "bactérias incorporadas" que
são nossas mitocôndrias, especialmente as existentes nos hepatocitos. Cada
hepatocito tem umas 10.000 mitocôndrias, enquanto que nas células nervosas tem
milhões, em uma célula normal tem somente umas 100. Desde a década de 50 em
determinadas zonas do planeta se tem observado um aumento crescente na
administração de antibióticos e outros antimicrobianos e, paralelamente, nestas
zonas se tem observado um aumento das doenças de Parkinson e especialmente das
hepatites (especificamente da hepatite c).

Nota 5:
Transmissão iatrogênica da hepatite c
Além do mais da transmissão por injeções de transfusões e hemoderivados, tem-se
detectado esta hepatite no uso de drogas recebidas por via parenteral, infecções
hospitalares, tratamentos com aparatos de hemodiálise e receptores de
transplantes.(ref. 3).
O uso de hemoderivados contaminado pode fazer assim mesmo infectado o material
de hemodiálese e de uso sanitário, mais recentemente. "Esta doença tem sido
produzida, em uma grande proporção, pelo uso de produtos derivados do sangue que
se recolheu nos anos 80 nos meios de alto risco infeccioso (entre eles, as
prisões)" (ref. 2).
Estudos internacionais confirmam a cirurgia como fator de risco comprovado para
a hepatite c. Em um estudo realizado em nosso país em 1996 mais da metade dos
casos apresentava antecedentes de tratamento cirúrgico de algum tipo,
correspondendo em 37,5% das mesmas a intervenções ginecológicas. (ref. 5).
Assim é, a exceção dos drogadependentes que injetam heroína mediante seringas
que compartilham a maioria das hepatites c presentes no mundo tem sido
transmitidas "iatrogênicamente" quer dizer (involuntária, porém efetivamente)
pelo próprio sistema sanitário, mediante material ou preparados previamente
contaminados.
Este fato, ainda sendo tacitamente aceito, é habitualmente muito pouco
comentado, quando não silenciado pela mídia e inclusive pelos trabalhos
científicos, a imensa maioria dos quais estão direta e indiretamente financiados
pelos grandes laboratórios farmacêuticos, talvez porque se reconhecido
abertamente seriam devedores de indenizações multimilionárias.

Nota 6:
"O Teste sorológico da hepatite c" não demonstra seu caráter vírico nem
infeccioso.
O chamado "teste sorológico da hepatite c" o único que detecta a presença de
anticorpos que se produzem meio ano depois de aparecer certos péptidos análogos
presentes nos infectados. (ref. 3-4).
Em abril de 1989, pesquisadores de Chirom Co. Publicaram um artigo científico
que afirmava ter descoberto o pressuposto vírus causador da hepatite nem a nem
b, identificando-o como um RNA-vírus monocatenário não circular de uns 9400
nucleotídeos.
A mesma Corporação Chirom que descobriu em 1990 o suposto RNA-vírus da hepatite
c, disse quase a continuação ter desenvolvido (Choo, Kuo e Cols) um teste para
analisar a presença de anticorpos frente a um componente estrutural do "vírus",
um polipeptídico de 527 aminoácidos chamado C100 teste que por suposto
patentearam internacionalmente.
Melhoras ulterior ao teste do suposto vírus da hepatite c agregaram à detectação
do polipeptídico C10, os polipeptídicos C33 e o C22. Certas melhorias do teste
se tem produzido nos dois últimos dois anos.
Atrás da multimilionária comercialização dos testes de confirmação da hepatite c
patenteados pela Chiron Corporation (no ano seguinte da detectação do suposto
vírus da hepatite c) se observou que este teste resultava positivo em 90% das
hepatites post-transfusionais e em 40% das esporádicas. (ref. 9).
Porém não é um RNA-vírus o que se detecta diretamente nos testes sorológicos,
senão "peptídeos análogos", que são fragmentos de "proteínas recombinadas" (sem
estrutura terciária). A origem deste "peptídeos análogos", (patenteados por
Chiron Co.) sugere por outro lado que os mesmos dever ser considerados melhor
como "marcadores de estresse celular" de qualquer tipo, que detectadores de
partes de verdadeiros vírus:
Os pesquisadores de Chiron Co. Obtiveram um fragmento de RNA (que não tinha
porque ser necessariamente um vírus) de um chipanzé que tinha uma infecção
extraordinariamente elevada das então chamadas hepatites nem a nem b,
infeciosidade que, por sua vez por um hemofílico infectado de hepatite nem a nem
b, o qual havia recebido repetidamente hemoderivados concentrados de fator VII
de coagulação procedente de outras pessoas. (ref. 3-15).
Na realidade o que tais pesquisadores obtiveram foi uma muito hetereogênea
população de moléculas RNA cujo intervalo de tamanho aproximado foi estimado
entre 5.000 a 10.000 nucleotídeos. Alguns artigos tem feito conjecturas a
respeito das duas formas presentes em tais misturas heterogênicas, "Formas" que
os autores denominam " vírus-like"(parecidas a vírius).
A falta de veracidade sugere, sim concretamente mais, estas entidades
quase-fantasmagóricas "vírus-like". Um jogo de palavras: como muito bem sabe um
virólogo, a partícula "vírus-like" são muita conhecidas e relativamente
freqüente, e não são vírus.
A realidade é que, 27 anos depois de ter designado a hepatite nem a nem b, e 8
anos depois de apresenta-la com pompa e circunstância na sociedade, o suposto
vírus da hepatite c nem foi possível ser isolado, nem cultivado, nem clonado,
nem fotografado jamais; nem se sabe em que lugar da célula se pode produzir o
suposto vírión ou as partículas que são atribuídas. Dificilmente poderá no
futuro isola-se, cristalisar-se, cultivar-se, fotografar-se, etc.
Isto é comprovação da inexistência de vírus.
Em uma das formas "vírus-like" pareceu que o suposto "vírus" havia sido
identificado mediante imunomicroscopia eletrônica, como icosedros não empacotado
de 27 mm. aproximadamente de diâmetro, "parecidos com" "os calicivirus. Em outra
das formas pareceu que o suposto vírus fosse de maior tamanho, com um genoma de
RNA monocatenario", assemelhando-se "a um togavirus ou a um flavivirus. Desta
muito hetereogênea população escolheu-se de uma determinada seqüência
nucleótida, da que se obteve um clone de ADN complementário".
Deste clone de ADN complementário, que é simplesmente um fragmento de "material
genético" (não necessariamente um vírus), se obtiveram sintética e
recombinantemente mediante a transcriptease reversa. (ref. 6).
Os peptídeos envolvido nos testes de hepatite c. Esta longa e análoga
procedência sugere que tais polipeptídicos são, sobre tudo, eficazes marcadores
ou provas de altos níveis de estresse biológico e imunológico presentes em
alguma parte do organismo que é testado.
Em seus artigos publicados, os autores se limitaram então em dizer que tais
polipeptídicos estavam fortemente "associados" ou relacionados ("closely
associated") com as hepatites "nem a nem B". Sem dúvida, por um conhecido (e
nada corrigido) abuso da linguagem, a divulgação cientifico-sanitária ulterior
tem apresentado um fato (porém injustificadamente) como uma "proteína do vírus
causante da hepatite c".
Além do mais, os polipeptídicos e proteínas (Antígenos e Anticorpos) envolvidos
nos testes das hepatites tem aparentemente milhares de aminoácidos, porem quando
nos testes reagem, na realidade só o fazem por lócus chamados epitópos que
contem muito poucos aminoácidos (uns 4-10 geralmente), sendo além do que estes
epitopos fisioquimicamente muito hábeis.
Estes polipeptídicos e proteínas podem ter além do que, muitas outras
interpretações distintas além de ser, forçosamente, partes procedentes de um
"vírus" casual.
O enorme parecer clínico da hepatite b e c (cujos vírus "oficiais" são tão
diferentes) suscita a este respeito dúvidas imediatas. Como temos dito é lógico
pensar que podem ser produtos ou marcadores de determinado estresse,
envenenamento e imunodestruição celular (especialmente dos hepatocitos, ou de
suas (intoxicadas) mitocôndrias)...Cuja origem industrial, iatrogênica e ou
narco-aditivo todos suspeitamos.
Ou, em resumo os microorganismos (um ou vários) oportunistas que proliferam como
conseqüência de uma patologia desvitalizadora previa comum e que seriam efeitos,
não causa.
Os polipeptídicos e proteínas que detectam os teste poderiam ter sua origem em
nosso próprio organismo. Um exemplo histórico deste erro interpretativo o tem na
famosa p80 e p120, que se acreditavam "polipeptídicos víricos" detectados nos
teste da aids e que, no final, resultaram simples polímero da actínia, que é um
peptídeo de uns 40 aminoácidos universalmente presentes nos músculos.
Sabe se inclusive que em nossas células, em determinadas circunstâncias podem
produzir proteínas cuja origem não dependa em última instância de nenhum gen
existente em nosso DNA e ou RNA: ainda não tem nenhum modelo para explicar isto,
os fatos são assim.
Tem-se relacionado até 70 causas distintas (entre elas doenças crônicas, entre
as que se encontram as hepatites crônicas) que geram proteínas novas que são
nossas, porém análogas; e que geram, portanto respostas de nossos anticorpos
(que são um tipo de auto-anticorpo) contra estas novas proteínas.
Hepatites totalmente não infeccionas, como a hepatite crônica autoimune ou
doenças nas quais aparecem elevações importantes de imunoglobinas podem dar
falsos positivos a estes testes. (ref. 6).
Os fragmentos de "material genético" que estão involvidos neste teste são do
tipo RNA e, ao contrário dos verdadeiros vírus (que são notavelmente estáveis),
demonstram uma extraordinária variabilidade. (ref. 15-17) e não guardam nenhuma
homologia com o VHA, VHB, nem com nenhum retrovírus ou outro vírus de hepatite
conhecido (ref. 3).

Nota 7:
O suposto vírus causador da hepatite c nunca foi demonstrado
O conhecimento do suposto vírus da hepatite c é muito recente: até 1988 se
desconhecida à existência e até 1990 não se descobriu um teste sorológico para
detecta-lo. (ref. 1) A diferença do vírus da hepatite a (visualizado em 1973) e
hepatite b (visualizada em 1970), o suposto vírus da hepatite c jamais foi
cultivado, nem replicado in-vitro, nem visualizado, nem fotografado, nem
cristalizado, nem clonado, nem passou pelas provas elementares que em virologia
se exigem para confirmar a existência de um novo vírus, nem se tem idéia do
lugar ou processo em que se forma as supostas partículas víricas (ref.
13-15-17).
Um apriorismo (provavelmente nem tão ingênuo ou acidental como possa parecer)
tem requerido que a causa e critério principal da classificação das hepatites
tenham que ser forçosamente infecciosa, só porque nas das primeiras hepatites (a
e b) se encontrou e demonstrou (com fotografias, cristalização. cultivos,
clonagem e sequenciação) sendo marcadores víricos.
No caso da hepatite c, esta "devia" ser infecciosa e, concretamente "vírica"
apesar de que não se demonstrou (e segue sem ser demonstrado, segundo os
critérios admitidos em virologia) a existência de vírus , nunca; se esperou os
anos que fossem necessários até encontrar os vírus causantes, denominando-se até
então esta hepatite negativamente, como "nem a nem b", devido a que resultava
negativa toda sorologia frente a hepatite a e b e devido a impossibilidade de
detectar o mais mínimo rastro não vírico, senão de simples material genético.
(DNA, RNA ou seus fragmentos) no sangue dos infectados, apesar dos poderosos
meios da virologia, os microfiltros e a microscopia eletrônica existentes nas
décadas de 60,70 e 80.
O máximo que te tem chegado a constatar-se na hepatite c é que existem elementos
envolvidos em tais hepatites que são "filtráveis" e podem transmiter-se tais
hepatites por injeção de sangue infectado, ou de seus derivados. Isto não indica
que tais elementos filtráveis e transmissíveis tenham que ser forçosamente
vírus, pois os micoplasmas, as proteínas e muitas outras macromoléculas, também
são filtráveis e transmissíveis, e não são vírus.

Nota 8:
A origem da hepatite c pode ser tóxica
Sem necessidade de acusar nenhum vírus ou a algum outro microorganismo,
numerosas situações e substâncias podem produzir e de ordinário produzem
hepatites (incluindo a nem a nem b) e dano celular (com saída de fragmentos de
material genético, entre ele RNA) e liberação de proteínas análogas detectáveis
ambas por testes sorológicos de Antígene-Anticorpo.
Podem documentar-se perfeitamente a respeito o dano hepático e as hepatites
produzidas por: álcool, antibióticos, anestésicos, antiepilépticos,
antihipertensivos, diuréticos, laxantes, antidepressivos, antiinflamatórios,
antifúngicos, antivirais, antagonistas do cálcio, imunusupressores,
hipolipemiantes. Assim mesmo, produzem colestases os esteróides anabolizantes,
anticoncepcionais, antitiróideos, antidiabéticos, tranqüilizantes,
anticancerígenos e imunossupressores. Situações psicosomaticamente associadas
com a aparição ulterior de hepatites e alterações biliares inclusive estresse,
contrariedades gerais, rancor. etc.

Nota 9:
A chamada prova RNA-VHC
Desde há uns poucos anos uma nova e cara técnica esta sendo utilizado
crescentemente para demonstrar, segundo nos dizem, a presença do suposto vírus
da hepatite c, assim como sua quantidade no sangue.
Se trata da determinação da "carga viral" mediante a técnica do PCR.
A chamada prova de RNA-VHC por Reação em cadeia da Polimerasa (PCR) detecta (e
pretende quantificar) pequenas seqüências concretas do dito material genético
tipo RNA. Da positivo em 90% dos pacientes com hepatite c, os quais é automática
(porém injustificadamente) interpretada como prova de "vírus ativo".
Esta prova é sem dúvida muito utilizada porque se pode "negativar"
transitoriamente no transcurso dos (potentes, caros e agressivos) tratamentos
com Interferon, assim se é que o paciente resiste tais tratamentos e quando tais
tratamentos conseguem baixar as transaminasas.
Os pesquisadores de Chirom Corporation, mediante a detecção de seqüências
"RNA_VHC" por PCR (nota-se o abuso da linguagem), indicam que os pacientes
soropositivos ao chamado teste do vírus da hepatite c tem elevada
"probabilidade" de ser "RNA-VHC" positivos que eles chamam (virémicos). No
entanto, o fato contraditório de encontrar casos de RNA-VHC positivos
(virêmicos) em pacientes soronegativos ao chamado teste do vírus da hepatite c
coloca em dúvidas a validade de ambos os testes.
Por outro lado Kary Mullis (o próprio descobridor da técnica da PCR, e pela qual
recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1993) disse claramente que esta técnica não
serve para a medição quantitativa do material genético ou de vírus presentes no
tecido.
A moderna técnica da PCR não pode replicar vírus: só pode duplicar partículas de
aproximadamente 200 letras genéticas. Porém como o suposto vírus da hepatite c
diz que tem 9.400 letras genéticas: só por isso não se pode quantificar este
suposto vírus. Por isto a PCR na realidade tampouco serve para medir
qualitativamente sua existência, visto que em geral amplificado é uma porção
muito minúscula de material genético, cuja natureza, origem e vinculabilidade
com um suposto vírus...Só podemos especular.
A própria técnica da duplicação sucessiva tem muito pouco fiável o uso da PCR
como medidor.
Quando um pedaço de RNA deve duplicar-se sucessivamente mediante a técnica da
PCR, deve primeiro copiar-se a ADN, porém com ele aparecerá os 90% de "exumes"
(traços genéticas sem informação relevante), com o que se copia é na realidade
algo muito raro.
As uniões dos exumes com os "entrone" (traços genéticas com informações
relevantes) tem determinadas características. Os desenhistas das provas de PCR
tentam escolher seqüências iniciadoras (que somente tem uma longitude de umas 20
letras genéticas) tal que sua primeira metade corresponda ao inicio de um exon e
uma segunda metade corresponda ao inicio de outro exon, do suposto vírus da
hepatite c. Muitos testes da PCR que dariam negativo ao trabalhar com
semimetades de 2 exume distinto (ou outro mais se o compararmos com o ARN
original, no que o entrone se mesclam com os exumes), dariam positivo se
trabalharam com um só exon. Ademais, 20 letras genéticas como traço de partida
podem encaixar em numerosas tramas do ARN, máxima se mudamos a temperatura, pH,
carga iônica, etc.
O ADN obtido na moderna técnica da PCR deveria depois copia dezenas de vezes,
duplicando cada vez, e parando quando chegam aproximadamente 10.000 cópias de
unas 200 letras de longitude.
O processo de duplicação está submetido a uma grande margem de variação (assim
tem mais uniões C-G falhará menos que se têm mais uniões T-A; e ou assim se
baixa à temperatura se uniram mais; e o processo dependerá dos íons minerais
presentes, etc.) Isto nos leva uma grande margem de erro, que se amplifica
sucessivamente a cada "duplicação automática" que se realiza na PCR.
Os resultados da PCR são tão amplos como contraditórios. A moderna Técnica da
PCR dá resultados que de ordinário indicam que em um milímetro cúbico existiram
milhares de "cópias" (de umas 200 letras genéticas cada uma) que se associam ao
suposto vírus da hepatite c. Porém se assim tal concentração de vírus fosse
certa, então qualquer biólogo de primeiro ano isolaria sinceramente, mediante as
conhecidas técnicas virológicas convencionais, sem necessidade do uso da PCR.
Apesar de tudo isso, a PCR se usa cada vez mais para amplificar fantasmas
polinucleótidos "cópias" que se apresentam tacitamente como "vírus" ou "carga
viral".
A determinação da dita "carga viral" se tem convertido em um gigantesco
maquilador técnico e lingüístico dos especuladores, polêmicos e indemonstrado
"vírus", e ademais, em um grande negócio, já que uma carga viral custa 10 vezes
o que custaria um teste de anticorpos tradicional.

Nota 10:
Prognóstico da hepatite c
A periculosidade da hepatite em geral e especialmente da hepatite c esta sendo
exagerada, quem sabe por interesses farmacêuticos e também pelos fenômenos de
amplificação que se produzem na mídia e na opinião pública.
Em uma análise retrospectiva realizada em 1997, o 80-90% dos que padeciam de
hepatite c esporádica e os 50% dos portadores atendidos convencionalmente por
hepatite c não evoluíram a hepatite crônica hepática, qual só pode ser
diagnosticada facilmente mediante biopsia (e, ainda que se produza, não é
contagiosa).
A evolução de uma hepatite c crônica, assim é que se produz, requer várias
décadas e "em muitos pacientes a evolução é tão lenta que não chega a produzir
um incremento da morbilidade-mortalidade" (ref. 9).
Ainda que se produza uma hepatite crônica com o transcurso dos anos, os 80% dos
atendidos não evolucionam a cirroses hepáticas, não é contagiosa, e os 95% (em
nosso país mais de 99% (ref. 5) não formaram em toda sua vida um câncer de
fígado (que, ainda chegasse a produzir-se, no é contagioso) (ref. 2). Outros
estudos confirmam estas cifras. (ref. 3-4)).
De ocorrer, a evolução para a cirrose se produz ao cabo de várias décadas.(ref.
11), sobre tudo em pacientes que seguem tomando álcool ou drogas; ainda assim a
sobrevivência dos cirróticos não descompensados é superior a 90% aos 5 anos; só
um 5% dos cirróticos compensados se descompensam cada ano e só um 1-2% dos
cirróticos pelo suposto vírus da hepatite c desenvolvem uma hepatocarcinoma cada
ano.ref. 9).
Esta confirmada que o suposto vírus da hepatite c por si só não tem capacidade
oncogenética (ref. 13).

Referencias:
Referencia 1: Declaraciones de Rafael Esteban Mur, Director del Departamento de
Hepatología del Hospital Universitario de Vall d'Hebron en Barcelona, en:
Suplemento de Salud del diario «El Mundo», número 119, 15 de septiembre de 1994,
página 8.
Referencia 2: Estudio realizado en la Red de Vigilancia Epidemiológica
'Sentinelles' por del grupo de especialistas de la Unidad 444 del INSERM,
patrocinado por la Direction Générale de la Santé francesa, publicado en el
«Bulletin épidemiologique hebdomadaire», número 23, 1997, citado por Jean-Yves
Nau en diario «Le Monde», 22-JUN-1997, página 10.
Referencia 3: Harrison, «Principles of Internal Medicine», 1991.
Referencia 4: Francisco Javier Panadero Carlavilla: «Revisión: Actualización en
Hepatitis C», en Panorama Actual del Medicamento, número 18 (175), páginas
296-299, editado por el Consejo General de Colegios Oficiales de Farmacéuticos,
1994.
Referencia 5: J.T. Gómez Sáenz, et alters: «Hepatitis C en Atención Primaria»,
publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Enero de 1998, páginas
47-56.
Referencia 6: M. Castro Pazos, et alters: «Hepatopatía crónica secundaria a
Hepatitis por virus C en Atención Primaria», publicado en la revista de «Salud
Rural», Estado español, Segunda Quincena de Abril de 1995, páginas 15-22.
Referencia 7: Luís Salvador López Herrero y María del Carmen Rodríguez García:
«Hepatitis C y fenómenos de autoinmunidad», Semergen, Estado español, Junio
1997, páginas 363-365.
Referencia 8: Romero Portales M, De Diego Lorenzo A, Rivera J, et alters.
«Manifestaciones reumáticas y autoinmunes en pacientes con infección crónica por
el virus de la hepatitis C». Rev. Esp. Enferm. Dig. 1997; 89: 591-4.
Referencia 9: M. Hombrados, J. Santos (Servicio del Aparato Digestivo del
Hospital Universitari «Germans Trias i Pujol» de Badalona): «Hepatitis C:
Primera década»,
Siete Días medico, número 371, 19 de Junio 1998, páginas 63-70, Estado español.
  Referencia 10: S. Ruiz Jordan, et alters: «Liquen plano oral y Hepatitis C»,
publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Primera Quincena de
Noviembre de 1995, páginas 13-26.
Referencia 11: Jaime Miranda: «Todos contra la Hepatitis C», publicado en
Previsión, número 112, p 37, Estado español.
Referencia 12: Asociación Española para el Estudio del Hígado (AEEH): «Estudio
Epidemiológico Multicéntrico Nacional sobre la Hepatitis Crónica», realizado en
64 centros hospitalarios españoles, Julio 1991.
Referencia 13: Jaime Miranda: «Puesta al día en Cannes sobre las Hepatitis
Virales: El mayor problema de Salud Publica del Mundo», publicado en Previsión,
número
75, páginas 34-35, Estado español.
Referencia 14: Trabajo de Reichard et cols publicado en The Lancet y
referenciado en «Interferón mas ribavirina en la Hepatitis C», publicada en
Siete Días médico, número 369, 5 de Junio 1998, página 56, Estado español.
Referencia 15: J Manzana: «Las hepatitis virales: A mas investigación, mayor
numero de interrogantes», publicado en la revista Sistole, Suplemento 'La
investigación en Gastroenterología', Estado español.
Referencia 16: Qui-Lim Choo, George Kuo, Amy J. Eeiner, Lacy R. Overby, Daniel
W. Bradley, Michael Houghton: «Isolation of a cDNA Clone Derived from a
Blood-Borne Non-A, Non-B Viral Hepatitis Genome», Science, volumen 244, 21 de
abril de 1989, páginas 359-362.
Referencia 17: Pei-Jer Chen, Meei-Hua Lin, Su-Jen Tu, Ding-Shinn Chen:
«Isolation of a Complementary DNA Fragment of Hepatitis C Virus in Taiwan
revelated Significant sequence variations compared with other isolates»,
Hepatology, volumen 14, número 1, 1991.
Referencia 18: David T. Wong: «Have you seen the Hepatitis C virus?»,
Hepatology, volumen 24, número 2, 1996, páginas 465-466, comentando a: Mizuno M,
Yamada G, Tanaka T, e alters: «Virion-like structures in Hela G cells
transfected with the full-length sequence of the hepatitis C virus genome»,
Gastroenterology 1995; 109: 1933-1940.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1474 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Dom, 25 de Nov de 2001 1:01 am
Assunto: Re: Notas sobre la hepatitis c
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
"Pero no es un RNA-virus el que se detecta directamente en los test
serológicos, sino dichos 'péptidos anómalos', que son fragmentos de
'proteínas recombinantes' (sin estructura terciaria). El origen de dichos
'péptidos anómalos' (patentados por Chiron Co.) sugiere por otra parte que
los mismos deben ser considerados mas bien como 'marcadores de estrés
celular' de cualquier tipo, que detectores de partes de verdaderos virus: "
--------------------------------------------

Estimada Gabriela,

Isso vem a ser exatamente o que eu tenho afirmado aqui nessa lista.
O que se descobriu foi, na verdade, apenas mais uma forma de se ganhar
dinheiro com uma suposta enfermidade.
O mesmo raciocinio é valido para o HIV. Em cima desses testes de monitoração
desses supostos agentes virais existe toda uma industria farmaceutica que
fabrica tambem supostos medicamentos vez que não se pode provar totalmente
a relação de causa e efeito entre agente viral e enfermidade.


Excelente artigo.


Jose Luiz



> Este material no es nuevo. Es una perspectiva disidente sobre la hepatitis
c de un grupo de españoles. Yo conocia el material en español pero ahora,
recibi de otro grupo, esta traduccion al portugues. El site donde esta el
trabajo original es:
> http://www.free-news.org/fjmrui02.htm
>
> NOTAS SOBRE A HEPATITE C.
> Por Doutor Francisco Javier Martinez Ruiz. (Médico, Microbiólogo,
Epídemiólogo).
> Madri, Dezembro de 1999.
> Publicado no Boletim da AVS, nº 5 - Espanha - Dezembro de 2.000.
> Traduzido por Jorge Cobra para AVES Brasil - São Paulo - março de 2.001
>
> Nota 1 .
> A hepatite c é uma infecção muito comum em nosso meio.
> A hepatite c é na maioria dos casos, um estado que durante muitos anos
costuma ser assintomática e desconhecida para o portador, e que é somente
possível ser detecta por análise de laboratório, constituindo uma infecção
muito comum e crescentemente extensa em nosso meio.
> Os pacientes podem ter uma vida normal e trabalhar no que quiserem,
recomendando-lhes não obstante evitar a todo o possível expor-se ao álcool,
tóxicos, medicamentos, estresse intenso e ou continuo etc. (Medidas que, por
outro lado, também seriam recomendadas ao resto da população).
> "A Perspectiva da hepatite c era estimada em de 3 a 4% em 1996 na Espanha,
seria dizer um em cada 25 a 33 pessoas (ref. 5-11) e em uns 2% (uma a cada
50 pessoas) em 1998 (Ref. 9), observando-se uma taxa muita elevada de
hepatopatias crônicas em nosso meio" (ref. 6)).
> Esta perspectiva, segundo observa se nos doadores de sangue que se
encontram positivo ao teste, vai aumentando com a idade, sobretudo se
ultrapassa os 40 anos.
> Calcula-se que entre 6 e 10 milhões de europeus tem hepatite c, quer
dizer, são soropositivos ao chamado teste da hepatite c e teriam alguma
transaminase hepática elevada. Destes 3,4 milhões tem hepatite crônica.
> Esta alteração tem uma distribuição tão ampla na Europa que os hepatólogos
europeus reunidos em Viena ao apresentar um relatório 'a Comissão de Saúde
Pública da Comissão Européia a fim de que o Parlamento Comunitário adotasse
medidas pertinentes para a hepatite c seja declarada um problema prioritário
da saúde pública (ref. 11).
> Em 1994 calculavam-se uns 50 milhões de pessoas infectadas em todo o
mundo, das quais 400.000 seriam espanholas. Assim se realizassem testes
sorológicos de hepatites de qualquer tipo, se observaria que um grande
número de cidadãos de nosso meio seriam positivos, tal e como demonstraram
os estudos que haviam sido realizados.
> De fato "a maioria dos portadores desconhece que estão infectados, porque
a infecção é assintomática". (ref. 1).
> Em 1997 calculava-se mais de meio milhão de infectados na França, a imensa
maioria dos quais eram assintomáticos e os 80% dos quais ignorantes de seu
estado de soropositividade. Um grande número de infectados pelo suposto
vírus da hepatite c desconhecem permanentemente sua situação e escapam do
sistema de controle da saúde. (ref. 2).
> Em 1991 (época em que o teste da hepatite c não era usado) em 1% dos
pacientes que ingressavam em um grande hospital urbano eram VHB positivos,
porém os 90% deles não haviam sido detectados (ref. 3).
> Neste mesmo ano uns 15% dos trabalhadores sanitários apresentavam
positividade para um ou mais dos marcadores sorológicos da hepatite B. (ref.
3).
> Em um amplo estudo se detectou que ¾ parte dos médicos clínicos gerais
detectavam em 1996 ao menos um caso de hepatite c em cada ano na França. Por
outro lado, a proporção da soropositividade nos testes é notavelmente alta:
¼ dos testes específicos que se realizam para o suposto vírus da hepatite c
resultam positivos (ref. 2 ).
> Nos países do Mediterrâneo de 1-2% dos doadores de sangue eram VHC
positivos em 1994.(ref. 1).
> No último decênio, além do mais, se assiste a uma notável diminuição da
incidência das hepatites A e uma diminuição da hepatite B, porém, pelo
contrário, se tem observado uma elevação para a hepatite c (ref. 1).
>
> Nota 2:
> Não estão claros os grupos de risco em hepatite c.
> O suposto vírus da hepatite c não se transmite em absoluto por via oral e
só excepcionalmente se transmite por via sexual. (ref. 1). Este vírus se
transmite quase exclusivamente por via parenteral (através de agulhas
contaminadas, transfusões de sangue, etc). Nos países do Mediterrâneo de
1-2% dos doadores de sangue eram VHC positivos em 1994. (ref. 1).
> Sem dúvida, uns 40% dos portadores não pertenciam a nenhum grupo de risco,
por muito que fidedignamente se indagasse. (ref. 1 e ref. 4).
> Esta cifra aumenta a mais de 50% na Espanha em 1991.(ref. 2). Para
explicar esta grande proporção de pacientes infectados sem causa aparente,
supõe-se que os mesmo (que quase nunca são jovens) "provavelmente se
infectaram há muitos anos, quando se utilizava material não esterilizável e
se compartilhavam seringas" (ref. 1) a afirmação mais cômoda que é só
especulativa, é improvável e poderia ser aplicada (sem possibilidade de ser
refutada) a discrição a qualquer doença ou alteração, não infecciosa, senão
simplesmente transmissível.
> Afora esta grande proporção de infectados sem grupo de risco conhecido, o
fato de que inclusive pacientes totalmente assintomáticos e com
transaminasas normais podem evoluir a hepatite crônica questiona a etiologia
e natureza "oficial" desta doença. (ref. 4).
>
> Nota3:
> Período de ativação do suposto vírus da hepatite c.
> Assim é que se chegasse a ativar, o período de "incubação" do suposto
vírus da hepatite c é notavelmente extenso, permanecendo silencioso durante
um larguíssimo período, que pode chegar a 30 anos.
> Durante este largo período de latência o portador não tem nenhum sintoma e
não se intera que esta infectado a não ser que se realize por qualquer
motivo o teste específico. (ref. 1).
>
> Nota 4:
> O papel dos antimicrobianos na etiologia da hepatite c
> As hepatites são doenças cujas incidências estão aumentando
progressivamente durante o presente século na maior parte dos paises, sobre
tudo, desde a segunda metade deste, coincidindo com o uso cada vez mais
generalizado e intenso de drogas farmacêuticas, especialmente com o uso de
antibióticos e outros antimicrobianos.
> Sua importância epidemiológica e econômica é muito superior ao da aids.
> A base biológica deste dano hepático, que implicaria milhões de dólares de
demanda contra as indústrias farmacêuticas, pode estar na extraordinária
sensibilidade das células hepáticas (hepatocitos) à ação destes produtos. Os
hepatócitos são extraordinariamente ricos em mitocôndrias, que são a chave
da energia que move a célula: são, de fato, antigas bactérias elementares
(que contam com seu próprio ADN) que tem sido incorporadas dentro de novas
células. Um doente com hepatite tem suas mitocôndrias afetadas, por
intoxicação, mas assim como o ADN do núcleo celular tem mecanismos de
auto-reparação como a Transcriptasease Reversa, os "ADN mitocôndriais"
carecem deles.
> Os antimicrobianos e, especialmente os antibióticos, se destinam
aparentemente a matar "bactérias", porém danificam também a estas "bactérias
incorporadas" que são nossas mitocôndrias, especialmente as existentes nos
hepatocitos. Cada hepatocito tem umas 10.000 mitocôndrias, enquanto que nas
células nervosas tem milhões, em uma célula normal tem somente umas 100.
Desde a década de 50 em determinadas zonas do planeta se tem observado um
aumento crescente na administração de antibióticos e outros antimicrobianos
e, paralelamente, nestas zonas se tem observado um aumento das doenças de
Parkinson e especialmente das hepatites (especificamente da hepatite c).
>
> Nota 5:
> Transmissão iatrogênica da hepatite c
> Além do mais da transmissão por injeções de transfusões e hemoderivados,
tem-se detectado esta hepatite no uso de drogas recebidas por via
parenteral, infecções hospitalares, tratamentos com aparatos de hemodiálise
e receptores de transplantes.(ref. 3).
> O uso de hemoderivados contaminado pode fazer assim mesmo infectado o
material de hemodiálese e de uso sanitário, mais recentemente. "Esta doença
tem sido produzida, em uma grande proporção, pelo uso de produtos derivados
do sangue que se recolheu nos anos 80 nos meios de alto risco infeccioso
(entre eles, as prisões)" (ref. 2).
> Estudos internacionais confirmam a cirurgia como fator de risco comprovado
para a hepatite c. Em um estudo realizado em nosso país em 1996 mais da
metade dos casos apresentava antecedentes de tratamento cirúrgico de algum
tipo, correspondendo em 37,5% das mesmas a intervenções ginecológicas. (ref.
5).
> Assim é, a exceção dos drogadependentes que injetam heroína mediante
seringas que compartilham a maioria das hepatites c presentes no mundo tem
sido transmitidas "iatrogênicamente" quer dizer (involuntária, porém
efetivamente) pelo próprio sistema sanitário, mediante material ou
preparados previamente contaminados.
> Este fato, ainda sendo tacitamente aceito, é habitualmente muito pouco
comentado, quando não silenciado pela mídia e inclusive pelos trabalhos
científicos, a imensa maioria dos quais estão direta e indiretamente
financiados pelos grandes laboratórios farmacêuticos, talvez porque se
reconhecido abertamente seriam devedores de indenizações multimilionárias.
>
> Nota 6:
> "O Teste sorológico da hepatite c" não demonstra seu caráter vírico nem
infeccioso.
> O chamado "teste sorológico da hepatite c" o único que detecta a presença
de anticorpos que se produzem meio ano depois de aparecer certos péptidos
análogos presentes nos infectados. (ref. 3-4).
> Em abril de 1989, pesquisadores de Chirom Co. Publicaram um artigo
científico que afirmava ter descoberto o pressuposto vírus causador da
hepatite nem a nem b, identificando-o como um RNA-vírus monocatenário não
circular de uns 9400 nucleotídeos.
> A mesma Corporação Chirom que descobriu em 1990 o suposto RNA-vírus da
hepatite c, disse quase a continuação ter desenvolvido (Choo, Kuo e Cols) um
teste para analisar a presença de anticorpos frente a um componente
estrutural do "vírus", um polipeptídico de 527 aminoácidos chamado C100
teste que por suposto patentearam internacionalmente.
> Melhoras ulterior ao teste do suposto vírus da hepatite c agregaram à
detectação do polipeptídico C10, os polipeptídicos C33 e o C22. Certas
melhorias do teste se tem produzido nos dois últimos dois anos.
> Atrás da multimilionária comercialização dos testes de confirmação da
hepatite c patenteados pela Chiron Corporation (no ano seguinte da
detectação do suposto vírus da hepatite c) se observou que este teste
resultava positivo em 90% das hepatites post-transfusionais e em 40% das
esporádicas. (ref. 9).
> Porém não é um RNA-vírus o que se detecta diretamente nos testes
sorológicos, senão "peptídeos análogos", que são fragmentos de "proteínas
recombinadas" (sem estrutura terciária). A origem deste "peptídeos
análogos", (patenteados por Chiron Co.) sugere por outro lado que os mesmos
dever ser considerados melhor como "marcadores de estresse celular" de
qualquer tipo, que detectadores de partes de verdadeiros vírus:
> Os pesquisadores de Chiron Co. Obtiveram um fragmento de RNA (que não
tinha porque ser necessariamente um vírus) de um chipanzé que tinha uma
infecção extraordinariamente elevada das então chamadas hepatites nem a nem
b, infeciosidade que, por sua vez por um hemofílico infectado de hepatite
nem a nem b, o qual havia recebido repetidamente hemoderivados concentrados
de fator VII de coagulação procedente de outras pessoas. (ref. 3-15).
> Na realidade o que tais pesquisadores obtiveram foi uma muito hetereogênea
população de moléculas RNA cujo intervalo de tamanho aproximado foi estimado
entre 5.000 a 10.000 nucleotídeos. Alguns artigos tem feito conjecturas a
respeito das duas formas presentes em tais misturas heterogênicas, "Formas"
que os autores denominam " vírus-like"(parecidas a vírius).
> A falta de veracidade sugere, sim concretamente mais, estas entidades
quase-fantasmagóricas "vírus-like". Um jogo de palavras: como muito bem sabe
um virólogo, a partícula "vírus-like" são muita conhecidas e relativamente
freqüente, e não são vírus.
> A realidade é que, 27 anos depois de ter designado a hepatite nem a nem b,
e 8 anos depois de apresenta-la com pompa e circunstância na sociedade, o
suposto vírus da hepatite c nem foi possível ser isolado, nem cultivado, nem
clonado, nem fotografado jamais; nem se sabe em que lugar da célula se pode
produzir o suposto vírión ou as partículas que são atribuídas. Dificilmente
poderá no futuro isola-se, cristalisar-se, cultivar-se, fotografar-se, etc.
> Isto é comprovação da inexistência de vírus.
> Em uma das formas "vírus-like" pareceu que o suposto "vírus" havia sido
identificado mediante imunomicroscopia eletrônica, como icosedros não
empacotado de 27 mm. aproximadamente de diâmetro, "parecidos com" "os
calicivirus. Em outra das formas pareceu que o suposto vírus fosse de maior
tamanho, com um genoma de RNA monocatenario", assemelhando-se "a um
togavirus ou a um flavivirus. Desta muito hetereogênea população escolheu-se
de uma determinada seqüência nucleótida, da que se obteve um clone de ADN
complementário".
> Deste clone de ADN complementário, que é simplesmente um fragmento de
"material genético" (não necessariamente um vírus), se obtiveram sintética e
recombinantemente mediante a transcriptease reversa. (ref. 6).
> Os peptídeos envolvido nos testes de hepatite c. Esta longa e análoga
procedência sugere que tais polipeptídicos são, sobre tudo, eficazes
marcadores ou provas de altos níveis de estresse biológico e imunológico
presentes em alguma parte do organismo que é testado.
> Em seus artigos publicados, os autores se limitaram então em dizer que
tais polipeptídicos estavam fortemente "associados" ou relacionados
("closely associated") com as hepatites "nem a nem B". Sem dúvida, por um
conhecido (e nada corrigido) abuso da linguagem, a divulgação
cientifico-sanitária ulterior tem apresentado um fato (porém
injustificadamente) como uma "proteína do vírus causante da hepatite c".
> Além do mais, os polipeptídicos e proteínas (Antígenos e Anticorpos)
envolvidos nos testes das hepatites tem aparentemente milhares de
aminoácidos, porem quando nos testes reagem, na realidade só o fazem por
lócus chamados epitópos que contem muito poucos aminoácidos (uns 4-10
geralmente), sendo além do que estes epitopos fisioquimicamente muito
hábeis.
> Estes polipeptídicos e proteínas podem ter além do que, muitas outras
interpretações distintas além de ser, forçosamente, partes procedentes de um
"vírus" casual.
> O enorme parecer clínico da hepatite b e c (cujos vírus "oficiais" são tão
diferentes) suscita a este respeito dúvidas imediatas. Como temos dito é
lógico pensar que podem ser produtos ou marcadores de determinado estresse,
envenenamento e imunodestruição celular (especialmente dos hepatocitos, ou
de suas (intoxicadas) mitocôndrias)...Cuja origem industrial, iatrogênica e
ou narco-aditivo todos suspeitamos.
> Ou, em resumo os microorganismos (um ou vários) oportunistas que
proliferam como conseqüência de uma patologia desvitalizadora previa comum e
que seriam efeitos, não causa.
> Os polipeptídicos e proteínas que detectam os teste poderiam ter sua
origem em nosso próprio organismo. Um exemplo histórico deste erro
interpretativo o tem na famosa p80 e p120, que se acreditavam
"polipeptídicos víricos" detectados nos teste da aids e que, no final,
resultaram simples polímero da actínia, que é um peptídeo de uns 40
aminoácidos universalmente presentes nos músculos.
> Sabe se inclusive que em nossas células, em determinadas circunstâncias
podem produzir proteínas cuja origem não dependa em última instância de
nenhum gen existente em nosso DNA e ou RNA: ainda não tem nenhum modelo para
explicar isto, os fatos são assim.
> Tem-se relacionado até 70 causas distintas (entre elas doenças crônicas,
entre as que se encontram as hepatites crônicas) que geram proteínas novas
que são nossas, porém análogas; e que geram, portanto respostas de nossos
anticorpos (que são um tipo de auto-anticorpo) contra estas novas proteínas.
> Hepatites totalmente não infeccionas, como a hepatite crônica autoimune ou
doenças nas quais aparecem elevações importantes de imunoglobinas podem dar
falsos positivos a estes testes. (ref. 6).
> Os fragmentos de "material genético" que estão involvidos neste teste são
do tipo RNA e, ao contrário dos verdadeiros vírus (que são notavelmente
estáveis), demonstram uma extraordinária variabilidade. (ref. 15-17) e não
guardam nenhuma homologia com o VHA, VHB, nem com nenhum retrovírus ou outro
vírus de hepatite conhecido (ref. 3).
>
> Nota 7:
> O suposto vírus causador da hepatite c nunca foi demonstrado
> O conhecimento do suposto vírus da hepatite c é muito recente: até 1988 se
desconhecida à existência e até 1990 não se descobriu um teste sorológico
para detecta-lo. (ref. 1) A diferença do vírus da hepatite a (visualizado em
1973) e hepatite b (visualizada em 1970), o suposto vírus da hepatite c
jamais foi cultivado, nem replicado in-vitro, nem visualizado, nem
fotografado, nem cristalizado, nem clonado, nem passou pelas provas
elementares que em virologia se exigem para confirmar a existência de um
novo vírus, nem se tem idéia do lugar ou processo em que se forma as
supostas partículas víricas (ref. 13-15-17).
> Um apriorismo (provavelmente nem tão ingênuo ou acidental como possa
parecer) tem requerido que a causa e critério principal da classificação das
hepatites tenham que ser forçosamente infecciosa, só porque nas das
primeiras hepatites (a e b) se encontrou e demonstrou (com fotografias,
cristalização. cultivos, clonagem e sequenciação) sendo marcadores víricos.
> No caso da hepatite c, esta "devia" ser infecciosa e, concretamente
"vírica" apesar de que não se demonstrou (e segue sem ser demonstrado,
segundo os critérios admitidos em virologia) a existência de vírus , nunca;
se esperou os anos que fossem necessários até encontrar os vírus causantes,
denominando-se até então esta hepatite negativamente, como "nem a nem b",
devido a que resultava negativa toda sorologia frente a hepatite a e b e
devido a impossibilidade de detectar o mais mínimo rastro não vírico, senão
de simples material genético. (DNA, RNA ou seus fragmentos) no sangue dos
infectados, apesar dos poderosos meios da virologia, os microfiltros e a
microscopia eletrônica existentes nas décadas de 60,70 e 80.
> O máximo que te tem chegado a constatar-se na hepatite c é que existem
elementos envolvidos em tais hepatites que são "filtráveis" e podem
transmiter-se tais hepatites por injeção de sangue infectado, ou de seus
derivados. Isto não indica que tais elementos filtráveis e transmissíveis
tenham que ser forçosamente vírus, pois os micoplasmas, as proteínas e
muitas outras macromoléculas, também são filtráveis e transmissíveis, e não
são vírus.
>
> Nota 8:
> A origem da hepatite c pode ser tóxica
> Sem necessidade de acusar nenhum vírus ou a algum outro microorganismo,
numerosas situações e substâncias podem produzir e de ordinário produzem
hepatites (incluindo a nem a nem b) e dano celular (com saída de fragmentos
de material genético, entre ele RNA) e liberação de proteínas análogas
detectáveis ambas por testes sorológicos de Antígene-Anticorpo.
> Podem documentar-se perfeitamente a respeito o dano hepático e as
hepatites produzidas por: álcool, antibióticos, anestésicos,
antiepilépticos, antihipertensivos, diuréticos, laxantes, antidepressivos,
antiinflamatórios, antifúngicos, antivirais, antagonistas do cálcio,
imunusupressores, hipolipemiantes. Assim mesmo, produzem colestases os
esteróides anabolizantes, anticoncepcionais, antitiróideos, antidiabéticos,
tranqüilizantes, anticancerígenos e imunossupressores. Situações
psicosomaticamente associadas com a aparição ulterior de hepatites e
alterações biliares inclusive estresse, contrariedades gerais, rancor. etc.
>
> Nota 9:
> A chamada prova RNA-VHC
> Desde há uns poucos anos uma nova e cara técnica esta sendo utilizado
crescentemente para demonstrar, segundo nos dizem, a presença do suposto
vírus da hepatite c, assim como sua quantidade no sangue.
> Se trata da determinação da "carga viral" mediante a técnica do PCR.
> A chamada prova de RNA-VHC por Reação em cadeia da Polimerasa (PCR)
detecta (e pretende quantificar) pequenas seqüências concretas do dito
material genético tipo RNA. Da positivo em 90% dos pacientes com hepatite c,
os quais é automática (porém injustificadamente) interpretada como prova de
"vírus ativo".
> Esta prova é sem dúvida muito utilizada porque se pode "negativar"
transitoriamente no transcurso dos (potentes, caros e agressivos)
tratamentos com Interferon, assim se é que o paciente resiste tais
tratamentos e quando tais tratamentos conseguem baixar as transaminasas.
> Os pesquisadores de Chirom Corporation, mediante a detecção de seqüências
"RNA_VHC" por PCR (nota-se o abuso da linguagem), indicam que os pacientes
soropositivos ao chamado teste do vírus da hepatite c tem elevada
"probabilidade" de ser "RNA-VHC" positivos que eles chamam (virémicos). No
entanto, o fato contraditório de encontrar casos de RNA-VHC positivos
(virêmicos) em pacientes soronegativos ao chamado teste do vírus da hepatite
c coloca em dúvidas a validade de ambos os testes.
> Por outro lado Kary Mullis (o próprio descobridor da técnica da PCR, e
pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1993) disse claramente que
esta técnica não serve para a medição quantitativa do material genético ou
de vírus presentes no tecido.
> A moderna técnica da PCR não pode replicar vírus: só pode duplicar
partículas de aproximadamente 200 letras genéticas. Porém como o suposto
vírus da hepatite c diz que tem 9.400 letras genéticas: só por isso não se
pode quantificar este suposto vírus. Por isto a PCR na realidade tampouco
serve para medir qualitativamente sua existência, visto que em geral
amplificado é uma porção muito minúscula de material genético, cuja
natureza, origem e vinculabilidade com um suposto vírus...Só podemos
especular.
> A própria técnica da duplicação sucessiva tem muito pouco fiável o uso da
PCR como medidor.
> Quando um pedaço de RNA deve duplicar-se sucessivamente mediante a técnica
da PCR, deve primeiro copiar-se a ADN, porém com ele aparecerá os 90% de
"exumes" (traços genéticas sem informação relevante), com o que se copia é
na realidade algo muito raro.
> As uniões dos exumes com os "entrone" (traços genéticas com informações
relevantes) tem determinadas características. Os desenhistas das provas de
PCR tentam escolher seqüências iniciadoras (que somente tem uma longitude de
umas 20 letras genéticas) tal que sua primeira metade corresponda ao inicio
de um exon e uma segunda metade corresponda ao inicio de outro exon, do
suposto vírus da hepatite c. Muitos testes da PCR que dariam negativo ao
trabalhar com semimetades de 2 exume distinto (ou outro mais se o
compararmos com o ARN original, no que o entrone se mesclam com os exumes),
dariam positivo se trabalharam com um só exon. Ademais, 20 letras genéticas
como traço de partida podem encaixar em numerosas tramas do ARN, máxima se
mudamos a temperatura, pH, carga iônica, etc.
> O ADN obtido na moderna técnica da PCR deveria depois copia dezenas de
vezes, duplicando cada vez, e parando quando chegam aproximadamente 10.000
cópias de unas 200 letras de longitude.
> O processo de duplicação está submetido a uma grande margem de variação
(assim tem mais uniões C-G falhará menos que se têm mais uniões T-A; e ou
assim se baixa à temperatura se uniram mais; e o processo dependerá dos íons
minerais presentes, etc.) Isto nos leva uma grande margem de erro, que se
amplifica sucessivamente a cada "duplicação automática" que se realiza na
PCR.
> Os resultados da PCR são tão amplos como contraditórios. A moderna Técnica
da PCR dá resultados que de ordinário indicam que em um milímetro cúbico
existiram milhares de "cópias" (de umas 200 letras genéticas cada uma) que
se associam ao suposto vírus da hepatite c. Porém se assim tal concentração
de vírus fosse certa, então qualquer biólogo de primeiro ano isolaria
sinceramente, mediante as conhecidas técnicas virológicas convencionais, sem
necessidade do uso da PCR.
> Apesar de tudo isso, a PCR se usa cada vez mais para amplificar fantasmas
polinucleótidos "cópias" que se apresentam tacitamente como "vírus" ou
"carga viral".
> A determinação da dita "carga viral" se tem convertido em um gigantesco
maquilador técnico e lingüístico dos especuladores, polêmicos e
indemonstrado "vírus", e ademais, em um grande negócio, já que uma carga
viral custa 10 vezes o que custaria um teste de anticorpos tradicional.
>
> Nota 10:
> Prognóstico da hepatite c
> A periculosidade da hepatite em geral e especialmente da hepatite c esta
sendo exagerada, quem sabe por interesses farmacêuticos e também pelos
fenômenos de amplificação que se produzem na mídia e na opinião pública.
> Em uma análise retrospectiva realizada em 1997, o 80-90% dos que padeciam
de hepatite c esporádica e os 50% dos portadores atendidos convencionalmente
por hepatite c não evoluíram a hepatite crônica hepática, qual só pode ser
diagnosticada facilmente mediante biopsia (e, ainda que se produza, não é
contagiosa).
> A evolução de uma hepatite c crônica, assim é que se produz, requer várias
décadas e "em muitos pacientes a evolução é tão lenta que não chega a
produzir um incremento da morbilidade-mortalidade" (ref. 9).
> Ainda que se produza uma hepatite crônica com o transcurso dos anos, os
80% dos atendidos não evolucionam a cirroses hepáticas, não é contagiosa, e
os 95% (em nosso país mais de 99% (ref. 5) não formaram em toda sua vida um
câncer de fígado (que, ainda chegasse a produzir-se, no é contagioso) (ref.
2). Outros estudos confirmam estas cifras. (ref. 3-4)).
> De ocorrer, a evolução para a cirrose se produz ao cabo de várias
décadas.(ref. 11), sobre tudo em pacientes que seguem tomando álcool ou
drogas; ainda assim a sobrevivência dos cirróticos não descompensados é
superior a 90% aos 5 anos; só um 5% dos cirróticos compensados se
descompensam cada ano e só um 1-2% dos cirróticos pelo suposto vírus da
hepatite c desenvolvem uma hepatocarcinoma cada ano.ref. 9).
> Esta confirmada que o suposto vírus da hepatite c por si só não tem
capacidade oncogenética (ref. 13).
>
> Referencias:
> Referencia 1: Declaraciones de Rafael Esteban Mur, Director del
Departamento de Hepatología del Hospital Universitario de Vall d'Hebron en
Barcelona, en: Suplemento de Salud del diario «El Mundo», número 119, 15 de
septiembre de 1994, página 8.
> Referencia 2: Estudio realizado en la Red de Vigilancia Epidemiológica
'Sentinelles' por del grupo de especialistas de la Unidad 444 del INSERM,
patrocinado por la Direction Générale de la Santé francesa, publicado en el
«Bulletin épidemiologique hebdomadaire», número 23, 1997, citado por
Jean-Yves Nau en diario «Le Monde», 22-JUN-1997, página 10.
> Referencia 3: Harrison, «Principles of Internal Medicine», 1991.
> Referencia 4: Francisco Javier Panadero Carlavilla: «Revisión:
Actualización en Hepatitis C», en Panorama Actual del Medicamento, número 18
(175), páginas
> 296-299, editado por el Consejo General de Colegios Oficiales de
Farmacéuticos, 1994.
> Referencia 5: J.T. Gómez Sáenz, et alters: «Hepatitis C en Atención
Primaria», publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Enero
de 1998, páginas 47-56.
> Referencia 6: M. Castro Pazos, et alters: «Hepatopatía crónica secundaria
a Hepatitis por virus C en Atención Primaria», publicado en la revista de
«Salud Rural», Estado español, Segunda Quincena de Abril de 1995, páginas
15-22.
> Referencia 7: Luís Salvador López Herrero y María del Carmen Rodríguez
García:
> «Hepatitis C y fenómenos de autoinmunidad», Semergen, Estado español,
Junio 1997, páginas 363-365.
> Referencia 8: Romero Portales M, De Diego Lorenzo A, Rivera J, et alters.
«Manifestaciones reumáticas y autoinmunes en pacientes con infección crónica
por el virus de la hepatitis C». Rev. Esp. Enferm. Dig. 1997; 89: 591-4.
> Referencia 9: M. Hombrados, J. Santos (Servicio del Aparato Digestivo del
Hospital Universitari «Germans Trias i Pujol» de Badalona): «Hepatitis C:
Primera década»,
> Siete Días medico, número 371, 19 de Junio 1998, páginas 63-70, Estado
español.
>  Referencia 10: S. Ruiz Jordan, et alters: «Liquen plano oral y Hepatitis
C», publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Primera
Quincena de Noviembre de 1995, páginas 13-26.
> Referencia 11: Jaime Miranda: «Todos contra la Hepatitis C», publicado en
Previsión, número 112, p 37, Estado español.
> Referencia 12: Asociación Española para el Estudio del Hígado (AEEH):
«Estudio
> Epidemiológico Multicéntrico Nacional sobre la Hepatitis Crónica»,
realizado en 64 centros hospitalarios españoles, Julio 1991.
> Referencia 13: Jaime Miranda: «Puesta al día en Cannes sobre las Hepatitis
Virales: El mayor problema de Salud Publica del Mundo», publicado en
Previsión, número
> 75, páginas 34-35, Estado español.
> Referencia 14: Trabajo de Reichard et cols publicado en The Lancet y
referenciado en «Interferón mas ribavirina en la Hepatitis C», publicada en
Siete Días médico, número 369, 5 de Junio 1998, página 56, Estado español.
> Referencia 15: J Manzana: «Las hepatitis virales: A mas investigación,
mayor numero de interrogantes», publicado en la revista Sistole, Suplemento
'La investigación en Gastroenterología', Estado español.
> Referencia 16: Qui-Lim Choo, George Kuo, Amy J. Eeiner, Lacy R. Overby,
Daniel W. Bradley, Michael Houghton: «Isolation of a cDNA Clone Derived from
a Blood-Borne Non-A, Non-B Viral Hepatitis Genome», Science, volumen 244, 21
de abril de 1989, páginas 359-362.
> Referencia 17: Pei-Jer Chen, Meei-Hua Lin, Su-Jen Tu, Ding-Shinn Chen:
«Isolation of a Complementary DNA Fragment of Hepatitis C Virus in Taiwan
revelated Significant sequence variations compared with other isolates»,
Hepatology, volumen 14, número 1, 1991.
> Referencia 18: David T. Wong: «Have you seen the Hepatitis C virus?»,
Hepatology, volumen 24, número 2, 1996, páginas 465-466, comentando a:
Mizuno M, Yamada G, Tanaka T, e alters: «Virion-like structures in Hela G
cells transfected with the full-length sequence of the hepatitis C virus
genome», Gastroenterology 1995; 109: 1933-1940.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1475 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Dom, 25 de Nov de 2001 3:33 am
Assunto: Re: Notas sobre la hepatitis c
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Gabriela,

Esse texto é provavelmente um dos mais ( se não o mais) importante
sobre Hep C que eu lí nos ultimos 4 anos. Eu venho falando exatamente isso
há varios anos e posso provar pois todas as minhas mensagens estão
arquivadas nos arquivos dessa e de outras listas que eu participo.
Eu tenho uma outra lista em inglês a Fiteback e gostaria que o pessoal
de lá pudesse tambem ler esse artigo.
Eu não consegui localiza-lo em inglês. Por acaso voce conhece
se existe esse texto em ingles ?

Gracias


Jose

-----
> Este material no es nuevo. Es una perspectiva disidente sobre la hepatitis
c de un grupo de españoles. Yo conocia el material en español pero ahora,
recibi de otro grupo, esta traduccion al portugues. El site donde esta el
trabajo original es:
> http://www.free-news.org/fjmrui02.htm
>
> NOTAS SOBRE A HEPATITE C.
> Por Doutor Francisco Javier Martinez Ruiz. (Médico, Microbiólogo,
Epídemiólogo).
> Madri, Dezembro de 1999.
> Publicado no Boletim da AVS, nº 5 - Espanha - Dezembro de 2.000.
> Traduzido por Jorge Cobra para AVES Brasil - São Paulo - março de 2.001
>
> Nota 1 .
> A hepatite c é uma infecção muito comum em nosso meio.
> A hepatite c é na maioria dos casos, um estado que durante muitos anos
costuma ser assintomática e desconhecida para o portador, e que é somente
possível ser detecta por análise de laboratório, constituindo uma infecção
muito comum e crescentemente extensa em nosso meio.
> Os pacientes podem ter uma vida normal e trabalhar no que quiserem,
recomendando-lhes não obstante evitar a todo o possível expor-se ao álcool,
tóxicos, medicamentos, estresse intenso e ou continuo etc. (Medidas que, por
outro lado, também seriam recomendadas ao resto da população).
> "A Perspectiva da hepatite c era estimada em de 3 a 4% em 1996 na Espanha,
seria dizer um em cada 25 a 33 pessoas (ref. 5-11) e em uns 2% (uma a cada
50 pessoas) em 1998 (Ref. 9), observando-se uma taxa muita elevada de
hepatopatias crônicas em nosso meio" (ref. 6)).
> Esta perspectiva, segundo observa se nos doadores de sangue que se
encontram positivo ao teste, vai aumentando com a idade, sobretudo se
ultrapassa os 40 anos.
> Calcula-se que entre 6 e 10 milhões de europeus tem hepatite c, quer
dizer, são soropositivos ao chamado teste da hepatite c e teriam alguma
transaminase hepática elevada. Destes 3,4 milhões tem hepatite crônica.
> Esta alteração tem uma distribuição tão ampla na Europa que os hepatólogos
europeus reunidos em Viena ao apresentar um relatório 'a Comissão de Saúde
Pública da Comissão Européia a fim de que o Parlamento Comunitário adotasse
medidas pertinentes para a hepatite c seja declarada um problema prioritário
da saúde pública (ref. 11).
> Em 1994 calculavam-se uns 50 milhões de pessoas infectadas em todo o
mundo, das quais 400.000 seriam espanholas. Assim se realizassem testes
sorológicos de hepatites de qualquer tipo, se observaria que um grande
número de cidadãos de nosso meio seriam positivos, tal e como demonstraram
os estudos que haviam sido realizados.
> De fato "a maioria dos portadores desconhece que estão infectados, porque
a infecção é assintomática". (ref. 1).
> Em 1997 calculava-se mais de meio milhão de infectados na França, a imensa
maioria dos quais eram assintomáticos e os 80% dos quais ignorantes de seu
estado de soropositividade. Um grande número de infectados pelo suposto
vírus da hepatite c desconhecem permanentemente sua situação e escapam do
sistema de controle da saúde. (ref. 2).
> Em 1991 (época em que o teste da hepatite c não era usado) em 1% dos
pacientes que ingressavam em um grande hospital urbano eram VHB positivos,
porém os 90% deles não haviam sido detectados (ref. 3).
> Neste mesmo ano uns 15% dos trabalhadores sanitários apresentavam
positividade para um ou mais dos marcadores sorológicos da hepatite B. (ref.
3).
> Em um amplo estudo se detectou que ¾ parte dos médicos clínicos gerais
detectavam em 1996 ao menos um caso de hepatite c em cada ano na França. Por
outro lado, a proporção da soropositividade nos testes é notavelmente alta:
¼ dos testes específicos que se realizam para o suposto vírus da hepatite c
resultam positivos (ref. 2 ).
> Nos países do Mediterrâneo de 1-2% dos doadores de sangue eram VHC
positivos em 1994.(ref. 1).
> No último decênio, além do mais, se assiste a uma notável diminuição da
incidência das hepatites A e uma diminuição da hepatite B, porém, pelo
contrário, se tem observado uma elevação para a hepatite c (ref. 1).
>
> Nota 2:
> Não estão claros os grupos de risco em hepatite c.
> O suposto vírus da hepatite c não se transmite em absoluto por via oral e
só excepcionalmente se transmite por via sexual. (ref. 1). Este vírus se
transmite quase exclusivamente por via parenteral (através de agulhas
contaminadas, transfusões de sangue, etc). Nos países do Mediterrâneo de
1-2% dos doadores de sangue eram VHC positivos em 1994. (ref. 1).
> Sem dúvida, uns 40% dos portadores não pertenciam a nenhum grupo de risco,
por muito que fidedignamente se indagasse. (ref. 1 e ref. 4).
> Esta cifra aumenta a mais de 50% na Espanha em 1991.(ref. 2). Para
explicar esta grande proporção de pacientes infectados sem causa aparente,
supõe-se que os mesmo (que quase nunca são jovens) "provavelmente se
infectaram há muitos anos, quando se utilizava material não esterilizável e
se compartilhavam seringas" (ref. 1) a afirmação mais cômoda que é só
especulativa, é improvável e poderia ser aplicada (sem possibilidade de ser
refutada) a discrição a qualquer doença ou alteração, não infecciosa, senão
simplesmente transmissível.
> Afora esta grande proporção de infectados sem grupo de risco conhecido, o
fato de que inclusive pacientes totalmente assintomáticos e com
transaminasas normais podem evoluir a hepatite crônica questiona a etiologia
e natureza "oficial" desta doença. (ref. 4).
>
> Nota3:
> Período de ativação do suposto vírus da hepatite c.
> Assim é que se chegasse a ativar, o período de "incubação" do suposto
vírus da hepatite c é notavelmente extenso, permanecendo silencioso durante
um larguíssimo período, que pode chegar a 30 anos.
> Durante este largo período de latência o portador não tem nenhum sintoma e
não se intera que esta infectado a não ser que se realize por qualquer
motivo o teste específico. (ref. 1).
>
> Nota 4:
> O papel dos antimicrobianos na etiologia da hepatite c
> As hepatites são doenças cujas incidências estão aumentando
progressivamente durante o presente século na maior parte dos paises, sobre
tudo, desde a segunda metade deste, coincidindo com o uso cada vez mais
generalizado e intenso de drogas farmacêuticas, especialmente com o uso de
antibióticos e outros antimicrobianos.
> Sua importância epidemiológica e econômica é muito superior ao da aids.
> A base biológica deste dano hepático, que implicaria milhões de dólares de
demanda contra as indústrias farmacêuticas, pode estar na extraordinária
sensibilidade das células hepáticas (hepatocitos) à ação destes produtos. Os
hepatócitos são extraordinariamente ricos em mitocôndrias, que são a chave
da energia que move a célula: são, de fato, antigas bactérias elementares
(que contam com seu próprio ADN) que tem sido incorporadas dentro de novas
células. Um doente com hepatite tem suas mitocôndrias afetadas, por
intoxicação, mas assim como o ADN do núcleo celular tem mecanismos de
auto-reparação como a Transcriptasease Reversa, os "ADN mitocôndriais"
carecem deles.
> Os antimicrobianos e, especialmente os antibióticos, se destinam
aparentemente a matar "bactérias", porém danificam também a estas "bactérias
incorporadas" que são nossas mitocôndrias, especialmente as existentes nos
hepatocitos. Cada hepatocito tem umas 10.000 mitocôndrias, enquanto que nas
células nervosas tem milhões, em uma célula normal tem somente umas 100.
Desde a década de 50 em determinadas zonas do planeta se tem observado um
aumento crescente na administração de antibióticos e outros antimicrobianos
e, paralelamente, nestas zonas se tem observado um aumento das doenças de
Parkinson e especialmente das hepatites (especificamente da hepatite c).
>
> Nota 5:
> Transmissão iatrogênica da hepatite c
> Além do mais da transmissão por injeções de transfusões e hemoderivados,
tem-se detectado esta hepatite no uso de drogas recebidas por via
parenteral, infecções hospitalares, tratamentos com aparatos de hemodiálise
e receptores de transplantes.(ref. 3).
> O uso de hemoderivados contaminado pode fazer assim mesmo infectado o
material de hemodiálese e de uso sanitário, mais recentemente. "Esta doença
tem sido produzida, em uma grande proporção, pelo uso de produtos derivados
do sangue que se recolheu nos anos 80 nos meios de alto risco infeccioso
(entre eles, as prisões)" (ref. 2).
> Estudos internacionais confirmam a cirurgia como fator de risco comprovado
para a hepatite c. Em um estudo realizado em nosso país em 1996 mais da
metade dos casos apresentava antecedentes de tratamento cirúrgico de algum
tipo, correspondendo em 37,5% das mesmas a intervenções ginecológicas. (ref.
5).
> Assim é, a exceção dos drogadependentes que injetam heroína mediante
seringas que compartilham a maioria das hepatites c presentes no mundo tem
sido transmitidas "iatrogênicamente" quer dizer (involuntária, porém
efetivamente) pelo próprio sistema sanitário, mediante material ou
preparados previamente contaminados.
> Este fato, ainda sendo tacitamente aceito, é habitualmente muito pouco
comentado, quando não silenciado pela mídia e inclusive pelos trabalhos
científicos, a imensa maioria dos quais estão direta e indiretamente
financiados pelos grandes laboratórios farmacêuticos, talvez porque se
reconhecido abertamente seriam devedores de indenizações multimilionárias.
>
> Nota 6:
> "O Teste sorológico da hepatite c" não demonstra seu caráter vírico nem
infeccioso.
> O chamado "teste sorológico da hepatite c" o único que detecta a presença
de anticorpos que se produzem meio ano depois de aparecer certos péptidos
análogos presentes nos infectados. (ref. 3-4).
> Em abril de 1989, pesquisadores de Chirom Co. Publicaram um artigo
científico que afirmava ter descoberto o pressuposto vírus causador da
hepatite nem a nem b, identificando-o como um RNA-vírus monocatenário não
circular de uns 9400 nucleotídeos.
> A mesma Corporação Chirom que descobriu em 1990 o suposto RNA-vírus da
hepatite c, disse quase a continuação ter desenvolvido (Choo, Kuo e Cols) um
teste para analisar a presença de anticorpos frente a um componente
estrutural do "vírus", um polipeptídico de 527 aminoácidos chamado C100
teste que por suposto patentearam internacionalmente.
> Melhoras ulterior ao teste do suposto vírus da hepatite c agregaram à
detectação do polipeptídico C10, os polipeptídicos C33 e o C22. Certas
melhorias do teste se tem produzido nos dois últimos dois anos.
> Atrás da multimilionária comercialização dos testes de confirmação da
hepatite c patenteados pela Chiron Corporation (no ano seguinte da
detectação do suposto vírus da hepatite c) se observou que este teste
resultava positivo em 90% das hepatites post-transfusionais e em 40% das
esporádicas. (ref. 9).
> Porém não é um RNA-vírus o que se detecta diretamente nos testes
sorológicos, senão "peptídeos análogos", que são fragmentos de "proteínas
recombinadas" (sem estrutura terciária). A origem deste "peptídeos
análogos", (patenteados por Chiron Co.) sugere por outro lado que os mesmos
dever ser considerados melhor como "marcadores de estresse celular" de
qualquer tipo, que detectadores de partes de verdadeiros vírus:
> Os pesquisadores de Chiron Co. Obtiveram um fragmento de RNA (que não
tinha porque ser necessariamente um vírus) de um chipanzé que tinha uma
infecção extraordinariamente elevada das então chamadas hepatites nem a nem
b, infeciosidade que, por sua vez por um hemofílico infectado de hepatite
nem a nem b, o qual havia recebido repetidamente hemoderivados concentrados
de fator VII de coagulação procedente de outras pessoas. (ref. 3-15).
> Na realidade o que tais pesquisadores obtiveram foi uma muito hetereogênea
população de moléculas RNA cujo intervalo de tamanho aproximado foi estimado
entre 5.000 a 10.000 nucleotídeos. Alguns artigos tem feito conjecturas a
respeito das duas formas presentes em tais misturas heterogênicas, "Formas"
que os autores denominam " vírus-like"(parecidas a vírius).
> A falta de veracidade sugere, sim concretamente mais, estas entidades
quase-fantasmagóricas "vírus-like". Um jogo de palavras: como muito bem sabe
um virólogo, a partícula "vírus-like" são muita conhecidas e relativamente
freqüente, e não são vírus.
> A realidade é que, 27 anos depois de ter designado a hepatite nem a nem b,
e 8 anos depois de apresenta-la com pompa e circunstância na sociedade, o
suposto vírus da hepatite c nem foi possível ser isolado, nem cultivado, nem
clonado, nem fotografado jamais; nem se sabe em que lugar da célula se pode
produzir o suposto vírión ou as partículas que são atribuídas. Dificilmente
poderá no futuro isola-se, cristalisar-se, cultivar-se, fotografar-se, etc.
> Isto é comprovação da inexistência de vírus.
> Em uma das formas "vírus-like" pareceu que o suposto "vírus" havia sido
identificado mediante imunomicroscopia eletrônica, como icosedros não
empacotado de 27 mm. aproximadamente de diâmetro, "parecidos com" "os
calicivirus. Em outra das formas pareceu que o suposto vírus fosse de maior
tamanho, com um genoma de RNA monocatenario", assemelhando-se "a um
togavirus ou a um flavivirus. Desta muito hetereogênea população escolheu-se
de uma determinada seqüência nucleótida, da que se obteve um clone de ADN
complementário".
> Deste clone de ADN complementário, que é simplesmente um fragmento de
"material genético" (não necessariamente um vírus), se obtiveram sintética e
recombinantemente mediante a transcriptease reversa. (ref. 6).
> Os peptídeos envolvido nos testes de hepatite c. Esta longa e análoga
procedência sugere que tais polipeptídicos são, sobre tudo, eficazes
marcadores ou provas de altos níveis de estresse biológico e imunológico
presentes em alguma parte do organismo que é testado.
> Em seus artigos publicados, os autores se limitaram então em dizer que
tais polipeptídicos estavam fortemente "associados" ou relacionados
("closely associated") com as hepatites "nem a nem B". Sem dúvida, por um
conhecido (e nada corrigido) abuso da linguagem, a divulgação
cientifico-sanitária ulterior tem apresentado um fato (porém
injustificadamente) como uma "proteína do vírus causante da hepatite c".
> Além do mais, os polipeptídicos e proteínas (Antígenos e Anticorpos)
envolvidos nos testes das hepatites tem aparentemente milhares de
aminoácidos, porem quando nos testes reagem, na realidade só o fazem por
lócus chamados epitópos que contem muito poucos aminoácidos (uns 4-10
geralmente), sendo além do que estes epitopos fisioquimicamente muito
hábeis.
> Estes polipeptídicos e proteínas podem ter além do que, muitas outras
interpretações distintas além de ser, forçosamente, partes procedentes de um
"vírus" casual.
> O enorme parecer clínico da hepatite b e c (cujos vírus "oficiais" são tão
diferentes) suscita a este respeito dúvidas imediatas. Como temos dito é
lógico pensar que podem ser produtos ou marcadores de determinado estresse,
envenenamento e imunodestruição celular (especialmente dos hepatocitos, ou
de suas (intoxicadas) mitocôndrias)...Cuja origem industrial, iatrogênica e
ou narco-aditivo todos suspeitamos.
> Ou, em resumo os microorganismos (um ou vários) oportunistas que
proliferam como conseqüência de uma patologia desvitalizadora previa comum e
que seriam efeitos, não causa.
> Os polipeptídicos e proteínas que detectam os teste poderiam ter sua
origem em nosso próprio organismo. Um exemplo histórico deste erro
interpretativo o tem na famosa p80 e p120, que se acreditavam
"polipeptídicos víricos" detectados nos teste da aids e que, no final,
resultaram simples polímero da actínia, que é um peptídeo de uns 40
aminoácidos universalmente presentes nos músculos.
> Sabe se inclusive que em nossas células, em determinadas circunstâncias
podem produzir proteínas cuja origem não dependa em última instância de
nenhum gen existente em nosso DNA e ou RNA: ainda não tem nenhum modelo para
explicar isto, os fatos são assim.
> Tem-se relacionado até 70 causas distintas (entre elas doenças crônicas,
entre as que se encontram as hepatites crônicas) que geram proteínas novas
que são nossas, porém análogas; e que geram, portanto respostas de nossos
anticorpos (que são um tipo de auto-anticorpo) contra estas novas proteínas.
> Hepatites totalmente não infeccionas, como a hepatite crônica autoimune ou
doenças nas quais aparecem elevações importantes de imunoglobinas podem dar
falsos positivos a estes testes. (ref. 6).
> Os fragmentos de "material genético" que estão involvidos neste teste são
do tipo RNA e, ao contrário dos verdadeiros vírus (que são notavelmente
estáveis), demonstram uma extraordinária variabilidade. (ref. 15-17) e não
guardam nenhuma homologia com o VHA, VHB, nem com nenhum retrovírus ou outro
vírus de hepatite conhecido (ref. 3).
>
> Nota 7:
> O suposto vírus causador da hepatite c nunca foi demonstrado
> O conhecimento do suposto vírus da hepatite c é muito recente: até 1988 se
desconhecida à existência e até 1990 não se descobriu um teste sorológico
para detecta-lo. (ref. 1) A diferença do vírus da hepatite a (visualizado em
1973) e hepatite b (visualizada em 1970), o suposto vírus da hepatite c
jamais foi cultivado, nem replicado in-vitro, nem visualizado, nem
fotografado, nem cristalizado, nem clonado, nem passou pelas provas
elementares que em virologia se exigem para confirmar a existência de um
novo vírus, nem se tem idéia do lugar ou processo em que se forma as
supostas partículas víricas (ref. 13-15-17).
> Um apriorismo (provavelmente nem tão ingênuo ou acidental como possa
parecer) tem requerido que a causa e critério principal da classificação das
hepatites tenham que ser forçosamente infecciosa, só porque nas das
primeiras hepatites (a e b) se encontrou e demonstrou (com fotografias,
cristalização. cultivos, clonagem e sequenciação) sendo marcadores víricos.
> No caso da hepatite c, esta "devia" ser infecciosa e, concretamente
"vírica" apesar de que não se demonstrou (e segue sem ser demonstrado,
segundo os critérios admitidos em virologia) a existência de vírus , nunca;
se esperou os anos que fossem necessários até encontrar os vírus causantes,
denominando-se até então esta hepatite negativamente, como "nem a nem b",
devido a que resultava negativa toda sorologia frente a hepatite a e b e
devido a impossibilidade de detectar o mais mínimo rastro não vírico, senão
de simples material genético. (DNA, RNA ou seus fragmentos) no sangue dos
infectados, apesar dos poderosos meios da virologia, os microfiltros e a
microscopia eletrônica existentes nas décadas de 60,70 e 80.
> O máximo que te tem chegado a constatar-se na hepatite c é que existem
elementos envolvidos em tais hepatites que são "filtráveis" e podem
transmiter-se tais hepatites por injeção de sangue infectado, ou de seus
derivados. Isto não indica que tais elementos filtráveis e transmissíveis
tenham que ser forçosamente vírus, pois os micoplasmas, as proteínas e
muitas outras macromoléculas, também são filtráveis e transmissíveis, e não
são vírus.
>
> Nota 8:
> A origem da hepatite c pode ser tóxica
> Sem necessidade de acusar nenhum vírus ou a algum outro microorganismo,
numerosas situações e substâncias podem produzir e de ordinário produzem
hepatites (incluindo a nem a nem b) e dano celular (com saída de fragmentos
de material genético, entre ele RNA) e liberação de proteínas análogas
detectáveis ambas por testes sorológicos de Antígene-Anticorpo.
> Podem documentar-se perfeitamente a respeito o dano hepático e as
hepatites produzidas por: álcool, antibióticos, anestésicos,
antiepilépticos, antihipertensivos, diuréticos, laxantes, antidepressivos,
antiinflamatórios, antifúngicos, antivirais, antagonistas do cálcio,
imunusupressores, hipolipemiantes. Assim mesmo, produzem colestases os
esteróides anabolizantes, anticoncepcionais, antitiróideos, antidiabéticos,
tranqüilizantes, anticancerígenos e imunossupressores. Situações
psicosomaticamente associadas com a aparição ulterior de hepatites e
alterações biliares inclusive estresse, contrariedades gerais, rancor. etc.
>
> Nota 9:
> A chamada prova RNA-VHC
> Desde há uns poucos anos uma nova e cara técnica esta sendo utilizado
crescentemente para demonstrar, segundo nos dizem, a presença do suposto
vírus da hepatite c, assim como sua quantidade no sangue.
> Se trata da determinação da "carga viral" mediante a técnica do PCR.
> A chamada prova de RNA-VHC por Reação em cadeia da Polimerasa (PCR)
detecta (e pretende quantificar) pequenas seqüências concretas do dito
material genético tipo RNA. Da positivo em 90% dos pacientes com hepatite c,
os quais é automática (porém injustificadamente) interpretada como prova de
"vírus ativo".
> Esta prova é sem dúvida muito utilizada porque se pode "negativar"
transitoriamente no transcurso dos (potentes, caros e agressivos)
tratamentos com Interferon, assim se é que o paciente resiste tais
tratamentos e quando tais tratamentos conseguem baixar as transaminasas.
> Os pesquisadores de Chirom Corporation, mediante a detecção de seqüências
"RNA_VHC" por PCR (nota-se o abuso da linguagem), indicam que os pacientes
soropositivos ao chamado teste do vírus da hepatite c tem elevada
"probabilidade" de ser "RNA-VHC" positivos que eles chamam (virémicos). No
entanto, o fato contraditório de encontrar casos de RNA-VHC positivos
(virêmicos) em pacientes soronegativos ao chamado teste do vírus da hepatite
c coloca em dúvidas a validade de ambos os testes.
> Por outro lado Kary Mullis (o próprio descobridor da técnica da PCR, e
pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1993) disse claramente que
esta técnica não serve para a medição quantitativa do material genético ou
de vírus presentes no tecido.
> A moderna técnica da PCR não pode replicar vírus: só pode duplicar
partículas de aproximadamente 200 letras genéticas. Porém como o suposto
vírus da hepatite c diz que tem 9.400 letras genéticas: só por isso não se
pode quantificar este suposto vírus. Por isto a PCR na realidade tampouco
serve para medir qualitativamente sua existência, visto que em geral
amplificado é uma porção muito minúscula de material genético, cuja
natureza, origem e vinculabilidade com um suposto vírus...Só podemos
especular.
> A própria técnica da duplicação sucessiva tem muito pouco fiável o uso da
PCR como medidor.
> Quando um pedaço de RNA deve duplicar-se sucessivamente mediante a técnica
da PCR, deve primeiro copiar-se a ADN, porém com ele aparecerá os 90% de
"exumes" (traços genéticas sem informação relevante), com o que se copia é
na realidade algo muito raro.
> As uniões dos exumes com os "entrone" (traços genéticas com informações
relevantes) tem determinadas características. Os desenhistas das provas de
PCR tentam escolher seqüências iniciadoras (que somente tem uma longitude de
umas 20 letras genéticas) tal que sua primeira metade corresponda ao inicio
de um exon e uma segunda metade corresponda ao inicio de outro exon, do
suposto vírus da hepatite c. Muitos testes da PCR que dariam negativo ao
trabalhar com semimetades de 2 exume distinto (ou outro mais se o
compararmos com o ARN original, no que o entrone se mesclam com os exumes),
dariam positivo se trabalharam com um só exon. Ademais, 20 letras genéticas
como traço de partida podem encaixar em numerosas tramas do ARN, máxima se
mudamos a temperatura, pH, carga iônica, etc.
> O ADN obtido na moderna técnica da PCR deveria depois copia dezenas de
vezes, duplicando cada vez, e parando quando chegam aproximadamente 10.000
cópias de unas 200 letras de longitude.
> O processo de duplicação está submetido a uma grande margem de variação
(assim tem mais uniões C-G falhará menos que se têm mais uniões T-A; e ou
assim se baixa à temperatura se uniram mais; e o processo dependerá dos íons
minerais presentes, etc.) Isto nos leva uma grande margem de erro, que se
amplifica sucessivamente a cada "duplicação automática" que se realiza na
PCR.
> Os resultados da PCR são tão amplos como contraditórios. A moderna Técnica
da PCR dá resultados que de ordinário indicam que em um milímetro cúbico
existiram milhares de "cópias" (de umas 200 letras genéticas cada uma) que
se associam ao suposto vírus da hepatite c. Porém se assim tal concentração
de vírus fosse certa, então qualquer biólogo de primeiro ano isolaria
sinceramente, mediante as conhecidas técnicas virológicas convencionais, sem
necessidade do uso da PCR.
> Apesar de tudo isso, a PCR se usa cada vez mais para amplificar fantasmas
polinucleótidos "cópias" que se apresentam tacitamente como "vírus" ou
"carga viral".
> A determinação da dita "carga viral" se tem convertido em um gigantesco
maquilador técnico e lingüístico dos especuladores, polêmicos e
indemonstrado "vírus", e ademais, em um grande negócio, já que uma carga
viral custa 10 vezes o que custaria um teste de anticorpos tradicional.
>
> Nota 10:
> Prognóstico da hepatite c
> A periculosidade da hepatite em geral e especialmente da hepatite c esta
sendo exagerada, quem sabe por interesses farmacêuticos e também pelos
fenômenos de amplificação que se produzem na mídia e na opinião pública.
> Em uma análise retrospectiva realizada em 1997, o 80-90% dos que padeciam
de hepatite c esporádica e os 50% dos portadores atendidos convencionalmente
por hepatite c não evoluíram a hepatite crônica hepática, qual só pode ser
diagnosticada facilmente mediante biopsia (e, ainda que se produza, não é
contagiosa).
> A evolução de uma hepatite c crônica, assim é que se produz, requer várias
décadas e "em muitos pacientes a evolução é tão lenta que não chega a
produzir um incremento da morbilidade-mortalidade" (ref. 9).
> Ainda que se produza uma hepatite crônica com o transcurso dos anos, os
80% dos atendidos não evolucionam a cirroses hepáticas, não é contagiosa, e
os 95% (em nosso país mais de 99% (ref. 5) não formaram em toda sua vida um
câncer de fígado (que, ainda chegasse a produzir-se, no é contagioso) (ref.
2). Outros estudos confirmam estas cifras. (ref. 3-4)).
> De ocorrer, a evolução para a cirrose se produz ao cabo de várias
décadas.(ref. 11), sobre tudo em pacientes que seguem tomando álcool ou
drogas; ainda assim a sobrevivência dos cirróticos não descompensados é
superior a 90% aos 5 anos; só um 5% dos cirróticos compensados se
descompensam cada ano e só um 1-2% dos cirróticos pelo suposto vírus da
hepatite c desenvolvem uma hepatocarcinoma cada ano.ref. 9).
> Esta confirmada que o suposto vírus da hepatite c por si só não tem
capacidade oncogenética (ref. 13).
>
> Referencias:
> Referencia 1: Declaraciones de Rafael Esteban Mur, Director del
Departamento de Hepatología del Hospital Universitario de Vall d'Hebron en
Barcelona, en: Suplemento de Salud del diario «El Mundo», número 119, 15 de
septiembre de 1994, página 8.
> Referencia 2: Estudio realizado en la Red de Vigilancia Epidemiológica
'Sentinelles' por del grupo de especialistas de la Unidad 444 del INSERM,
patrocinado por la Direction Générale de la Santé francesa, publicado en el
«Bulletin épidemiologique hebdomadaire», número 23, 1997, citado por
Jean-Yves Nau en diario «Le Monde», 22-JUN-1997, página 10.
> Referencia 3: Harrison, «Principles of Internal Medicine», 1991.
> Referencia 4: Francisco Javier Panadero Carlavilla: «Revisión:
Actualización en Hepatitis C», en Panorama Actual del Medicamento, número 18
(175), páginas
> 296-299, editado por el Consejo General de Colegios Oficiales de
Farmacéuticos, 1994.
> Referencia 5: J.T. Gómez Sáenz, et alters: «Hepatitis C en Atención
Primaria», publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Enero
de 1998, páginas 47-56.
> Referencia 6: M. Castro Pazos, et alters: «Hepatopatía crónica secundaria
a Hepatitis por virus C en Atención Primaria», publicado en la revista de
«Salud Rural», Estado español, Segunda Quincena de Abril de 1995, páginas
15-22.
> Referencia 7: Luís Salvador López Herrero y María del Carmen Rodríguez
García:
> «Hepatitis C y fenómenos de autoinmunidad», Semergen, Estado español,
Junio 1997, páginas 363-365.
> Referencia 8: Romero Portales M, De Diego Lorenzo A, Rivera J, et alters.
«Manifestaciones reumáticas y autoinmunes en pacientes con infección crónica
por el virus de la hepatitis C». Rev. Esp. Enferm. Dig. 1997; 89: 591-4.
> Referencia 9: M. Hombrados, J. Santos (Servicio del Aparato Digestivo del
Hospital Universitari «Germans Trias i Pujol» de Badalona): «Hepatitis C:
Primera década»,
> Siete Días medico, número 371, 19 de Junio 1998, páginas 63-70, Estado
español.
>  Referencia 10: S. Ruiz Jordan, et alters: «Liquen plano oral y Hepatitis
C», publicado en la revista de «Salud Rural», Estado español, Primera
Quincena de Noviembre de 1995, páginas 13-26.
> Referencia 11: Jaime Miranda: «Todos contra la Hepatitis C», publicado en
Previsión, número 112, p 37, Estado español.
> Referencia 12: Asociación Española para el Estudio del Hígado (AEEH):
«Estudio
> Epidemiológico Multicéntrico Nacional sobre la Hepatitis Crónica»,
realizado en 64 centros hospitalarios españoles, Julio 1991.
> Referencia 13: Jaime Miranda: «Puesta al día en Cannes sobre las Hepatitis
Virales: El mayor problema de Salud Publica del Mundo», publicado en
Previsión, número
> 75, páginas 34-35, Estado español.
> Referencia 14: Trabajo de Reichard et cols publicado en The Lancet y
referenciado en «Interferón mas ribavirina en la Hepatitis C», publicada en
Siete Días médico, número 369, 5 de Junio 1998, página 56, Estado español.
> Referencia 15: J Manzana: «Las hepatitis virales: A mas investigación,
mayor numero de interrogantes», publicado en la revista Sistole, Suplemento
'La investigación en Gastroenterología', Estado español.
> Referencia 16: Qui-Lim Choo, George Kuo, Amy J. Eeiner, Lacy R. Overby,
Daniel W. Bradley, Michael Houghton: «Isolation of a cDNA Clone Derived from
a Blood-Borne Non-A, Non-B Viral Hepatitis Genome», Science, volumen 244, 21
de abril de 1989, páginas 359-362.
> Referencia 17: Pei-Jer Chen, Meei-Hua Lin, Su-Jen Tu, Ding-Shinn Chen:
«Isolation of a Complementary DNA Fragment of Hepatitis C Virus in Taiwan
revelated Significant sequence variations compared with other isolates»,
Hepatology, volumen 14, número 1, 1991.
> Referencia 18: David T. Wong: «Have you seen the Hepatitis C virus?»,
Hepatology, volumen 24, número 2, 1996, páginas 465-466, comentando a:
Mizuno M, Yamada G, Tanaka T, e alters: «Virion-like structures in Hela G
cells transfected with the full-length sequence of the hepatitis C virus
genome», Gastroenterology 1995; 109: 1933-1940.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1476 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Dom, 25 de Nov de 2001 5:00 am
Assunto: RE: Notas sobre la hepatitis c
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Buenas noches:
                         no Jose, no conozco version en ingles. Creo que no hay.
El articulo es de un site (www.free-news.org) donde los trabajos originales son
en español y en catalan. Y hace pocos dias recibi de un compañero de otro grupo
la traduccion de varios articulos que el hizo al portugues, entre ellos el de la
hepatitis c.
                          En la seccion de los articulos sobre hepatitis dice: 
"Los doctores Francisco Javier Martínez Ruiz y Maria Jesús Clavera ofrecen una
dirección de correo electrónica para quien quiera realizar consultas sobre
hepatitis:
consulta@..." Tal vez escribiendole al dr Martinez Ruiz el
pueda informar si hay traduccion al ingles de su articulo"
                          Hace mucho, cuando comence mis pesquisas en internet,
encontre ese site. Tiene articulos muy interesantes. Ellos tiene relacion con
otros grupos y organizaciones disidentes como "Mundo sin SIDA", Plural 21 ( ex
Cobra) y Asociacion de Vencedores del SIDA y la revista de A.M.C.( Asociacion de
Medicinas Complementarias). Esta revista es excelente, lo mejor que conozco en
español. Yo pude comprar algunas en Buenos Aires. Se pueden leer los indices de
los numeros publicados (http://www.amcmh.org/indrevis.htm) y unos pocos
articulos on-line.(http://www.amcmh.org/ArtDisp.htm) No se si sera posible
conseguirla en Brasil.
                           Free-News comenzo hace unos meses una english version
de la page (http://www.free-news.org/indeuk.htm) pero no es muy completa. Por
ahora no esta ninguno de los articulos sobre hepatitis c. Tal vez en las
proximas actualizaciones...
                           Besos
                                       Gabriela
PD: Tal vez nuestros compañeros ingleses y estadounidenses deban aprender a
hablar en español, portugues o catalan. Nosotros ya tenemos a nuestra amiga Lana
en la vanguardia de esta tarea ;o)



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1477 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Dom, 25 de Nov de 2001 9:16 pm
Assunto: Revendo o valor nutricional da Soja
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Ninguem mais do que eu sente em trazer a tona
assuntos como esses. Esse tipo de assunto leva
sempre a celebre pergunta : Então eu vou comer o que ?
Logo agora que eu achava a soja uma boa. Em quem
vou acreditar ?

http://www.mercola.com/article/soy/

http://www.soyonlineservice.co.nz/

Decidam por sí próprios.

Jose

#1478 De: Ricardo Petraglia <petra@...>
Data: Seg, 26 de Nov de 2001 3:18 pm
Assunto: Macintosh PowerBook g3 233
petra@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Pessoal, caso alguem se interesse, estou vendendo o melhor computador
que já tive, porque dei um upgrade.

Macintosh PowerBook G3/233 com 32ram (pra aumentar o ram é baratinho, +
ou - R$70,00)
Sistema 9.1, com programas instalados ou não.
Original Price: U$2300, U$3000,
Est. Current Price: U$900-U$1300 in the USA
Único dono, VENDO PELA MELHOR OFERTA em U$

Checar as informações técnicas sobre o computador em

http://www.everymac.com/systems/apple/powerbook_g3/stats/powerbook_g3_233.html

Tratar com Ricardo em <petra@...> ou pelo telefone 021-
22390715

#1479 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Seg, 26 de Nov de 2001 5:02 pm
Assunto: Los portadores de hiv no aparecen
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Por que sera que no aparecen? Cual sera la verdadera causa?
Para pensar, no?
                                     Gabriela


24/11/2001 -
21h05
Portadores com HIV do centro não aparecem em reunião

da Folha de S.Paulo
Ninguém apareceu no "grupo de adesão" da última sexta-feira no SAE-DST/Aids de
Campos Elíseos. A sigla indica um dos serviços de atendimento especial da
Secretaria Municipal da Saúde, e o bairro, na região central, é um dos campeões
de mortes por Aids na cidade de São Paulo.
O distrito de saúde de Santa Cecília, onde fica Campos Elíseos, registrou 78
mortes por Aids no ano passado, ou 36,73 óbitos por 100 mil habitantes. O
coeficiente é três vezes superior ao da média registrada na capital paulista.
Na cidade toda, foram 1.427 mortos em decorrência da doença em 2000. No primeiro
semestre deste ano, morreram 575 pessoas.
Desde o fim de 1996, quando o coquetel de três drogas contra Aids passou a ser
distribuído gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), o número de mortes
começou a diminuir, mas, nos últimos dois anos, praticamente estacionou.
Resistência ao tratamento
Se os remédios de fato aumentam a sobrevida, só estaria morrendo quem abandona o
tratamento. Essa é a tese comum entre a grande maioria dos médicos.
"Morre quem não toma os remédios", diz Marinella Della Negra, do Emílio Ribas.
No seu serviço, ela estima que de 60% a 70% dos óbitos se devem à falta de
adesão ao tratamento. Outros 20% a médica atribui ao diagnóstico tardio, e o
restante das mortes à resistência manifestada pelo organismo aos medicamentos.
Além desses fatores, o médico Fábio Mesquita, que coordena o programa municipal
de DST-Aids, acrescenta a associação da Aids com a hepatite C, o que,
aparentemente, agrava a evolução da doença. "Estamos começando um estudo
científico para saber por que as pessoas continuam morrendo", diz Mesquita.
"Então iniciaremos um programa para mudar esse quadro."
A partir dos atestados de óbito, um grupo de profissionais localizará os
prontuários e levantará as condições de vida e de saúde das vítimas da doença,
de forma a entender a razão de suas mortes.
Muitos dos serviços do Estado e da prefeitura estão formando os "grupos de
adesão", na tentativa de atrair aqueles doentes de Aids que têm maior
dificuldade em manter o tratamento.
No SAE-DST/Aids de Campos Elíseos, em torno de 850 pacientes recebem o coquetel.
Cerca de 20% acabam abandonando o tratamento ou deixando de tomar os remédios
corretamente.
O encontro da última sexta-feira era justamente para reunir essas pessoas. A
sala ficou vazia. "Tá difícil de engolir? Venha se juntar ao grupo de adesão",
dizia um cartaz preso na porta da sala onde aconteceria a reunião. A frase foi
tirada de uma coletânea de textos sobre a dificuldade de tomar os remédios,
coordenada pela psicóloga Vera Paiva, do Nepaids, núcleo de estudo sobre Aids da
USP.
"Estamos procurando ir às casas dos pacientes que abandonam o tratamento", diz a
infectologista Valquíria Carvalho Brito, diretora do SAE de Campos Elíseos.
Lidando com uma população de profissionais do sexo, moradores de rua e de
cortiços, o contato, muitas vezes, fica impossível.
Mariangela Camargo Mesquita, psicóloga da mesma unidade, diz que muitos se
recusam a tomar o medicamento como uma forma de negar a doença. "Os pacientes
costumam dizer que, quando não tomavam remédio, sentiam-se bem e que, quando
entram no posto de saúde, já se sentem doentes", diz Mariangela.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1480 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Seg, 26 de Nov de 2001 10:37 pm
Assunto: Re: Los portadores de hiv no aparecen
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
"Os pacientes costumam dizer que, quando não tomavam remédio, sentiam-se bem
e que, quando entram no posto de saúde, já se sentem doentes", diz
Mariangela.
-----------------------------------

Nesse caso mais uma vez os médicos estão ignorando as evidências.
A pergunte que se faz é : Por que os pacientes se sentiam melhor
quando não tomavam remédio ?
Por que o AZT já foi chamado de " Death by Prescription" ( morte
receitada) pelo simples fato de que os pacientes que não tomavam o
AZT viviam mais doque aqueles que o tomavam ?

Mas para quem ainda acha que os " remédios são distribuidos gratuitamente"
tudo é possível até achar que " morre quem não toma o remédio".
No caso do AZT ficou provado exatamente o contrário.

Jose Luiz



-----
> Por que sera que no aparecen? Cual sera la verdadera causa?
> Para pensar, no?
>                                     Gabriela
>
>
> 24/11/2001 -
> 21h05
> Portadores com HIV do centro não aparecem em reunião
>
> da Folha de S.Paulo
> Ninguém apareceu no "grupo de adesão" da última sexta-feira no
SAE-DST/Aids de Campos Elíseos. A sigla indica um dos serviços de
atendimento especial da Secretaria Municipal da Saúde, e o bairro, na região
central, é um dos campeões de mortes por Aids na cidade de São Paulo.
> O distrito de saúde de Santa Cecília, onde fica Campos Elíseos, registrou
78 mortes por Aids no ano passado, ou 36,73 óbitos por 100 mil habitantes. O
coeficiente é três vezes superior ao da média registrada na capital
paulista.
> Na cidade toda, foram 1.427 mortos em decorrência da doença em 2000. No
primeiro semestre deste ano, morreram 575 pessoas.
> Desde o fim de 1996, quando o coquetel de três drogas contra Aids passou a
ser distribuído gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), o número de
mortes começou a diminuir, mas, nos últimos dois anos, praticamente
estacionou.
> Resistência ao tratamento
> Se os remédios de fato aumentam a sobrevida, só estaria morrendo quem
abandona o tratamento. Essa é a tese comum entre a grande maioria dos
médicos.
> "Morre quem não toma os remédios", diz Marinella Della Negra, do Emílio
Ribas. No seu serviço, ela estima que de 60% a 70% dos óbitos se devem à
falta de adesão ao tratamento. Outros 20% a médica atribui ao diagnóstico
tardio, e o restante das mortes à resistência manifestada pelo organismo aos
medicamentos.
> Além desses fatores, o médico Fábio Mesquita, que coordena o programa
municipal de DST-Aids, acrescenta a associação da Aids com a hepatite C, o
que, aparentemente, agrava a evolução da doença. "Estamos começando um
estudo científico para saber por que as pessoas continuam morrendo", diz
Mesquita. "Então iniciaremos um programa para mudar esse quadro."
> A partir dos atestados de óbito, um grupo de profissionais localizará os
prontuários e levantará as condições de vida e de saúde das vítimas da
doença, de forma a entender a razão de suas mortes.
> Muitos dos serviços do Estado e da prefeitura estão formando os "grupos de
adesão", na tentativa de atrair aqueles doentes de Aids que têm maior
dificuldade em manter o tratamento.
> No SAE-DST/Aids de Campos Elíseos, em torno de 850 pacientes recebem o
coquetel. Cerca de 20% acabam abandonando o tratamento ou deixando de tomar
os remédios corretamente.
> O encontro da última sexta-feira era justamente para reunir essas pessoas.
A sala ficou vazia. "Tá difícil de engolir? Venha se juntar ao grupo de
adesão", dizia um cartaz preso na porta da sala onde aconteceria a reunião.
A frase foi tirada de uma coletânea de textos sobre a dificuldade de tomar
os remédios, coordenada pela psicóloga Vera Paiva, do Nepaids, núcleo de
estudo sobre Aids da USP.
> "Estamos procurando ir às casas dos pacientes que abandonam o tratamento",
diz a infectologista Valquíria Carvalho Brito, diretora do SAE de Campos
Elíseos. Lidando com uma população de profissionais do sexo, moradores de
rua e de cortiços, o contato, muitas vezes, fica impossível.
> Mariangela Camargo Mesquita, psicóloga da mesma unidade, diz que muitos se
recusam a tomar o medicamento como uma forma de negar a doença. "Os
pacientes costumam dizer que, quando não tomavam remédio, sentiam-se bem e
que, quando entram no posto de saúde, já se sentem doentes", diz Mariangela.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1481 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Qua, 28 de Nov de 2001 4:06 am
Assunto: Hep C não existe
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados membros dessa lista,

Caso queiram mudar radicalmante a sua vida de agora
em diante sugiro lerem o artigo do Dr Ruiz inteiro.
Esse artigo realmente colocou as coisas no seu devido
lugar.
Temos a versão em portugues e em espanhol.
Ricardo voce leu ?
Ronaldo voce leu ?

Quem leu alem da Gabriela que nos encaminhou o artigo ?

Creio que é exatamente aquilo ali.

O Dr Meira creio, tem vários pacientes acometidos dessa
sindrome de deficiencia de energia mitocondrial e creio iria
tambem se beneficiar da leitura do seu colega espanhol.

Atenciosamente


Jose Luiz

#1482 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Qua, 28 de Nov de 2001 4:28 am
Assunto: Perguntas ingenuas a um Hepatologista ?
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Gostaria que algum Hepatologista me respondesse
o seguinte :

1. Se o teste de PCR é um teste batuta e correto e se
de fato algumas pessoas apresentam numeros de viremia
elevadas como 5 ou até 10 milhoes de cópias ( ou virions)
por ml de soro como é que então nenhum biologo ou mesmo
virologista mediocre ( não precisa ser nem muito bom)
ainda não conseguiu isolar a porra desse virus ?
Nem mesmo fotografar ? Nem mesmo cultivar ? Nem
mesmo clonar ? Já que querem clonar até serem humanos.
Por que não clonar esse virus que existe aos milhões em um
unico mililitro de sangue ou soro ?

2. Por que após 27 anos de haver sido chamado de Não-A, Não-B
   e 8 a 9 anos após ter sido batizado de HCV não foi igualmente
    isolado, clonado, cristalizado, multiplicado e/ou fotografado ?

3. Por acaso os senhores já se esqueceram do fiasco que foi os
     chamados " peptídeos virais"p 80 e p 120 que se acreditavam ser
peptídeos
      virais do HIV ? Querem repetir a dose no caso do HCV ?

4. Qual é a sua comissão por encaminhar um paciente a terapia trituradora de
     seres humanos conhecida como Combo ou Interferon PEG e dita "gratuita" ?

5. Voce teria coragem de receitar Interferon para senhora sua mãe ?

6. Voce acredita em Papai Noel ?

7. Voce acredita que as terapias anti HIV e anti HCV são de fato "
gratuitas" ?

8. Voce crê que o José Serra é um bom sujeito e que o Lula " não
passa de um sindicalista e não está preparado para governar o pais" ?

9. Voce acha o FHC um grande estadista ?

10. Voce crê que o Maradona " é um mau carater" e que " o
       Pelé é um bom carater" ?

11. O que voce diria se o Maradona tivesse embolsado 700 mil
      dolares de um programa da UNICEF destinado a criançinhas
      brasileiras ?

12. Cão que late nágua late em terra ?



Jose

#1483 De: Ricardo Petraglia <petra@...>
Data: Qua, 28 de Nov de 2001 11:37 am
Assunto: Re: Hep C não existe
petra@...
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Por favor me mande, perdi esse.
abraço
dick

Jose Luiz Moreira Garcia wrote:

> Prezados membros dessa lista,
>
> Caso queiram mudar radicalmante a sua vida de agora
> em diante sugiro lerem o artigo do Dr Ruiz inteiro.
> Esse artigo realmente colocou as coisas no seu devido
> lugar.
> Temos a versão em portugues e em espanhol.
> Ricardo voce leu ?
> Ronaldo voce leu ?
>
> Quem leu alem da Gabriela que nos encaminhou o artigo ?
>
> Creio que é exatamente aquilo ali.
>
> O Dr Meira creio, tem vários pacientes acometidos dessa
> sindrome de deficiencia de energia mitocondrial e creio iria
> tambem se beneficiar da leitura do seu colega espanhol.
>
> Atenciosamente
>
> Jose Luiz
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html

#1484 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Qua, 28 de Nov de 2001 10:53 pm
Assunto: Re: Hep C não existe
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
http://www.free-news.org/fjmrui02.htm

Leia com atençao. Esse artigo pode mudar
a sua vida.

Caso queira o artigo em portugues favor avisar
pois alguem ja fez a traduçao.

Abraços


Jose


> Por favor me mande, perdi esse.
> abraço
> dick
>
> Jose Luiz Moreira Garcia wrote:
>
> > Prezados membros dessa lista,
> >
> > Caso queiram mudar radicalmante a sua vida de agora
> > em diante sugiro lerem o artigo do Dr Ruiz inteiro.
> > Esse artigo realmente colocou as coisas no seu devido
> > lugar.
> > Temos a versão em portugues e em espanhol.
> > Ricardo voce leu ?
> > Ronaldo voce leu ?
> >
> > Quem leu alem da Gabriela que nos encaminhou o artigo ?
> >
> > Creio que é exatamente aquilo ali.
> >
> > O Dr Meira creio, tem vários pacientes acometidos dessa
> > sindrome de deficiencia de energia mitocondrial e creio iria
> > tambem se beneficiar da leitura do seu colega espanhol.
> >
> > Atenciosamente
> >
> > Jose Luiz
> >
> > Community email addresses:
> >   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
> >   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
> >   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
> >   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
> >
> > Shortcut URL to this page:
> >   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
> >
> > Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>
>
> Community email addresses:
>   Post message: ALT_HEP_C@onelist.com
>   Subscribe:    ALT_HEP_C-subscribe@onelist.com
>   Unsubscribe:  ALT_HEP_C-unsubscribe@onelist.com
>   List owner:   ALT_HEP_C-owner@onelist.com
>
> Shortcut URL to this page:
>   http://www.onelist.com/community/ALT_HEP_C
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>

#1485 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Sex, 30 de Nov de 2001 2:34 pm
Assunto: Derivado de la clorofila ayuda a evitar cancer hepatico
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
O Globo on line
Rio, 30 de novembro de 2001
Derivado de clorofila ajuda evitar câncer de fígado
NOVA YORK - Reuters - Um medicamento vendido sem receita médica, que também é
usado como corante verde de alimentos, pode ajudar a diminuir o risco de câncer
no fígado causado por aflatoxinas, disseram pesquisadores dos Estados Unidos e
da China.As aflatoxinas são carcinógenos produzidos por fungos que são
encontroados em soja, amendoim, milho e grãos.
O novo estudo revelou que a clorofilina dada a adultos saudáveis reduziu seus
níveis de um marcador de lesão no DNA causada pela aflatoxina. Altos níveis
deste marcador estão associados a um risco maior de câncer de fígado.
A clorofilina é comercializada como uma droga (Derifil) para controlar o odor
corporal e fecal em pacientes geriátricos. Estudos anteriores demonstraram que
ela bloqueia a ação de agentes causadores de câncer no fígado de roedores.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1486 De: "Gabriela" <puertadelsol@...>
Data: Sex, 30 de Nov de 2001 2:39 pm
Assunto: Brocolis, selenio y cancer
gabrielalodeiro
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Quinta-Feira, 29 de Novembro 4:09 pm
Brócolis enriquecido com selênio pode ajudar a evitar câncer
Por Charnicia E. Huggins
NOVA YORK (Reuters Health) - Uma dieta contendo flores e brotos
de brócolis enriquecidos com selênio pode proteger contra o câncer de
mama e o de próstata, segundo resultados de um estudo feito com ratos
de laboratório.
Pesquisas anteriores já sugeriam que o selênio pode proteger os
humanos contra o câncer de próstata e outros tipos de tumores, além
de reduzir o número de mortes pela doença. Como consequência dessas descobertas,
aumentou o interesse das pessoas pelo consumo de
suplementos de selênio, segundo John W. Finley, do Centro Grand Forks
de Pesquisa em Nutrição Humana, do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos.
Apesar disso, Finley disse que, geralmente, não defende o uso de
suplementos. "As pessoas deveriam obter os nutrientes da suas
próprias dietas", disse o pesquisador à Reuters Health.
No estudo, a equipe de Finley injetou uma substância química
causadora de câncer em 90 ratos. Os animais foram divididos em dois
grupos: um alimentado com brócolis contendo pouco selênio, e outro que ingeriu o
vegetal rico em selênio como parte de uma dieta
regular, durante 22 semanas.
Um terceiro grupo de ratos, que serviu para comparação, recebeu
selênio puro, sem brócolis. O vegetal usado no estudo foi
especialmente criado para conter uma quantidade maior do mineral que
a disponível em produtos comerciais.
"O selênio é um elemento tóxico, mas a vantagem de usar o
brócolis é que o mineral obtido dele é menos tóxico que o de outras
fontes", disse Finley.
No final da pesquisa, os ratos alimentados com brócolis rico em
selênio tiveram incidência menor de câncer de mama, e menos tumores
de um modo geral, que os animais alimentados com brócolis com pouco
selênio ou com selênio puro, informou a equipe de Finley, em edição
recente do Journal of Agricultural and Food Chemistry.
Em um experimento separado, Finley e seus colaboradores avaliaram
a possibilidade de os brotos do brócolis serem mais efetivos que as
flores na proteção dos ratos contra o câncer de cólon. Os brotos contêm uma
quantidade oito a dez vezes maior de uma substância
natural da planta chamada sulforafano, que reduz a ocorrência de
tumores em ratos. Essa parte do vegetal também possui várias outras substâncias
com possíveis efeitos benéficos contra o câncer.
Os pesquisadores descobriram que os brotos do brócolis com alto
teor de selênio não eram mais efetivos que as flores na proteção
contra o câncer de cólon. No entanto, ambas as dietas apresentaram
resultados melhores que as contendo selenita, a forma comum do
selênio, geralmente usada como padrão de comparação.
"O brócolis converte o selênio em uma forma melhor que a
selenita", disse Funley.
Para proteger contra o câncer de cólon, deve-se considerar não
apenas o total de selênio ingerido, mas também a forma como o mineral
é oferecido em um determinado alimento ou suplemento, observou a equipe.
"Embora a carne e os grãos apresentem as formas mais ricas de
selênio na dieta, esses alimentos podem não conter o mineral numa
forma tão boa quanto a do brócolis", disse Funley.
Fonte: Journal of Agricultural and Food Chemistry
2001,49:2679-2683.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1487 De: "Luiz Meira" <luizmeira@...>
Data: Sex, 30 de Nov de 2001 7:20 pm
Assunto: endereço
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Olá José Luiz,

Caso queira atualizar o endereços do grupo:
http://br.groups.yahoo.com/group/ALT_HEP_C

     Abraços
Luiz Meira
http://luizmeira.cjb.net


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

#1488 De: "Luiz Meira" <luizmeira@...>
Data: Sex, 30 de Nov de 2001 7:35 pm
Assunto: Re: Hep C não existe
luizmeira
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Gabriela,

     Obrigado pelo aporte do Ruiz.

     Nas primeiras mensagens que participei nesta lista chegamos a dizer
sobre a possibilidade de não estarmos lidando com um vírus.

     A perspectiva humanista que proponho considera que o indivíduo usa o que
estiver disponível no ambiente para construir as disfunções que necessita, e
assim pode encontrar o caminho do equilíbrio de forma intuitiva.

     A perspectiva naturalista não considera se o virus é C, ou B, muitas
vezes, nem mesmo se é virose. Em geral considera-se um indivíduo com
hepatite.

     Abraços
Luiz Meira

-----Mensagem Original-----
De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Para: <ALT_HEP_C@...>
Enviada em: quarta-feira, 28 de novembro de 2001 20:53
Assunto: Re: [ALT_HEP_C] Hep C não existe


> http://www.free-news.org/fjmrui02.htm
>
> Leia com atençao. Esse artigo pode mudar
> a sua vida.
>
> Caso queira o artigo em portugues favor avisar
> pois alguem ja fez a traduçao.
>
> Abraços
>
>
> Jose
>
>
> > Por favor me mande, perdi esse.
> > abraço
> > dick
> >
> > Jose Luiz Moreira Garcia wrote:
> >
> > > Prezados membros dessa lista,
> > >
> > > Caso queiram mudar radicalmante a sua vida de agora
> > > em diante sugiro lerem o artigo do Dr Ruiz inteiro.
> > > Esse artigo realmente colocou as coisas no seu devido
> > > lugar.
> > > Temos a versão em portugues e em espanhol.
> > > Ricardo voce leu ?
> > > Ronaldo voce leu ?
> > >
> > > Quem leu alem da Gabriela que nos encaminhou o artigo ?
> > >
> > > Creio que é exatamente aquilo ali.
> > >
> > > O Dr Meira creio, tem vários pacientes acometidos dessa
> > > sindrome de deficiencia de energia mitocondrial e creio iria
> > > tambem se beneficiar da leitura do seu colega espanhol.
> > >
> > > Atenciosamente
> > >
> > > Jose Luiz
> > >
>


_________________________________________________________
Do You Yahoo!?
Get your free @yahoo.com address at http://mail.yahoo.com

#1489 De: "Jose Luiz Moreira Garcia" <gingerjo@...>
Data: Sex, 30 de Nov de 2001 11:27 pm
Assunto: Férias
gingerjoe2001
Enviar e-mail Enviar e-mail
 
Prezados amigos,

Estou saindo de férias amanhã e devo
retornar somente no dia 12 de Dezembro.

Abraços


Jose Luiz

mensagens 1460 - 1489 de 2415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
mensagens 1460 - 1489 de 2415   Mais antigos  |  < Mais antigos  |  Mais recentes >  |  Mais recentes
Avançado

Copyright © 2010 Yahoo! do Brasil Internet Ltda. Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade - Termos do Serviço - Diretrizes - Ajuda